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	<title>Comentários em: O Grande Ciclo das Coisas&#8230; Segundo a cartilha neoliberal</title>
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	<description>Política, Espaço, Agostinho da Silva, Quids, Ciência, Defesa, Economia,  Hoaxes, etc...</description>
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		<title>Por: Rui Martins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rui Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 12:41:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Golani:

&quot;vou procurar responder por fases&quot;
-&gt; Também eu, tentarei responder comentário a comentário (ou taco-a-taco, como dizem)

&quot;antes de mais há que definir “Liberalismo” e “Neo conservadores” já que estes termos são usados frequentemente como cliché&quot;
-&gt; Serão... Mas não por aqui ;-) Não confundo os dois. Se reparares não uso os dois termos de forma indistinta. Uso antes &quot;neoliberalismo&quot;, no sentido que lhe deu a Escola de Chicago (http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo) ou &quot;Liberalismo Económico&quot;, mas evito criticar o &quot;Liberalismo&quot;, somente assim escrito, porque este é associado (nos EUA) a posições que na Europa se associam à Esquerda (como o aborto ou a investigação sobre células estaminais), mas sobretudo porque... concordo com a essência das teses liberais, tal como foram apresentadas nos finais do século XIX (http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_cl%C3%A1ssico). Neste sentido, discordo dos modelos &quot;comunistas&quot; que defendem a propriedade colectiva dos meios de produção e advogo as vantagens da livre iniciativa privada. Mas a uma escala local e regional, com autonomia e autosuficiência regionais, e recorrendo a trocas internacionais apenas de uma forma coadjuvante e não fundamental, como defendem os advogados da Globalização (http://www.schumachersociety.org/newsletters/06apr21.html)


&quot;Liberalismo significa em termos sociais defender as liberdades individuais (liberdade de escolha, respeito pela decisões individuais - ex. aborto, drogas leves, fumar etc… diferentes correntes têm opiniões distintas nestes aspectos)&quot;
-&gt; Hum. Pois, foi isso mesmo que escrevi mais acima. Mas atenção que sendo budista e utilitarista (http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Stuart_Mill e http://pt.wikipedia.org/wiki/Utilitarismo) defendo que o principal critério para a Moral deve ser o Sofrimento, ou a redução do mesmo... E neste caso, defendo a intervenção do Estado e da Lei quando uma liberdade individual (como o fumo ou a posse de arma) afecta e cria sofrimento entre os seus semelhantes.


&quot;politicamente significa reduzir a interferência do Estado na economia e na vida da pessoas, defende um Estado pequeno e com pouca despesa
 economicamente promove a iniciativa privada, a privatização da maioria dos sectores da economia (o papel do Estado deve ser o de árbitro, que promove a livre e sã concorrência entre as empresa, e não de jogador), a mobilidade profissional&quot;
-&gt; É aproximadamente a minha posição, com a diferença de que defendo uma redução radical dos poderes e competências do Estado central e a formação de uma federação de munícipios autónomos, segundo o espírito do pensamento de Agostinho da Silva.
-&gt; O que mais me preocupa nesta Globalização é a sua confusão com os interesses dos grandes (gigantescos) grupos económicos e megamultinacionais, que crescem e se estendem sem parar sendo muitas delas hoje em dia mais ricas e poderosas que muitos pequenos países. É este Poder crescente que tem que parar, sob risco de ameaçar a Democracia e a Liberdade individual que os pais fundadores do Liberalismo souberam afirmar depois de tanto esforço e sangue derramado, nos EUA (revolução americana) e um pouco por todo o mundo, séculos depois.

