Reportagem RTP do lançamento da revista Nova Águia de 2 de Abril de 2008

Após alguma labuta e algumas frustações eis a reportagem da apresentação da revista Nova Águia de 2 de Abril de 2008:

“Já foi apresentada a “Nova Águia”, uma revista de cultura do século XXI que vai estar à venda a partir de dia 19.”

Fonte:
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?…


Para além deste video, temos outros no canal Youtube do MIL: Movimento Internacional Lusófono que pode ser visto clicando AQUI.

Hillary Clinton tem multiplicado as acusações de que a China deveria ser avisada quanto à utilização recorrente de práticas comerciais desleais…

(http://www.sanfranciscosentinel.com)

Hillary Clinton tem multiplicado as acusações de que a China deveria ser avisada quanto à utilização recorrente de práticas comerciais desleais… Clinton tem utilizado o sucesso económico registado na época em que o seu marido ocupou a Administração como um factor importante na sua disputa contra Barack Obama e a desindustrialização acentuada em alguns Estados dos EUA.

Hillary declarou: “Temos que ser duros com a China, já passou há muito o tempo de assoprar o apito”, acrescentando ainda: “Esse país manipula a sua moeda para nossa desvantagem, cumprem massivos furtos de propriedade intelectual, espionagem industrial, eles não cumprem as regras que acordaram cumprir quando se juntaram à OMC. O que obtemos em troca deles? Bem, obtemos comida de animais com tinta, brinquedos com chumbo, e medicamentos poluídos.” Estas declarações foram proferidas na Carolina do Norte, um Estado que desde 2001 perdeu mais de 200 mil empregos na Indústria… Com tanta veemência (e correcção factual, frase a frase) quase que temos pena que tudo indica que Hillary vá perder a nomeação Democrata (ver AQUI), ainda que fosse duvidoso que conseguisse manter tal discurso na Casa Branca…

O processo de desindustrialização começou nos EUA, no começo da década de 80 e consistiu numa redução muito sensível do Emprego na Indústria e por um aumento correspondente nas áreas de Serviços. Em 1984, o professor Lester Thurow do MIT escrevia: “Gostem ou não, a Indústria americana está a ir pelo cano, e o resto de nós irá junto com ela“. Como resposta a este declínio industrial, muitos, nos EUA, tentarem aplicar os modelos de organização japoneses e alemães e implementando protecções às importações e subsídios directos e indirectos à produção industrial. Não faltam estudos de organismos ligados a instituições internacionais, como o FMI, que advogam que o aumento do emprego nos Serviços pode ser um sinal de força, e não de fraqueza de uma Economia. De qualquer forma este movimento ocorre em todo o mundo desenvolvido, não somente nos EUA, sendo especialmente notável na Europa e no Japão e que até em países que tinham até recentemente uma forte presença industrial no mercado laboral, como Singapura e a Coreia do Sul, estão a conhecer idêntico movimento… As industrias estão aparentemente a deslocalizar-se em todo o lado… Menos hoje para a China do que há dez anos atrás, mas hoje também para a Índia, Vietname, Paquistão, Marrocos, Cambodja, etc, buscando sempre os mercados mais desregulados, as regulações mais lassas e os salários mais baixos. Este movimento pendular sem fim, deixa nos países mais desenvolvidos apenas os “esqueletos administrativos” da multinacionais globais e massas crescentes de antigos operários que ou se conseguem reconverter para o sector dos Serviços (a custo de um salário inferior ao de um operário especializado) ou engrossam as fileiras do Desemprego.

Fontes:
http://www.sinodaily.com/reports/Time_to_blow_whistle_on_China_Clinton_999.html

http://www.ncpa.org/pd/economy/may97c.html

Já assinou a:

Petição Pelo BOICOTE às emissões televisivas dos dos Jogos Olímpicos de Pequim

?

Enceladus: O local mais provável no Sistema Solar para albergar vida?

(Enceladus, fotografado pela Cassini em 12 de Março de 2008 in http://www.nasa.gov)

Algumas das mais recentes imagens captadas pela sonda Cassini, da NASA, indicam que há géisers na superfície deste satélite Enceladus. Segundo tudo indica, a algumas centenas de metros sob a superfície gelada do satélite existem depósitos de água líquida que alimentam estes géisers. Esta descoberta coloca Enceladus no topo da lista dos locais no Sistema Solar capaz de abrigar vida e deverá reformular os planos de exploração espacial para as próximas décadas…

(Imagem revelando os géisers no Pólo Sul de Enceladus in http://www.nasa.gov)

Sob a superfície do satélite existem condições para que existe vida microbiana - pelo menos - já que calor, água líquida e materiais orgânicos são factores todos aqui presentes, como revelou a sonda Cassini, que encontrou nesses géisers dióxido de carbono, monóxido de carbono, metano, propano, acetileno e formaldeído, compostos nunca antes descobertos em tais concentrações no Sistema Solar, nem em Titã, nem em Europa, nem sequer em Marte sendo que alguns deles, como o metano é geralmente associado a uma prova da existência de vida (ver AQUI).

