O Budismo Não Acredita na Reencarnação

Se o Budismo não acredita que exista nenhuma “alma” no Homem (ou seja, um “eu permanente”), o que é que passa de vida em vida, através da Reencarnação?

Bem… O Budismo não acredita propriamente na “Reencarnação”. Segundo a revista Dharma (editada por associação francesa ligada ao Budismo Tibetano):

“Em primeiro lugar, os ensinamentos de Buda não exigem que se acredite num dogma, seja ele qual for. E embora haja budistas que dizem acreditar na reencarnação, o que é importante saber é que a noção de reencarnação é totalmente alheia ao Dharma (Caminho).”

Esta afirmação não deixa de ser paradoxal, especialmente pela sua origem na tradição tibetana (que sigo, na sua Escola Ning ma pa), mas os budistas não usam eles próprios o termo, preferindo antes o sânscrito Samsara ou em seu lugar recorrem às palavras “transmigração” ou “renascimento”. É que o conceito “cristão” de uma alma que passa de corpo para corpo é totalmente estranho para o pensamento budista, dado que contraria o princípio da “vacuidade do Eu” e o conceito fundamental da “Não Existência”, ou seja, se a nossa própria individualidade é uma Ilusão (Maia) então como pode essa “ilusão” existir e transferir-se para outro corpo físico? Não pode… Mas sendo assim, o que passa? Porque têm os monges tibetanos (Rinpoches) recordações de outras vidas? Porque transmigra o Dalai Lama?

Porque neles o que passa de corpo para corpo, não é nenhuma entidade física ou semifísica, como a “Alma” ou o “Ka” dos Egípcios, mas propriedades de um corpo, que se transferem para outro, num processo de continuidade impermanente. É esta sucessão que dá a ilusão da transferência ou renascimento, mas nada se transfere, apenas se comunica de um corpo para o outro aquilo que por vezes – em condições especiais – pode depois ser recordado, ou a carga kármica da vida anterior, mas sem que haja verdadeiramente… Reencarnação.

Espero ter contribuído para o esclarecimento deste ponto particularmente difícil da Doutrina e que a minhas limitações e grau de ignorância não tenham contribuído para criar ainda mais confusão… Mas enfim… Acho que fiz o melhor que podia para esclarecer este ponto importante da Doutrina Budista.

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Categories: Budismo, Política Nacional | 18 Comentários

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18 thoughts on “O Budismo Não Acredita na Reencarnação

  1. Interessante esse ponto que focaste Rui. Várias vezes ao longo dos meus dias me interrogo exactamnte sobre esse ponto, que se liga, para mim, com outro que é: o que ando cá a fazer?!
    Observando a perpetuação de uma semente no seu ciclo completo, posso deduzir que aquela semente não morreu, mas apenas se reproduziu em ciclos certos e completos, renascendo a cada novo ciclo….isto faz-me sempre pensar em nós próprios.
    Abraços

    • Carlos A. B. Castelo

      Boa pergunta, o que ando cá a fazer ?
      O Homem é um ser humano dual, composto por dois corpos ! Um corpo fisico mortal, que é o tabernáculo ou o evolucro de um corpo de espírito imortal e indestrutivel. Quando o corpo fisico perde a sua existência neste planeta; o corpo imortal de espírito vai para o mundo espiritual da própria terra. O corpo fisico é transformado nos elementos terrestres de onde saiu como matéria organizada. Assim nós somos 50% terrestres e 50% extraterrestres. Nosso corpo de espírito veio de um planeta de milhares de anos de Luz, aonde vivamos nesse planeta, que é tão enorme que sua rotação é tão lenta que leva mil anos, que é um dia; e para nós esse Dia do Reino Celestial é mil anos. Nós viemos a esta terra para obtermos um corpo fisiológico, para o nosso espírito.Também para desenvolvemos a inteligência, e aperfeiçoarmos em rectidão; como constituirmos em famílias, e voltar-mos novamente ao nosso lar de onde viemos! Para vivermos uma vida eterna ! e nosso corpo fisico depois de uma ressurreição será incorporado ao corpo de espírito e jamais serão separados! Iremos viver uma vida eterna com nossa família. Também acontecerá que ás famílias que viverem em rectidão aqui na Terra, serão escolhidas, para povoarem novas Terras (Mundos) no espaço! Também obteremos poder sobre todo o género de matérias, em que os elementos, obedecerão á nossa voz, e organizarmos também Terras e Mundos no Espaço. É por essa razão que estamos aqui na Terra para ser-mos futuros Deuses no Universo! Se obedecermos ao Deus Supremo do Universo e fazer-mos o que Ele deseja, decerto que atingiremos a Plenitute dos Deuses! Essa é a grande Honra e Glória do Deus,que é proprecionar a imortalidade e vida eterna ao Homem! O resto são tudo invençôes dos homens como reencarnação ou qualquer outra forma do género! ( O Israelita da tribo de Manasseh da Casa de Israel ).