&quot;os neocon ascenderam ao poder com o Bush e puseram em prática as suas politicas com resultados desastrosos (falhanço do Iraque) daí que actualmente é um movimento politico acossado, mais de 70% dos americanos não apoiam esta Adminstração&quot;
-&gt; Os neocons radicam as suas origens na década de sessenta, bem antes da chegada ao poder do ultra-manipulável (porque inculto) George Bush (http://en.wikipedia.org/wiki/Neoconservative) : &quot;Critics take issue with neoconservatives&#039; support for aggressive foreign policy; critics from the left especially take issue with what they characterize as unilateralism and lack of concern with international consensus through organizations such as the United Nations.[8][9][10] Neoconservatives respond by describing their shared view as a belief that national security is best attained by promoting freedom and democracy abroad through the support of pro-democracy movements, foreign aid and in certain cases military intervention. This is a departure from the traditional conservative tendency to support friendly regimes in matters of trade and anti-communism even at the expense of undermining existing democratic systems. Author Paul Berman in his book Terror and Liberalism describes it as, &quot;Freedom for others means safety for ourselves. Let us be for freedom for others.&quot;&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Golani:</p>
<p>&#8220;vou procurar responder por fases&#8221;<br />
-&gt; Também eu, tentarei responder comentário a comentário (ou taco-a-taco, como dizem)</p>
<p>&#8220;antes de mais há que definir “Liberalismo” e “Neo conservadores” já que estes termos são usados frequentemente como cliché&#8221;<br />
-&gt; Serão&#8230; Mas não por aqui <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  Não confundo os dois. Se reparares não uso os dois termos de forma indistinta. Uso antes &#8220;neoliberalismo&#8221;, no sentido que lhe deu a Escola de Chicago (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo</a>) ou &#8220;Liberalismo Económico&#8221;, mas evito criticar o &#8220;Liberalismo&#8221;, somente assim escrito, porque este é associado (nos EUA) a posições que na Europa se associam à Esquerda (como o aborto ou a investigação sobre células estaminais), mas sobretudo porque&#8230; concordo com a essência das teses liberais, tal como foram apresentadas nos finais do século XIX (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_cl%C3%A1ssico" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_cl%C3%A1ssico</a>). Neste sentido, discordo dos modelos &#8220;comunistas&#8221; que defendem a propriedade colectiva dos meios de produção e advogo as vantagens da livre iniciativa privada. Mas a uma escala local e regional, com autonomia e autosuficiência regionais, e recorrendo a trocas internacionais apenas de uma forma coadjuvante e não fundamental, como defendem os advogados da Globalização (<a href="http://www.schumachersociety.org/newsletters/06apr21.html" rel="nofollow">http://www.schumachersociety.org/newsletters/06apr21.html</a>)</p>
<p>&#8220;Liberalismo significa em termos sociais defender as liberdades individuais (liberdade de escolha, respeito pela decisões individuais &#8211; ex. aborto, drogas leves, fumar etc… diferentes correntes têm opiniões distintas nestes aspectos)&#8221;<br />
-&gt; Hum. Pois, foi isso mesmo que escrevi mais acima. Mas atenção que sendo budista e utilitarista (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Stuart_Mill" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Stuart_Mill</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Utilitarismo" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Utilitarismo</a>) defendo que o principal critério para a Moral deve ser o Sofrimento, ou a redução do mesmo&#8230; E neste caso, defendo a intervenção do Estado e da Lei quando uma liberdade individual (como o fumo ou a posse de arma) afecta e cria sofrimento entre os seus semelhantes.</p>
<p>&#8220;politicamente significa reduzir a interferência do Estado na economia e na vida da pessoas, defende um Estado pequeno e com pouca despesa<br />
 economicamente promove a iniciativa privada, a privatização da maioria dos sectores da economia (o papel do Estado deve ser o de árbitro, que promove a livre e sã concorrência entre as empresa, e não de jogador), a mobilidade profissional&#8221;<br />
-&gt; É aproximadamente a minha posição, com a diferença de que defendo uma redução radical dos poderes e competências do Estado central e a formação de uma federação de munícipios autónomos, segundo o espírito do pensamento de Agostinho da Silva.<br />
-&gt; O que mais me preocupa nesta Globalização é a sua confusão com os interesses dos grandes (gigantescos) grupos económicos e megamultinacionais, que crescem e se estendem sem parar sendo muitas delas hoje em dia mais ricas e poderosas que muitos pequenos países. É este Poder crescente que tem que parar, sob risco de ameaçar a Democracia e a Liberdade individual que os pais fundadores do Liberalismo souberam afirmar depois de tanto esforço e sangue derramado, nos EUA (revolução americana) e um pouco por todo o mundo, séculos depois.</p>
<p>&#8220;os neocon ascenderam ao poder com o Bush e puseram em prática as suas politicas com resultados desastrosos (falhanço do Iraque) daí que actualmente é um movimento politico acossado, mais de 70% dos americanos não apoiam esta Adminstração&#8221;<br />
-&gt; Os neocons radicam as suas origens na década de sessenta, bem antes da chegada ao poder do ultra-manipulável (porque inculto) George Bush (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Neoconservative" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Neoconservative</a>) : &#8220;Critics take issue with neoconservatives&#8217; support for aggressive foreign policy; critics from the left especially take issue with what they characterize as unilateralism and lack of concern with international consensus through organizations such as the United Nations.[8][9][10] Neoconservatives respond by describing their shared view as a belief that national security is best attained by promoting freedom and democracy abroad through the support of pro-democracy movements, foreign aid and in certain cases military intervention. This is a departure from the traditional conservative tendency to support friendly regimes in matters of trade and anti-communism even at the expense of undermining existing democratic systems. Author Paul Berman in his book Terror and Liberalism describes it as, &#8220;Freedom for others means safety for ourselves. Let us be for freedom for others.&#8221;"</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Martins</title>
		<link>http://movv.org/2007/05/15/o-grande-ciclo-das-coisas-segundo-a-cartilha-neoliberal/#comment-24333</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rui Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 12:15:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pedro: Como sempre, há aqui um fundo de verdade... Existem vários &quot;geoglifos&quot; encontrados no Brasil, quer por meios aéreos, quer por satélite e presentes no GoogleMaps (http://virtualglobetrotting.com/map/27941/) de facto, são restos de antigas grandes cidades indías (com populações de até dezenas de milhar de habitantes) e poderiam ser as fontes originais das lendas das cidades amazónicas procuradas por Fawcett... Este em particularmente faz lembrar os &quot;intaglios&quot; de (http://ronkilber.tripod.com/geoglyphs/SWAviator.htm), mas a forma tão geométrica... faz-me suspeitar de uma &quot;martelada&quot; dada numa imagem... 