Os primeiros sinais de que haveria água a escapar-se da crosta de Enceladus surgiram em 2005, sendo agora confirmados pela Cassini durante a sua aproximação de Março, um movimento que tornará a repetir em Agosto e, mais tarde, em Outubro, obtendo então mais elementos sobre estes intrigantes sinais de vida no sistema de Saturno…

E quando haverá uma sonda na superfície de Enceladus, imitando o desafio vencido com tanto sucesso pela sonda europeia Huygens?

Fontes:

http://www.msnbc.msn.com/id/11736311/

http://www.space.com/scienceastronomy/080326-cassini-flyby-update.html

Notícia do “O Primeiro de Janeiro” sobre a Petição “EM PROL DE UMA MAIS RÁPIDA IMPLEMENTAÇÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO”

Petição on-line
Nem todos os portugueses estão contra o Acordo Ortográfico, facto provado pela petição que se encontra na Internet para que o diploma seja posto em prática o mais rapidamente possível. O Movimento Internacional Lusófono conta com mais de 500 membros, entre eles Adriano Moreira, Baptista Bastos, Carlos Magno, Guilherme de Oliveira Martins e Mário Cláudio, e defende a convergência e o reforço dos laços dos países lusófonos. Renato Epifânio, porta-voz do MIL e responsável pela petição, defendeu, em declarações a O PRIMEIRO DE JANEIRO, uma união entre Portugal e Brasil para que o acordo seja aprovado, algo que fará a língua portuguesa mais acessível nos quadros internacionais. “Em organismos internacionais como a ONU, a situação chega a ser aberrante porque os documentos têm de ser traduzidos em dois idiomas: o português e o brasileiro”.
A petição on-line é uma forma de fazer com que o acordo não caia no esquecimento, algo que, segundo Epifânio, o governo português tentou fazer. “A primeira moratória de 10 anos foi um modo de fazer esquecer o acordo”. O filósofo não concorda com o período de transição de seis anos proposto pelo Governo, mas admite que não haverá outra alternativa. “O Brasil tem estado sempre um passo à frente neste tema. O ideal é que houvesse sintonia com o Brasil e que os dois países avançassem ao mesmo tempo mas, do mal, o menos, o que interessa é que o acordo se implemente”. Renato Epifânio afirmou que Portugal deve perder o orgulho e o medo da língua se tornar abrasileirada, em nome de um bem maior. “O fantasma do abastardamento da língua não existe. Portugal tem de ter noção que já não é o dono da língua portuguesa. O Brasil é o país mais preponderante na lusofonia e o futuro da língua passa por lá”.”

Primeiro de Janeiro

Mais um eco na imprensa escrita DESTA petição que patrocinámos no âmbito dos projectos do

MIL: Movimento Internacional Lusófono

O fim do dólar como moeda-padrão está perto?… O Irão já não o usa para vender o seu petróleo

(http://i.cnn.net)

O Irão, país que é atualmente o segundo maior produtor de petróleo da OPEP, já não está a fazer transacções comerciais em dólares, cumprindo assim uma promessa já antiga do seu presidente… A decisão resulta de um aumento de pressão da diplomacia dos EUA contra o programa nuclear iraniano, mas também devido à continuada redução da cotação dólar-euro e ao seu impacto nos rendimentos da República Islâmica. O movimento de transição para o Euro e outras moedas já tinha começado no começo de 2007. Para a Europa, o Irão vende petróleo em euros, e um misto de euros e ienes são usados nas exportações para os países asiáticos.

