Debate Público: O Futuro da Galiza no Espaço Lusófono (5 de Dezembro, 15:00)

MIL CARTAZ 05 DEZ

Quids S17: Que avião era este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

F-15 Eagle C e D: uma sumária resenha…

O F-15 Eagle C e D continua a ser o caça imbatível que sempre foi desde a sua primeira presença em combate. Atualmente, o avião tem um rácio de 105 para 0… Notável.

O Eagle é ainda hoje a peça central da força de superioridade aérea da USAF, e isto porque não há, nem haverá, F-22 suficientes para substituir o F-15.

F-15C em http://www.456fis.org

F-15C em http://www.456fis.org

Um dos elementos cruciais para a superioridade do avião reside no seu radar APG-63, assim como na sua manobrabilidade, resistência e numa impressionante capacidade de carga de armamento de múltiplos tipos.

Os F-15C e D que estão hoje em dia ao serviço da USAF são propulsados por dois reatores Pratt & Whitney F100-PW-220 de 10880 kg.

O maior problema do aparelho é a idade média dos Eagles da USAF… Tem havido muitas actualizações, mas em 2007 em 191 aviões deste tipo foram encontradas fissuras graves que levaram a que todos os F-15 estivessem colados ao solo durante algum tempo… Em suma, dificilmente poderá ser possível continuar a usar os C e D durante mais do que 2 ou 4 anos…

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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O LHC (“Large Hadron Collider”) está outra vez a funcionar… Irão regressar as teses do fim-do-mundo?

LHC em www.popsci.com

O LHC (“Large Hadron Collider”) está outra vez a funcionar. Um feixe de partículas foi posto a percorrer todo o túnel a 20 de novembro e deu-se assim um paço decisivo para a reactivação plena do Acelerador já em 2010.

A primeira vez que o LHC esteve em funcionamento foi em 10 de setembro de 2008, mas uma avaria grave, apenas nove dias depois haveria de ditar o seu encerramento e o começo de um longo processo de reparações que só terminaria em novembro de 2009, mais de um ano depois.

O LHC tem uma série de importantes missões a cumprir: desde a busca da famosa (e misteriosa) “matéria negra”, à busca de dimensões extra no Espaço-Tempo e – sobretudo – porque é que as partículas têm massa (a elusiva partícula ou Bosão de Higgs). Se o LHC conseguir realizar metade destas demandas, já se pagou, já que este projeto megabilionário pode produzir a ciência básica para alimentar pelo menos uma geração de físicos e engenheiros…

Agora que o LHC regressa à atividade pouco a pouco, irão regressar as teses do fim-do-mundo, desta feita atualizadas para o popular mito de 2012?…

Fonte:
http://www.scitech.ac.uk/PMC/PRel/STFC/lhcfullbeam.aspx

Quids S17: Como se chama esta mulher?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

O Cancro e os grupos sanguíneos

Segundo uma equipa do National Cancer Institute (EUA), os indivíduos dos grupos sanguíneos A, B ou AB apresentam uma maior probabilidade de contraírem um tumor no pâncreas do que aqueles que pertençam ao grupo O.

Já desde a década de 50 que havia suspeitas neste sentido, mas agora, com um aturado mapeamento genético que abrangeu mais de quatro mil pessoas, foi possível determinar uma ligação entre a doença e uma região no cromossoma 9, o mesmo que determina qual será o nosso grupo sanguíneo. Assim, se pertence a um destes grupos sanguíneos, esteja atento e contacte o seu médico em busca de mais informações.

Fonte:
Science & Vie, novembro de 2009

Querem enviar uma flotilha de sondas para Titã

Representação artística da Cassini e do Lander Huygens aterrando em Titã (http://www.phys.ncku.edu.tw)

Segundo o professor Wolfgang Fink, do Califórnia Institute of Technology em Pasadena, a exploração de Titã poderá ser conduzida não por uma única sonda, mas por uma pequena flotilha delas.

Esta abordagem permitiria aumentar o nível de redundância do sistema, em relação a uma única (e grande) sonda. Em alternativa, Wolfgang Fink, propõe um grupo de micro-sondas, todas redundantes e capazes de operar isoladamente e a partir de vários locais em simultâneo. Estas sondas-robot incluiriam software de Inteligência Artificial que lhes permitiriam tomar decisões em tempo real e sem esperar pela necessariamente lenta resposta dos centros de comando na Terra. As sondas estariam ligadas em rede, de forma a trocarem informação e a implementarem decisões tomadas pela sua IA.

No concreto, a equipa californiana está a trabalhar no conceito de uma frota a enviar ao biologicamente fascinante satélite de Saturno desvendado pelo Lander europeu Huygens e que seria formada por um Orbiter, um balão e rovers ou landers para os lagos de metano do satélite. Enquanto o orbitador permanecia em órbita, um balão captaria uma visão de altitude das montanhas, lagos e exóticos canyons de Titã. No solo, em simultâneo, os rovers ou landers, explorariam a inusitada paisagem titaniana, com os seus lagos, rios e oceanos de metano líquido. Todos estariam permanentemente ligados por rede e seria possível que o balão fosse chamado por um rover ou Lander a um local específico, de forma a captar imagens aéreas de um local especialmente interessante. De forma inversa, o balão poderia também enviar os rovers para um local interessante que identificasse a partir do ar.