Podes ver alguns mapas curiosos do GoogleMaps, por aqui:
http://www.gearthhacks.com/dlcat12/Strange-Map-Quirks.htm
http://en.geo-trotter.com/cat-strange.htm
e não... não encontro por aqui essa fotografia...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro: Como sempre, há aqui um fundo de verdade&#8230; Existem vários &#8220;geoglifos&#8221; encontrados no Brasil, quer por meios aéreos, quer por satélite e presentes no GoogleMaps (<a href="http://virtualglobetrotting.com/map/27941/" rel="nofollow">http://virtualglobetrotting.com/map/27941/</a>) de facto, são restos de antigas grandes cidades indías (com populações de até dezenas de milhar de habitantes) e poderiam ser as fontes originais das lendas das cidades amazónicas procuradas por Fawcett&#8230; Este em particularmente faz lembrar os &#8220;intaglios&#8221; de (<a href="http://ronkilber.tripod.com/geoglyphs/SWAviator.htm" rel="nofollow">http://ronkilber.tripod.com/geoglyphs/SWAviator.htm</a>), mas a forma tão geométrica&#8230; faz-me suspeitar de uma &#8220;martelada&#8221; dada numa imagem&#8230; </p>
<p>Podes ver alguns mapas curiosos do GoogleMaps, por aqui:<br />
<a href="http://www.gearthhacks.com/dlcat12/Strange-Map-Quirks.htm" rel="nofollow">http://www.gearthhacks.com/dlcat12/Strange-Map-Quirks.htm</a><br />
<a href="http://en.geo-trotter.com/cat-strange.htm" rel="nofollow">http://en.geo-trotter.com/cat-strange.htm</a><br />
e não&#8230; não encontro por aqui essa fotografia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Tavares</title>
		<link>http://movv.org/2007/05/15/o-grande-ciclo-das-coisas-segundo-a-cartilha-neoliberal/#comment-24331</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 11:34:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rui:

