Lost S06E01 e 02: “LA X”; Comentários

0. Logo no começo da Temporada 6, repete-se a cena em Jacob debate com um personagem desconhecido a chegada do navio esclavagista Black Rock. Este personagem é muito provavelmente o Monstro de Fumo, numa das suas formas humanas. Ambos, serão provavelmente os dois últimos sobreviventes da civilização que deixou as ruínas na Ilha e representam correntes opostas, a acreditar neste diálogo: uma Conservacionista (o Monstro) e outra Progressistas (Jacob).

1. Lost recomeça em 1977 com Sawyer procurando Juliet no poço onde caiu e detonou a bomba de hidrogénio que deveria ter levado os Sobreviventes do voo 815 de volta para a sua vida normal. A detonação da bomba (a “Jughead”) provoca o mesmo clarão que as viagens temporais na Ilha, e a sua aparição aqui indica que o intenso campo magnético no poço provocou o mesmo efeito.

2. Após a explosão da Jughead, surge uma cena que decorre em 2004, num Universo Paralelo onde o voo da Oceanic nunca se despenhou. Na cena aparece Cindy, a Hospedeira que fazia parte da “lista” dos Outros elaborada por Jacob e que estes terão recolhido logo na primeira noite em que Sobreviventes ficaram na Ilha. Este Universo Paralelo indica que o plano de detonar a bomba funcionou, mas que criou uma nova Linha Temporal, paralela e desligada da primeira, num Universo Paralelo cuja existência concorda com as teses de alguns físicos quânticos.

3. A partir do voo, a câmara desce para o oceano e mostra a Ilha completamente submersa, com a cidade dos Outros e o pé de quatro dedos da base da estátua onde vivia Jacob antes de Ben o assassinar por ordem do Monstro de Fumo. A cena mostra um tubarão com o logotipo da Dharma, talvez o mesmo que aparece no primeiro episódio da Temporada 1 e que ataca Jack Shephard. O tubarão será – como os ursos brancos – produto das experimentações biológicas de uma Estação Dharma. Quanto à submersão de toda a Ilha, ela não pode ter resultado da detonação do engenho de hidrogénio, já que isso teria destruído quase tudo e a cena submersa mostra-nos as estacas sónicas, as Barracas, o pé da estátua, tudo praticamente intacto. É muito mais provável que tenha sido afundada por um grande terremoto provocado pela detonação da Jughead e multiplicado pela actividade vulcânica que está na origem da geotermia da Ilha.

4. O Universo Paralelo de 2004 não parece ser apenas uma linha temporal paralela, mas uma em que algumas caraterísticas foram radicalmente alteradas… Hurley, por exemplo, gaba-se da sua “boa sorte”, enquanto que na linha temporal original era assolado por uma série de eventos de má sorte. É claro que Hurley terá ganho a lotaria com outros que não os Números… Pela simples razão de que se a Ilha foi destruída em 1977  então não havia nenhuma transmissão de rádio com os números e estes não poderiam ter chegado a Leonard e, depois, a Hurley. Curiosamente, neste Universo Paralelo Inverso, a companhia aérea Air Oceanic, chama-se Oceanic Air… A cena do 815 omite completamente a dupla Michael-Walt pela muito prática razão de que o ator Malcolm David Kelly (Walt) já envelheceu e não é mais a criança da Temporada 1. O título do episódio duplo é aliás, “LA X”, em que “X” vale por especial, ou alternativa, a LA, “Los Angeles X”. Desmond, que se senta ao lado de Jack no avião deste universo alternativo lê “Haroun and the Sea of Stories” de Salman Rushdie cuja ação decorre numa cidade antiga e arruinada, num indireto óbvio às ruínas na Ilha que na Temporada 6 assumirão um papel central na narrativa, certamente. Na cena, Desmond e Jack não se lembram um do outro. Mas quando se encontraram na Cisne, lembravam-se de se terem cruzado no estádio… E que anel de casamento é aquele na mão de Desmond? Terá Casado com Penny nesta linha temporal alternativa, ou como esta não chegou a nascer, porque o seu pai morreu em 1977 na explosão da Jughead, terá casado com outra mulher?

5. A cena seguinte decorre já em 2007, e mostra Kate e o resto do grupo recuperando da Transição desencadeada pela Jughead. Kate Austen aparece num ramo alto, de uma árvore, o que sugere que o seu corpo foi deslocado no Espaço e no Tempo. Contudo (e infelizmente) aparece com a mesma roupa de 1977… Desmond, quando se desloca, aparece sempre nu. Erro de continuidade ou… Censura puritana tipicamente norte-americana?

6. Hurley, na carrinha Wolkswaggen, quando está a cuidar do gravemente ferido Sayid (sangrando sem para já há umas boas improváveis 15 horas) recebe a visita de Jacob, naquilo que se percebe pouco depois ser uma das suas visões dos mortos, quando este confessa ter morrido “uma hora antes”. Jacob avisa Hurley que deve levar Sayid e o estojo da guitarra que lhe deu no táxi, em Nova Iorque para o “Templo”. Jin leva o grupo até ao Templo, onde perto do túnel sobre o muro encontram o livro “Fear and Trembling” do filósofo Kierkegaard nas mãos do corpo de Montand sendo capturados pelos Outros pouco depois. De novo, como no livro de Desmond, eis uma escolha bem judiciosa, já que neste livro o filósofo uma linha de tempo alternativa para contar a história de Isaac. É de certa forma estranho que o Monstro que na década de 70 parecia residir praticamente no recinto do Templo, agora tenha desaparecido daqui.

7. No Templo, os Sobreviventes são apresentados ao líder deste grupo de Outros, um japonês de nome Dogen que ordena a sua execução até que Hurley lhe mostra o estojo dado por Jacob e invoca o nome deste. Dentro, está um Ankh de madeira (o símbolo egípcio para “Vida eterna”) e dentro dele Dogen revela uma lista de nomes, escrita por Jacob e que insere este grupo de sobreviventes (Jack, Hurley, Miles, Sawyer e Sayid) naqueles que como os que Outros recolheram na noite do acidente do voo 815, se podem juntar ao grupo dos Outros.

8. Sayid é levado para o interior do Templo, até ao local que terá salvo Bem, quando seriamente ferido por Sayid (ironia…) na década de 70, e que se revela ser uma fonte com capacidades curativas extraordinárias e que deve estar também na base da longevidade dos Outros, nomeadamente de Richard, que não envelheceu desde a década de 50 e que pelo domínio do latim, bem que poderá ser um habitante no mundo romano… Esta fonte pode ser a razão pela qual o Ankh aparece em vários motivos ligados às ruínas da Ilha.