O Irão está a pressionar os outros países da OPEP a segui-lo, mas, por enquanto sem grande sucesso, sobretudo por causa da influência que os EUA ainda detêm nas políticas dos governos dos países do Golfo Pérsico, mas não tardará muito até que a Venezuela siga os seus passos e depois, a massa crítica poderá ser suficiente para levar os demais países da OPEP a enveredar pelo mesmo caminho, especialmente se a fraqueza do dólar persistir, e nada indica que assim não seja, uma vez que a maioria dos economistas dão como certo o prolongamento da recessão nos EUA pelo menos até finais de 2009… E se o dólar continuar a ser a moeda preferida nas transacções de petróleo, até os países importadores vão começar a pressionar para o seu abandono. É claro, que a perda do papel de referência do dólar no mercado global vai implicar uma profunda ameaça à própria economia americana, que muito tem vivido da predominância da sua moeda no mundo, e logo, criar ainda mais condições para que esta recessão que dizem ainda ser ligeira, se torne efetivamente numa das mais graves de sempre na Economia americana. Sabendo como esta responde por 30% do consumo mundial, isso não irá arrastar todo o planeta para a recessão, mesmo a Ásia e a Europa que têm estado relativamente afastadas desta?

Fonte: http://www.cbsnews.com/stories/2008/04/30/business/main4057490.shtml?source=related_story

Quids S12-4: Que míssil é este?

Dificuldade: 3

Regras:

1. Cada Quids valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

Hoax: Cancelamento do programa PAK-FA

PAk-FA

(Representação hipotética do PAK-FA in http://defesabr.com)

Corre desde o dia 6 de Abril uma notícia - supostamente da RIA Novosti - e que consistia no seguinte texto (traduzido do inglês):

“MOSCOVO, 12 de Abril (RIA Novosti) - O comandante supremo da Força Aérea Russa Aleksandr Zelin anunciou o cancelamento do programa PAK-FA de 20 biliões de dólares depois de 20 anos de custos crescentes, problemas técnicos e redesenhos sem que fosse fabricado um único protótipo.

O PAK-FA, anunciado em tempos como o caça de próxima geração da Rússia, tinha consumido 13,9 biliões. O custo estimado de cada avião tinha sido de 87,2 milhões a partir de um preço inicial de 30 milhões.

“Teve uma história longa e turbulenta”, afirmou Alexei Arbatov, um membro da Duma que lidera o comité da câmara baixa para a Defesa.

O PAK-FA, um conceito para um novo avião de caça de nova nova geração, foi desenhado para ser comparável quer ao F-22 Raptor americanos e ao F-35 Lightning II mas foi ultrapassado pela necessidade de reforçar as forças nucleares estratégicas russas.

Reconhecendo que o PAK-FA já não se enquadra nas necessidades da Rússia, a Força Aérea afirmou que preferia gastar esse dinheiro a melhorar o seu atual sistema de aviação. Se fôr aprovado pela Assembleia da Federação, os fundos irão directamente para a aquisição de 400 Su-34 Adicionais, Su-35 e outros aviões e para atualizar e modernizar os 1400 aparelhos atualmente em serviço. Misseis Terra-Ar serão também uma prioridade.

“Trata-se de manter uma força disuasora efectiva”, disse o coronel da Força Aérea Alexander Zelin, “É uma grande decisão. Nós sabemos que é uma grande decisão, mas é a decisão correcta”.
O fim do PAK-FA reflecte também o reconhecimento pelo Ministério da Defesa que simplesmente não pode pagar todos os programas que deseja. O movimento implica o reconhecimento do facto de que o Ministério da Defesa deve começar a economizar à medida que os custos dos novos sistemas de armas aumentam e que a procura cresce, declararam alguns analistas da industrias.

A Força Aérea deveria gastar 20 biliões no programa PAK-FA até 2012 sem obter aviões significativamente mais capazes que o SU-35 atualizado, declaram oficiais da Força Aérea.

Alguns representantes da Duma Estatal reagiram furiosamente a este cancelamento.

“Estou indignado com esta decisão de terminar o programa PAK-FA tendo em conta que a Força Aérea argumentava há muito tempo que era um sistema de armas crítico que jogaria um papel central na nossa Defesa”, disse o deputado da Duma Estatal (State Duma) Vladimir Medinsky. “O que mudou? E como é que os militares planeiam recuperar as capacidades perdidas?”

Alexei Arbatov, o Presidente do Comité de Defesa da Duma Estatal. disse que a decisão “reflecte a dificuldade que os Serviços estão a encontrar com o custo das necessidades de modernização.”

O cancelamento foi um golpe nos principais contratantes do PAK-FA, a Sukhoi e a NPO Saturn.

Um alto representante da Duma disse que o Ministério da Defesa esperava dispender entre 450 e 680 milhões em multas pelo cancelamento à Sukhoi e à NPO Saturn.”

