Q u i n t u s

Política Nacional e Internacional, Espaço, Agostinho da Silva, Quids, Ciência, Defesa, Economia, Ecologia, Hoaxes, Lost, etc…

O Nome “Galiza”

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/07

O topónimo “Galiza” é certamente de origem pré-romana, muito provavelmente céltica e decorrente do topónimo Portum Cale, que designava uma povoação de romana, de fundação indígena situada na foz do rio Douro e que haveria de servir de mote para além de “Galiza” (Cale -> [Gal]iza) mas também a “Portugal” (Portu + Cale -> Portucale -> Portugal), e até aos nomes das cidades do Porto (Portu -> Porto) e de Gaia (Cale -> Gaia)1.

O uso do topónimo “Galiza” não é contudo, pacífico. Ainda que o termo original e historicamente mais correto (e logo, o preferido neste texto) seja “Galiza”, o termo “Galicia” é também utilizado com alguma frequência, sendo uma adaptação da forma castelhana, preferida por muitos centralistas ou bilinguistas galegos, assim como pelas instituições do governo autonómico e por Madrid, por simbolizar a subordinação política e linguística da Galiza ao Reino de Espanha. O termo é também comum no português do Brasil, essencialmente devido ao desconhecimento do significado político que carrega. Oficialmente, ambos os termos são considerados “nomes oficiais”, havendo uma preferência pelo termo mais castelhanizante “Galicia” por parte da “Real Academia Galega” e do “Instituto da Língua da Galiza”, que o consagraram na sua “normativa de concórdia” datada do ano de 2003. O movimento reintegracionista – que advoga o regresso da Galiza à Lusofonia – optou pelo termo linguística e historicamente mais correto de “Galiza”, que usaremos doravante neste texto, pelo mesmo grau de razões.

1 Boletim da Academia Galega da Língua Portuguesa; J. Martinho Monteiro Santalha; O nome da Galiza; Academia Galega da Língua Portuguesa; Padrão (Galiza); 2008. Página 13

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O projeto europeu Europeana e as suas possíveis expansões

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/07

http://www.europeana.eu

http://www.europeana.eu

A União Europeia colocou online mais de 110 mil obras na Europeana, agregando aqui a maioria das publicações oficiais da EU desde 1992: não serão livros de ficção, nem ensaios, mas relatórios, regulamentos e documentos oficiais, mas são o cerne de um projeto que poderá agora ser expandido a partir deste alicerce, se houver a suficiente pressão por parte dos cidadãos europeus…

Na impede teoricamente – ou tecnicamente – que a estas obras não se lhe venham juntar todas as obras que tendo sido impressas na Europa no passado e que já não estando protegidas por direitos de autor residem dormentes nas bibliotecas públicas europeias e que a Google de forma tão interesseira e com contratos de exclusividade está agora a digitalizar para o Google Books. Com efeito, a Europa tem que deixar a “Europa do Carvão e do Aço”, para se concentrar mais na área cultural, preenchendo o espaço vazio que a multinacional americana está agora a ocupar com intuitos meramente comerciais (venda de anúncios online) e garantindo que essa informação permanece acessível a todos, no âmbito do verdadeiro “domínio público” e não de uma qualquer corporação com objetivos mais ou menos opacos.

Fonte:
http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/mais_110_mil_livros_online_1024696.html

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Vão incluir a vacina da Gripe A na Vacina Sazonal em 2010

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/06

http://renovomedia.com

http://renovomedia.com

Por muito que nós – cidadãos e médicos – nos recusemos a deixar vacinar por essa duvidosa vacina da Gripe A que as multinacionais farmacêuticas e os seus lobbies políticos nos querem impingir, a verdade é que parece a vamos mesmo (?) ter que deixar que a injetem em nós: segundo alguns especialistas do ramo, a vacina deverá ser incluída na vacina contra a gripe sazonal.

A inclusão fará com que – a partir de 2010 – todos os que se vacinarem contra a gripe comum, recebam também a sua dose contra a Gripe A. A inclusão não pertence apenas ao domínio das hipóteses, mas sim ao das certezas já que no Hemisfério Sul, que acabou agora de sair do Inverno Austral, já se determinou a composição da vacina para 2010 e adivinhe-se: a vacina da Gripe A está lá, juntamente com algumas estirpes da Sazonal. Se assim foi no Hemisfério Sul, tenhamos a certeza de que o mesmo acontecerá a norte e que em 2010 ou pela via de vacinações compulsivas (e apoiadas em leis especiais) ou pela via da adição subcapciosa na vacina sazonal, vamos mesmo levar com esta vacina. Ou pelo menos, assim querem “eles” os senhores das multinacionais e os seus serventes nos governos “democráticos” deste mundo.