9. Perante um ataque iminente do Monstro de Fumo, os Outros, que o temem. Sinalizam o ataque lançando um foguete e circundando o edifício com a mesma cinza que rodeava a cabana onde Jacob dava as suas ordens a Bem. Cinza de quê?… Uma pergunta que será respondida nos próximos episódios, certamente. É igualmente curioso saber que até à morte de Jacob os Outros não parecerem temer particularmente o Monstro, como se o pacto de paz entre Jacob e o Monstro se lhes aplicasse também, Pacto que expira com a morte de Jacob, pelo que nos próximos episódios teremos mais deste confronto Outros-Monstro.

10. Durante a breve luta no interior da estátua entre o grupo de Outros e o suposto John Locke, que este vence, este admite a Bem que é o Monstro de Fumo (se dúvidas houvesse): “lamento ter-me visto sob aquela forma”. E admite também qual é o seu objetivo. Não “defender a Ilha”, como antes admitira sob a forma de um francês, mas “ir para casa”… Mas a sua casa é a Ilha. Então, será que quer regressar ao passado, à época dos construtores das ruínas da Ilha, isto é, a Mu? Bem provável, se tivermos em conta que as Viagens no Tempo são um dos pontos fortes de Lost. O Monstro diz também que não é “o quê”, mas “quem”… Não é assim o “sistema de vigilância” que Ben na Temporada 5 dizia que ele era, mas um ser consciente. Um antigo habitante de Mu, preservado pela fonte da imortalidade do Templo? Ao morrer, as últimas palavras de Jacob são “eles estão a chegar”. E não, não é o grupo de Outros de Ilana, mas os Sobreviventes do Oceanic 815, o que demonstra a importância que lhes dá, por alguma razão ainda por revelar… O Monstro parece ter morto Jacob por recear os planos deste em trazer novos elementos para a Ilha, o que ameaçava a sua estabilidade, o que parece ser um dos objetivos do Monstro de Fumo. Com a morte de Jacob (e estranho desaparecimento do seu corpo na lareira), Ben parece perceber rapidamente para onde pende agora o balanço do poder e escolhe seguir o Monstro. Não hesita inclusivamente em entregar o seu amigo Richard aos planos do Monstro, provavelmente para assim demonstrar a sua fidelidade ao seu novo patrão.

11. Quando o Monstro confronta Richard diz-lhe que é “bom vê-lo sem correntes”. Se Richard é muito velho e talvez da época romana, será um escravo dessa época, que conheceu o Monstro nessa época, ao chegar à Ilha? A linha do olho, muito marcada em Richard, e estas referencias a correntes e a temas egípcios (até na camisa de linho de Jacob) poderão até significar que Richard é um escravo da Alexandria romana… Ainda que possa também ser um marinheiro do navio esclavagista Black Rock, e que daí vem venha esta referência às correntes.

O programa espacial nigeriano

O Satélite nigeriano NigSat-1 (us-cdn.creamermedia.co.za)

Pode não estar no topo das notícias, mas a Nigéria tem uma agência espacial já há mais de dez anos. Trata-se da “National Space Research and Development Agency”.

A agencia espacial nigeriana pretende colocar um astronauta no Espaço até 2015, inaugurando assim a era dos astronautas africanos. A opção – a ser concretizada, o que é duvidoso – levanta uma série de questões: será ético empenhar 5 ou 8 milhões de dólares a pagar aos russos pela “honra” de um bilhete de ida e volta numa cápsula Soyuz, só para poder alardear o duvidoso troféu da “primeira nação africana negra no Espaço”? Não tenhamos dúvidas: sou um fervoroso adepto das vantagens económicas, cientificas e de desenvolvimento da exploração espacial, mas pagar um bilhete numa Soyuz não é propriamente uma forma de investir na produção de ciência na Nigéria, mas sim de investir no programa espacial russo, apenas…

Se a Nigéria quer (e deve querer) investir de facto na Ciência no seu país, no desenvolvimento do seu país, dos seus quadros científicos e académicos, assim como na criação de uma indústria aeroespacial no seu país deve optar por investir esses 5 milhões em lançadores modestos, mas desenvolvidos localmente, por cientistas e empresas locais e não depositá-los diretamente em contas bancárias algures em Moscovo… De novo – como no programa espacial chinês – parece importar mais cumprir fins de propaganda, do que desenvolver a ciência aeroespacial e a industria de um país, neste caso, a Nigéria…

Fonte:
http://nasawatch.com/archives/2009/10/when-other-disc.html

Montes Marius: O local da primeira base lunar permanente?

http://i462.photobucket.com

Um dos locais mais interessante da Lua é um “buraco vertical” é tão largo como um quarteirão de uma grande cidade e tão profundo como um arranha-céus. Acredita-se que se trata de um tubo de lava, colapsado e criado numa época em que a Lua era geologicamente mais ativa do que hoje.

A estrutura foi descoberta pela sonda lunar japonesa SELENE da agência espacial japonesa JAXA e é até ao momento o melhor local jamais identificado no nosso satélite natural para vir a acolher a primeira base lunar permanente já que bastará cobrir esse buraco para se obter uma instalação extensa e hermeticamente isolada do vácuo espacial nesse mundo sem atmosfera.

Este tubo de lava é certamente apenas a parte exposta de uma rede mais extensa e que sendo formada de densa rocha basáltica, é uma proteção ideal contra impactos meteóricos. O poço descoberto pela sonda japonesa pode ser assim o local de acesso a esses túneis e ser o ponto de aterragem e descolagem das naves espaciais que servirão essa base lunar.

O poço lunar tem uma forma circular, com cerca de 65 metros de diâmetro e uma profundidade que será ligeiramente inferior aos 90 metros e situa-se numa região conhecida como “Montes Marius”, um topónimo lunar de que ainda ouviremos falar muito nas próximas décadas… Seja como local da primeira instalação humana permanente na Lua, seja… Como a primeira base lunar chinesa, pela leva que as coisas têm atualmente…

Fonte:
http://www.space.com/scienceastronomy/091231-moon-hole-lava-tube.html

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Quids S18: Que estação é esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Vídeos da entrega do prémio de “Personalidade Lusófona do Ano 2009″ ao Embaixador do Brasil na CPLP: Lauro Moreira

Entrega do prémio de “Personalidade Lusófona do Ano 2009″ ao Embaixador do Brasil na CPLP: Lauro Moreira

A cerimónia que teve lugar hoje à tarde na Academia de Ciências de Lisboa foi muito participada e acolheu algumas personalidades marcantes da vida política nacional, desde Mário Soares, Adriano Moreira, Loureiro dos Santos, sem esquecer o embaixador do Brasil e o Secretário-Geral da CPLP, entre muitos outros.

