O míssil de cruzeiro brasileiro: o AV/MT-300 da Avibras

AV/MT-300
(Míssil AV/MT-300 in http://www.defesabr.com)

O Brasil está a desenvolver um novo míssil guiado, de nome AV/MT-300 que será lançados por camiões Astros-II. Os novos mísseis serão guiados por um sistema inercial por laser e GPS, de forma idêntica aos mísseis americanos BGM 109 Tomahawk, mas a uma fracção do custo unitário destes (1,4 biliões de dólares por unidade!), voando como um míssil até se aproximar do alvo, altura em que abre as asas e passa a voar como um pequeno avião supersónico, até ao momento do impacto.

De capacidades semelhantes ao Tomahawk americano, o AV/MT-300 terá, um preço muito inferior… Ou seja, em vez de 1,4 biliões de dólares cada míssil, cada AV/MT-300 deverá custa menos de um milhão de dólares. As características e promessas desta proposta brasileira já atrairam o interesse dos actuais utilizadores do sistemas Astros II. Como a Malásia que ainda recentemente comprou sistemas Astros II por 180 milhões de dólares ou o Iraque, a Arábia Saudita, o Qatar e o Kuwait, para além do Brasil, claro.

O AV/MT-300 brasileiro será capaz de transportar uma ogiva de até 200 Kg de explosivos a alvos situados a até 300 Km de distância. Existem estudos para variantes navais do míssil (conhecidas como X-300) e de lançamento aéreo, sobre os quais a Avibras tem trabalhado, de forma intermitente, nos últimos anos, pelo menos desde 1999.

Fontes:
Global Security
Militar.com.br
DefesaBr.com

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242 thoughts on “O míssil de cruzeiro brasileiro: o AV/MT-300 da Avibras

  1. Anónimo

    Como diversos outros projetos, possivelmente e infelizmente não deverá passar disto, pois os governos brasileiros, nos ultimos 20 anos, paradoxalmente jogam contra suas Forças Armadas. No entanto, juram apoiar o desenvolvimento tecnologico, mas não adquirem os armamentos, voltando as empresas sobreviventes à exportação. Como uma arma pode ter sucesso se o própio país que a produz não faz encomendas? O maior exemplo foi o MBT Osório.

    • oi falando sodre o misse que acabei ver e inportante mais o governo nunca apoia como deviria temos que buscar o desenvolvimento neste aria porque chegara dias que vamos arepender ou melhor o governo deste pais desda escola muito ruim

  2. Anónimo

    Por esse preço deve ser uma valente sucata!
    Nem sempre o factor racionalidade de preços é o mais importante nos armamentos se atender-mos ao rácio custo+ID=capacidade/alcance/sofisticação tecnológica/invulnerabilidade/efectividade/eficácia!

    Essa dos preços não vai comigo!

    • RIBEIRO

      Respondendo ao amigo anônimo ; Os mísseis que são como neste caso estratégicos não são interessantes de serem vendidos; é por isto que os EUA mantem um preço exorbitante a estes materiais; diferente do que se pensa, o Brasil fabrica ,participa dos desenvolvimentos e compra “n” números de materiais bélicos dos seus fabricantes há muito tempo; no entanto se faz necessário investir mais em pesquisas e desenvolver tecnologia própria para a defesa e segurança. Como exemplo é o submarino nuclear que é feito em cooperação com a França; o Brasil deverá manter sua tecnologia com atenção a seus valores e segredos estratégicos e não permitir a opinião de nenhuma nação ‘amiga’ , vizinha, ou não porque o que querem falando mal de americanos ou seus vizinhos na verdade é conhecer tecnologia estratégicas as custas do Brasil para usar contra nós mesmos. Países não podem considerar amigos e sim aliados de causa justa ; não tem amigos e sim interesses de ordem humana, soberana e financeira para aí sim ser independente de (amigos). No entanto alguns de nossos Governos dão muita atenção a tratados que “elevam” nosso país a terceiro mundo novamente, Infelizmente. O SNBR terá muita utilidade no caso de dissuasão ; negação de uso de mar territorial da Brasil porque tem total projeto para este fim. A viabilidade do Rafale é bem vinda ,ele já operou em porta aviões em versões mais antigas voou no Fox ainda na França; e é bem mais moderno frente ao F18 SH.

  3. 1º Anónimo: Sim… e pensar que o Osório esteve quase a ser comprado pela Arábia Saudita:

    http://militaryzone.home.sapo.pt/osorio-file.htm

    2º Anónimo: Caro Nelo Cunha… Como vai essa nossa bela cidade de Aveiro?

  4. Meus caros,
    Como temos, tantos de nós, brasileiros e portugueses, desaproveitado do direito de permanecer-nos calados sobre assuntos dos quais nada sabemos. Concordo que o atual governo, por sua cultura (???) e formação… Mas independente dessa brutal estupidez, as empresas brasileiras de defesa estão andando, e muito bem, sim. Recomendo ao segundo anônimo que leia sobre a preocupação dos americanos ao início da ´guerra do golfo´ com o que ele chama de ´valente sucata´. Só iniciaram o ataque por terra depois de ter a certeza que os Astros II do Iraque estavam fora de ação. Te informa melhor, irmãozinho português, e vais constatar que o que chamas de sucata é uma arma poderosíssima. Mais barata ou menos cara, pela simples razão de sermos mais eficientes e criativos do que eles. Te informa melhor amigo, sobre o que está fazendo neste lado do oceano, gente que tem no todo ou em parte o sangue português, que possui sobrenomes iguais aos daí e que fala a tua mesma língua. “Abre o olho, amigo portuga´´, vamos rir juntos.
    Um fraterno abraço

  5. Thomas

    Esse projeto brasileiro óh pessimistas “anonimos”, já vem sendo feito ah longo prazo….(mas não deixo de tirar um pouco de sua descrença a outros tempos da política internacional brasileira, principalmente em épocas de pouco desenvolvimento economico…)
    A realidade brasileira atual vem mudando, economica e socialmente e, hoje o país investe bem mais em tecnologia e precisa disso, pois , desponta como um dos gigantes (potencia) dum futuro bem próximo e é candidato a um assento permanente na ONU…necessitanto investir mais em suas forças armadas,porem,relembrando as expectativas passadas de falta de investimento, tecnologias de ponta não amadurecem tão rápido quanto melancia e, os investimentos da década de 90 pós-estabilidade ecônomica serão vistos nos próximos anos….
    Só relembrando os avanços da EMBRAER,AVIBRAS(empresa de armamento auto-sustentavel), entre outros,proporcionados pela PETROBRÀS,EMBRAPA, ITA…e.. etc..etc…..
    Esperem e verão!!!!!!!!

  6. Anónimo

    Eu sei Thomas, eu sei!
    A Embraer (p.ex.) é o quinto maior fabricante do mundo de aeronaves regionais de passageiros e está tendo muitíssimo êxito com a aceitação internacional dos seus excelentes e competitivos ERJ-135/140/145, além da série EMB-170/175/190/195. O mesmo êxito está a ter com o VIP Jet Legacy onde tem uma carteira de encomendas considerável. E a Embraer já está a traçar o futuro próximo com o novo conceito de (VLJ-Very Light Jets) onde a série Phenom 100/300 e os futuros Lineage 1000 vão dar “luta” e que falar. Num futuro mais dilatado, estão na sua agenda de projectos os Embraer (MSJ-Mid Size Jet) e (MLJ-Mid Light Jet).
    Além do mais, a Embraer tem obtido muito êxito nas exportações de âmbito militar com os seus “cavalos de batalha” EMB-312 Tucano e EMB-314 Super Tucano (face às imensas propostas nestes sectores dos “Light Trainers” e dos “Light Attack Aircrafts”). E tem obtido igualmente muita aceitação com os seus avançados aparelhos de alerta aéreo antecipado & control EMB-145 (AEW&C) com radar sueco Ericsson “Erieye”!

    O Brasil anda em alta, disso não há a menor dúvida!
    Pena é que esses fantoches incompetentes que temos ao galope deste triste país, este Portugaleco do vómito, não disponha de mais recursos e meios para que o Ministério da Defesa equipe a nossa F.A.P. com aeronaves brasileiras e não tire mais proveito do seu “know how”, incluindo linhas de montagem nas OGMA (em vez de darem só assistência técnica)!

  7. Graxaim:
    ” Meus caros,
    Como temos, tantos de nós, brasileiros e portugueses, desaproveitado do direito de permanecer-nos calados sobre assuntos dos quais nada sabemos. Concordo que o atual governo, por sua cultura (???) e formação… Mas independente dessa brutal estupidez, as empresas brasileiras de defesa estão andando, e muito bem, sim. Recomendo ao segundo anônimo que leia sobre a preocupação dos americanos ao início da ´guerra do golfo´ com o que ele chama de ´valente sucata´. Só iniciaram o ataque por terra depois ”
    -> Esse “segundo anónimo não merece a atenção da sua réplica, Graxaim…

    “de ter a certeza que os Astros II do Iraque estavam fora de ação. Te informa melhor, irmãozinho português, e vais constatar que o que chamas de sucata é uma arma poderosíssima. Mais barata ou menos cara, pela simples razão de sermos mais eficientes e criativos do que eles. Te informa melhor amigo, sobre o que está fazendo neste lado do oceano, gente que tem no todo ou em parte o sangue português, que possui sobrenomes iguais aos daí e que fala a tua mesma língua. “Abre o olho, amigo portuga´´, vamos rir juntos.
    Um fraterno abraço”
    -> Ele nunca “abrirá o olho”, o homem está completamente cercado por si mesmo, numa tormenta de palavras e em torrentes de pensamentos circulares… Aliás, está daqui banido por ter insultado demasiadas vezes comentadores e o próprio que estas palavras vai escrevendo…

    Thomas:
    ” Esse projeto brasileiro óh pessimistas “anonimos”, já vem sendo feito ah longo prazo….(mas não deixo de tirar um pouco de sua descrença a outros tempos da política internacional brasileira, principalmente em épocas de pouco desenvolvimento economico…)
    A realidade brasileira atual vem mudando, economica e socialmente e, hoje o país investe bem mais em tecnologia e precisa disso, pois , desponta como um dos gigantes (potencia) dum futuro bem próximo e é candidato a um assento permanente na ONU…necessitanto investir mais em suas forças”
    -> Um tema onde não se tem ouvido falar mais… Bom ou mau sinal?

    “armadas,porem,relembrando as expectativas passadas de falta de investimento, tecnologias de ponta não amadurecem tão rápido quanto melancia e, os investimentos da década de 90 pós-estabilidade ecônomica serão vistos nos próximos anos….”
    -> Sendo que agora é preciso entrar em parcerias para recuperar o espaço e tempo perdidos… A Rússia seria uma boa parceira neste domínio… A China já não, já que esta entra sempre nas parcerias na mira de sacar todo o know-how possível em troca de dinheiro…

    ” Só relembrando os avanços da EMBRAER,AVIBRAS(empresa de armamento auto-sustentavel), entre outros,proporcionados pela PETROBRÀS,EMBRAPA, ITA…e.. etc..etc…..
    Esperem e verão!!!!!!!!”
    -> Estamos vendo, já! O E390… É o último exemplo disso, especialmente se seconfirmaram as notícias que o dão como certo!

    Anónimo
    ” Eu sei Thomas, eu sei!
    A Embraer (p.ex.) é o quinto maior fabricante do mundo de aeronaves regionais de passageiros e está tendo muitíssimo êxito com a aceitação internacional dos seus excelentes e competitivos ERJ-135/140/145, além da série EMB-170/175/190/195. O mesmo êxito está a ter com o VIP Jet Legacy onde tem uma carteira de encomendas considerável. E a Embraer já está a traçar o futuro próximo com o novo conceito de (VLJ-Very Light Jets) onde a série Phenom 100/300 e os futuros Lineage 1000 vão dar “luta” e que falar. Num futuro mais dilatado, estão na sua agenda de projectos os Embraer (MSJ-Mid Size Jet) e (MLJ-Mid Light Jet).
    Além do mais, a Embraer tem obtido muito êxito nas exportações de âmbito militar com os seus “cavalos de batalha” EMB-312 Tucano e EMB-314 Super Tucano (face às imensas propostas nestes sectores dos “Light Trainers” e dos “Light Attack Aircrafts”). E tem obtido igualmente muita aceitação com os seus avançados aparelhos de alerta aéreo antecipado & control EMB-145 (AEW&C) com radar sueco Ericsson “Erieye”!”
    -> Falta uma proposta para o campo do jacto! Um sucessor do AMX, ou uma variante de ataque ao solo…

    ” O Brasil anda em alta, disso não há a menor dúvida!
    Pena é que esses fantoches incompetentes que temos ao galope deste triste país, este Portugaleco do vómito, não disponha de mais recursos e meios para que o Ministério da Defesa equipe a nossa F.A.P. com aeronaves brasileiras e não tire mais proveito do seu “know how”, incluindo linhas de montagem nas OGMA (em vez de darem só assistência técnica)!”
    -> Completamente de acordo. Dito. Em vez de Epsislons deviámos ter os mais flexíveis e resistentes Super Tucanos. Para substituir os C-130H, devíamos ter o E390 e para o lugar dos F-16, quando estes tiverem que ser substituídos… O vencedor do FX2? Rafale (excelente) ou Su-35 (isso já seria bem mais difícil…) As OGMA poderiam e deveriam entrar nestes processos todos, potenciando a ligação e a indústria nacional brasileira e portuguesa.

  8. Meus caros
    Nos ´sites´ abaixo, encontrarão notícias bem ´interessantes´ que de uma ou outra maneira se relacionam com os últimos comentários. Para quem gosta de deduzir eventuais possibilidades então… são ´´pratos cheios´´.

    http://www.cecompi.org.br/ingles/noticias2.asp?codnot=101151

    http://txt.estado.com.br/editorias/2007/01/15/ger-1.93.7.20070115.1.1.xml

    http://www.fab.mil.br/imprensa/notaer/07not02/Notaer2_2007.pdf

    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG76271-6014,00.html

    http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3232&bd=1&pg=1&lg=

    http://www.omundodausinagem.com.br/edicoes/2005/4/OTS.pdf

    Só não citei mais ´sites´ para não ganhar (merecidamente) o título de Chato do Ano.
    Um fraterno abraço

  9. Caro ´´Anônimo´´
    Para tua informação. A Embraer não se encontra na posição que dissestes…

    ´´A Embraer (p.ex.) é o quinto maior fabricante do mundo de aeronaves regionais de passageiros´´

    A brasileira (e lusófona) Embraer, é a TERCEIRA fabricante de aviões do planeta. …por enquanto… Algo mais vem a caminho…
    Saudações

  10. Pedro Tavares

    Clavis: Não percebo nada disto, mas parece-me que tens um erro no texto quando dizes que o custo unitário do BGM 109 Tomahawk é de 1,4 biliões de dólares por unidade!”, na verdade o custo unitário é de 1,4 milhões e o custo total do programa de desenvolvimento chegou aos $11,210,000,000 (11,2 biliões).
    Quanto ao preço do míssil Brasileiro $1000 por unidade??, é de facto um valor muito baixo, vou pesquisar. ;)

    Já agora o Nelo Cunha é de Aveiro ? Será que conheço a personagem ?

  11. Pedro:

    1. Bem… É o que diz aqui a fiável Global Security:
    “As such it is the equivalent of the Tomahawk, Apache, Kh-65 and others, though costing well less, (seu price were calculated around 800 to a thousand dollars) against more than 1,2 million of dollar on average for the competitors.”

    http://www.globalsecurity.org/military/world/brazil/avmt-300.htm

    e aqui:

    http://pt.shvoong.com/internet-and-technologies/news/1643092-tecnologia-brasileira-mortalmente-eficiente-meiobit/

    (no que parece ser um texto oriundo da primeira fonte)

    2. O preço do Tomahawk surge em várias fontes com preços bem diferentes…
    No fas.org (excelente fonte):
    “If approved by Congress, the next generation of long-range Tomahawk cruise missiles would cost less than $575,000 each, half the estimated cost of $1.1 – 1.4 million for the currently planned Block IV model.”

    http://www.fas.org/man/dod-101/sys/smart/bgm-109.htm

    3. Os registos que tenho indicam que sim. E seriam bastantes para o identificar, se o quisesse mesmo fazer (não quero)… Conheces alguém em Aveiro com o tipo de perfil?

  12. Fred

    Clavis, eu também estranhei o preço proposto do AVMT 300, os que encontrei foram sempre da ordem de $800.000,00

    http://my.opera.com/parolin/blog/index.dml/tag/Avibr%C3%A1s%3B%20Brasil%3B%20Tomahawk%3B%20m%C3%ADssil

    e a AVIBRAS tem também o Míssil ótico FOG-MPM.

    Fred

  13. cravo

    800 a 1000 dólares por um míssil de cruzeiro? Pois claro que sim, faz todo o sentido que um missil de cruzeiro custe menos que a bomba injectora do meu carro. Mas são boas notícias, só ainda não decidi se vou usar os meus 800 dolares para comprar um navegador gps para o carro ou um missil de cruzeiro…mas faz sentido sim senhor, é bastante credível. metade vai para o desenvolvimento, ficam 400 dolares para a produção, 200 para a mão de obra e 200 para o material. 50 dolares para o sistema de navegação, 50 para o motor, 50 pra a ogiva, 50 para o combustivel e a carcaça. tudo comprado na loja dos 300 por certo

  14. cravo: sim, de facto. É demasiado… Numa notícia da BBC diz-se que a Avibras “recusou comentar” o preço unitário do míssil:

    http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/1525374.stm

    ” Avibras did not say how much its missile will cost.”
    sei que parece demasiado barato (golpe de marketin?) mas as fontes existentes (citações cruzadas?) apontam para esse valor.

  15. Thomas

    O missil de Cruzeiro Brasileiro custa por volta de 800mil dólares….e já está à venda…e muitos paises já estão interessados…o similar tomahawk estadunidense custa por volta de1,2 milhão de dólares….agora para gerar mas polêmica não falta mais nada para o Brasil já se armar com armas nucleares,pois, só faltavam os mísseis de Cruzeiro que os EUA por muito tempo boicotaram tecnologia e peças de montagem, inclusive com a sabotagem do VLS( base de alcantara) que seguia processo similar de ação…..
    Já para o próximo ano nossa querida AVIBRAS…já terá prontos mísseis Intercontinentais…e já temos a melhor tecnologia de enriquecimento de URÂNIO do mundo e capacidade comprovada de produção de bombas atômicas…..
    Não para fazer guerra com ninguem, mas o mundo só respeita os FORTES….BRASIL TÀ NO CAMINHO

  16. Thomas

    e sobre a bomba nuclera>>> Isso é só a ponta do Iceberg em gente!!! Tem coisa mais cabiluda>>hehe
    olhem esse link:pagina-um.blogspot.com/2007/11/brasil-general-quer-bomba-atmica.html

  17. Thomas

    pagina-um.blogspot.com/2007/11/brasil-general-quer-bomba-atmica.html

  18. Thomas: Ok! Então é mesmo uma gralha da fonte… Mas continua a ser barato… Não comparando com os novos AGM-65 de 575 mil USDs, que tornam assim o AV300 (800 mil) bem mais caro… E assim evaporando a vantagem do preço… É claro que os EUA não os exportam para toda a gente…

  19. Fred

    O maior problema a ser vencido pela AVIBRAS é o saneamento financeiro…

  20. Mas eu pensava que a quase-falência da década de 80 tinha sido ultrapassada com as excelente vendas do Astros II… Tornaram a ter problemas?