A eliminação do programa, contudo, poderia beneficiar as duas empresas. A Força Aérea pensa agora injectar mais dinheiro no Su-34 e Su-35, e acelerar a modernização dos aviões já em serviço o que deverá manter as duas empresas ocupadas no futuro mais próximo”.”

Bem…

A minha tese é que isto é uma completa falsidade, um Hoax, em suma…:

1. No site da RIA Novosti não se encontra esta notícia, ou aliás, qualquer outra idêntica… pelo contrário! A notícia sobre o PAK-FA mais recente indica até que os seus voos vão começar em 2009 !(ver AQUI) Se fosse verdadeira, a notícia surgiria, após esta primeira. Aliás, a notícia também não pode ser encontrada em nenhum site ligado à aviação ou à Defesa, o que aponta na mesma direcção do embuste (hoax).

2. Porque os Su-35 já estão em serviço… e não ainda em desenvolvimento, como daqui se infere.

3. O Su-35 BM que está em desenvolvimento servirá como plataforma de testes para as tecnologias de 5ª geração do PAK-FA, nomeadamente para os novos motores Saturn AL-41F com super-cruzeiro e 15 toneladas de impulso.

4. Alexei Arbatov e Aleksandr Zelin ocupam as posições indicadas no artigo… Contudo, essas correcções factuais, não provam nada. Provam apenas que a notícias foi criada por alguém que conhece de perto a realidade russa… Outros indícios apontam para uma origem russa deste texto em inglês: expressões como “Duma Estatal”, “Federação” e outras indicam que foi redigido de dentro da Rússia. Provavelmente com o objectivo de denegrir o governo de Medvedev que entra agora em funções, substituindo Putin e ligando-o já com uma decisão que iria prejudicar seriamente a operacionalidade das forças russas nas próximas décadas.

5. O PAK-FA não está a ser fabricado para a Força Aérea Russa… Mas para esta e para a da União Indiana e - provavelmente - também para a Força Aérea Brasileira… Logo o cancelamento não poderia provir de um parceiro, que - parece - assume apenas 1/3 do financiamento do programa e não a sua totalidade. É certo que parece que o PAK-FA não é exactamente o mesmo aparelho de 5ª geração, mas uma evolução directa a partir do russo PAK-FA, mas a notícia omite este aspecto importante na totalidade, e o PAK-FA estritamente “russo” já está encerrado há muito tempo… desde que a Índia assinou o “protocolo de entendimento” com a Rússia em Janeiro de 2007 (ver AQUI).

6. O cancelamento do PAK-FA faria com que a Rússia, país que detêm atualmente, graças à Sukhoi e à MiG uma posição de notável liderança no campo da tecnologia aeronáutica militar a perdesse… A Rússia poderia continuar a afirmar-se como potencia média se não tivesse nos próximos 10-20 anos nenhum aparelho de 5ª geração capaz de concorrer com o F-35 e o F-22?

7. O projecto ainda não gastou - nem de perto - os distos 13,9 biliões de dólares… Já que ainda não há sequer um protótipo a voar, nem nenhum AL-41F pronto!

8. Há rumores de que dois protótipos estão a ser preparados para os primeiros testes a realizar em 2009 (esta informação dos testes em 2009 surge em várias fontes oficiais), supostamente os novos motores Saturn Al-41F estariam já prontos, também, e seriam testados brevemente num Su-35M, antecipando a sua posterior instalação nos dois protótipos PAK-FA. Se o programa está assim tão avançado, não seria um erro colossal abortá-lo a meses de colocarem um PAK-FA no ar?

9. A notícia refere também o cancelamento dos novos motores da NPO Saturn… Isso deixaria a Rússia sem motores de super-cruzeiro para as próximas décadas e implicaria também um sério retrocesso na tecnologia russa… além de uma falência quase certa para o seu fabricante, a NPO Saturn.

Adenda:

A notícia falsa que circula na Internet:

