O Brasil: A Terceira Superpotência Mundial do Século XXI? (resposta a comentário do “Ultramar”)

A partir de alguns extractos do comentário do “Ultramar” vou passar a redigir um comentário mais alargado, que analisarei ponto a ponto e que pretende abordar a presente situação das forças armadas brasileiras na América do Sul.

Diz o “Ultramar”, respondendo a um comentário do “Anónimo”:

“Mas o Leopard no exército brasileiro é uma solução momentânea, provisória, baseada, principalmente, na situação dos exércitos vizinhos. Por que o Brasil vai comprar tanques que assustem os vizinhos e gerem uma corrida armamentista?”

Não vou responder pelo “Anónimo”, é claro! ;-) mas gostava de comentar esta interessante intervenção do “Ultramar”:

Actualmente, somente o Chile vai reforçar a curto prazo a sua arma blindada com a aquisição de 100 ou 300 (segundo outras fontes) MBTs Leopard 2A1, coadjuvados por 135 novos APC M-113 Lynx. Três centenas de Leopard 2A1 (um modelo superior ao brasileiro) é um exagero e provavelmente é uma informação falsa…

Esta é a informação presente na Wikipedia:

  • Brazil Brazil (128 Leopard 1A1 and 240 Leopard 1A5)
  • Chile Chile (202 Leopard 1V´s)

Juntamente com os novos F-16 e com as suas novas fragatas esta lista de balanço de forças arrisca-se a uma severa alteração alterado este ranking comparativo das potencias militares da América do Sul…

A Venezuela alinha actualmente 81 MBTs franceses AMX-30, 36 AMX-14, 80 Scorpion e ainda 75 M18 Hellcat e Argentina com 200 TAM, 100 SK-105 Kurassier e 50 AMX-13/105, pelo que se encontram quer em qualidade, quer em quantidade, bem atrás do Chile e do Brasil.

No mar, o Brasil prepara-se para comprar os novos cinco submarinos IKL209 e vai concluir a construção da corveta V-34 “Barroso”, mas os seus parceiros sul-americanos estão também aqui a recuperar o seu atraso… O Peru adquiriu duas fragatas italiana Lupo e deverá adquirir mais duas unidades semelhantes. O Chile opera agora dois dos mais modernos submarinos de ataque do mundo, os Scorpene e completou-os com 4 fragatas holandesas, que deverão ser reforçadas com 3 fragatas britânicas Type 23. A Venezuela ainda não decidiu se ficará com Scorpene ou se com os submarinos russos Amur. A vizinha Argentina apenas terminou a construção da corveta Meko 140 pelo que deverá perder “pontos” neste balanço de poder na América do Sul…

“Não falta ao Brasil, uma das maiores economias do mundo, condição de comprar os melhores equipamentos militares do mundo, ainda que não em grande quantidade. Qualquer português que conheça bem o Brasil, está ciente disso. Porém, isso geraria críticas, acusações, suspeitas, corrida armamentista na região…O Brasil sempre procurou mostrar-se com excepção dos governos militares) confiável e não assustador para seus vizinhos.”

O problema está em que nos últimos 20 anos, mas especialmente nos últimos 5, o Brasil deixou-se ultrapassar nesta onda armamentista que percorre a América do Sul, e especialmente o Chile e a Venezuela (esta última financiada pelos seus petrodólares). É certo que o Brasil não tem conflitos militares em potencia com nenhum dos seus vizinhos, mas a onda de “esquerda populista” que tomou a sua maioria e o tradicional alinhamento do Brasil com as políticas dos EUA poderá colocar-lhe problemas com as fronteiras com a Bolívia e com a Venezuela, a breve prazo… E o Brasil tem ainda que defender a sua extensa e deserta fronteira amazónica, precisando para isso de forças móveis, de selva e de um correcto posicionamento de meios aéreos.

“Agora é que, com o armamentismo de Hugo Chaves, o Brasil parece movimentar-se, de forma mais rápida, a melhorar a qualidade e a quantidade de seus armamentos, por segurança. Também se procurou no Brasil, sempre, gastar o máximo com o povo e o mínimo com armas, ao contrário de tantos outros países. Por isso é que o Brasil é um dos países que menos gastam com armas, em relação ao seu PIB. E 240 tanques Leopard 1A5 são suficientes, um número considerável para o sul da América, neste momento, principalmente se forem actualizados; mas apenas 37 tanques Leopard 2A6 é muito pouco para a Europa, Anónimo…”

É bem verdade… Tanto mais que as barreiras naturais (grandes rios e altíssimas montanhas) dificultam o uso do tanque pesado na América do Sul… e as grandes extensões da América também… Apesar disso 230 Leopard 1A5 são significativos, mesmo para o teatro europeu! A Espanha, por exemplo (nosso vizinho…) opera 90 AMX 30E, 244 M60 A3TTS, 108 Leopard 2A4, 219 Leopard 2A6 e 84 VRC-105B1, MBTs melhores, mas incluindo ainda muitos de classe semelhante aos vossos 1A5… Portugal vai substituir os seus 100 M-60 por 37 Leopard 2A5… Excelente MBT, mas em muito (demasiado) escasso número.

Conclusão:

O Brasil tem na América Latina uma posição ímpar. É uma das quatro potencias emergentes (BRIC: Brasil, Rússia, Índia e China), sendo destas a maior potencia agroindustrial, o que num mundo onde a escassez de alimentos e água será cada vez mais importante tenderá a ser uma potencia cada vez mais mundial e menos regional.

A força económica do Brasil não cessa de crescer, mas existem ainda enormes problemas sociais provocados pelas gigantescas desigualdades sociais e um número crescente de organizações criminosas cada vez mais poderosas. Se o Brasil conseguir resolver estes grandes problemas sociais que prejudicam seriamente o seu desenvolvimento e vencer uma timidez na arena internacional que o tornam num país muito menos activo diplomaticamente do que deveria ser, quer pelo seu peso demográfico, quer pelo seu crescente peso económico, estaremos perante a…

Terceira Superpotência do Século XXI?

(P.S.: A “Europa” não conta, porque não tem ainda, nem terá tão cedo, uma força militar unificada…)

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135 thoughts on “O Brasil: A Terceira Superpotência Mundial do Século XXI? (resposta a comentário do “Ultramar”)

  1. Não sei não, Rui… Exceto pelo último parágrafo, achei a análise toda muito exagerada. Exatamente pelo país ser muito desigual, é nítido que por aqui não há mais projeto algum de nação (infelizmente). O exército aqui não tem condição bélica alguma, senão a defesa ao redor dos quartéis (poucos, desarmados, e sucateados). Até mesmo a população é desencorajada a armar-se, e qualquer possibilidade de combate via guerrilha é, de saída, descartada…

    Talvez esses números sejam pouco expressivos em relação a combates efetivos, reais. Exceto na Amazônia (que possui tropas de selva atuantes, sob intervenções de guerrilha), o país não tem condições de ser chamado de ‘potência’. Teria tudo para isso, mas sua própria dinâmica sócio-econômica impede isso. Se possui condições agroindustriais ímpares, possui também uma desigualdade ímpar, que desiquilibra qualquer projeto de nação – que dirá de potência…

  2. quanto aos governos de esquerda na América Latina, isso é uma situação muito interessante. Significa a falência por aqui do neoliberalismo, e a nova busca por espécies de economias desenvolvimentistas. Talvez o aumento do armamentismo esteja denotando isso, esse interesse mais desenvolvimentista

  3. bem… obviamente que estás mais bem colocado do que eu para ajuizar sobre o estado presente e futuro do Brasil… ;)
    mas tendo em conta a imensa riqueza geológica do Brasil, a multiplicidade das suas gentes, a sua escala continental, a vastidão das suas reservas humanas e naturais… tudo isso faz-me crer, como Agostinho da Silva, que o Quinto Império de Vieira, Pessoa e Bandarra já existe e é o Brasil… País enorme e envolto em enormes problemas, fruto de séculos de catolicismo radical, da escravatura, da criação de enormes assimetrias culturais, políticas e económicas que conseguiream asfixar essa vossa-nossa nação-continente. Por isso acredito, de uma forma um tanto messiânica mas bem portuguesa na essência de que o Brasil é o Portugal do Futuro e Portugal, o Brasil por cumprir.

    Mas… Sonho! Só que sonhando vive (ou deve viver) o Homem…

    E encorajado pela recuperação económica e social do Brasil dos últimos anos…

  4. Olha Rui, compartilho dos teus sonhos, e principalmente com todo o potencial do Brasil, q vc reconhece. É realmente uma pena: temos tudo para ser, de fato, uma grande potência, e inclusive vantagens maiores do que as super-potências (recursos naturais, clima ameno, ausência de catástrofes, um povo propício a boas relações…). Ao mesmo tempo, temos uma série de amarras, constitutivas do próprio Brasil e da cultura, economia e sociedade brasileiras, que impedem seguir à frente…

    Mas espero de fato ver o Brasil dando certo. De minha parte, faço o que está em minhas mãos, ou ao menos, tento fazer…

    abração,

  5. se tem tudo pra ser, há-de ser inevitavelmente, é apenas uma questão de momento e de esperar pelo momento propício… e quando este chegar espero que Portugal saiba e possa alinhar com o seu irmão transoceânico…

  6. Ultramar

    Rui, tu estás mais perto da verdade do que o pessimista “catatau”! Ele não deve saber que diferentes análises internacionais colocam o Brasil, em 2050, entre( no mínimo!) as cinco maiores potências. O “The Times” vai mais longe e vê o Brasil como quarta maior potência nesse ano, atrás apenas de EU, China e Índia. Bem perto do que vc prevê, Rui! Eu também vejo essa possibilidade e até mais. Quem sabe exatamente o futuro? O Brasil, na verdade, já é uma potência, ainda que adormecida. É uma potência pelas suas riquezas, por seu potencial. Por exemplo, as riquezas ainda não exploradas no subsolo brasileiro valem trilhões. O País também tem um grande potencial agrícola, até para substituir os derivados do petróleo, através do álcool, já em uso como combustível, e do biodiesel (campo promissor, no qual ainda se engatinha!). Temos excelentes condições, também, para obtenção de energia solar, eólica, energia do movimento das ondas do mar… Se eu for escrever sobre todas as áreas em que o Brasil tem potencial para crescer e está crescendo…Aí vem o “catatau” dizer que por aqui não temos projeto algum de nação? Qual país ou povo não tem? Isso é que é pessimismo! E ele ainda pensa em guerrilha? Meu Deus! E quanto ao exército, dizer que não temos condição bélica alguma, qualquer especialista no assunto lhe mostraria o quanto está enganado e desinformado, fácil, fácil. Por exemplo, por que compraríamos 240 tanques Leopard 1A5 sem nenhuma condição bélica??? Somos loucos? Mas dizer que o exército só tem condições de defender os arredores dos quartéis até que é engraçado… :) E se vc realmente espera ver o Brasil dando certo e procura fazer o que está ao seu alcance, “catatau”, sendo pessimista vc não está fazendo bem a sua parte… Rui, o que dizes sobre o Quinto Império é muito bonito, muito poético. E bem pode ser verdade!

    • Paranaense

      Me desculpem interferir na discussão dos senhores, mas acho que o Brasil já está farto de pessimismo e que grande parte de seu atraso deve-se a falta de confiança do povo nesse país. Nós temos que manter um pé atrás por segurança, mas é fato consumado que sem confiança nada da certo. É a opinião de um brasileiro (não pensem que eu sou um patriota maluco, mas é o que eu acho).

  7. ultramar , o pessimismo é um traço que nós, portugueses deixamos na vossa cultura e o qual, por nossa vez, herdámos da fortíssima matriz hebraica… é assim natural que o Catatau sofra deste mesmo mal… ;-)

    Quanto à guerrilha, sabes que ela faz parte do plano de defesa do exército português em caso de invasão terrestre? A ideia é retardar o adversário, até chegar às antigas linhas de Torres Vedras, e fustigá-lo depois com guerrilha na sua rectaguarda e esperar em torno de Lisboa pela chegada dos Aliados (esperemos que venham!)…

    O Brasil não trava uma guerra terrestre desde Itália, não é? Mas aí as suas forças estiveram à altura do que era preciso… E se tal fosse novamente necessário, estariam novamente. Ao fim ao cabo, quem correu com os holandeses foram vocês mesmo, já que Portugal estava atascado em defesa pelo mundo e quase nenhumas forças conseguiu enviar para a defesa do Brasil e este teve que se bastar a si mesmo… E se foi capaz de bater a segunda maior potencia militar da época, em enorme desvantagem… Tudo será possível.

    Ainda que o Catatau tenha razão.

  8. Ultramar

    Rui, não entendi: vc quiz dizer que o “catatau” tem razão em seu comentário ou “se ele tiver razão”? Pois ao dizer, por exemplo, que sua análise é exagerada, ele errou. Ao dizer que as desigualdades inviabilizam um projeto de nação, também errou. E ainda errou ao dizer que o Brasil não tem nenhuma condição bélica, pois mesmo um exército que só tenha paus e pedras ainda tem condição bélica, desde que enfrentando outro exército com paus e pedras, ou seja, para as condições do sul da América, o Brasil tem boa condição bélica, sim. Não tem para ser uma potência MILITAR, hoje. Mas, como eu disse, o Brasil é uma potência (em aspectos gerais) adormecida, virtual, não atuante ou sem exercer tal condição, ainda. Mas enquanto o mundo vê o Brasil potência no século XXI, o “catatau” não…
    Quanto ao pessimismo, Rui, não sei, não… Pesquisas internacionais, divulgadas aqui, já mostraram que os brasileiros estão entre os mais felizes, os mais otimistas quanto ao futuro… Apesar de tudo!
    Quanto à guerrilha, essa em portugal é justa, pois é contra um invasor. Mas contra um governo democrático, não, “catatau”!

  9. Os governantes brasileiros e, parece até, setores das nossas Forças Armadas, não entendem nada de planejamento a longo prazo. Com a escassez de água e de petróleo o Brasil será alvo, em um futuro não muito distante, da cobiça internacional (leia-se EUA), é com ele que temos que nos preoculpar e não com os famintos vizinhos latino-americanos. Temos que nos armar e urgentemente, sem que haja dependência dos EUA, e tem mais, com armas capazes de fazer frente aquela belicosa nação; o ideal é que estejamos prontos de tal maneira que eles pensem, pensem, pensem muito antes de nos invadir. Temos um povo desabituado com a guerra, que vem sendo desarmado gradativamente pelas leis de controle de armas, o que torna uma resistência como a existente no Iraque, por aqui, muito difícil senão impossível de ser estabelecida. Sem Forças Armadas preparadas seremos, não só, fácilmente conquistados como eternamente subjulgados. Investir no social é preciso, mas no atual momento de hegemonia norte-americana, deve-se dar prioridade a defesa contra invasores estrangeiros. Não sou anti-americano mas também não sou ingênuo e se os vizinhos tiverem medo e armarem-se, tanto melhor, pois poderia, então, nascer um pacto de não agressão e defesa mútua entre os países sul-americanos.

    • Concordo com Erivaldo. A preocupação tem que ser com os “ianques”. Estão sedentos por petróleo!

      • Os eua sao uma potencia em declinio. Daqui a dez anos serao ainda uma grande potencia mas com uma fracao da capacidade mundial de projecao de poder… Temam a China, essa sim, esta ascendente e ‘e publico que a China ‘e capaz de tudo para conseguir o que quer…

  10. HOT

    E essa mania das “perseguições” dos EUA!
    É um dogma doentio, irrealista, endémico e um complexo de frustação bem entranhado nas cuecas dos esquerdistas e saudosistas do maior fiasco da História, … o Comunismo!

  11. concordo.
    é aliá o que tem impedido aventuras belicistas americanas na Coreia e no Irão: é que um e outro não são um enfranquecido e desarmaddo Iraque… E sim, as guerras do século XXI e XXII não serão pelo petróleo (entretanto esgotado) mas pela água e pelos terrenos férteis! e destes dois, tem o Brasil abundância…

    Os EUA (e quem neles de facto governa, que é o CFR e a Trilateral) desenham políticas a 20 e 40 anos de distância… A Globalização foi concebida e implementada desde 1945, e hoje, desenham planos para os anos vindouros… E não duvide que a agropotencia que é hoje o Brasil está nesses planos!

  12. Anónimo

    Mas “o feitiço não está virando contra o feiticeiro”? A globalização não está a favorecer mais os países da Ásia, principalmente a China?

  13. Ultramar

    Rui, essa pergunta sobre o “feiticeiro” fui eu , mas esqueci de colocar meu nome e saiu “Anónimo”. :)

  14. nope. A China tem grande problemas de Crescimento…
    A Índia também…

    http://movv.org/2006/03/25/as-dores-de-crescimento-da-india/

    mas o Brasil ainda tem muito espaço para crescer…

  15. Ultramar

    Amém!

  16. HOT

    yephh!!!
    E tal como o Brasil, têm “universos” inteiros da mais limiar pobreza que se pode imaginar, já para não falar da exploração subhumana sobre os seus pobres e analfabetos povos!
    Entre os “sóis nascentes” destas nações (que se autoaclamam de “emergentes”), para mim ainda em fase é de de “promessas” (quando muito, grandemente utópicas e irrealistas, com contornos indecifráveis e perfeitamente abstractos), prefiro bem mais a omnipresente Velha Europa e os consagrados e consolidados EUA, mesmo que com todos os seus “defeitos” e “consumismos” capitalistas (que diga-se de passagem, quando comparados com os decrépitos valores desses países e com o degredo limiar que escondem pela via da massificação produtiva e das densas exportações, são indubitávelmente bem mais “apelativos” e bem mais suportáveis!
    Orgulho-me profundamente de ser, antes de tudo,… Ocidental!

  17. Reginaldo Machado

    Temos que acreditar mais no Brasil…
    Estudos apontam o Brasil entre as 5 maiores potencias mundiais num futuro não muito distante, e isso é um facto. Tambem nosso país cresceu muito em diversas areas,mesmo sendo potencia emergente ja temos muita tecnologia. E em muitos setores nossas empresas estão conquistando clientes dos mais exigentes.
    Bem como belos exemplos:: Embraco Ind. de comprresores, Petrobras, Marcopolo, Eliane revestimentos, Embraer, entre muitas outras que os senhores conhecem. Empresas que estão praticamente no topo em seus setores. Não estou a falar em quantidade mas sim e qualidade..Algumas citadas são lideres em sua area.
    Bom nem precisso comentar nossos dotes naturais, os quais são de tamanho e beleza incomparaveis e ainda muito pouco explorados.
    Conheço um pouco da europa e posso dizer que temos uma cultura e um povo unico, feliz e simpatico.
    Sou muito patriota e acredito muito nesse grande Brasil.

  18. oi eu quero falar quer eu nao gostei muito do site porque nao e atualizado .

  19. Olá a todos!

    Vejam aqui a arvore genealógica das super potências do Mundo até hoje:

    Na antiguidade houve muitas super potências, mas não contam, porque eram só super potências Regionais (Grécia; Roma, e muito mais…).

    A 1ª super potência do Mundo foi Portugal porque iniciou os Descobrimentos e assim deu origem à Globalização, ou seja, criou um Império que detinha 60% de todo o Mundo (até hoje nenhum império em todo o Mundo conseguiu superar o tempo de império de Portugal que foram 200 anos e também nenhum império até hoje conseguiu superar o território mundial que era 60% que Portugal possuía), (antes de Portugal nenhuma nação detinha um Império Mundial).
    Portugal foi o 1º no Mundo a descobrir as Américas muito antes do Português de nome falso “Cristóvão Colombo”.
    E Portugal também descobriu a Austrália.

    A 2ª super potência do Mundo foi a Espanha porque Portugal assim quis, dando à Espanha para que ela começa-se o seu Império as Ilhas das Canárias.

    A 3º super potência do Mundo foi a Inglaterra ( a filha adoptiva de Portugal) porque Portugal lhe deu quase todo o seu Império Mundial e lhe ensinou a arte da navegação por mar, por isso se pode dizer que Portugal fez da Inglaterra a super potência do Mundo que foi no passado e que ainda é hoje, embora já esteja um bocado adormecida.

    A 4º super potência do Mundo foi a Holanda porque ROUBOU as ilhas das Especiarias (hoje a Indonésia) e o Cabo da Boa Esperança (situado na África do Sul) a Portugal e assim dominou as especiarias durante algum tempo e o Mundo também tornando-se durante pouquíssimo tempo uma super potência Mundial.

    A 5º super potência do Mundo foi a França porque ROUBOU territórios gigantescos de África a Portugal e com eles os utilizou para se “afirmar” super potência Mundial.

    A 6º super potência do Mundo foi e ainda é a Rússia porque tem um território muito extenso cheio de recursos naturais (gás, petróleo, e muito mais…) extremamente necessários para o Mundo, participou na 1º e 2º guerras mundiais (tendo ganho a 2º guerra mundial) e tem uma forte influência diplomática no Médio Oriente.

    A 7º super potência do Mundo foi e é os Estados Unidos da América (o neto adoptivo de Portugal) porque utilizaram na maior parte das vezes, “cérebros” estrangeiros para desenvolverem a sua tecnologia militar (um grande exemplo de um desses “cérebros” estrangeiros foi Albert Einstein que desenvolveu a bomba atómica).
    Os Estados Unidos da América podem ter “superioridade militar” sobre quase todos os países do Mundo, mas de nada adianta porque em todas mas em todas as guerras que entraram nunca as ganharam (eu sei que a 1º guerra e 2º guerra mundial dizem que foi os Estados Unidos que as ganharam mas isso não é verdade, porque na 1º guerra mundial foi Portugal e a Inglaterra que derrotaram a Alemanha na Batalha de La Lys e assim ganharam a guerra e na 2º guerra mundial foi a Rússia que derrotou a Alemanha e assim ganhou a guerra, e a Rússia foi a 1ª a entrar em Berlim, a capital da Alemanha).

    As potências do futuro serão:

    China; índia e Brasil

    Observação: Tudo o que está aqui escrito corresponde à realidade.