  2. tendo sempre em conta que o Ego não existe e não passa de uma ilusão resultante dos nossos sentidos limitados e erróneos… por isso é que não existe verdadeira reencarnação, apenas passagem de “testemunho” de corpo para corpo, e por isso, é que o individuo e as suas memórias não renascem realmente, apenas a sua carga kármica.

  3. Maria de Gusmão

    Caro Rui,
    Este é um tema que já tentei discutir várias vezes em casa e com alguns mestres e confesso que o seu texto me faz confusa mais uma vez.
    Será que não estamos diante novamente de um jogo de palavras e conceitos? Entre Samsara, Reencarnação, Alma, Ego e Ka; continuo diante de um grande mistério que me parece só atingível pelos seres iluminados.
    Mas agradeço por este artigo enviado pelo meu marido e tão cheio de dualidades.
    Maria de Gusmão

  4. Joaquim Gusmão

    Achei o seu texto interessante e tenta esclarecer as consequências da vacuidade e da ilusão do self quando nos confrontamos com categorias da reencarnação. Ainda hoje há falta de acordo consensual sobre o que é a essência e somos levados a usos indiscrinados do self, do ich, do id ou do superego.

    A psicologia tem essa responsabilidade terrena, ou seja, ir à procura na pessoa de um certo equilibrio essencial, mas independentemente dos conceitos, existe qualquer coisa que nos faz únicos ( fracturados ou não ) e que não se pretende tenha só a ilusão de existir.

    Ocorreu-me pensar como nasceu o sistema de reincarnação dos Budas Vivos, que é um aspecto fundamental e que distingue o budismo tibetano das outras formas de budismo. Esclarece pelo menos um ponto: a história introduzida serve para entendermos como mesmo no próprio budismo existem vários sistemas, e estes dependem mais da fé intectualizada do que a impossível aferição métrica do sistema. O termo Buda Vivo surgiu durante a dinastia Yuan ( 1271/1368) quando imperador Kublai Khan honrou Pagba com o nome de Buda do Paraíso do Oeste, impondo a Karma Pakshi o chapéu preto com beirada dourada e um selo dourado de autoridade. E aí partir desse momento temos um buda reencarnado e um testamento orientando os seus discipulos a procurarem um garoto para herdar o chapéu preto com a instrução baseada na premissa de que a ideologia de Buda é eterna, e que um Buda iria reencarnar para completar as missões que ele havia iniciado.

    A fé não é um pretensiosismo e o seu valor é humano e numinosamente iluminado, sem polémicas.

    Joaquim Gusmão

  5. Maria:
    ” Caro Rui,
    Este é um tema que já tentei discutir várias vezes em casa e com alguns mestres e confesso que o seu texto me faz confusa mais uma vez.
    Será que não estamos diante novamente de um jogo de palavras e conceitos? Entre Samsara, Reencarnação, Alma, Ego e Ka; continuo diante de um grande mistério que me parece só atingível pelos seres iluminados.
    Mas agradeço por este artigo enviado pelo meu marido e tão cheio de dualidades.”
    -> É um ponto difícil, até (ou sobretudo) para mim, que escrevi este texto… Tudo é um jogo de palavras e conceitos, já que as temos que invariavelmente usar quando pensamos ou passamos a escrito o nosso pensamento. E por esta razão é que os mantras e os textos devem ser lidos na língua original, não em traduções… E sim, a nós, só nos cabe tocar a rama, estando reservada a plena compreensão destes conceitos a quem já alcançou a budeidade ou dela abdicou voluntariamente…

    Joaquim:
    “Achei o seu texto interessante e tenta esclarecer as consequências da vacuidade e da ilusão do self quando nos confrontamos com categorias da reencarnação. Ainda hoje há falta de acordo consensual sobre o que é a essência e somos levados a usos indiscrinados do self, do ich, do id ou do superego.”
    -> Obrigado. O “nosso” grande problema, enquanto Ocidentais e produtos da cultura judaico-cristã é abstrairmo-nos dos seus conceitos, que neste concreto são tão diversos dos budistas… Nomeadamente a fixação no “Eu” que é nula no Budismo, sendo aliás a sua própria anulação a parte central da sua mensagem de Vida e de Futuro.