Fontes:

http://autonomy.caltech.edu
http://www.jpl.nasa.gov/
http://www.spaceref.com/news/viewsr.rss.html?pid=32737

Quids S17: Quem era este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Debate sobre o “Futuro da Galiza no Espaço Lusófono” noticiado no PGL

 

O debate terá lugar no Sábado 5 de Dezembro às 15h00 na Sociedade de Língua Portuguesa de Lisboa

O debate terá lugar no Sábado 5 de Dezembro às 15h00 na Sociedade de Língua Portuguesa de Lisboa

PGL – O Movimento Internacional Lusófono marcou para o dia 5 de Dezembro, em Lisboa, um debate aberto no que se tratará do futuro da Galiza no espaço lusófono. O acto, que tenciona fazer visível a situaçom da Galiza para o resto da Lusofonia, contará com nutrida presença galega entre as pessoas convidadas.

No mês de Outubro o coordenador executivo do MIL deu umha palestra de apresentaçom da revista Nova Águia em Ourense, e em encontro posterior concretizou-se a data para a realizaçom do acto de Lisboa do dia 5 de Dezembro. Este acto, está pensado para ajudar a melhorar o conhecimento da Galiza e a sua situaçom como espaço lusófono.

As principais questons a tratar som determinar qual é a verdadeira situaçom do português da Galiza na Galiza e como a Lusofonia pode agir de jeito vantajoso para os galegos e galegas na conservaçom e impulsionamento da sua a língua e culturas. O debate terá lugar no sábado dia 5 de Dezembro às 15h00 na Sociedade de Língua Portuguesa de Lisboa, na Rua Mouzinho da Silveira 23 (junto ao Marquês de Pombal).

As intervençons dos membros do Conselho Consultivo vam ser por esta ordem:

Alexandre Banhos, ex-presidente da AGAL, falará sobre A situaçom do português da Galiza e o processo que a Galiza vive de substituiçom linguística e cultural. O problema do galego, como um jeito de ser espanhol e o seu absoluto balizamento no âmbito espanhol. A acçom lusófona na Galiza, como a necessidade de “desgaleguizar” à Galiza, é dizer desidentificar esse nome com Espanha, e deixar de contrapor a Galiza espanhola a Portugal, esquecendo qualquer ideia na relaçom mútua de hierarquia ou dependência -histórica ou sentimental-.

Banhos aponta que «o balizamento da Galiza no quadro lusófono é fulcral entender que a Galiza espanhola muito pouco tem a ver com a Galiza medieval e que desta o seu cerne está em Portugal. Os galegos e galegas só somos e seremos no mundo na nossa língua o português da Galiza, qualquer outra ideia é um miragem».

Por outra parte, os académicos Barbosa e Novelhe, preparárom duas intervençons conectadas entre si.

José Manuel Barbosa falará sobre O novo paradigma histórico da Galiza, em contraposiçom com o paradigma oficial, centralista, que foca a realidade desde o centro peninsular, apagando a Galiza da história.

Artur Alonso Novelhe falará sobre Os novos poderes hegemónicos no mundo, e como a Lusofonia e a Galiza, se deverám adaptar e criar estratégias de futuro, tendo em conta o evoluir dos novos acontecimentos.

Após as intervençons dos galegos haverá tempo para um interessante debate onde os membros do MIL esclarecerám ideias e preconceitos sobre à Galiza espanhola.

Ainda, da executiva do MIL anunciárom a possibilidade de se incorporarem outras pessoas da Galiza ao acto sempre que os membros do Conselho Consultivo da Galiza acharem que a sua intervençom, polo seu especial conhecimento, poda ajudar a cumprir o objectivo que foi marcado para o acto.

Cartaz do evento

O MIL

O Movimento Internacional Lusófono é um movimento da sociedade civil lusófona que se estende por todos os países lusófonos, e os lugares do mundo onde há um importante grupo de pessoas de língua e culturas portuguesas com qualquer das suas variedades e sotaques. O MIL tem o seu centro em Lisboa. Foi a sua criaçom um grande esforço impulsionado pola Associação Agostinho da Silva, e é o primeiro movimento lusófono que inclui à Galiza como um outro território da Lusofonia. Edita a revista Nova Águia, à venda já nalgumhas das mais prestigiosas livrarias da Galiza.

Fôrom já muitos os galegos e galegas de todo tipo de ideologias, que se aderírom ao movimento, aguardando a organizaçom que este numero venha a acrescentar-se significativamente no futuro.