  20. Guilherme:

    “A 1ª super potência do Mundo foi Portugal porque iniciou os Descobrimentos e assim deu origem à Globalização, ou seja, criou um Império que detinha 60% de todo o Mundo (até hoje nenhum império em todo o Mundo conseguiu superar o tempo de império de Portugal que foram 200 anos e também nenhum império até hoje conseguiu superar o território mundial que era 60% que Portugal possuía), (antes de Portugal nenhuma nação detinha um Império Mundial).”
    -> Concordo quando escrever que Portugal constituiu o primeiro império mundial de que há memória. Roma e Alexandre Magno conquistaram efectivamente o mundo conhecido à sua época, mas sabiam ambos que nas franjas deste mundo havia grandes e poderosas civilizações. Portugal nunca “conquistou” o mundo, como Roma e Magno, mas limitou-se a estabelecer uma densa rede de fortalezas e entrepostos (feitorias) comerciais. Foi acima de tudo um império de Comércio e quase nunca um império “efectivo” na forma romana ou grega. Detinha o controlo dos Mares e por isso pôde manter essa imensa estrutura de pé até chegaram os piratas ingleses e holandeses, financiados pelos mesmos judeus que o famigerado Dom João III tinha expulso. Desses 60% que falas, Portugal nunca controulou “imperialmente” nem metade… Se necessário podíamos enviar forças e controlar qualquer ponto desses 60%, mas não mantínhamos aí uma presenla efectiva. Sinal cabal disso é a nossa presença em Angola e Moçambique, que só no século XX se estendeu a todo o território que nos era atribuído na cartografia…

    “Portugal foi o 1º no Mundo a descobrir as Américas muito antes do Português de nome falso “Cristóvão Colombo”.
    E Portugal também descobriu a Austrália.”
    -> Como se suspeitava há muito e como se sabe agora (ver http://ideiasfixas2.blogs.sapo.pt/171936.html)

    “A 2ª super potência do Mundo foi a Espanha porque Portugal assim quis, dando à Espanha para que ela começa-se o seu Império as Ilhas das Canárias.”
    -> Com o compadrio corrompido do Vaticano que interveiu na chamada Questão das Canárias a favor de Castela…

    “A 3º super potência do Mundo foi a Inglaterra ( a filha adoptiva de Portugal) porque Portugal lhe deu quase todo o seu Império Mundial e lhe ensinou a arte da navegação por mar, por isso se pode dizer que Portugal fez da Inglaterra a super potência do Mundo que foi no passado e que ainda é hoje, embora já esteja um bocado adormecida.”
    -> Mas continua a ser a segunda potencia naval do mundo…

    “A 4º super potência do Mundo foi a Holanda porque ROUBOU as ilhas das Especiarias (hoje a Indonésia) e o Cabo da Boa Esperança (situado na África do Sul) a Portugal e assim dominou as especiarias durante algum tempo e o Mundo também tornando-se durante pouquíssimo tempo uma super potência Mundial.”
    -> Os holandeses seguiram muito de perto o modelo português: país pequeno e com recursos escassos, não puderam tb manter pela força o seu Império e tiveram que se basear numa armada forte e eficaz e numa rede de postos (roubada aos portugueses, por vezes nem sempre com o mesmo sucesso).

    “A 5º super potência do Mundo foi a França porque ROUBOU territórios gigantescos de África a Portugal e com eles os utilizou para se “afirmar” super potência Mundial.”
    -> Aí discordo… A França não ocupou territórios significativos a Portugal… Tentou ocupar o Brasil em XVI, sem sucesso e mais tarde ameaçou as colónias africanas, mas sem sucesso algum…

    “A 6º super potência do Mundo foi e ainda é a Rússia porque tem um território muito extenso cheio de recursos naturais (gás, petróleo, e muito mais…) extremamente necessários para o Mundo, participou na 1º e 2º guerras mundiais (tendo ganho a 2º guerra mundial) e tem uma forte influência diplomática no Médio Oriente.”
    -> É verdade. É um pormenor muito desvalorizado na historiografia, mas se não fosse Estalinegrado e a consequente evaporação das melhores divisões alemãs e a concentração de esforços a Leste, os Aliados nunca poderiam ter vencido a Guerra na frente Ocidental…

    “A 7º super potência do Mundo foi e é os Estados Unidos da América (o neto adoptivo de Portugal) porque utilizaram na maior parte das vezes, “cérebros” estrangeiros para desenvolverem a sua tecnologia militar (um grande exemplo de um desses “cérebros” estrangeiros foi Albert Einstein que desenvolveu a bomba atómica).”
    -> Ver a famosa “Operação Paperclip”, que desviou os cérebros nazis para os EUA e formou o essencial das armas que garantiriram a superioridade dos EUA nos cinquenta anos seguintes…

    “Os Estados Unidos da América podem ter “superioridade militar” sobre quase todos os países do Mundo, mas de nada adianta porque em todas mas em todas as guerras que entraram nunca as ganharam (eu sei que a 1º guerra e 2º guerra mundial dizem que foi os Estados Unidos que as ganharam mas isso”
    -> Aí tb discordo… Os EUA ganharam todas as guerras onde entraram com superioridade moral e perderam todas aquelas em que se embalaram em discursos imperiais ou arrogantes… Caso do Vietname e do Iraque, p.ex.

    “não é verdade, porque na 1º guerra mundial foi Portugal e a Inglaterra que derrotaram a Alemanha na Batalha de La Lys e assim ganharam a guerra e na 2º guerra mundial foi a Rússia que derrotou a Alemanha e assim ganhou a guerra, e a Rússia foi a 1ª a entrar em Berlim, a capital da Alemanha).””
    -> La Lys foi um episódio insignificante na Guerra. Os portugueses, por lá, bateram-se bem, mas foram vencidos… e se os ingleses não tivessem chegado a tempo, a Frente romper-se-ía e a guerra poderia ter tido outro desfecho… Compreendo o raciocinio: se os portugueses tivessem aguentado um pouco menos, tudo poderia ter sido diferente, mas daí a dizer que fomos nós que vencemos a guerra… Discordo, Guilherme…

    “As potências do futuro serão:
    China; índia e Brasil”
    -> Óptimo para as duas últimas, mau para o mundo no que concerne à primeira… Racista, arrogante e imperialista. Esperemos que a Índia continue a afirma-se como contrapoder à ascensão da força chinesa e que os EUA e a Europa se mantenham suficientemente fortes para anular qualquer veleidade imperialista chinesa… Quanto ao Brasil, espero que ele saiba encontrar o seu caminho profético, assumindo a liderança de uma comunidade lusófona que espero que seja um Estado Trans-continental e a verdadeira 1ª potencia do século XXII…

  21. Olá! :)

    Eu penso que Portugal foi um Império sem igual, ou seja, mais nenhum país até hoje conseguiu superar Portugal em Império e acredito que hoje Portugal continua a ser uma super potência mundial embora muito mas muito Adormecida.

    Mas Portugal neste momento tem um grande problema com a Espanha (ver http://oliva5552.blogspot.com/2007/02/territrio-roubado-portugal.html)

    Para quem não quiser acessar o blog para ver do que falo eu explico aqui:

    TERRITÓRIO ROUBADO A PORTUGAL

    Olivença foi roubada a Portugal pela Espanha há 200 anos e até hoje não foi devolvida.

    Portugal tem todo o direito e o dever de reaver Olivença (roubada pela força pela Espanha).

    Este texto explica o porquê de Olivença ser de Portugal:

    Em 20 de Janeiro de 1801, a Espanha, cínica e manhosamente concertada com a França Napoleónica, invadiu Portugal em 20 de Maio de 1801, sem qualquer pretexto ou motivo válido, na torpe e aleivosa «Guerra das Laranjas», ocupando grande parte do Alto-Alentejo.

    Comandadas pelo «Generalíssimo» Manuel Godoy, favorito da rainha, as tropas espanholas cercam e tomam Olivença.

    Portugal, vencido às exigências de Napoleão e de Carlos IV, entregou a Espanha, «em qualidade de conquista», a «Praça de Olivença, seu território e povos desde o Guadiana», assinando em 6 de Junho o «Tratado de Badajoz», iníqua conclusão de um latrocínio.

    «Cedeu-se» Olivença, terra entranhadamente portuguesa que participara na formação e consolidação do Reino, no florescimento da cultura nacional, nas glórias e misérias dos Descobrimentos, na tragédia de Alcácer-Quibir, na Restauração!…

    Findas as Guerras Napoleónicas, reuniu-se, com a participação de Portugal e Espanha, o Congresso de Viena, concluído em 9 de Junho de 1815 com a assinatura da Acta Final pelos plenipotenciários, entre eles Metternich, Talleyrand e D. Pedro de Sousa Holstein, futuro Duque de Palmela.

    O Congresso retirou, formalmente, qualquer força jurídica a anteriores tratados que contradissessem a «Nova Carta Europeia».

    Foi o caso do «Tratado de Badajoz».

    E consagrou, solenemente, a ilegitimidade da retenção de Olivença por Espanha, reconhecendo os direitos de Portugal.

    Na Acta Final, apoio jurídico da nova ordem europeia, prescrevia o seu art.º 105.º:

    «Les Puissances, reconnaissant la justice des réclamations formées par S. A. R. le prince régent de Portugal e du Brésil, sur la ville d’Olivenza et les autres territoires cédés à Espagne par le traité de Badajoz de 1801, et envisageant la restitution de ces objets, comme une des mesures propres à assurer entre les deux royaumes de la péninsule, cette bonne harmonie complète et stable dont la conservation dans toutes les parties de l’Europe a été le but constant de leurs arrangements, s’engagent formellement à employer dans les voies de conciliation leurs efforts les plus efficaces, afin que la rétrocession desdits territoires en faveur du Portugal soi effectuée ; et les puissances reconnaissent, autant qu’il dépend de chacune d’elles, que cet arrangement doit avoir lieu au plus tôt».

    Espanha assinou o tratado, em 7 de Maio de 1807 e assim reconheceu os direitos de Portugal.

    Volvidos mais de 200 anos, a Espanha não deu, porém, provas do carácter honrado, altivo e nobre que diz ser seu, jamais nos devolvendo Olivença.

    Mas em terras oliventinas, sofridos dois séculos de brutal, persistente e insidiosa repressão castelhanizante (hoje, falar-se-ia de genocídio e crimes contra a Humanidade…), tudo o que estrutura e molda uma comunidade, a sua História, cultura, tradições, língua, permaneceu e permanece pleno de portugalidade!

    Separados do povo a que pertencem, da sua cultura, da sua língua, alienados da Pátria que é a sua, em austeros e silenciosos duzentos anos, os oliventinos preservam o espírito português e demonstram, pelo sentir da maior parte, não renunciar às suas raízes.

    Conclusão:

    A Espanha é uma HIPÓCRITA ao dizer sempre a Portugal que lhe devolve o território, mas até hoje nunca o devolveu…

    Cabe a todos os Portugueses e a todos os cidadãos de todo o Mundo (revoltados com o roubo deste território a Portugal pela Espanha) tornarem público o seu desagrado para que a Espanha decida de uma vez por todas devolver o território que roubou a Portugal.

  22. o caso de Olivença é muito interessante… do ponto de vista estritamente legal e à luz do Direito Internacional, é território português, sem dúvida. Mas recordo-me de ter lido já várias reportagens de rua onde se perguntava aos residentes em Olivença se se sentiam portugueses ou espanhóis… e ninguém defendeu a primeira opção…

  23. Eliel Fonseca

    sres, não me considero dono da razão, mas tenho como prática, a paixão pelo estudo da geopolítica internacional, e sendo assim, não posso deixar de dar minha opinião.
    pois bem, deixando os “achismos” e pessimismo exacerbados, há alguns pontos a se considerar:
    o primeiro deles, é o período vivedo por nós, brasileiros, na ditadura, pode soar estranho a maioria das pessoas, mas política também é fruto social “colhido”, o fato de não investirmos como deveríamos em nossas forças armadas, tem muitos fatores, óbvio, mas esse talvés seja o cerne da questão. a ditadura marcou muito a sociedade brasileira como um todo, empresários, inclusive, que não se adequavam aos interesses políticos vigentes àquela época, sofriam represálias por isso, em suma, ninguém escapava; por isso, no que diz respeito a investimento nas forças armadas, não é algo que soa bem para uma sociedade marcada como a nossa, como bem enfatizou o professor Tácio de Souza, especialista em geopolítica estratégica, em uma de suas palestras,” o brasil têmferidas ainda não cicatrizadas do período de chumbo, não é exagero afirmar que, a postura obscura do exército hoje, postura essa inclusive, notada pela crise do setor aéreo, contribua para contingenciamento orçamentário do setor… as forças armadas hoje, apesar de democráticas, preservam resquícios sérios da ditadura (…). alguém se lembra do escândalo dos documentos queimados das vítimas da ditadura? (…)”, e isso faz com que o senso comum não veja o investimento em forças armadas com bons olhos. se colocarmos aí, a política de país pacífico, torna-se notória o âmago da questão.
    somamos também senhores, outros fatos, que por questões óbvias, está ligado ao primeiro, a questão de “lucro-político”, ou seja, investir no âmbito das forças armadas, não é algo que angariaria votos, sejam por diversas questões (sociais, culturais, econômicas…), dentre elas, as supra citadas, não existe um sério interesse político, apenas e tão somente para a manutenção do país enquanto potencia regional. o que corrobora a postura adotada pelo governo até então.
    e por fim, li comentários de que o país tem que se armar, também não é por aí, creio que a questão do investimento em defesa seja essencial, estratégica, mas tem que ser , acima de tudo cautelosa, o país não pode se dar a negligência de atinar-se a uma corrida armamentista desiquilibrando a já frágil relação com seus vizinhos, pois estes, fariam o mesmo; mas também não sou a favor do descaso com as forças armadas, acho que o país tem que encontrar o equilíbrio, investindo acima de tudo, numa conscientização limpa dos estigmas do passado e sem o modismo do populismo presente.

    • Acho que o País tem que investir mais na diplomacia internacional. Com a descoberta do “pré-sal”, os “ianques”, com limitadas jazidas de petróleo, “cresceram o olho” no Brasil – como se diz lá em Minas. O que fazer, diante dessa possível ameaça? Armar-se, sim. Mas, mais do que isso, usar a diplomacia, mesmo pq os norte-americanos sempre foram parceiros do Brasil. Acho que os pré-acordos comerciais “normaliza” uma possível futura situação conflituosa. É dizer: “vcs querem nosso petróleo? Tudo bem, o temos em abundância e lhes VENDEMOS. Vamos sentar e conversar. Quanto vcs estão dispostos a nos pagar?” Portanto, não haverá necessidade, por parte dos EUA, de qualquer ato aventureiro contra o Brasil. Mesmo pq, nesse mundo multipolar atual, em que, certamente, a tendência é surgir novas e diversificadas fontes energéticas, ninguém garante que daqui a 10 anos o petróleo será o único propulsor energético das máquinas. Não vejo nesse mundo globalizado atual necessidade de corrida armamentista. Proteção de nossas riquezas, sim, mas com prudência, pois esse negócio de lidar com armas é muito perigoso. mormente com o sangue quente argentino no nosso calcanhar.

  24. joão batista freire

    Tenho curtido o bate-papo, e já que o ingresso é livre, gostaria de participar…

    Creio que alguns dados adicionais precisam ser considerados nesta conversa :

    1)Salvo a Russia e a China, nenhum movimento aponta para uma superação do
    poderio bélico N. Americano…menos ainda nos proximos 50 anos,(tratando-se de guerras nacionais).

    2)Entretanto o conflito no Iraque deixou bastante claro que assim como aconteceu com o “encouraçado” a maneira americana de fazer guerra está superada, caríssima e ineficaz a medio e longo prazo…A relação custo benefício torna-se internamente insustentável !!

    3)Apesar de conflitos regionais serem possíveis, me parece que a visão de uma
    Confederação Sul Americana já é tacitamente compreendida internacionalmente.Sem falar do acordo militar firmado no Rio de Janeiro em 1951, onde o compromisso de mútua defesa foi firmado ´por todas as nações do continente.

    4)Alem disso,depois do posicionamento Americano em relação ao conflito Anglo-Argentino nas Malvinas, ficou bastante claro que nós somos nós e eles são eles…

    5)O que se torna evidente é que há um custo e um risco para assumir a identidade de potência que a nação não deseja assumir.Não se trata apenas dos governantes, ou de questões econômicas…Me parece mais uma questão cultural…uma espécie de complexo de inferioridade gravado em nosso inconsciente coletivo…

    Apenas para pensar…

  25. ednaldo

    quais são atualmente as cinco maiores potencia mundial

  26. Existe muitas listas… Mas esta aqui:
    http://www.globalfirepower.com/ (Militarmente falando)

    Parece-me particularmente boa:
    1 United States
    2 Russia
    3 China
    4 India
    5 Germany
    6 France
    7 Japan
    8 Turkey
    9 Brazil
    10 Great Britain
    11 Italy
    12 South Korea
    13 Indonesia
    14 Mexico
    15 Canada
    16 Iran
    17 Egypt
    18 North Korea
    19 Spain
    20 Pakistan
    21 Australia
    22 Saudi Arabia
    23 Thailand
    24 Argentina
    25 Sweden
    26 Israel
    27 Greece
    28 Taiwan
    29 Syria
    30 Philippines
    31 Poland
    32 Ukraine
    33 Norway
    34 Iraq
    35 Libya
    36 Venezuela
    37 Lebanon
    38 Nepal
    39 Afghanistan

    Do ponto de visra económico:

    http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_GDP_(PPP)_per_capita

  27. joão batista freire

    Caros Ednaldo e Rui,

    Voces consideram correto, avaliar o poderio belico do Brasil desconsiderando sua influência econômica política e militar a nível regional?

    Qanto a lista apresentada pelo Rui, apesar de aparentemente vir de fonte confiável, parece estar comparando bananas com abacaxis.

  28. João: Por aqui já falei bastas vezes do poder económico do Brasil e do lugar que ele ocupa e ocupará cada vez mais no mundo… Não se limite a ler apenas este artigo, excluindo todos os demais, e comprovará por si mesmo aquilo que digo! ;-)

  29. Alexandre Santos

    O Brasil, de certo possui um fator econômico promissor…por sua vez, sinaliza essa clara “posição de potência futura”.
    Como potência militar na América do Sul, ele possui sim um valor singular…carente de investimentos visto a posição local, pós ditadura, de olhar com disconfiança,”as questões que lembrem farda”.
    Todavia a política loca,l na américa latina com o Sr. Chaves com seu populismo, trouxe um fator preucupação, para toda localidade…o que fez não só o Brasil mas todos vizinhos a se alinharem, de modo diferente, da tranquilidade que era comum na vizinhança.
    A questão EUA por sua vez sempre foi visto com cautela visto ao seu poder militar e econômico…eles semprem ditaram os caminhos econômicos…”Hoje”(futuro bem próximo) com a busca pela água (que será a próxima cruzada) não sei bem como será resolvida…
    Penso também que EUA com as afrontas Chavistas só não foram resolvidas pelo empreendimento Iraque …senão teriamos outro senario.

  30. olha na minha opinião ou o Brasil deve investir mais em suas forças armadas ou vai ter serios problemas no futuro,por exemplo os EUA investem mais ou menos 329bilhoes de dollares em sua forças armadas e o Brasil so 9,5bilhoes isso com o reajuste apresentado pelo governo Lula, o Brasil ele e muito mais rico em recursos naturais do que os Americanos ,e se qualquer pais do mundo tentar se aventurar aqui como vai ser?!
    O brasil tem um pessoal muito corajoso so precisa de investimento temos tudo pra chegar a ser umas das dez maiores potencias militares e uma das sete maiores potencias economica ja que pra isso nao falta muito ja que ja somos a dessima!!!! Então vamos la governates invistão mais !

  31. Anderson

    Rui, você tem uma visão que poucos de nós, brasileiros, temos, pois você está fora do Brasil e tem uma impressão, uma percepção muito melhor de nossas atitudes.

  32. Dizem que a distância dá a devida perspectiva para ver as coisas… E neste caso, não é só uma questão de Visão, é uma questão de opinião fundada e de crença numa visão de mundo que embora tenha raízes proféticas em Vieira e Pessoa, está também consolidada pelo papel crescente da economia brasileira no mundo, papel esse que falta apenas completar agora no plano político e da pacificação interna (criminalidade) que urge cumprir.

  33. No futuro, quer queiram ou não, haverá a predominância dos países detentores de grandes territórios (BRIC) Brasil, Russia, India, e China. Só para exemplificar o que virá em breve futuro, lhes digo que no momento em que vos falo, o Brasil detém a mais avançada tecnologia em produção de combustível nuclear. Da mesma forma, independente dos problemas outros que tenhamos a resolver, vos digo também, que antes de qualquer outro país, teremos (em até dez anos) armamentos de quinta geração, notadamente na aeronáutica. Nenhum dos três outros países citados tem abaixo ou acima da terra o que Portugal nos legou, e que a natureza nos proporciona. Em honra do sangue nobre que herdamos dos bravos portugueses, nós brasileiros, continuaremos imbatíveis nas batalhas que eventualmente nos dê o futuro. Irmãos portugueses, juntem-se conosco… vamos junto ao futuro brilhante que nos aguarda… Somos o Brasil, ou seja, um imenso Portugal… com muita honra.
    Graxaim

  34. Bem, dessa lista, não é certo que a China e a Índia tenham de facto condições para serem líderes mundiais no futuro… A Índia está imersa em densos problemas religiosos, que a dividem, que são causa de grandes tensões nucleares com os seus vizinho… A China é um autêntico barril de pólvora à espera de explodir. A repressão interna e o colonialismos chinês no Tibete cobrarão mais cedo ou mais tarde o seu preço, e quando a China monolítica implodir, dividir-se-á e tornar-se-á num imenso lodaçal balcânico. É que a resposta a um grande nível de opressão é sempre um nível equivalente de expansão, e é isso que antevejo para a China.
    A Rússia tem condições para ser essa potencia… Assim saiba corrigir os seus erros de percurso na chechénia e manter o gigantismo das suas fronteiras, descer a tendência autoritária e continuar a gerir os recursos petrolíferos.
    Ao Brasil falta “apenas” vencer a guerra interna contra a pobreza e a criminalidade… Num ponto e noutro têm sido dados sinais encorajadores no passado recente, e estou optimista…
    E sim, Agostinho da Silva escreveu em tempos que Portugal conseguiu cumprir dois grandes milagres:
    1. O de resistir aos ímpetos centralistas de Castela e de garantir a sua independência na Península
    2. O outro foi o de criar as condições para que o Brasil se mantivesse uno, por mercê da coragem dos Bandeirantes que desafiando Tordesilhas esticaram a raia até ao Leste e por outro, impedindo a pulverização do Brasil (por norma pombalina) naquela miríade de países que hoje caracteriza a América ex-espanhola.

  35. Brevemente colocarei minha opinião, como Professor de História e Geografia.

  36. Alcino: Ok. Aguardarei, então…

  37. O espaço é sempre restrito aqui, porém, com as devidas desculpas, gostaria de contestá-lo. Muitos outros fatores incidem sobre o caminho de Índia e China, em prol desses países, sobre aqueles que (com muita propriedade) citastes como impedimento para o seu progresso. Se aquí vale a vontade pessoal, gostaria que tivesses a total razão sobre os impedimentos de evolução da Índia e da China. Esses povos, como qualquer outros (dadas as diferenças que possam haver), possuem um pequeno percentual de sua população que se destaca como promotores do progresso de seu povos, nas mais variadas áreas. Ocorre, porém, que esse pequeno percentual, no caso deles, corresponde a um número imenso de indivíduos. Daí… conclua o resto!
    Quanto aos aspectos que te referistes, sobre Índia e China, sem dúvida, com eles concordo… Pelo menos em grande parte.
    Já sobre a Rússia, discordo totalmente. A Russia não passa de uma potência bélica, sem respaldo dos aspectos … como direi (?)… sociais ou básicos que mantenham o crescimento de uma nação até ao apse da pirâmide mundial… A Rússia possui um imenso território e depende de importação de alimentos… Dezenas de etnias compõem seu povo… povo aliás que consome alcool como nenhum outro (apenas um comentário). A Rússia já fez a sua parte. Está e continuará decadente. O espaço não permite expor as razões mas penso que ainda possa ter alguns ´´altos e baixos´´ mas não vai passar disso. É uma potencia do passado. Sem ser ´´PROPHETARUM´´ eu creio que se multi-partirá em médio ou longo prazo.
    Saudações.