MOSCOW, April 12 (RIA Novosti) - Russian air force commander-in-chief Aleksandr Zelin has announced the cancellation of the $20-billion PAK-FA program after 20 years of escalating costs, technological glitches and redesigns failed to produce a single prototype aircraft.
The PAK-FA, once billed as Russia’s next-generation fighter, had consumed $13.9-billion. The estimated cost of each aircraft had soared to $87.2-million from an original target of $30-million.
“It’s had a long and troubled history,” said Alexei Arbatov, a senior Duma official who heads the lower house committee for defense.
The PAK-FA, a new generation fighter aircraft concept, was designed to be comparable to both the American F-22 Raptor and F-35 Lightning II and has been overtaken by the need to strengthen Russia’s strategic nuclear forces.
Acknowledging that the PAK-FA no longer fit into the requirements of Russia, the Air Force said it would rather spend the money on an overhaul of its aviation system. If approved by the Federal Assembly, the funds would be directed instead to buy over 400 additional SU-34, SU-35 and other aircraft and to upgrade and modernize 1,400 aircraft already in service. Surface-to-air missiles also would be a priority.
“It’s about having an effective deterrent force,” said Air Force Colonel General Alexander Zelin. “It’s a big decision. We know it’s a big decision, but it’s the right decision.”
The end of the PAK-FA also reflects an acknowledgement by the Ministry of Defence that it simply cannot afford all the programs it wants. The move underscores the fact that the Ministry of Defence must begin economizing as the cost of new weapon systems increase and demands on military spending grow, industry analysts said.
The Air Force would have spent $20-billion on the PAK-FA program through 2012 without getting aircraft significantly more capable than the upgraded SU-35 it already plans to buy, Air Force officials said.
Some officials of the State Duma reacted angrily to the cancellation.
“I am outraged by the decision to terminate the PAK-FA program given that the Air Force has long argued that it is a critical weapons system that plays a pivotal role in our defence,” said State Duma deputy Vladimir Medinsky. “What has changed? And how does the military plan to make up for the lost capabilities?”
Alexei Arbatov, Deputy Chairman of the Defence Committee of the State Duma, said the decision “reflects the difficulty that the services are facing with the cost of modernization requirements now coming to the fore.”
The cancellation was a blow to the PAK-FA’s prime contractors, Sukhoi and NPO Saturn.
A senior Duma official said the Ministry of Defense expects to have to pay a $450-million to $680-million termination fee to Sukhoi and NPO Saturn.
The program’s elimination, however, could benefit the two companies. The Air Force now plans to pour more money into the SU-34 and SU-35, and ramp up the upgrade of aircraft already in service which would keep both companies busy for the foreseeable future.

Fontes:

http://en.rian.ru/russia/20080403/102931062.html

http://www.npo-saturn.ru/!new/

http://sukhoitribute.blogspot.com/2008/03/sukhoi-su-35-bm-t-10-bm.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Russian_Air_Force#Structure

As multinacionais começam agora a deslocalizar também da… China

(Fábrica da Nike na China… Hoje. Amanhã estarão no desemprego e a fábrica em Marrocos, Paquistão ou Vietname? in http://web.uncg.edu)

Depois de durante décadas a China ter atraído praticamente todas as indústrias primárias e secundárias do globo, começa a verificar-se a aparição do fenómeno centrífugo oposto… O aumento dos custos de produção na China está a levar alguns investidores estrangeiros a deixar o país e a trocar a China por países onde estes custos sejam ainda mais baixos e o nível de direitos laborais mais residual. Isto mesmo (com excepção da segunda parte, claro) foi dito a 27 de Abril pela “Câmara Americana do Comércio” (AmCham). Segundo a instituição norte-americana, 2/3 dos seus membros declararam numa sondagem que a China estava a perder a sua capacidade atrativa nos mercados globais devido a um aumento exponencial dos custos de produção. Os patrões destas empresas americanas deslocalizadas apontaram factores como a competição criada por outros países como o Marrocos, o Vietname, o Cambodja, o Paquistão, etc; o aumento do salário médio na China; o aumento dos custos das matérias-primas provocada pelo aumento do preço do petróleo; o aumento da carga fiscal e dos bens imobiliários e o aumento dos custos com os transporte dos produtos fabricados na China até ao resto do mundo, como sendo factores decisivos para esta sua reavaliação da China como o local ideal para manterem as suas fábricas em funcionamento.

O aumento dos salários dos trabalhadores chineses é, entre todos estes “problemas”, aquele que mais preocupa estas multinacionais especializadas em deslocalizarem a sua produção… A vaga de trabalhadores vindos das áreas rurais para as cidades em busca de trabalho mal remunerado está a começar a estancar… a decidida e gradual conversão de muitas empresas chinesas de empresas de produção manual, em massa e com baixa qualidade e reduzidos níveis de qualidade em empresas criativas, modernas e com padrões mais elevados de segurança e qualidade estão a pressionar os salários, dado que estas mudanças obrigam a trabalhadores mais qualificados e mais exigentes. Sectores onde as margens de lucro são mais reduzidas, como os brinquedos, o vestuário e o calçado, são, neste contexto os mais expostos e se até hoje era comum que todos os brinquedos nas nossas casas fossem “Made in China”, agora, já não é raro encontrar neles outras origens… E no vestuário e no calçado, os últimos anos assistiram a uma recuperação dos países tradicionais nestes sectores, tendo Portugal, por exemplo, conseguido em 2007 uma notável recuperação das suas exportações de calçado em virtude uma grande e sistemática aposta na qualidade e na inovação do calçado português.