A cerimónia de entrega da medalha relativa à distinção atribuída ao embaixador Lauro Moreira foi agraciada com um emotivo e brilhante discurso do Embaixador e uma introdução e fecho do professor Adriano Moreira que muito nos dignificou.

Brevemente, no nosso sítio oficial surgirá o vídeo integral da cerimónia:
http://www.movimentolusofono.org/

A todos os que de vós puderam participar: Obrigado pela presença! E aos demais: haverá novas oportunidades…

O financiamento partidário: a grande fonte do fenómeno da corrupção em Portugal

www.jornalmudardevida.net

Em Portugal existe um problema crónico com o combate à corrupção. Desde os escândalos de corrupção de Macau envolvendo Rui Mateus, Carlos Melancia e Rosado Correia (o arquiteto que corria pela pista do aeroporto com malas cheias de notas). Na época deste agora quase esquecido escândalo de Macau, o hoje “sábio” Mário Soares dava cobertura a estes deslizes porque – constava… – que alguns destes dinheiros macaenses derramavam na direção dos cofres do Rato. A corrupção em Portugal parece com efeito estar sempre ligada em certa medida aos financiamentos partidários. Este é o “nó górdio” que importa desatar: os financiamentos partidários.

As empresas imorais que “dão” milhões de euros em troca de favores em negócios, os empresários que assim lançam laços de fidelidade canina a autarcas e governantes, devem simplesmente deixar de o fazer. O Estado deve assumir completamente todas as despesas dos partidos políticos, proibindo-se e punindo-se severamente qualquer “doação” a um partido político, e a dimensão das campanhas eleitorais fosse detida dentro de limites razoáveis e não na estratosfera dos milhões onde agora pairam.

Fonte
:
Jornal Sol de 18 de dezembro de 2009

Contra os megabancos: perigos globais que podem potenciar a eclosão de um recessão de proporções inéditas

Segundo um estudo da Bloomberg, os grandes bancos europeus estão a atravessar a recessão apresentando resultados financeiros muito acima do inicialmente esperado. Paradoxalmente, isso, segundo a Bloomberg, é negativo para a Economia porque traz mais riscos.

Com efeito, os 15 maiores bancos europeus têm mais ativos que o PIB do país onde estão estabelecidos! Paradoxalmente – devido à recessão – em 2007 apenas três estavam nessa situação sendo os casos do BNP Paribas, do Barclays e do Banco Santander especialmente notáveis pelo crescimento dos seus ativos desde 2007 e fenómeno idêntico ocorre nos EUA onde Flop-Obama continua a não conseguir fazer nada para recuperar à Banca o controlo da economia americana.

Este gigantismo bancário é provavelmente o ponto mais frágil da economia atual. Estamos perante bancos que resultaram de fusões e aquisições sucessivas durante quase vinte anos (que nos disseram serem indispensáveis) que os tornaram simplesmente “demasiado grandes para falir” sendo assim quase obrigatório que os Estados intervenham para salvar estes bancos PRIVADOS sempre que estes estiverem em dificuldades. Com efeito, este gigantismo, que caminha a passos largos para que no mundo existam uma meia dúzia de megabancos daqui a uns dez ou vinte anos, é perigoso para todos, excetuando os banqueiros: torna os governos democráticos reféns dos empréstimos de dois ou três bancos; impossibilita que os cofres públicos sejam capazes de acudir a estes megabancos se estes caírem em bancarrota e, sobretudo, elimina a verdadeira raiz da eficácia e do desenvolvimento das economias: a sã concorrência.

A prioridade número um para todos os governos devia ser a de forçar a divisão destes Bancos por entidades menores, regionais e especializadas. Porque a este ritmo… Será impossível que os governos salvem um destes bancos dos seus próprios erros de gestão – como fizeram em 2008 – já que simplesmente não haverá fundos públicos para salvar um Banco cujos ativos são mais elevados do que o PIB do país onde estão instalados!

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1412261

Quids S18: Em que quarteirão se encontra o edifício onde está esta estrutura?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Sobre a (desconvocada) greve dos super e hipermercados e da redução atual de direitos laborais

http://jornale.com.br

Aquilo que esteve na base da recente convocatória de greve (entretanto desmarcada) por parte dos trabalhadores das grandes superfícies merece reflexão. A intenção das empresas de distribuição era passar as semanas de trabalho flexível das atuais 50 horas para 60 horas. Este aumento de dez horas significava que cada trabalhador poderia ter que trabalhar mais quatro horas além das oito diárias atuais, cumulando assim em cada dia um total de 12 horas! E a entidade patronal poderia notificar o seu “colaborador” de tal adição apenas no dia anterior! Perante a ameaça de grave, as empresas de distribuição recuaram e vieram negar tais propósitos, mas fica a certeza de que esta história está longe de ter terminado…

As empresas de distribuição não têm propriamente fama de pagarem acima da média, mas agora além de maus ordenados (numa das raras indústrias muito lucrativas de Portugal) querem consagrar ainda mais a má imagem pública que já têm ao instaurar jornadas de trabalho medievais. Todas as empresas têm uma responsabilidade social para com a sociedade onde estão inseridas e não podem agir como se esta não existisse. Uma empresa que impõe dias de trabalho com 12 horas de duração é uma empresa anti-família e antagonista das mesmas crianças que com Leopoldinas e quejandas criaturas quer cativar e afirma “adorar”. Por um lado, cria condições para dissuadir qualquer jovem casal seu funcionário de ter filhos e dificulta a um grau extremo a vida daqueles que já os têm: como resolver o “problema” de ir buscar os filhos ao infantário ou à escola se a empresa nos avisa apenas na véspera?

Mas não nos iludamos: se estas pessoas têm que trabalhar nestas condições – e assim será muito brevemente, já que esta “guerra das 12 horas” ainda não terminou – tal deve-se ao nosso comodismo, enquanto consumidores. Os supermercados apenas estão abertos ao fim-de-semana (destruindo milhares de lojas locais) porque nós os frequentamos e quando estes seres humanos (com filhos) forem forçados a estas jornadas de trabalho desumanas será por nossa primeira culpa: porque frequentámos essas grandes superfícies nesses horários.