Fonte:

http://aeiou.expresso.pt/gripe-a-h1n1-virus-podera-ser-incluido-na-vacina-contra-a-gripe-sazonal-do-proximo-ano=f542144

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Quids S17: Que navio era este?

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/06

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Petição MIL “NÃO DESTRUAM OS LIVROS!”

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/06

A Petição MIL “NÃO DESTRUAM OS LIVROS!” (http://www.gopetition.com/online/28707.html) foi já entregue na Assembleia da República, dado que superou a fasquia das 4 MIL assinaturas.

A Petição continua, ainda assim, aberta a novas subscrições.


MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO (www.movimentolusofono.org)
(facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=2391543356)

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico que conta já com mais de um milhar e meio de adesões, de todos os países da CPLP.

Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um e-mail: adesao@movimentolusofono.org
Indicar: nome, e-mail e área de residência.

MIL-COMISSÃO EXECUTIVA:
António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, José Pires F., Renato Epifânio (porta-voz) e Rui Martins.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:
Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amândio Silva (Portugal), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Portugal), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).

Contacto: 967044286

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Madaíl agora quer o Mundial 2018 e… mais dinheiro dos nossos impostos

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/06

http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com

http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com

O delírio futebolista continua em Portugal… Depois do feito que foi construir dez estádios (dos quais hoje metade não é usada), a famigerada Federação Portuguesa de Futebol, com o seu cabecilha de quadrilha Gilberto Madaíl, meteu agora o país – em plena recessão – na mais recente doideira, desta feita nada mais na menos do que o Mundial Ibérico de 2018.

Portugal deverá incluir 3 estádios nesta proposta, implicando um novo investimento não-produtivo num setor que tanto esforço público tem cativado nos últimos anos, mercê da tremenda influencia do lobby “da Bola” e da inesgotável sofreguidão dos dirigentes e claques do Futebol pelos nossos impostos e pelos artigos que encontram “gratuitamente” nas cidades que visitam, perante a complacência cúmplice da polícia…

A própria candidatura é uma completa palhaçada: “candidatura ibérica”? Madaíl ignorara que Madrid usa e abusa do termo “ibérico” como sinónimo de “Espanha”? Associar e deixar associar Portugal a uma “candidatura ibérica” onde Espanha aparece com a parte de leão da proposta é deixar que Portugal ocupe um lugar menor e secundário que não prestigia um país com mais de mil anos de História e que sempre soube às manobras e golpes que Espanha lhe deitou para o anexar e suprimir, colonizando-o como faz hoje com o País Basco, a Catalunha e a nossa irmã lusófona, a oprimida Galiza.

Esperemos que as circunstancias gorem os planos deste abutre fiscal encartado chamado Madaíl e que o Mundial2018 seja entregue a um país em melhores condições para o financiar e que a Federação não obtenha assim uma forma de receber ainda mais financiamentos públicos – tão precisos para áreas produtivas da Economia – e de simultaneamente fazer aparecer o país nos fóruns internacionais como um parceiro menor e subalterno da “grande Espanha”.

Fonte:
http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1405864

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Consolidam-se os sinais de retoma nos EUA. Mas, serão sólidos ou inquinados pela base?

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/05

http://blog.speakersoffice.com

http://blog.speakersoffice.com

Nos EUA, pela primeira vez desde que começou a presente recessão mundial, em meados de 2008, foi registado um crescimento do Produto Interno Bruto de 3,5% no último trimestre.

Já havia sinais e previsões que em meados de 2009 antecipavam a retomada da maior economia do mundo, mas agora estes 3,5% vêm confirmá-los. Aparentemente esta retomada assenta novamente no estafado (e perigoso) rumo do aumento do consumo privado (em particular no setor automóvel) e no investimento (transitório) do Estado no setor da construção. Ora estes dois pilares são extremamente frágeis porque se baseiam ambos num aumento de endividamento que parte já de patamares extraordinariamente altos e insustentáveis a curto prazo. É este ciclo vicioso consumo-endividamento que há que quebrar e que existe apenas para sustentar níveis sempre crescentes de consumo em sociedades onde os rendimentos do Trabalho estagnaram desde a década de 60. Os rendimentos do Trabalho devem acompanhar os crescimentos da produtividade, devem de servir de fundamento para o consumo das famílias e o endividamento deve ser de investimento, não e consumo, porque só este é verdadeiramente virtuoso, isto é, multiplicador e criador de valor.