Dirigido por umha Executiva que coordena o professor Renato Epifânio, dentro da Executiva há umhas parcerias especializadas dos membros em distintas tarefas e na coordenaçom dos distintos territórios e espaços lusófonos, correspondendo a Galiza ao professor Rui Martins. Aliás, o MIL dispom dum conselho consultivo na que estám pessoas de todos os países e espaços lusófonos. Rui Martins estivo na Galiza no passado verám olhando a situaçom do país e contactando com distintas pessoas das aderidas ao manifesto ou das que achava de interesse para achegar informaçom, também se dérom outros contactos realizados em Lisboa.

Resultado desse contactos a Comissom Executiva pediu a distintas pessoas da Galiza de se incorporarem ao Conselho Consultivo, figurando no mesmo neste momento os académicos da AGLP Artur Alonso Novelhe e José Manuel Barbosa Alvares, e o ex-presidente da AGAL Alexandre Banhos.

Para aderir ao MIL, basta enviar um correio electrónico para o endereço adesao@movimentolusofono.org, indicando nome, e-mail e área de residência.

Recolha Solidária

Todos os presentes deverám levar alguns livros para apoiar a campanha solidária do MIL, em parceria com a ONG Ajuda Amiga, que tenciona poder levar livros para a Guiné-Bissau.”

 

Fonte:

http://www.pglingua.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1570:o-futuro-da-galiza-no-espaco-lusofono-&catid=4:eventos&Itemid=72

Quids S17: Em que dia foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Nos EUA, aperta-se a malha contra o dumping chinês e… defesa do neoproteccionismo

www.made-in-china.com

Já se sabia: um dos segredos para o sucesso comercial da China é o dumping. Muitos países escolheram não encarar esse problema de frente, preferindo ceder aos interesses dogmáticos do Neoliberalismo. Mas demais é demais, e muitos começam a perder a paciência para com as manobras de Pequim. Até nos EUA – os campeões do Neoliberalismo – se começam a suceder as nova tarifas alfandegárias. Agora, são as tarifas contra a importação de tubagens petrolíferas chineses, acusadas de estarem a ser exportadas a preços inferiores aos de produção, apenas com a intenção de destruir a indústria local de fabricação de componentes para poços de petróleo: uma indústria estratégica na atualidade e ainda mais nos tempos futuros.

Segundo fontes do Departamento do Comércio dos EUA, a China estaria a exportar estes tubos a apenas 99,14% do seu preço de custo! A China respondeu alegando “abuso de proteccionismo”, ameaçando – bem ao estilo chinês – com retaliações… E dizendo que tomaria “medidas para proteger os interesses da sua indústria”, impondo tarifas, já que este golpe de dumping terá falhado.

Recordemo-nos de que além das tubagens petrolíferas, há outras disputas semelhantes entre os EUA e a China, sempre em torno de dumping de preços… E que algo de semelhante também ocorre na Europa. A China tem conseguido fazer assentar a sua prosperidade em vários tipos de dumping, desde o dumping laboral (falta de direitos laborais e humanos), ao dumping ecológico (ausência de leis do ambiente) até ao clássico dumping comercial (vender a preços inferiores ao do custo). Estas manhas desleais estão na base do monstruoso excedente comercial chinês e a vagas crescentes de desemprego e desindustrialização no mundo. Só a reinstauração de um neoproteccionismo que reponhas taxas alfandegárias quando o país exportador não tenha regras ambientais, de emissões de carbono nem de direitos humanos e laborais, então esses desvios têm que ser compensados de forma a não destruir os equilíbrios exigidos pela sã concorrência – o elemento vital para a Economia. A isso chamamos de “neoproteccionismo”: não uma reinstauração cega e sem critérios de barreiras alfandegárias, mas uma rede de mecanismos de correcção de disfunções que reponha a verdade nas relações comerciais entre os povos, sem as prejudicar, já que é das trocas justas e saudáveis entre os povos que brota a prosperidade saudável e duradoura.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408624

B-52H: Ao serviço desde 1955!

O primeiro Boeing B-52H Stratofortress vou em 1954. O avião estaria ao serviço da USAF logo em 1955 e assim ficaria até aos dias de hoje… Adquirindo o notável estatuto do avião em uso durante mais tempo de sempre e mantendo-se ativo até (pelo menos) 2030. E isto apesar do último ter sido fabricado em 1962!

Atualmente o B-52 pode lançar bombas de precisão e até o míssil de cruzeiro AGM-86C e os AGM-142. Existem em hoje em dia 102 no inventário da USAF.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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MIL: MIL-HAFRE, Debate Público sobre a Galiza e Recolha de Livros para a Guiné-Bissau

O MIL TEM AGORA UM BLOGUE…
www.mil-hafre.blogspot.com

Caso queira participar, envie-nos um e-mail para adesao@movimentolusofono.org

EM POUCOS DIAS, JÁ COM MAIS DE MIL VISITAS…

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DEBATE PÚBLICO

O FUTURO DA
GALIZA
NO ESPAÇO LUSÓFONO

ORADORES
Alexandre Banhos Campo * Artur Alonso Novelhe * José Manuel Barbosa

5 de Dezembro, Sábado, 15h00
Sociedade de Língua Portuguesa
Lisboa, Rua Mouzinho da Silveira, 23 (junto ao Marquês de Pombal)

