Desmascarando a Teoria da Conspiração: O Tsunami de 26 de Dezembro provocado pela detonação intencional de 8 ogivas nucleares de um submarino americano

Corre na Internet, passando de mail em mail a seguinte teoria da conspiração:”21 de Fevereiro de 1978, um submarino nuclear americano sofre uma avaria e afunda-se no Indico sul, pouca ou nenhuma informação escapa para o mundo, estava numa missão secreta, com certeza. Uma enorme operação de resgate da preciosa carga, 8 ogivas nucleares, é posta em marcha, mas convenientemente encoberta, ao estilo da Glomar Explorer, a manobra de diversão era procurar petróleo. Nada foi recuperado desta vez, o submarino continuou no fundo do oceano com a sua explosiva carga, mas o Americanos continuavam com o controle do armamento remotamente. Em Setembro de 2003, astrónomos dos Estados Unidos descobriram um grande asteróide que se estaria aproximando rapidamente. Embora as possibilidades de impacto serem extremamente baixas, os cientistas previram a data de impacto para 21 de Março de 2014, quase confirmado esse facto, os EUA decidiram depois de várias reuniões com os principais lideres do mundo e o primeiro ministro da Índia(único pais afectado presente na reunião) com vista a resolver este problema da melhor forma, conta-se que várias formas de destruir o asteróide, mas nenhuma era viável, então decidiu-se aproveitar as 8 ogivas nucleares que sobraram do tal submarino afundado no Índico para provocar uma explosão que, de tão potente, deixaria a terra uns poucos milímetros fora da sua órbita normal, e assim, o asteróide já passaria ao lado da terra. Como é certo, os países perto da zona de explosão nunca concordariam, por isso a operação foi mantida em absoluto sigilo. Todos os cálculos foram feitos e o cogumelo nuclear nunca chegaria perto da superfície da água, mas a data, veio-se a verificar que tinha sido muito mal escolhida. A explosão nuclear ocorreu a 26 de Dezembro de 2004, encoberta por um suposto terramoto de 8.9, e mais tarde rectificado para 9.0 na escala de Richter, cerca das 8 da manhã (hora local), As consequências foram devastadoras, Correu o rumor na imprensa que os americanos teriam tido o conhecimento do tsunami que se viria a formar uma hora antes de atingir a costa da Tailândia e não teriam conseguido avisar ninguém (pudera.). Os Americanos não queriam que ninguém soubesse o que eles tinham feito, mas o que é certo é que possivelmente fomos todos salvos devido a este acto, à 1ª vista horrível, mas que a longo prazo será considerado heróico. O plano terá corrido bem, segundo a imprensa e um conceituado geofísico americano Richard Gross, devido à massa deslocada pela acção da explosão, o dia da explosão teve menos 3 micro segundos que um dia normal e o eixo da terra inclinou-se cerca de uma polegada, evitando o futuro impacto do asteróide. Desta forma os americanos terão, por agora salvo o mundo. mas a que preço!!..

Comentários:
1. Nenhum submarino americano da época (ou antes, ou depois) transportava apenas oito ogivas. Actualmente, os EUA usam submarinos transportando cada um 24 mísseis, e contendo cada um dele oito ogivas (MIRVs), ou seja, 192 bombas nucleares por submarino. Este mito pode basear-se na capacidade de transportar oito ogivas por míssil, mas somente isso, porque esta classe de submarinos não estava operacional em 1978. Com efeito, esta classe Ohio (o primeiro seria o SSBN 726) seria lançado apenas em Abril de 1979… E teria que levar apenas 1 dos 24 mísseis, o que sabe-se que nunca aconteceu. Já para não falar do facto de que o desaparecimento de um submarino desta envergadura dificilmente passaria desapercebido…

Em 1978, os EUA operavam submarinos da classe George Washington e a Benjamin Franklin, contendo cada um 16 mísseis Polaris. Destes os A-3 levavam cada um 3 ogivas Mk 2 RV de 200 Kt cada. Ou seja, também muitas mais que o tal número fictício de “oito ogivas”… Contudo, como também podiam transportar torpedos nucleares Mk 45 Astor, seria destes que fala o mito? Pouco provável. Não consta que oito destes torpedos fossem transportados em cada navio. Desconhecemos o número exacto, mas deveria ser entre 2 e 4 apenas torpedos deste género por submarino.