    “A psicologia tem essa responsabilidade terrena, ou seja, ir à procura na pessoa de um certo equilibrio essencial, mas independentemente dos conceitos, existe qualquer coisa que nos faz únicos ( fracturados ou não ) e que não se pretende tenha só a ilusão de existir.
    Ocorreu-me pensar como nasceu o sistema de reincarnação dos Budas Vivos, que é um aspecto fundamental e que distingue o budismo tibetano das outras formas de budismo. Esclarece pelo menos um ponto: a história introduzida serve para entendermos como mesmo no próprio budismo existem vários sistemas, e estes dependem mais da fé intectualizada do que a impossível aferição métrica do sistema. O termo Buda Vivo surgiu durante a dinastia Yuan ( 1271/1368) quando imperador Kublai Khan honrou Pagba com o nome de Buda do Paraíso do Oeste, impondo a Karma Pakshi o chapéu preto com beirada dourada e um selo dourado de autoridade. E aí partir desse momento temos um buda reencarnado e um testamento orientando os seus discipulos a procurarem um garoto para herdar o chapéu preto com a instrução baseada na premissa de que a ideologia de Buda é eterna, e que um Buda iria reencarnar para completar as missões que ele havia iniciado.”
    -> Quanto a esta interpretação tibetana da reincarnação… Admito que tenho desde sempre algumas reticências… Já conheci alguns tibetanos que seriam reencarnações de antigos mestres (rinpoches) e recebi instrução de um deles, mas sempre encontrei aqui alguma vertente cultural nesta questão… Especialmente, no reconhecimento de sinais do reencarnado e na estranha (?) tendência deste para renascer no seio da mesma família…

  6. gostaria de saber em que os budista agreditão. Se o ser humana não poosui uma alma, ou espirito, o que fica para o budista depois da morte fisica?Como sidaria essa felicidade plena já que não existe materia. pelo que estou intepretando do que já me foi esplicado essa fecicidade seria apenas terrena, sem nem relação com vida apois a morte.
    grato: izidorio

  7. Arnaldo Simões C. Silva

    Caro Rui:

    Certamente que o ego ou “eu” não existe. Tenho certeza disso pois já pude comprovar experimentalmente durante minha meditação mas, precisamos lembrar que, desvinculando-se do ego ainda existe a consciência. Essa consciência é pura consciencia de prazer, sem dor.
    A consciência é desprovida de quaisquer identidades, memórias, sexo, etc… Ao passo que pude alcançar esse estado, durante meditação isso faz-me crer que, essa mesma consciência possa passar de uma vida para outra, embora ainda não pude comprovar essa passagem experimentalmente.
    Agora te pergunto, Rui: Minha opinião corrobora de alguma forma, ao seu ver, o seu texto ?

  8. é pelo menos plenamente concordante com a minha experiência pessoal e conhecimento teórico…

  9. “mas propriedades de um corpo, que se transferem para outro, num processo de continuidade impermanente. É esta sucessão que dá a ilusão da transferência ou renascimento, mas nada se transfere, apenas se comunica de um corpo para o outro aquilo que por vezes – em condições especiais – pode depois ser recordado, ou a carga kármica da vida anterior”

    que propriedades passam? como se comunicam? por que alguém receberia a carga kármica de uma vida que não é sua, sendo afetado negativamente pelas impermanencias de outrem?

  10. alguém não poderia receber a carga cármica que não é a sua, simplesmente porque essa não é a sua… não pode haver dois carmas num único “eu”, não só porque este é ilusório (maya), mas sobretudo porque isso implicaria a anulação de ambos e do próprio conceito de “herança” ou transmissão de carga cármica.
    propriedades? essencialmente, as ações positivias ou negativas cometidas no passado. E as memórias, também, mas a um nível muito profundo e praticamente impossível de recuperar, a não pelos grandes mestres… e sob hipnose, em certas circunstâncias.
    mas, atenção, não sou um especialista, apenas um curioso!
    contacte a UBOPp.ex, que lhe darão certamente esclarecimentos muito mais clarificadores do que os meus, Juarez!

    http://www.uniaobudista.pt/

  11. Artênio Questi

    O Budismo é só uma filosofia( sábia) que ajuda o ser humano a entender as coisas da vida, racionalmente. Acontece que ao ser humano apavora a ideia…. do morreu acabou. Assim, vive criando ressurreições e reencarnações.
    A filosofia budista nos ajuda a enfrentar os desafios da vida com sabedoria e paciência, sem qualquer tipo de reencarnação. Ao passarmos um pouco de conhecimento e sabedoria aos nossos semelhantes, quando morremos, o que ensinamos fica e pode passar de geração a geração. Foi o que o Buda fez!
    Artênio