Fonte:
Jornal Sol de 18 de dezembro de 2009

TGV: Um buraco financeiro a prazo

TGV

TGV (http://www.railway-technology.com)

Um estudo encomendado pelo ministério das Finanças conclui aquilo que muitos também já descobriram: o TGV nunca será mais do que um sorvedouro infindável de dinheiros públicos. Segundo o estudo, da Universidade do Minho, as linhas de TGV Lisboa-Porto e Porto-Vigo nunca serão rentáveis, sendo eternas fontes de prejuízo. O estudo revela também a motivação para a pressão de Madrid para que estas linhas sejam construídas: o único beneficiário com estas duas linhas é Espanha, que assim aumentará as suas exportações, reduzindo o preço dos seus produtos, conquistando uma ainda maior quota de mercado em Portugal e paradoxalmente, beneficiando as suas exportações e prejudicando ainda mais a balança comercial de pagamentos portuguesa, a expensas do erário público português! Isto é, Portugal investe, e Espanha lucra. Patético…

O estudo indica também que ainda que as restantes linhas possam ter retorno financeiro a prazo (longo…), sobretudo a Lisboa-Madrid, a sua construção vai implicar um aumento da dívida pública portuguesa, em condições mais gravosas hoje, do que em 2009, devido à queda do rating da República pelas agências internacionais de Rating. Ou seja, se já era uma má ideia fazer o TGV em 2009, agora, em 2010, é ainda uma ideia pior!

O estudo conclui, por fim, naquilo que o Governo está a fazer bem: investimentos na renovação das escolas e nas barragens. Uns e outros reduzem o desemprego, qualificam o sistema de ensino – sempre crucial ao desenvolvimento a prazo de um país – e na produção de energia hidroelétrica, essencial para a redução da nossa crónica balança de pagamentos e das nossas emissões de CO2.

O TGV assume assim neste estudo – cujas conclusões serão no essencial ignoradas pelo teimoso Governo do teimoso Sócrates – o papel de poço financeiro de um país endividado e em crise financeira. Poderá gerar chorudos à Mota Engil do “engrenheiro” Jorge Coelho, mas a nós, portugueses e seus descendentes (sejam eles quem forem), será uma dívida piramidal para pagar e uma construção faraónica que sorverá todos os anos milhões de euros aos cofres públicos. O TGV é um erro. Ainda que a linha Lisboa-Madrid seja rentável, não implicará um aumento da competitividade das nossas exportações. A aposta devia ser dada no Pendular, na modernização das suas linhas e na multiplicação de serviço e linhas suburbanas, de forma a oferecer uma alternativa cada vez mais viável aos transportes individuais e rodoviários de pessoas e mercadorias. Não a um TGV que irá beneficiar sobretudo as exportações de Espanha e as visitas de madrilhenos às praias da Caparica…

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1483852

Energia das Ondas: uma alternativa viável para Portugal, apesar do flop dos Pelamis?

http://www.pelamiswave.com

http://www.pelamiswave.com

Apesar do facto do projeto escocês de Energia das Ondas de Peniche ser um fiasco, com os sistemas instalados parados à meses devido a fragilidades estruturais dos mesmos, a Energia das Ondas é viável e potencialmente uma das mais promissoras fontes de energia para o país.

A questão está nem tanto em procurar um sistema muito diferente, mas recorrer ao mesmo sistema, mas com materiais mais resistentes. Essa é a opinião de Manuel Mota, da Universidade do Minho, líder do Centro de Investigação de Engenharia Biológica.

O problema está em que os dispositivos Pelamis não foram capazes de resistir à forte ondulação do Atlântico… Se este problema for corrigido, a produção de energia a partir das ondas pode regressar à costa portuguesa, especialmente adequada a esta energia pela regularidade da ondulação entre Peniche e Caminha, podendo ser uma fonte complementar à energia eólica e um essencial suporte para a caprichosa e imprevisível hidroelétrica.

Fonte:

http://aeiou.expresso.pt/energiaenergia-das-ondas-tem-futuro-em-portugal-desde-que-sejam-encontrados-materiais-resistentes-a-forca-do-mar=f558394
http://www.pelamiswave.com/

“Nas Nuvens”, com George Clooney: Crónicas de um Despedidor

Este é um filme independente norte-americano que nos trás um testemunho – infelizmente – muito agudo da triste realidade que afeta muitos de nós que é o Desemprego… O filme é também uma história de amor, mas de um amor frustado que o é porque o personagem é aquilo que é, precisamente por ser um despedidor.

1. Psicopata

As pessoas que fazem este tipo de trabalho – eufenistica e cobardemente – intitulado de “outplacement” têm que pertencer a um tipo diferente de pessoa. É impossível ganhar a vida fazendo um trabalho que consiste basicamente em destruir a vida de pessoas que não conhecemos sem ter que ser um tipo especial de pessoa. Por muitas auto-desculpas que consigamos arquitetar, é preciso ser um tipo de psicopata, ser senhor de uma incapacidade de sentir a dor e o sofrimento dos outros. Porque é isso que um despedidor é: alguém que deixa atrás de si uma onde de morte e destruição. Alguém que sabe que cria nas pessoas “o maior trauma possível, comparável apenas à morte de um familiar” (palavras do filme) e que consegue “dormir à noite” (palavras do filme) não pode ser uma pessoa normal, sociável, amada e amante, capaz de criar laços sociais e afetivos duradouros e capazes de sobreviver à teia dos interesses e das alianças de curto prazo. Esse é o quadro psicológico de um despedidor e dos psicopatas…

2. O mito do Outplacement

Em época de recessão global, onde as taxas de desemprego disparam em todos os países até valores inéditos e semelhantes apenas aqueles que existiam em 1929, na época da “Grande Depressão” as empresas que assumem a tarefa suja de despedir os “colaboradores” (o novo manbo-jambo corporativo para “trabalhadores”) florescem, desenvolvem e emanam o seu aroma fétido com redobrada intensidade. “Nas Nuvens” alude também à felicidade destas empresas perante a infelicidade alheia, já que quantas mais pessoas tiverem a sua vida destruída, mas elas aumentam a sua faturação e mais “clientes” (os “patrões cobardes” do filme) angariam.

3. O mito da Mudança pela Mudança

Uma das frases feitas mais repetidas no filme, Clooney, é precisamente “que todos os imperadores e todos os grandes homens do passado, estiveram na mesma situação em que se encontra agora”. Obviamente, é uma falácia… Alexandre Magno e Júlio César nunca foram despedidos por um empregador. Aliás, os chefes militares e políticos não são propriamente “despedidos”, pelo que a comparação é demagógica. E “mudar por mudar” é uma parvoíce. Não se muda algo que funciona bem, apenas porque se deve “mudar”… Isso poderá convir aos “gestores mercenários” que pululam de empresa em empresa de dois anos, porque deixam sempre para terceiros a correção das mudanças-pela-mudança erradas que deixaram atrás de si, mas não convêm às próprias empresas e à sociedade.