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RECOLHA DE LIVROS PARA A GUINÉ-BISSAU
(todos os presentes deverão levar alguns livros para esta campanha do MIL, em parceria com a ONG “Ajuda Amiga”; quem não consiga estar presente, poderá deixar os livros antes ou depois na morada acima indicada)

A Excalibur Almaz vai colocar a primeira cápsula em órbita até 2013

A cápsula de EA (http://images.spaceref.com)

A cápsula de EA (http://images.spaceref.com)

A Excalibur Almaz anunciou em meados de setembro os seus planos para o Espaço. A empresa que tem a sua sede no offshore da Ilha de Man, espera colocar a sua primeira cápsula no Espaço até 2013 recorrendo a tecnologia soviética militar da década de 70 desenvolvida pela NPO Machinostroyenia.

Com esta fórmula, a EA promete criar um sistema económico e seguro, mas atualizado, de acesso ao Espaço, a preços muito económicos.

Cada nave espacial da EA consistirá em duas partes: um RRV reutilizável e um módulo de serviço dispensável. A nave foi concebida para ser compatível com vários lançadores pesados hoje em dia já ao dispor no mercado e tem – teoricamente – todas as condições tecnológicas para ser bem sucedida. Resta agora que coloque pelo menos uma destas cápsulas em orbita para que todos os cépticos acreditem que esta empresa é algo mais do que um atrator de dinheiro de investidores sediado num paraíso fiscal algures nas ilhas britânicas. Algo que ainda não foi provado…

Fontes:
http://excaliburalmaz.com
http://www.spaceref.com/news/viewpr.rss.html?pid=29236

A USAF espera ter um novo “super bombardeiro” até 2018

(http://gizmodo.com)

(http://gizmodo.com)

A USAF está atualmente a pedir propostas aos fabricantes norte-americanos para um novo bombardeiro de longa distancia que possa realizar o primeiro voo ainda em 2018.

O avião deveria incorporar muita da tecnologia avançada atualmente utilizada no B-2 Spirit, no F-35 e no F-22, mas a um custo unitário inferior ao primeiro e ao terceiro, porque se pouparia nos custos de desenvolvimento de tecnologias já provadas nestes 3 aparelhos.

Como o Spirit, este novo bombardeiro deverá ser capaz de realizar longos voos de penetração até ao interior do território inimigo. O avião terá datalinks sofisticados, sensores herdados destes aparelhos e características stealth que o tornem tão ou mais invisível ao radar que o Spirit.

A USAF espera adquirir até 100 destes bombardeiros, substituindo por fim os últimos B-52 e B-1B Lancer ainda em inventário.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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F-22A Raptor: Relato sumário sobre o melhor avião da atualidade

O F-22A é o melhor caça ar-ar da atualidade, mas enquanto caça-bombardeiro o avião é condicionado pelas suas características stealth, que o obrigam a transportar todo o armamento e combustível no interior da sua estrutura.

Cada avião deveria custar um pouco menos de 90 milhões de dólares, mas acabou por ficar ao estrondoso valor de 310 milhões de dólares por avião, e isso seria alias sempre o maior problema deste excelente avião, impedindo que fossem construídos todos os inicialmente previstos e que todos os F-15 fossem substituídos por F-22, como estava inicialmente previsto. Atualmente, pensa-se que apenas 187 aviões deste tipo serão construídos, com o último a ser entregue em 2011.

O avião consegue voar a uma velocidade ligeiramente superior a Mach 2, propulsado por dois motores Pratt & Whitney F119-PW-100 de 15 toneladas, com afterburners.

Uma das fragilidades mais estranhas do Raptor é a ausência de um datalink. Isto significa que o avião é excelente em dogfight, mas que num cenário mais realistas de “combate em rede” em que todos os aviões amigos sabem permanentemente o que fazem, se encontra em desvantagem, já que os seus pilotos apenas podem comunicar via radio. O F-22 também não tem uma mira montada no capacete e é também incompatível (de momento) com o novo míssil AIM-9X, algo que só será resolvido em 2016. Por outro lado, o canhão pode ser equipado com apenas 480 rounds, enquanto que o do F-15 (que ele supostamente deveria substituir) poderia transportar até 940.

No geral, as afirmações que colocam o Raptor como melhor caca do mundo correspondem à verdade. Mas existem demasiados compromissos para com o aspecto stealth do avião, para que seja um interceptor puro, como o Typhoon, ou um avião multi-missões, como o SU-30 russo. No total, o avião acaba embarcando um pequeno lote de armamento, o que condiciona a sua utilidade em combate… Será difícil ou mesmo impossível de ser abatido, mas é uma ameaça para apenas um pequeno numero de adversários de cada vez. E, sobretudo, ao ser construído em tão pequenos números nunca poderá substituir plenamente os Eagle sem que tal substituição não implique uma perda de capacidade por parte da projeção global de poder mundial dos EUA.