  21. Fred

    O Astros II deu uma sobrevida razoavel, quem tem mantido a empresa são as vendas de munição e já vem com prejuizos anuais da casa dos 70 milhões de reais.
    O Exercito não comprou nenhum Guara e a FAB comprou os misseis da Mectron

    boa parte dos funcionarios estão em ferias coletivas

    http://www.defesanet.com.br/brasil/avibras.htm

    a Situação não está fácil, uma ajuda do governo brasileiro (ministério da defesa) viria em boa hora (ver o 1- Seminário discute situação da indústria bélica no Brasil)

    http://www.fcs.edu.uy/investigacion/observatorioFFAA/Informe%20Brasil/Informe%20Brasil278.htm

  22. Thomas

    Pois eh!!! 800 mil dolares se vc for levar em conta a comparação com os AGM 65….o custo benefício entre tecnologias do AV300 da AVIBRás e esse é muito diferente….pois o missil brasileiro tá disputando mercado com os tomahawk( considerado um dos melhores em sua categoria)…e tbem de acordo com o que o Clavis disse os EUA não vendem para qlquer um….Os testes realizados com os misseis brasileiros que levam em conta uma tecnologia bem mais avançada possui melhor custo beneficio de logistica, ataque e defesa…
    E quanto aos problemas financeiros vividos pela AVIBRAS…já existe uma cooperação entre as Forças Armadas(governo Brasileiro em geral e até a EMBRAER), o governo liberando verbas das PPP(s) para financiar o desenvolvimento de nossas pesquisas e a fabricação nacional de armas de defesa…além de outros incentivos….

  23. Thomas

    esse link mesmo Clavis!!!

  24. Thomas

    Caracteristicas do AGM65

    Fabricante: Raytheon Systems
    Função principal: Ataque ao solo
    Alcance: 27 Km. Velocidade: 1150Km/h
    Tipo de ogiva : Fragmentação Peso da ogiva : 56.25Kg.
    Peso total: 208Kg Comprimento: 2.49 M.
    Diâmetro: 304.8mm Sistema orientação: Electro-óptica (TV)

    Caracteristicas do AV 300

    Pesando 700Kg, voando a mach 0.7 e com alcance divulgado de 300Km, o AV/MT-300, conhecido como Matador coloca o Brasil no seletíssimo clube de países com capacidade de desenvolver mísseis de cruzeiro, e com tecnologia toda nacional. Com preço estimado de US$800 mil, contra US$1,2 milhão dos concorrentes, esse brinquedo tem tudo pra garantir uma boa receita para a Avibrás, que está estudando modelos com mais carga útil e maior alcance.
    …vejam bem o alcance do outro é de apenas 27km…e o sistema de orientação ainda nem é dos mais modernos….fora a carga útil…o missil brasileiro tem até capacidade de portar Ogivas nucleares….

    fontes:http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/MIS.aspx?nm=44

    http://my.opera.com/parolin/blog/index.dml/tag/Avibr%C3%A1s%3B%20Brasil%3B%20Tomahawk%3B%20m%C3%ADssil

  25. Fred

    Thomas,
    O míssil teoricamente não pode ultrapassar o alcance de 300 km, que é o alcance máximo permitido pelo tratado de mísseis balísticos, o qual o Brasil é signatário.

    A grande queixa da AVIBRAS é que se o pais produtor não compra o produto, exportar fica muito mais difícil, o produto fica desacreditado.

    É um mercado complicado e infelizmente ainda estaríamos sujeitos a permissões dos Estados Unidos para venda externa deste tipo de armamento.

    Se além das promessas o atual governo efetivamente comece a comprar produtos das empresas bélicas nacionais, produtos que as próprias Forças armadas ajudaram a desenvolver, ai sim haveria uma grande vantagem na competição das licitações internacionais.

    Veja o caso da IMBEL, do fuzil com calibre 5.56 mm desenvolvido pelo exercito que nem um lote foi produzido, porque o governo não compra, poxa fuzil!
    É básico, não acha! E o Exercito continua usando o bom, porém antigo fal.

    Ainda tem o míssil MSS 1.2, o lançador leve anticarro, o morteiro 120 mm, e por ai vai todos desenvolvidos CTEXs. Quantos produzidos? Nenhum!

    Sobre a produção do combustível nuclear

    Temos sim a tecnologia, mas não temos condições de produção industrial, todo nosso combustível das usinas de Angra é processado no Canadá a custo de 40 milhões de dólares anuais.

    O que falta é vontade política, a fabrica de enriquecimento está até hoje em construção, ela começou na década de 80! (ganha da corveta barroso) :)

    Parece que agora vão retomar a construção, vou tentar acompanhar de perto. Pois sou um dos poucos defensores das termoelétricas nucleares.

    Também quero um desenvolvimento, mas sem planejamento a longo prazo e pricipalmente continuidade de ações fica muito difícil!

    Pela omissão do governo o Brasil perde uns 3 bilhões de dólares (o presidente da Avibras estima um 4 bilhões de Euros, mas eu sou mais comedido) ;) anuais em exportação.

    Forte abraço

    Fred

  26. Thomas

    Valeu Fred, isso é verdade, sobre os tratados balísticos, mas se tem notícias por aí que países como Russia,China, India e até os próprios EUA não respeitam esse tratado na realidade….Vale ressaltar sobre os mísseis intercontinentais Russos e dos EUA apontados uns para os outros….Mas sobre a imbel e outras a necessidade atual de nosso pais é outra, estamos em um outro cenário….Venezuela, crescimento economico, ações unilaterais dos EUA no mundo, Amazônia para proteger….. e outras condições tais como assento permanente na ONU…..O brasil obrigatóriamente tem que investir em sua própria industria até pq tá sentindo na pele os boivotes dos EUA nesse quesito e tá diversificando as parcerias estratégicas como é o caso de Russia e Ucrania trabalhando com brasileiros na base de Alcantara…vamos aguardar…mas eu to sempre ouvindo…que a meta é fortalecer nossas industrias bélicas

  27. Fred

    é, eles não respeitam mesmo, tão nem ai! Mas se o Brasil quiser sair do tratado já viu, né!
    Concordo também que nossas prioridades são outra, mas as FA deveriam também ser prioridades. Na verdade a industria deveria ser prioridade, ela gera divisas e capacita a mão de obra.
    Também escuto muito sobre a meta de fortalecer nossas industrias bélicas, mas ações práticas mesmo, nada!
    O Prejuizo que a AVIBRAS teve no Guará e nenhum foi incomendado. Vai vender para o exterior como?
    A mesma coisa a Mectron com o missil anticarro e vai ser a mesma coisa com o trezentão.
    Bem se a nuclear sair já vai ser muita coisa, vamos acompanhar de perto!

    Forte Abraço
    Fred

  28. Fred: Bem que o governo entalou a Avibras! Por isso é que este projecto é tão crítico para o seu futuro…
    Thomas: O Brasil deveria ser autónomo em todas as áreas de tecnologia de defesa… Mas estabelecendo parceiras que potenciassem e reduzissem os custos dos programas… E procurando estabelecer laços comerciais com os países da lusofonia, como Portugal e Angola. E se calhar o erro também não da própria Avibrás ao encetar projectos para os quais não tem garantias de apoio do seu próprio governo?

  29. sebastiao f do carmo

    A forte influência internacional,principalmente a americana que satura nossos olhos e ouvidos com as imagens de suas armas superpoderosas e “insuperáveis” divulgadas nos filmes holliwoodianos faz muitas pessoas imaginar que outros países não tem competência e conhecimento tecnológico suficiente para fabricar artefatos de mesma eficácia ou até melhor. No entanto, se pesquisarmos a história da indústria de defesa do Brasil, veremos que foram desenvolvidos aquí por exemplo, um dos melhores tanques de guerra já desenvolvido no mundo e que só não foi implementado sua produção em escala industrial exatamente por interferência dos EUA com forte pressão sobre os países que supostamente seriam seus compradores, somado ao calote do ditador iraquiano à Engesa. Lembrando ainda que a Embraer emergiu-se de um sonho nos fins da década de 60 para se tornar uma das maiores indústrias de aviões do mundo. A mesma desenvolveu e produz o melhor treinador turboélice, além dos sistemas de alerta antecipado tão eficases e incomparavelmente mais baratos que os americanos.
    Quanto à competência da Avibras é indiscutível, mesmo com as constántes crises, sobretudo a que enfrenta o setor de defesa no Brasil, ela vêm dando provas de sua capacidade de superar crises e avançar no conhecimento tecnológico ao ponto de produzir um dos mais avançados (só encontrando comparação nos EUA) sistema de saturação já feitos até hoje.

  30. Fred

    Clavis, Se fosse só a Avibrás estava até bom, todo a industria bélica está em situação semelhante. A grosso modo só as exportações de munição é que estão dando essa sobrevida as empresas.
    É como eu falei, um mercado muito complicado e competitivo.

    A taurus até vende bem nos Estados Unidos, mas com dura concorrência com a Glock que tenta entrar no Brasil para montar suas armas leves.

    Um episódio que passou despercebido desta disputa, não sei se já viram aquele filme U.S. Marshals, com Tommy Lee Jones e Wesley Snipes. Bem no começo do filme tem uma cena em que Tommy Lee manda o agente federal jogar fora a sua Taurus Cromada e arranjar uma Glock!

    Se fosse subliminar não se poderia nem reclamar, mas assim na cara dura é fogo! ;)

    Fred

  31. Fred

    Mais uma na AVIBRAS

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u366885.shtml

    Vamos torcer para que saia tudo bem!

  32. “Foram retomadas na manhã desta sexta-feira as buscas pelo helicóptero que desapareceu na madrugada de ontem depois de decolar de Angra dos Reis (litoral sul do RJ) com destino a São José dos Campos (91 km de São Paulo), no Vale do Paraíba. Na aeronave viajavam o empresário João Verdi de Carvalho Leite, presidente da fabricante de material bélico Avibrás, e a mulher dele, Sônia.”
    -> Uma pena… Para a família e até para a Avibras onde estava a fazer um notável trabalho de recuperação e liderança, ao que tenho lido…

  33. Ed

    Este missil não existe.

  34. Graxaim

    Astros II
    A discreta empresa Avibras Indústria Aeroespacial S.A., localizada em Jacareí (SP), tem alcançado o reconhecimento internacional pelas inovações tecnológicas, confiabilidade dos seus produtos e o impacto nas operações militares com o seu produto o ASTROS II ( Artillery Saturation Rocket System ) . Mais do que menção o Sistemas ASTROS II foi o único sistema de armas não americano a ser reconhecido pela sua eficiência no campo de batalha no Relatório ” Conduct of the Persian Gulf War” do Departamento de Defesa ao Congresso Americano (abril 1992). Muitas características do Astros II são exclusivas: capacidade de disparo com cinco tipos diferentes de foguetes utilizando o mesmo veículo lançador e disparando um ataque massivo em alvos entre 9 e 90 Km; melhor área de cobertura com oito tipos de warheads e elevada precisão; mesma plataforma de veículo base para o veículo lançador, veículo de suprimento de munição, veículo de controle e comando e unidade de controle de disparos proporcionando total capacidade de operação.

    O sistema ASTROS desenvolvido no início dos anos 80 para atender a uma demanda do Iraque, que já era cliente da empresa e necessitava de uma arma para fazer frente aos ataques maciços do Iran. O sistema funcionou perfeitamente com a ajuda das informações de satélites passadas pelos americanos, na época eram aliados, ajudou o Iraque a equilibrar a situação militar. Já conhecedor da eficácia do sistema os americanos estabeleceram como requisito número um antes de iniciar a Operação Tempestade no Deserto, de que todos os Sistemas ASTROS II iraquianos fossem localizados e neutralizados. Palavras do Relatório:” However, US rocket systems were out-ranged by the Iraqi ASTROS II multiple rocket launcher( 60 km ). Accurate targeting of Iraqi positions by ground and air units overcame this advantage.”

    O ASTROS II permite o disparo do Míssil Tático MATADOR, ou AV/MT 300, da AVIBRAS, capaz de atingir alvos a 300 km de distância com grande precisão. Dotado de inteligência eletrônica, é guiado por um sistema digital de navegação (GPS), que permite procurar e localizar eletronicamente o objeto do ataque, virtualmente sem índice de erro. O Míssil Tático MATADOR, surge a público em agosto de 2001 como uma resposta mais econômica brasileira ao Tomahawk, graças à sua capacidade tática de atingir alvos a 300 km de distância, em seu modelo básico de exportação. Seu sistema digital de navegação é o que há de mais moderno, atualmente, no mundo. Tanto o AV/MT MATADOR como o FOG-MPM podem ser disparados através do novo sistema ASTROS II. O sistema ASTROS é mundialmente conhecido por ser um lançador múltiplo de foguetes, como os SS-30, SS-40 e SS-60 e SS-80, com alcances variando de 9 a 90 km, sendo exportado para diversas nações amigas, justamente por essa fabulosa diversidade de empregos e de munições a partir de uma única plataforma móvel.

    O Astros II é também o principal responsável pela recuperação financeira da Avibrás, que chegou a entrar em concordata em 1990 com dívidas de mais de US$ 500 milhões. A defasagem cambial provocada pelos sucessivos planos econômicos lançados pelo governo no final da década de 80 e um calote de US$ 40 milhões do governo do Iraque quase arruinaram a empresa. “Perdemos US$ 150 milhões só no câmbio em um contrato de exportação para o Oriente Médio avaliado em US$ 400 milhões”, explica o diretor da empresa João Brasil.

    O ataque pesado veio de Bagdá no fim da década de 80, cinco anos depois da Avibrás Aeroespacial atingir a histórica marca de US$ 1 bilhão em exportações de bombas especializadas, lançadores de foguetes de saturação, cargas propelentes e novas ogivas de combate para o sistema Astros II. O equipamento foi condecorado em 1987 pelo Estado Maior do Iraque pelo desempenho decisivo na retomada da cidade de Faw, durante a luta de oito anos contra o Irã.

    http://www.inova.unicamp.br/inventabrasil/astros.htm

    Saudações

  35. Ricardo Teixeira

    Este missel NAO existe.
    isto e apenas jogada de marketing da empresa, como querem vender um missil se nem foi feito ainda, nem um prototiplo testado??????

  36. O BRASIL É UM PAÍS COM UMA CRIATIVIDADE E DE EXCELENTES PROJETISTAS;MÁS,INFELIZMENTE COM ESSES GOVERNOS QUE NÃO CUIDAM, NEM DA SEGURANÇA DOS BAIRROS;DEVEM DEIXAR PASSAR MAIS ESSA OPORTUNIDADE DE MELHORARMOS NOSSA DEFESA E ENTRARMOS NO MERCADO MUNDIAL.CADÊ O NACIONALISMO DESSE GOVERNO QUE COMPRA TANQUE ALEMÃO, QUE NEM O CHILE QUER MAIS E SUBMARINO QUE NÃO FOI APROVADO.PORQUE NÃO REABRIMOS A ENGESA?QUE JUNTO COM A EMBRAER E AVIBRAS,IMBEL,HELIBRAS(QUE PODERIA CONSTRUIR NOSSO ELICÓPTERO DE COMBATE),E SEUS MARAVILHOSOS PROJETOS NOS COLOCARIA NO TOPO DAS NAÇÕES QUE CUIDAM DA DEFESA NACIONAL.O PROBLEMA É QUE TEMOS UM GOVERNO QUE PENSA QUE O BRASIL É UMA CASA,RODIADO DE “AMIGOS” VIZINHOS.É SÓ VER QUEM É NOSSO MINISTRO DA DEFESA,MINISTRO DA DEFESA????????????

  37. Graxaim e Ricardo:
    São boas propostas, mas soam um tanto como o “último canto” do cisne. Parece que ou a Avibras faz vendas e numerosas muito rapidamente ou encerra as portas… Por mim torço pela dita, já que faz falta tal tipo de know-how no espaço lusófono, mas temo pelo seu destino…

  38. Graxaim

    Clavis Prophetarum
    A perda da Avibras seria equivalente a da Engesa. Tecnologia de ponta jogada no lixo. Equipes treinadas e prontas para gerar produtos de primeira linha, desfeitas e pulverizadas, com desperdício de milhares de horas de projeto, pesquisa e execução, e milhões de Reais jogados ao vento. Se a própria Embraer, que gera imenso volume de divisas para a nação, não tivesse criado geniais soluções para seus produtos e respectivas vendas, teria sim tomado o rumo da Engesa, simplesmente não existiria hoje.
    O governo Lula não vacilou um só segundo para escolher o avião presidencial de empresa estrangeira, negando ao país emprego e renda correspondentes, ao tempo em que passaria a ´fazer propaganda´ de um excelente avião comercial por onde andasse. Fez um gol contra. E não se fale em tamanho, porque um 190 da Embraer é mais do que suficiente.
    Está aí, para qualquer um ver os resultados. Os serviços, a agropecuária e a indústria do Brasil, crescem rápidamente, melhoram dia a dia. Já o governo, despreparado, equivocado, míope e vaidoso (o resto dos adjetivos todos sabem), posta-se no caminho do desenvolvimento do país em atitude oposta a que deveria ter. É deprimente!
    Vamos esperar que ao menos um lampejo de mínima inteligência do governo, gere alguma atitude que salve a Avibras. E sobre as opiniões, penso que estejam confundindo a situação financeira da Avibras com o produto desenvolvido. A Avibras não tem dinheiro/pedidos para a fabricação em série, mas lhe sobra capacitação técnico-científico, isso é inegável.
    Fraternais saudações

  39. Thomas

    Investimentos devem elevar em 5 vezes produção de indústrias bélicas nacionais

    AFONSO BENITES
    DA REPORTAGEM LOCAL

    As principais indústrias de fabricação de material bélico do Brasil estão se preparando para um incremento de cinco vezes na sua produção nos próximos cinco anos. A agitação no mercado de armamentos se deve ao anúncio do governo federal de que pretende reestruturar as Forças Armadas com equipamentos nacionais.

    Vários fatores políticos influenciaram na decisão do Ministério da Defesa. Dentre eles, a corrida armamentista de países latinos, a descoberta do campo de petróleo na Bacia de Santos e a pressão dos militares para que haja uma readequação de suas estruturas.

    A estimativa de aumento na produção é calculada pelo presidente da Abimde (Associação Brasileira das Indústrias de Material de Defesa), Carlos Frederico Queiroz Aguiar. Segundo ele, caso se confirme a intenção do governo de comprar apenas equipamentos nacionais para reforçar as Forças Armadas, a produção brasileira saltaria de US$ 800 milhões por ano para US$ 4 bilhões, em um prazo de cinco anos.

    Um eventual empecilho ao crescimento da fabricação do material brasileiro seria a falta de investimentos em bases tecnológicas por parte do governo.

    “Para ampliar a nossa capacidade fabril, precisamos criar novas bases tecnológicas em parceria com o governo através dos centros de excelência que já existem”, ressalta Aguiar.

    Hoje, cerca de 300 empresas atuam no setor bélico nacional, mas apenas 8 detêm a maior parte do mercado interno e externo. Se confirmados os investimentos governamentais, a expectativa é que haja também uma expansão do mercado, segundo a diretoria da Abimde.

    Armas, explosivos, munições, foguetes, softwares de vigilância, aviões e embarcações são os materiais de defesa produzidos no Brasil. Os principais compradores são Chile, Colômbia, Jordânia e outros países do Oriente Médio e da África.

    “Hoje conseguimos atender quase toda a demanda do país. Só precisamos de mais investimentos para abranger materiais que não produzimos, como algum modelo de avião supersônico”, diz o diretor.