2. O risco de impacte catastrófico de asteróides é muito real, contudo o referido impacte de 21 de Março de 2014 já foi desmentido pela NASA, tendo resultado de um erro de cálculo de um astrónomo. A referência entra aqui para dar ao mito alguma credibilidade, assim como a referência a Richard Gross.

3. Não é possível manter o controlo remoto do armamento de um submarino afundado nas profundezas oceânicas, e teria que estar muito fundo ou as preciosas e perigosas teriam sido recuperadas. Um submarino para manter comunicações tem que estar próximo da superfície e mesmo as comunicações por microndas não são eficientes a profundidades oceânicas.

4. Richard Gross é efectivamente um sismologista que lançou a tese da perturbação da rotação da Terra após o sismo de 26 de Dezembro de 2004, mas nunca escreveu ou falou nada sobre este submarino nuclear. A sua aparição neste mito urbano parece ocorrer apenas para credibilizar toda a história.

5. Não existem registos de submarinos americanos perdidos em 1978, isso mesmo pode ser conferido em www.lostsubs.com

6. O Índico não é uma região onde navegassem normalmente SSN americanos na década de setenta… As duas frotas de submarinos nucleares americanos da época estavam alocadas ao Pacífico e ao Atlântico Norte. Havia por certo manobras e atravessamentos do Índico, mas estes eram relativamente raros.

5 Responses to “Desmascarando a Teoria da Conspiração: O Tsunami de 26 de Dezembro provocado pela detonação intencional de 8 ogivas nucleares de um submarino americano”

  1. Tenham juizo. Mas quem é que acredita que oito ogivas nucleares podem desviar a terra da sua orbita para o asteroide passar. E fazia só uma ondinha num determinado sítio! Perfeitamente ridiculo.

  2. eu não…
    esse desmentido é aliás o tema deste artigo.

  3. Bem, o rumor é tão ridículo que não vale a pena contar ogivas, submarinos afundados e analisar rotas de submarinos. Que um submarino se tenha afundado no Índico com 8 ogivas nucleares até seria possível e minimamente credível perante a barbaridade do resto da suposição. O que é absolutamente ridículo é que uma explosão insignificante pudesse alterar a rota da Terra, e mesmo que fosse uma explosão milhões de vezes mais potente de nada serviria sem um ponto de apoio. A única maneira de alterar a rota de um corpo através de energia mecânica é aplicando uma força assente num ponto de apoio. Uma vez que não há pontos de apoio externos teria de ser usado parte desse próprio corpo. Ou seja, a explosão teria de fazer soltar-se e projectar para o espaço uma parte do planeta. Um abanão com origem no próprio planeta não altera em nada a rota do seu centro de massa. E não havendo separação de um ou mais fragmentos do planeta, é impossivel que a rota do restante se altere. São príncipios básicos da física.
    Entre muitas outras coisas também é ridiculo que ogivas nucleares a bordo de submarinos possam ser detonadas remotamente. Se assim fosse bastaria aos russos descobrirem(por espionagem por exemplo) os códigos de encriptação de sinais e de detonação para detonarem todas as ogivas a bordo de submarinos americanos em caso de conflito e eliminarem mais de metade da força nuclear estratégica americana num belo fogo de artificio aquático.
    É todo tão rídiculo que nem para rir dá, é como uma anedota muito pouco inteligente, daquelas que só fazem rir um retardado mental.

  4. certo… este hoax é dos mais básicos que vi… e segundo creio, o primeiro sobre o qual escrevi… tem mais buracos que uma peneira…

  5. 31/01/2008 - 10:42

    Teorias: origem, essência, transformação da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros

    O professor e pesquisador Ancelmo Luiz Graceli apresenta a seguir teoria do universo fluxonário estruturante a partir do espaço denso, e teoria da energeticidade e radiação.

    Apresentação: São duas novas teorias dentro da física: a primeira - que trata da origem do universo, da origem da matéria, o fluxo de processos e estruturação que ocorre a partir do espaço denso; já a segunda teoria - onde dá novas respostas, causas e fundamentações para todos os fenômenos da matéria e astros com duas causas, que são a energia e radiação produzidos pelo próprio astro.