  38. qual a principal ideia do auto a escrever esse texto

  39. Carlos:

    E contudo, lá tornou a cair o seu comentário no spam… mas ei-lo aqui publicado, assim que tal reparei. Experimente mudar o seu nome para CarlosOyar (tudo pegado) a ver se assim o sistema deixa de o classificar enquanto tal, ok?

    “O espaço é sempre restrito aqui, porém, com as devidas desculpas, gostaria de contestá-lo.”
    -> Não tem nada porque pedir desculpa! Nada é mais motivante do que uma boa polémica ou uma disfunção de opiniões!… Eu próprio estou constantemente a mudar delas, sempre que encontro argumentos contrários que tal me convençam a fazer. Já o fiz aqui várias vezes e tornarei a fazê-lo sempre que correcto. Nada é mais inimigo da Verdade que o Dogmatismo e tento sê-lo tão pouco quanto é humanamente possível…

    ” Muitos outros fatores incidem sobre o caminho de Índia e China, em prol desses países, sobre aqueles que (com muita propriedade) citastes como impedimento para o seu progresso. Se aquí vale a vontade pessoal, gostaria”
    -> Correcto. Listei apenas aqueles que me parecem mais importantes e certos a médio prazo.

    ” que tivesses a total razão sobre os impedimentos de evolução da Índia e da China. Esses povos, como qualquer outros (dadas as diferenças que possam haver), possuem um pequeno percentual de sua população que se destaca como promotores do progresso de seu povos, nas mais variadas áreas.”
    -> Isso é particularmente verdadeiro na Índia, que tem hoje uma das massas mais numerosas de melhores engenheiros informáticos do mundo, mas muito minotirários numa esmagadora maioria de população que ainda está alheia a qualquer tipo de informatização.

    ” Ocorre, porém, que esse pequeno percentual, no caso deles, corresponde a um número imenso de indivíduos. Daí… conclua o resto!”
    -> Mas isso tb significa que a China e a Índia não têm ainda a massa de consumidores bastante para se autosustentarem e dependem das exportações (ou do outsourcing no caso indiano) para sustentarem essa “élite intelectual”. Quando os seus salários forem mais elevados, e estão a crescer muito actualmente, deixarão de ser interessantes para as multinacionais, que então se apressarão a encontrar outros destinos. Isso já está actualmente a acontecer com o Vietname, que está a receber algumas indústrias de baixa tecnologia que antes estavam na China em resposta ao ligeiro aumento dos custos de mão-de-obra aqui registados recentemente.

    ” Quanto aos aspectos que te referistes, sobre Índia e China, sem dúvida, com eles concordo… Pelo menos em grande parte.
    Já sobre a Rússia, discordo totalmente. A Russia não passa de uma potência bélica, sem respaldo dos aspectos … como direi (?)… sociais ou básicos que mantenham o crescimento de uma nação até ao apse da pirâmide mundial… A Rússia possui um imenso território e depende de importação de alimentos… ”
    -> A Rússia é hoje o maior produtor de petróleo do mundo. E o único cujo aumento de produção tem acompanhado a explosão do aumento do consumo… Isso dá-lhe uma posição ímpar no mundo que deverá ser sólida até pelo menos 2050 quando se estima que haja uma queda abrupta da sua produção (lgeira daqui a muitos poucos anos). O problema das importações agrícolas pode reduzir-se se o Aquecimento global libertar novas terras para cultivo, como se estima que faça (como o fará no Canadá)… Socialmente, o regime autoritário putinista parece estar mais ou menos instalado definitivamente e na Rússia não há uma verdadeira tradição democrática (como havia nos países de Leste)… E até etnicamente no seu extenso território há uma sensível homogeneidade, havendo minoras étnicas em muitos locais (como na Chechénia), mas com uma presença quase omnipresente de minorias russas em qualquer todo o lado, mesmo nas repúblicas autónomas. E os russos têm uma espantosa capacidade inventiva… provavelmente decorrente das duras condições do seu clima… São um povo com um imenso potencial, ainda por despertar na sua plenitude… Sim… Serão sem dúvida uma das potencias do futuro…

    “Dezenas de etnias compõem seu povo… povo aliás que consome alcool como nenhum outro (apenas um comentário). A Rússia já fez a sua parte. Está e continuará decadente. O espaço não permite expor as razões mas penso que ainda possa ter alguns ´´altos e baixos´´ mas não vai passar disso. É uma potencia do passado. Sem ser ´´PROPHETARUM´´ eu creio que se multi-partirá em médio ou longo prazo.”
    -> Bem… o Futuro dirá quem tem razão!… Mas a sério, acredito sinceramente que a Rússia ainda vai jogar cartas por muito tempo… Mesmo se perder algumas das suas franjas territoriais, como a Chechénia ou outras partes
    da Ásia Central ou do Extremo Oriente, que não lhe são essenciais.

    Sara:

    “qual a principal ideia do autor a escrever esse texto”
    -> Chamar a atenção para a importancia que o Brasil vai ter – com toda a probabilidade – na concepção geopolítica do mundo e apelar às gentes brasileiras e portuguesas para as vantagens e necessidade histórica de uma reunião político-social entre as duas nações, como antecâmara para uma “comunidade lusófona”, uma confederação de povos de língua portuguese de âmbito mundial… Essa é a principal ideia, Sara.

  40. Caro Prophetaruam, quero crer que coincidimos em ´´genero, número e grau´´ sobre a Índia e a China, porém, chegamos a conclusões diferentes. Em apôio aos teus argumentos, direi que ambos os países jamais resolverão os seus respectivos problemas de super população. Por mais que cresçam como países, nunca vão conseguir distribuir as riquezas geradas deforma equânime pelas respectivas nações. Isso, porém, não vai impedí-los de desenvolver-se como país (países). Concluo que serão potências (ou podem vir a ser), enquanto países mas com grande parte da população pobre ou até miserável. Para ser mais esclarecedor, nós (o Brasil) exportamos a cada ano, maiores quantidades de alimentos, entre outros produtos. Mas, ainda aqui, temos uma parte da população sub nutrida, carente de proteínas. Ou seja, como país crescemos cada vez mais, como nação ainda somos na média, menos desenvolvidos (na verdade temos a vantagem, comparativamente aos citados Índia e China, de ser uma nação relativamente pequena… algo em torno de 190.000.000 de habitantes). Mais claramente: O país Brasil é mais desenvolvido que a nação (povo) brasileira.
    O mesmo ocorre com com eles (de forma bastante mais grave).
    Só para concluir (da minha parte) sôbre a Rússia, volto (da forma mais respeitosa possível) a te contestar. A Rússia, caríssimo irmão português, exclusivamente se destaca quando se trata de ´produtos bélicos´ e nada mais que isso. Inclua aí, a ´´corrida ao espaço´´ (Isto decorrente daquilo!). Seus grandes produtos de exportação, o petróleo e o gás (cerca de 80% do total exportado), NUNCA (desconheço o motivo) históricamente serviram como alavanca do desenvolvimento de qualquer país. Se ´petrodolares´ dessem esse status aos países… teríamos alguns árabes muito desenvolvidos. Mas essa não é ou não tem sido a realidade. Mais ainda. Se a Rússia for esperar pelo aquecimento mundial para produzir a comida que necessita, é bom ´comprar uma cadeira´ e esperar sentada. O que me dizes, dos pesquisadores brasileiros que nas últimas décadas tem desenvolvido a melhor genética para a produção agro-pecuária? Se um dia (eu tenho sérias dúvidas sobre isso) no futuro, o clima mudar, os russos terão que percorrer todo o caminho (certamente árduo, penoso e muito longo) que os técnicos brasileiros percorreram, para atingir o estágio em que nos encontramos.
    Te convido a pensar sôbre: o Brasil de hoje (nem uma vírgula a mais) com o armamento russo. Uma super potência? Pense sôbre isso… (Por favor, entenda que citar o Brasil é meramente para fins comparativos, -não temos vantagens a contar- já que é o país que mais conheço. Reconheço que temos muito ainda que andar.)
    Com todo o respeito que te devo, afirmo que o povo russo está longe de ser esse ´´monolito´´ étnico que dizes, com minorias (insignificantes). Creio firmemente, que são as divergências graves e cruciais que criam a separação dos povos, e entre elas o idioma é a principal. A história antiga e atual nos mostra claramente que línguas diferentes, decretam por definição a divisão de um país, por mais tempo que ele exista. Na Rússia, se fala bem mais de um idioma… É uma questão de tempo… vai se multipartir… Como se diz no Brasil: ´´Não vai EMPLACAR 2040.“
    Um abraço muito fraterno.

  41. micas

    mmmcfhhgfikis

  42. Carlos:

    “Caro Prophetaruam, quero crer que coincidimos em ´´genero, número e grau´´ sobre a Índia e a China, porém, chegamos a conclusões diferentes. Em apôio aos teus argumentos, direi que ambos os países jamais resolverão os seus respectivos problemas de super população. Por mais que cresçam como”
    -> Muitos acreditam que o excesso de população é um problema insolúvel, em larga escala. Provavelmente só mesmo o aumento do nível de vida fará reduzir e estagnar essa explosão. Mas terá o mundo recursos bastantes para sustentar uma imensa massa de novos consumidores com padrões de consumo “ocidentais” na Índia e na China? Duvido…

    “países, nunca vão conseguir distribuir as riquezas geradas deforma equânime pelas respectivas nações. Isso, porém, não vai impedí-los de desenvolver-se como país (países). Concluo que serão potências (ou podem vir a ser), ”
    -> Esse é aliás o grande problema da Globalização. Não é o aumento dos índices macro, nem sequer o aumento do nível de vida da população: é a distribuição dessa riqueza que aqui tem sido sobretudo ferozmente assimétrica.

    “enquanto países mas com grande parte da população pobre ou até miserável.”
    -> E que não consomem, tornando estas nações dependentes das exportações para o Primeiro Mundo, e logo, dependentes de crises que aqui ocorram, desde o aumento do petróleo (que este importa massivamente) até à explosão do desemprego (provocada pela vaga crescente de deslocalizações).

    “Para ser mais esclarecedor, nós (o Brasil) exportamos a cada ano, maiores quantidades de alimentos, entre outros produtos. Mas, ainda aqui, temos uma parte da população sub nutrida, carente de proteínas. Ou seja, como país ”
    -> Pq neste paradigma moderno, um país tem tanto mais sucesso, quanto mais exporta, não se mantêm largas camadas da população com fome ou subnutridas…

    “crescemos cada vez mais, como nação ainda somos na média, menos desenvolvidos (na verdade temos a vantagem, comparativamente aos citados Índia e China, de ser uma nação relativamente pequena… algo em torno de 190.000.000 de habitantes). Mais claramente: O país Brasil é mais desenvolvido que a nação (povo) brasileira.”
    -> É grande demais para um Estado-Nação demasiado centralizado… O brasil e portugal seriam tanto mais eficientes e teriam mais condições para distribuir melhor a riqueza quanto mais descentralizados (ao nível municipal) fossem, acredito eu.

    ” O mesmo ocorre com com eles (de forma bastante mais grave).
    Só para concluir (da minha parte) sôbre a Rússia, volto (da forma mais respeitosa possível) a te contestar. A Rússia, caríssimo irmão português, exclusivamente se destaca quando se trata de ´produtos bélicos´ e nada mais que isso. Inclua aí, a ´´corrida ao espaço´´ (Isto decorrente daquilo!). Seus ”
    -> mas uma e outra são áreas tecnológicas de ponta… É impossível criar de raíz um programa espacial ou uma caça de primeira linha sem dominar inteiramente muitas áreas tecnológicas de ponta… E isso consegue a Rússia desde sempre e com sustentação a prazo… É na mente dos seus engenheiros que reside a sua maior riqueza, não nos recursos do subsolo… Embora estes tenham servido para pagar aos primeiros!

    “grandes produtos de exportação, o petróleo e o gás (cerca de 80% do total exportado), NUNCA (desconheço o motivo) históricamente serviram como alavanca do desenvolvimento de qualquer país. Se ´petrodolares´ dessem esse status aos países… teríamos alguns árabes muito desenvolvidos. Mas ”
    > E a Nigéria (e Angola) não seriam a vergonha que são…

    “essa não é ou não tem sido a realidade. Mais ainda. Se a Rússia for esperar pelo aquecimento mundial para produzir a comida que necessita, é bom ´comprar uma cadeira´ e esperar sentada. O que me dizes, dos pesquisadores”
    -> Talvez não… A temperatura das zonas árticas está a mudar mais depressa do que previam todas as previsões…

    “brasileiros que nas últimas décadas tem desenvolvido a melhor genética para a produção agro-pecuária? Se um dia (eu tenho sérias dúvidas sobre isso) no”
    -> São os dois “brasis” que falas… Espero que um dia se encontrem. O mundo precisa de um Brasil próspero e com uma população capacitada e formada para contrapôr às velhas e novas europas (canadá, eua e austrália).

    ” Te convido a pensar sôbre: o Brasil de hoje (nem uma vírgula a mais) com o armamento russo. Uma super potência? Pense sôbre isso… (Por favor, entenda que citar o Brasil é meramente para fins comparativos, -não temos vantagens a contar- já que é o país que mais conheço. Reconheço que temos muito ainda que andar.)”
    -> Seria uma supepotencia local… Com Su-35 bastantes para travar qualquer atrevimento dos vizinhos mais imprevisíveis e fabricados localmente (com importante importação de know-how…). O Brasil então poderia assumir o papel socio-político que sempre recusou estranhamente cumprir no mundo. Infelizmente é mesmo assim… Um país tem tanta mais importância e relevo nos destinos do mundo quando maiores e melhores forças armadas tiver. No caso de Portugal, p.ex. Timor ainda hoje estaria ocupada pela Indonésia (como a Papua) se Portugal não tivesse enviado antes para a Bósnia as suas forças armadas…

    ” Com todo o respeito que te devo, afirmo que o povo russo está longe de ser esse ´´monolito´´ étnico que dizes, com minorias (insignificantes). Creio firmemente, que são as divergências graves e cruciais que criam a separação dos povos, e entre elas o idioma é a principal. A história antiga e atual nos mostra claramente que línguas diferentes, decretam por definição a divisão de um país, por mais tempo que ele exista. Na Rússia, se fala bem mais de um idioma… É uma questão de tempo… vai se multipartir… Como se diz no Brasil: ´´Não vai EMPLACAR 2040.“”
    -> Veremos… As franjas da federação podem saltar, mas o “core” ficará russo… É um país com uma grande tradição autorirtária, recorda-te e com uma maioria russa mais ou menos omnipresente de leste a ocidente…

    ” Um abraço muito fraterno.”
    -> Outro, aí para essas bandas do grande Mar Oceano!

  43. Caro Prophetarum,
    Só para concluir (da minha parte) o assunto RUSSIA. Numa análise simples, constatamos que o país cresceu tudo o que pode ou que lhe era possível crescer. Do alto de suas possibilidades, como maior nação da região, tomou de assalto e submeteu a todos os seus vizinhos mais fracos e menos armados. Utilizou impiedosamente a política do ´pé no pescoço´. E só não foi mais longe para não ter que confrontar-se com os EEUU (Iguais ou piores que eles). Prepotente e arrogante, a Rússia formou a União Soviéticas, ou seja, seu IMPÉRIO. Um império rui, Rui, quando não tem como se manter. Quando falta comida, roupa, sapatos, combustível para aquecimento…(temperatura média anual de 5,5 graus C.) e principalmente quando falta um mínimo de liberdade ou melhor dizendo, de dignidade, que faça um ser humano se sentir gente, cidadão… É esse povo que tu pensas ser um líder em futuro próximo? Respeito muito a tua opinião, inclusive a tua explícta simpatia pelos russos, mas não consigo vê-los como uma nação para se levar a sério… Não mesmo. O Putin é tão maquiavélico com o Rasputin e continua submetendo e ´cabresteando´ o infeliz povo da Rússia, hoje da mesma forma, como foi no tempo dos kzares. Ele vai se eternizar no poder, mas mesmo que isso não ocorra, seu substituto será igual. Onde andam os brilhantes cérebros russos que não desenvolveram tecnologia a não ser a militar… O que pretendem, comer trens de pouso de aeronaves ´ao molho madeira´…? Caviar com rebites de alumínio??? O que devo eu pensar sobre uma SUPER POTÊNCIA, cujos ganhos nacionais são em 80% baseados na exportação de petóleo e gás… Pior que o Brasil (PIB) que nós ainda consideramos pobre. Caro amigo, a tua Rússia não me convence. (Ahhh, se acaso pensares: ´´Que brasileiro teimoso!´´, te digo que parte do meu sangue é português). Justificado?
    Um fraterno abraço
    Carlos Oyar

  44. Os russos vivem sobre as maiores reservas (verdadeiras, já que por aí há muitos países com reservas inflacionadas) do mundo. Se o petróleo bater o limite dos 200 dólares, como se pensa, isso tornará a Rússia imensamente rica.
    E autoritária… A democracia é algo que nunca houve verdadeiramente na Rússia, exceptuando em curtos períodos, pelo que penso que é possível a um regime autoritário como o de Putin perpetuar-se no poder… Infelizmente.
    Os russos têm tecnologia e know.how para fazerem qualquer coisa. A sua vantagem no campo aeroespacial (de ponta) prova-o. Com os recursos financeiros e sem a prioridade esmagadora da área militar, podem cobrir rapidamente qualquer atraso… E no campo agríocola, serão dos raros beneficiários do aqueecimento global, com a recuperação de vastas extensões de campos para a agricultura e para a exploração mineira…
    E a Noruega também não é outro caso semelhante? Provavelmente não passaria de uma “Bulgária” se não fosse o Mar do Norte…
    Enfim, não digo que goste particularmente dos russos, mas admiro a sua capacidade, como admiro a potencialidade que é o Brasil, e que finalmente se está a demonstrar… E aqui fala o português visionário, bem ao estilo do luso-brasileiro Padre António Vieira…

  45. Caro amigo,
    Não creio que absolutamente sejas um ´visionáro´, como dissestes. Posso discordar de tuas opiniões, mas respeito a tua cultura e a tua inteligência. Ao contrário, não estaria aqui trocando ´idéias´ contigo. Ao que parece, nada vai mudar nossos opiniões sobre a Rússia e oS povoS que la viveM. Por formação, eu jamais daria crédito a um povo (povos) que se submete como carneiro…
    Tenho verdadeiro horror à covardia… Acredito na honra, na dignidade no respeito ao ser humano e a sua liberdade. Fascismo e comunismo, são faces da mesma moeda.
    Sobre o petróleo deles, quem te garante que é verdadeiro o volume, digo, a quantidade? Eles conseguiram, através da propaganda, enganar o mundo sobre suas grandezas, que jamais existiram… Com todo o respeito, te digo que na hora do ´´pega para capar´´ eles são iguaizinhos aos americanos, apanham covardemente. A surra que os americanos levaram dos vietnamitas, só é comparável a que os russos levaram no Afeganistão. Que potências são essas? Não creio que tenham grande influência no futuro… (Detesto falar nessa gente…).
    Clavis Prophetarum, este é o assunto que realmente me empolga e que me levou a contatar contigo, prioritariamente. O que o portugues médio conhece desse assunto? Como se posiciona sobre isso?
    Ao que me foi dado constatar, salvo se estou muito enganado, tu pensas em uma reestruturação dos componentes (países) do quinto império, valorizando os municípios e reduzindo as atribuições e poderes dos governos centrais. A vida de cada um, desenvolve-se na cidade, no bairro, na aldeia em que mora. Porém, ao ponto de vista dos brasileiros, perece-me que existe uma variação natural dessa concepção. Se perguntares a um brasileiro, no exterior, de onde ele vem, certamente a resposta será ´´do Brasil´´. Se uma segunda pergunta for para expecificar um lugar dentro do país, sem nenhuma dúvida ele te responderá sobre o seu Estado (unidade da federação) de origem (Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, etc.), sempre antes de fazer referência ao seu município natal. Daí que, provavelmente, um brasileiro dificilmente traria o ´poder´ao município, mas sim ao estado. E com certeza, independente do maior ou menor poder (centralização) do governo central, vamos continuar sendo brasileiros, e os portugueses… portugueses. Na tua concepção, como deve ocorrer a união, sem que se firam patriotismos ou que se tente rasgar bandeiras?
    Pessoalmente, não creio em líderes ou liderados (status temporário), antes acredito em união, em trabalho conjunto para a grandeza de todos. Cada um desenvolvendo ao máximo suas aptidões e contribuindo de acordo sua liberdade de agir e pensar. Esta observação é uma ´prévia´ para a seguinte pergunta: Como imaginas que Portugal deva se enquadrar no contexto do Quinto Império, como um estado normal (como os que formam a federação brasileira)? Como país lider? E os países africanos? E o Brasil? A tua opinião é de grande importância para determinar o meu percentual de credulidade na construção do grande império. Estarei atento.
    Encerrando, informo que ca, no além mar portugues, continuamos ao falar, ´comendo´ as consoantes, enquanto vós, aí no reino, continuam subtraindo as vogais. Viva a ênclise, raios.
    Um fraterno abraço
    Carlos Oyar

  46. Carlos:
    “nada vai mudar nossos opiniões sobre a Rússia e oS povoS que la viveM. Por formação, eu jamais daria crédito a um povo (povos) que se submete como carneiro…”
    -> É uma questão cultural e histórica, presumo… Na história dos povos, há sempre períodos de opressão, seguidos de períodos de descompressão, num cumprimento das velhas leis da termodinâmicas de fluidos, acho… Os russos têm tido bastantes momentos de compressão, parece, e suportam-noscom uma passividade que talvez o clima possa explicar.
    -> Mas é também esse clima que os motiva a serem tão criativos do ponto de vista técnico, e isso está à vista em muitos campos, especialmente no domínio aeroespacial.