    A pressão das Forças Armadas só surtiu efeito neste ano, mas as conversas começaram há cerca de três anos, conforme o presidente da frente parlamentar em defesa da indústria aeronáutica, o deputado federal Marcelo Ortiz (PV-SP). “Nada mais justo que, em vez de gastarmos com armamentos importados, comprarmos armas nacionais”, salienta.

    Segundo uma fonte do Exército brasileiro, que falou mediante condição de anonimato, apesar de o Brasil não ter características expansionistas, é preciso se preocupar com a defesa do país. Para ele, a descoberta do campo de petróleo na Bacia de Santos tem chamado a atenção internacional e, por conta disso, o país merece mais investimentos na área de segurança.

    Resultados

    Apesar da euforia das indústrias bélicas e das Forças Armadas, os resultados só devem surgir após setembro de 2008. Isso porque o governo federal decidiu que só investirá no setor após a conclusão do plano estratégico de defesa nacional, que está sendo elaborado pelo ministério da Defesa e por Roberto Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos), que deve ser apresentado nessa data.
    Diante do lobby das empresas, Nelson Jobim (Defesa) já disse que o governo pretende flexibilizar a lei das licitações (número 8.666/ 93) para que a indústria seja beneficiada nas concorrências. Segundo o ministro, o objetivo é fortalecer a produção interna e a exportação para a América Latina.

  40. Ed

    Mto interessante todos os comentarios, discordo,porém, de qm afirma que a AVIBRAS (um orgulho nacional) está num processo irreverisvel de falencia…

    A empresa como um todo,diversificou e mto a sua area de atuação, por isso que eu acredito no seu sucesso….confiram http://www.avibras.com.br

  41. Thomas

    ESSA É MUITO BOA!!!!!

    A ENGESA está sendo reativada desde 2004…Isso foi possivel graça à intervenção do atual governo brasileiro que na figura da IMBEL, ganhou na justiça o direito sobre todas as tecnologias desenvolvidas por ela….

    O Exército Brasileiro planeja desenvolver uma nova família de blindados de rodas. Para isso, a Indústria de Material Bélico do Brasil, a Imbel, está catalogando todo o acervo tecnológico da extinta Engesa (Cascavel e Urutu), para servir de subsídio. Esse desenvolvimento e a produção poderão vir a ser feitos pela Imbel junto com o AGSP.

    Em maio de 2004, foi noticiado que a Imbel fez uma parceria com o consórcio europeu EADS para produzir o blindado PATRIA (da Patria Vehicles), visando o mercado externo, e podendo incluir ainda a Denel, empresa sulafricana fabricante de mísseis. Provavelmente, este projeto será encaminhado ao AGSP.

    Ainda em maio de 2004, a justiça decidiu (em processo de 10 anos) pela transferência definitiva de todo o acervo tecnológico da extinta Engesa para a Imbel. O acervo envolve desenhos, matrizes e o completo ferramental de todos os seus veículos.

    Com essa esplêndida notícia, a Imbel fica plenamente habilitada a reativar a produção dos famosos veículos sobre rodas da Engesa – CASCAVEL e URUTU, o que também deverá vir a ser feito no AGSP, caso haja vontade do Governo Federal, proprietário da Imbel. Só falta agora o Brasil voltar a produzir o extraordinário MBT OSÓRIO.

    http://www.imbel.gov.br/

    http://www.defesanet.com.br/rv/agsp/index.htm

  42. Ed

    Que boa noticia, qdo nao valem essas informações ???

    seria mto disperdicio…perder-las.

  43. Albert Chirac

    Caro Anônimo! O Brasil fabrica os Super Tucanos a Hélice mais vendidos no mundo . Pena que não pode ser vendido para a Venezuela . Os EUA vetaram . O que falta ao Brasil é vergonha na cara . Quando ouso falar dos Super Tucanos a Hélice é uma piada . Qto aos aviões da Embraer e armamentos brasileiros são como bodoques e estilingues . Para que voce faça uma comparação . E se quiser falar a sério vamos falar de mísseis intercontinentais com multiplas ogivas nucleares.
    Cada ogiva com capacidade de destruir a cidade de São Paulo – virar pó. Cada cabeça de míssel intercontinental carrega de 15 a 20 ogivas que são guiadas por constelações de satelites – Glonas (Russo) ou GPS(Americano) . Se o Brasil quiser usar o sistema GPS e os EUA desligarem o sinal para o Brasil ficamos sem operar o sistema. Somos um fracasso . Não há incentivo , não pagam cientistas e pesquisadores . Para se compreender o momento que o Brasil vive. Na explosão que houve em Alcantara – Maranhão , na base de lançamentos onde vários cientistas e pesquisadores morreram , estes pesquisadores e cientistas em suas horas vagas faziam bicos como taxistas e professores , pois ganhavam muito pouco. É um absurdo o quão pouco ganha um pesquisador e um cientista no Brasil . Mais vale um Ronaldinho. Então, vamos falar de futebol e carnaval , mulher pelada , samba e novela , é melhor .

  44. Hiroito Nipon

    Caro Anônimo! O Brasil fabrica os Super Tucanos a Hélice mais vendidos no mundo . Pena que não pode ser vendido para a Venezuela . Os EUA vetaram . O que falta ao Brasil é vergonha na cara . Quando ouso falar dos Super Tucanos a Hélice é uma piada . Qto aos aviões da Embraer e armamentos brasileiros são como bodoques e estilingues . Para que voce faça uma comparação . E se quiser falar a sério vamos falar de mísseis intercontinentais com multiplas ogivas nucleares.
    Cada ogiva com capacidade de destruir a cidade de São Paulo – virar pó. Cada cabeça de míssel intercontinental carrega de 15 a 20 ogivas que são guiadas por constelações de satelites – Glonas (Russo) ou GPS(Americano) . Se o Brasil quiser usar o sistema GPS e os EUA desligarem o sinal para o Brasil ficamos sem operar o sistema. Somos um fracasso . Não há incentivo , não pagam cientistas e pesquisadores . Para se compreender o momento que o Brasil vive. Na explosão que houve em Alcantara – Maranhão , na base de lançamentos onde vários cientistas e pesquisadores morreram , estes pesquisadores e cientistas em suas horas vagas faziam bicos como taxistas e professores , pois ganhavam muito pouco. É um absurdo o quão pouco ganha um pesquisador e um cientista no Brasil . Mais vale um Ronaldinho. Então, vamos falar de futebol e carnaval , mulher pelada , samba e novela , é melhor .

  45. Ricardo Teixeira

    Thomas (17:56:17) : 25/2/08

    EM PRIMEIRO LUGAR : a imbel não ficou com o material da engesa e sim a avibas.
    EM SEGUNDO LUGAR : já saiu o ganhador, que tera o dever de produzir o novo urutu, cascavel e outros blindados sobre rodas. O ganhador foi o consorcio FIAT-IVECO.

  46. Ricardo Teixeira

    O BRASIL já anunciou a compra de 250 blindados leopard 1a-5.
    eles seram a espinha dorsal do exercito, por mais que seja um blindado antigo ainda e muito bom e com certeza recebera uma modernizaçao, o mesmo que foi feito com os leopards do canada, subsituindo algumas peças importadas por produtos nacionais. recebendo assim o nome Leopard 1 A-5Br

    QUANDO aos jipes e caminhoes TODOS eles seram AGRALE, um lote inicial de 24 gipes já foi comprado para realizar uma bateria de testes. logo seram comprados em quantodade necessaria creio que beira as 1000 unidades a serem produzidas.

  47. Ricardo Teixeira

    Hiroito Nipon (19:49:25) :
    Se o Brasil quiser usar o sistema GPS e os EUA desligarem o sinal para o Brasil ficamos sem operar o sistema.

    O brasil enviou no ultimo lancamento do vls-30 um gps aclopado ào veiculo
    este gps e 100% nacional ele foi enviado e os resultados foram os melhores possiveis, este gps será instalado em todos os equipamenos militares brasileiros assim que acabem os testes, e o satelite sera lançado em parceria com a brasil telecom no procimo lançamento que será em um futuro proximo, so não sei bem a data teria de pesquisar.

  48. Ricardo Teixeira

    ops a empresa parceira e a EMBRATEL E NAO A BRASIL TELECOM
    08/11/2007, FOI LANCADO O 1 SATELITE O 2 lancamento não tem data mas
    o nome é Star One

  49. Thomas

    Ricardo Teixeira (20:25:15) :

    Thomas (17:56:17) : 25/2/08

    EM PRIMEIRO LUGAR : a imbel não ficou com o material da engesa e sim a avibas.
    EM SEGUNDO LUGAR : já saiu o ganhador, que tera o dever de produzir o novo urutu, cascavel e outros blindados sobre rodas. O ganhador foi o consorcio FIAT-IVECO.

    >>>O que vc colocou aqui ( sobre a ENGESA) não tem comprovação nenhuma Ricardo, falar de algo que você não pode comprovar é o mesmo que boatos..entre nos links que eu coloquei acima e verá!!!
    >>>2º O consórcio Fiat-Iveco…Vai projetar uma nova plataforma de blindados, não é URUTU e nem CASCAVEL,pois quem está reformando os Urutus e Cascavel espalhados pelo mundo, por enquanto é a AGSP(Arsenal de Guerra do Exercito) sob a gerencia da Imbel,pois, os espólios da ENGESA pertencem agora ao Exercito na figura da IMBEL, segundo ação judicial

    leia:

    CBC, TAURUS E IMBEL

    O grosso das exportações brasileiras são armas leves, como revólver, metralhadora pequena, carabinas produzidas pela CBC, Taurus e Imbel, que fornece pistolas calibre 45 para o FBI americano (após vencer licitação).

    O Exército Brasileiro planeja desenvolver uma nova família de blindados de rodas. Para isso, a Indústria de Material Bélico do Brasil, a Imbel, está catalogando todo o acervo tecnológico da extinta Engesa (Cascavel e Urutu), para servir de subsídio. Esse desenvolvimento e a produção poderão vir a ser feitos pela Imbel junto com o AGSP.

    Em maio de 2004, foi noticiado que a Imbel fez uma parceria com o consórcio europeu EADS para produzir o blindado PATRIA (da Patria Vehicles), visando o mercado externo, e podendo incluir ainda a Denel, empresa sulafricana fabricante de mísseis. Provavelmente, este projeto será encaminhado ao AGSP.

    Ainda em maio de 2004, a justiça decidiu (em processo de 10 anos) pela transferência definitiva de todo o acervo tecnológico da extinta Engesa para a Imbel. O acervo envolve desenhos, matrizes e o completo ferramental de todos os seus veículos.

    Com essa esplêndida notícia, a Imbel fica plenamente habilitada a reativar a produção dos famosos veículos sobre rodas da Engesa – CASCAVEL e URUTU, o que também deverá vir a ser feito no AGSP, caso haja vontade do Governo Federal, proprietário da Imbel. Só falta agora o Brasil voltar a produzir o extraordinário MBT OSÓRIO.

    http://www.defesabr.com/MD/md_exportadores.htm

  50. Ricardo Teixeira

    A NOVA FAMILIA DE BLINDADOS BRASILEIROS SERÁ PRODUZIDO PELO CONSORCIO FIAT-IVECO, FOI ISSO QUE EU QUIZ DIZER.

    http://www.defesanet.com.br/afv1/vbtp-mr_3.htm

    Com a finalidade de renovar sua atual família de blindados de rodas o EXÉRCITO BRASILEIRO (EB) e a IVECO, montadora de caminhões do grupo Fiat, assinaram, nesta data, um contrato para a produção da VIATURA BLINDADA de TRANSPORTE de PESSOAL – MÉDIA de RODAS (VBTP – MR). A nova família de blindados é composta de diversas versões como: viatura de transporte de pessoal; viatura oficina; viatura de reconhecimento e outros.

  51. Ricardo Teixeira

    A FIAT Automóveis S/A foi a vencedora da concorrência para construção do protótipo do Urutu III. A IESA, Projetos, Equipamentos e Montagens S/A ficou em segundo lugar e participou desta concorrência em parceria com a BAE Systems.

    Detalhe: A Agrale S/A, Avibrás Aeroespacial S/A e EDAG do Brasil Ltda desistiram de participar.

    A FIAT-IVECO já possui grande experiência na construção dos blindados CENTAURO e PUMA.

    Deverá ser desenvolvido um protótipo e, se aprovado, 16 unidades de pré-série. O projeto prevê uma família 6×6, com várias versões como transporte de pessoal, reconhecimento, porta morteiro, socorro, comando, comunicações, diretora de tiro, oficina e ambulância, além de um 8×8 com torre e canhão de 105mm, tanto que o estudo conceitual previu um posicionamento dos dois eixos dianteiros dispostos de tal forma que deixe espaço para a colocação de um quarto eixo entre estes e o traseiro, permitindo assim que as quatro rodas dianteiras virem.

    Prevê-se também que seu peso na versão 6×6 seja da ordem máxima de 16,5 toneladas e na versão 8×8 de até 18,5 toneladas, devendo ainda ser anfíbio e incorporará boa parte do aprendizado com o uso dos blindados 6×6 EE-11 Urutu no Haiti. Toda a sua construção terá de ser feita no Brasil e ter mais de 60% de componentes aqui produzidos.

  52. A este propósito já me manifestei que aqui também os 3 países da lusofonia que neste momento têm projectos de substituição e actualização dos seus APCs: Portugal (Pandur II), Brasil e Angola estejam até aqui de costas voltadas… Porque não negociaram a compra conjunta ou a fabricação conjunta de um APC único? Haveria grandes poupanças em custos e em know-how adquirido, certamente…
    Uma pens.
    E o uso dos Urutu no Brasil deu muitos bons ensinamentos e… assim demonstrou também que o Brasil não pode manter esta atitude de ausência sistemática dos cenários e das missões de Paz que decorrem no mundo… não só para poder ser contado entre os maiores, mas também para poder aprender com essas experiências.

  53. physicamath

    Esta reportagem, com toda certeza, está errada. Nem aquele míssil americano pode custar a fortuna de 1 bilhão e 400 milhões de dólares, nem o míssil brasileiro pode custar essa miséria de menos de 1000 dólares. Acho que o editor que permitiu que saísse de suas oficinas gráficas tal reportagem, não passa de um incompetente. Quem editou aquela baboseira? Certamente não a mínima noção de preços de material bélico. Não se encontraria nem “surplus” por esse preço. Acontece que, ao lermos uma notícia, temos que avaliar a coerência da mesma antes de emitir quaisquer comentários.

  54. Sidnei Tives

    Caro Clavis Prophetarum,

    e também os que querem comentar com seriedade e responsabilidade.

    Esse assunto de blindados é centro do plano estratégico do Exército Brasileiro, nos médio e longo prazos. O Exército, como dito, conseguiu impedir a venda de parte do espólio da Engesa e arrematou em leilão judicial os três protótipos do MBT Osório, incluindo plantas e todo o repertório de pesquisa e desenvolvimento. Pretende, além de enriquecer o museu do Exército com a obra-prima da saudosa indústria militar, levar adiante a construção de uma família de blindados genuinamente brasileiros. Infelizmente a indústria nacional perdeu a tecnologia que detinha nos anos 80 e não podemos mais, no curto prazo, construir a superestrutura em aço do veículo; menos ainda a blindagem multicamadas do Osório, imune ao efeito térmico das munições de ponta-oca, a mais comum no combate anti-blindado à época.
    O Osório não vingou e os EEUU foram o grande vilão. Em uma jogada política, reverteram a derrota nos testes de seu famigerado Abrahams frente ao Osório nos desertos da Arábia com 1) preços abaixo do custo – venderam com prejuízo para impedir a venda brasileira e 2) com ameaças de boicote de produtos militares estratégicos aos árabes. Tanques americanos aos muçulmanos e bancarrota à Engesa.

    Aproveitando a deixa, no caso dos mísseis, parece-nos a mesma sinfonia orquestrada pela baqueta norte-americana interferindo na P&D brasileiras: no acidente de Alcântara, mais do que o protótipo do foguete e do mini-satélite nacional (ou nacionalizado ao máximo), perdemos toda, literalmente toda, a equipe técnico-científica que trabalhava no projeto já há uns vinte anos. O atraso provocado por essas perdas levará não menos de uma década para ser contornado. Isso só com a formação de novos PhD com inclinação para pesquisar nessa área.

    Bem, supondo um sucesso no lançamento do foguete VLS, estariam trilhados os caminhos para o domínio do lançamento de satélites brasileiros e para a construção de mísseis balísticos de médio-longo alcance.

    Se ainda o míssil Matador não fosse inexistente, segundo alguns replicantes desse blog, o Brasil teria , com tecnologia inteiramente nacional, armamento verdadeiramente estratégico. Bastaria à Marinha uma força de submarinos aptas ao lançamento verticais de mísseis e voilá … um poder dissuasório incômodo nos mares do Sul.

    Tio Sam não gosta, Tio Sam não quer. Pois que venham os chineses !

  55. A “história negra” do Osório nunca será suficientemente aclarada, parece-me… pelo menos não enquanto certos arquivos nos EUA não forem abertos. Mas tudo aquilo que se sabe é imensamente tenebroso, é verdade…
    O desastre da Alcântara foi dramático… pior que perder as instalações, o foguete, todo o programa enfim, foi perder aqueles que o mantinham vivo… talvez agora com a ajudar russa se possa colmatar essas perdas e recuperar o terreno perdido.
    Quanto ao Matador… os media continuam omissos sobre este míssil… o que dá razão aos cépticos, temo bem…

  56. Sidnei Tives

    Verdade caro Clavis,

    chega-se a ver uma foto na internet do que seria o Matador no exato momento em que é expulso do tubo lançador do Astros, já com duas aletas laterais abertas etc. Mas parece excessivo o cuidado com a preservação do segredo industrial e por isso não tiro a razão do cepticismo sobre a própria existência do míssil tático.

  57. Graxaim

    É, parece que chegou o tempo de cessar a transferência de tecnologia para os EEUU e Europa, a custo zero. Até recentemente houve uma estrada ´só de ida´. Projetos e técnicos.
    Li recentemente que o Brasil tentava comprar um aglutinante de combustível sólido para foguetes. Os EEUU se recusaram a vender. Como resultado, os ténicos desenvolveram aquí, um equivalente. Este, é de tal forma superior ao americano, que eles passaram a importar e utilizar, gerando uma apreciável entrada de dólares.
    Quanto ao ´Matador´, devemos convir que já temos tecnologia mais avançada do que se necessita para desenvolver esse tipo de produto. Me parece que não haveria outra forma de evolução tecnológica do ´Astros´. Mesmo não tendo maiores informações, não me surprenderia em saber que já foram inclusive testados e em produção.
    Fraternas saudações

  58. nessa área, antes de procurar parcerias com os EUA, deviam-se procurar parcerias com a Índia e com a Rússia (como se fez recentemente…) os EUA já demonstraram que estão demasiados ciosos da sua tecnologia para a cederem a terceiros…
    O maior problema do “Matador” é mesmo o mercado… sem interno, nem externo, o míssil nunca descolará e até agora… não há nem um, nem o outro…

  59. Fred

    O mesmo ocorreu com o sistema de guia infravermelho para os misseis da Mectron,
    Solicitado aos EUA, foram negados.
    Foi então desenvolvido aqui e como foi baseado em um conceito mais moderno acabou sendo algumas vezes superior ao americano, que a essa altura estavam desesperados para vender o sistema americano ao Brasil.