As sociedades modernas estão doentiamente dependentes do endividamento das famílias e de uma “coisificação consumista” perniciosa para o Ambiente e insuportável a prazo num planeta de recursos necessariamente finitos. A fonte dos recursos familiares não deve ser a dívida, mas o trabalho e o setor financeiro deve ser expulso do papel central e quase totalitário que ocupa hoje nas economias, colocando-o no seu verdadeiro lugar de assistente e colaborador na geração de Valor… Não é contudo isso que está a acontecer nesta “retoma”. Tudo permanece basicamente na mesma e apesar de toda a verborreia dos políticos, o setor financeiro, a armadilha incompreensivelmente complexa dos mercados financeiros persiste e com ela… A ameaça latente da fragilidade de uma retoma que tem lugar sem que nada de essencial tenha ainda mudado no sistema económico.

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1405190

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Quids S17: Que projeto de carro é este?

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/05

asa1112

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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QuidExtra! Dez perguntas sobre Economia

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/05

Como prometido nas novas regras…

Cá vai um QUID EXTRA !

Ainda meio experimental, pelo que peço que sejam condescentes com eventuais anomalias mas…

valendo já os 3 pontos da regra!

NOTA: Usem os vossos nicknames habituais neste QuidExtra!

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100%

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Espanha está a secar os rios portugueses. Impunemente. De novo.

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/05

Depois de décadas em que os governos portugueses se têm limitado a ecoar um gritante silêncio perante sistemáticas violações por parte de Madrid de todos os acordos e tratados internacionais, finalmente aparece um governo (e ainda por cima minoritário) que lá ensaia um leve arrufo e faz saber que “Espanha não cumpriu o acordo das águas e reteve 200 milhões de metros cúbicos do Tejo.”

Este primeiro vago suspiro de protesto ocorre no momento em que os níveis de água do Tejo alcançam valores recorde. Zonas do rio há muito submersas, são expostas pelo baixo caudal e pragas de algar verdes estendem-se por dezenas de quilómetros.

A continuação da redução dos caudais dos rios internacionais – que nascem em Espanha – está já a colocar em risco os ecosistemas que grande parte do nosso território e se estes colapsarem, é a ruína para o que resta da economia do interior de Portugal. Orlando Borges do Instituto da Água admite que só nos primeiros dias de outubro, os espanhóis só deixaram passar 2500 milhões de metros cúbicos de água, menos 200 milhões do que se tinham comprometido no Tratado. E isto mesmo sem que os Espanhóis tenham os novos transvases do Tejo que estão agora a planear no seio da Junta da Extremadura para “salvar” o parque natural de “Tangas” (perdão: “Tablas”) de Daimiel. De facto, os espanhóis tencionam é desviar ainda mais água do Tejo para alimentar a sua agricultura industrializada, sacrificando o Tejo a um tal ponto que irá comprometer a própria existência de qualquer caudal significativo que chegue a Portugal.

Espanha, através de uma agricultura intensiva e industrial tão destrutiva e desregrada que levou Bruxelas a lançar um processo contra Madrid por “catástrofe ecológica”.

Se estes perniciosos planos espanhóis se concretizarem, Portugal tem o direito de apelar a Bruxelas, mas em negociação, pode prescindir de o fazer assim como – por exemplo – prescindiu de fazer valer os seus direitos quanto a Olivença… Espanha gosta de partilhar com Portugal tudo o que lhe dá benefícios, como o TGV (fundos de Bruxelas e empreitadas para empresas espanholas), um Mundial de Futebol (onde os estádios espanhóis terão muito mais espectadores), Mercados “ibéricos” da Energia e do Retalho onde as empresas espanholas exportam para Portugal e blindam a sua economia contra as nossas exportações. E agora querem tirar ao Tejo a água que lhe resta. A questão é: irão os nossos governantes persistir na sua docilidade canina aos interesses de Madrid, mesmo à custa do assassinato do maior rio português?

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/espanha-tira-agua-a-portugal=f544175

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Quids S17: Quem foi o arquitecto deste edifício?

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/04

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O lançamento do primeiro protótipo do novo foguetão da NASA, o Ares 1 foi um sucesso. Mas…

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/04

O primeiro voo do novo foguetão da NASA, o Ares X-1, a partir do Centro Espacial Kennedy, foi um sucesso. O foguetão tem mais de cem metros de altura e nesta sua variante experimental, de apenas um andar (daí o “X”) alcançou uma altitude de 40 kms.

O foguetão será o pilar fundamental do programa espacial tripulado dos EUA nas próximas décadas. E peça essencial para uma estratégia espacial que está agora mergulhada em grande incerteza, devido não somente às conclusões da Comissão Augustine, mas também, e sobretudo pelo desinteresse de Obama por estas questões. Existe algo com que todos concordam: desde especialistas à comissão: a NASA não tem orçamento nem para terminar o Ares 1, nem para a cápsula, nem para o Ares 5 e muito menos para ir à Lua… Só para terminar o Ares 1 e a cápsula, a agencia precisaria de mais 3 a 5 biliões de dólares por ano!