Outros factores estão também a afectar a China… Constante publicidade negativa quanto à qualidade dos seus produtos e até quanto à segurança dos mesmos (chumbo em brinquedos, veneno em alimentos para animais, brinquedos perigosos) estão a começar a retrair estas multinacionais de investirem mais neste país… Um quadro legal difuso e muito confuso, níveis de corrupção galopantes e polícias e organismos de fiscalização globalmente muito burocráticos, inoperantes ou muito corruptos estão também a dissuadir estes empresários….

É certo que o imenso mercado interno chinês, com padrões de poder de compra cada vez mais semelhantes aos ocidentais ainda é uma atracção decivisa, para estas empresas, mas o charme desta atracção começa a ser insuficiente para contrabalançar todas as objeções acima listadas…

Fonte:

http://www.terradaily.com/reports/Costs_driving_US_manufacturing_firms_out_of_China_AmCham_999.html

Quids S12-3: Quem é esta mulher?

Dificuldade: 3

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

O “H-II Transfer Vehicle” (HTV)” japonês: mais um cargueiro pesado para a ISS

HTV

(O “H-II Transfer Vehicle” (HTV)” japonês: mais um cargueiro pesado para a ISS in http://www.spaceflight.esa.int)

A agência espacial japonesa (JAXA) mostrou à imprensa, em 17 de Abril um modelo à escala real do seu “H-II Transfer Vehicle” (HTV). O HTV é um veículo espacial não-tripulado que deverá servir a Estação Espacial Internacional (ISS) de uma forma muito semelhante aquela que já cumprem atualmente as ATVs europeias e as Progress russas.

Em exposição estiveram o módulo pressurizado de logística, concebido para o transporte de mantimentos e abastecimentos para a ISS, um módulo de carga despressurizado, o módulo de aviónica para controlo do veículo e ainda o terceiro módulo do HTV, o importante módulo de propulsão.

Quanto o primeiro HTV estiver terminado será a maior nave espacial jamais construída no Japão, com um comprimento total de dez metros e um peso de 16,5 toneladas. Depois de testado no vácuo, o HTV será colocado em órbita a partir do espaçoporto de Tanegashima no Verão de 2009 por um lançador H-IIB. Nesse seu primeiro lançamento, o HTV vai transportar seis toneladas de abastecimentos para a ISS. A atracagem do veículo será em tudo diversa daquelas realizadas pelas Progress (manualmente, por controlo remoto a partir da ISS) ou pelas ATVs (automaticamente, por GPS e laser), já que quando o veículo japonês estiver mais próximo da ISS, o braço robótico canadiano “Space Station Remote Manipulator System” (SSRMS) vai agarrar o HTV e conduzi-lo até ao ponto de atracagem com a Estação.

Como as Progress e ATVs, depois de atracado, o veículo será esvaziado da sua carga e começa a ser preenchido com desperdícios diversos da Estação, sendo libertado ao fim de cerca de seis meses e caindo sobre o Pacífico numa destruição controlada. O Japão espera lançar entre uma a duas HTVs por ano. Enquanto estiver ligado à ISS, o veículo fornecerá algum espaço útil à tripulação da Estação, algo que não é desprezível num local fisicamente tão limitado como a Estação Espacial Internacional…

Desta forma, o Japão assume-se como um dos parceiros principais da Estação Espacial Internacional ao conceder-lhe um meio essencial de manutenção em órbita e das condições de sobrevivência de uma tripulação que deverá subir brevemente de 3 para 6 astronautas permanentes. O “cavalo de batalha” da ISS, o Shuttle, deverá ser descontinuado em 2010, e existem suspeitas que a Rússia também deverá substituir por essa data as suas Progress por um outro veículo (pós-Kliper?). Assim, o grosso da tarefa essencial de abastecer a ISS caberá ao ATV europeu e ao HTV japonês, qualquer um deles, com mais capacidade de carga que as naves russas e disponíveis muito antes de qualquer cápsula americana da SpaceX (ou de um outro subcontratado da NASA) chegar à Estação.