Fonte:

Air Forces Monthly outubro de 2009

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O projeto F/A-XX da Boeing

O F/A-XX (http://sitelife.aviationweek.com)

O F/A-XX (http://sitelife.aviationweek.com)

A Boeing divulgou publicamente imagens e alguns detalhes sobre o seu projeto F/A-XX, um substituto para os Super Hornet que hoje equipam os porta-aviões dos Estados Unidos.

O projeto está ainda numa fase inicial, mas sabe-se que não terá cauda e que tripulado por dois pilotos, cumprindo missões multi-plataforma com furtividade de 6a geracao. Revolucionário no projeto é a capacidade que o avião terá para realizar missões tripulado ou através de controlo remoto, como muitos dos aviões de 6a geração que hoje estão em estudo, sobretudo na Europa.

O avião deverá estar pronto para fabricação em série até 2025, o ano em que se espera que a frota atual de Super Hornet deixe o serviço.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

Quids S17: Quem era este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

O Projeto alemão “Frigate F125″

Fragata F125 (http://www.naval-technology.com)

Fragata F125 (http://www.naval-technology.com)

A situação nos mares da Somália indica que as marinhas de guerra moderna não estão capacitadas para lidarem com este tipo de ameaças. Este fenómeno estipulou a necessidade de se construírem novas gerações de novos navios de guerra. Uma das propostas atuais é a fragata alemã F125, concebida para missões internacionais a longa distancia executadas a curtas distancias da costa. Ou seja, o tipo de navios perfeito para “missões de estabilização” que agora proliferam pelo mundo fora…

A proposta alemã consiste num navio capaz de operar fora do seu porto durante mais de 2 anos, durante os quais se mantém no mar em mais de 60% do tempo. Tal feito depende em muito de uma propulsão CODAG (COmbined Diesel-electric And Gas), silenciosa e que gera mais de 12 mil kW e leva o navio a velocidades máximas de 20 nós, reforçadas quando se liga a turbina a gás LM2500 levando o navio aos 26 nós. Todo o sistema de propulsão é “dual”, isto é, existe num sistema duplo, totalmente redundante, em que um funciona completamente independente do outro, garantindo uma melhor sobrevivência em caso de danos ou avarias.

A tripulação do navio será substituída regularmente, sem que a fragata deixe a sua zona de atividade. A tripulação será de apenas 120 marinheiros, bastante menos que muitos navios com idênticas capacidades.

A fragata terá um radar active phased array, dividido também ele – como tantos sistemas no navio – entre duas unidades. Vários sistemas eletro-óticos serão utilizados para vigilância passiva a curta distância.

O armamento principal será constituído por um canhão de 127 mm Oto Melara com um alcance de até cem quilómetros gerido por um sistema de controlo de tiro muito avançado ATLAS. O navio será também equipado por mísseis GPS Harpoon Block II. Em termos defensivos, a fragata será equipada por duas estações MK44 anti-misseis, aviões e helicópteros e 5 canhões Mauser’s 27mm MLG controlados remotamente e mais 5 Oto Melara’s de 12.7mm/.50 Hitrole-NT RWS, armas perfeitas para o tipo de ameaças que a pirataria moderna coloca.

Ao contrário de todos os outros tipos de fragatas da atualidade, a F125 foi concebida para transportar um corpo permanente de fuzileiros, 50, para ser mais exato, assim como dois helicópteros NH90 e dois ou quatro pequenos barcos armados. De novo, o tipo de meios perfeitos para serem usados num cenário como o Somali…

A primeira F125 deverá ser entregue em 2014, com a quarta e última unidade construída até 2017. A fragata alemã é o primeiro navio da sua classe construído para o tipo de missões de paz que hoje são (infelizmente) muito comuns pelo mundo fora e que não foi criado a pensar no tipo de ameaças convencionais (submarinas ou de superfície) da Guerra Fria, mas ameaças assimétricas como aquelas que são comuns hoje nos mares da Somália.

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/Germanys-F125-Special-Forces-and-Stabilization-Frigates-05119/

Na Dinamarca, será possível consultar a Internet em Exames: Facilistismo gratuito ou… Uma boa ideia?

(http://e-negociosnet.com)

Enquanto que o ensino superior na Índia se torna ano após ano, cada vez mais prestigiado e reconhecido em virtude dos seus elevados níveis de exigência, na Europa parte-se para o caminho exatamente oposto: um que pode ser confundido com o… facilitismo. Na Dinamarca, por exemplo, os estudantes que estejam no último exame do Secundário, poderão consultar fontes na Internet.

A teoria é que os alunos serão suficientemente honestos para acederem à Internet sem copiarem. Teoricamente, chats e correio eletrónico, serão proibidos durante o exame, mas será permitido o acesso a qualquer página na Internet. Já há alguns anos que os alunos dinamarqueses podem entregar os seus exames através do computador (sem papel), este é contudo um passo completamente radical…

É verdade que tal medida tem que ser feita numa sociedade com elevados padrões de civismo, já que é impossível garantir copy-pastes massivos ou copianços clássicos feitos com a “acessoria” de “consultores” do outro lado de uma sessão de chat… Por isso, o sucesso de uma medida como esta depende em grande medida da consciência cívica dos alunos, mas tem a grande potencialidade de potenciar estes para uma das atividades que hoje é mais importante: a capacidade de encontrar informação relevante e útil. Mas será que isso compensa o risco desta medida em criar ainda mais facilitismo, num sistema de ensino (europeu) que já não é um dos mais exigentes do mundo?