  60. Graxaim

    Clavis disse:
    `(…) O maior problema do “Matador” é mesmo o mercado… sem interno, nem externo, o míssil nunca descolará e até agora… não há nem um, nem o outro…`
    Eu diria que tua afirmação é no mínimo temerária. Se eu estiver certo (e alguns boatos tiverem fundamento), antes do fim deste ano haverá notícias a respeito. Creio nisso, dada a enorme importância desse tipo de arma para o Brasil. É importante demais para ser ignorado, mesmo pelos `obturados´ políticos brasileiros.
    Saudações

  61. Sidnei Tives

    Quem não gostaria de ver as baterias de Astros equipadas com mísseis de cruzeiro seriam os hermanos de la Plata.

    Há um eterno clima de desconfiança já pelo fato de os Astros estarem todos agrupados nos estados do sul do Brasil, próximos à fronteira com os argentinos, como de resto está toda a cavalaria blindada

    Aqui uma observação: onde mais poderiam estar veículos pesados sobre lagartas ? Na área do Pantanal, Amazônia ? ou quem sabe à beira mar ? Os argentinos fazem vista grossa aos aspectos geográficos do território brasileiro.

    Nesse campo das hipóteses…

    se for tecnologicamente factível, se for crível que nosso parque industriual pode construir e que nossas FFAA podem contar com essas armas, penso que já há aí um fator de dissuasão, uma espécie de “guerra fria” sul-americana, compatível com a política brasileira de não provocar desequilíbrios de poder militar na região.

    Penso, nesse contexto, que se a intenção é que haja uma nuvem de incerteza sober o real ou potencial poderio militar, nada como um teste de campo com ampla cobertura midiática. Seria ótimo para a para consolidação do produto no mercado e para as vendas.

  62. Fred

    Não Sidnei os astros não estão no sul, todas as baterias incluindo as anteriomente locadas na artilharia de costa, foram agrupadas no centro-oeste, mais precisamente em Formosa -GO.

    E só havia a 3ª Bateria de Lançadores Múltiplos no RS, em Santa Maria.

    Sobre os regimentos blindados no Rio Grande do Sul possui a maioria dos Leopard A1, porém no Mato Grosso do sul existem diversos regimentos de cavalaria mecanizada e de batalhões de infantaria blindada.

    Existem ainda varios regimentos espalhados pelo pais, como em João Pessoa, Recife, Macaé, Rio de Janeiro, Santos, etc

  63. gaitero

    Na realidade após o exercito rever todo conceito e novas perpectivas, todos os M-60 estão sendo transferidos para Ponta Grossa PR.
    Creio que pela capacidade de tranporte ferroviário tanto para o paraguai quanto à mato grosso e sul do Brasil, assim a base de Ponta grossa será a principal Base de Blindados Brasileiros, os demais leopardes a1 ficarão espalhados pelas mesmas bases em cima ditas, só não sei como vão fazer quando chegarem os 1a5

  64. gaitero

    Com relação ao Missil, pode até ser possivel produzi-lo, más infelizmente temos muto mais coisas, que detem de uma importância muito maior, dentro das FA para se modernizar, do que se produzir um missil balistico dessas proporções.

  65. Fred:
    “O mesmo ocorreu com o sistema de guia infravermelho para os misseis da Mectron,
    Solicitado aos EUA, foram negados.”
    > Pois… Como os chilenos que tiveram os seus problemas idênticos:

    http://findarticles.com/p/articles/mi_hb3118/is_200101/ai_n7860497

    “Foi então desenvolvido aqui e como foi baseado em um conceito mais moderno acabou sendo algumas vezes superior ao americano, que a essa altura estavam desesperados para vender o sistema americano ao Brasil.”
    > A necessidade aguça o engenho, é o que se diz aqui!

    Graxaim:
    “Eu diria que tua afirmação é no mínimo temerária. Se eu estiver certo (e alguns boatos tiverem fundamento), antes ”
    > Seja… Espero então pela confirmação. Espero que tenhas razão, sinceramente…

    “do fim deste ano haverá notícias a respeito. Creio nisso, dada a enorme importância desse tipo de arma para o Brasil. É importante demais para ser ignorado, mesmo pelos `obturados´ políticos brasileiros.
    Saudações”
    -> Que no concerne ao PAK-FA, aos submarinos, aos Leopard, etc, parecem estar abrindo finalmente os olhos…

    Sidnei:
    “Quem não gostaria de ver as baterias de Astros equipadas com mísseis de cruzeiro seriam os hermanos de la Plata.
    Há um eterno clima de desconfiança já pelo fato de os Astros estarem todos agrupados nos estados do sul do Brasil, próximos à fronteira com os argentinos, como de resto está toda a cavalaria blindada”
    -> A vossa rivalidade com a Argentina, só tem par na nossa – portuguesa – com Espanha… ;-) Ainda que me digam daí que ela é mais na direcção de Plata -> Rio, do que na inversa…

    “se for tecnologicamente factível, se for crível que nosso parque industriual pode construir e que nossas FFAA podem contar com essas armas, penso que já há aí um fator de dissuasão, uma espécie de “guerra fria” sul-americana, compatível com a política brasileira de não provocar desequilíbrios de poder militar na região.”
    -> Em termos estratégicos, é sempre importante manter uma disuasão mínima, mas a capacidade para projectar forças no estrangeiro e de defender a ZEE e a extensa fronteira amazónica são missões onde os meios navais, aéreos e as forças aerotransportadas são essenciais. Peço que me desmintam, mas qual seria o papel de um míssil de cruzeiro nesta visão?

    Gaitero:
    “Na realidade após o exercito rever todo conceito e novas perpectivas, todos os M-60 estão sendo transferidos para Ponta Grossa PR.
    Creio que pela capacidade de tranporte ferroviário tanto para o paraguai quanto à mato grosso e sul do Brasil, assim a base de Ponta grossa será a principal Base de Blindados Brasileiros, os demais leopardes a1 ficarão espalhados pelas mesmas bases em cima ditas, só não sei como vão fazer quando chegarem os 1a5

    Com relação ao Missil, pode até ser possivel produzi-lo, más infelizmente temos muto mais coisas, que detem de uma importância muito maior, dentro das FA para se modernizar, do que se produzir um missil balistico dessas proporções.”
    -> Exactamente, o que escrevi mais acima… um tal míssil não encaixa nas necessidades estratégicas do Brasil, nem no quadro de potenciais ameaças atual…
    -> Se já do SNA sou céptico (por outras razões)… então de um tal míssil… Só mesmo para exportação e deter o know-how…

  66. gaitero

    Exatamente, com relação ao SNA que já nos custou muito, é obrigação termina-lo, mesmo que seja apenas por questão de honra.

    Mas respondendo ao argentino, nossos blindados não estão masi no sul do País, quer dizer estão no sul, mas no estado do Paraná, não mais no Rio Grande do Sul, ou seja, masi proximo de paraguai, bolivia, são paulo, mato grosso do sul e a proria argentina, ficando Rio Grande do Sul com uma força de coalizão so para o Uruguai.

  67. Gaitero:
    Esse argumento sobre o SNA é válido. Não construir pelo menos um equivaleria a deitar fora todo o investimento já realizado. Na minha opinião, foi um mau investimento, mas parar com tudo, sim… seria ainda pior.
    Já houve alguma vez um combate de MBTs na América do Sul? Não encontrei nada na Internet…

  68. Fred

    Não nunca houve um embate deste.

    Nem os Astros estão mais no sul e sudeste e sim em Formosa-GO.

    Sobre os regimentos de Cavalaria mecanizada está havendo uma reestruturação com priorização da fronteira oeste, Paraguai, Bolivia e Colombia

  69. Fred:
    Pois. Era o que eu pensava…
    E essa distribuição parece-me bem razoável… Tendo em conta as potencias ameaças regionais, claro.

  70. gaitero

    Creio que a unica guerra que ja houve foi a guerra do paraguai, onde o paraguai queria um pedaço de terra do brasil , para ter saida pro mar, ai foi formado a triplice aliança Brasil Argentina e Uruguai, que combateram com a ajuda da inglaterra que temia perder sua posição de pais mais rico do mundo, num futuro proximo para paraguai, que na epoca era um país muito rico e prospero, Com o fim da guerra a população do paraguai quase foi dizimada, até crianças foram usadas em combate, e a crise econômica se matem até hoje.

  71. http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Paraguai

    sim, uma das guerras mais sangrentas da História e…
    uma das menos conhecidas na Europa…

  72. gaitero

    42 navios com 239 bocas de fogo e cerca de quatro mil homens bem treinados na tripulação. E grande parte da esquadra já se encontrava na bacia do Prata, onde havia atuado, sob o comando do Marquês de Tamandaré, na intervenção contra Aguirre.

    poxa, hoje temos 9 fragatas 1 contra torpedos e 5 corvetas…..

  73. sem esquecer um Porta-Aviões que não tem aviões…
    sim… isso dá uma boa medida do quanto o sector da Defesa tem sido sacrificado nas últimas décadas e o quanto há agora para fazer…
    A Marinha portuguesa também está uma miséria:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Marinha_Portuguesa#Equipamento

    3 fragatas, 7 corvetas e mais 2 fragatas usadas e os 2 novos submarinos que vêm a caminho…

    hum… tendo em conta a escala comparativa, vocês ainda conseguem estar pior (embora tenham um bom número de fragatas).

    o Brasil precisa mesmo de novas fragatas e de um porta-aviões funcional!

  74. gaitero

    bom sub nós temos 5 ^^

  75. gaitero

    acho que o ideal é termos 12 fragatas 6 submarinos 5 corvetas e 1 porta avioes com pelo menos 16 caças funcionais.

  76. está bem…
    5 é mais do que 2…
    ainda que os nossos sejam mais bonitos (e todos AIP, quando chegarem em 2010):

    http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/nav.aspx?nn=28

  77. Importante mesmo é manter a paridade (perdida?) com a Argentina, a maior potencia naval da América do Sul:

    Destroyers (DDG)

    Almirante Brown-class (MEKO 360)

    * ARA Almirante Brown (D-10)
    * ARA La Argentina (D-11)
    * ARA Heroína (D-12)
    * ARA Sarandí (D-13)

    Hércules-class (Type 42 destroyers)

    * ARA Santísima Trinidad (D-2) – in reserve

    Frigates (FFG) (classified by the Argentine Navy as “corvettes”)

    Espora -class (MEKO 140)

    * ARA Espora (P-41)
    * ARA Rosales (P-42)
    * ARA Spiro (P-43)
    * ARA Parker (P-44)
    * ARA Robinson (P-45)
    * ARA Gómez Roca (P-46)

    Drummond -class (D’Estienne d’Orves class)

    * ARA Drummond (P-31)
    * ARA Guerrico (P-32)
    * ARA Granville (P-33)

    Submarines

    Santa Cruz -class (TR-1700)

    * ARA Santa Cruz (S-41)
    * ARA San Juan (S-42)

    Salta -class (Type 209)

    * ARA Salta (S-31)

    sendo que o seu PA…
    já dançou vai muito:

    http://www.globalsecurity.org/military/world/argentina/25-de-mayo.htm

  78. gaitero

    ahco que mais da metadedisso ja esta aposentada kkkkkk, mas em fim a argentina esta muito forte mesmo.
    e o Brasil que não acorda

  79. Sidnei Tives

    Desculpo-me pela desinformação da alocação dos blindados, que, como já foi aclarado, não estão mais concentrados no RS, proximamente aos argentinos.

    Pelo menos se for me acusarem de prejudicar os interesses nacionais, nosso colaborador Fred e Gaiteiro deverão ser interrogados primeiro.

    Agora, se os blindados foram levados um pouco mais longe da fronteira sul-oeste, já temos um motivo para ter um míssil com um bom alcance – pelo menos uns 300Km na direção sudoeste a partir de Ponta Grossa.

  80. gaitero:
    Sem dúvida… é uma armada significativa, mesmo à escala europeia.
    a Venezuela também não é desprezível:
    Frigates
    Venezuelan frigates General Salóm F-25, foreground, and Mariscal Sucre F-21 conduct maneuvers.
    Venezuelan frigates General Salóm F-25, foreground, and Mariscal Sucre F-21 conduct maneuvers.

    Based in Puerto Cabello, Carabobo.

    * Six missile frigates Type Lupo/ Mariscal Sucre class
    o F-21 Mariscal Sucre, in service since 07-14-1980
    o F-22 Almirante Brión, in service since 03-07-1981
    o F-23 General Urdaneta, in service since 08-08-1981
    o F-24 General Soublette, in service since 12-04-1981
    o F-25 General Salóm, in service since 04-03-1982
    o F-26 Almirante García, in service since 07-30-1982

    [edit] Submarines

    Based in Puerto Cabello, Carabobo.

    * Two Type 209/A-1300, Sábalo class, diesel electric submarines.
    o S-31 Sábalo, in service since 08-06-1976
    o S-32 Caribe, in service since 03-11-1977

    Especialmente se lhe somarmos os submarinos russos:
    Caracas has already ordered five 636-type diesel submarines and four of a new model of diesel submarine, the 677E Amur, the Kommersant broadsheet said, quoting unnamed sources in the ship-building and arms export sectors.

    http://www.breitbart.com/article.php?id=070614062644.0d1z4l69&show_article=1

    e acho que em “reserva” é apenas o
    * ARA Santísima Trinidad (D-2) – in reserve

    Sidnei:
    SIm. É verdade… Não discordo totalmente deste projecto, mas concordo com o Gaitero na existência de outras prioridades mais preementes, como a Marinha e a Força Aérea…

  81. Graxaim

    Porque cogitar? Está (quase) tudo aí!

    http://www.exercito.gov.br/

    http://www.exercito.gov.br/06OMs/letraA.htm

    http://www.exercito.gov.br/01inst/armtmuni/indice.htm

    Note-se que o exército não cita a localização do seu equipamento móvel de transporte e combate. No Rio Grande o que predomina é Urutú e Cascavel.

    Do Fred:
    (…) A1, porém no Mato Grosso do sul existem diversos regimentos de cavalaria mecanizada e de batalhões de infantaria blindada.

    O que é “infantaria blindada“? (Deve ter sido engano, não?)
    Saudações

  82. “Urutú e Cascavel”, são veículos já com uns bons anitos…
    O que se passa com o Urutu 3?

    http://www.defesanet.com.br/afv/urutu3.htm

    http://www.defesanet.com.br/zz/afv_urutu3_1.htm

    2013 é daqui a muitos anos…

  83. Fred

    Não é engano Não Graxaim, existe sim infantaria blindada no exercito Brasileiro. E alguns batalhões estão no MS.

    O Brasil possui cerca de 500 M 113 estando aproximadamente uns 350 operacionais no momento no padrão nacionalizado. Todos deverão passar em um novo programa de modernização.

    Veja no link abaixo

    http://piratininga.wordpress.com/2008/02/22/sobre-a-modernizacao-dos-m113-brasileiros/

    : ) Forte Abraço

  84. Fred

    O Urutu 3 continua em desenvolvimento, pelo contrato com a Fiat – Iveco até o final do ano que vem (2009) deve sair o primeiro protótipo,

    Essa noticia é fresquinha,

    http://www.defesanet.com.br/afv1/vbtp-mr_4.htm

    recomento a leitura da entrevista com o Gal Darke, que é o responsáve pelo projeto! :)

  85. Sidnei Tives

    Caro Graxaim,

    O conceito de infantaria blindada remete à blitzkrieger. Pense naqueles caminhões alemães da 2ªGM com meia lagarta … e blindagem nas laterais da carroceria.

    As tropas se distribuem pelo terreno com apoio motorizado de blindagem leve. Talvez um termo mais autoexplicativo fosse infantaria motorizada blindada.

  86. Graxaim

    Caro Fred
    Via de regra, concordo contigo e vou concordar ainda mais se tu me disser que escreveu infantaria no lugar de cavalaria. Um batalhão de infantaria pode ser transportado pelos mais variados meios, seja um carro blindado, um helicóptero, cavalo, etc… O meio de transporte não empresta ao batalhão de infantaria, as suas características, ou seja, pelo fato de usar um carro blindado para transporte, não faz do batalhão um ´´batalhão de infantaria blindado´´. É que a infantaria é a arma da luta a pé, do corpo-a-corpo. Enfim… Cavalaria blindada, sim. Infantaria blindada… nem que ponha o ´´pé de poeira´´ dentro de um casco de tartaruga… :)
    Abração

  87. Sidnei:
    Sim, os panzergrenadier:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Panzergrenadier

    que venceram (mais que os Panzer III) as batalhas da primeira fase da Segunda Guerra.
    Graxaim: E a infantaria que ganha as guerras, sempre. O poder áereo amolece, o blindado quebra, mas a infantaria ocupa e consolida… E a concentração de forças é essencial para garantir superioridade local e, esta só pode ser obtida por… forças móveis, mecanizadas.
    Por isso, é que um exército moderno tem que ter muitos e bons APCs.
    E por isso apreciei tanto a opção lusa pelos excelentes Pandur II (fabricados localmente) e por isso me desilude tanto os atrasos com o Urutu 3…

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Pandur_II

  88. Graxaim

    Clavis
    Na verdade a infantaria faz o ´pente fino`, o que é possivelmente o serviço mais pesado. É o enfrentamento corpo a corpo. Afinal o infante é o soldado a pé. Em termos militares, infante é o andante, o que caminha. Pode ser transportado ATÉ o local do combate, onde assume sua condição de ´´caminhante´´.
    O soldado de cavalaria, não, este usa seu meio locomotor para seu transporte e para combater.
    Portanto, é evidente que em usando o termo infantaria blindada, dá-nos a impressão de que teremos um ´´pé de poeira´´ dentro de um casco de tartaruga ou algo assim. Ridículo, não?
    Na verdade, embora utilizado o termo em questão, ele não passa de uma impropriedade lingüistica e/ou a tentativa de definir uma hibridização de armas.
    Na verdade, os batalhões citados são compostos de carros blindados e armados, portanto veículos de cavalaria que transportam soldados de infantaria.

    Socorro da…
    Origem: Wikipédia
    Cavalaria é a arma das forças terrestres que, antigamente combatia a cavalo em acções de choque ou de reconhecimento e que, actualmente desempenha missões semelhantes, mas fazendo uso de veículos blindados.

    Origem: Wikipédia
    A Infantaria é a principal e mais antiga arma do Exército, formada por soldados que podem combater em todos os tipos de terreno e sob quaisquer condições meteorológicas, podendo utilizar variados meios de transporte para serem levados à frente de combate. Sua principal missão é conquistar e manter o terreno, aproveitando a capacidade de progredir em pequenas frações, de difícil detecção e grande mobilidade. Utilizando para isso o fogo e movimento Isso permite a aproximação ao inimigo para travar o combate corpo-a-corpo.
    A Infantaria moderna segue uma organização que divide as tropas de infantes agrupando-os em unidades chamadas de divisões, brigadas, regimentos, batalhões, companhias e pelotões.

    INFANTARIA BLINDADA… isso é dose pra leão!
    Vou afiar o meu canivete de descascar laranjas e depois declaro guerra ao exército brasileiro. :)
    Saudações

  89. Sidnei Tives

    Levando-se em consideração o presente cenário enfrentado pelo Exército, temo que os projetos relativos à blindados continuem por mais algum tempo de molho.

    A necessidade premente de aplicação das forças terrestres está na Amazônia. Veja-se o caso da manifestação do general brasileiro sobre a política indigenista, na verdade, sobre toda a política para a Amazônia. O militar declarou que serve aos interesses do Brasil e não ao governo… que não admitir restrição ao acesso de suas tropas em qualquer ponto do território brasileiro … (o Exército, e não o próprio general disse que) vai militarizar a fronteira coma Venezuela …

    Penso que blindados vão para uma posição secundária nesse cenário e que vão se aproveitar disso para que os parcos recursos efetivamente utilizados pelas FFAA – sim,pois até que se reserva bom volume no orçamento, só não se libera para realmente ser gasto – não sejam suficientes para manter o ritmo desejado nessa questão de blindados.