4. As frases feitas, o fluxograma e as palavras proibidas

Todo o filme está recheado de palavras-feitas… É o caso de “despedir”, por exemplo, que faz parte da lista de palavras que os “despedidores” profissionais estão absolutamente proibidos de utilizar. Essa e tantas outras como “mudança”, “reengenharia” são usadas e abusados nestes meios.

5. Conclusão

“Nas Nuvens” é mais do que um filme. É uma reportagem-documentário sobre um fenómeno global que é do despedimento feito de forma industrial, desumanizada e geralmente recaindo sobre os “colaboradores” (eufenismo pós-moderno para “trabalhadores”) com mais de 40 anos, que à luz dos dogmas idiotas dos “gurus de gestão” são hoje universais. O modelo do “despedidor profissional” desempenhado com grande profundidade e excelência interpretativa por Clooney não é diretamente aplicável em Portugal, sendo único somente aos EUA, mas existem no nosso país vários escritórios de advogados com pessoal especializado nos mesmos rituais de destruição de vida e que carregam em si, as mesmas contradições do personagem. Existem também empresas de outplacement, cumprindo o mesmo tipo de missões cosméticas e inúteis que pouco mais fazem do que consumir recursos e tempo preciosos a empregados e empregadores e que prosperam indecentemente no presente clima de emprego.

“Nas Nuvens” é um filme de reflexão. Vale muito mais por aquilo que planta nas nossas cabeças, do que pela excelência da sua mensagem, pela consistência das suas personagens ou pela resolução da sua trama interna. É um filme único e possível apenas de ser produzido pelo cinema independente norte-americano e numa época tão estranhamente desumana como aquela em que vivemos… A ver, decididamente.

Haiti: Até que ponto é que as consequências da tragédia foram aumentadas pela neoliberalização da sua Economia?

Haiti

Haiti (http://www.mckinley.net)

Escapou ao foco das múltiplas notícias sobre a tragédia no Haiti, mas se a catástrofe alcançou a escala que alcançou isso deve-se à neoliberalização da economia do país mais pobre da América executada nos últimos dez anos: o Estado foi severamente reduzido, com o funcionalismo público reduzido a uma sombra daquilo que era na década de 90. A abertura de fronteiras comerciais representou a falência de dezenas de milhares de pequenas explorações agrícolas, e arrastou centenas de milhares de pessoas para o rumo da indigência, pequena criminalidade e para a já sobrepovoada capital Port-au-Prince.

O interior do país está hoje severamente desertificado com este êxodo rural massivo e as cidades sobrepovoadas de bairros de lata que já antes do terremoto surgiam em todo lado, até nos jardins públicos.

Entre 2001 e 2004, os EUA exigiram que todos os fundos internacionais para o Haiti teriam que ser entregues a ONGs e não ao governo local, democraticamente eleito. Em consequência, o governo haitiano ficou incapaz de realizar as mais básicas tarefas, da Educação à Segurança, passando pela Saúde. Todas estas missões foram entregues a ONGs estrangeiras e a empresas privadas sediadas no estrangeiro, com grande ostentação de meios e fortemente guardadas por aparatosos e dispendiosos mercenários fortemente armados.

A agricultura haitiana foi arruinada pela competição desleal com os excessos agrícolas norte-americanos, fortemente subsidiados.

O terrível tremor de terra de janeiro veio expor as tremendas fragilidades de um país neoliberalizado até à miséria absoluta. Nas horas seguintes à catástrofe, nenhuma equipa de salvamento local estava em operação e o sistema de saúde – de cuja rápida resposta tantas vidas dependiam – tinha virtualmente colapsado. Se há algum ensinamento a retirar desta catástrofe, esta é uma delas: os defensores da minarquia (Estado Mínimo) no PSD e no PP devem refletir sobre a tal “redução do Estado” que tanto apregoam, já que o que precisamos não é de um Estado menor, mas de um Estado melhor, mais eficiente e menos oneroso, mas sempre capaz de agir com rapidez e eficiência em caso de catástrofes ou dessas naturais ou induzidos pelo Homem.

Fonte:
http://www.huffingtonpost.com/bill-quigley/what-the-mainstream-media_b_424126.html

PRÉMIO PERSONALIDADE LUSÓFONA DO ANO: Embaixador do Brasil na CPLP, Lauro Moreira

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO e a Academia das Ciências de Lisboa têm o prazer de convidar Vossa Excelência para a entrega do PRÉMIO PERSONALIDADE LUSÓFONA DO ANO (2009), atribuído ao Embaixador do Brasil na CPLP, Lauro Moreira, que decorrerá no dia 8 de Fevereiro, às 17 horas, na sede da Academia (Rua da Academia das Ciências, 19), numa sessão presidida pelo Professor Doutor Adriano Moreira.

Eu estarei lá… Estão todos convidados!

Fonte:
http://movimentolusofono.wordpress.com/2010/01/21/premio-personalidade-lusofona-do-ano-embaixador-do-brasil-na-cplp-lauro-moreira/

Yuri Gagarin: Finalmente esclarecido o mistério sobre a sua morte?

As circunstâncias em que o primeiro homem a alcançar o Espaço, o russo Yuri Gagarin nunca foram completamente claras. Até agora. Um grupo de investigadores russos descobriu que o acidente fatal com o MiG-15 em 1968 foi provocado pela abertura súbita do cockpit. O piloto recebeu então ordens para mergulhar rapidamente, mas esse mergulho foi tão intenso que perderia a consciência e, pouco depois, a vida.

A revelação surgiu de um antigo coronel da força aérea soviética, Igor Kuznetsov, que fez parte da comissão que investigou o acidente e cujas conclusões nunca foram reveladas. Este secretismo – tão ao gosto do sovietismo – deu azo a uma série de teorias da conspiração, desde a embriaguez de Gagarin, ao assassinato puro e simples pela hierarquia do Politburo (por receio do prestígio popular do cosmonauta) a… Rapto alienígena. A ser verdade que a morte de Gagarin resultou de instruções para mergulhar a pique, então todas essas hipóteses mais ou menos românticas ou fantasistas podem ser descartadas. E a responsabilidade pela morte prematura de Gagarin deve-se não à sua embriaguez, fruto da frustração do síndroma do “cosmonauta em terra”, que era a tese preferida pela maior parte dos especialistas, mas a uma ordem errada, dada a partir da torre de controlo.