A perigosa via do facilitismo é aqui um risco evidente e o prestígio imenso das universidades técnicas indianas parece apontar noutra direção: a da exigência. Mas se na Antiguidade era como encontrar entre os mais ilustres quem conhecesse de memória a Odisseia ou a Bíblia, isso tornou – apenas por isso – melhores essas sociedades? Será que a memorização massiva de números e nomes contribui para fazer cidadãos melhores e mais úteis à sociedade? Ou deixar aos estudantes a hipótese de encontrarem esses números na Internet enquanto simultaneamente se desenvolvem as suas capacidades de procura de informação na Internet será melhor opção?

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Educa%E7%E3o/estudantes-dinamarqueses-vao-poder-consultar-a-internet-durante-os-exames_1408704

Quids S17: Diga o nome de um dos três criadores desta personagem

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Guia Sumário: o F-16 Fighting Falcon da USAF

F-16 AM em http://www.emfa.pt

F-16 AM em http://www.emfa.pt

O F-16 é o avião ocidental mais usado da atualidade. O seu primeiro voo teve lugar no já longínquo ano de 1979, mas ainda é o tipo dominante na USAF, com 1245 aparelhos em uso.

Concebido inicialmente como um caça ligeiro para combate ar-ar, os aviões das versões mais recentes ao serviço da USAF, os Block 50 e 52, são capazes de enfrentar qualquer adversário aéreo e adquiriram uma sólida reputação como caça-bombardeiro.

Curiosamente, um dos aviões mais bem sucedidos do mundo, seria impossível de ser pilotado se não fosse o seu sistema de fly-by-wire, em que um computador corrige permanentemente as manobras do piloto, mantendo o aparelho no ar. O avião – nas suas últimas versões – é também criticado por muitos por ter o cockpit demasiado atravancado de equipamento e por ser algo desconfortável para o piloto, resultado de estarmos perante um avião cuja estrutura foi concebida na década de 70 e que hoje voa com equipamento perfeitamente inimaginável nessa época e que tem que ser instalado nalgum lado…

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

Perfis corrompidos em Windows XP

Se o perfil do utilizador em Windows XP está a ficar corrompido e aparecem perfis vazios (nada no Desktop) ou com nomes terminando em .000 ou .bakEsta situação ocorre porque o perfil é mal fechado (o ntuser.dat fica aberto) no logoff-shutdown

 

Se o perfil ficar corrompido pode:

1. Refazer manualmente todo o perfil

2. No registry em :“HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Window s NT\CurrentVersion\ProfileList” mudar a path que terminará em .bak ou .000 para o nome original do perfil (tipo “C:\Documents and Settings\nome”. No diretório C:\Documents and Settings\nome remover o “.000” ou “.bak” que por lá também deverá andar

IMPORTANTE:

1. Esta corrupção do registry-perfil está a ser criada por algum software indeterminado e que colide com partes não-essenciais do Google Toolbar.

2. A solução passa por após a instalação do Google Toolbar e ao lado do Start, sobre “Google” fazer “Desactivar…” com o botão direito do rato e desmarcar o “Mostra o botão…”

3. Num computador sem estes componentes, não deve estar no ar nenhum processo que comece por “Google*.exe” nomeadamente GoogleQuickSearchBox.exe e GoogleToolbarNotifier.exe

O Petróleo regressa à agenda… e com ele, o Pico Petrolífero

http://www.executivo.guarda.pt

É isso… Já nos tínhamos esquecido, mas por muito que se atire para debaixo do tapete o problema do Pico Petrolífero insiste em regressar. Apesar da redução de consumo mundial, provocada pela Recessão, é cada vez mais evidente que o pico da produção já foi ultrapassado e que se avizinha um declínio acentuado da produção e, como ela, um agravamento brutal dos preços dos derivados do petróleo.

O jornal britânico The Guardian publicou recentemente um artigo em que se admite que o fim das reservas pode estar mais próximo que se admite publicamente e onde também se afirma que rapidamente se assistirá a um declínio brutal da produção. O artigo do The Guardian alega que a “Agência Internacional de Energia” (AIE) tem omitido a verdadeira situação das reservas mundiais e que a agência tem realizado uma sobreavaliação das reservas petrolíferas mundiais.
Esta sobreavaliação da AIE foi intencional – e isso é o mais grave – já que foi motivado pelo receio do pânico nos sempre instáveis e caprichosos mercados financeiros e o receio que anunciar da verdadeira gravidade da situação levasse os produtores a fecharem as portas às empresas petrolíferas ocidentais.

O The Guardian revela ter tido acesso a uma fonte oficiosa da AIE que lhe terá confidencializado que o pico da produção teria sido alcançado em 2009, enquanto oficialmente este número deveria ser alcançado apenas em 2030. Ora ainda num dos últimos relatórios da AIE se escrevia que era possível aumentar nos próximos anos a produção de petróleo!