  12. julio

    Budismo surgiu no séc. V ou VI a.C, se não me engano, em Benares, com o objectivo de distinguir-se das lutas entre os seguidores do hinduismo, e, proclamou essencialmente uma vida virtuosa, baseada em pensamentos, ideias, acções, actos, palavras, intuições, certos, procurando sempre agir duma maneira eticamente correcta, e, para isso o Buda inspirou-se depois de ter visto a fragilidade desta vida passageira, com as doenças, velhice, morte e desagregação do corpo. Neste contexto o Buda largou os seus bens terrenos e viveu em contemplação para descobrir o destino do homem e concluiu que a unica coisa que nos resta neste mundo é a nossa alma, por isso para o seu progresso ele defendeu a vivência humana com regras éticas, contra o actual consumismo, materialismo, deturpação histórica, leviandade nos actos e afirmações, etc. Mais tarde d.C, o hinduismo o incorporou na sua filosofia como uma encarnação dos seus criadores, e, por esse modo surgiram muitas alerações na vivência dos budistas, tais como, os rituais, as festas, alterando assim a doutrina original do Buda, baseada em austeridade e simplicidade. É essa a ideia com que eu fiquei depois de ler alguma coisa sobre o budismo.

  13. Paula

    “mas propriedades de um corpo, que se transferem para outro, num processo de continuidade impermanente. É esta sucessão que dá a ilusão da transferência ou renascimento, mas nada se transfere, apenas se comunica de um corpo para o outro aquilo que por vezes – em condições especiais – pode depois ser recordado, ou a carga kármica da vida anterior, mas sem que haja verdadeiramente… Reencarnação”.

    Cientificamente é provado em que os átomos existentes no nosso corpo já pertenceram a outros corpos sejam eles da nossa espécie ou não, sejam eles da nossa época atual ou há milhões de anos.
    Será que essas propriedades seria os átomos que nos dá a ilusão da vida?
    Interessante.

    • Carlos A. B. Castelo

      O HOMEM SÓ VIVE UMA VIDA NA MORTALIDADE ! E APÓS A RESSURREIÇÃO O SEU CORPO É SEMPRE O MESMO !

      Ler Bíblia, ( Hebreus, 9: 27 ). Para quê tão falsa doutina ensinada por aqueles que nunca foram, nem são servos do verdadeiro Deus ! Como andam enganados com o Budismo e outras falsas doutrinas? A Verdadeira Filosofia Doutrinária é a de Jesus Cristo e mais nenhuma ! Quando estiverem no mundo Espiritual após a morte, logo verão o quanto andaram enganados nesta Terra ! E perderam a vida nesta Terra com pregações de pessoas que ensinaram coisas que não levaram a humanidade á salvação eterna !A mentira é doce e os seres humanos gostam muito dela ! É evidente que por vezes a Verdade é amarga e dificil de aceitarem ! O Maior Mestre de todos os tempos é Jesus o Salvador, e Deus de Israel, além do Pai Elohi !

  14. Leon

    “Porque neles o que passa de corpo para corpo, não é nenhuma entidade física ou semifísica, como a “Alma” ou o “Ka” dos Egípcios, mas propriedades de um corpo, que se transferem para outro, num processo de continuidade impermanente.”

    Que propriedades?

  15. gabrielvaleriolete

    Acho que a reencarnação é realmente uma questão bastante periférica e que trata muito mais de fé e de crença do que do ensinamento do próprio Buda. É importante perceber o contexto indiano dominado pelo hinduísmo e que a falta de dogmatismo permite que influxos culturais de ambos os lados ocorram com facilidade. O próprio Sidartha, antes de se tornar Buda, foi hindu, assim como seus seguidores. Falando fisicamente há uma reciclagem da matéria e da energia num eterno devir das cadeias alimentares, mas não há provas de passagem de consciência, e ainda que se acredite em reencarnação, acho que não deva ser este o foco da prática budista. O budista deve praticar as quatro nobres verdades, o nobre caminho óctuplo e tentar quebrar a ilusão do eu através da meditação e da prática da não-violência e não tanto se preocupar com questões de natureza transcendental e metafísicas. O cumprimento do Dharma e o equilíbrio do Kharma devem ser objetivos desta vida. Diz-se que o próprio Buda silenciava-se quando se perguntava essas questões e dizia que a preocupação excessiva com isto pode afastar o homem de seu caminho

  16. marcos

    Eu devo ser burro mesmo, pois ou eu não entendi nada ou nadou e nadou e morreu na praia.

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