Fonte:
http://blogs.abcnews.com/theworldnewser/2010/01/mysterious-death-of-first-man-in-space-solved.html

Quids S18: Em que satélite foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Portugal e a sua (quase inexistente) indústria de Defesa

Embraer KC-390

Embraer KC-390 (http://www.defenseindustrydaily.com)

O governo do bi-partido (na presente fase de “alternância democrática” nas mãos do PS) descobriu agora a evidência: nas palavras do novo ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, Portugal deve “deixar de se colocar apenas na posição de comprador”. Lamentamos que só agora é que o seu governo tenha reparado que não temos industria de defesa, razão aliás pela qual é que os “pacotes de contrapartidas” negociados nas últimas décadas não têm surtido efeitos práticos… E ou instalamos urgentemente essa rede industrial e de pesquisa, ou perdemos mesmo completamente o barco, tornando-nos em meros consumidores passivos.

O tristemente famoso (pela sua ineficácia e incumprimento impune) regime das “contrapartidas” está aliás de finados, com a erupção da “estratégia europeia de Defesa” que pressupõe a existência de empresas nacionais capazes de participar na construção dos equipamentos adquiridos enferma de um ponto fraco: essas empresas, mercê da desindustrialização das últimas décadas, praticamente já não existem.

Portugal tem atualmente na área de Defesa algumas empresas capazes do elevado grau de know-how técnico exigido hoje em dia na área de Defesa, especialmente na área de comunicações e tecnologias de informação, como a Efacec e a Critical Software, mas faltam-lhe empresas de tecnologia aeronáutica “pura”, onde as OGMA, atualmente da Embraer brasileira, são o único operador com significado internacional.

Para que Portugal deixe de ser esse comprador passivo, é preciso que os empresários portugueses sejam capazes de mais visão do que a necessária para comprar ações da PT ou da Galp na Bolsa e se abalancem a criarem um cluster nacional da área de Defesa. Este pode partir da Efacec ou das OGMA e assim estabelecer o esteio de uma participação em projetos futuros comuns, comunitários ou com o Brasil, que façam com que o país reassuma o papel de produtor desse tipo de equipamentos que já teve no passado, na década de 70. Tal desenvolvimento iria aumentar o emprego, criar emprego altamente qualificado, aumentar as exportações e reduzir o défice da balança comercial. No arranque, o Estado poderia ter que oferecer garantias a estes empreendedores, mas logo que este cluster estivesse montado, nada obstaria a que fosse autónomo e muito rentável. De permeio, os produtos que resultassem desses projetos sairiam a custos unitários muitos inferiores aqueles que teriam se fossem comprados ao estrangeiro… E naqueles em que o uso duplo (civil e militar) fosse possível, como nos helicópteros ou em navios, a própria indústria civil poderia beneficiar a curto prazo…

Para que tais clusters possam arrancar, para além da aparição de entidades privadas interessadas e com a ambição necessária, é também preciso estabelecer parceiras multinacionais. Hoje em dia, nem mesmo os ditos “grandes países”, são capazes de erguerem um grande projeto sozinhos. Tal foi o caso do F-35 dos EUA e do Gripen sueco (como motores e aviónica norte-americana). Aparelhos como o Rafale francês seriam hoje impossíveis de desenvolver num quadro mononacional, pela escala do investimento necessário. Mesmo o PAK-FA (T-50) russo está a ser desenvolvido em parceria com a Índia, e neste contexto, Portugal tem que se começar a posicionar a pensar nos projetos que num futuro próximo irão surgir na Europa e no mundo lusófono.

Assim, e aproveitando a ligação umbilical entre a Embraer (o quarto maior construtor aeronáutico do mundo) e as OGMA e o arranque do avião de transporte militar KC-390, assim como o interesse da empresa brasileira em fazer as OGMA participarem no projeto, assim como outras empresas nacionais, Portugal pode equacionar a inevitável substituição dos seus Hércules C-130H por estes novos aparelhos, estabelecer parcerias com outros países lusófonos, como Angola e Moçambique, e definir um quadro de exportações garantido por contrapartidas diversas com esses países, usando a sua presença na UEO e na NATO, para propor esse avião da Embraer como alternativa ao grande flop que é o A400M…

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1468958

Quids S18: Como se chama esta rapariga?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

A Economia das Bolhas

A Economia das Bolhas

A Economia das Bolhas (http://knowledge.allianz.com)

Lembram-se que em 2009 ainda se falava dos riscos de uma “Grande Depressão”? Que em 2008, os investidores na Bolsa estavam em pânico e ganiam, apelando para que o dinheiro dos nossos impostos salvassem as (outrora) anafadas suas carteiras? Pois bem. Como criaturas de fraca memória que são, já se esqueceram de tudo. O índice mundial MSCI que reporta os preços globais das cotações de ações em vários Mercados está já a 70% do mínimo de março de 2009. Este “feito” deve-se à quase gratuitidade do dinheiro, isto é às baixas taxas de juro que os Bancos Centrais de todo o mundo estabeleceram no auge da crise e que em muitos casos são até inferiores à inflação. Aproveitando este maná estatal, muitos gurus do neoliberalismo não hesitaram em pedir empréstimos para investirem nas Bolsas e quase todos retiraram dinheiro de depósitos a prazo para investirem nos fátuos e imprevisíveis Mercados de Ações. Esta re-capitalização dos Mercados fez-se de novo à custa da descapitalização da Economia Real, onde é cada vez mais difícil financiar empresas e novos empreendedores, tal é a nova rentabilidade de curto prazo dos Mercados saturados por “dinheiro barato”.

Esta sobrevalorização da Economia Virtual das Bolsas conseguiu alguns efeitos positivos, ao fazer retornar alguns inflacionados mercados imobiliários, para preços mais reais, como sucedeu nos EUA (epicentro desta Recessão) e poderá existir ainda alguma margem para que estas Bolsas cresçam ainda durante mais alguns meses, até regressarem aos seus picos de 2007. Mas quando estes regressarem – algo que alguns estimam que poderá suceder já em 2012 – estão novamente criadas as condições para a eclosão de nova Bolha (e sucessivo rebentamento).