A fonte do The Guardian revela que estes relatórios falsos da AIE são “soprados” a partir dos EUA, que indicaram aos relatores da agência para exagerarem nas suas descobertas estimadas de novos poços. O objetivo seria não aumentar o pânico dos mercados e dar uma falsa tranquilidade que permitisse alavancar uma recuperação económica que apesar de tudo (ou talvez por tudo, antes…) parece ainda demasiado débil e insegura para vingar. Estes relatórios exprimem também a urgência de aproveitar o momento de grave crise económica atual, para reformar a Economia e abandonarmos o petróleo – além do mais fonte privilegiada de emissões de CO2 – a favor de outras fontes de energia renováveis e mais ecológicas.

Se a notícia do The Guardian se confirmar – como acreditamos – estaremos à beira de uma subida sustentada e dramática dos preços do barril de petróleo nos próximos anos, em que os duzentos dólares anunciados por Chávez em 2008, não tardarão a chegar… Esperemos assim que as economias prossigam – e inclusivamente acelerem – o rumo para as energias renováveis e para a redução da “pegada de carbono”, isto porque essa outra crise esquecida chamada “alterações climáticas” também está longe de ser resolvida…

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1416071

Quids S17: Quanto custa o produto que está a ser publicitado nesta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

O Australian Secret Intelligence Service ou ASIS

http://www.unigrad.com.au

http://www.unigrad.com.au

O Australian Secret Intelligence Service ou ASIS é a agência de informações no estrangeiro da Austrália. A ASIS é a equivalente ao MI6 britânico ou à CIA norte-americana. A agencia é parte do ministério dos Negócios Estrangeiros (“Department of Foreign Affairs and Trade”) e tem a sua sede em Canberra sendo atualmente liderado pelo Diretor-Geral Steven Robinson.

A fundação da agência data de 1952, mas a sua própria existência permaneceu secreta até à década de 70, um secretismo que se justificava porque entre as suas missões se encontrava além da recolha de informações no estrangeiro a “condução de operações especiais sempre que estas fossem requeridas” e “ações políticas especiais”. A bom entendedor…

Só em 1972 é que o público obteve conhecimento desta elusiva agência, através de um artigo do The Daily Telegraph em que este jornal comunicava que o ASIS estava a recrutar agentes nas universidades para atividades de espionagem na Ásia. Só cinco anos depois é que o então primeiro ministro Malcom Fraser admitiu publicamente a existência da agência.

No “incidente do Hotel Sheraton”, em 1983, na cidade de Melbourne, a ASIS atraiu uma enorme dose de atenção negativa ao organizar aqui uma operação de treino que correu muito mal… A ideia era simular uma operação de vigilância e resgate de reféns, mas foi distribuída a agentes com apenas 3 semanas de agencia e acabaram a usar força excessiva em hospedes e em vario pessoal do hotel, tudo com grande impacto mediático numa operação que se pretendia secreta…

Entre 1989 e 1991, a ASIS foi novamente referida na imprensa, sobre o seu papel no treinamento do exercito da Papua Nova Guiné envolvidas na repressão aos movimentos independentistas de Irian Jaya e Bougainville.

Em 1994, um programa de televisão expôs operações conduzidas pela agência com vista a destabilizar o governo de Coraçon Aquino, nas Filipinas, assim como operações conjuntas com o MI6 nas Malvinas, Hong Kong e no Kuwait. Operações realizadas de “motu próprio”, sem o devido aval do governo australiano…

Em março de 1995 um jornalista de nome Ross Coulthart afirmou que a ASIS tinha dezenas de milhar de ficheiros sobre cidadãos australianos, tal seria desmentido, ainda que fosse confirmado que a ASIS mantinha de facto ficheiros individuais, mas de cidadãos estrangeiros e nacionais mas de “natureza administrativa”.

Um relatório de 2005 referia varias dificuldades internas na ASIS no que concerne à forma com estava a conduzir a “guerra ao Terrorismo”, mas pelo menos não referia nenhuma historia recente no mesmo comprimento de onda das anteriores… Talvez tenham ficado incompetentes a um tal ponto que deixaram de aparecer nas notícias ou.. Talvez o “blackout” noticioso erguido hoje em torno da “segurança interna” a propósito da Guerra ao Terrorismo esteja a fazer sair noticias semelhantes dos escaparates dos jornais… Não sei qual será melhor.