    “Tenho verdadeiro horror à covardia… Acredito na honra, na dignidade no respeito ao ser humano e a sua liberdade. Fascismo e comunismo, são faces da mesma moeda.”
    -> Sem dúvida. São duas faces do mesmo modelo de governação: o Autoritarismo. Por isso houve o Pacto Hitler-Estaline e a partilha da Polónia… Se não fosse a cegueira de Hitler, o pacto teria durado e hpje teríamos um mundo radicalmente diferente…

    “Sobre o petróleo deles, quem te garante que é verdadeiro o volume, digo, a quantidade? Eles conseguiram, através da propaganda, enganar o mundo sobre suas grandezas, que jamais existiram… Com todo o respeito, te digo que na hora do ´´pega para capar´´ eles são iguaizinhos aos americanos, apanham covardemente. A surra que os americanos levaram dos ”
    -> A sua produção actual, os seus níveis e o seu crescendo dos últimos anos indica que o pico da mesma ainda está relativamente longe, talvez a um horizonte de 5 ou 19 anos… Têm muitas reservas, sob solos congelados, que agora com o aquecimento do Norte poderão ficar exploráveis, especialmente nos mares do ártico…

    “Clavis Prophetarum, este é o assunto que realmente me empolga e que me levou a contatar contigo, prioritariamente. O que o portugues médio conhece desse assunto? Como se posiciona sobre isso?”
    -> O português médio conhece tanto deste assunto, como brasileiro médio, ou como o mongol médio, penso eu… Ou seja, nada.
    -> Na verdade, exagero um tanto, nas comemoração recentes do centenário de Agostinho da Silva muitos dos seus textos foram republicados, e nestes, há frequentes referências ao tema do Quinto Império (Agostinho detestava o segundo termo, e com alguma razão) e a uma União com o Brasil. Assim, de permeio, o conceito tornou-se menos desconhecido, mas na Rua, no Café, em geral, o assunto está totalmente fora do debate, e no mundo da política, é completamente ignorado. Mais referida já é a questão da união com a Galiza (também parte do projecto agostiniano), ou até a União com Cabo Verde (esta muito menos).

    “Ao que me foi dado constatar, salvo se estou muito enganado, tu pensas em uma reestruturação dos componentes (países) do quinto império, valorizando os municípios e reduzindo as atribuições e poderes dos governos centrais. A vida de cada um, desenvolve-se na cidade, no bairro, na aldeia em que mora. Porém, ao ponto de vista dos brasileiros, perece-me que existe uma variação natural dessa concepção. Se perguntares a um ”
    -> Correcto. Quanto mais perto estiver a política e a administração da Coisa Pública do Eleitor e do Administrado, mais eficaz e mais accountable esta será. Quanto mais distante, mais autoritária, tecnocrática e corrupta. Este é princípio aplicado com tanto sucesso durante a Idade Média portuguesa.

    “brasileiro, no exterior, de onde ele vem, certamente a resposta será ´´do Brasil´´. Se uma segunda pergunta for para expecificar um lugar dentro do país, sem nenhuma dúvida ele te responderá sobre o seu Estado (unidade da federação) de origem (Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, etc.), sempre antes de fazer referência ao seu município natal. Daí que, provavelmente, um brasileiro dificilmente traria o ´poder´ao município, mas sim ao estado. E com certeza, independente do maior ou menor poder (centralização) do governo central, vamos continuar sendo brasileiros, e os portugueses… portugueses. Na tua concepção, como deve ocorrer a união, sem que se firam patriotismos ou que se tente rasgar bandeiras?”
    -> Não defendo o modelo proposto a pura e simples supressão do nível “estadual”. Pelo contrário, ele é essencial como modelo aglutinador e organizador e até conciliador entre os interesses nem sempre complementares dos diversos municípios… Defende o modelo a transferência de uma parte das suas competências para a entidade supranacional e outra para os municípios semi-independentes, mas não a sua absoluta dissolução, a qual seria aliás, impossível no caso português…

    -> Um abraço fraterno e transoceânico, Carlos!

  47. Caro Prophetarum,
    Com a elegância que te é peculiar ao responder, penso várias vezes antes de te constestar ou expor uma opinião. Afinal, certos ou errados, parece que buscamos um mesmo objetivo, qual seja, uma forma de união ainda mal definida ou mal delineada, que agregue os países lusófonos em prol da grandeza comum. Parece que teus sonhos vão mais longe. Já a minha fé não vai a tanto. A união dos lusófomos seria por si uma imensa vitória. As gerações se sucedem e o ser humano evolui, mas por um longo tempo, creio, viveremos num mundo de provas e expiações. Ação e reação correspondente.
    Meu caro, eu sou um brasileiro médio. Com isso quero me posicionar entre os brasileiros como não estando no ápse da pirâmide social, ou na sua base. Incluso simplesmente num padrão de máximo e mínimo, sem
    extremos. Isto posto, gostaria de te contar o seguinte: Lá pelos meus 15 anos de idade, via televisão, quando um apresentador falava sobre Portugal e a sobre a perda de suas colônias africanas. Fez referência à possibilidade de Portugal vir a enfrentar determinadas privações, etc. e etc. Concluindo, disse ele que Portugal, fatalmente, em futuro mais ou menos longínquo necessitaria se unir a um ou a um grupo de países (União Européia?) para manter e/ou desenvolver o seu padrão de vida. Mas o que mais me marcou foi o que ele disse sobre o sentimento do português ´´médio´´com relação ao Brasil. Foi lacônico . ´Um português se sentiria diminuido ou rebaixado se dependesse do Brasil como parceiro´. Não quero afirmar que as palavras tenham sido exatamente essas, mas a idéa transmitida, sim.
    Os anos se passaram, mas a idéia ´grudou´no meu cérebro. Já conversei sobre o assunto com muita gente, inclusive com portugueses que vivem aqui (e não são poucos). E te digo que, os brasileiros são bem mais simpatizantes da idéia de um tipo qualquer de associação.
    Tomei o teu tempo, contando esse fato (sem o ´c`) por uma razão que presumo muito relevante. Essa união, associação ou qualquer nome que venha a ter, me parece que terá obrigatóriamente que se originar em Portugal. Ganhar notoriedade e aceitação na tua pátria e só então vir para o Brasil. Aí me passa pela cabeça a dúvida semeada a tanto tempo: como os portugueses irão ´digerir´essa idéia?
    Provavelmente vais ter uma surpresa, se bem te informares. Sob o nome de Quinto Império ou o que significa, realmente aqui no Brasil, ninguém sabe nada. Porém, sobre uma possibilidade de algum tipo de sociedade com Portugal, pode não ser um assunto comum, mas também não é tão raro assim. Portugal é muito mais emancipado intelectualmente do Brasil do que o contrário. Temos o péssimo hábito de contar anedotas onde a vítima é invariavelmente o português. Independente da antipatia que possa gerar o fato, fica patente que o português permanece no inconsciente coletivo dos brasileiros. É também comum aqui, comprar-mos o pão na padaria do ´seu´ Albino. Morar-mos em frente a casa do ´seu´ Antônio. Ser-mos admiradores da Isabel, filha do ´seu´ Paulo… aquele que fundou um time de futebol amador chamado Cruz de Malta. Ah… tem também o ´seu´ Miguel, o pai da Iria… Todos eles tem algo em comum. São portugueses natos, que vem morar entre nós, enfim hoje, nossos vizinhos. Gente de bom carater, trabalhadores e respeitáveis. Muitos, prosperaram no Brasil, merecidamente.
    Quero, com tudo isso, tentar te dizer, que os portugueses aquí, são as únicas pessoas proveniente de outro país e que não são consideradas estrangeiros. E ao que tudo indica, a recíproca não é verdadeira, o que é possível perfeitamente se compreender, mas que em última análise pode-se constituir em um entrave terrível para a formação de uma futura união.
    Como dizemos aqui, pode ser um ´´abacaxí para se descascar´´.
    Que os bons ventos conduzam a gloriosa nau luzitana.
    Um fraterno abraço do
    Carlos

  48. Carlos:
    “Com a elegância que te é peculiar ao responder, penso várias vezes antes de te constestar ou expor uma opinião. Afinal, certos ou errados, parece que”
    -> Poucas coisas me agradam mais do que receber uma contestação a uma posição aqui explicitada! Se o contra-argumento fôr superior, adapto ou mudo a minha posição em conformidade, se não, serve sempre para consolidar a posição inicial…

    “buscamos um mesmo objetivo, qual seja, uma forma de união ainda mal definida ou mal delineada, que agregue os países lusófonos em prol da grandeza comum. Parece que teus sonhos vão mais longe. Já a minha fé não”
    -> Muito longe, porque nenhum “trabalho de sapa” tem sido cumprido de um lado ou do outro do Oceano nesta área…

    “vai a tanto. A união dos lusófomos seria por si uma imensa vitória. As gerações se sucedem e o ser humano evolui, mas por um longo tempo, creio, viveremos num mundo de provas e expiações. Ação e reação correspondente.
    Meu caro, eu sou um brasileiro médio. Com isso quero me posicionar entre os brasileiros como não estando no ápse da pirâmide social, ou na sua base. Incluso simplesmente num padrão de máximo e mínimo, sem
    extremos. Isto posto, gostaria de te contar o seguinte: Lá pelos meus 15 anos de idade, via televisão, quando um apresentador falava sobre Portugal e a sobre a perda de suas colônias africanas. Fez referência à possibilidade de Portugal vir a enfrentar determinadas privações, etc. e etc. Concluindo, disse ele que Portugal, fatalmente, em futuro mais ou menos longínquo necessitaria se unir a um ou a um grupo de países (União Européia?) para manter e/ou desenvolver o seu padrão de vida. Mas o que mais me marcou foi o que ele”
    -> Compreendo, mas essa era uma visão colonialista e limitada de Portugal… Portugal viveu durante a maior parte da sua existência sem “colónias”, já que estas só começaram a ser anexadas pelos idos de XV e cessaram em 1975… Portugal nasceu no século XI e o apogeu do seu sistema político (o municipalismo e o modo de governo medieval de Dom Dinis) ocorreu precisamente sem “império”.

    “disse sobre o sentimento do português ´´médio´´com relação ao Brasil. Foi lacônico . ´Um português se sentiria diminuido ou rebaixado se dependesse do Brasil como parceiro´. Não quero afirmar que as palavras tenham sido exatamente essas, mas a idéa transmitida, sim.
    Os anos se passaram, mas a idéia ´grudou´no meu cérebro. Já conversei sobre o assunto com muita gente, inclusive com portugueses que vivem aqui (e não são poucos). E te digo que, os brasileiros são bem mais simpatizantes da idéia de um tipo qualquer de associação.”
    -> É verdade. Penso que sim. Muitos portugueses têm dificuldade em lidar com esse aspecto da União. Esse sentimento já existe em relação a Espanha, como muito mais sentido de propriedade, diga-se… A imensidão geográfica e demográfica do Brasil está na raíz dessa questão, julgo. Mas também a distância política e de sentimento criada entre nós desde o final do século XIX… Algo que pode ser encurtado gradualmente, mas sensivelmente em discussões abertas como esta, penso eu.
    -> De qualquer modo, penso que se os portugueses tivessem que escolher entre formar uma União Lusófona ou unirem-se com polacos, ingleses ou alemães, a maioria optaria pela primeira opção… Não que nos tivessem dado alguma vez essa escolha, claro…

    “Tomei o teu tempo, contando esse fato (sem o ´c`) por uma razão que presumo muito relevante. Essa união, associação ou qualquer nome que venha a ter, me parece que terá obrigatóriamente que se originar em Portugal. Ganhar notoriedade e aceitação na tua pátria e só então vir para o Brasil. Aí me passa pela cabeça a dúvida semeada a tanto tempo: como os portugueses irão ´digerir´essa idéia?”
    -> Como disse, não estão… Não conheço outros que defendam estas propostas, nem mesmo entre aqueles que mais seguem as ideias de Agostinho (http://www.agostinhodasilva.pt/ceas.htm)

    “Provavelmente vais ter uma surpresa, se bem te informares. Sob o nome de Quinto Império ou o que significa, realmente aqui no Brasil, ninguém sabe nada. Porém, sobre uma possibilidade de algum tipo de sociedade com”
    -> Por cá, o termo é relativamente conhecido… Mas mais num contexto sebastiânico ou profético, não na visão agostiniana de uma união luso-brasileira, ou lusófona…

    ” Portugal, pode não ser um assunto comum, mas também não é tão raro assim. Portugal é muito mais emancipado intelectualmente do Brasil do que o contrário. Temos o péssimo hábito de contar anedotas onde a vítima é invariavelmente o português. Independente da antipatia que possa gerar o fato, fica patente que o português permanece no inconsciente coletivo dos brasileiros. É também comum aqui, comprar-mos o pão na padaria do ´seu´ Albino. Morar-mos em frente a casa do ´seu´ Antônio. Ser-mos admiradores da Isabel, filha do ´seu´ Paulo… aquele que fundou um time de futebol amador chamado Cruz de Malta. Ah… tem também o ´seu´ Miguel, o pai da Iria… Todos eles tem algo em comum. São portugueses natos, que vem morar entre nós, enfim hoje, nossos vizinhos. Gente de bom carater, trabalhadores e respeitáveis. Muitos, prosperaram no Brasil, merecidamente.”
    -> É verdade… Essas anedotas correm o Brasil há muito e descrevem mais ou menos bem um tipo de emigração que enviámos para o Brasil nos finais do século XIX e começos do XX… Individuos do interior, rudes e analfabetos, mas muito empreendedores e resilientes, como sabe ser o português do Interior, desde sempre…
    -> Por cá, ainda não temos o fenómeno da “anedota dos brasileiros”, mas este surgirá, creio, acompanhando os crescentes afluxos de emigrantes, e é natural (como o daí) e prende-se com a reacção natural das sociedades aos elementos exógenos que recebem. O fenómeno da “piada” não é grave, é até saudável…

    “Quero, com tudo isso, tentar te dizer, que os portugueses aquí, são as únicas pessoas proveniente de outro país e que não são consideradas estrangeiros. E ao que tudo indica, a recíproca não é verdadeira, o que é possível perfeitamente se compreender, mas que em última análise pode-se constituir em um entrave terrível para a formação de uma futura união.
    Como dizemos aqui, pode ser um ´´abacaxí para se descascar´´”
    -> Na pequena sondagem que mantenho no banner lateral direito do Quintus, observa-se que:
    Se é português: Concorda com a União Portugal-Brasil?
    Sim
    (380)
    Não
    (467)
    Se é brasileiro: Concorda com a União Brasil-Portugal?
    Sim
    (301)
    Não
    (315)

    O que ilustra muito bem as tuas palavras! Mais brasileiros do que portugueses estão dispostos a considerar essa possibilidade, mas mesmo entre os mais reticentes portugueses quase metade dos que responderam (apenas o podem fazer uma vez), consideram uma hipótese para a qual não há praticamente nenhuma informação, o que é extraordinário!

    “Que os bons ventos conduzam a gloriosa nau luzitana.”
    -> Assim o oiça os ventos da História, caro amigo!

  49. Caro Prophetarum,
    Surpreendente notícia, essa de que nada aí (no reino), ainda foi feito em prol da causa. Se continuar assim, Portugal corre o risco de D. João VI não retornar… A carruagem passa de portas abertas e penso que seja urgente embarcar. Se não houver uma atitude forte e decisiva da corte, a coroa ficará na colônia. Pior do que isso, separada da origem. Se fosse religioso, por certo rezaria para que se desse uma forma de união. Mas como livre pensador, desejo com todo coração, que tudo o que a violência separou no passado, seja reagrupado para o bem de todos. (bom humor faz parte.)
    Ainda não me foi dado saber o quanto tu conheces do momento presente do Brasil, digo, do que está acontecendo aqui, em termos gerais.
    Essa minha curiosidade não é em vão. Penso que se tu pretendes tomar uma atitude em prol da causa que abraçastes, fazendo algum tipo de publicidade, seria importante informar ao português sobre o Brasil e os brasileiros… Não sei se concordas com isso, mas… me parece que é o único caminho para iniciar.
    Minha preocupação, relativa a esse assunto, se dá em função de que as coisas aquí (no além mar) estão andando muito rápido. Eu te diria que a parte da máquina que já esta ajustada, acelera cada vez mais… E muito rapidamente novos componentes se incluem. (Por favor, te informa, caso já não estejas…). Isso, meu caro, poderá em futuro próximo criar um abismo intransponível… Penso que quanto mais o tempo passar, tanto mais difícil será o ´´caminhar juntos ao futuro´´… Cabe ao teu povo juntar o que separou, dar um mínimo acalanto a quem nem tão bem tratou no passado. (sem rancores, sem esperanças e até sem sonho nenhum.). E se te coube por destino liderar o movimento… faça-o! (que responsabilidade…eu reconheço.) Disse Gonçalves Dias, em I´Juca Pirama, uma poesia épica brasileira… ´´A vida é combate que aos fracos abate… aos fortes e aos bravos só pode exaltar…´´. Enfim, espero que ´as coisas´ se tornem realidade. Destino é meramente a tendência de rumo para os acontecimentos de acordo com as Leis do Universo. Aos fracos, ele leva inexorávelmente. Os forte, o modificam. Se queres fazer algo em prol ´da causa´, terás por certo um trabalhoso caminho, pela frente. Mesmo que de pouco valha, tens a minha solidariedade.
    Bons ventos para a gloriosa nau luzitana. Saúde, força e união.
    Fraterno abraço do
    Carlos.

  50. O Brasil nunca foi, não é e nunca será superpotência, pois embora seja um gigante no seu tamanho geográfico e na sua riqueza, em contrapartida o seu povo precisa de pelo menos 500 anos para começar a desintoxicar de sua ignorância, analfabetismo, corrupção, distribuição de riquezas, à custa de muitas guerras frias, civis, intervenção militares, golpes, poderes internacionais, porque os abastados em nome da lei(leis que fazem para apascentar a si mesmos), dificilmente vão deixar de mamar das “tetas” do Estado, em detrimento dos que verdadeiramente trabalham – não vivem, vegetam – e pagam pesados impostos. Este País é uma vergonha!!!

  51. Marcelo Cunha

    Sec XXI, período muito longo, que tal até 2050: palpite, talvez a 4ª economia. No campo militar, algumas anáses acima são verdadeiras comédias. Quanto à união com portugal, a idéia não é poética, é patética. É mais fácil o Rei D. Sebastião voltar das areias de Alcacer-kibir.

  52. Houve no passado longinquo uma experioencia Aliens q fez a raça H umana predadora de si mesmo estamos caminhando para a destruição de nós mesmos, e vcs sabem quem vão ser os herdeiros das fotunas das Super Potencias… AS BARATAS

    AHAHAHAHAHAHAHAHA…….Ass Rep ti lians

  53. gerrero

    Odmir Dias de Souza (21:56:01) :
    voce e uma vergonha
    Moro a 18 anos em curitiba e nunca fui assaltado fui a barcelona passar 30 dias e me roubaram kkkkkkk

    Brasileiro que vive no rio de janeiro tem medo da violencia, sao paulo tambem.
    no nordeste tem violencia mas não e armada como no sudeste.
    Norte e sul, claro que tem crimes mas não e como em barcelona ou lisboa kkkk

    hje o Brasil e a 9 potencia, vai crescer muito em 30 anos se for 4% ao ano chegara ao 5 lugar jah em 2030.

  54. ed

    O brasileiro e sim um povo muito honesto trabalhador não e por 6 duzia de corruptos e por um bando de traficantes movimentados pela ilegalidade que e visto por outros olhos na europa, va a inglaterra encontre 10 nigerianso em 1 quadra vendendo maconha e cocaina, va ao rio de janeiro, voce tem q procura muito pra acha 10.

    quando falam em favela pensao logo em violencia mas não sabem que na rocinha mora 300 mil pessoas e po se não nascer pelo menos 5 % de vagabundos não estamos no planeta TERRA.

    se urbanizar as favelas as mortes por doeças diminuiram a educaçao aumentará havera amsi emprego e desta forma expulsariam os criminosos.

  55. Ricardo Teixeira

    Odmir Dias de Souza (21:56:01) :

    Porque voçe nunca foi aos EUA, 100 milhoes ao minimo por mes são desviados,
    só que lah o povo não fica sabendo que dize a massa que engloba as classes b,c e d. Vai lah e eprguna sobre o aquecimento global, pergunta sobre a crise economica pergunte oque eles acham da china, do brasil da india.

    o maximo que eles vao responder e que não sabem oque e aquecimento global e iriam pergunatr em que pais e esta tal crise,

    china, aaaaa aquele pais com um monte de jente favelada que mora no mato??
    aaaaaaa a india, que tem indios????

    brasil, onde fica e um daqueles paises que surgiram deposi da 2 Gm ??
    Obs esssa ultima foi oque me perguntaram na escola que eu fiz intercambio em Ohaio……………..

    depois os Brasileiros e que são ignorantes;

  56. ed

    kkkkkkkkkk
    pois enquanto ainda exitir pessoas que só desvalorizam o brasil, ou pessoas que nunca vieram ao brasil criticando nosso país, haha dexe que falem melhor para os brasileiros que vivem no melhor país do mundo e logo logo assumiram um lugar no g8

  57. Ricardo Teixeira

    Sem ter oque fazer li todo o debate realizado acima entre o Adm e um brasileiro, creio que é relevante não apenas os portuguêses que aqui residem como a maioria dos europeus na região sul, dos japoneses em são paulo, dos africanos no nordeste são tratados como sendo da casa, por um simples motivo, eu sou brasileiro mas sou descendente de italiano e esta descendencia e recente, um negro e descendente de africano um brasileiro de olho puxado e descendente de japones e por ai vai.

    Quando houve essa imigraçao, existiu algo no Brasil que a tornou dificil. o fato desses imigrantes povoarem regiões desabitadas, preservando sua tradiçao e firmando um laço de união com os demais povos em busca de um crescimento conjunto.

    Desta forma um Brasileiro conhece o mundo, mas o mundo não conhece o Brasil, se voçe falar em uniao com protugal a aceitaçao e boa não portuqe e lusofonico ou porque portugal e brasil foram unidos por um imperio em alguma epoca, mas pelo simples fato do Brasileiro interagir e conhecer os portugueses mas realize uma proposta de união entre
    brasil e japao…
    brasil e italia……
    brasil e polonia…..
    brasil e amemanha……

    a aceitaçao será igual ou superior a citada nesse forum.

  58. Thomas

    Nossa!!! To gostando de ver!!! Finalmente Brasileiros que reconhecem suas próprias capacidades….A questão das origens étnicas dos países, é muito contestável antropológicamente falando, pois, se analisarem a salada de povos de origens diversas que se entrelaçaram na Europa antiga (Arabes, judeus, europeus do leste..etc…) Basta analisar como se compunha a Europa antiga dividida por reinos que se tornaram países ao longo do crescente desenvolvimento do intercâmbio cultural e econômico….Se hoje chamarem japoneses de Chineses isso é inaceitável, pois, se tornaram um país ou povo que se consolidou em uma ilha com traços culturais homogêneos…mas antes eram mais um ramo étnico da mesma origem dos Chineses em tempos remotos.
    A necessidade de delineação ou consolidação dos Estados modernos, com espaços delimitados, leis comuns entre outras características que o denotam, tambem trouxe consigo a necessidade da invenção de um mito de origem, como o que houve na Itália (irmãos Reno)….O que acontece é que somos uma nação nova ainda estamos criando nossos mitos e nossas caracteristicas, sem contar que temos uma vastissima riquesa étnica com Indios, brancos, negros e Amarelos que enriquecem e cada vez mais se ligam a uma cada vez mais forte e potente pátria mãe Brasil

  59. Carlos:
    ” Caro Prophetarum,
    Surpreendente notícia, essa de que nada aí (no reino), ainda foi feito em prol da causa. Se continuar assim, Portugal corre o risco de D. João VI não retornar… A carruagem passa de portas abertas e penso que seja urgente embarcar. Se não houver uma atitude forte e decisiva da corte, a coroa ficará na colônia. Pior do que isso, separada da origem. Se fosse religioso, por certo rezaria para que se desse uma forma de união. Mas como livre pensador, desejo com todo coração, que tudo o que a violência separou no passado, seja reagrupado para o bem de todos. (bom humor faz parte.)”
    -> Antes do mais… peço desculpa pela tardia da resposta… Muitos afazeres e escasso tempo, receio bem…
    -> E de facto, nada se fez. Com o MIL, lançamos a primeira pedra, pequena, mas crescente. E esperando pelo ano de 2012 quando a Europa deixar de fazer pingar as suas patacas sobre Portugal, ano em que se desfarão as frágeis ilusões europeias de muitos portugueses… Se o trabalho de sapa fôr devidamente feito, haverá adesão a estas ideias, estou certo. E temos muito tempo para preparar caminho… E entretanto Cabo Verde e Angola desenvolvem-se e talvez se preparem para estar em condições para se juntarem a Portugal e ao Brasil por essa data… Quem sabe?