Fontes:
http://www.jaxa.jp/projects/rockets/htv/index_e.html

http://iss.jaxa.jp/en/htv/index.html

O Novo Super Acelerador de Partículas do CERN, o LHC: Uma fábrica de Buracos Negros e… uma Máquina do Juízo Final?

lhc

(O espantoso raio de 27 Km do LHC.. in http://mars.fis.uc.pt)
Um artigo da BBC indica que a Terra pode enfrentar agora uma nova ameaça… Para além do Aquecimento Global, da fome provocada pela alta dos preços do alimentos, do sempre possível conflito nuclear e de um impacto de um asteróide, parece que segundo a BBC existe também uma possibilidade - remota - mas ainda assim uma possibilidade que o LHC (“Large Hadron Collider”) o Super ciclotrão que está a ser construído na Europa possa criar um… Buraco Negro não-evaporante capaz de engolir toda a Terra e até talvez o nosso Sistema Solar.

Havendo – como há – uma possibilidade teórica que este imenso acelerador de partículas forme um buraco negro, não deveria tal instrumento científico ser banido da Terra, e colocado onde não pode fazer mal, isto é, fora do próprio Sistema Solar? Será que devíamos estar a construir este engenho enquanto não temos ainda tecnologia para o fazer em total segurança, além do Sistema Solar? Na verdade, já corremos um risco idêntico no passado… Quando o primeiro reactor nuclear foi construído na Universidade de Chicago sabia-se que os reactores moderados por grafite (não por água pesada, como actualmente) podiam ficar instáveis a baixas energias e… explodir como uma pequena bomba nuclear. Na época, tal não aconteceu, por mero acaso e baixa probabilidade… mas estaremos agora novamente a desafiar o destino, só que numa escala imensamente superior? Este risco foi levantado pela primeira vez por Sir Martin Rees a propósito não do LHC, mas a propósito de outro acelerador, o RHIC. Na altura, o físico estimou que essa possibilidade fosse de 1 em 15 milhões. Mais tarde, o professor Frank Close avaliou que um stranglet (outra forma exótica de matéria) poderia ser criado com a mesma probabilidade de alguém ganhar a lotaria 3 vezes seguidas, em 3 semanas seguidas… Improvável… Mas possível, temos que admitir.
É certo que os cientistas envolvidos no LHC ainda que não neguem a possibilidade se escudam na muito baixa probabilidade de que estes buracos negros possam ser criados no LHC. Um dos seus melhores argumentos reside no estudo sobre o impacto de Raios Cósmicos de alta energia sobre a Lua (http://arxiv.org/abs/hep-ph/9910333) que conclui pela existência de um grande número de impactos individuais de partículas com a mesma ou superior escala de energia que será gerada pelo LHC. Ora, se a Lua continua lá… E se recebeu exponencialmente mais impactos destes do que o LHC poderá fazer em toda a sua vida útil, então é pouco provável que o LHC crie um buraco negro. Mas é provável! O próprio estudo indica que havia uma possibilidade remota da Lua (ou da Terra) ser destruída por um buraco negro criado por um desses impactos de alta energia. Outro argumento defensivo daqueles que negam esta possibilidade afirma que, de acordo com aquilo que se conhece dos buracos negros, qualquer um que fosse criado na Lua por esses impactos ou na Terra, no LHC ou noutro acelerador de alta energia se evaporaria numa fracção de segundo. Existe, aliás, quem acredite que é possível “domar” estas feras cósmicas, criadas em laboratório e usá-las como uma forma eficiente a 100% de converter matéria em energia, encerrando-os dentro de um compacto campo gravítico, assim como os actuais reactores experimentais de fusão encerram o plasma magnéticamente carregado dentro de uma jaula eletromagnética. Outros cientistas acreditam que uma vez que a gravidade é determinada pela massa, não pela sua densidade, assim, um micro buraco negro poderia atravessar a Terra sem sequer ser detectado, isto admitindo que se não evaporasse em menos de um nanosegundo, como estima a teoria actual. É que estes buracos negros seriam incrivelmente pequenos, mesmo se fosse não-evaporante, tão incrivelmente pequenos que teriam dificuldade em alcançar outras partículas para absorver, dizem os modelos teóricos actuais.

Actualmente, não existem aceleradores de partículas capazes de igualar a energia com que alguns raios cósmicos colidem com a Terra. Já foram detectados raios cósmicos com 1 Joule de energia na Terra, que criaram uma chuva de partículas que se expandiu por centenas de quilómetros de raio na superfície. Tais energias não podem ser criadas num acelerador. Ainda. Nem mesmo no LHC. Na verdade, é mesmo provável que já estejam a ser criados buracos negros na nossa atmosfera, resulantes por estes raios cósmicos e evaporando-se numa fracção de segundo.