Sei que não é o sitio certo (qual é?) mas gostava de saber se sabes o que é isto:

http://www.googlediscovery.com/2007/05/14/encontrado-geoglifo-gigante-no-brasil/

É um Hoax ??]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui:</p>
<p>Sei que não é o sitio certo (qual é?) mas gostava de saber se sabes o que é isto:</p>
<p><a href="http://www.googlediscovery.com/2007/05/14/encontrado-geoglifo-gigante-no-brasil/" rel="nofollow">http://www.googlediscovery.com/2007/05/14/encontrado-geoglifo-gigante-no-brasil/</a></p>
<p>É um Hoax ??</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Golani</title>
		<link>http://movv.org/2007/05/15/o-grande-ciclo-das-coisas-segundo-a-cartilha-neoliberal/#comment-24319</link>
		<dc:creator><![CDATA[Golani]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 09:44:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;&quot;Da existência de maiorias de eleitores insuficientemente informados e, logo, fácilmente manipuláveis em campanhas de marketing político que não correspondem frequentemente à acção dos governos eleitos&quot;&lt;/i&gt;

a última eleição importante que tivemos no Ocidente foram as Presidenciais Francesas há 2 semanas

2 candidatos: 

ideias socialistas versus um candidato liber . centro-direita, que quer liberalizar a economia, a lei laboral, promover uma &quot;ruptura com o passado&quot;

não houve aqui enganos ou manipulações, Sarko apresentou-se ao eleitorado francês defendendo as suas ideias liberias

44,5 milhões de eleitores franceses foram votar ( 85,48 % , uma participação histórica)

Sarko, o candidato liberal de direita, ganhou com 53,35% dos votos




PS: tem cuidado em chamar os eleitores de ignorantes em eleições livres e democráticas ( a realidade ocidental )

é o 1º passo para colocar em xeque a Democracia, e dizer que os interesses de uma pais são melhor servidos pela liderança de uma Elite ou por um Ditador]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Da existência de maiorias de eleitores insuficientemente informados e, logo, fácilmente manipuláveis em campanhas de marketing político que não correspondem frequentemente à acção dos governos eleitos&#8221;</i></p>
<p>a última eleição importante que tivemos no Ocidente foram as Presidenciais Francesas há 2 semanas</p>
<p>2 candidatos: </p>
<p>ideias socialistas versus um candidato liber . centro-direita, que quer liberalizar a economia, a lei laboral, promover uma &#8220;ruptura com o passado&#8221;</p>
<p>não houve aqui enganos ou manipulações, Sarko apresentou-se ao eleitorado francês defendendo as suas ideias liberias</p>
<p>44,5 milhões de eleitores franceses foram votar ( 85,48 % , uma participação histórica)</p>
<p>Sarko, o candidato liberal de direita, ganhou com 53,35% dos votos</p>
<p>PS: tem cuidado em chamar os eleitores de ignorantes em eleições livres e democráticas ( a realidade ocidental )</p>
<p>é o 1º passo para colocar em xeque a Democracia, e dizer que os interesses de uma pais são melhor servidos pela liderança de uma Elite ou por um Ditador</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Golani</title>
		<link>http://movv.org/2007/05/15/o-grande-ciclo-das-coisas-segundo-a-cartilha-neoliberal/#comment-24314</link>
		<dc:creator><![CDATA[Golani]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 08:32:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[mais uma

(e não estou a procurar nada...são as noticias do dia)


&lt;i&gt;Publicado 16 Maio 2007 9:11

Os indianos da Suzlon, parceiros da Martifer, estão preparados para se aliarem aos franceses da Areva no controlo da fabricante de turbinas alemã REpower, segundo a edição de hoje do Financial Times (FT). O objectivo é uma gestão conjunta por parte das empresas que lançaram duas OPA concorrentes sobre a REpower.&lt;/i&gt;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mais uma</p>
<p>(e não estou a procurar nada&#8230;são as noticias do dia)</p>
<p><i>Publicado 16 Maio 2007 9:11</p>
<p>Os indianos da Suzlon, parceiros da Martifer, estão preparados para se aliarem aos franceses da Areva no controlo da fabricante de turbinas alemã REpower, segundo a edição de hoje do Financial Times (FT). O objectivo é uma gestão conjunta por parte das empresas que lançaram duas OPA concorrentes sobre a REpower.</i></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Golani</title>
		<link>http://movv.org/2007/05/15/o-grande-ciclo-das-coisas-segundo-a-cartilha-neoliberal/#comment-24312</link>
		<dc:creator><![CDATA[Golani]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 08:04:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[os &quot;malefícios&quot; da Globalização

surgimento de multinacionais indianas e chinesas com capacidade para investir e criar emprego no ocidente:

&lt;i&gt;16 Maio 07
	
dn.homepage » dn.economia
	
Indianos da Tata querem investir em Portugal

ANA TOMÁS RIBEIRO 		

O director executivo da Tata Sons, Alan Rosling, uma das sub-holdings do grupo indiano Tata e o presidente da Tata Consulting Services Ibero-América, Gabriel Rozam, chegam hoje a Lisboa para uma visita de alguns dias, confirmaram ao DN representantes de uma das empresas, que não quiseram, no entanto, revelar mais pormenores sobre assunto.