    ” Ainda não me foi dado saber o quanto tu conheces do momento presente do Brasil, digo, do que está acontecendo aqui, em termos gerais.”
    -> Pelos media, nada. Pela Internet, o que o tempo me deixa conhecer…

    ” Essa minha curiosidade não é em vão. Penso que se tu pretendes tomar uma atitude em prol da causa que abraçastes, fazendo algum tipo de publicidade, seria importante informar ao português sobre o Brasil e os brasileiros… Não sei se concordas com isso, mas… me parece que é o único caminho para iniciar.”
    -> Concordo. Um dos meus projectos é uma espécie de “jornal” luso-brasileiro, com notícias de ambos os países… E talvez o possa concretizar a breve trecho, no seio do MIL. Veremos se a ideia colhe.

    ” Minha preocupação, relativa a esse assunto, se dá em função de que as coisas aquí (no além mar) estão andando muito rápido. Eu te diria que a parte da máquina que já esta ajustada, acelera cada vez mais… E muito rapidamente novos componentes se incluem. (Por favor, te informa, caso já não estejas…). Isso, meu caro, poderá em futuro próximo criar um abismo intransponível… Penso que quanto mais o tempo passar, tanto mais difícil será o ´´caminhar juntos ao futuro´´… Cabe ao teu povo juntar o que separou, dar um mínimo acalanto a quem nem tão bem tratou no passado.”
    -> Tem é falta a amibição, a largueza de vistas dos meus (nossos) antepassados de Quinhentos, perdida e trocada por estes cinzentismos imitadores de belgas e holandeses que hoje nos governam… Mas a mesma Alma está cá, e há-de renascer!

    ” (sem rancores, sem esperanças e até sem sonho nenhum.). E se te coube por destino liderar o movimento… faça-o! (que responsabilidade…eu ”
    -> Não… De todo. Para isso há gente bem melhor no MIL… O Paulo Borges ou o Renato Epifânio, por exemplo.

    “reconheço.) Disse Gonçalves Dias, em I´Juca Pirama, uma poesia épica brasileira… ´´A vida é combate que aos fracos abate… aos fortes e aos bravos só pode exaltar…´´. Enfim, espero que ´as coisas´ se tornem realidade. Destino é meramente a tendência de rumo para os acontecimentos de acordo com as Leis do Universo. Aos fracos, ele leva inexorávelmente. Os forte, o modificam. Se queres fazer algo em prol ´da causa´, terás por certo um trabalhoso caminho, pela frente. Mesmo que de pouco valha, tens a minha solidariedade.”
    -> Obrigado, vale muito, certamente.

    ” Bons ventos para a gloriosa nau luzitana. Saúde, força e união.
    Fraterno abraço do
    Carlos.”
    -> Um Abraço Quintano, Carlos!

    Odmir Dias de Souza:
    ” O Brasil nunca foi, não é e nunca será superpotência, pois embora seja um gigante no seu tamanho geográfico e na sua riqueza, em contrapartida o seu povo precisa de pelo menos 500 anos para começar a desintoxicar de sua ignorância, analfabetismo, corrupção, distribuição de riquezas, à custa de muitas guerras frias, civis, intervenção militares, golpes, poderes internacionais, porque os abastados em nome da lei(leis que fazem para apascentar a si mesmos), dificilmente vão deixar de mamar das “tetas” do Estado, em detrimento dos que verdadeiramente trabalham – não vivem, vegetam – e pagam pesados impostos. Este País é uma vergonha!!!”
    -> Ora, veja o caminho que percorreram em apenas 10 anos! O quanto os vossos índices económicos melhoram e até o quanto diminui a criminalidade nas grandes cidades (para mim o maior problema do Brasil, juntamente com a corrupção). O caminho é claro e não pode ser arrepiado, sob pena de ficar comprometido o destino da lusofonia no Mundo!

    Marcelo Cunha:
    ” Sec XXI, período muito longo, que tal até 2050: palpite, talvez a 4ª economia. No campo militar, algumas anáses acima são verdadeiras comédias. Quanto à união com portugal, a idéia não é poética, é patética. É mais fácil o Rei D. Sebastião voltar das areias de Alcacer-kibir.”
    -> Bem, estas previsões dependem de tudo continuar como está… O petróleo começará a entrar em franco declínio por essa data e como ele haverá um abanão violento na Economia mundial… Até que ponto afectará ou beneficiará o Brasil? Depende da sua capacidade para o substituir e para manter a sua Economia auto-alimentada (sem dependências excessivas das Exportações)
    -> Patético é aquele que não consegue ver além do horizonte imediato, caro Marcelo… Sonho e Ambição, destas duas medidas se fizeram todos os grandes projectos da História. E imagine quão grande seria um projecto que unisse num países de 4 continentes distintos?

    Exterminator:
    ” Houve no passado longinquo uma experioencia Aliens q fez a raça H umana predadora de si mesmo estamos caminhando para a destruição de nós mesmos, e vcs sabem quem vão ser os herdeiros das fotunas das Super Potencias… AS BARATAS”
    -> Bem… Tento sempre responder a todos os comentários. Mas desta vez fiquei sem palavras.

    Odmir Dias de Souza:
    ” voce e uma vergonha
    Moro a 18 anos em curitiba e nunca fui assaltado fui a barcelona passar 30 dias e me roubaram kkkkkkk”
    -> Barcelona e a Espanha em geral são dos países com mais assaltos do Mundo. E muito cuidado em Madrid… O Brasil tem os seus problemas, especialmente nas grandes megápoles (especialmente por o serem, aliás), mas não é uma situação generalizada a todo o seu território e recentemente o problema tem dado sinais animadores de recuperação.

    ” Brasileiro que vive no rio de janeiro tem medo da violencia, sao paulo tambem.
    no nordeste tem violencia mas não e armada como no sudeste.
    Norte e sul, claro que tem crimes mas não e como em barcelona ou lisboa kkkk”
    -> Bem, eu moro em Lisboa e nunca tive problemas… Excepto uma vez, nos arrabaldes.

    ” hje o Brasil e a 9 potencia, vai crescer muito em 30 anos se for 4% ao ano chegara ao 5 lugar jah em 2030.”
    -> Esperemos que além do PIB também cresca nos restantes índices de desenvolvimento humano e na redução da distribuição dos rendimentos. São estes dois pontos que mais me preocupam, não a consistência do primeiro.

    Ed:
    ” O brasileiro e sim um povo muito honesto trabalhador não e por 6 duzia de corruptos e por um bando de traficantes movimentados pela ilegalidade que e visto por outros olhos na europa, va a inglaterra encontre 10 nigerianso em 1 quadra vendendo maconha e cocaina, va ao rio de janeiro, voce tem q procura muito pra acha 10.”
    -> Correcto, Ed. É mesmo assim. É uma ideia deturpada e errónea. Insegurança há em todo o lado. Caracas por exemplo, é mais violenta que o Rio e ninguém fala aqui disso.

    ” quando falam em favela pensao logo em violencia mas não sabem que na rocinha mora 300 mil pessoas e po se não nascer pelo menos 5 % de vagabundos não estamos no planeta TERRA.”
    -> Infelizmente bem verdade…

    ” se urbanizar as favelas as mortes por doeças diminuiram a educaçao aumentará havera amsi emprego e desta forma expulsariam os criminosos.”
    -> Como está fazendo o Chavez… Mas com mais petro-dinheiro, claro.

    Ricardo Teixeira:
    ” Odmir Dias de Souza (21:56:01) :
    Porque voçe nunca foi aos EUA, 100 milhoes ao minimo por mes são desviados,
    só que lah o povo não fica sabendo que dize a massa que engloba as classes b,c e d. Vai lah e eprguna sobre o aquecimento global, pergunta sobre a crise economica pergunte oque eles acham da china, do brasil da india.”
    -> Os EUA são um Universo de gente. Lá tem tudo. Desde gente da mais culta à gente mais ignorante (no pior sentido) que se pode conceber.

    ” o maximo que eles vao responder e que não sabem oque e aquecimento global e iriam pergunatr em que pais e esta tal crise,
    china, aaaaa aquele pais com um monte de jente favelada que mora no mato??
    aaaaaaa a india, que tem indios????”
    -> O seu sistema de ensino, muito especializado tem aqui grandes culpas… Por isso prefiro os nossos, latinos, que premiam a cultura geral e a interdisciplinariedade.

    ” brasil, onde fica e um daqueles paises que surgiram deposi da 2 Gm ??
    Obs esssa ultima foi oque me perguntaram na escola que eu fiz intercambio em Ohaio……………..”
    -> pergunta idiota… Pois se até houve brasileiros combatendo em Itália, ao lados dos soldados dos EUA…

    Ed:
    ” kkkkkkkkkk
    pois enquanto ainda exitir pessoas que só desvalorizam o brasil, ou pessoas que nunca vieram ao brasil criticando nosso país, haha dexe que falem melhor para os brasileiros que vivem no melhor país do mundo e logo logo assumiram um lugar no g8″
    -> E um lugar permanente no CS da ONU. Não esquecer. Isso sim, é bem mais importante que o vistoso, mas inútil G8.

    Ricardo Teixeira:
    ” Sem ter oque fazer li todo o debate realizado acima entre o Adm e um brasileiro, creio que é relevante não apenas os portuguêses que aqui residem como a maioria dos europeus na região sul, dos japoneses em são paulo, dos africanos no nordeste são tratados como sendo da casa, por um simples motivo, eu sou brasileiro mas sou descendente de italiano e esta descendencia e recente, um negro e descendente de africano um brasileiro de olho puxado e descendente de japones e por ai vai.”
    -> É precisamente essa riqueza de origens que torna o brasileiro tão especial e o torna numa espécie de antecipação daquilo que será o Humano do futuro: multiracial, multicultural, tolerante e… a plena concretização daquilo que o português continental poderia ter sido se não fosse a traição à sua Alma cometida pelo ultracatolicismo e pela tacanhez salazarenta…

    ” Quando houve essa imigraçao, existiu algo no Brasil que a tornou dificil. o fato desses imigrantes povoarem regiões desabitadas, preservando sua tradiçao e firmando um laço de união com os demais povos em busca de um crescimento conjunto.
    Desta forma um Brasileiro conhece o mundo, mas o mundo não conhece o Brasil, se voçe falar em uniao com protugal a aceitaçao e boa não portuqe e lusofonico ou porque portugal e brasil foram unidos por um imperio em alguma epoca, mas pelo simples fato do Brasileiro interagir e conhecer os portugueses mas realize uma proposta de união entre
    brasil e japao…
    brasil e italia……
    brasil e polonia…..
    brasil e amemanha……
    a aceitaçao será igual ou superior a citada nesse forum.”
    -> É possível… Mas não acredito em tal. A língua polaca é falada por quantos brasileiros? Quantos alemães visitam o Brasil todos os anos? Quantos japoneses têm família no Brasil e vice-versa? Que laços directos e genéticos têm o Brasil e a Alemanha? O brasil é uma espécie de “grande portugal”, assim como Portugal é uma espécie de brasil na europa.
    -> vamos desperdiçar esta unicidade mútua, esta potencia para criar no mundo uma coisa verdadeiramente notável e exemplar, que seria uma união de todos os povos lusófonos, começando por Portugal e pelo Brasil?
    -> Vamos sacrificar o Sonho?

    Thomas:
    ” Nossa!!! To gostando de ver!!! Finalmente Brasileiros que reconhecem suas próprias capacidades….A questão das origens étnicas dos países, é muito contestável antropológicamente falando, pois, se analisarem a salada de povos de origens diversas que se entrelaçaram na Europa antiga (Arabes, judeus, europeus do leste..etc…) Basta analisar como se compunha a Europa antiga dividida por reinos que se tornaram países ao longo do crescente desenvolvimento do intercâmbio cultural e econômico….Se hoje chamarem japoneses de Chineses isso é inaceitável, pois, se tornaram um país ou povo que se consolidou em uma ilha com traços culturais homogêneos…mas antes eram mais um ramo étnico da mesma origem dos Chineses em tempos remotos.”
    -> E nesse contexto, o “português” é das raças mais miscigenadas da Europa, precisamente como o brasileiro o é, na América do Sul… Mais uma semelhança. Temos sangue mourisco, sírio, viking, romano, germânico, celta, mediterrânico, etc, etc… Talvez só a Itália tenha tal mistura de gentes e essa é uma das forças que explica a resiliência de Portugal como Nação, acredito eu.

  60. Há um ditado que diz:
    ´O pessimista se queixa do vento; o otimista espera que mude, e o realista ajusta as velas.´
    Isto apenas para comemorar o aumento do número de otimistas, neste blog.
    Afinal, é preferível acender um ´toco de vela´ do que esbravejar contra as trevas. Acredito que a equipe realista/otimista vai se tornar cada vez maior e ganhar o jogo. (hehehe)
    Um fraterno abraço

  61. HELIO FABIO DOS SANTOS

    os russo podem ir muito longe com o petroléo .mas até quando sufocara os estados ricos e subjugados pelo poder belicioso de MOSCOW ..dentro de seu imenso territorio. A CHINA COM SUA GRANDE POPULÇÃO POBRE E ESCRAVIZADA NOS CAMPO DE PRODUÇÃO AGRICOLAS SENDO LHES NEGADO O DIREITO DE SE LOCOMOVER PELA SUA PATRIA .. A E A INDIA COM ESTRAORDINARIA E MILENAR MOSAICOS RELIGIOSOS Q SABEMOS Q MUITOS NÃO SUPORTAM A HERANÇA CONSTITUIDO EM AVANÇOS E TECNOLOGIA.

  62. a Russia está evaporar-se e a perder meio milhão de habitantes por ano
    a china, cedo ou tarde, vai estourar porque o aumento do nivel de vida é incompatível, a prazo, com a falta de democracia
    a India… tem extensas redes de pobreza insanável e um fosso socio-económico entre os campos e as cidades.

    por isso é que dos BRIC
    confio apenas no Brasil para assumir este papel.
    sózinhou ou re-unido a Portugal e demais países lusófonos.
    O projecto do MIL, enfim:

    http://www.movimentolusofono.org/

  63. Anónimo

    a Russia não é tão fraca quanto parece…a Russia não é tão forte quanto parece.
    O Brasil corre o sério risco, justo no seu melhor momento, assim como a própria Russia o foi durante a I GM, de ter seu desenvolvimento cortado pelos comunistas.

  64. a menos que inverta rápidamente o seu declínio demográfico, a Rússia não vai conseguir manter um Extremo Oriente despovoado (e onde as populações migram em massa para a parte ocidental, aliás), contra uma China expansionista e ávida dos recursos naturais que a Rússia tem.
    Se se refere a esses “comunistas” (o PCC tem disso muito pouco), tem razão.
    Quanto ao Brasil… essa ameaça não tem substância, acredito. O próprio Lula não se “converteu” à social-democracia?

  65. cravo

    [a Rússia não vai conseguir manter um Extremo Oriente despovoado ...contra uma China expansionista e ávida dos recursos naturais que a Rússia tem]

    a rússia não precisa de se defender de quem quer que seja, existe uma coisa chamada dissuasão que evitou que a guerra fria aquecesse. UM CENTÉSIMO do arsenal nuclear deles é suficiente para arrefecer os ânimos de quem quer que seja.
    a rússia pode já não ser uma superpotência politica mas continua a ser uma das duas superpotências militares. o arsenal nuclear estratégico da rússia é idêntico ao dos estados unidos, cerca de 10 vezes maior que o de todas as outras potências nucleares juntas( excepto usa) e cerca de 300 vezes maior que o da china.
    a china pode levantar cabelo contra quase toda a vizinhança mas não são ridiculamente estúpidos a ponto de tentarem expulsar o tiranossaurus rex da toca com um caniche

  66. é um argumento, cravo.
    mas quanto desse arsenal russo está ainda efetivamente funcional?
    e que conhecimento desta informação tem a China?
    e ainda que tenha a Bomba (ou melhor dizendo, muitas Bombas), quando o Extremo Oriente estiver mesmo completamente despovoado (por migração externa e quebra demográfica) como impedir o afluxo de milhões de emigrantes chineses e a consequente colonização? Isso já está a acontecer, ao que creio, aliás.
    Mas sim. Admito. O facto de ser uma potencia nuclear deverá refrear os apetites chineses por bastante tempo…

  67. cravo

    A russia tem cerca de 6600 ogivas nucleares estratégicas ACTIVAS, inluindo cerca de 500 mísseis balísticos intercontinentais com um total de cerca de 1800 ogivas, e um numero desconhecido de armas nucleares tácticas, além de 40 mil toneladas de armas químicas e um número desconhecido de armas biológicas. Tudo junto chega para tornar o planeta inabitável várias vezes. E os chefes militares e políticos da china têm plena consciência disso. Uma coisa é agredir um vizinho mais fraco e esperar que a sua propria capacidade de dissuasão evite a intervenção de uma potência estrangeira. Outra coisa completamente diferente é ameaçar a integridade territorial de uma potência nuclear, sobretudo de uma com capacidade de devolver o planeta à idade do gelo.
    A emigração ilegal pode acontecer, tal como acontece nos estados unidos, mas uma coisa é o país ser povoado por estrangeiros e se submeter às autoridades locais, como acontece com os mexicanos nos usa. Outra totalmente diferente e inconcebível era o méxico tentar anexar a califórnia porque a maioria da sua população é de origem hispânica. Aliás, a emigração ilegal de chineses até pode vir a jogar a favor da rússia a longo prazo.

  68. cravo:
    na escala presente o problema demográfico é de uma gravidade extrema:
    “The country’s population is declining by at least 700,000 people each year, leading to slow depopulation of the northern and eastern extremes of Russia, the emergence of hundreds of uninhabited “ghost villages” and an increasingly aged workforce.
    Now, one of Russia’s leading sociologists has warned that the country’s population may halve by the middle of this century.
    Official Russian forecasts, along with those from international organisations like the UN, predict a decline from 146 million to between 80 and 100 million by 2050.”

    http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/5056672.stm

    E sendo esta metade remanescente composta por idosos, na sua maioria… com um território tão extenso, será dificil manter o controlo do extremo oriente.
    E a China está a ensaiar sistemas ABM. Tornar-se-á tão sedenta de recursos perante o urso depauperado, mas rico nas suas fronteiras a ponto de arriscar um confronto?

    O tempo o dirá…

    E as forças nucleares russas estão ainda num estado grave… e a erodirem-se rapidamente:
    “Currently, the core of the Russian nuclear potential consists of missile systems developed and deployed by the Soviet Union in 1980s. By the end of 1990, silo-based variant of RS-12M2 “Topol-M” (SS-27) missile entered into service and its serial production was launched. Serial production of a road-mobile variant of this missile is planned for the near future. Most of existing weapons systems will reach the end of their service life by 2010 — except for several SSBNs, whose warranty period expire by 2015. However, missile systems of these submarines will be out of warranty much earlier — by 2002-2003. Testing of a modernized missile (Bark) for SSBN Typhoon was cancelled after several unsuccessful launches, and development of this missile system was stopped. Efforts on extension of service life of the Tu-160 (Blackjack) and Tu-95MS (Bear H) bombers will allow these aircraft to remain in service till at least 2020, however their cruise missiles have mostly reached the end of their lifespan, while development of the new ALCMs is carried out at a too slow pace.”

    http://www.armscontrol.ru/start/rsf_now.htm

    Ou seja… quantos vectores de lançamento haverá a funcionar em 2050 (altura em que a população russa chegar a metade da atual?)

    Porque serão também

  69. cravo

    quantos lançadores e quantas ogivas estarão activas em 2050 não é importante, basta que sejam algumas centenas para funcionar como meio de dissuasão. nem sequer precisam de ser em número superior ao do suposto inimigo. podes ter 200 pistolas e o teu vizinho ter só uma, mas uma chega para te matar e com certeza não vais querer um confronto com ele.
    repara na coreia do norte, o numero de armas nucleares é pequenissimo, os misseis também, e o nivel de sofisticação idem. no entanto, os americanos jamais se atreveriam a atacá-los porque a probabilidade de serem atingidos é pequena mas…nunca se sabe!
    e a russia continua a fabricar e a desenvolver icbms, cada vez mais sofisticados e díficeis de interceptar.
    e os sistemas abm não dão garantias nenhumas, sobretudo contra misseis como o topol-m, concebido para ser imune sistemas abm, capaz de manobras evasivas na fase terminal que tornam a trajectoria imprevisivel, dotado de contramedidas e iscos, blindado contra radiação, pulsos electromagnéticos e feixes de partículas. o grau de sofisticação é tal que um missil desses chega para deixar um inimigo borrado de medo. assim que forem equipados com mirvs basta um para deixar uma nação de rastos.

  70. sim, é verdade…
    contuodo regista o incrivel grau de declínio militar e demográfico da Rússia e o contraste tremendo com a ascensão militar (com base tecnológica russa) e demográfico da China.
    Este contraste, em dois vizinhos, um em evaporação, outro em explosão interma e tendo o primeiro recursos naturais muito ricos vai cedo ou tarde criar uma fonte de conflitos.
    Mas sim, admito. Neste concreto, a arma nuclear pode salvar a paz, como já o fez na Guerra Fria, aliás…
    Os topol são armas magníficas e a indústria russa tem capacidade para os fabricar em massa, se tal for pedido pelo governo. Provavelmente, serão estes a salvar a Rússia desta predação daqui a 50 anos…
    Existe é sempre o perigo de uma destas armas cair nas mãos erradas! Algo que será muito provável numa russia em declinio e ameaçada a leste por um vizinho agressivo e expansionista!

  71. monalisa ***

    eu nao estou entendendo nada !

  72. MIchael

    Na sua opinião haverá uma unica grande potência mundial no século xxi ou várias?
    JUstifique.