(Trabalhos de manutenção ao canal principal do LHC in http://www.fnal.gov)

l,Daquilo que acima foi dito, devemos então deixar de recear a possibilidade de que no LHC seja criado um buraco negro que engula a Terra e o Sistema Solar? Não necessariamente… os buracos negros são criações cósmicas elusivas e nunca foram estudadas directamente. A teoria que determina que um micro buraco negro não sobrevivesse menos do que um nanosegundo baseia-se na radiação Hawking. Mas esta é teórica e nunca foi observada, precisamente porque nunca se observou um buraco negro directamente (http://xxx.lanl.gov/abs/gr-qc/0304042). O argumento de que se os raios cósmicos de alta energia já colidem à milhões de anos com a Terra e nunca criaram um buraco negro também pode ser contrariado por modelos teóricos que indicam que um buraco negro criado artificialmente pode ser estável e um de um raio cósmico, não… Existe também a possibilidade de que um buraco negro criado no LHC tenha a velocidade de escape suficiente, acima dos 11,2 Km/segundo para escapar o campo gravitacional da Terra, entrar em órbita e atravessar a superfícies várias vezes, criando de cada uma delas um poço até ao centro da Terra, com consequências devastadoras de cada uma dessas vezes. Um buraco negro criado por um raio cósmico de alta energia deverá, pelo contrário, deixar a Terra a muito mais alta velocidade, não criando assim esse perigoso queijo suíço que acima indicámos.

Oficialmente, o CERN, a entidade multinacional que gere o LHC nega que exista “qualquer ameaça concebível de stranglets, buracos negros e monopólos (publicação do CERN no seu site em 2007). Alguns cientistas do CERN admitem que os modelos teóricos admitem que o funcionamento normal do LHC pode gerar até um micro buraco negro por segundo, mas todos evaporantes através da radiação Hawking. Ou não… Já que não sabemos com total certeza de que essa radiação existe mesmo. E se não existir… Então temos mesmo um problema.

E pensávamos nós que o Aquecimento Global era um problema grave…

Fontes:

http://xxx.lanl.gov/abs/gr-qc/0304042

http://en.wikipedia.org/wiki/Sir_Martin_Rees

http://en.wikipedia.org/wiki/Frank_Close

http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/4035747.stm

http://en.wikipedia.org/wiki/Large_Hadron_Collider

http://lhc.web.cern.ch/lhc/

http://arxiv.org/abs/hep-ph/9910333

http://en.wikipedia.org/wiki/RHIC

Quids S12-2: Que aparelho é este?

Dificuldade: 3

Regras:

1. Cada Quids valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

A Vodafone vai comercializar o iPhone em Portugal

iPhone

(iPhone in http://ihave.com.br

A Vodafone acaba de anunciar (hoje, 6 de maio) que vai comercializar em dez dos países onde já está representada o iPhone da Apple: Austrália, República Checa, Egipto, Grécia, Itália, Índia, Nova Zelândia, África do Sul, Turquia e…

Portugal !

Será que o iPhone de 8 Gb vendido em Portugal também terá a redução de preços de 37% registada esta semana no Reino Unido (ver AQUI) ou terá o novo preço na Alemanha (ver AQUI), de… 99 euros? E será que o draconiano plano da impopular AT&T com dois anos de fidelização contratual e 50 euros mensais será replicado entre nós?

A TMN, em 2007, parecia mais adiantada que qualquer outro operador luso em conseguir a exclusividade do iPhone em Portugal (ver AQUI), mas o desejo da Vodafone de retomar a liderança frente à TMN parece ter sido mais forte, já que se o sucesso do iPhone fôr idêntico em Portugal ao que tem sido no resto do mundo esse sucesso irá alterar as quoatas de mercado de cada operador de um modo muito sensivel… De qualquer forma, o facto da Vodafone ser a única operadora nacional presente em quase todos os países europeus foi certamente um factor decisivo na derrota da TMN…

Já havia iPhones a circular em Portugal, desbloqueados e comprados no Reino Unido, França e Alemanha, mas agora esse número vai aumentar certamente, tendo em conta o gosto dos portugueses por tecnologia e telemóveis.

Fonte: Vodafone

Arranca (finalmente) a produção do F-35 Lightning II…