No presente contexto recessivo – animado por sinais de recuperação – a NASA não deve receber esses recursos. E sem ele a ISS (que devora quase metade do orçamento da agência) poderá ser abandonada. Essa aliás é a opinião do último Administrador da agência, que o defendia e o desvio dessas verbas para o programa lunar. Contudo, essa opção radical não deve ser seguida… Mas os custos de manter a ISS irão descer quer porque o Space Shuttle consome a outra metade remanescente do orçamento, quer porque as empresas privadas que se preparam para abastecer a Estação (no âmbito do programa COTS) como a Orbital e a SpaceX têm preços de lançamento que serão um décimo (cápsula Dragon da SpaceX) dos da Orion da NASA.

O Ares tem assim muito pouco espaço para falhar. Qualquer falhanço compromete as já ténues possibilidades de sobrevivência de todo o programa. Assim quando se constatou que o primeiro andar do foguetão (a propulsão sólida e reutilizável) estava danificado quando foi recuperado do Atlântico isso deu mais alguma “má imprensa” num programa muito criticado pela sua falta de inovação (este andar é basicamente um “booster” do Shuttle de 5 e não 4 secções) e agora com problemas novos, já que um dos três paraquedas não terá funcionado como previsto. Mais um problema que, depois dos problemas com vibrações excessivas se vai somar à já longa lista de engulhos com o desenvolvimento do Ares 1 e dar argumentos aqueles que defendem o seu abandono e substituição por programas completamente comerciais.

Fontes:
http://nasawatch.com/archives/2009/10/ares-1-x-first.html
http://www.publico.clix.pt/Ci%EAncias/megafoguetao-ares-1x-da-nasa-partiu-de-cabo-canaveral_1407276

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A China está a receber mais helicópteros Kamov Ka-28

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/04


Ka-28 da marinha indiana em http://cnair.top81.cn

A empresa russa Kumertau Aviation Production Enterprise começou a entregar a segunda vaga de helicópteros Kamov Ka-28 à marinha chinesa. A China encomendou Ka-28 nas suas três variantes: guerra submarina, busca e salvamento e ataque. No total, são apenas 9 helicópteros, esperando os russos vender ainda mais aparelhos.

O Ka-28 é uma variante de exportação do Ka-27 com novos motores TV3-117VMAR com desempenho melhorado. Na versão de Busca, tem sonoboias de rádio, na versão de ataque e anti-submarina inclui bombas e torpedos, assim como sistema de mira APR-2E Orlan.

Estes 9 Ka-28 são a segunda vaga que se sucede a uma primeira, de 1998 e que incluía 8 aparelhos.

O fabricante chinês de helicópteros Avicopter anunciou no passado mês de setembro que iria desenvolver em conjunto com os russos um helicóptero pesado capaz de levantar cargas superiores a 20 toneladas. O novo helicóptero deverá realizar o primeiro voo até 2020.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/10/15/333445/chinas-navy-about-to-receive-ka-28s.html

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O regresso da Taxa Tobin. Ou não.

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/03


Professor James Tobin http://www.econ.yale.edu

Agora que em Wall Street a moda são as transacções bolsistas “automáticas” e muito rápidas (feitas por ordens de compra e venda desencadeadas por programas informáticos) começa a falar-se crescentemente de variações da chamada “Taxa Tobin”. Em Portugal, José Sócrates já veio exprimir o seu acordo com tal taxa, corretora dos lucros caprichosos e isentos da Bolsa…

Reforçando este sentimento público, o “grupo de trabalho para o estudo da política fiscal” veio no mesmo sentido, apresentando um relatório, a pedido do Ministério das Finanças, onde defende que “as mais-valias obtidas nos mercados de capitais devem ser mais tributadas”. Impor esta taxa é aliás uma questão de simples Justiça já que até em Espanha e no Reino Unido, estas mais-valias são tributadas e não é por tal suceder que os investidores se evaporam nestes Mercados…

A Lei atualmente em vigor em Portugal estipula que as mais-valias estão isentas de impostos se as ações estiverem em possa há mais de um ano ou a 10% se estiverem apenas um ano, mas mesmo estas são anexadas ao rendimento total do contribuinte, e apenas metade pagará imposto!

Nada disto existe nos impostos sobre os rendimentos do trabalho ou sobre os lucros das empresas, que produzem Valor e não meras transações artificiais e virtuais. Desde a década de 90 que uma parcela cada vez mais significativa do capital disponível nas economias tem sido desviado dos setores produtivos (industriais, agrícolas e até de serviços) para o mundo virtual da especulação financeira. Antes, o risco da especulação financeira afastava muitos investidores do jogo da Bolsa, mas a década de rendimentos crescente convenceu muito boa gente que o risco era nulo, ao contrário daquele que existia na economia real… O facto de existirem poderosos lobbies defendendo a isenção de impostos a estas atividades, criou um mundo livre de impostos, numa tendência que só recentemente começou a ser invertida… Suavemente e – ainda – não em Portugal… Infelizmente.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1404909

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Quids S17: Como se chama esta nave espacial?