Fontes:
http://www.asis.gov.au/
http://en.wikipedia.org/wiki/Australian_Secret_Intelligence_Service

Sobre a imigração em Portugal e os seus reflexos na demografia

Já há muito tempo que dizemos e escrevemos que o discurso mais ou menos “nacionalista bacoco” que considera que Portugal deve fechar as portas a toda a imigração é estúpido. Com isto, não quero dizer que todos aqueles que o mantêm sejam estúpidos, mas que o seu discurso o é, porque escamoteia um factor essencial para a sociedade portuguesa que é o da nossa anémica demografia. Com efeito, é o próprio Instituto Nacional de Estatística (INE) que admite que o “crescimento efectivo da população em Portugal está muito dependente da imigração” e que “a pequena subida registada em 2008 face a 2007 relaciona-se com o abrandamento do número de estrangeiros residentes”. Ou seja, não há condições para crermos que as pífias medidas de incentivo à natalidade propagandeadas pelo Governo PS em 2007 e 2008 estiveram na base desta suposta recuperação demográfica já que “No crescimento natural, a diferença será muito pequena e no crescimento efectivo a diferença tem a ver com o abrandamento da imigração”.

Portugal continua assim no rumo da evaporação demográfica a que apenas a imigração pode dar satisfação provisória. A fecundidade de 1,3 de crianças por mulher (confirmada pelo INE) é estável desde 2007 e deverá descer ainda mais em 2009, devido à recessão (que adia a decisão de terem filhos a muitos casais) e aos números de desemprego reais (que há muito já bateram o número de 600 mil pessoas). Isto significa que o desequilibro entre ativos e pessoas fora do setor produtivo irá agravar-se nos próximos anos, que o sistema de reformas será cada vez mais ameaçado e que será cada vez mais difícil no futuro próximo encontrar pessoas em idade ativa para preencher os postos de trabalhado que forem surgindo… Após uma economia em que os jovens são subremunerados e precarizados de forma crónica, teremos um oposto em que serão preciosos e bem remunerados, mas esmagados sob cargas fiscais tremendas para sustentarem uma desproporção crescente de idosos… Solução? Começar já a investir em políticas demográficas realmente eficazes e duradouras e ir preenchendo o tempo (longo) em que estas demoram a ser eficazes com correntes migratórias saudáveis e de qualidade.

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Sociedade/crescimento-da-populacao-em-portugal-esta-muito-dependente-da-imigracao_1409230

Quids S17: Que cena histórica está aqui representada?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Sobre a metade de azeite que importamos e da reorientação da economia

www.saudelar.com

Portugal tem desde a Idade Média como exportação tradicional o azeite. Certo? Errado. Quase metade do azeite consumido em Portugal é importado de Espanha. Com efeito, a cada ano quase 50 mil toneladas de azeite espanhol atravessam a fronteira, totalizando mais de 285 milhões de euros à nosso crónico défice comercial. A produção tem subido mas a federação de produtores FENAZEITE diz que ao ritmo atual ainda faltam uns bons quatro anos para atingir a auto-suficiência. É claro que este é um “wishful thinking“, supondo que nada se radical se altera no mercado, que os espanhóis não incrementam ainda mais a sua conhecida táctica de “dumping” comercial e que o governo não decide vender a Bruxelas a troco de subsídios como os que premiaram a destruição da nossa frota pesqueira (a favor da espanhola) ou o arranque de vinha (a favor da produção francesa). Portugal tem que regressar aos princípios fisiocráticos que determinavam que era na riqueza produzida nos campos que residia a riqueza e prosperidade das nações, e nas produções em que os nossos solos são especialmente favoráveis, como os frutos secos, as hortaliças, os vegetais, a vinha, o azeite ou a madeira, devem acontecer uma verdadeira aposta estratégica, desviando o país do rumo para uma estéril e improdutiva “economia de Serviços” delineada no apogeu do funesto “Cavaquismo” dos anos 90 e que nos custou a evaporação da maioria da malha industrial e a secundarização do setor agrícola.

Há atualmente uma alta dos preços da maioria dos bens alimentares. Esta tendência, com a continuada explosão demográfica, é para ficar e num país que importa dois terços dos alimentos que consome, pode representar a bancarrota ou a prosperidade, consoante nos tornemos em importadores ou exportadores. Ao contrário do que é propalado, temos bons solos, mas estão hoje selvaticamente ocupados por construções imobiliárias de baixa ou nula qualidade. Redesenhemos a esquadria da nossa geografia humana, redistribuindo a população pelo interior quase ermado e economicamente desertificado, priorizaremos a agricultura sobre o setor terciário, dominado pela Banca e pelos Seguros, que nada produzem além de escândalos financeiros, honorários faraónicos e lucros babilónicos. Tornemo-nos auto-suficientes onde tal for economicamente possível, exportemos aquilo que for exportável (como o azeite, cuja metade do consumo hoje importamos) e importemos de nações amigas – como o Brasil – aquilo que não é rentável produzir internamente.

Em suma, reorientemos o país para a Produção e deixemos o Consumo a quem o pode pagar, aderindo aos princípios da frugalidade e da razoabilidade da “pegada de consumo” que a Banca nos fez crer como essenciais a uma “vida feliz”, mas que na verdade apenas serviu para criar défices externos cumulativos e incomportáveis em torno de um crescimento não-sustentado para o setor financeiro, que a prazo, e pela via do crédito malparado o há também fazer sucumbir.

Fonte:

http://aeiou.expresso.pt/azeite-metade-do-que-portugal-consome-vem-de-espanha=f546293