  73. Várias. O mundo do futuro, não será mais o mundo bipolar da guerra fria ou o da superpotencia única dos últimos anos.
    será tão multipolar, como o era do século IV d.C., com várias potencias regionais, paritárias e dividindo entre si zonas de influência, como faziam na época Maias, Romanos, Partos, Guptas e Chineses, alguns sem se conhecerem uns aos outros.
    É nesse mundo que acredito que o Brasil tem que cumprir o seu papel. Não sozinho, que o mundo não está de feição para caminhares solitários, mas lado a lado, par a par com os demais países lusófonos com que comunga um espírito e uma alma comum, muito mais que portuguesa, brasileira ou angolana, simplesmente.
    Esse é o mundo futuro que antevejo. Um mundo dividido entre potencias, nem sempre éticas, como a China, onde a Lusofonia pode e deve cumprir um papel central e onde a velha Europa e os esgotados EUA terão um papel cada vez mais insignificante.

  74. roberval

    os estados unidos , e uma super potencia mais perdeu a guerra do vietnan, eo comflito no iraque
    foi um fiasco nunca venceu um comflito pra valer
    com algum pais de verdade.

  75. Odmir Dias de Souza

    Através de uma boa educação podemos ter um super potência!!!

    Fala-se muito do Brasil como a 3ª Potência mundial. O Brasil tem condições para isto, mas a índole da maioria de nossos políticos, que mais se ocupam com CPI, puxando tapete de um aqui e outro acolá, corrupto derrubando corrupto, dinheiro à rodo sendo desviado todos os dias quer da União, dos Estados, dos Municípios, et…; aliás, a própria formação do povo é ruim. Sou professor e vejo o que os políticos vêem, mas fazem vistas grossas, que mais de 90% dos alunos de redes públicas simplismente não querem estudar…. Na skyscrapercity vejo a indignação daqueles conterraneos pátrios, do por quê o Brasil não tem arranha-céus com até muitos outros países de 3º mundo já têm? É aquilo que já disse num outro artigo, o Brasil nunca terá um arranha-céu de mais de 60 mandares; nem trem bala; nem novas ferrovias; nem trens que cortam este País de Norte a Sul e de Leste a Oeste, porque só tivemos uns poucos políticos visionários neste País, é até paradoxal, mas a maioria deles
    é do período dos militares, como Juscelino Kubschek(Brasília); Prefeito Faria Lima, em São Paulo, etc. Se não existisse Faria Lima, talvez nem metrô o Brasil teria. Pode notar que as grandes obras deste País foram todas no período dos militares: Itaipú, Rodovias como Imigrantes, Castelo Branco, Metrô, Sistema Cantareira de Água; etc… A visão é tão grande que metrô em São Paulo, depois de Faria Lima só é feito aos pequenos trechos, nem conseguiram dobrar as estações. Garanto que se Faria Lima tivesse mais uma gestão, aquele visionário – como de outros ao redor do mundo -, teria feito Metrô de superfície correr no lugar de todas essas sucatas da CPTM, até Mogí, Santo André, etc… O que o Brasil precisa é parar de colocar culpa nos professores deste País e deixar a maioria não querendo nada com estudo. Precisa usar os meios de cominicação para cobrar responsabilidades dos pais com respeito aos seus filhos, e garantir boa educação fundamental e média, não às custas de professores como bodes expiatórios, mas apertando a cinta da responsabilidade dos pais. Quando o Brasil tiver um povo mais culto e menos corrupto, que gosta só de atalhos e levar vantagem em tudo, aí sim, tudo vai mudar, como na Austrália, Coréia do Sul, China, Chile, Japão, etc.

  76. Sim O BRASIL é um potência Hebívora…do bem.Ñ temos nada da agressividade ianks/sionista.

  77. odmir Dias de Souza

    Maior Potência? – Será que decola?

    Brasil, País de grandes dimensões continentais, um dos maiores países do mundo, mas naniquinho no progresso, em relação a muitos outros que decolaram.

    Estou usando a espressão “decolar” para argumentar mais uma vez o quanto nossa Nação está distante de ser uma superpotência.

    Na semana que acaba de passar tenho ouvido que a construção da 3ª pista do aeroporto ainda está em análise. Será que essa 3ª pista vai decolar? Já disse para muita gente, no Brasil, nunca tivemos obras de grande porte como período dos militares. Nem antes e nem depois. Por que será? Se o militarismo era um mal, será que essa democracia estava preparada para swer implantada? O povo bnrasileiro foi preparado para receber a democracia? Se tivesse sido preparado não teríamos um País tão instável na política, na educação, na saúde, etc.

    O Brasil não fará mais obras grandes como as que que mencionei num outro artigo, por exemplo, Itaipú, Imigrantes, Metrô, etc. Moro perto do Aeroporto de Guarulhos. Quando estava no auge de que sairia a 3ª pista eu estava morando nessa suposta área de desapropriação. Sem medo eu compraria a casa em que estava morando, porque o proprietário estava com medo da desapropriação, mas eu jamais temia isto. Dizia para todos que não tivesse temor, porque neste País jamis haverá uma desapropriação para construção de 3ª pista em Guarulhos, construção de “Trem Bala”, etc. Dito e feito, não deu em nada a 3ª pista em Guarulhos, nem vai dar em Viracopos, e nem em lugar nenhum. Será que alguém pode me dizer onde neste País está sendo construido uma obra daquelas que foram feitas nas décadas de 50 a 70? – A corrupção não deixa, pois ela se tornou um cancer! O que se trata dentro dasm Câmaras do Senado, da União, Estaduais e Minicipais são coisas só do interesse dos políticos, dos magistrados, nunca do povo.

    Portanto, nunca sonhe em trem bala, 3ª pista de aeroporto, obras para a Copa de 2014, tudo isto vai terminar em bla, bla, bla. O que decola todo dia é magistrado levantando vôo pra ver o que nosso País deveria ter, levantando castelos, quem sabe até lavagem de dinheiro com edifícios residenciais de mais de 40 andares pelas capitais do Nordeste e outras regiões do Brasil, quando nem São Paulo tem edifícios como esses.

    Mas a esperança é a última que morre, quem sabe um dia, antes de morrer, pois tenho 56 anos, ainda assitirei uma nova visão de nossos magistrados e a decolagem do povo e a “Ordem e Progresso” deste rico e massacrado País.

  78. Roze Santos

    Concordo plenamente,nosso grande problema é a politicagem existente no Brasil e além disso o povo brasileiro não merece muito mais que tudo isso!
    Somos de verdade uma nação vergonhosa,não só pelos politicos,também pelo povo,que rouba,que mata,que engana,que destroi e acima de tudo não respeitam o próximo!
    Tenho sentido muita vergonha em ser brasileira.O brasileiro para o resto do mundo se traduz apenas em jogadores de futebol e mulheres volúveis,basta sair do Brasil e ouvir nas ruas das capitais do mundo o que pensam de nós!!!
    Posso garantir nada de bom!!!!(TRISTEZA)
    Afinal merecemos o governo que temos!!!!
    Infelizmente aquela porcetagem do brasileiro que trabalha honestamente,respeita o meio-ambiente,as pessoas,os espaços públicos,é educado,não fura fila,diz obrigada(o) e por favor também para esse brasileiro não muda nada (infelizmente)porque o resto do mundo já acredita
    que somos uma ………………
    Desculpem a sinceridade,infelizmente é mesmo assim.Os brasileiros que vivem fora sabem exatamente o que estou dizendo e certamente alguns deles sofrem por temos de pagar a conta de um país inteiro!Será sempre assim,ou isso vai melhorar???!!!
    Deus queira que sim

  79. Oi Roze, ainda temos uma chance ,podemos até nos matar, + os culpados somos nós mesmos.pELOS MENOS, AINDA Ñ LEVAMOS NOSSAS MAZELAS à outros países, pélo contrário, somos ameaçados, pelos ianks e outros,vide o caso da amazônia. Tudo passa pela “EDUCAÇÃO”, enquanto a minoria for p faculdade pública pela meritocracia, com tudo a favor é nada contra, como no caso meu em q nem professor de certas matéria havia..é acesso a faculdade só é tão sómente só a privada, ie. paga.Enquanto existir essa dicotomias…o nosso páis , o BRASIL será vergonhoso p vc , q pode viajar p fora do mesmo, e saber sobre esses sentimentos a nosso respeito..É q Deus tenha dó de td nós.A coisa vai ficar bem pior, se ñ melhorar-mos o IDH do BRASILeiros.

  80. Bisando. Só através da educação é q o BRASIL vai decolar.

  81. O BRASIL só vai melhorar com mt educação p todos, em especial p essa maioria mestiça ( 53% )),q as universidades públicas sejam tbm nossa.O cara mal ganha p comer , é tem q pagar uma faculdade privada. Assim, deste modo, só vai aumentar a violência , uns pouco com tudo é uma imensa maioria sem nada. É dizer q sr.Pelé está certo ao dizer q votamos mau e burramente, td por culpa da ditadura do voto obrigatório .Pela educação é o voto facultativo.Avante BRASIL.

  82. é os meus comentários…p as calendas ?

  83. Só vamos melhorar quando a educação das massas forem + ou melhor q das elites tupiniquins, caso contrario td, + td mesmo vai piorar aqui, + de 30.000 jovens irão morrer , com idade entre 14/20 anos..sem pespectivas, morando em favelas, tirando de lixões meios de subsistência…com o número cada vez maior de mendigos, é com criancinhas de colo…isso é total descaso social..Isso q se planta, isso que se colhe. eles morrem , + mt matam antes de irem a óbito…desemprego e míseria.

  84. Mais alguma dúvida para tranformar-mos o BRASIL em potência? Basta melhorar-mos IDH dos favelados( eu sou um deles )e a coisa socialmente falando , vai se refletir na segurança de cada um de nós. É q se acabe com a ditadura do voto obrigtório neste país, pelo voto distral é misto.

  85. Voto distrital misto e facultativo, É melhorias no ensino básico, melhorias real no salário mínimo , + consumo + emprego+indusatrias..é o ciclo virtuoso se instaura…Isso é fazer um país ir p o futuro ; isso é ser potência.

  86. BRASIL , a potência emergente , o futuro tem de ser agora, p eu e os meus .

  87. Ralph Teixeira

    Passei por uma verdadeira maratona, quase 1 hora e meia lendo todos os textos postados por estas bandas.

    Li todos os zilhares de comentários, vi muitos comentários positivos, tantos outros negativos a respeito do Brasil como futura potência.

    Acho que discutir recursos naturais é um campo árido, não há muito o que se discutir a este respeito, tampouco tem muito do que dizer a respeito dos índices sociais de desenvolvimento humano e de distribuição de renda.

    São pontos pacíficos e carecem de modificação, ninguém aqui nega o fato de termos índices alarmantes a respeito da distribuição de renda, dentre outros aspectos.

    Mas fico pasmo com a quantidade de brasileiros descrentes das conquistas que já tivemos, mesmo com todos os problemas de corrupção, que hoje em dia acredito serem mais sérios até do que a violência (porque a violência anda lado a lado com a corrupção, sem uma polícia corrupta, um senado corrupto, empresas corruptas, não haveria distorções sociais tão discrepantes como a que se vê na atualidade, tampouco espaço para a criação de um poder paralelo ao estado que encontrou um campo vasto e absolutamente intocado pelo estado para atuar, provas da ineficiência deste poder paralelo tem sido as últimas operações da Polícia, que tem demostrado acertividade e combatido com 100% de eficência a pseudo organização criminosa que se encontrava em várias favelas no Rio de Janeiro).

    Vejo sim com preocupação a corrupção acima de tudo, porque esta congela o Brasil num patamar de subdesenvolvimento, esta faz com que poucos políticos furtem dos cofres públicas somas aviltosas, estuprando os bolsos das classes pagantes de impostos do País.

    Mentem as pessoas que dizem que a honestidade não é um bastião do País, mentem, porque não enxergam que não fossem as pessoas honestas o país não teria o arcabouço financeiro que possui, de tantos pagantes do imposto de renda apenas 1 milhão foram pegos na malha fina e desses boa parte por questões de despesas médicas, cuja análise é digna de críticas.

    Precisamos sim como sociedade parar de reclamar como imbecis repetidores de mantras frasais e agir como cidadãos de bem, procurando justiça sob todas as ferramentas que possuímos.

    E o começo te tudo não parte apenas do Voto, mas da educação. Há que se educar nossos filhos de acordo com os paradigmas da honestidade e do bom caratismo, da honraria. Quantos pais, quantos são os mesmos que tanto reclamam de um Brasil desonesto que não educam seus filhos? Enviam-nos para as escolas sem o menor respeito ao professor, à instituição em que estudam, tampouco ao Hino do País?

    Eu, trabalhei anos como professor, sei bem o que significa a má educação do Brasileiro. Os pais esperam da escola uma educação digna de primeiro mundo, mas não oferecem a seus próprios filhos nenhum nível de educação moral, há que se comentar um super protencionismo aos filhos, como se fossem bibelôs frágeis por demais e absolutamente quebradíssos.

    Convido, pois então, estes mesmos que tanto reclamam a pararem de reclamar e passarem a agir, serem educadores de seus lares, de seus filhos, netos, bisnetos, seus sobrinhos, porque não há como haver atenção às aulas, aos professor se não entenderem o significado da palavra RESPEITO.

    Como podemos nos projetar para o futuro se nossa sociedade não se respeita como nação, como povo, como língua, como cultura?

    E conhecendo profundamente o significado de respeito, há que se comentar, a corrupção naturalmente diminui, o arcabouço jurídico passa a funcionar com decência e a partir daí deixamos o limiar histórico da subserviência servil aos Países “Europeus” + “EUA”.

    Acho interessante o conceito de união dos países falantes da língua portuguesa, apesar de não entender no que exatamente um país como o Brasil “lucraria” com isto, culturalmente podemos ser deficitários, sem dúvida, mas há uma camada ávida por conhecimento, seja na elite ou o cidadão médio, e com a implementação vasta da internet este conhecimento se notabiliza por ser de muito fácil acesso.

    Conheci alguns poucos lusitanos residentes de Portugal, conheço alguns por cá, e não tenho nem o que dizer a respeito, na minha visão são tão brasileiros quanto eu, de origem franco-turca.
    As diferenças culturais acredito que ocorram com maior força mesmo em Portugal, onde parece que há um certo sentimento xenófobo, acometendo toda a Europa diga-se de passagem.

    E existe um espírito de subserviência do Português aos países do Bloco Europeu mais ricos, não diria subserviência, mais apropriado seria “espírito combalido” por se sentir inferior, sejam pelos números econômicos, seja por qualquer outro fator comparativo utilizado na UE.

    Nesse interím até entendo o porquê de surgir um certo sentimento de “retorno à colônia Brasilis” no seio da nação Portuguesa, nós, brasileiros, fomos colônia, falamos a mesma língua e somos absolutamente receptivos à raças, credos e origens diferentes, e temos, apesar de todas as distâncias políticas, geográficas e culturais, um carinho natural por Portugal. E entre escolher fazer parte de um grupo que o rejeita e fazer parte de um grupo que o abraça, acolhe, é natural do ser humano procurar aqueles que lhe dão atenção e carinho.

    Mas resta uma dúvida, aliás várias dúvidas sobre o “Brasil superpotência”, e nosso problema não reside só no claro perigo que temos ao norte – EUA – num sentimento de receio mais do que natural por termos tão próximos uma POtência militar que não se detém quando o objetivo é recursos para sustentar sua economia girando. Mas também temos vizinhos anti-democráticos e bastante atrasados no quesito social e político, com intuitos bélicos deploráveis e posturas políticas internacionais dignas de escárnio.
    Fato que o Brasil possui uma vantagem bélica incomparável na America do Sul, mas ainda assim perigosamente pequena se apercebemos que alianças militares entre os países ditatoriais superam nossas forças, afora a impossibilidade de cobrir um território tão vasto e inabitado compreendido pela Floresta Amazônica – onde existem vários grupos internacionais, ongs, compostas de uma gente de índole duvidosa pesquisando e explorando ilegalmente recursos do Território Amazônico, tal qual Japoneses, Alemães e Americanos.

    Ainda sob essa questão militar, há a necessidade do crescimento militar, concomitantemente ao crescimento econômico, reforma política, distribuição de renda e a reforma agrária.

    Ou seja, é um esforço político, social, geológico e econômico que talvez esteja acima de nossas capacidades para uma data tão breve, como se prevê até 2020.

    Sem mencionar que arrefecemos para nós dois eventos esportivos Mundias absurdamente caros, começando pela copa do Mundo de 2014, cujas obras já encontram-se todas atrasadas, e a Olimpíada de 2016, que por mais que gere empregos, se não for bem administrada a verba aplicada no mesmo será um homícidio à Cidade do Rio de Janeiro, quem conhece as finanças do Estado Entende que mesmo com a Presença da Poderosa Petrobrás – fica localizado no Rio de Janeiro o principal ponto de extração do Petróleo, e a camada de Pré-sal localização nas imediações da orla do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo – O estado encontra-se frequentemente em déficit, já que por décadas seguidas mais perdeu-se investimentos que arrefeceu-se. Graças à pujança econômica da última década o Rio de Janeiro voltou a crescer e prosperar, muito por conta do fato de ser o maior cartão postal do País, símbolo de tudo aquilo que Brasil representa para o Mundo, e pelo crescimento da própria Petrobrás, com investimentos em inúmeros países africanos e instalações em vários países da America do Sul.

    Resumindo, é um desafio digno de um gigante, promover eventos deste porte com tão pouca distância em termos de anos, lidar com distribuição de renda, reforma política, reforma agrária e ainda investir no seu plantel armamentício, de fato até 2020 teremos estabelecido, caso sigamos numa velocidade ASCENDENTE de crescimento, um récorde nunca antes pensado vindo de um País “eternamente do Futuro” como o Brasil.

    Há que se pensar agora, nos próximos governos, com a consciência de que Temos de dar continuidade a tudo o que este governo já estabeleceu como meta ao menos até 2016, e isso por si só já são 6 anos de muito trabalho duro, muitas obras faraônicas e de ajuste, afora a manutenção.

    Por isso o Brasil não queria assumir uma posição de potência, tampouco de super potência, é muita pressão e responsabilidade e metas audaciosas para serem cumpridas em tão pouco tempo. Nossa pujança econômica tem ligação direta com o aumento do mercado interno, promovido por esta política de peneira do governo ao dar aos maus assistidos do país as milhões de bolsas que tem distribuído, o problema é o quanto disto se tornará uma moeda de troca e fator de elegibilidade dos próximos governantes, e o quanto se dirigirá de fato para o Futuro.

    O que não pode-se mais enxergar é um Brasil que ande para trás, como foi o Brasil das décadas de 80/90.

    Há que se comentar, muito criticou-se o governo militarista da década de 70, mas foi graças a ele que o Brasil ganhou as obras de infraestrutura que tanto precisava e vem usufruindo desde então ininterruptamente, sem ampliar em absolutamente nenhum nível as mesmas, sabendo-se da gigantesca necessidade de ampliar obras de infraestrutra, de ampliar as ligações ferroviárias pelo país inteiro, coisa nas quais ainda estamos bem longe de estarmos aptos ou mesmos em projeto.

    Não sou um grande fã do governo militarista, mas a dívida externa adquirida pelo mesmo ao menos foi toda revertida para as benéces do próprio país, em prol de um desenvolvimento estrutural fundamental para o futuro crescimento do país. Concordo com o amigo ali que fala sobre as obras faraônicas e do quanto foram positivas para o País.
    E não só as obras faraônicas, os índices de educação, de alfabetização e a saúde no país eram altíssimos, o que justifica o porquê da migração tão forte da população do Nordeste e do Sul para a região sudeste, havia emprego, havia esperança, havia futuro, e ele estava chegando.
    A Imbecil impressa Brasileira muito criticou, após o governo militar ser derrubado, injustamente não deu valor algum ao que foi feito durante este período e é a mesma que hoje usufrui de uma posição de elite inabalável no país(diga-se de passagem a Rede Globo é uma vendida para os Norte-Americanos, sempre foi).
    Aliás a tal dívida só foi AMPLIADA pelo governo Fernando Henrique, um cara que estudou em universidades francesas, era poliglota (mentira, o francês dele é sofrível e o inglês ineficiente, eu que não estudei na Sorbounne, falo um francês sem sotaque e perfeito. Acho que prestei mais atenção às aulas ministradas no Brasil pelo visto), mesmo com as privatizações suntuosas e cuja verba ninguém viu, e só foi paga na política do “aperta o cinto” dos primeiros anos do Governo LULA.

    Este sim, primeiro presidente da era Democrática que começou a prestigiar os Militares com maior decência, conversando com os mesmos não de cima para baixo, mas como ministros fundamentais para a protecção e manutenção da soberania do país.

    Engraçado é ver o Fernando Henrique balbuciando no Hard Talk (programa Britânico de entrevistas, que faz perguntas diretas e pontuais a seus convidados, altamente recomendado), e comparar com a segurança do Presidente LULA ao falar neste mesmo talk show.

    Fernando Henrique, claramente não sabia do que falava, demonstrou que vergonhosamente tendo sido presidente do Brasil nada sabia sobre economia, e sobre como o sucesso acachapante do Governo Lula é representativo de uma fase de crescimento econômico dado exclusivamente por uma gerência mais responsável dos gastos.

    Foi o Governo lula que inaugurou o conceito da RESPONSABILIDADE FISCAL, que atrela os gastos do orçamento público de forma a deixar o estado, município, união, em superávit em estado sustentável para o próximo governo, bem como a obrigatoriedade de continuidade de obras públicas.
    Plano este que tramitou no planalto em 8 anos do Governo do Fernando Henrique e sempre foi postergado por questões menores e autocomplacentes, como “aumento dos salários dos ministros, parlamentares” e por aí vai.

    Agora fica aquelas, levantei todas estas questões porque para quem vê de fora, a paisagem pode ser bonita, os problemas podem não parecer tão fortes e profundos, mas a lentidão da nossa política, um colegiado velho e patético como o nosso (e que por mim deveria ser trocado à força por um conjunto de colegiados visionários e MODERNOS, que aceitassem que o Brasil de hoje não é o mesmo da década de 70), um conjunto sumptuoso de políticos desonestos, e que compõe a sua grande maioria, para o malefício da população.
    Mais uma vez o povo perdeu no fim deste ano quando mais uma emenda de lei foi engavetada e negada, esta emenda atrelava a responsabilidade moral e ética à elegibilidade a um cargo público, seja qual fosse, o que ajudaria a limpar os nossos cargos públicos dessa gente nojenta e asquerosa, cujo único objetivo da vida é prejudicar os outros em prol de uma segurança financeira própria.

    Mas continuo acreditando, sou novo, posso me dar o direito de sonhar em ver um país mais justo. Não reclamo de minhas condições de vida, como cidadão “comum” da elite posso viajar para qualquer país do Mundo, mas adoraria que este benefício fosse dado a todo Brasileiro, que todos pudéssemos viajar paris na primavera, conhecer Lisboa ou mesmo as Ilhas gregas no Verão Europeu, e entender o significado de um inverno em Aspen.