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/03

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Debate Público: O Futuro da Galiza no Espaço Lusófono (5 de Dezembro, 15:00)

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/03

MIL CARTAZ 05 DEZ

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A Questão da Galiza: Introdução

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/03

O mundo contemporâneo é – diz o “Pensamento Único” – o mundo da Globalização. Neste mundo onde as fronteiras comerciais se vão diluindo gradualmente perante o ácido corrosivo segregado pelas poderosas e aparentemente omnipotentes do neoliberalismo as línguas nacionais encontram-se na primeira linha da defesa da identidade dos povos. A força económica do mundo anglo-saxónico determinou que a língua franca das relações económicas e da Internet – cada vez mais o canal privilegiado para todas as comunicações – fosse o inglês. O poder dos meios de comunicação anglo-saxónicos, da “fábrica de ilusões” de Hollywood e dos canais de televisões norte-americanos, britânicos e australianos cerrou a machada definitiva (?) que está a impôr o inglês como língua universal.

Perante tamanho Tsunami linguístico não deve surpreender ninguém que a UNESCO, ano após ano, não cesse de engrossar a lista de línguas ameaçadas de extinção. E por cada língua que se perde, perde-se um património inestimável e único. Assim, deveria pertencer ao quadro de prioridades absolutas do Estado Espanhol, a defesa (pela via da promoção na Educação e da sua utilização na Administração Pública) das línguas nacionais, do basco, do catalão e, sobretudo pela parte que mais lusofonicamente nos toca, o Galego ou melhor dizendo o português da Galiza. Contudo, bem pelo contrário, assistimos atualmente a uma eclosão dos ataques contra a língua da Galiza que, sob a capa de um pífio “bilinguismo” e da “liberdade individual” procuram colocar o português da Galiza ao mesmo nível da língua do poder, da língua que desde Franco se procurou impôr “imperialmente” e que mercê desses ataques continuados é hoje falado por um número cada vez menor de habitantes da Galiza. Quando Espanha procura esmagar as línguas nacionais do seu Estado reduz a riqueza, a multiculturalidade que esteve na direta razão da sua posição entre os “Grandes” deste mundo. Um país monocultural e monolinguístico é tão estéril, tão pouco dinâmico e frágil como uma daquelas gigantescas plantações que os europeus espalharam criminosamente em África, criando a fome entre as populações e uma doentia dependência perante as caprichosas flutuações dos mercados. Se Espanha quer ser um país cultural, cientifica e económicamente estéril, então deve promover a asfixia mortal de todas as suas línguas nacionais. Se quer sobreviver – até enquanto “Estado” unificado – deve promover o florescimento das suas culturas nacionais.

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A China “faz desaparecer” detidos uigures das suas prisões

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/02


O Turquestão Oriental ocupado pela China http://www.nps.edu

A escala da repressão de Pequim sobre a revolta Uiguir permanece ainda no essencial obscura. O governo chinês continua a negar admitir quantas foram exatamente as vítimas uigures na repressão de julho-agosto. Os números dos detidos uigures são alterados constantemente, quer porque as prisões não pararam ainda, quer para criar a confusão quanto ao verdadeiro número de detidos nas prisões e campos de concentração chineses. Uma ONG, a Human Rights Watch alega que a polícia tem feitos diversos raids em zonas habitadas por uigures, cercando-as e levando dezenas de jovens habitantes locais para parte incerta. Entre os detidos, estarão jovens de apenas 12 e 14 anos…

A repressão contra os uigures continua assim, perante o silêncio temeroso da comunidade internacional deixando ao regime colonial de Pequim as mãos livres para fazer o que bem entender com a população do Turquestão Oriental e prosseguir a sua política de colonização forçada com migrantes Han enviados a partir das províncias mais populosas do sul da China à custa da supressão da influência e número das própria etnias e culturas locais.

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Mundo/autoridades-chinesas-fizeram-desaparecer-dezenas-de-uigures_1406120

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A Fragata portuguesa Álvares Cabral regressa aos mares da Somália

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/02

(NRP Álvares Cabral, da Marinha Portuguesa em http://www.shipsnostalgia.com)

A força naval da NATO “Standing NATO Maritime Group 1” comandada pela fragata portuguesa “NRP Álvares Cabral“, pelo contratorpedeiro norte-americano “USS Stephen W Grooves“, pela fragata canadiana “HMCS Fredericton” e pelas fragatas norte-americanas “USS Donald Cook” e italiana “ITS Libeccio” está novamente a caminho dos mares da Somália para empreender mais uma missão de combate à pirataria, respondendo assim a um recrudescimento da atividade pirata na região. Os navios deverão permanecer nas águas do Índico até 25 de janeiro de 2010 e deverão estender a uma região maior a sua área de ação, já que os piratas somalis estão também a aumentar o raio de ação (e a ousadia) das suas atividades.