De facto, o sistema económico atual parece construído de forma a criar Bolhas sucessivas, rebentando a ritmos mais ou menos constantes e previsíveis. Um ciclo vicioso e destrutivo que pode ser travado pelos Bancos Centrais, obrigando os Bancos Privados a manterem rácios de capitais elevados, reforçando a regulamentação e monitorização das suas atividades e fazendo regressar as taxas de juro e os spreads a níveis mais razoáveis logo que tal seja possível. É estes rendimentos elevados dos mercados, fruto das baixas taxas de juro são uma combinação perigosa em países assolados por défices orçamentais gigantescos… Já que cedo ou tarde, os Governos terão que aumentar as taxas fiscais e com esses aumentos… Poderá desaparecer a bolha especulativa.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/aviso-de-bolha=f558143

Manuel Alegre. O sapo que se segue?

http://wehavekaosinthegarden.files.wordpress.com

Kaos... genial como sempre... (http://wehavekaosinthegarden.files.wordpress.com)

Agora que Manuel Alegre se tornou como a melhor alternativa possível a mais cinco anos de seráfico e imbecilizador Cavaquismo, importa refletir se Portugal precisa mais de Alegre do que de Cavaco.

O discurso de Alegre é oco. Todos o sabemos. Está recheado de alusões mais ou menos vagas à “República” e a uma “moral republicana”, anacrónica e descontextualizada, inócua e estéril. E provavelmente com a sua devida parte de contradições, como o degradante episódio da reforma de Manuel Alegre de 3219 euros em troca das suas funções de alguns meses na RDP de “coordenador de programas de texto”. É certo que Alegre faz parte dos quadros da rádio desde 1975, mas suspendeu a sua presença efetiva aqui, preferindo ocupar um lugar de deputado.

A reforma poderá ser “legal” e é certo também que Alegre optou por receber apenas um terço destes mais de 3 mil euros, acumulando-os contudo com o seu ordenado de deputado. Mas num país onde a maioria dos jovens licenciados tem salários precários de 500 euros e onde os adultos de mais de 40 anos estão a ficar cada vez mais desempregados, tais acumulações e reformas babilónicas não revelam uma fraca tessitura moral em alguém que fez da “ética republicana” o cerne do seu discurso político e a bandeira principal de uma alternativa ao Cavaquismo?

E contudo, perante o degradante espetáculo de ver o pior, mais inculto e ignorante Presidente de sempre renovar o seu mandato, teremos realmente alternativa senão votar neste oco e inconsequente Manuel Alegre?

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Política/manuel-alegre-reformado-com-tres-mil-euros-por-tres-meses-na-rdp_1265170

Quids S18: Que filme é este e… onde está o “easter egg”?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

A Martifer avalia os recursos renováveis de Timor-Leste

Martifer
(Martifer)

A empresa portuguesa Martifer está a avaliar o potencial de Timor-Leste no que respeita à exploração local de energias renováveis, devendo este trabalho terminar já em maio de 2010.

As conclusões do trabalho da Martifer serão entregues ao governo timorense, havendo já conclusões preliminares que apontam para explorações potenciais nas áreas das energias hidroeléctricas, eólica, geotérmica, fotovoltaica, biogás e biomassa.

Há contudo dúvidas legítimas quanto à viabilidade da exploração de algumas destas energias e logo, da qualidade deste levantamento da Martifer, já que não há em Timor grandes rios para abastecerem barragens, nem atividade vulcânica para aquecer a água da geotermia e a eólica é prejudicada pelas numerosas montanhas do país… Resta assim a fotovoltaica, que de facto deverá ser uma boa aposta, embora seja de todas estas opções aquela que exige um maior investimento inicial, algo que numa grande escala dificilmente poderá estar ao alcance do empobrecido país… Em suma, esperemos pelo relatório final da Martifer e que as suas conclusões sejam reveladas na totalidade, já que os dados preliminares são, no mínimo… Demasiado otimistas!

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/timor-leste-martifer-avalia-potencial-em-energias-renovaveis=f550442

Os fornos solares da “Sun OK”: Uma empresa portuguesa

Em época de Alterações Climáticas e de escassez energética as soluções de “tecnologia intermédia” antevistas pelo economista alemão E. F. Schumacher na década de setenta começam finalmente a surgir como opção.

Uma destas soluções é o forno solar, desenvolvido por uma empresa portuguesa e que depois de um arranque comercial frio, está a começar a aquecer e a ser exportado em números significativos. O forno solar foi concebido em função das necessidades de países em vias de Desenvolvimento, onde o fornecimento de energia ou é escasso, ou irregular, mas a luz solar abundante e constante ao longo do ano.

O forno solar já terá vendido mais de mil unidades durante este ano e é o produto de um trabalho de investigação de Manuel Collares Pereira, no Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) para uma rede ibero-americana. A ideia então era criar um forno que não gastasse combustível e que pudesse chegar rapidamente a campos de refugiados, poupando o abate e recolha de madeira nestes locais.

A empresa que iniciou a produção do forno solar era a SunCo, apoiada pela API Capital desde 2001. Em 2005, a empresa teve que encerrar, devido às baixas vendas, mas em 2008, a empresa seria recuperada em 2008 pela mão de Nuno de Oliveira Martins. O clima económico e mental era propício a tal ressurgimento, com um incremento das preocupações com as Alterações Climáticas.

A nova empresa recebeu o nome de “Sun OK” e estava agora refocada para o mercado do lazer, apontando baterias para os mercados dos países desenvolvidos, isto é, para clientes que têm moradias com jardim, onde o forno pode ser instalado e usado na sua máxima eficiência.

www.energiasrenovaveis.com

Além de económico e ecológico, o forno permite a cozinhar a temperaturas baixas e homogéneas, sem queimar os alimentos, o que produz alimentos com sabores de elevada qualidade (na opinião dos especialistas). O forno é, contudo, lento. Isto é, demora a cozinhar pelo menos o dobro do tempo de um forno normal, mas quem puder esperar, recolhendo a poupança energética e a devida redução da fatura de carbono.

O mercado dos países em vias de desenvolvimento não está esquecido e a “Sun OK” já tem parcerias firmadas com a empresas da África do Sul, de Angola, Guiné Conakri, Senegal e do Quénia, países onde será comercializada uma versão simplificada e mais económica do forno solar.

O forno solar da “Sun OK” custa 199 euros, mas das mais de mil unidades vendidas, apenas cem o foram em Portugal, isto apesar de uma redução em 30% do IVA aplicável ao aparelho, isto indica uma diminuta capacidade para divulgar a proposta em Portugal, um apoio governamental insuficiente (por exemplo comprando e ofertando fornos solares a países da CPLP) e uma inadequada preocupação ambiental por parte de muitos portugueses abastados, com vivendas ajardinadas e que ainda não se equiparam com este forno ou com outro de caraterísticas semelhantes.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/forno-solar-portugues-aposta-na-exportacao=f550262

Quids S18: De quem é esta bandeira?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

A nova “Estratégia para o Espaço” de Barack Obama

http://media.monstersandcritics.com

http://media.monstersandcritics.com

Resumo da nova estratégia para o Espaço, delineada por Barack Obama:

1. Os abastecimentos e substituição de astronautas na Estação Espacial Internacional (ISS) serão da responsabilidade de voo comerciais, muito provavelmente a cápsula Dragon com os seus lançadores Falcon 9.