O objectivo desta visita é desenvolver contactos e estudar oportunidades de investimento em Portugal. Para já, sabe-se que têm uma visita a Sines agendada para sexta-feira, e segundo fontes ligadas ao processo, uma das intenções da Tata é poder instalar uma fábrica de montagem e de componentes para automóveis naquela cidade alentejana. Um projecto para a indústria automóvel que se somaria, assim, ao dos chineses da Geely, caso ambos avancem.

De acordo com uma notícia avançada esta semana pelo Diário Económico os representantes da Geely Automobile estiveram na quinta-feira da semana passada em Sines com o objectivo de avaliar as potencialidades da região para a instalação de uma unidade fabril automóvel. Uma intenção confirmada ontem à Lusa por representantes do grupo chinês em Pequim (ver caixa).

Quanto à Tata, o DN conseguiu apurar que os seus interesses pelo mercado português poderão não se ficar apenas pela indústria automóvel, podendo estender-se também à energia e indústria farmacêutica.

O grupo indiano Tata já está representado em Portugal desde 2005, através do seu ramo de negócios de consultoria, com escritório em Algés. Um primeiro passo para entrar no mercado português, que lhe permitiu facturar até Março de 2006 três milhões de dólares. Este ano a empresa espera crescer 100% em Portugal disseram ao DN responsáveis da Tata Consulting .

Mas o grupo tem empresas na área da energia, telecomunicações, , metalurgia, nomeadamente no aço, indústria automóvel, farmacêutica e outras.

Só a Tata Sons, de que Alan Rosling, o representante do grupo que agora vem a Portugal, faz parte da administração e tem sob a sua alçada sete subsidiárias. Estas empresas actuam nas áreas da engenharia, construção de complexos residenciais e comerciais, consultoria financeira e exploração e produção de crude e gás natural. Além de terem contactos com responsáveis da Câmara de Sines, os representantes da Tata terão reuniões com representantes da API - Agência Portuguesa para o Investimento (API).

As intenções destes dois grupos asiáticos, os chineses da Geely e os indianos da Tata, de investirem em Portugal foram manifestadas durante as visitas do primeiro ministro José Sócrates à China, e do Presidente da República à Índia.

Para Sines serão bem-vindos outros projectos que não os petroquímicos, dominantes até ao final da década (ver caixa em cima).

Aliás, uma das preocupações da autarquia é precisamente captar investimentos em sectores menos poluentes. Neste contexto, o interesse de operadores logísticos também é bem vindo, assim como de outras empresas de serviços, ou mesmo na área do turismo. &lt;/i&gt;