Fontes:

http://aeiou.expresso.pt/nato-fragata-portuguesa-alvares-cabral-regressa-a-somalia-para-combater-a-pirataria-emgfa=f544096

http://www.snmg1.nato.int/SNMG1_ficheiros/Page958.htm

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Quids S17: A que veículos (respetivamente) correspondem estas rodas?

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/02

 

 

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Afeganistão: O general Jonathan Vance, comandante do destacamento canadiano admitiu que a situação é “grave e desesperada”

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/02

http://media.nowpublic.net

http://media.nowpublic.net

Já não é segredo para ninguém: a situação militar no Afeganistão é crítica. Quem o diz já não são os comentadores, os blogistas ou os jornalistas. Agora, são até já os altos comandos militares que começam a emitir publicamente a mesma opinião. O general Jonathan Vance, comandante do destacamento canadiano admitiu que a situação é “grave e desesperada” e que é urgente enfrentar o problema.

Grande número das pequenas cidades do interior do Afeganistão estão sob controlo talibã, e mesmo regiões consideradas “seguras” há menos de um ano, no norte e no leste do país, estão hoje sob controlo talibã. Praticamente todas as estradas são inseguras e alvos de ataques constantes, obrigando as forças da NATO a um recurso crescente (e dispendioso) aos meios aéreos, onde o C-130H da FAP deu aliás um importante contributo.

A situação no Afeganistão é crítica, como diz o comandante canadiano, porque há uma contradição insanável entre os objetivos (impedir a chegada dos talibãs ao poder) e os meios (as forças militares e o desenvolvimento). Sem os meios suficientes, os talibãs vencerão a guerra e darão uma mensagem que terá efeitos multiplicantes em todo o mando, animando os fanáticos islâmicos de todo o mundo a empreendimentos semelhantes. Se o Afeganistão tombar, não faltará muito tempo para que o mesmo suceda ao Paquistão – potencia nuclear e eterno rival da Índia – e portanto é imperativo impedir que tal suceda.

Mas pode a guerra ser vencida no Afeganistão? Pode, como o foi a guerra civil na Malásia, a de Oman (década de 60) ou o está a ser a guerra no Iraque: empenhando forças locais, apoiando-as logisticamente, com treino, informações e meios aéreos. Mas o problema afegão é que ao contrário do que sucedeu no Iraque não há estas forças locais, shiitas, curdas ou sunitas. Há um país que “nação” ou sentido de “pátria comum”, onde a identidade tribal ou religiosa é primária e dominante. Com efeito, o Afeganistão nunca foi verdadeiramente um “país”, mas uma “confederação” frouxa de “cidades-estado” unidas por um rei, em Cabul, com uma autoridade simbólica e “moral”. Talvez tenha chegado o momento para ressuscitar esse modelo altamente descentralizado, e alicerçar localmente – nos interesses das populações locais – um novo Estado afegão, numa revolução administrativa e política que terá que ser feita contra as corruptas elites atualmente no poder em Cabul e que orbitam em torno de Hamid Karzai e que se tentam perpetuar na sua posição predatória falsificando eleições atrás de eleições. Contudo, para assegurar tal transição descentralizadora, há que a defender e para tal… São precisas mais tropas multinacionais. E muitas mais, capazes de bater a avançada talibã e – simultaneamente – anular a corrupta burocracia de Cabul.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/afeganistao-chefe-do-contingente-canadiano-considerou-situacao-desesperada=f541530

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O Brasil vai começar a construir o seu primeiro submarino nuclear em 2016

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/01

O SNA Barracuda: a origem do SNA brasileiro? (http://www.defesabr.com)

O SNA Barracuda: a origem do SNA brasileiro? (http://www.defesabr.com)

O Brasil prepara-se para começar a construir o seu primeiro submarino nuclear em 2016. O navio será uma variante do submarino francês Scorpène, mas com propulsão nuclear. O submarino deverá entrar ao serviço em 2021. Nessa data o Brasil entrará oficialmente no restrito número dos países que operam submarinos nucleares nas suas marinhas.

A construção do navio irá implicar um nível elevado de transferência de tecnologia nuclear francesa para o Brasil. Algo que não será de somenos se tivermos em conta o facto de que a França detém hoje a tecnologia nuclear mais avançada do mundo. Além da tecnologia de pequenos reatores, muito outro know-how no domínio da eletrónica, cascos, baterias, etc será transferida, potenciando a sua rápida aplicação na construção naval civil.