    Introdução a Origem do Universo: O Universo não surgiu de um ponto central para fora, por meio de uma grande explosão, mas sim o Universo surgiu de fora para dentro, ou seja, o espaço denso foi se aglutinando até formar a matéria e a energia, para depois se formar os astros. Segundo esta teoria, o espaço que se pensa que é um vazio, na verdade, possui densidade, e que, por aglutinação, vai sempre mais se densificando, até formar-se em bolhas, de onde vai dar surgimento à matéria, por isto que a matéria é infinitamente divisível. Assim, a Teoria do Universo Fluxonário Estrutrante consegue dar uma fundamentação à origem da matéria, da energia e dos astros.Vemos que, pela teoria da grande explosão e expansão, não é possível ser provado a quantidade de matéria que existe no Universo, sendo originado por um ponto ínfimo.

    Universo Fluxonário Estruturante - Com a matéria e a energia já densificadas, surgem as bolhas de energia que dão início à formação dos primeiros astros, às nuvens de gases, às galáxias e aos aglomerados, ou seja, o Universo tem uma origem que inicia pelo espaço denso, passa pela fase de bolhas de energia até se tornar matéria, para depois formar os astros. A partir da fase de astros, o mesmo continua o seu processo numa segunda fase, produzindo as fusões nucleares nas estrelas, aumentando o processamento de energia, temperatura e radiação, onde será expelido parte da sua energia e matéria no espaço, onde formarão a temperatura, a radiação, a atmosfera, os anéis que se reagruparão e se esferificando, formando astros menores, no caso, planetas por estrelas, satélites por planetas e outros. Por isto que o Universo é um infinito fluxo de construção, desintegração e processamento, que sempre outros astros se formarão a partir de outros maiores e com mais energia, com menos intensidades de fenômenos e com menos dinâmica. Logo, este Universo tende a ser lento, enquanto outros em outros pontos do espaço se encontram em outras fases. Por isto que é encontrado aglomerados de nuvens de gases no espaço.

    Enquanto uns se encontram numa fase mediana, que é no caso o nosso, outros se encontram mais envelhecidos e mais lentos, na fase final. E outros ainda, com mais dinâmica e mais energia, que se encontram na fase inicial.

    Universo em Rotação - O Universo não se encontra em expansão, mas sim em rotação, translação e afastamento mínimo, se considerar o afastamento anual do Planeta Terra em relação ao Sol não chega a um metro. Tal situação é provada matematicamente pela Teoria da Energeticidade e Radiação. Na verdade, o que dá o sentido aos observadores de que as galáxias estão se afastando é o efeito Doppler, onde dá uma cor vermelha, que é a cor para o afastamento, quando se observa algum objeto luminoso se afastamento, porém, esta cor é observada quando qualquer objeto luminoso se encontra em rotação e translação. Foi a partir daí que levou a concepção da formação da Teoria da Expansão do Universo, e mais tarde a concepção da grande explosão.

    Contestação - se o Universo estivesse em expansão, considerando o tempo de vida do Universo e que todo movimento inicial e maior não seria possível de ver nenhuma estrela no espaço. O outro ponto é que dá a aparência no espaço de que todos estão se afastando em relação a nós aqui na Terra, seria como se nós estivéssemos no centro do Universo, e isto seria uma grande coincidência. Outro aspecto se constitui na seguinte cogitação: como um ponto ínfimo teria tanta matéria? Como último ponto - de onde e de que surgiu a matéria? (não consegui reparar a gramática sem alterar o sentido – desenvolve você).

    A Teoria do Universo Fluxonário Estruturante defende que o Universo se encontra em fases, e, enquanto uns já estão numa fase mais avançada, outros estão iniciando, e que o Universo se encontra em afastamento mínimo, em rotação e translação.

    A Teoria da Energeticidade e Radiação - Através da procura para uma só explicação dos fenômenos da natureza que englobasse a origem das estrelas, dos planetas, dos satélites, dos cometas, dos asteróides, dos anéis, das atmosferas e dos outros fenômenos, como as órbitas, a rotação, a translação, o distanciamento, as fusões naturais, as atividades tectônicas, a origem e a evolução da matéria e da energia, dentre outros, cheguei à conclusão de que a energia é a responsável pelo processamento dos fenômenos, e que a energia e a matéria, por sua vez, se originam do espaço denso. Ou seja, o espaço denso produz a estrutura - que é a matéria, e produz o agente propulsor - que é a energia. No mais, constatei que a energia é a responsável pela dinâmica e pela órbita dos astros, porém, a dinâmica e a órbita passam por três fases, sendo elas:

    Primeira: A Inicial - ocorre quando o astro se origina do primário, no caso - o Planeta do Sol. Nesta fase, o primário tem grande influência sobre o secundário, e a translação é grande, já a rotação é mínima; a órbita tem uma excentricidade, enquanto a inclinação tem uma irregularidade média. Isto se confirma de Mercúrio a Vênus.