  90. E aí (Amazónia) o importante são forças fluviais, aerotransportadas, em suma: forças especiais e apoio aéreo de proximidade…. com uma excelente rede de radares!
    Aí, de facto, são praticamente inúteis

  91. Fred

    Sim os blindados na amazónia não tem muito sentido, só se forem barcos Blindados :)

    Sobre a infantaria blindada, é essa a denominação dada pelo exército brasileiro, se é errado ou certo não tenho como julgar, simplismente é essa.

    achei um video da 20 BIB, a vigesima brigada de infantaria Blindada.

    Sobre os regimento de cavalaria mecanizada

  92. Graxaim

    Fred, eu tambem vi isso tudo, mas imagina, chamar a infantaria aerotransportada de INFANTARIA AÉREA… NÃO É UMA PIADA?
    Isso me faz lembrar do Fernando Veríssimo (escritor) que fazendo referência ao seu próprio modo de escrever, disse: ´´O português (a língua) tem que apanhar todos os dias pra saber quem manda.“
    Saudações

  93. Sidnei Tives

    Noutro ponto, um participante levantou a questão da aquisição de helicóptero(s) blindado(s) para o Brasil.

    Uma observação: também acho curioso que os aparelhos venham a ser adquiridos para operação pela FAB, que já estendeu sua atuação para a patrulha naval – veja-se que os novos aviões de patrulha costeira adquiridos foram para a força aérea.

    Verdade que aeronaves de transporte atendem tanto às aplicações militares de tropas aeromóveis como as necessidades das ações de defesa civil, levadas à cabo felas FFAA.

    Mas nesse aspecto da incapacidade de a cavalaria combater aos lado da infantaria nas fronteiras amazônicas, penso que desde que tenham aviônica moderna – vide o problema dos AMX da FAB – e acesso à armamentos especializados, que assegurem uma efetiva e plena capacidade combativa – veja-se no próprio Exército a questão dos blindados de segunda mão vendidos “nus” no aspecto da eletrônica embarcada – o helicóptero de combate é a maior autoridade na questão.

    Não há dúvidas quanto à vulnerabilidade dos helicópteros em cenários adversos como a selva – fato provado já no Vietnã, estréia dessa aeronave em grande escala no combate – mas qual meio não está vulnerável na selva como de resto está próprio infante?

  94. “infantaria aérea” não equivale ao termo norte-americano “infantaria aerotransportada”? Isto é, a forças de infantaria treinadas para serem colocadas no terreno por via áera (planador ou paraquedas) e que tanto uso tiveram na última fase da guerra europeia em 44-45?
    Os helicópteros são vitais no apoio de proximidade (transporte, ataque ao solo, reconhecimento, etc, etc), mas também são muito mais frágeis do que se acreditava… os AH-64 dos EUA no Iraque têm sido mais expostos a fogo inimigo (RPGs, sobretudo) do que se acreditava…
    São um meio fundamental para um cenário de guerra desses (a Amazónia), já que podem suprir a falta de estradas e a inexistência de pistas de aviação… São portanto uma boa compra.

  95. Ricardo Teixeira

    20 BIB ou vitibipi é de curitiba ^^

  96. gaitero

    Agora esse video de treinamento é o melhor que eu ja vi e reflete bem o problema que os EUA enfrentariam em caso de combate de selva

    http://br.youtube.com/watch?v=ON0PF_QxPgY

    Repare no soldado da USNavi, coitado XD

  97. Ricardo Teixeira

    Achei bem preciso o numerod eu unidades da ramada argentina são
    4 contratorpedos meko 360
    6 corvetas meko 140
    3 corvetas A-69

    0 fragatas……

    brasil
    Primeiro o plano de modernização, saiu agora dia 28 de abril

    As estimativas de custos levantadas se limitaram ao montante de R$ 5,8 bilhões de 2008-2014, sem considerar os custos adicionais dos programas cujas execuções se estenderão para além de 2014, como é o caso da modernização de submarinos e outros projetos.

    Prioridades da Marinha

    1. Submarinos e torpedos

    2. Navios-Patrulha

    3. Helicópteros

    4. Navios Escolta

    5. Navios-Patrulha Fluviais

    6. Embarcações do SSTA e navios hidrográfico

    7. Modernização do NAe “São Paulo”, mísseis, minas e munição

    8. Carros de Combate, Navio de Desembarque e Navio de Transporte de Apoio

  98. gaitero

    Pq aparece ricardo teixeira no meu nome quando eu escrevo…………….

    meios em operação
    1 contratorpedo pará , 1 porta avies, 6 fragatas type 21, 3 fragatas type 22, 4 corvetas Iahuma, 1 corveta barroso.

    os subas da argentina são ILk-209-1300 as do brasil são 209-1400 e 1500
    e os outros sub sa argentina são bem velhinhos.

  99. os termos “fragata”, “corveta” e “contra-torpedeiro” são muito confusos… frequentemente, são trocados de país para país, para o mesmo navio… a estes os franceses ainda somam o “escoltador”.
    Nuam visão mais lata, podemos assim considerar que a Argentinha alinha com 10 “fragatas”, o mesmo número que o Brasil e que este apenas tem alguma vantagem em “mini-fragatas” ou “corvetas”. Nos submarinos a Argentina tem 3 submarinos (1 209, julgo):

    http://www.hazegray.org/worldnav/americas/argent.htm#sub

    E a MB 5 (209 e um Tikuna):

    http://www.nti.org/db/submarines/brazil/index.html

    ou seja, aqui há uma clara vantagem… mas também a sua costa (e as riquezas desta) muito maiores…

  100. gaitero

    mas eu ainda acho q as meko 140 são corvetas,
    olhe o deslocamento 1700 t
    a type 22 tem 4500 t

    olhe o deslocamento da corveta barroso
    Deslocamento (toneladas): 1.785-padrão / 2.350-plena carga

    com certeza são corvetas e não fragatas, a argentina não tem fragatas. apenas 4 destroyers.

  101. gaitero:

    mas repara que as vossas Inhauma neste texto (precisamente sobre este polémica da reclassificação naval):

    http://www.naval.com.br/opiniao/reclassificacao/reclassificacao.htm

    “Inhaúma – Classificadas na Marinha do Brasil como corvetas, essa classe possui características e funções que as colocam num patamar muito próximo das fragatas.”

    Por outro lado, encontramos aqui esta esclarecedora tabela:
    “EMBARCAÇÃO DESLOCAMENTO CARACTERÍSTICAS
    Corveta até 1.500 t Unidades preferencialmente costeiras (baixa autonomia), polivalentes ou não, limitada em sensores e armamentos.
    Fragata entre 1.500 e 6.000 t Unidades polivalentes e de “águas azuis”, podendo atuar de forma independente ou como escolta de alto mar para outras unidades ou comboios.
    Cruzador acima de 6.000t Unidades altamente complexas, podendo atuar como centros de C3I e/ou núcleos de Grupos Tarefas.””

    o que tornaria os navios brasileiros e argentinos na classe das…
    fragatas.

  102. Graxaim

    A diferença entre as forças armadas do Brasil e as FFAA argentinas é que o governo do nosso país repassa um mínimo para a defesa e o governo argentino… apenas soldos. ´´Nuestros hermanos´´ estão em má (ou muito má) situação financeira. Neste momento, a Argentina não tem as menores condições para manter em plena operação ou repotenciar suas FFAA.. Sob o ponto de vista bélico, já faz muito tempo que a Argentina é… um país amigo… um parceiro com quem trocamos informações e apoiamos tecnicamente com material e suprimentos… Atualmente a Argentina tem o mínimo necessário para manter aceso o fogo do seu já muito brando orgulho patriótico.
    Saudações
    PS. Em pequena monta, pequenas empesas brasileiras de defesa estão buscando associação com empresas argentinas para produção de veículos terrestres. Um ou dois casos a destacar… Isso é importante para a Argentina… São os tempos do BRIC…

  103. sim, aliás a pouca modernidade dos seus equipamentos diz isso mesmo…
    e os movimentos para procurarem adquirir equipamentos chineses também…

  104. gaitero

    Elees pretendem comprar caças chineses não?????

  105. Sidnei Tives

    Nessa política de aproximação, imbuídos do maior espírito de igualdade, veja-se que para reforçar os laços, nós brasileiros já temos também nosso próprio ex-creque, gordo e drogado.

    Em termos de política internacional, o que muda é que as piadas agora visam nosso próprio umbigo.

  106. Sidnei Tives

    errata: leia-se ex-craque (de futebol)

  107. Sidnei Tives

    Gaitero,

    a rede Record mostrou uma reportagem em que se vê um grupo de homens que claramente se percebe, são militares.
    Procuraram disfraçar diante das câmeras, mas quando um pouco afastados, o comandante manteve-se à esquerda do grupo que se deslocava em fila indiana.
    Não foi possível precisar a nacionalidade, mas conversavam em inglês com os índios, que flanqueavam o acesso e recebiam notas verdes na surdina. Repare que estes mesmos índios não permtiam o acesso da polícia federal nem da imprensa nem de nenhum outro.

    Noticiou-se que a Guiana Francesa está treinando guerra na selva no seu quartel da legião estrangeira – os gurcas estão na Amazônia.

    Militares ingleses são freqüentemente flagrados em patrulha do lado de cá da fronteira com a Guiana.

    No Suriname, a outra guiana, a contragosto da população local, os holandeses têm mandado tropas para aprender guerra na selva.

    Na Colômbia, desnecessário inventarias quantos americanos estão há mais de uma década se especializando na guerra no ambiente amazônico.

    Nossas FFAA precisam ir bastante além do que qualquer vídeo de treinamento possa mostrar.

  108. Gaitero:
    Não. Acho que são helicópteros:

    http://www.defesanet.com.br/zz/al_arg_cn.htm

    Sidnei:
    Se é assim, é vital patrulhar e instalar sistemas automáticos de vigilância na fronteira… E sem falar nas FARC que se sabe penetrarem (desarmadas) a fronteira para comprarem mantimentos e contra as quais os AMX já tiveram que intervir numa pouco noticiada operação…

  109. Fred

    Clavis estás falando da op. traira?

  110. Ricardo Teixeira

    Imitação de qual helicoptero sera que são XD.
    porque se vem da china deve ser um mi, ou um cougar pirata ^^

    Sidnei, calma, não é bem assim, com a Guiana Francesa se tem liberdade de entrar e sair do territória de ambas as partes, podemos ir para la e eles vir sem autorição, e isso vale não só para exercito como aeronautica e marinha, existe um tratado em vigencia que permite isso, afinal França e Brasil tem um laço forte, a muito tempo.

    A Holanda, não tem porque ter medo da holanda não acha, afinal são um país pacifico, que teme que venezuela ou Brasil, possam tomar seu território, nada mais justo que treinarem gerra na selva.
    Só desconhecia esta informação da inglaterra é mesmo verdade??? ou é so uma hipótese.

    Americanos, na colombia é e sempre será um problema, más e qual nossa posição, a colombia é um país livre e temos que respeitar, se ela permite que os americanos lá fiquem então assim será, já assisti um treinamento americano, na colombia, não é nem 1/4 do que se ve por aqui, e nem se tem uma tropa tão grande em território colombiano, é bom dizer que a Colômbia é o terceiro maior destino de ajuda financeira dos Estados Unidos entre os países do mundo.
    E os americanos, podem sim ter na colombia uma base para possivel ataque, mas estão mais perto de quem Brasil, ou Venezuela?

    Se alguem atacar o Brasil, não será pela Amazonia.

  111. gaitero

    clavis, não sei oque acontesse escrevo quando envio aparece ricardo teixeira no meu name.
    que droga, ps; meu nome e jairo guarezi ^^

  112. Sidnei Tives

    Por falar em AMX, os senhores têm conhecimento se existem versões navais ?

    Recentemente a FAB declarou que o AMX é o mais importante vetor em uso na Força.

    Talvez o pudesse ser para a Marinha também, que já pressente o ocaso de seus Hawks velhinhos, desarmados e “nus” no quesito tecnologia embarcada.

  113. Sidnei Tives

    Caro jairo guarezi,

    voce vai poder sobre presença de militares ingleses no DefesaNet.
    Já no tempo da senhora Tatcher saiam questionamentos sobre a propriedade do Brasil sobre a Amazônia.
    Segundo os ingleses, trata-se apenas de posse, que temos a Amazônia por um acaso histórico, pois a área, pela importância, pertence ao mundo.

    Como publicamente os britânicos defendem a formação de uma força de intervenção “caso o Brasil não proteja a Amazônia”, podemos dar credibilidade às notícias divulgadas por militares, em escassas oportunidades de se fazer ouvir pela mídia, de andanças alienígenas em nossas paragens.

    Duas observações quanto a nossa histórica amizade com a França.
    – François Miterrand, se não foi o primeiro foi um dos mais importantes chefes de estado europeu a alardear a socialização da Amazônia.
    – Por causa de alguns carregamentos de peixes, essa bela amizade já foi arranhada. Veja o episódio das fragatas francesas nos mares brasileiros, no qual a MB foi obrigada a se fazer presente para permitir que nossos pescadores, intimidados pelas naus de guerra francas, também pudessem se lançar ao mar.

    Entre Estados, a história mostra, a mão direita é para os fraternos cumprimentos; a esquerda para a punhalada.

  114. Sidnei Tives

    “Guerra da Lagosta
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Ir para: navegação, pesquisa

    A Guerra da Lagosta, como denominado jocosamente à época pela imprensa, foi um contencioso entre os governos do Brasil e da França, que se desenvolveu entre 1961 e 1963.

    Episódio pouco conhecido na História das Relações Internacionais do Brasil, girou em torno da captura ilegal de lagostas, por parte de embarcações de pesca francesas, em águas territoriais no litoral Nordeste do Brasil.

    À época, a crise extrapolou as relações diplomáticas entre os dois países, de tal modo que ambos chegaram a mobilizar os seus recursos bélicos.

    O primeiro a fazê-lo foi a França, que deslocou um contingente naval, mantido em prontidão, para uma área vizinha à região em conflito.”

    etc

  115. Meios bem mais importantes que os atuais!

    Excelente fonte, esta:

    http://www.naval.com.br/historia/lagosta/lagosta1.htm

  116. Gaitero:
    Deve ser uma cookie… Podes apagá-las, mas provavelmente perderás algumas passwords que usas na Internet e que estão aí guardadas.

    Fred:
    Sim!… Eu lembro-me deste teu artigo:

    http://piratininga.wordpress.com/2008/03/20/o-ataque-do-rio-traira/

    Sidnei:
    “Também foram feitos testes durante os anos 90 para estudar a possibilidade de utilização do AMX como aeronave de ataque naval, mas embora o novo radar dê ao avião alguma capacidade nesse campo, o AMX standard não parece ter sido considerado uma boa plataforma para o lançamento de misseis anti-navio.”

    http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/Aer.aspx?nn=11&P=15&R=FA

    mas, atualmente:

    “estuda-se uma possibilidade de um AMX-N, que seria de modernização de 8 dos AMX em operação do Brasil, para um padrão naval, que pudesse operar no Porta-Aviões “Sao Paulo” ,e que entraria na 4ª geração, possibilitando uma vasta troca de informações entre os R-99A, F-5BR, Mirage 2000, e ALX.”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/AMX_International_AMX

    O que devolveria alguma vida ao moribundo SP, hem?

  117. Graxaim

    A ´´coisa ficou hilariante´´. Um vídeo despretencioso mostrando o treinamento de militares brasileiros em guerra de selva… Esse não significa e nem vale nada! Mas, a possibilidade de estrangeiros fazendo treinamento em ambiente amazônico… Ohhhh!!!… quanta admiração… Que coisa fantástica… Como são belos os estrangeiros, valentes, perigosos, valorosos, maravilhosos e possivelmente até por isso, detentores do direito de tomar uma parte de nosso país. Como suas armas são letais e como as nossas estão sucateadas… Vamos falar sério!
    Até que se prove o contrário, nós brasileiros temos o que de mais ´´desmotivante´´ existe, no que respeita a uma tentativa de invasão. Seja o soldado profissional, o reservista das FFAA, os jovens, os cidadãos trabalhadores e porque não, a própria escória social periférica das grandes cidades, que atira contra tudo e quase contra todos. O eventual invasor teria que enfrentar o brasileiro… Duvido que europeus e americanos não tenham, várias vezes, cogitado dessa passibilidade. Ocorre porém, que o resultado final disso, seria no mínimo duvidoso, ou eles já há muito sabem do preço em sangue que pagariam. O custo ($) de uma invasão ao Brasil seria impossível de bancar, mesmo para a maior economia do planeta. As baixas (deles), seria qualquer coisa de ´Dantesco´.
    Possibilidades: A Europa, em grupo, ataca o Brasil.
    Estará frita e comida pela Rússia, e/ou pela China e até mesmo pela India. Fácil, fácil.
    EEUU atacam o Brasil.
    Ocorreria a mesma coisa.
    Obs.: Para quem não sabe, os EEUU vão depender cada vez mais do Brasil, para impossibilitar (pensam eles), uma futura invasão chinesa (que também não vai acontecer).
    Enfim… essa estória de invasão do Brasil é de duas, uma, ou uma “balela sem pé nem cabeça´´ ou o fim do mundo como o conhecemos hoje.
    Quem acha que armas e tecnologia militar ganha guerra, nunca ouviu falar na guerra do Vietnam.

    PS.: A PETROBRÁS acaba de se tornar a terceira maior empresa das Américas. A VALE já é a nona. Ou seja, nós estamos subindo… ELES estão caindo…
    Os louros são para os que vencerem! Diziam os romanos..
    A história não fala nada de bom sobre os pessimistas e perdedores…
    Saudações

  118. Graxaim

    Gaitero,
    (Oito baixos, apianada? Gaudério ou estou enganado?) Meio portuga, meio brasuca e tradicionalista? Se for… um baita quebra costelas. Caso contrário…
    Saudaçoes fraternas :)

  119. não vejo, no curto prazo, ninguém a atacar o Brasil…
    cenários de fronteira, escaramuças por bancos de pesca e de petróleo… sim.
    invasões em regra… não, o mundo é hoje tão interdependente que isso é impossível mesmo para os apetites chineses sobre taiwan…
    o futuro é o cenário dos conflitos de baixa intensidade (guerrilhas, terrorismo e pequenas guerras como a equador-peru), e das acções de Paz no mundo…

  120. Anónimo

    Graxim, portuga e brasuca, mais brasuca que portuga ^^ tradicionalista não.

    Essa troço de ataque é muito complicado, pouco se pensa em ataque, nem a Venezuela que desafia os EUA todo dia tem medo de um ataque, simplesmente por ser muito caro, essa brincadeira no Iraque, sem resistência nenhuma, sem combates, SEM GUERRA, e olhe quanto custou, que país tem hoje grana pra entrar em uma guerra, “somente os EUA.”

    Não vejo nem a curto nem a medio e nem a longo, se não nos atacaram em quanto eramos mais fracos, cada dia que passa essa visão se torna mais distante.

  121. gaitero

    saiu ricardo entrou anonimo ^^
    estou evoluindo daqui a pouco consigo

  122. Sidnei Tives

    Caro gaitero,

    não se trata de admiração pelos estrangeiros nem de desconsideração com vídeos desprentensiosos.

    Trata-de de uma visão realista de que, se nosso maior trunfo é saber bem guerrear na selva, então não estamos mais em vantagem.