Pessoalmente, nunca fui grande adepto desta opção brasileira… Sempre considerei que o preço de desenvolver um tal submarino seriam equivalentes aos de manter toda uma frota dos mais modernos submarinos AIP, mas essa não é a tese favorita no Brasil, prevalecendo aquela que defende que um submarino nuclear poderá patrulhar de forma mais eficiente a imensa zona económica exclusiva brasileira e as cada vez mais importantes plataformas petrolíferas. É verdade que durante a Guerra das Malvinas, 3 submarinos nucleares britânicos conseguiram manter colada nos portos toda a marinha argentina, provando que um navio que pode estar submerso durante longos períodos pode ter um fantástico poder dissuasivo, mas… Um AIP pode fazer o mesmo, a apenas uma fração do preço de um SNA.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/brasil-primeiro-submarino-nuclear-brasileiro-comeca-a-ser-construido-em-2016=f532894

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Contra os “megabancos” e os monopólios bancários

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/11/01

http://www.illinoishistory.gov

http://www.illinoishistory.gov

Não foi há muito tempo que a crise do crédito assolou o planeta… Todos nos lembraremos da facilidade com que os Bancos centrais acorreram a injetar biliões de dólares nos cofres desses Bancos que foram geridos (impunemente) com tanta ligeireza e incompetência. Estas injeções de dinheiro vivo e de garantias foram indispensáveis para manter alguma liquidez nos mercados e colmatar os desvairos dos gestores financeiros.

Porque foi tão importante derramar tanto capital público sobre estes Bancos? Porque como se disse então: “os Bancos eram demasiado grandes para falir”, isto é, a sua falência traria riscos sistémicos de falências em dominó e tudo teve que ser feito para repetir esse fenómeno que tantos danos provocou em 1929… Crise que Bernanke, o atual (e renovado) líder da FED, conhece como ninguém (é o maior especialista mundial nessa crise tão idêntica à atual).

Mas se os Bancos eram em 2008 “demasiado grandes para falir”, então hoje, ainda são maiores! O governo dos EUA patrocinou e conduziu pela mão vários Bancos norte-americanos a fundirem-se. Como consequência e também por causa da falência de pequenos Bancos, agora o mercado financeiro nos EUA está mais concentrado do que nunca.

Um dos melhores exemplos desta concentração é o J.P. Morgan Chase que hoje em dia possui um em cada dez dólares nos Estados Unidos. Outro megabanco é o Bank of America, engordado pela aquisição do Merrill Lynch. Outro ainda é o Citigroup, que após ter estado perto do colapso foi salvo pelo dinheiro público e emite hoje dia um em cada dois novos empréstimos e dois em cada três novos cartões de crédito… Uma dominação que não augura nada de bom para a sã competição e que poderá ser a antecâmara para nova crise no subprime, desta feita no mercado dos empréstimos de consumo.

O problema é todas as promessas dos Governos deram em… Parimentos de ratos inexistentes. Os Governos de todo o mundo injetaram biliões nos Bancos privados, à custa da dívida pública (de todos nós e, sobretudo, dos nossos filhos), mas nada foi ainda feito para regular o mundo das finanças e sobretudo nada foi feito anunciado ou será feito no que concerne à dimensão dos Bancos. Os Bancos que “eram demasiado grandes para falharem”, são hoje ainda maiores e estão mais ligados entre si do que nunca.

A concentração bancária reduz a concorrência e as hipóteses de escolha dos consumidores, expõe toda a economia a um maior risco sistémico no caso de falha de um só desses megabancos e se mais do que um desses bancos gigantescos falhar ao mesmo tempo é provável que nem mesmo o Estado tenha recursos suficientes para acorrer e salvar os depositantes. Contra esta concentração, há que dispersar… Identificar os Bancos que são grandes demais e forçar à sua divisão em Bancos menores, menos arriscados para o sistema, que repotenciem a oferta, multiplicando e incentivando a concorrência, em vez que a eliminar pela via das fusões e aquisições. Sobretudo, importa acabar com o discurso nos Media que apregoava as virtudes das “fusões bancárias”. Mero papaguear dos palavreados dos economistas do “Pensamento Único” que tantos efeitos negativos trouxeram a todos nós.

Fonte:

http://www.cbsnews.com/stories/2009/08/28/politics/washingtonpost/main5271210.shtml

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A Sukhoi vendeu 48 Su-35, 12 Su-27SM3 e 4 Su-30M2 à Rússia

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/10/31

Sukhoi SU-27 SM3 da Força Aérea Russa (http://d1.img.v4.skyrock.net)

Sukhoi SU-27 SM3 da Força Aérea Russa (http://d1.img.v4.skyrock.net)

A Rússia e a Sukhoi assinaram um contrato de compra de 48 Su-35, 12 Su-27SM3 e 4 Su-30M2 por 2,5 biliões de dólares. Os Su-35 serão entregues até 2015, enquanto que os Su-27SM e os Su-30M deverão entrar em serviço em 2011. Em julho, fontes oficiais russas diziam que 3 regimentos aéreos seriam armados com o Su-35, como avião intermédio até à chegada dos primeiros (atrasados) PAK-FA.