    Temos desafios, e acredito que temos fibra para vencer a todos, só espero que não levemos séculos para chegarmos a um nível de desenvolvimento humano decente, como boa parte dos Países Europeus o Fez. Mesmo porque se vocês, europeus, já passaram por várias experiências porque não pular etapas e aproveitar aquilo de lição que podemos tirar disto? Nós, como país, relativamente recente, como nação em formação de identidade própria ainda, temos muito a acrescentar, assim como os Russos, somos inventivos, não pelas condições climáticas, mas pelas questões intelectuais, não somos travados em soluções monótonas e repetitivas, e isso, longe de ser uma desvantagem, é um trunfo típico de países como o Brasil, novo, audacioso e de espírito absolutamente jovial.

    Burro, para mim, é aquele que quer viver as experiências por si só, muito mais ganha aquele que além de viver suas próprias experiências tira lições das experiências vividas pelos outros, galgando passos mais rápidos e mais audaciosos rumo ao futuro.

  88. Ralph Teixeira


    Hmm.. não tinha visto isto^^! Assistindo.

  89. ora bem!
    mais um comentário que merece um artigo de resposta!
    brevemente por estas bandas…

  90. Lucas Gallon

    É muito engraçado! os estrangeiros são mais otimistas com relação ao nosso país do que nós mesmos brasileiros. O fato ( facto na grafia de Portugal) é que enfrentamos graves problemas socioeconômicos, que se constituem verdadeiros obstáculos para a consolidação do Brasil no cenário internacional.

    Mas os próprios fatores demográficos, territoriais, o rápido crescimento econômico/económico ( odeio essa questão de duas ortografias!) pelo qual o Brasil tem passado nos últimos anos, e mesmo militarmente falando, já colocam o Brasil sem dúvida, em uma posição de destaque no cenário internacional.

    Militarmente também, porque o Brasil tem o 13º maior orçamento militar do planeta, e por coincidência, o 13º maior número de efetivos ( quase 400.000 soldados, fora os reservistas. Muito mais do que a venezuela, onde os ativos são apenas 100.000) Nossa aeronáutica tem mais de 700 aviões ( a Alemanha e a Itália, duas ex-grandes potências militares, tem pouco mais de 500 aviões cada.), muito mais do que qualquer país latino-americano e mesmo a Canadá; E não são aviões de baixa qualidade, são F16 norte-americanos, o Europgripther, e também caças suecos e russos de ótima qualidade. Nossa marinha é a maior da américa latina.

    O Brasil tem sim condições de afirmar-se não como uma potência, mas como uma super potência no século XXI. Mas isso depende dos próprios brasileiros.

  91. sim, sem dúvida. a (má) distribuição da riqueza é ainda hoje o maior desafio que o Brasil tem que vencer…
    esse e a batalha da Educação, onde apesar de algumas muito prestigiadas universidades, falta ainda um ensino público de qualidade.
    quanto aos 700 aviões da FAB, consta que nem metade está em estado de voar… por isso é que um bom desfecho do F-X2 é tão importante!
    e o Brasil não há de ser, como já começa a ser essa grande potencia…
    assim sabia vencer a batalha do desenvolvimento humano da sua população!
    por mim: irei torcendo!

  92. Darth Kahaeldraan

    Brasil? A Terceira Superpotência Mundial do Século XXI? Só se for depois de 2060. Agora, até a metade, pode vir a ser a Quinta maior potência. O que eu acho que vai acontecer? No decorrer dos séculos XXI e XXII, eu digo. Ainda neste século XXI poderá ocorrer a Terceira Guerra Mundial, mas se houver, vai ter curta duração se comparada com as outras duas anteriores. E o poder dos EUA e Europa vai terminar com essa próxima grande guerra. Mesmo que eles vençam os inimigos. Se não houver, o que poderá conservar os EUA entre as principais potências é uma união com o Canadá num só país, que fará o território deles se tornar muito grande. A China anexar a Sibéria russa? Vocês acham possível uma China pós-comunista se unir a Taiwan, a uma Coréia reunificada e ao Japão? E um Japão republicano no futuro? É possível? Na América Latina, eu acho que países vão se integrar entre si, por exemplo, Colômbia e Venezuela, Peru e Bolívia, Argentina e Uruguai, México e América Central continental… os países árabes poderão se ver forçados a uma união para sobreviverem…
    Quanto a lusofonia? Brasil e Portugal juntos? Talvez depois de 2050 em diante, se houver muita mudança na mentalidade dos tugas e dos brasucas. Mas na Península Ibérica, Portugal é um país incompleto. Falta-lhe Olivença e a Galiza (Galícia). Fico curioso também quanto ao futuro da Europa Unida? Vai permanecer e se expandir? Vai fracassar o sonho dos Estados Unidos da Europa, com o Euro? As monarquias européias cairão e se tornarão Repúblicas?
    Creio também que, lá pela segunda metade deste século XXI, vão construir cidades submarinas e minerar o fundo do oceano, cidades em órbita da Terra, colônias na Lua e em Marte, tudo isso vai ser razões para conflitos internacionais.

  93. Rodrigo

    O Brasil é neste ano de 2.010, como o foi quase que desde sempre, uma subpotência americana. Um sub-império. Com ou sem forças armadas decentes, e apesar de toda sua desigualdade social. O problema é o que é o Brasil, e quem são os brasileiros. O Brasil é um projeto de grupos que aqui não vivem e comungam determinadas tradições metafisicas além de compartilharem um seleto clube, o das pessoas que detém o poderio economico no planeta. Sob este aspecto o Brasil vai bem. Os brasileiros são um mero fruto de bastardia e aqui se encontram a ser desagregados pela propaganda de todos os tons ideológicos, que destrói quaisquer homogenidade cultural que por cá se produza.

  94. que pessimismo, Rodrigo…
    até parece português!
    a sério: houve progressos muito sensíveis na imagem internacional do Brasil e no amor-próprio que os brasileiros têm do seu país.
    isso é patente daqui deste lado do Oceano, e são dois fatores que não podem ser descartados nesta análise.

  95. Darth Kahaeldraan

    http://blogs.abril.com.br/guerraearmas/2010/03/concepcao-artistica-navio-aerodromo-proposto-no-programa-poseidom-por-jr-lucariny-consideracoes-sobre-programa-as.html

    Será mesmo que o Brasil terá um porta-aviões como o Poseidon? Se o Brasil quer ser grande potência, não deve ter armas necessariamente para agredir aos outros, mas para defender o seu território, tem que ter sim. É necessário sim uma enorme frota aeronaval. Caças e helicópteros de última geração, navios porta-aviões, submarinos, em terra, baterias antiaéreas espalhadas por todo o país, para defender o país de ataques aéreos, e tal como os EUA, começar a produzir “military robots” para não ter sacrificar tantas pessoas. em caso de invasão. Apenas para a defesa do território nacional, águas nacionais, espaço aéreo nacional.

  96. Citando Darht: Façominhas suas palavras…parabéns patrióta.

  97. E o presidente atual ,o sr.Lula faz + pela defesa q os anteriores,só o sálario mínimo q ainda está mt aquém das necessidades nossa; no + está melhor q os presidentes anteriores.Ele deveria se recanditar-se e um mandato de 6 anos…só tres x..por lei .É atacar + na educação básica ,éno meu caso +bolsas p o ensino superior .

  98. Darth Kahaeldraan

    Para ser honesto, Carlos, eu não me considero tão patriota assim não. Por exemplo, se o Brasil vier a perder de fato mesmo a Amazônia para alguma potência mundial, vou passar a ser favorável a fragmentar o que restar do País sim, em vários países. Não perdoaria o Brasil por um fracasso desses, preferia ver o país se desintegrar do que ser humilhado ao perder terras da Amazônia e Pantanal a outros países.

    Agora, vamos remontar aos princípios que levaram ao surgimento da maior potência atual do mundo. No passado, era um grupo de colônias inglesas. Os americanos eram ingleses de “religiões distintas” da metrópole, apesar de que haviam holandeses, alemães, suecos… entre os colonos ingleses. Então, vamos dizer que eram europeus de religiões diferentes da maioria católica e anglicana na Europa. No meio desses religiosos cristãos diferentes, protestantes, estavam muitos maçons com certeza. A África do Sul foi colonizada por grupos semelhantes, mas lá predominou os holandeses e não os ingleses. Esse grupo que povoou a América do Norte, ainda nos dias do domínio inglês, acreditavam que ali surgiria uma nação que um dia assumiria o comando da Terra. Eu falo da doutrina do Destino Manifesto. E por que eu entrei nesse assunto? Porque o primeiro grande passo para o país se tornar grande e poderoso é acreditar que pode. Como dizia Obama na campanha eleitoral, “Yes, we can!”. Se o povo começar a acreditar que pode, então se movimentam inconscientemente para que isso se realize. É programação neurolinguística, e não ocultismo e nem misticismo. Os americanos acreditaram no passado que estavam destinados. Os portugueses tiveram coragem de explorar e conhecer os oceanos no passado, ousaram acreditar e se arriscaram, e alcançaram as Índias pelo oceano. Mas um triste dia, Dom Sebastião, o penúltimo rei da casa de Avis… e hoje a língua universal é o inglês e não o português. Os estrangeiros acreditam no Brasil pelos brasileiros, que não têm coragem de acreditar porque não conseguem ver “a luz no fim do túnel”, não conseguem ver o oásis além do “horizonte árido”. Já de fora, os estrangeiros vêem. O primeiro passo, os americanos criam uma segunda doutrina para cumprir o destino manifesto. “A América*(continente, novo mundo) para os americanos*(Estados Unidos). E em décadas, apoiou a independência das colônias espanholas nas Américas. Viu a oportunidade de preencher o espaço econômico e cultural que a Espanha preenchia. Após o Brasil se tornar República, as portas para a Inglaterra foram se fechando aos poucos e, se abrindo aos EUA. A grande América viu a rivalidade entre os povos europeus como oportunidade para enfraquecer as potências do velho mundo e aos poucos irem ocupando o lugar delas. O principal sacrificado foi a Alemanha. Após a segunda guerra mundial, botou educadamente os europeus pra correr da África e da Ásia, para expandir o seu império capitalista, as multinacionais. Hoje, a China enxerga na África subsaariana o que os EUA enxergavam na América de língua neolatina no século XIX. E a elite brasileira, assim como o governo, estão enxergando também hoje. Têm coragem de se arriscar em investir na África.
    E sabe que eu percebo? Brasileiros e portugueses erram nos mesmos pontos. Eles confiam na ajuda estrangeira, esperam por socorro de fora. O brasileiro é muito submisso ao que é do atual primeiro mundo. Portugal, quando começou tomar atitudes por contra própria, se tornou potência, nas grandes navegações. E hoje os lusos esperam deitados o usufruto da cidadania comum européia, deixam o capital estrangeiro europeu deitar e rolar no país deles. Europeus como alemães, franceses, belgas, holandeses, ingleses, suíços, espanhóis… não têm interesse num Portugal forte, que ameace a posição deles de nações mais ricas da Europa. Assim como não têm interesse num Brasil forte, que concorra com eles a hegemonia mundial. Mesmo num mundo globalizado, é necessário investir na economia nacional, pôr o País para produzir. Tanto o Brasil quanto Portugal precisa é de indústrias nacionais, tecnologia nacional avançada, bancos nacionais fortes, sejam de investimento ou comerciais, e saber fazer a população poupar sem deixar de consumir um mínimo necessário para o país não entrar em recessão. Agora, idolatram o que é estrangeiro, o que é de fora, é claro que vai permanecer submisso ao que é de fora. Não é xenofobia, é saber valorizar também o que é nacional. Alguém aqui, dentre os brasileiros, foi criança nos anos 80 e começo dos anos 90? Vocês se lembram dos super-heróis de TV? Não sou contra eles, apenas enxergo como arma de propaganda a base de mesagens subliminares para que, quando adultos, as pessoas achem que os americanos e os japoneses é que são os bons do mundo. As crianças brasileiras erraram em gostar daqueles heróis? Não! Não erraram! Mas como hoje são adultos, não percebem que isso é uma forma de propaganda cultural, que é um excelente instrumento de propaganda da nação ao lado do desporto e das artes. Um país de heróis e campeões estimula o patriotismo. Agora, só se tem como referência o que é estrangeiro… como as pessoas vão amar o que é nacional?

    • jose diogo

      O Sr Darth quer mesmo saber porque os EUA , são a grande potencia mundial ? quer saber a verdadeira questão ? quer saber o segredo do sucesso dos EUA ?
      Pois bem , os EUA , possuem aquilo que portugal no passado já teve e que não soubre aproveitar , teve um loby judaico , são os judeus que fazem dos EUA a grande nação que são actualmente , tal como foram os judeus que uma vez fizeram de portugal uma grande nação , foram os judeus que fizeram o imperio otomano , os judeus .
      No dia em que os EUA perderem este loby judaico a america cairá na ruina , tal como aconteceu a portugal após a inquisição , tirando os judeus , mais de metade daquela população dos EUA é tudo uma cambada de burros !!
      Falta ao brasil este loby , no dia em que o brasil conseguir atrair este loby então o brasil em menos de cinquenta anos dominaria o mundo !!
      PS : Não sou judeu

  99. Somos a 8 econômia do planeta é sem os sionistas, está mt bom assim… Ps.: Os Lusos são o povo com + sangue judeu/Arabe fora do O.Médio, possivelmente.

  100. Odair

    Caros colegas, houve muitas explicações do porquê o Brasil não ter se desenvolvido tanto quanto os EEUU após a independência. Na verdade o Brasil, através de D.Pedro I (D.Pedro IV de Portugal) assumiu toda a ímensa divida portuguesa com a Inglaterra para obter o reconhecimento de sua independencia. Resultado: Uma divida que foi paga em 100 anos. Mas este atraso esta chegando ao fim, hoje o Brasil se apresenta como potencia economica, tanto na agro-industria como na area tecnologica. O Brasil pode sim se destacar entre os “BRICS” pelo simples motivo de ter uma economia diversificada, muito sol para a agricultura, água em grande quantidade, industria forte e crescendo, além de grandes reservas de petroleo e minerios. Na verdade, esta estoria de perder amazonia é apenas para a midia ver, pois com certeza, uma simples ameaça de invasão poderia provocar guerra mundial devido ao grande apoio que o Brasil tem e as relações cordiais com TODOS os países membros da ONU. Abraços

  101. Darth Kahaeldraan

    Sr. José Diogo, eu também não sou judeu, mas sou filossemita. Não sou contra os árabes, não sou contra os muçulmanos. Apenas considero os judeus um povo bom para se fazer alianças, é diferente. Mas acho que a presença judaica é benéfica a um País sim. Por trás do poder britânico estavam magnatas como a família Rothschild, e por trás do poder americano, Rockefeller. Existe sim, a abençoada mão hebraica por trás do poder americano. Se os EUA perderem a amizade de Israel e o loby judeu, o destino manifesto cristão protestante vai chegar ao fim sim. Mas um dia, os americanos acreditaram que aquelas 13 colônias se levantariam e se comportaram durante os últimos dois séculos para que o destino manifesto se tornasse realidade, e uma das atitudes, foi abrir as portas ao loby judeu. Sim, a aliança anglo-saxã/judaica influiu para tanto os EUA quanto Inglaterra se tornassem potências mundiais. Por isso eu não vejo vantagem em apoiar o Irão (Irã), o Ahmadinejad. Da onde o governo brasileiro tirou a parva idéia de que apoiar o Ahmadinejad vai ser benéfico ao Brasil? A postura correta para o Brasil é de neutralidade quanto a questão nuclear iraniana. O Brasil devia procurar por um lado manter os árabes como consumidores, compradores dos produtos e mercadorias brasileiros, e tentar estabelecer amizade sólida com Israel. Se Israel entender que o Brasil realmente é amigo, o loby judaico vem. Mas há outras nações estratégicas para o Brasil ter ao seu lado, três delas são Portugal, Angola e Moçambique. Com a visita do rei Carlos XVI Gustavo ao Brasil, para tentar fazer o governo brasileiro preferir o Gripen NG, eu passei a enxergar na Suécia como potencialmente mais um deles. Devido a muito grande boa vontade deles em ter parceria com o Brasil. Isso eu parabenizo. Mas a Saab usa tecnologia dos EUA, é só por isso que o Gripen não nos serve, no meu ponto de vista. A Índia e a Ucrânia são dois outros, pelo menos na fase de ascenção do Brasil. Na China, eu sinceramente não confio. A Rússia não me passa muita confiança, pode não gostar de um Brasil forte demais. Mas entre Rússia, China e Índia, confio mais na boa vontade da Índia e menos na da China. Mas, insisto que é necessário que os brasileiros deixem de pessimismo e os portugueses também, se quiserem mudar a realidade de seus respectivos países. O problema está na mentalidade que deve ser mudada. O Brasil é capaz sim e Portugal também. Se nos séculos 14 e 15, mesmo tendo o loby judeu, os portugueses acreditaram que podiam navegar os oceanos e chegarem às Índias. Senão, não teriam saído a navegar pelos oceanos.

  102. O gripen NG ainda ñ existe é poderá ficar tão caro ,quanto o F35 dos iankees(eu prefiro ianks ), a EMBRAER está apta a prodizir uma plataforma genuinamente BRASUCA;então pq ñ o fazem,falta pedido,falta liderança, e o olhar de :+ um caça no mercado ,já saturado…essa visão é distorcida.Veja o Fantástico Su 35BM , é único…Disso q falo, poderiamos ter comprados uns p prodizir-mos os nossos , épor aê vai.

  103. Darth Kahaeldraan

    Enfim, vivemos num mundo globalizado, e isso dificilmente será revertido. Então, o Brasil vai ter que desenvolver uma diplomacia brilhante. Não só de marinha de defesa, mas uma enorme frota naval mercante também será indispensável. Vamos precisar de mais ferrovias e hidrovias no Brasil, para deslocar matérias primas, produtos e mercadorias com mais celeridade. Os EUA podem até ter uma pequena decadência econômica, mas o inglês ainda será língua comercial internacional por muito tempo. Além do inglês, outros idiomas terão cada vez maior importância, o castelhano (espanhol) já tem, o mandarim, o hindi* (apesar da Índia usar muito o inglês), o russo e o árabe vão ganhar cada vez mais espaço. O nosso bom e velho português também vai se expandir como língua internacional. Já é necessário rever a estrutura do ensino escolar e universitário. É um ponto onde os asiáticos do extremo oriente estão acertando, tirando espaço até dos americanos, cuja população está cada vez menos culta, cada vez mais ignorante. O Brasil tem chance sim de se tornar potência, mas tem que se mexer para isso. Educação, ciência e tecnologia.

  104. maia

    Espero bem que sim, Portugal tem que olhar para o Brasil como ops ingleses para os Eua, se eels subirem nos subimos também, e face a ameaça castelhana e ao crecente iberismo desde que o socretoino esta no poder, com tgv madridocentricos e mundiais “ibéricos”, é sempre bom ter um irmão mais novo poderoso, nós podemos bem com os castelhanos, aquilo é uma cambada de mariconços de merda, mas convem termos um brasil potente.,

    Viva O Brasil.

  105. Renato Rodrigues da Silva

    Algumas considerações:

    – O Brasil não se esfacelou em dezenas de pequenos estados graças a dois portugueses: D. João VI (por quem os brasileiros deviam nutrir um pouco mais de respeito, ao invés de ficar premiando filmecos de merda); e a D. Pedro I (IV para os tugas – um personagem em busca de um bom biógrafo), que reprimiu o que pôde rebeliões e revoltas.

    – Alguém citou FHC; pois cá vai minha opinião sobre ele: foi o presidente mais pusilânime, covarde, entreguista, preguiçoso, vaidoso, incapaz e sem-vergonha que este país já viu. Neoliberal, privilegiou os rentista em detrimento da produção; em seu governo, tivemos altíssimos índices de desemprego, além de ter governado de quatro para americanos, canadenses e europeus em geral

    – Bandalheira criminosa no Brasil: talvez o maior problema que temos hoje, é a tolerância com todos os tipos de criminosos, seja de colarinho branco ou não. Quem pode pagar bons advogados praticamente não vai preso por aqui. E a escumalha miúda tem reduções de pena, indultos em certas efémerides, visitas íntimas e uma série de nojeiras inventadas e incentivadas pela criminosa e nefasta escumalha que se diz defensora dos direitos humanos.

  106. ClovisX

    O Brasil, num futuro próximo, não será a terceira, mas a primeira potência mundial.De todas as grandes e médias nações do mundo é a única que: “muito antes de todas as outras… já obteve independência energética”. Atenção… Um dos maiores desafios dos norte-americanos para um futuro próximo é igualar a nação brasileira nesse quesito. Ou seja, o todo poderoso USA está literalmente correndo atrás do desempenho e competência tecnológica brasileira em abastecer, exclusivamente com seus próprios recursos, de energia seu vasto território.
    China e India “potências” é apenas um agrado, fruto de diplomacia nuclear-democrática, pois se tratam de gigantescas massas populacionais… na maioria miseráveis mas que se pudessem: seriam consumidoras num nível impossível de abastecimento ( causariam danos ambientais e econômicos terríveis a seus países, resultando em mais revoluções e convulsões sociais já tantas vezes vistas e estudadas no passado). Tirem as poluidoras usinas a carvão, acabem com o petróleo-ainda relativamente barato, elimine-se o povo culturalmente bitolado em tradições arcaicas, e a mão de obra escrava na China e na Índia e vejam qual triste resultado surge.
    A concorrência desleal no comércio internacional que algumas nações ainda teimam em fazer – moedas desvalorizadas – salários de fome etc, não vai durar muito tempo, pois cada vez mais a OMC está colocando regras mais justas nesse jogo.
    Quanto a comparar o poderio militar brasileiro com o de seus vizinhos sul-americanos de forma desfavorável é simplesmente lamentável. Aqui vai um pequeno raciocínio – fora o Brasil, todas as outras nações sul-americanas têm parques industriais e populações concentradas em suas capitais federais. E, assim, numa guerra moderna, bastaria apenas bombardear as capitais desses países para colapsar uma nação inteira. Dessa forma é ridículo o Brasil se preocupar com elas… O que sobraria do Chile com Santiago destruida, da Argentina com Buenos Aires arrasada ou com a Venezuela, do ridículo Chaves, tendo Caracas quase toda incendiada? Quase nada. Além disso,na guerra, não adianta apenas ter um revólver novo, é necessário também saber usá-lo e ter coragem (espírito de luta), coisas que o brasileiro sempre teve – vide desempenho do brasileiro nas guerras e batalhas em que se viu envolvido (e da década de noventa para cá na surra que os brasileiros vem dando em seus adversários nas competições de vale tudo pelo mundo todo – as regras até foram mudadas para que os brasileiros parassem de bater nos american wrestlers).
    Além de tudo isso e muitas outras coisas, quem percorre o mundo e já viveu no Brasil sabe… por sua riquesa racial, cultural e qualidade de vida (paz, felicidade e amor) o herdeiro e modelo do e para o mundo será o Brasil e não: USA, Russia, China, Índia, Japão ou Europa.