    Quando digo
    “Nossas FFAA precisam ir bastante além do que qualquer vídeo de treinamento possa mostrar”

    … tenciono mostrar minha convicção de que devemos ter FFAA preparadas e equipadas em todos os aspectos, de modo que “guerra na selva” seja não o maior ou o único, mas mais um aspecto de dissuasão frente aos interesses ilegítimos sobre o que é nosso.

  123. Gaitero:
    Estou a ver que limpaste as cookies!

    Sidnei:
    Esse campo, assim como o da Defesa Aérea e Marítima devem ser centrais ao Brasil… Por isso MBTs, APC, etc… Deviam ter um papel secundário neste quadro.
    E o PA… Seria essencial nesta visão das coisas?

  124. gaitero

    Se pensar desta forma estamos no caminho certo PAC da defeza 7 de setembro de 2008, so espero que saia coisa boa deste projeto, e que realmente seja cumprido.

  125. sim… mas como alguns já aqui escreveram… tanto silêncio começa a ser suspeitoso…

  126. Rick Henry

    Acho que a marinha Portuguesa deva modernizar toda sua frota naval inclusive seus submarinos. A ambição da Itália em expandir futuramente sua frota naval deve preocupar toda a europa.

  127. certo.
    e vamos invadir a segunda lua de Marte, também, de passagem.

  128. gaitero

    BOMBA BOMBA BOMBA

    ACABEI DE RECEBER ESTA INFORMAÇÃO,

    A respeito de notícias publicadas recentemente sobre o encerramento do Projeto F- X2, o Comando da Aeronáutica presta as seguintes informações:

    1) O desenvolvimento de um caça brasileiro de quinta geração, atualmente em estudo, faz parte de um planejamento estratégico de longo prazo;

    2) No dia 15 de maio de 2008, o Comando da Aeronáutica instituiu Comissão Gerencial do Projeto F- X2, com o objetivo de efetuar os processos de aquisição de aeronaves de superioridade aérea a serem incorporadas ao acervo da Força Aérea Brasileira.

    Brig Ar ANTONIO CARLOS MORETTI BERMUDEZ

    Chefe do CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA

  129. gaitero

    xD, ele esta mais atento que eu

  130. sim!
    ainda que a notícia em si, não seja lá muito esclarecedora…

  131. Mascarilha

    >Acho que a marinha Portuguesa deva modernizar toda sua frota naval inclusive seus submarinos. A ambição da Itália em expandir futuramente sua frota naval deve preocupar toda a europa.

    Eu concordo. Esses italianos não são de confiança, podem querer as berlengas para instalarem uma fábrica de macarrão. Toda a europa está preocupada.

  132. continuo a dizer que Deimos seria uma bela adição ao nosso império colonial.
    e podíamos até lá colocar o Jardim, como administrador da coisa.
    depois disso tratado, podíamos na mesma invadir a Itália.

  133. Ricardo Teixeira

    Italia, cada vez que vejo este nome, penso nas 100 mil toneladas de lixo jogada pelas ruas de Nápoles.

    Clavis pesso que se possível, crie um Post sobre a UNISUL
    é muito importante debatermos sobre este movimento, que pode ser um inicio de UE aqui na america latina.

  134. gaitero

    droga volto esse ricardo.

  135. gaitero

    Unasul, pesso desculpas, esta em espanhol

  136. Sidnei Tives

    Caro Clavis,

    quanto ao PA nesse cenário.
    Primeiramente, por desconhecimento, vou assumir que PA é propulsor atômico, ou um termo equivalente.

    Como escrevi noutro ponto desse blog, nossa Marinha está divida entre porta-aviões e força de subas. A escolha é necessária por pura falta de orçamento para ter os dois.

    Como o porta-aviões São Paulo deve ser retirado de serviço em 2012 e até agora não se ouviu falar do próximo navio aeródromo, ao menos com a freqüência que se ouve falar de caças e subs, penso que a ala da força submersível está à frente.

    Pessoalmente, ancorado apenas em minha afeição pelo tema, acho que o projeto do SNA, além dos aspectos de um melhor aparelhamento militar, tem uma importância enorme para a P&D brasileiras, aperfeiçoamento do parque industrial e a aquisição de status de nação com avanço técnico-científico.

    Quid: se se juntar o SNA, que não existe, com o míssil Matador, que parece também não existir, ter-se-ia um poder de dissuasão inexistente ou apenas hipotético ?

  137. gaitero

    UNASUL OU UNASUR, Teve até um debate sobre a criação de um conselho de segurança, proposta sugerida pelo Lula, mas que por não ter tido unanimidade, será criado um grupo de pesquisa e em 3 meses será proposto um novo pedido, vamos aguardadar.

  138. Gaitero:
    “Italia, cada vez que vejo este nome, penso nas 100 mil toneladas de lixo jogada pelas ruas de Nápoles.”
    -> É verdade! Aquilo ainda dura, incrível!
    -> Esse caos está aliás muito por detrás do regresso de Berslusconi ao poder…

    “Clavis pesso que se possível, crie um Post sobre a UNISUL
    é muito importante debatermos sobre este movimento, que pode ser um inicio de UE aqui na america latina.”
    -> Tenhopo seguido (tanto quanto o permite o escasso eco que as notícias do Brasil cá vão tendo) essa evolução, que reputo de muito interessante… mas não consigo disfarçar uma certa desilusão… já que gostaria ainda mais de ver idêntica aproximação unindo Brasil, Portugal, Angola, etc, etc… enfim. Não é ainda o tempo devido, suponho.
    -> E tenho agendado um artigo sobre o tema, de facto!

    “droga volto esse ricardo.”
    -> Não tinhas limpado as cookies?

    “Unasul, pesso desculpas, esta em espanhol”
    -> Eu sei…. mas sendo uma união em que apenas um parceiro falará português… está mais próximo da verdade do que na correcção…

    Sidnei:

    “Caro Clavis,
    quanto ao PA nesse cenário.
    Primeiramente, por desconhecimento, vou assumir que PA é propulsor atômico, ou um termo equivalente.”
    -> Não ha indicações de tal, Sidnei… e imagino que desenvolver um PA nuclear, do zero, deve ser um belo de um pesadelo logistico e de investigação… os franceses fartaram-se de ter chaticas, no seu De Gaulle, se bem me lembro… Para o SNA, já há muito trabalho feito (e um reactor quase pronto), mas para o PA… seria quase partir do zero, com excepção daquilo que derivaria directamente do estudo do SNA.

    “Como escrevi noutro ponto desse blog, nossa Marinha está divida entre porta-aviões e força de subas. A escolha é necessária por pura falta de orçamento para ter os dois.”
    -> Sim, porque o preço de criar um SNA “nativo” é proibitivo a manter uma esquadra de 5/6 AIP mais um PA moderno, “nativo” (construído localmente) e uma densa, mas moderna frota de fragatas. Vocês têm toda a tecnologia (menos o AIP, mas podem obtê-la de França), então porque esperar e perder tempo e recursos escassos com o incerto SNA?

    “Como o porta-aviões São Paulo deve ser retirado de serviço em 2012 e até agora não se ouviu falar do próximo navio aeródromo, ao menos com a freqüência que se ouve falar de caças e subs, penso que a ala da força submersível está à frente.”
    -> Mas ele irá mesmo ter aviões embarcados até 2012? Isso parece hoje muito duvidoso… por exemplo, os Rafale poderiam operar no ex-Foch? Ou os Su-35 (sem a rampa)?

    “Pessoalmente, ancorado apenas em minha afeição pelo tema, acho que o projeto do SNA, além dos aspectos de um melhor aparelhamento militar, tem uma importância enorme para a P&D brasileiras, aperfeiçoamento do parque industrial e a aquisição de status de nação com avanço técnico-científico.”
    -> Sim, até hoje não encontrei nenhum brasileiro que comungasse das minhas reservas pelo SNA… mas eu sou suspeito… aqui, em Portugal, também me opûs – isoladamente – contra a preferência dada cá à compra de dois AIPs, defendendo que era mais importante comprar 3/4 fragatas modernas e em primeira mão…

    “Quid: se se juntar o SNA, que não existe, com o míssil Matador, que parece também não existir, ter-se-ia um poder de dissuasão inexistente ou apenas hipotético ?” :-)

    Gaitero:
    “UNASUL OU UNASUR, Teve até um debate sobre a criação de um conselho de segurança, proposta sugerida pelo Lula, mas que por não ter tido unanimidade, será criado um grupo de pesquisa e em 3 meses será proposto um novo pedido, vamos aguardadar.”
    -> Uma força de Defesa… mas isso ficou em “banho maria”, não ficou? Para já avança apenas o Parlamento, não é?

  139. Eis o que eu dizia:

    “he new French nuclear carrier “Charles de Gaulle” has suffered from a seemingly endless string of problems since it was first conceived in 1986. The 40,000 ton ship has cost over four billion dollars so far and is slower than the diesel powered carrier it replaced. Flaws in the “de Gaulle” have led it to using the propellers from it predecessor, the “Foch,” because the ones built for “de Gaulle” never worked right and the propeller manufacturer went out of business in 1999. Worse, the nuclear reactor installation was done poorly, exposing the engine crew to five times the allowable annual dose of radiation. There were also problems with the design of the deck, making it impossible to operate the E-2 radar aircraft that are essential to defending the ship and controlling offensive operations. Many other key components of the ship did not work correctly, including several key electronic systems. The carrier has been under constant repair and modification. The “de Gaulle” took eleven years to build (1988-99) and was not ready for service until late 2000. It’s been downhill ever since. The de Gaulle is undergoing still more repairs and modifications. The government is being sued for exposing crew members to dangerous levels of radiation.”

    http://www.strategypage.com/militaryforums/478-97.aspx

  140. gaitero

    http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL533960-5602,00.html

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u404812.shtml

    dentro desses sites ainda tem outros tratando dessa situação, e da possivel formação de defeza.

  141. gaitero

    Sim é verdade esta morno, pois não teve unanimidade, Colombia não aceitou, inclusive não poderia entrar no mesmo, pois uma das clausulas é que todo país que quizer ingressar nesse conselho de segurança não pode ter soldados de outros países, ”leia-se EUA” em seu território.

    aqui tem mais notícias sobre a criação do conselho e os atuais problemas

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u404812.shtml

  142. especialmente agora, que a guerra na Colômbia começa a dar frutos e a inverter o curso da guerra… ainda me lembro que na década de 80-90, a vitória das FARC era dada por alguns como quase certa, e agora… até já se questiona a sua sobrevivência.

  143. Marco

    A brasileira AVIBRAS, é sinônimo de tecnologia avançada, assim como era a antiga ENGESA, também brasileira.
    Especialistas britânicos e americanos, já disseram que mesmo para os dias de hoje, o OSÓRIO, fabricado pela extinta ENGESA, ainda pode ser considerado uma arma de vanguarda.

  144. Gostariamos de saber se : O míssel brasileiro operado por GPS – Geo Position System , terá canal liberado pelos USA . Isso posto, se não for de interesse americano , os EUA irão liberar canal do GPS ? É como o Brasil construisse o carro, mas não tivesse combustível. Brasileiro ainda é muito bonzinho , ou burrinho, hahahahahahaha .

  145. bem… háa dois gps: um militar e codificado que só os militares dos EUA usam, e um civil que todos podemos usar. O míssil da avibrás usaria o 2º, menos preciso, mas ainda assim… capaz de uma precisão mais do qeu suficiente.

  146. Marco

    Também há um outro fator a ser levado em consideração:
    A exatidão da informação do GPS é de alguns metros, ou submétrica para receptores profissionais, ou ainda menos de 1 centímetro para receptores militares de grande exatidão.
    Logo, o “x” da questão pode estar apenas na tecnologia empregada no receptor do GPS. E com certeza, a AVIBRÁS pensou nisto também.

  147. de qualquer forma, para um míssil de cruzeiro uma precisão de alguns metros é suficiente para a maioria dos alvos…

  148. Marco

    Sem dúvida que sim!

  149. então… agora só falta construí-lo…

  150. Marco

    Não vai demorar muito, ele já estará sendo lançado da poderosa plataforma ASTROS II, assim como já são lançados os mísseis fire-and-target, com capacidade de alcance até 300km.

  151. maria rita matos

    oi povo do brasil precisamos apoiar nosso presidente para ele investir em teconogia de ponta para a seguransa do brasil fora do brasil todas essas organizacoaes que nao sao brasileira

  152. moises

    Brasil
    DEFESA@NET 15 Julho 2008
    DEFESA@NET

    ATO 1
    Vale Paraibano 12 Julho 2008

    Avibras dispensa 350 funcionários

    A Avibras Indústria Aeroespacial demitiu cerca de 350 trabalhadores ontem de sua unidade em Jacareí­, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos. A entidade acredita que o número de funcionários mandados embora possa chegar a 500.

    A empresa atua no setor de armamentos militares e tinha cerca de 1.000 funcionários. De acordo com o sindicato, as demissões pegaram a entidade e os trabalhadores de surpresa.

    “Tivemos uma reunião anteontem para discutirmos um acordo de compensação e não foi nos passado nada sobre a possibilidade de demissões em massa”, disse o diretor do sindicato, Ivan Trevisan.

    DEFESA@NET publicou recentemente entrevista inédita realizada em 2002, onde O eng. João Verdi Leite fala da Avibras e do futuro.

    http://www.defesanet.com.br/eurosatory2008/01_verdi.htm

    De acordo com o sindicato, a empresa teria um contrato já assinado com o governo da Malásia para o fornecimento de equipamentos militares. A venda aguardaria apenas a homologação do governo brasileiro para ser efetivada.

    A estimativa é que o contrato gire em torno de R$ 300 milhões para o fornecimento de novos foguetes, veí­culos lançadores, blindados de comando e centrais de tiro, de seu produto mais bem sucedido, o sistema de foguetes Astros-2.

    “Isso daria um folego de produção para a empresa de 30 a 36 meses. Nos disseram que dentro de 15 dias teriam uma resposta de Brasí­lia sobre o assunto. Em uma situação como essa, o que se esperaria era que a empresa desse férias coletivas ou licença remunerada aos funcionários”, disse Trevisan.

    O sindicato irá realizar um assembléia com os demitidos na segunda-feira, Ã s 9h, na sede da entidade, para definir as estratégias que serão tomadas no caso. A Avibras foi procurada pelo valeparaibano, mas não comentou o assunto.

    MEMÓRIA – O último balanço econômico da Avibras, divulgado em abril, apontou que a empresa encerrou o ano de 2007 com prejuí­zo de R$ 46 milhões, contra um prejuí­zo de R$ 68,9 milhões em 2006.

    Segundo o balanço financeiro, a receita operacional lí­quida alcançou R$ 49,7 milhões, ficando abaixo dos R$ 53,8 milhões de 2006.

    No balanço, a empresa informa que no final do exercí­cio de 2006 o prejuí­zo acumulado era de R$ 545,4 milhões. Os prejuí­zos vem desde 2001. O fundador da empresa, João Verdi de Carvalho Leite, desapareceu em janeiro. Ele estava a bordo de seu helicóptero, que desapareceu minutos depois de decolar de Angra dos Reis.

    Em seu lugar assumiu Sami Hassuani, que exerce atualmente o posto de presidente em exercí­cio. O carro-chefe da Avibras é o sistema de foguetes Astros 2, que já está na quarta geração de tecnologia nos sistemas eletrônicos e tem perspectiva de vida de trinta anos, com as constantes inovações.

    O principal mercado da Avibras é o Oriente Médio, mas a empresa também presta serviços à indústria brasileira, principalmente com pinturas especiais anti-oxidantes para automóveis.

    Ato 2

    Agência Estado 14 Julho 2008

    Avibrás entra com pedido de recuperação judicial

    A Avibrás Aeroespacial, maior grupo empresarial do setor nacional de equipamentos de defesa, apresentou ontem à tarde um pedido de recuperação judicial. O valor estimado do processo é de R$ 500 milhões, envolvendo dívidas com a União, o Banco do Brasil, a Previdência, o sistema tributário, a Financiadora de Projetos (Finep), fornecedores diversos e uma trading internacional.

    A empresa demitiu 350 funcionários, mas, segundo o presidente da empresa, Sami Hassuani, “está preservando um núcleo multiplicador de 600 colaboradores”. A crise da Avibrás ocorre a pouco menos de dois meses do lançamento da Estratégia Nacional de Defesa, um plano do governo para revitalizar a indústria especializada, reequipar as Forças Armadas e estabelecer a política do Brasil nessa área.

    A recuperação judicial, estrutura que substituiu o instituto da concordata, está sendo solicitada no momento em que a carteira da Avibrás guarda um rico contrato de exportação no valor de R$ 500 milhões – o mesmo do passivo acumulado – assinado com um cliente da Ásia. A companhia mantém negociações estimadas em cerca de R$ 4,8 bilhões para fornecer sistemas de emprego militar para as forças de cinco países do Oriente Médio e Ásia

  153. Marco

    Uma crise administrativa, não anula a capacidade de uma empresa que desenvolva tecnologia de ponta – como é o caso da AVIBRAS – de continuar desenvolvendo tecnologia de ponta. E a AVIBRAS faz isto como poucas empresas neste mundo, fazem.

  154. fernando J.S Leal

    Primeiro é 800 mil dólares o valor do missil e não menos de mil dolares,por menos de mil dolares sóm uma tv de plasma no Paraguay.Segundo o valor do Tomahawk é de 1,2 milhões de dólares.O alcance do av/mt-300 e de 300 km dizem os fabricantes, o Tomahawk tem 2400 km de alcance.O Tomahawk voa 8 vezes mais longe por 400 mil dólares a mais.

  155. gaitero

    fernando;

    O AV/MT é nacional. Tecnologia nacional, isto já o torna muito melhor que o Tomahawk, pena que o matador não existe ainda.

  156. gaitero

    .

  157. gaitero

    O matador é nacional e isto já o garante como o melhor missil para o brasil, mesmo se comparado com o Tomahawk muito mais capaz.
    Pena que este não esta em produção ainda

  158. Ronaldo

    O AVMT 300 ou Matador foi projetado para ser lançado de tubo no Astros II. Compará-lo com o Boeing Tomahawk é um pouco demais, como disse o Gaitero, muito mais capaz , letal e de maior carga paga.
    Mas o que importa é que lamentávelmente o mesmo não foi adiante por falta de verbas.
    Com as devidas alterações que seriam necessárias, acredito que seria uma boa arma nacional para lançamento de submarino.
    Sds.

  159. gaitero

    Existe um projeto na avibras para cirar um matador Naval, este será lançado pelas fragatas e pelo Nae. Mas devido a falta de verba o projeto caminha a passos de tartaruga.

  160. Ronaldo e gaitero:
    Para salvar o AVMT 300 só resta mesmo seguir o vom exemplo do Darter e estabelecer parcerias de desenvolvimento e utiluização internacionais que sustentem os custos do projeto. Procurando bem, não faltarão interessados, já que o essencial do trabalho de desenvolvimento já está feito pela Avibras..

  161. gaitero

    Sem dúvida.

  162. e uma aliança entre a Avibras e a Denel seria extremamente benéfica para ambas as partes… A África do Sul é um parceiro estratégico muito importante, e replica de certa forma a posição do Brasil de predomínio na sua região e tem fronteiras com um país lusófono…
    um aliado a conquistar, ao contrário dos chineses e russos, que pouco ou nada têm a ver com o espírito da lusofonia ou com os interesses dos lusófonos no mundo, e que em primeira e última instância defendem sempre os próprios.