2. A NASA vai focar os seus esforços e recursos no desenvolvimento de um lançador pesado não sendo ainda claro se este será o Ares V Lite ou um veículo desenvolvido a partir do atual Space Shuttle. Um ou outro deverá estar pronto antes de 2018.

3. A estratégia de Obama apela também a parceiros para prosseguir com o seu programa lunar. Neste campo, a Europa, o Japão e o Canadá, deverão representar um papel central tendo em conta a experiência de cooperação passada assim como o envio de varias missões robóticas bem sucedidas para a Lua. Assim, a NASA deixa de estar sozinha no desenvolvimento de um Lunar Lander e de uma base lunar modular para – segundo o documento de Obama – passar a poder contar com estes parceiros.

4. O orçamento da NASA para 2011 será aumentado em um bilião de dólares em relação ao ano anterior.

Estes são os quatro pontos essenciais de uma “estratégia para o Espaço” que custou a ser conhecida e que continua a ser muito lacunar… Obama nunca expressou em campanha um grande interesse pelo Espaço e o longo hiato que a NASA teve de atravessar (quase um ano) antes de ser nomeado o novo administrador indica que a agência não está nas prioridades do novo presidente norte-americano… Isso explica porque é que esta estratégia é parcial e deixa ainda por responder algumas questões fundamentais:
A. A ISS vai continuar a funcionar depois de 2020?
B. O Space Shuttle realizará o seu último voo em
2011?
C. A NASA não vai trabalhar no sentido de enviar uma missão tripulada a um asteroide?
D. A NASA vai manter um esforço de exploração a Marte e, ultimamente, enviar uma missão humana para o Planeta Vermelho?

São quatro perguntas que ainda não têm resposta e ao fim de um ano de mandato, já era tempo… O Espaço – durante tanto tempo a maior bandeira do estatuto de superpotência dos EUA – não está claramente na lista de prioridades de Obama. Até certo ponto, tal baixa prioridade até pode ser compreensível, já que os EUA continuam imersos na maior recessão desde 1929 e que as causas fundamentais desta continuam – no essencial – todas presentes. O Desemprego, o Aquecimento Global e a Crise no Afeganistão são outros três enormes problemas que Obama tem que enfrentar e onde – como na Reforma do Sistema de Saúde – tem encontrado um apoio muito tíbio e incerto nos seus pares Democratas no Congresso… De sublinhar, contudo, que um verdadeiro e ambicioso programa lunar ou marciano poderia resolver boa parte destes problemas: um novo “programa Apollo”, orientado para a Lua ou para Marte poderia gerar Emprego, Riqueza, Moral e Prestígio onde todos estes hoje faltam.

De qualquer forma, agora parece haver uma “visão obâmica para o Espaço”. Imprecisa, pouco ambiciosa, mas… Existente.

Fonte:
http://www.examiner.com/x-21670-Houston-Space-News-Examiner~y2009m12d17-More-possible-details-of-Obama-space-plan-for-NASA-emerges?cid=channel-rss-News

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Laurence R. Young da NASA na Escola Secundária Luís de Camões e de uma (inexistente) estratégia portuguesa para o Espaço

Laurence R. Young da NASA (http://web.mit.edu)

Laurence R. Young da NASA (http://web.mit.edu)

Numa notícia que passou praticamente desapercebida nos meios de comunicação portugueses, o professor Laurence R. Young da NASA e um dos maiores peritos mundiais em astromedicina do mundo visitou recentemente Portugal e fez uma apresentação na Escola Secundária Luís de Camões, em Lisboa. A visita enquadrou-se no âmbito do programa do MIT em Portugal intitulado “MIT Professors Visit Schools” em parceria com o programa governamental “Ciência Viva”. A visita cumpre o objetivo do “Ciência Viva”, que é o de promover o ensino e o interesse pela Ciência e pela investigação científica em Portugal.

A comunicação do professor norte-americano no Liceu de Luís de Camões tinha o título “Indo a Marte com Gravidade Artificial”. Nesta, o foco foram os riscos psicológicos que as tripulações humanas terão que vencer para chegar – e para regressar – do Planeta Vermelho.

Young mencionou vários perigos, desde a exposição à radiação, perda de massa óssea, um risco elevado de cancro e problemas psicológicos vários. Nesta exposição, o professor estabeleceu paralelismos com as navegações portuguesas, que colocavam na sua época uma série de desafios de não muito diversa gravidade.

A comunicação foi extremamente bem acolhida, estando a lotação do auditoria esgotada e havendo centenas de jovens de pé, o que demonstra o elevado grau de interesse dos estudantes portugueses no Espaço, diametralmente oposta ao desinteresse crónico de vários governos sucessivos pelo apelo à aventura e à descoberta que o Espaço hoje representa.

A exposição tinha como objetivo motivar os estudantes para a exploração do Espaço e para carreiras científicas, tendo deixado aqui sementes numerosas que esperemos que venham a desenvolver-se, como admitiria o próprio cientista da NASA: “O entusiasmo, conhecimento, e nível de interesse dos estudantes da Escola Secundária de Camões foi fantástico. Tornou clara a tese de que o instinto da exploração continua a ser uma motivação para a educação científica em todo o mundo”.

Portugal não tem contudo sabido estar à altura do espírito de aventura dos seus antepassados e sucessivos governos têm esquecido que um dos seus deveres é o de delinearem e seguirem uma estratégia consiste e profunda de exploração cientifica e comercial do Espaço, a última grande fronteira e potencialmente uma das vias mais promissoras para o desenvolvimento a prazo da nossa economia, preenchendo no imaginário e no campo dos grandes objetivos estratégicos o espaço que em Quinhentos esteve ocupado pelos descobrimentos e expansão no grande Mar Oceano, cumprindo assim o importante aspecto motivacional que o Portugal de hoje parece ter perdido e que urge reencontrar para sairmos desta “morte lenta” em que estamos atolados desde finais da década de setenta.

Fontes:
http://www.marsdaily.com/reports/Portuguese_Students_Get_A_Glimpse_Into_Future_Mars_Missions_999.html
http://web.mit.edu/aeroastro/www/people/lry/

Quids S18: Onde terá sido captada esta imagem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…