http://dn.sapo.pt/2007/05/16/economia/indianos_tata_querem_investir_portug.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>os &#8220;malefícios&#8221; da Globalização</p>
<p>surgimento de multinacionais indianas e chinesas com capacidade para investir e criar emprego no ocidente:</p>
<p><i>16 Maio 07</p>
<p>dn.homepage » dn.economia</p>
<p>Indianos da Tata querem investir em Portugal</p>
<p>ANA TOMÁS RIBEIRO 		</p>
<p>O director executivo da Tata Sons, Alan Rosling, uma das sub-holdings do grupo indiano Tata e o presidente da Tata Consulting Services Ibero-América, Gabriel Rozam, chegam hoje a Lisboa para uma visita de alguns dias, confirmaram ao DN representantes de uma das empresas, que não quiseram, no entanto, revelar mais pormenores sobre assunto.</p>
<p>O objectivo desta visita é desenvolver contactos e estudar oportunidades de investimento em Portugal. Para já, sabe-se que têm uma visita a Sines agendada para sexta-feira, e segundo fontes ligadas ao processo, uma das intenções da Tata é poder instalar uma fábrica de montagem e de componentes para automóveis naquela cidade alentejana. Um projecto para a indústria automóvel que se somaria, assim, ao dos chineses da Geely, caso ambos avancem.</p>
<p>De acordo com uma notícia avançada esta semana pelo Diário Económico os representantes da Geely Automobile estiveram na quinta-feira da semana passada em Sines com o objectivo de avaliar as potencialidades da região para a instalação de uma unidade fabril automóvel. Uma intenção confirmada ontem à Lusa por representantes do grupo chinês em Pequim (ver caixa).</p>
<p>Quanto à Tata, o DN conseguiu apurar que os seus interesses pelo mercado português poderão não se ficar apenas pela indústria automóvel, podendo estender-se também à energia e indústria farmacêutica.</p>
<p>O grupo indiano Tata já está representado em Portugal desde 2005, através do seu ramo de negócios de consultoria, com escritório em Algés. Um primeiro passo para entrar no mercado português, que lhe permitiu facturar até Março de 2006 três milhões de dólares. Este ano a empresa espera crescer 100% em Portugal disseram ao DN responsáveis da Tata Consulting .</p>
<p>Mas o grupo tem empresas na área da energia, telecomunicações, , metalurgia, nomeadamente no aço, indústria automóvel, farmacêutica e outras.</p>
<p>Só a Tata Sons, de que Alan Rosling, o representante do grupo que agora vem a Portugal, faz parte da administração e tem sob a sua alçada sete subsidiárias. Estas empresas actuam nas áreas da engenharia, construção de complexos residenciais e comerciais, consultoria financeira e exploração e produção de crude e gás natural. Além de terem contactos com responsáveis da Câmara de Sines, os representantes da Tata terão reuniões com representantes da API &#8211; Agência Portuguesa para o Investimento (API).</p>
<p>As intenções destes dois grupos asiáticos, os chineses da Geely e os indianos da Tata, de investirem em Portugal foram manifestadas durante as visitas do primeiro ministro José Sócrates à China, e do Presidente da República à Índia.</p>
<p>Para Sines serão bem-vindos outros projectos que não os petroquímicos, dominantes até ao final da década (ver caixa em cima).</p>
<p>Aliás, uma das preocupações da autarquia é precisamente captar investimentos em sectores menos poluentes. Neste contexto, o interesse de operadores logísticos também é bem vindo, assim como de outras empresas de serviços, ou mesmo na área do turismo. </i></p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2007/05/16/economia/indianos_tata_querem_investir_portug.html" rel="nofollow">http://dn.sapo.pt/2007/05/16/economia/indianos_tata_querem_investir_portug.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Golani</title>
		<link>http://movv.org/2007/05/15/o-grande-ciclo-das-coisas-segundo-a-cartilha-neoliberal/#comment-24307</link>
		<dc:creator><![CDATA[Golani]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 06:54:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://movv.org/2007/05/15/o-grande-ciclo-das-coisas-segundo-a-cartilha-neoliberal/#comment-24307</guid>
		<description><![CDATA[&quot; May 16 (Bloomberg) 

....&lt;b&gt;The euro region&#039;s fastest economic growth in six years is boosting tax revenue for European governments and helping them bring down budget deficits.&lt;/b&gt; Euro-area growth in the first quarter outpaced the U.S. economy for a fourth straight quarter and may exceed U.S. expansion for the full year for the first time since 2001, according to commission forecasts.

That pace of growth helped Germany cut its budget deficit to 1.7 percent of gross domestic product last year, down from a peak of 4 percent in 2003. In each of the four years before 2006, Germany violated an EU rule it helped devise that obliges governments to keep their budget gaps below 3 percent of GDP.

Growth Forecast

Chancellor Angela Merkel&#039;s coalition government on April 25 raised its economic-growth forecast for this year to 2.3 percent from 1.7 percent, and projects expansion will accelerate to 2.4 percent in 2008.&quot;....


.....&quot;EU Monetary Affairs Commissioner Joaquin Almunia said May 7 he expects only Portugal among the 13 nations sharing the euro to remain under deficit scrutiny at the end of 2007, down from five, including France and Italy, last year.&quot;.....