  163. Fred

    Mas eu pensei que a Avibras estava na AS com a Mectron para o desenvolvimento do novo Darter!

    acho que estou desatualizado :)

  164. sim, mas o que eu sugeria era algo de maior balanço… uma parceria, pré-fusão entre as duas…
    aproveitando as dificuldades desta:
    “in part because of Denel’s recurring financial disasters. South Africa has poured billions to subsidize and promote the Rooivalk helicopter without a single export contract resulting. In fact, despite R4 billion in public investment, Denel has lost R1.3 billion in the last three years. ”

    http://www.worldpolicy.org/projects/arms/reports/smallarms.htm

    e usando a tecnologia que detêm, ainda que a tenha obtido nem sempre pelas melhores fontes:
    “Denel’s two prestige products are the Rooivalk attack helicopter and its 155mm-howitzer high mobility, self-propelled artillery systems– the G5 and G6. Denel also makes 127mm multiple rocket launchers and CB-470 cluster bombs. Terry Crawford Browne, an analyst with Economists Allied for Arms Reductions in South Africa notes that “Denel portrays itself as the cutting edge of South African technology, and as being a leading export manufacturing company. In fact, much of its technology has been pirated from the U.S. and other countries and exports of armaments amount to less than 1% of all South African exports.””

  165. Ronaldo

    Não está não !!
    A Avibrás está em regime de concordata, mas mantém , salvo engano, pelo menos dez técnicos e engenheiros trabalhando na Africa do Sul em parceria com a Denel no projeto A-Darter para a FAB. Outros tantos estão lá pela Mectron e pela FAB.
    Quanto ao míssil naval, o mesmo já está sendo desenvolvido pela MB, no rastro da atualização e recertificação dos Exocet AM-39 (ar-superfície) e MM-40 (superfície-superfície). Não se informa qual das missíles-house brasileiras seria a parceira.
    Suas características serão semelhantes ao Exocet MM-40 Block III francês, última versão disponível.
    Há uma foto dele na novíssima Tecnologia & Defesa – Suplemento Especial nº 18, na página 27.
    Um abraço à todos.

  166. Fred

    Valeu Ronaldo, vou procurar sobre os misseis navais!

  167. não encontrei nada sobre os ditos, ainda…

  168. rui pinto

    o brasil é uma grande nação e como tal não tem que baixar a cabeça para ninguem,nem mesmo para os EUA,está na hora do brasil fazer aliança politicas/economicas/militares com potencias regionais(russia,china,india,africa do sul,angola,e namorar israel pois não nos podemos esqueçer que os brasileiros,tal como os portugueses,têm uma forte costela judaica)
    o brasil tem tudo para ser um poderio a nivel mundial

  169. Ótimo.. assim acaba nossa dependência dos ianks e outros..agora é partir para a contrução do caça supersônico -Mach 3,5 multifunção e navalizados..bem armados com cnhões metralhadora , etc,etc,etc..ser independênte e mt caro..em vida , que é mt triste e financeiramente que e é + barato..Vamos em frente..o verá depois…?

  170. Comcordata…pq ñ fazemos pedidos p/nFAs e assim oxigenamos as contas dela? Burrice, mt burrice; a Chrasler e chevrolet está sendo ajudada pelos ianks, pq ñ fazemos o mesmo com n/ industrias bélicas? Isso é para ontem…

  171. “..uma forte costela judaica”…manero…é efetuar compras do mesmos p/ as nossas FAs.. os dois lados ganham…e nos reequipamos.

  172. Edmar

    Seria muito bom esses mísseis sendo usados nas nossas Forças Armadas.

    Será que ele pode ser lançado de um návio?

  173. Fred

    Descobri sobre o míssel naval, o MAN 1 Missil Anti Navio 1 os parceiros são a Engeprom (Marinha), Mectron, (sensores, controles e direção) e Avibrás propulsão.

    Desempenho e caracteristicas semelhantes ao Exocet MM 40 B III.

  174. Mt bom…temos de usa-lo nas n/ FAs…

  175. Edmar

    Será que nas novas Fragatas da Marinha do Brasil poderá ser usado esse tipo de arma?

    Seria muito bom se fosse..

  176. gaitero

    Sim, muito provavelmente.

    As novas fragatas, garanto que serão mais de 12 em um extenso programa que vai durar muitos anos, serão produzidas depois da conclusão do novo estaleiro a ser contruido no rio de janeiro, proximo a angra I e II. parece que a conclusão do estaleiro esta prevista para 2011, quando os 4 submarinos marlin começarão a ser produzidos.

    Não podemos deixar de destacar tambem o MAR-1, que segundo fontes seguras, superou todas as espectativas, e será uma arma muito poderosa a ser usada pela FAB, Aviação Naval e tambem pela força aérea do paquistão, primeiro criente internacional.

  177. Fred

    Espero que sim, desenvolver um míssil e não utilizá-lo seria um grande tiro no pé, ;)

    Inclusive acho todas as naves que lancem o MM40 poderão lançar o MAN 1.

    Estou preparando um post mas tá complicado de obter informações. :)

  178. gaitero

    Segundo um amigo do DB

    Eles começaram o desenvolvimento de um kit de bomba-burra chamado ACAUAN.
    Alguns prazos:
    -MAA-1B: Industrialização em 2010.
    -MAR-1: Em industrialização. Produção em série 2011.
    -MAN-1 (Exocet pintado com o emblema da Mectron ): Industrialização apatir de 2013.
    -ACAUAN: Produção apartir de 2010.
    -A-Darter: Industrialização apartir de 2014.

  179. gaitero

    Fred, você pode me confirmar se ele terá desempenho e caracteristicas semelhantes ao Exocet MM 40 B III??

    Tenho dados antigos que diziam que ele seria semelhante ao B I ou II.

    Abraço

  180. “Duas notícias sobre o programa de mísseis do Brasil:

    – No plano de reequipamento e recuperação das Forças Armadas está previsto o desenvolvimento de um míssil anti-navio (buque) por U$ 50 milhões e com prazo de 5 anos. O míssil tera desempenho semelhante ao MM40 blobk II.

    No dia 28 de Dezembro de 2007 foi publicado no Diario Geral da União o desenvolvimento do moto-foguete do MAN-1 que terá desempenho semelhante ao do MM40.”

    http://www.saorbats.com.ar/foro/viewtopic.php?f=22&t=2163&start=15

    meio vago…

    “Este será o terceiro míssil anti-navio em operação na MB, que atualmente possui o Exocet, utilizado pelos SH-3 Sea King e o Sea Skua, lançado a partir dos AH-11 Super Lynx. Neste ano, teve início o projeto do primeiro míssil anti-navio nacional, o MAN-1, sob responsabilidade da Mectron (MAA-1A/B, MAR-1 e MSS 1.2) e da Avibras.”

    http://defesabrasil.com/site/index.php/Noticias/Marinha/Marinha-do-Brasil-compra-misseis-AGM-119B-Penguin.html

    “Eu também estou curioso! Por sinal talvez minha maior curiosidade seja saber o que é, ou melhor o que vai ser o MAN-1. O governo vai fornecer u$ 50 milhões de para a Mectron e Avibrás desenvolverem um míssil anti-navio.

    Se não me falha a memória, em outros fórums, há alguns anos foi comentado que o custo de desenvolvimento de um míssil anti-navio era da ordem de 700 milhões a 1 bilhão de dólares. Qual vai ser a engenharia financeira que as duas empresas vão fazer para conseguir recursos para o MAN-1?

    Outro ponto interessante é tempo médio de desenvolvimento de mísseis no Brasil. Não creio que vamos ter nada operacional antes de 20 anos, ou seja 2028. Isto é tempo para burro!”

    http://www.alide.com.br/wforum/viewtopic.php?f=4&t=1850&st=0&sk=t&sd=a&start=45

    ou seja… tudo muito vago e especulativo…

  181. gaitero

    Como eu disse acima, dados oficiais da mectron. Segundo um amigo do DB

    -MAA-1B: Industrialização em 2010.
    -MAR-1: Em industrialização. Produção em série 2011.
    -MAN-1 (Exocet pintado com o emblema da Mectron ): Industrialização apatir de 2013.
    -ACAUAN: Produção apartir de 2010.
    -A-Darter: Industrialização apartir de 2014.

  182. Fred

    O que eu soube por um amigo é que o desenvolvimento já começou a algum tempo, e o alcance seria aproximado ao B III.
    Acho realmente difícil que seja apenas um exocet pintado com o emblema da mectron, na verdade acho até pejorativo pelo trabalho desenvolvido por estas empresas. (engeprom, Mectron, avibras)
    Mas obviamente será bem parecido com ele por ser a base do desenvolvimento.
    O custo de 50 milhões será para o desenvolvimento do motor foguete.
    O projeto inteiro se dá na forma do consórcio.
    Quem fará os circuitos ópticos será o IEAv.
    O controle e sistemas direcionais Mectron, IEAv,Engeprom e Avibras
    Motor : Avibrás e Engeprom

    Concordo com o vago e especulativo, como no MAR 1 contimuamos no escuro até sua primeira venda.

  183. + um projeto = a esse tem , por questão de sigilo, ser vago e/ou secreto, o negocio e n/ FAS TER ESSE MISSIL. P/ ONTEM.

  184. a ligação ao exocet pode ser um “golpe de marketing” de forma a aproveitar o bom nome desse míssil.
    o custo era realmente baixo, mas assim fica explicado.
    e folgo em ver a avibras no projeto. ela continua em dificuldades financeiras?

  185. Fred

    Sim, também acho, mas o sistema inercial, de busca e travamento do alvo dificilmente (para não dizer impossível) serão fornecidos pelos franceses, além do software é claro.

    Tudo terá que ser nacional, é tecnologia muito sensivel.

    Já os parametros de lançamento deverão ser bem parecidos para permitir sua utilização nas naves que já operam o exocet.

  186. Edmar

    O Brasil poderia manter uma quantidade boa desses mísseis para se defender de algum país agressor.

  187. O negocio e fazer pedidod p/ possibilitar a nossa “IMBEL”, ao molde iank, manter-se viva…quem ganha é o próprio BRASIL., nossas FAs em especial.

  188. Alex

    Eu nao entendo a necessidade de alguns portugueses de falar mal do Brasil e ridicularisar a todo custo, talves seja algum sentimento de superioridade mas essa suposta superioridade a muito tempo deixou de existir…!
    Seria melhor Brasil e Portugal unirem-se fortemente de igual pra igual…!

    Brasil agora é a sexta economia mundial segundo a Bird http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u355967.shtml

  189. AVIBRÁS.
    Espero siceramente que o governo brasileiro acorde rápido e não deixe a AVIBRÁS sofrer o mesmo dano irreversível que a Engesa, a Bernardini e a Moto Peças sofreram, e nossas FAs façam imediatamente encomendas dos seus produtos como o equipamento ASTRO II, O GUARÀ, o AV/MT-300 para equilibrar nosso potencial bélico, antes que este povo retardado não pague um preço muito alto por sua inconsequência política. Luiz

  190. Sr. Luiz, eu digo o mesmo q o senhor; seria mt estupidez…é como temos mt estúpidos; nada me supreenderia.

  191. O certo e fazermos pedidos p manter-las vivas e atuantes , ressuscitsar a nossa * oitaa indústria bélica do mundo..a IMBEL.

  192. O Plano Estratégico de Defesa Nacional.
    É realmente um excelente plano de revitalização das nossas FAs, que muitos anos ficaram entregues ao descaso e ao abandono governamental.
    Pessoalmente, tenho receios que este planejamento não seja aplicado integralmente como se faz necessário à soberania e a segurança de nossa Nação. A maior culpa cabe à nossa sociedade, que de mente fraca, é totalmente avessa aos aspectos de nossa segurança nacional, na verdade só se mobilizando, de forma espontânea , para os assuntos de futebol, samba e cerveja. Sem dúvidas, este povo é um carma espiritual pesado para o Brasil. Aproveitando ainda desta fragilidade, o governo e os políticos brasileiros fazem programas demagógicos políticos eleitorais. Além da ação perniciosa e criminosa das ONGs estrangeiras e “nacionais” que, ardilosamente, confundem a opinião política do povo brasileiro, atirando-o contra nossas FAs. Temos de preservar nossas Instituições Sagradas (como nossas Faz). Pois, quanto mais fracos e impotentes formos, melhor será para a cobiça internacional da nossa Amazônia, de nossas riquezas e reservas naturais (água em abundância ).
    Para a garantia deste Plano, é necessário que os governos, através do Ministério de Planejamento/Ministério da Fazenda tomem certas medidas de acautelamento orçamentário/financeiro de forma que nunca faltem recursos ou que sejam desviados deste Plano Militar. Exemplos:1)- seja editada uma Emenda Constitucional que faça constar de nossos preceitos legais – reservas de obrigação para a modernização urgente de nossas FAs, 2)-Faça-se constar na LDO, nos PPA, e nas sucessivas LOAs recursos suficientes para esta realização.
    “Que nunca faltem recursos orçamentários/financeiros para esta função (modernização das FAs), como deve ser, totalmente, vetado o cancelamento pelos governos destas dotações”.Por um período de 20 anos não poderá haver motivos alegados para programas de despesas públicas mais importantes ou prioritárias que o nosso fortalecimento militar. Medidas de escolha seletiva para a execução de despesas públicas devem ficar limitadas as funções das despesas do orçamento e nada mais do que isso. Ou os governos demonstrarem coragem e força para realizarem totalmente este plano militar ou nosso futuro de nação soberana será muito constrangedor.
    Proponho a redução imediata do tamanho do Poder Legislativo e do Poder Executivo. Sejam extintos os cabides de empregos – admissão de pessoal só por concursos, quando necessários. Os governos devem eliminar totalmente as despesas de fundo demagógico-político, garantir linhas de crédito, investimento e financiamento do BNDES, Caixa Econômica, Petrobrás e Pré-Sal, além de Transferências do Tesouro Nacional. Toda economia de custos orçamentários devem ser direcionadas, prioritariamente aos programas de rearmamento das FAs. Se ainda for necessário vamos instituir um tributo com este finalidade, rearmamento nacional, antes que seja tarde.
    Recursos suficientes, não apenas para a compra de produtos bélicos nacionais, mas, também, para incentivar a reinstalação de indústrias militares de material bélico, e pesquisas técnicas para seu aprimoramento, aumento de qualidade, e, atendimento ao cenário geográfico brasileiro. Seria muito interessante para as FAs que o governo aproveitassem os produtos bélicos de empresas já existentes com a AVIBRÁS e a IMBEL Seria uma prova incontestável da determinação do governo e não um episódio de “ Engana João”. Luiz

  193. O período de “chumbo”, as toturas, q ainda persistem , conforme relatório do Humam Rights , entre nós; levou a esse “equecimento” proposital; colocando ,por medo das FAs, o país em perigo.como o momento é outro , devemos td correr atrás do atraso ;é voltarmos a ser a 8 industria bélica do mundo, p à nossa DEFESA..tão sómente.

  194. Com as Fas cumprindo seu dever constitucional…p defender nossa Patria e seus filhos . Temos de reequipa-las logo, com mt urgência..P Ontem.

  195. O Necessário Trivial + Completo ???

    Mais uma vez vou tocar num mesmo assunto sobre O Plano Estratégico de Rearmamento Militar das FAS. O Plano é necessariamente ambicioso, mas muito longo, até 2030.
    O Brasil é um país geograficamente grande e diversificado, com vários e diferentes teatros operacionais. As nossas fronteiras são altamente cobiçadas, pelos bandidos internacionais. Por enquanto não falei nada de novo, que a opinião pública não saiba.Um Plano Estratégico de Defesa deste porte, precisará com certeza de muitos recursos financeiros, durante diversas gestões governamentais. Tem o governo de preocupar-se em mobilizar fontes de recursos permanentes, por longo tempo, que permitam a realização, sem interrupção do processo contínuo de rearmamento e modernização das nossas FAs. Outro aspecto lamentável, que chama a atenção, é a falta de interesse do povo, da sociedade e, até, da própria Nação, extasiados com os programas sociais, atualmente, muito em moda.
    Sou profissional especialista em Gestão Pública, e posso afirmar que a nossa situação de Nação Independente é muito GRAVE. O remanejamento de tropas militares e a criação de outras Unidades Especializadas, para a região amazônica é muito oportuno, estratégico e sábio, responde com armas prontas à ambição imoral de potências estrangeiras.
    “ Os senhores deveriam tomar conhecimento do debate entre os arrogantes alunos de uma universidade norte-americana e o nosso Senador Cristóvam Buarque sobre a nossa Região Amazônica, imputesse até São Francisco”. Portanto, a necessidade de armar nosso EB com os mais modernos equipamentos bélicos permanece como uma urgência altamente prioritária, a que o País, rapidamente, tem de responder. Por isso precisamos de reservas financeiras suficientes para atender, concomitantemente ao EB, a FAB, e a MG (FNs), e que sejam realizadas sem adiamentos, cancelamentos, ou mudanças, com substituição criminosa, para outros programas de governo, “engana joão”.
    Medidas jurídicas, contábeis, orçamentárias, financeiras, patrimoniais, e legais devem se traduzir pela inclusão de uma EMENDA CONSTITUCIONAL referendando o Plano Estratégico Militar, além da citação, em textos da LDO, PPA e LOAs. A disciplina na aplicação e execução de programas de despesas públicas é outra medida acauteladora, exigível dos governos. A redução dos custos BRASIL ( com a diminuição dos tamanhos dos Poderes Executivo/Legislativo e Judiciário ), com a conseqüente economia de custos orçamentários, podem em conjunto, constituírem-se em FONTES de RECURSOS aplicáveis na imediata produção do Plano Estratégico Militar.
    Sabemos que para o EB – a IMBEL e a AVIBRÀS estão vivas, e , a 1ª é a herdeira judicial da Engesa, Bernardini, e Moto Peças, e portanto, o acesso aos modelos, destas empresas falidas, e que são do conhecimento geral é simples e imediato, requerendo um ajustamento e um aperfeiçoamento técnico. Como as cabeças pensantes que criaram estes projetos não faliram, apenas se dispersaram , se novamente requisitados, responderam o chamado e com certeza, farão este trabalho. Mais uma vez, deixo a idéia de formar uma COLIGADA da IMBEL +AVIBRÀS dedicada á produção de Equipamentos Pesados.
    A FAB tem a EMBRAER e a HELIOBRÀS bastariam aumentar as encomendas, assinar um acordo de cooperação militar (Aviões e Helicópteros ), e ter reservas suficientes para cumprir os compromissos.
    Os FNs poderiam ser atendidos pelas opções acima citadas. A MG teria que responder se encontra-se em condições técnicas de produzir, inicialmente, Navios – Patrulhas, poderosa e modernamente armados.
    Os submarinos com se sabem, surgirão do Acordo Militar com a França. O resto é pedir a DEUS para dar tudo certo !!!! Luiz.