Os Su-27SM3 serão reconstruídos a partir de aviões armazenados e os Su-30M são aviões que deviam ter sido exportados para a China, mas que foram retidos depois de os russos terem percebido que os chineses estavam a violar o termos da parceria e que estavam a vender Su-27 (versão chinesa) ao Sudão…

A decisão vem servir de apoio à Sukhoi, uma empresa que desde a década de 90 tem vivido sobretudo das exportações, já que a força aérea russa tem retido as aquisições e a renovação da frota devido a crónicos problemas orçamentais que só foram resolvidos nos últimos anos e serve de um precioso balão de oxigénio para que possa prosseguir o trabalho nos dois protótipos do PAK-FA.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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Apophis: o asteróide do fim do Mundo (em 2036) ou… talvez não

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/10/31

http://www.bbc.co.uk

http://www.bbc.co.uk

Uma das maiores ameaças que ameaçam a vida sobre a Terra é o asteróide Apophis. Em 2036, Apophis vai fazer uma rasante à Terra, mas agora parece que ela será menos tangencial do que se acreditava.

O asteróide foi descoberto em 2004 e tem o tamanho de dois campos de futebol. Se um objeto de tais dimensões chocasse com a Terra criaria uma devastação sem precedentes na História humana, provocando uma extinção em massa de espécies e levando o Homem, muito provavelmente pela mesma via… Felizmente, novas observações do telescópio da Universidade do Hawai permitiram recalcular a sua órbita e corrigi-la de forma a que em 13 de abril de 2036, esta estará mais distante da Terra do que se pensava inicialmente.

Continua a haver uma possibilidade de colisão, mas esta passou de 1 em 45000 para 4 num milhão. Apesar desta improbabilidade, Apophis continuará a passar a apenas um terço da distancia Terra-Lua… Demasiado perto para ser tranquilizante e recordando-nos desta verdadeira Espada de Damocles que pende sobre os nossos pescoços. Esperemos que então sejam enviadas missões tripuladas ou robóticas a Apophis que estudem e recolham amostras da sua natureza que aumentem o nosso conhecimento sobre este perigoso companheiro solar. Ou que se pondere até a instalação de um motor foguete (nuclear, de iões ou químico) que num funcionamento continuo mas suave vá afastando gradualmente o asteróide da nossa órbita.

Fonte:
http://www.space.com/scienceastronomy/091007-apophis-hazard.html

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APELO PÚBLICO DO MIL: MAIS LIVROS PARA TIMOR

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/10/31

Uma vez mais, o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO apela à solidariedade lusófona para com Timor-Leste. Desta vez, dirigimo-nos em particular aos nossos irmãos lusófonos brasileiros.


Pedimos, em concreto, livros de literatura infantil. Deverão estes ser remetidos para o seguinte endereço:

HCGN 706 Bloco R ap. 302

Asa Norte, Brasília Distrito Federal

CEP: 70.740-718

(ao cuidado de Lúcia Helena Alves de Sá)


Depois, numa cerimónia pública, a realizar-se no Instituto Histórico e Geográfico de Brasília, os livros serão entregues ao Embaixador Domingos de Sousa, de Timor-Leste (data a anunciar).


MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

www.movimentolusofono.org

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A Argélia recebeu os seus últimos Sukhoi SU-30MKA

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/10/30

Sukhoi SU-30MKA argelino (http://armoredd.com)

Sukhoi SU-30MKA argelino (http://armoredd.com)

As entregas dos últimos seis Sukhoi SU-30MKA à força aérea argelina tiveram lugar em setembro. No total, o país da África do Norte recebeu 28 aviões deste tipo, desde dezembro de 2007.

Os aviões são operados a partir de uma única base em Oum el Bouaghi, não muito longe da cidade de Ain Beida. A base foi construída em 2004 e terminada meses antes da chegada dos primeiros Sukhoi.

A recepção dos últimos SU-30MKA torna a Argélia numa das forças aéreas mais temíveis do Mediterrâneo, agravando as preocupações do seu tradicional rival marroquino e de Israel que agora não tem nenhum avião da mesma classe deste Sukhoi.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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Quids S16: Qual é a polémica que está por detrás desta fotografia?

Publicado por Clavis Prophetarum em 2009/10/30

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Publicado em Quids S16 | 8 Comentários »