Portugal é que não parece sair da cepa torta, mas se todos os outros avançam no mesmo contexto (zona euro, economia aberta, globalização) a culpa deve ser nossa, não ? 

mas é sempre mais fácil atirar as culpas para os chineses, para as multinacionais, para os liberais, neocons.....

noticia completa: http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&amp;sid=axha4ZsceEz0&amp;refer=home]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8221; May 16 (Bloomberg) </p>
<p>&#8230;.<b>The euro region&#8217;s fastest economic growth in six years is boosting tax revenue for European governments and helping them bring down budget deficits.</b> Euro-area growth in the first quarter outpaced the U.S. economy for a fourth straight quarter and may exceed U.S. expansion for the full year for the first time since 2001, according to commission forecasts.</p>
<p>That pace of growth helped Germany cut its budget deficit to 1.7 percent of gross domestic product last year, down from a peak of 4 percent in 2003. In each of the four years before 2006, Germany violated an EU rule it helped devise that obliges governments to keep their budget gaps below 3 percent of GDP.</p>
<p>Growth Forecast</p>
<p>Chancellor Angela Merkel&#8217;s coalition government on April 25 raised its economic-growth forecast for this year to 2.3 percent from 1.7 percent, and projects expansion will accelerate to 2.4 percent in 2008.&#8221;&#8230;.</p>
<p>&#8230;..&#8221;EU Monetary Affairs Commissioner Joaquin Almunia said May 7 he expects only Portugal among the 13 nations sharing the euro to remain under deficit scrutiny at the end of 2007, down from five, including France and Italy, last year.&#8221;&#8230;..</p>
<p>Portugal é que não parece sair da cepa torta, mas se todos os outros avançam no mesmo contexto (zona euro, economia aberta, globalização) a culpa deve ser nossa, não ? </p>
<p>mas é sempre mais fácil atirar as culpas para os chineses, para as multinacionais, para os liberais, neocons&#8230;..</p>
<p>noticia completa: <a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&#038;sid=axha4ZsceEz0&#038;refer=home" rel="nofollow">http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&#038;sid=axha4ZsceEz0&#038;refer=home</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Golani</title>
		<link>http://movv.org/2007/05/15/o-grande-ciclo-das-coisas-segundo-a-cartilha-neoliberal/#comment-24269</link>
		<dc:creator><![CDATA[Golani]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 May 2007 21:53:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;pressão sobre os Salários e, logo, uma redução massiva do seu peso nas economias nacionais do Ocidente e uma muito sensível redução no Consumo que está na raíz de uma estagnação económica que parece confortávelmente instalada nas nossas sociedades&quot;

mais um vez estás a falar baseado em que dados !?

os USA têm crescido a tx robustas nos últimos anos (a 3 e 4% )
a Europa está tb a crescer a tx crescentes
índia e China continuam a crescer a 8-9% ao ano

o PIB mundial cresce a 4 - 5% ao ano


os países ocidentais consomem cada vez mais fruto de maiores salários devido ao crescimento económico e ao recurso ao débito ( isto sim é q se pode vir a revelar um problema)

os emergentes crescem cada vez a exportar para estes países, e constroem infraestruturas, crescem a tx elevadas, os salários aumentam, as populações dos emergentes podem aceder agora a níveis de consumo com nunca na história]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;pressão sobre os Salários e, logo, uma redução massiva do seu peso nas economias nacionais do Ocidente e uma muito sensível redução no Consumo que está na raíz de uma estagnação económica que parece confortávelmente instalada nas nossas sociedades&#8221;</p>
<p>mais um vez estás a falar baseado em que dados !?</p>
<p>os USA têm crescido a tx robustas nos últimos anos (a 3 e 4% )<br />
a Europa está tb a crescer a tx crescentes<br />
índia e China continuam a crescer a 8-9% ao ano</p>
<p>o PIB mundial cresce a 4 &#8211; 5% ao ano</p>
<p>os países ocidentais consomem cada vez mais fruto de maiores salários devido ao crescimento económico e ao recurso ao débito ( isto sim é q se pode vir a revelar um problema)</p>
<p>os emergentes crescem cada vez a exportar para estes países, e constroem infraestruturas, crescem a tx elevadas, os salários aumentam, as populações dos emergentes podem aceder agora a níveis de consumo com nunca na história</p>
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