    Segunda: A Mediana - ocorre quando o astro já saiu de perto do primário e passa a desenvolver a sua dinâmica pela sua própria energia e radiação. Nesta fase, a translação diminui progressivamente, enquanto a rotação aumenta conforme o diâmetro e a energia do próprio astro, e as irregularidades da excentricidade, a inclinação da órbita e rotação diminuem. isto se confirma do Planeta Terra até Netuno. Ressalte-se que o menos irregular e com mais rotação é Júpiter, por ser o maior entre os planetas, conseqüentemente, ainda conserva grande quantidade de energia em processamento.

    Terceira: A Final – nesta, o astro já se encontra com pouca energia e produção de radiação, levando ao mesmo a diminuir progressivamente a sua rotação e translação, porém, o seu comando também diminui, levando a aumentar as suas irregularidades na excentricidade da elipse, na inclinação da órbita e da rotação. Isto se confirma em Plutão e em todos os satélites distantes de seus primários, como também nos cometas e asteróides distantes.

    É bom ressaltar que as duas teorias - a do Universo Fluxonário Estruturante e da Energeticidade e Radiação - são provadas matematicamente e com exatidão por fórmulas simples, onde não uso distância, massa ou gravitação para encontrar estes resultados. Na verdade, só uso o diâmetro, a radiação, a temperatura, a rotação e a velocidade equatorial.

    Por outro lado, consigo ainda provar a origem e causa da rotação e sua inclinação, bem como o afastamento entre os planetas, usando também os seus diâmetros, fenômenos esses impossíveis de serem fundamentados e calculados pela Teoria da Gravitação e Teoria da Relatividade.

    Estas duas novas teorias abrirão novas portas para a pesquisa da cosmologia, da astronomia e da micro-física.

    . Teoria da Origem da Matéria e do Cosmo, e do Universo Fluxonário Estruturante. | . Teoria da Cosmogenese da Energeticidade e Radiação.

    . Cosmogenese, Cosmologia, Cosmofísica, Astrofísica e Cosmogonia - Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.

    Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus.| . O Universo é uma auto criação, porém uma obra deste porte só pode ter o poder do criador – Deus.

    Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.

    Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.

    Teorias do Cosmo Fluxonário Estruturante, e Energeticidade e Radiação - Esta não é apenas uma teoria do movimento, mas sim da origem, da essência, da transformação, da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros.

    Cosmo Estruturante e Desintegrante. | . Modelo Graceliano.

    Teoria da Bolha de Espaço Denso e Energia - Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só. Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.

    De nascimento na Fase Bolha de Espaço Denso – Fase Estruturante-, Na Fase de Energia, Na Fase de Matéria. E na Fase de Desintegração e Desprendimento e Afastamento no Espaço pela própria radiação da densidade da matéria. E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.

    Fórmula para contração de espaço Denso - O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. Que do todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.

    Espaço Denso – parte / total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria. ED - P / ED … até chegar a ser energia e matéria. Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.

    Infinitos universos em fases estruturantes e desintegrantes.

    Primeira Teoria da Origem e Natureza da Matéria - Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.

    Assim, temos aqui a primeira teoria do que a matéria possa ser formada, que é de filamentos de espaços denso.

    Cálculo formação de matéria e para cosmo estruturante - Poder de contração do espaço denso * quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo estruturante.

    Cálculo para cosmo desintegrante - Poder de desintegração * quantidade de matéria, temperatura, radiação e energia por distancia ao cubo / tempo cosmológico. Pd*[qm / d cubo ] / t c.

    Espaço Denso e Matéria, e Energia e Astros - O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.

    É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.

    O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começou a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.

    A energia produz a radiação que produz o afastamento mínimo - Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada no interior dos astros.

    Universo de Energia Estruturante, ou Universo de Contração e Desintegração - O Universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.

    O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.

    . Ancelmo Luiz Graceli é professor, pesquisador teórico, com graduação em filosofia, e já apresentou pesquisas à Secretaria Estadual de Ciência & Tecnologia do Espírito Santo (SECT), juntamento com o colaborador Márcio Piter Rangel (marciopiterrangel@hotmail.com). Para contatos: Rua Itabira N° 05, Rosa da Penha, Cariacica (ES) Brasil | CEP: 29143-269 | Telefone (27) 3216-7566 | E-mail: ancelmoluizgraceli@hotmail.com

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