  107. Odin Borson

    Só que, o governo federal, os governos estaduais e municipais devem deixar de lado algumas divergências partidárias e certos interesses eleitoreiros, e se unir em prol de uma educação de excelente qualidade pra a população. Pois potências mundiais necessitam de mão-de-obra qualificada. E algumas reformas estruturais internas. Li a respeito de propostas de autonomia municipal, é um exemplo, pois é necessário descentralizar e distribuir a renda. O Brasil é grande demais pra ter um comando muito centralizado só na capital federal. Também sou favorável a democracia participativa. As pessoas devem ter mais poder de decisão quanto a legislação. Quanto a violência e criminalidade, é necessário uma reforma na legislação penal e processual penal. E nas polícias também. Uma polícia muito bem preparada resolve o problema do crime sim.

  108. é verdade: a batalha da Educação é a principal que tem que ser vencida. Fonte de investimentos cuidados e pesados, durante décadas. Só assim, o desenvolvimento do Brasil pode ser assegurado.

  109. Odair

    Caros amigos,

    Concordo com a maioria dos comentários, devo acrescentar os seguintes aspectos:

    1. O reino de Portugal deixou que a Inglaterra dominasse a economia mundial na época da “revolução industrial”, devido a laços de amizade e compromissos, perdendo o título de potencia maritima e economica.

    2. O Brasil tem o maior potencial hídrico do Mundo.

    3. O Brasil tem a maior parte de seu território inexplorado, com muito potencial a ser descoberto, seja com petróleo, seja com recursos minerais em meio às florestas.

    4. O Brasil é o único país entre os 4 emergentes que tem sua economia baseada na agricultura, na industria crescente e em reservas minerais, tudo ao mesmo tempo.

    5. O Brasil não tem problemas com conflitos internos, fruto da tolerancia e respeito ao próximo herdados de Portugal, ao contrário de todos os demais dos “BRIC’s”.

    6. O povo brasileiro é pacifico, porém seu governo deve se preparar para garantir sua soberania investindo mais em defesa e tecnologia militar.

    7. O único obstáculo para este desenvolvimento esta na politica de tranferência de renda para a população mais pobre, com educação voltada para todos.

    Abraços a todos

  110. ora bem.
    sete sintéticas, mas totais razões para eu acreditar no futuro do Brasil e da necessidade de todos os demais povos lusófonos se reunirem em torno da nação brasileira fundando uma União Lusófona.

  111. Odin Borson

    Independente de quem vai suceder o atual, eu temo que o próximo governo ou posterior faça alguma coisa indevida.

  112. Nos moldes da UE? Só a longo prazo..é e bom acelerar o processo, certos países estão em verdadeira mudanças , no falr , no escrever, e até na sua história recente ; considerando o volume de influências internas …

  113. mas para começa é preciso criar essa “consciência lusófona” que ainda é muito embrionária e cuja consolidação é o papel principal do MIL…

  114. Odin Borson

    Sim, é necessário despertar a “consciência lusófona” nos povos em primeiro lugar, e isso vai ser trabalhoso, e acho que a união deveria ser mais flexível que a proposta da UE, pra não acontecer de Portugal ou qualquer país se encontre na situação que Portugal agora se encontra. Se a união lusófona se concretizar, acredito que outras nações vão querer se associar, como exemplo a Guiné Equatorial, a Galiza caso se torne independente da Espanha(Castela), outros pontos do mundo onde os tugas estiveram no passado…

  115. ClovisX

    Prezados amigos e participantes deste fórum,
    Em relação a alguns posts anteriores…
    Sem educação, concordo, não se chega a nenhum melhor lugar. Assim, espero e desejo que a educação no Brasil se torne mais competente em todas as regiões do país e em todos os seus níveis.
    Quanto a uma união lusófona… bem, a união faz a força.!!
    Quanto a possibilidade de uma poderosa influência lusófona futura no mundo… creio que com o crescimento do poder internacional do Brasil isso poderá ser mais factível se houver uma profunda modernização de nosso idioma, ou seja, a língua portuguesa precisa urgentemente deixar de ser elitista, com toda a sua enorme complexidade – que é necessária, bonita e apreciável apenas para seus estudiosos. Na realidade atual, o que se busca em todas as áreas é eficiência, e o nosso idioma deixa muito a desejar nesse quesito. Se nós lusófonos, sou brasileiro morando em São Paulo, deixarmos preconceitos poéticos-históricos-geográficos de lado, e promovermos uma real e prática reforma ortográfica… eliminar, exemplos: fonemas com sons iguais mas com poligrafias (s – ç – x – z) de nosso idioma – puxa vida o negócio é usar apenas um s e acabou o assunto, digo a complicação; palavras com grafias esdrúxulas (a justificativa para existirem é que são de origem indigena, latina e estrangeira), e coisas e tal, e como é importante para que o mundo e nós continuemos de espírito lúcido que elas nos deixem perceber isso. Tenham a Santa Paciência, mas o nosso idioma, do jeito que está, é uma tremenda barreira cultural. Ótimo… Que venha a União Lusófona Mundial. E q venha tanben un novo idioma português totalmemte desconplicado.
    Será que os gramatiqueiros Brasileiros vão se suicidar se a crase, mais que bolorada, sumir do mapa?

  116. sempre considerei que o Acordo Ortográfico de 1990 foi apenas um primeiro passo para mais reformas, que tornem a grafia da língua universal. Logo que estiver mesmo em vigor em Portugal e nos PALOPs espero que se comece a trabalhar mais (e melhor) no sentido desta aproximação e desta vez sem os erros que alienaram tantos portugueses…
    E sim, a Simplificação deve (tem) que ser a via a seguir! Para que servem os arcaísmos e quejandos? Para complicar algo que pode e deve ser simples? Para manter estúpidos e arcaicos complexos de “posse” da Língua?

  117. ClovisX

    …novamente o nosso idioma:
    História antiga é para ser apreciada, estudada e servir para comparativos mas jamais para ser vivenciada, pois quase sempre o passado se torna deprimente. Dito isto, há seres humanos do convivio de todos, vivendo em todas as nações, que são contra o progresso. Mas por quê?
    Porque são no fundo no fundo mais que acomodados… são covardes e preguiçosos (ç com som de dois s – detesto essas complicassões), por eles ainda viajariamos de carroção, e de forma alguma a audaz navegação transoceânica em navios de madeira teria existido.
    Assim, acredito, infelizmente pela ação de pessoas retrógradas nosso fonético, querido, e expressivo idioma português é uma carroça, enquanto que para as novas gerações que estão aí e também chegando ele já era para ser uma Ferrari.

  118. discordo… a língua é a nossa melhor arma para mantermos a independência cultural num mundo em que a amorfia cultural e linguística é cada vez mais a regra.

  119. Otus scops

    água na fervura:
    Paul Krugman é o economista preferido da esquerda, é o economista da moda pois previu a crise financeira actual, um Keynesiano convicto (modéstia à parte, como eu) que dá uma entrevista ao Estadão de S.Paulo do estado sobre a economia mundial.
    é ler com atenção.

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economa+brasl,%E2%80%98a-dea-do-brasl-como-futura-potenca-anda-e-especulacao–dz-krugman,not_26422,0.htm

    ‘A ideia do Brasil como futura potência ainda é especulação’, diz Krugman

    Em entrevista exclusiva no Brasil para o ‘E&N’, economista critica o conceito dos Brics e questiona papel das economias emergentes na recuperação mundial

    Nívea Terumi e João Caminoto, do Economia & Negócios

    SÃO PAULO – Um dos economistas mais respeitados do mundo, Paul Krugman, colunista do jornal The New York Times, comprou briga com os principais líderes europeus e colegas de profissão. Para o Prêmio Nobel de Economia de 2008, a recuperação da atividade mundial depende da concessão de mais estímulos pelos governos, num movimento contrário às diretrizes dos líderes da União Europeia e assunto ainda em discussão nos Estados Unidos. Expressões como “justiceiros invisíveis do mercado” e “fada da confiança” são algumas das que tem usado para atacar, de forma categórica, os defensores da austeridade fiscal abraçada por vários países europeus, como a Alemanha e o Reino Unido.

    Em entrevista exclusiva no Brasil para o site Economia & Negócios, Krugman alertou para o que considera um excesso de otimismo com a emergência do Brasil no cenário mundial: “A ideia do Brasil como uma futura superpotência econômica ainda é muito baseada na especulação sobre suas conquistas. Espero que um dia seja verdade, mas ainda não vejo isso acontecendo.” Para ele, a teoria dos Brics – Brasil, Rússia, India e China – é um “conceito pobre” pois é errôneo colocar dentro de um mesmo grupo economias com realidades tão distintas.

    O colunista – cujo blog no Times é publicado com exclusividade no Brasil pelo E&N – também questionou o papel creditado aos países emergentes na recuperação global. Krugman vê com pessimismo as chances de a China tomar a liderança do crescimento mundial, assim como não enxerga uma saída para todos os países do euro. “Não vejo a Europa entrando em colapso, vejo mais uma chance de ela perder alguns países periféricos, com saídas plausíveis, como da Grécia.”

    A seguir, os principais trechos da entrevista.

    ESTADÃO O senhor acredita que existe um otimismo exagerado com a economia brasileira e outros países emergentes? O conceito dos Brics ainda é válido?

    Paul Krugman Sempre considerei o conceito dos Brics muito pobre, porque são economias muito díspares. Índia e China talvez possam pertencer a um mesmo grupo, por serem ainda economias com mão de obra muito barata; Rússia é um exportador de petróleo e o Brasil é um país de renda média baixa muito diferente dos outros. O Brasil é uma boa história, que na última década teve um desempenho melhor do que o esperado, conseguiu evitar uma crise severa, promoveu uma série de melhoras no poder de compra da base de sua população diante uma história de disparidade nas rendas, mas não é ainda uma história notável de crescimento. A ideia do Brasil como uma superpotência econômica futura é ainda muito baseada em especulação com suas conquistas recentes. Espero que um dia seja verdade, mas ainda não vejo isso acontecendo. Não vejo indicação hoje no crescimento do Brasil de que ele possa emergir como uma potência da mesma forma que a China.

    ESTADÃO Qual o papel da China na recuperação do crescimento econômico mundial?

    Paul Krugman A China é muito problemática, mesmo deixando de lado a questão da moeda, que tem impedido que sua demanda interna ajude o restante do mundo. Mesmo agora, ela não é uma economia tão grande, imaginamos que ela seja pela enorme quantidade de pessoas, mas do ponto de vista da taxa de câmbio – que é o que importa – ela ainda é do tamanho do Japão. Uma maneira que poderia fazer as economias emergentes liderarem a recuperação mundial seria se elas se preparassem para uma entrada massiva de capitais, com elevados déficits nas suas contas correntes. Mas esse não é um cenário real, uma vez que os governos desses países não permitirão que isso aconteça. Olho para o final do século 19, quando os pesados estímulos daquela época permitiram o surgimento de novas tecnologias e aceleraram a demanda. O problema é que o IPad não é grande o suficiente. É difícil prever como esse período de fraca demanda mundial chegará ao fim, e pode haver um longo caminho antes que isso aconteça.

    ESTADÃO É correta a percepção de que a atual crise nos países da União Europeia seja mais uma crise do euro do que uma crise de dívida soberana?

    Paul Krugman O euro tem sérios problemas, não é apenas uma crise de dívida. Casos como o da Espanha, que vinha tendo bons resultados nos últimos anos e agora está nessa situação, e mesmo a Grécia, que deve passar por uma fase de forte deflação após muitos anos de entrada massiva de capitais são situações muito difíceis de imaginar uma solução. Está-se diante de uma moeda única numa área que de certa forma nunca estabeleceu critérios para ter uma moeda única.

    ESTADÃO Como a Europa deve lidar com a sua crise de dívida soberana, como evitar que o euro entre em colapso?

    Paul Krugman É difícil ver uma saída para a Grécia sem uma reestruturação, e a questão principal para ela não é como irá reestruturar sua dívida, mas como ela vai resolver a questão do euro. Para o restante dos países, políticas não sincronizadas ajudariam muito; o programa de austeridade espanhol tem mais probabilidade de dar certo se toda a Alemanha não estiver também sob um programa de austeridade. Não vejo o euro entrando em colapso, vejo mais uma chance de a zona do euro perder alguns países periféricos, com saídas plausíveis como da Grécia. Ficaria muito surpreso se as economias centrais do euro não permanecessem com a moeda única.

    ESTADÃO O que poderia ser feito para que o euro seja uma moeda mais viável?

    Paul Krugman Uma política de meta de inflação mais frouxa, por exemplo, poderia ajudar. Se a zona do euro estabelecesse uma meta de 3% ou 4% seria bem mais fácil de se fazer ajustes nos países problemáticos do que com uma meta de 1% ou 2%, como é agora.

    ESTADÃO A crise Grega está sendo comparada à crise Argentina em 2001. Isso significa que a Grécia deva deixar o euro? E em relação a outros países em situação semelhante?

    Paul Krugman Há diversas semelhanças da Grécia com a Argentina. Eu diria que a Argentina se comportou de forma mais responsável, com um déficit substancialmente menor do que tem a Grécia. Mas em ambos os países você tem uma economia que recebeu volumes intensos de entrada de capital ao longo de vários anos e, quando esse capital secou, viu-se com uma grande quantidade de obrigações em sua moeda. No caso da Argentina, ela estabeleceu uma paridade com o dólar e um novo sistema de câmbio. O aconteceu foi que a primeira ação foi enfrentar uma crise bancária, que forçou o governo a fechar os bancos. Não estou dizendo que a Grécia deva abandonar o euro, mas, se houver uma crise bancária, o governo será obrigado a decretar um feriado bancário e a questão que fica é por que se manter no euro. Os argumentos são muito fortes sobre como isso acaba.

    ESTADÃO Qual a sua opinião sobre o acordo feito pelos líderes do G-20 para diminuírem seus déficits? Seria uma espécie de derrota à economia keynesiana?

    Paul Krugman Sim. A promessa de reduzir os déficits não foi nada além do que já se planejava. No caso dos Estados Unidos, a meta não é diferente da que já era prevista diante de uma recuperação da economia. Não há dúvidas de que o tom geral desse acordo foi “ok, está na hora da austeridade”, e isso é uma coisa muito chocante de se ver, diante de uma recuperação econômica mundial ainda muito distante. Todos sabem que sou furiosamente contra isso, principalmente porque essa virada para a ortodoxia na política econômica mundial ocorreu sem nenhuma evidência clara de que era necessária.

    ESTADÃO Qual a disposição dos Estados Unidos de realizar acordos de livre-comércio?

    Paul Krugman Atualmente, não há muita discussão sobre acordos comerciais. Dada a situação política do país, com o presidente Obama tendo de lutar até mesmo por questões triviais e óbvias que devem ser feitas, não há como desperdiçar capital político com acordos comerciais, como a Rodada Doha. Se eu fosse ele, faria o mesmo. Esse é um assunto que não está no topo da agenda da atual gestão ou mesmo da próxima.

    ESTADÃO Há algum substituto para o dólar como principal moeda de reserva?

    Paul Krugman Uma moeda de reserva de valor não é algo que possa ser estabelecido por uma decisão política. Os países não guardam dólares ou euros porque alguém tenha ordenado; eles o fazem porque essas moedas são aparentemente mais seguras e altamente líquidas e esse é o problema principal do SDR (moeda composta por uma cesta de moedas do Fundo Monetário Internacional). O que poderia substituir o dólar teria de ser algo comprovadamente melhor desse ponto de vista. A única alternativa possível seria o euro, e há dois ou três anos eu imaginava que ele alcançaria uma parcela maior das reservas mundiais em relação ao dólar, mas acho que o euro deu um grande passo atrás, com todos os problemas atuais.

    ESTADÃO Há a possibilidade de um duplo mergulho na economia mundial com as medidas de austeridade tomadas na Europa?

    Paul Krugman Acredito que seja ainda uma possibilidade, mas não a mais provável. Você não vê um PIB em queda. Acho que um problema maior é que fizemos um progresso muito frágil na diminuição do desemprego nos Estados Unidos. Então um mergulho duplo propriamente dito, acredito que não; recuperação do desemprego, provavelmente sim, e é isso que me preocupa.

  120. Temos de provar o contrario, q somos sim, um grd país.

  121. Queridos amigos.
    Sou mais um dos quase 200.000.000 de Brasileiros a escrever nesse blog.
    Deixe meu relato de amor ao meu país. Nossa Pátria ama esse mundo e vem mostrando isso em suas relações com os ditos mais fracos. Bolívia, Paraguai, Haiti, diversos africanos e asiáticos.
    O “soft power” já existente hoje e praticado pelo nosso governo, visa nossa auto-afirmação como Potência Mundial.
    Porém, espero que esse Estado-Nação chamado Brasil, possa ser o estandarte da paz, mostrando ao mundo que é possível uma potência do bem. Creio nisso. Quero crer nisso.
    Avante Brasil pátria. Avante para seu caminho de Paz! Coração do mundo! Pátria do Evangelho!
    Um abraço a todos.

  122. O BRASIL nunca será um seuperpotencia,+ sim uma potencia, pois nunca iremos possuir armas atômicas,e nossa população e pqna p termos um grande exercito,e ñ faz parte denossa índole…+ econômicamante seremos a 5 e ou a 6 potencia , e herbívora.

  123. O Brasil ainda vai lamentar profundamente o seu descaso para com as Forças Armadas. Isto graças à mentalidade esquerdofílica que despreza e persegue tudo o que é militar, num revanchismo idiota por causa do período dos governos militares. E também por causa da politicagem e a corrupção, verdadeiras pragas que deixam tudo por aqui mais lento.

    O Brasil só vai conseguir se tornar alguma coisa que preste quando fizer uma reforma política que não seria feita, jamais, em um regime democrático. Para que tantos partidos ? Tanta gente metendo o bedelho ? Para que tantos políticos enchendo o saco, travando as coisas e metendo a “colher de pau”, tentando auferir vantagens ? Para que tantos políticos a tentar legislar em causa própria, tomando conta dem ministérios onde inflam orçamentos tentando auferir ganhos para suas campanhas políticas ?

    Junto com a corrupção, o grande problema do Brasil é a POLITICAGEM !!! Temos políticos e partidos demais (e já acabaram de funda outro, que se diz não ser de centro,nem de direita, nem de esquerda; ou seja, não é de nada, a não ser consquistar cargos e fazer negociatas); temos gente demais se mentendo onde não é chamada e tendo privilégios para isso. Dois partidos, no máximo três (esquerda, direita e centro), já seria de bom tamanho; um congresso com 240 deputados e 1 senador por estado já é muito. O resto é POLITICAGEM…aquilo que Salazar combateu durante anos, com um certo exagero, mas não lhe tiro a razão.

    E nossas Código Penal é frouxo, emasculado e leniente com a escumalha bandida, seja esta pobre, rica ou remediada. Um assassinato aqui dá apenas 14 anos de cadeia – imaginem o resto !!! E algum boçal colocou, como cláusula pétrea da Constituição, que ninguém pode ficar mais de 30 anos preso – ou seja, simplesmente inviabilizou a prisão perpétua.

    De resto, o Brasil precisa se armar; não existe superpotência que seja, ao mesmo tempo, uma anã militar. Uma coisa não casa com a outra.

    • Sim, essa ‘e uma boa explicacao… A memoria da ditadura militar (que realmente nao houve nos ultimos cem anos em Portugal) ‘e uma das causas para este desprezo pela Defesa e ate pela timida presenca diplomatica e militar do Brasil em cenarios internacionais de crise.
      Provavelmente tera que passar ainda uma geracao ate que se limpem esses complexos… Portugal tambem os teve, para com a África lusofona e so muito recentemente (depois de 2008) ‘e que os comecou a ultrapassar.

  124. Enquanto se mantiver o pacto anglo-saxónico debaixo da mesa, entre o Reino Unido, Estados Unidos da América, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, haverá sempre um único Império mundial.
    O Brasil, Russia ou China, nada podem contra este Império bem orquestrado e oleado.
    Ora justamente um Império Lusófono iria contrariar essa máquina que comanda os destinos do mundo.

    • Sobretudo porque desses tres, dois sao ferozmente ditatoriais e nao democraticos… com sociedades civis limitadas e passivas, jamais se poderão desenvolver o suficiente para colocarem em risco esse grande imperio global de matriz germanica.

  125. Daniel Wilhelm Albrecht Von Falkowski

    O Sucesso do Brasil depende somente do nosso povo,do nosso trabalho e do nosso suor,no momento que o povo brasileiro acordar e deixar de se preocupar com “bobeiras” o Brasil estará não em 5° ou 4° lugar de PIB,mas sim em 1° tanto em PIb quanto IDh que é o que o nosso povo merece.

  126. Pedro

    A história sempre nos contou um facto, um país que tem todas as condições e oportunidade histórica para se impor numa dada região e não aproveita o seu lugar será aproveitado por outro neste caso os EUA, os EUA neste momento estão a circundar a fronteira brasileira com bases nomeadamente através da Colômbia e outros países satélites e a incursão a americana visa a Amazónia, os brasileiros deveria saber tirar lições históricas e até de Portugal, nomeadamente no mapa cor rosa na África austral, o ultimato inglês foi devido ao facto de embora as terras entre o território angolano e moçambicano pertencerem na altura a Portugal, a chamada antiga Rodésia, como Portugal não os ocupava os ingleses actuaram no sentido de ficarem com aquelas terras que eles chamavam de ninguém.
    Ora o Brasil pode a médio prazo sofrer um ultimato americano nas terras da Amazónia, é sabido o apetite americano por aquelas terras, aliás já existem provas de incursões de tropas americanas e inglesas em pleno território brasileiro pela floresta amazónica aliás que deverão saber mais acerca desse território que o próprio exército brasileiro.
    Seria gravíssimo que o Brasil deixasse a oportunidade histórica que tem para reforçar a sua liderança e isso obviamente tem a haver com o seu poder militar.
    Seria de lamentar também para nós portugueses porque ao fim ao cabo as fronteiras do amazonas foram feitas à custa do enorme trabalho dos bandeirantes.
    Penso que seriam interessante que por exemplo houvesse uma companhia de fuzileiros portuguesa no amazonas em conjunto com outra brasileira, a pretexto de criação de uma base de treinos nesse território, a grande experiência dos fuzileiros em combate de guerrilha nos rios africanos e savanas da Guiné seria uma mais valia, além de que a criação dessa pretensa base de treinos quando de facto seria uma base de dissuasão nesse lado da fronteira do amazonas com a Colômbia poria em sentido essas incursões anglo-americanas.
    Por exemplo a legião estrangeira tem uma base supostamente de treinos na Guiana francesa…
    Ainda hoje me admiro como o nosso ministério da defesa em vez de andar com protocolos que traem os interesses nacionais, poderia ter esse protocolo e fundar uma grande base operacional com a missão de defender aquelas terras e para isso temos know how de sobra quer em homens quer em equipamento.
    Seria o embrião da constituição das verdadeira forças armadas lusófonas.

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