  196. A Escolha !
    Muito embora, sendo um especialista em Gestão Pública, não sou militar. Entendo que, não só o EB, como as demais forças militares do Br tem comandantes competentes e zelosos com suas missões constituicionais específicas, de terra, mar e ar, sem dúvidas alguma. Faço referências técnicas, apenas, aos recursos orçamentários suficientes e necessários ao cumprimento integral do Plano Estratégico de Defesa. Como civil e cumpridor rigoroso de minhas obrigações tributárias/fiscais, arbitro o direito de manifestar minha opinião, à respeito da matéria.
    Em regime de extrema urgência, que sejam disponibilizados, imediatamente, recursos financeiros no montante que permita a revitalização completa e simultânea das tres forças, e seja criado o Fundo Nacional de Reservas p/ as FAs do BR, de forma que:1)-no lugar de 36 aviões de caça de ´4ª geração sejam 150 aviões.
    2)- ao invés de 50 helicópteros sejam 800, para as tres forças nas duas versões principais;
    3)-não apenas 4 submarinos convencionais, mas 120;
    4)- não apenas 5 navios-patrulhas especiais( marítimaos ou fluviais), com armamentos ultra moderno, anti-navios, anti-aéreo, e anti-submarinos, mas 300;
    5)- no lugar de um Porta-Avião, 30 Porta-Helicópteros;
    6)- no lugar de 500 blindados anfíbios, 5000 blindados anfíbios para as tres forças, todos artilhados e com sistema de mísseis anti-aéreo, anti-carro, etc.
    7)-no lugar de duas brigadas de tanques, 6000 tanques sobre lagartas e 5000 sob rodas anfíbios, todos artilhados com canhão de 120mm ou 125mm, com sistema de misséis modernos;
    8)-conjunto de radares já construidos pelo Brasil;
    9)- barcos de desembarques para a selva artilhados;
    10)- o novo fuzil que está sendo projetado do alemão G36, 500000 unidades.
    Este é um pequeno exemplo hipotético da nossa necessidade de reimplantar nossa industria militar, com uma 3ª empresa nascida da AVIBRÁS e IMBEL, por razões legais lógicas;
    Origem das Fontes de Recursos p/ uso no rearmamento bélico:
    a)- recursos do BNDES, da Caixa Econômica Feseral, da Petrobrás, do Pré-Sal, Transferências do Tesouro Nacional oriundos das LOAs, do PPA, da LDO;
    b)-redução do custo Brasil, com a economia de despesas públicas, re-encaminhando estes recursos obtidos p/ o Fundo de Reservas do Plano Estratégico Militar;
    c)- e se for preciso instituir um tributo federal específico para o fortalecimento das FAs.
    Medidas como estas provarão a honestidade de propósitos do governo atual, assim, como dos demais; daí, a Emenda Constitucional que assegure a permanência desta iniciativa governamental de forma permanente.
    A nossa segurança e sobrevivência exigem um esfôrço contínuo dos governos, do povo, da sociedade, e da Nação.
    Pessoalmente, não aceito as injustiças e as covardias, mas está na hora de todos nós, sociedade, amarmos nossas FAs, que no passado, conquistaram, com muito empenho, prestígio e admiração de todos. Ass:Opatriotavelho

  197. Ñ vamos agredir e invadir país algum, daí a necessidade de uma forte presença militar no norte fronteiriço do país…caças como o Su 35/rafale( 160 ) e + de 20 subs SSKs e o satelite geoestacionário …p n defesa e levar a guerra ,ao território do inimigo, daí a importancia do VLS..p ontem.

  198. Um dos melhores exemplos de levar a guerra ao território do inimigo foi o q o Hesbohhla fez com o estado invasor nazisionista de israel..um bom exemplo a segui no campoda guerra; ataque e defesa.

  199. Por que a IVECO?

    Por que assinar um contrato com a IVECO para construção de blindados sob rodas?
    A falta de dinheiro é uma coisa presente nas finanças do Brasil, mas burrice é outra coisa!! Vejamos temos ainda vivas a AVIBRÁS e a IMBEL. A AVIBRÁS recentemente construí o Guará, blindado de 4×4, que o EB não se interessou. Quem mostrou competência para fazer um 4×4, certamente, poderá fazer um 6×6, um 8×8, ou até um 10×10. Repito o que disse, nossos engenheiros militares são muito competentes. Se por acaso, for necessário assinamos, um acordo militar com a Alemanha ou Rússia. Temos no passado, projetos do URUTU e do CASCÁVEL cuja experiência resultante e o conhecimento de nossos engenheiros e técnicos militares não faliram. Competência não nos falta. O Centauro italiano é uma cópia descarada do Sucuri brasileiro.
    A IMBEL é a herdeira judicial dos acervos da ENGESA, da BERNARDINI, e da MOTO PEÇAS. A substituição do transporte blindado de tropas infantes M-113 do EB, poderia ser feito, também, usando-se o modelo aperfeiçoado do Charrua, construído agora pela AVIBRÁS ou a IMBEL, ou ambas as empresas, o blindado anfíbio transporte de tropas, com uma necessária modernização de blindagem, sem perder a condição de ser anfíbio para a região amazônica, com um super-sistema de armamento, artilhados e com mísseis anti-carro, anti-aéreo, ou anti-barcos de desembarques.
    Aliás, esta nova viatura Charrua 01, faria frente nas fronteiras da Venezuela ao violento russo BMP -3, a ser comprado pelo exército deste país.
    Queira DEUS nossas FAs não sejam levadas ao sacrifício inútil, por causa da displicência governamental, nem tudo se resolve, com “tapinhas sindicalistas e cafezinho”.
    Por que não se utilizar, a AVIBRÁS e a IMBEL( ou uma outra coligadas ) neste procedimentos do Plano Estratégico de Defesa ????

  200. Que fim levou o Charruá , pq ñ se faz pedidos dos mesmos..que se repotencialize o mesmo se for o caso..o tanque Osório…e mt outros projetos.

  201. O MELHOR, e O PIOR !!!

    Acreditem o M 60 A3 TTS é um tanque melhor do que qualquer outro Leopard da América Latina só não supera o Leopard 2 A 6 que só tem na Alemanha, e agora no Chile !!!!.
    Mas falta muito pouco para que o M 60 A TT S o alcance !! Basta que o EB saiba investir numa hábil repontencialização. Talvez a preferência do EB pelo Leopard seja em função do modelo Osório ter nascido da autorização pela Alemanha, no governo do Ex-Presidente Ernesto Geisel, do Leopard alemão.
    Se o governo, ainda que tardiamente, decidir pela criação de uma 3ª empresa coligada da IMBEL, esta herdeira judicial das falidas Engesa, Bernardini, e Moto Peças, e da AVIBRÃS, ambas ainda vivas, poderemos além de construir, a partir dos modelos anteriores, novos projetos modernos, e, iniciar no momento certo, a repontencialização técnica dos M-60 A3TTS e dos Leopards 1 A 5. Vamos torcer para que o ano eleitoral não azede o Plano Estratégico de Defesa, que estou começando a pensar que ele não passa de “conversa fiada”. Sem dinheiro suficiente, sem o Fundo de Reserva p/ Aplicação no Plano de Defesa, certamente, acontecer alguma coisa na proporção requerida fica impossível. Isto é o pior que pode acontecer com as FAs do Brasil, e o melhor para o Presidente Chavez da Venezuela. Tragédia Verde –Amarela. Luiz

  202. Eu gostaria de saber o q fizeram com o Projeto Charrua 01 ,o tanque Osório e mt outros projetos BRASILeiros…

  203. Decisão Firme e Coragem Imbatível (Já Atualizado ) !!!

    Precisamos de capacidade e determinação para mudarmos o Planejamento Estratégico da nossa Lei Orçamentária. O Plano Estratégico de Defesa já foi assinado, muito bem !!!. Agora precisamos programar, com disciplina e certa urgência, o comportamento legal das nossas despesas orçamentárias públicas, ou, vamos concluir, logicamente, que o citado Plano não é importante para a soberania nacional. Não restam dúvidas que decisão e coragem são importantes para o governo tornar a execução do Plano Estratégico possível, com isso ele governo deverá mudar seu pensamento de “fome zero”,” PAC disto ou PAC daquilo” para centrar no cumprimento legal do orçamento, e notadamente, com o Plano Estratégico que ele próprio aprovou. Deve ficar entendido que as Fas do Brasil, com este rearmamento bélico não pretende invadir nenhum país, ou anexar territórios, nem tampouco, se preparar para conter a suposta invasão do nosso grande “aliado” e “mui” “amigo”, mas simplesmente, operar viaturas e armamentos novos. Por falar em “aliados” é oportuno lembrar-nos da Historia das Grandes Civilizações, quando o mais forte, fazia acordos humilhantes com seus aliados, até a chegada arrasadora dos povos bárbaros que lutavam por sua existência. Mas, assim, mesmo, vamos investir pesado nas Fas, se forem necessários 1 bilhão, para renascer a industria bélica, vamos coloca-los imediatamente à disposição do EB, se para a MG forem necessários 4 bilhões e para FAB, 8 bilhões vamos aplicar nosso plano de redução de custos orçamentários na gestão pública, assim:

    1)-diminuir o tamanho da estrutura organizacional dos Poderes Legislativo ( podíamos extingui-los de vez, pois, só roubam ), Executivo, Judiciário;
    2)- acabar com as despesas públicas que estejam fora da Lei Orçamentária, isto é, “PACs” de todos os tipos;
    2)- acabar com as despesas orçamentárias de cunho político demagógico;
    3)-canalizar, em emergência, financiamentos e investimentos de recursos do BNDES, CAIXA ECONÔMICA, PETROBRÁS, PRÉ-SAL, E INSTITUIR um TRIBUTO específico para o rearmamento nacional, e, cadeia para os ladrões nacionais = este somatório de recursos ( economia de custos ) direcionar para um FUNDO de RESERVA NACIONAL p/ INVESTIR PESADO nas Fas;

    Por que assinar um contrato com a IVECO para construção de blindados sob rodas? Não seria mais estratégico renascer, com outro nome, a principal empresa produtora de material bélico ?
    A falta de dinheiro é uma coisa presente nas finanças do Brasil, mas incompetência crassa, é outra coisa!! Temos ainda vivas a AVIBRÁS e a IMBEL. A AVIBRÁS recentemente construí o Guará, blindado de 4×4, mas o EB não se interessou. Quem mostrou competência para fazer um 4×4, certamente, poderá fazer um 6×6, um 8×8, ou até um 10×10, até anfíbio. Repito o que disse, nossos engenheiros militares são muito competentes. Se por acaso, for necessário assinamos, um acordo militar com a Alemanha ( não seria a 1ª tentativa ) ou Rússia, para acelerar a assimilação de conhecimentos atuais sobre blindados. Temos no passado, projetos bem realizados do, Urutu, do Ogum, do Charrua, do Sucuri, do Tamoio, do Osório, do Jararaca, e do Cascavel, cuja experiência resultante e o conhecimento de nossos engenheiros e técnicos militares, apesar do tempo ter passado, não se perderam, e nem, faliram. Competência não nos falta. O Centauro italiano é uma cópia descarada do Sucuri brasileiro.
    A IMBEL é a herdeira judicial dos acervos da ENGESA, da BERNARDINI, e da MOTO PEÇAS. A substituição do transporte blindado de tropas infantes M-113 do EB, poderia ser feito, também, usando-se o modelo aperfeiçoado do CHARRUA 01, construído agora pela AVIBRÁS ou a IMBEL, ou ambas as empresas, o blindado anfíbio transporte de tropas, com uma necessária modernização de blindagem, sem perder a condição de ser anfíbio para a região amazônica, com um super-sistema de armamento, artilhados e com mísseis anti-carro, anti-aéreo, ou anti-barcos de desembarques.Aliás, especialistas em mísseis que poderiam ajudar muito o Brasil, seria a experiência dos russos, que os EEUU temem aproximação com o EB.
    Aliás, esta nova viatura CHARRUA 01, faria frente nas fronteiras da Venezuela ao violento russo BMP -3, a ser comprado pelo exército deste país.
    DEUS queira, que nossas FAs não sejam levadas ao sacrifício inútil, por causa da displicência governamental, nem tudo se resolve, com “tapinhas sindicalistas e cafezinho”. O BMP-3 russo que o Chavez vai comprar ( ou comprou ) é excelente blindado. Se acontecer no futuro, que blindado do EB fará frente a ele na Amazônia ????. Gostaria que alguém do EB me explicasse, pois, de repente existe outra saída, embora seja eu , apenas, um civil consciente de seus devedores ???? Talvez o verdadeiro inimigo ( o grande falso amigo de sempre – com a 4ª Frota ) esteja no NORTE e, não seja o Chavez.
    Falta, na verdade, muito dinheiro para este Plano Estratégico virar realidade !!! Por enquanto é somente discursos políticos irritantes, de quem não quer decidir nada, só ganhar tempo. Vamos alistar e incorporar, os filhos, netos, bisnetos e todos ao parentes próximos de todos os governantes e políticos brasileiros nas nossas FAs e remete-los para frente de combate, mais pesado e violento, na região amazônica, se necessário for !!!
    Assim, com certeza, eles verão e sentirão, com exata realidade as verdadeiras necessidades do EB. Para quem sabe o mínimo da história do povos, sabe que isto pode bem acontecer. !!!!!!!
    Por falar em BMP-3 russo, por que o EB, não se utilizar, da AVIBRÁS e da IMBEL, ou, uma 3ª empresa coligada, nestes procedimentos de fortalecimento bélico do Plano Estratégico de Defesa ???? E vamos comprar diretamente da Alemanha 600 blindados Leopards 2 A 6 Luiz

  204. O Grande Perigo !

    Este assunto, pelo menos em nossa compreensão pessoal, é também relacionado ao Plano Estratégico de Defesa Nacional. Não bastam armas e equipamentos modernos para as nossas FAs, é necessário estar muito atento para a seguinte questão social de grande gravidade.
    A Sociedade Brasileira, perigosamente displicente, não percebe o alto grau de corrupção administrativa e política que assola o País. E o que resulta dela, a certeza cínica da impunidade, basta que olhemos as notícias vinculadas pela mídia diariamente.
    È muito rápido,da corrupção ao afrouxamento dos costumes, da extinção das crenças, dos ideais, da destruição da fé e da vontade, da desobediência civil à lei , do desrespeito à ordem, da perda do amor pátrio pelo solo, a vulgarização da bandeira e pela nação que vivemos, são as conseqüências negativas dos exemplos que vivenciamos diariamente. Diante deste quadro não há rearmamento e nem estratégia de defesa que resolva.

    O Poder Legislativo e o Poder Executivo estão mergulhados na lama podre da corrupção. O Poder Judiciário é uma grande incógnita.

    As nossas Instituições Militares são realmente uma grande e honrosa exceção. Não se contaminaram !!!
    Afastadas no centro nervoso da administração pública, guardam um sábio e místico silêncio, depois do término do período ditatorial. Vemos hoje as nossas FAs se penitenciando, triste e ingloriamente, pelos erros cometidos por meia dúzia de cabeças doentes. As nossas FAs são Instituições Sagradas que devem ser respeitadas e amadas pelo Brasil, pois, são a Garantia de nossa Soberania Nacional, na versão mais clara e reluzente, apesar da ação criminosa das várias ONGs nacionais e internacionais que operam livremente em Território Nacional. Numa manobra de alta traição, previamente organizadas com estratégica, jogam a opinião pública brasileira contra suas próprias FAs, como se as outras nações não cometessem erros políticos.

    O estímulo à corrupção desenfreada enfraquece, totalmente nossas forças militares de reação, quebra o ânimo patriótico do povo, prostitui a vontade férrea da sociedade, faz o Estado Brasileiro perder o respeito internacional por seus atos, abre as portas ao domínio dos povos estrangeiros que cobiçam e tramam contra nossas riquezas econômicas, nosso crescimento e, nosso fortalecimento como povo soberano.

    Será que o estímulo à corrupção política e administrativa não será a arma mais letal desejada pelas potências “aliadas” que cobiçam acintosamente nossas riquezas descobertas e a descobrir.
    Além de blindados nas variadas versões e calibres, aviões de caça, helicópteros armados, navios patrulhas, submarinos, etc.. que, urgentemente, devem ser incorporados as nossas FAs é necessário atenção para a situação do País.
    Portanto, em termos de Plano Estratégico de Defesa Nacional, a arma mais poderosa que possuímos, sem custar nada, é a opção do voto eleitoral. É a única forma de expulsarmos esta sórdida canalha para fora do Brasil. Que moral tem o povo brasileiro diante das outras nações para dizer um não histórico às suas pretensões inconfessáveis de pirata internacional. Que DEUS nos abençoe !!! Luiz

  205. Enquanto o voto for “obrigatório”esses partidos q ai estão vão se perpetuarem no poder ,é na barganha do mesmo..sou pelo voto facultativo ,misto e distrital….p ontem.´´ Q elite nojenta existe no brasil, socialmente predatória ..a vez dela vai chegar…o haiti é aqui.

  206. O Plano Estratégico e os Custos Gerados !!!

    Hoje este patriota velho, está muito preocupado com o desenrolar do nosso Plano Estratégico de Defesa Militar. Aliás, é o mínimo que se pode esperar de todo brasileiro que tenha vergonha na cara.!!!!!!!Até agora o governo não definiu as Fontes de Recursos tão necessárias à execução plena deste Plano de Defesa, pois, vejamos o tamanho do território brasileiro, com toda sua diversificação geográfica do terreno, sem falarmos do grande contingente humano das nossas FAs.
    A necessidade da organização e do aparelhamento de material bélico, com a aquisição de novos armamentos, com a adequação, ao terreno brasileiro, de outros armamentos modernos, com a repotencialização de alguns bons equipamentos, a substituição urgentes de outros já deficientes, e a regulamentação de compras no exterior, de materiais bélicos considerados essenciais, e, só poderão ser feitos, integralmente, se o prazo de aplicação deste plano, teoricamente muito bom, for necessariamente LONGO, aplicáveis, por vários exercícios ou gestões governamentais. E para que isso seja possível, temos que dispor, sempre, de muito DINHEIRO. Outro grande perigo para a Soberania Nacional são estes milhares de ONGs de origem norte- americana que infestam nossa floresta amazônica, diante de sucessivos governos federais frouxos, covardes, traidores da Pátria, corruptos tem livre trânsito para agirem da forma que melhor lhes interessa, na verdade amaldiçoados ladrões, canalhas escorados atrás de políticos altamente corruptos.
    Papo furado de políticos, somente, nada vai resolver. A sociedade e o povo brasileiros devem mudar, rapidamente, de nível de mentalidade para que saibam exigir, convenientemente, de seus governos eleitos, por VOTO DIRETO, as responsabilidades que repousam sobre seus ombros. Provavelmente, existem brasileiros que preferem falar em INGLÊS e não em português. Por desgraça nacional são, na verdade, simples “bonecos”, vazios de quaisquer sentimentos. Vivem, trabalham e se sustentam neste solo pátrio, mas não se dão conta deste privilégio, só vibram na vida por pequenas coisas, além, de terem, também, garantidos seu DIREITO PESSOAL, de assim se manifestarem.
    Mas, voltando às Fontes de Recursos, que devem ser fixadas com clareza nos Orçamentos Públicos Anuais. Os instrumentos de planejamento orçamentário, como a LDO, e o PPA devem ser acionados de forma que, as despesas públicas decorrentes da contínua e permanente realização financeira, num regime plurianual, deste Plano Estratégico, seja legalmente assegurado às FAs, ( a quem a muito anos estamos devendo um tratamento digno), à Sociedade e ao Povo do BRASIL. È bem oportuno, também mais uma vez deixar expresso, o comportamento muito digno e ético das nossas FAs, especificamente de cunho militar, honrado e místico como determinam as melhores tradições militares da história da civilização. Se mantém à margem deste vergonhoso desempenho político dos nossos representantes no Congresso Nacional, além de suportarem com um silêncio heróico os reflexos calamitosos dos erros políticos cometidos por outras mentes do passado. E o mais glorioso que vemos e sentimos não se contaminaram com os respingos desta sujeira política em moda. Só para esclarecer, que vos fala é apenas um civil velho e cansado de ver as mesmas coisas sempre ocorrendo no Brasil. Hoje o Sr. Presidente, vetou na LDO os limites estabelecidos para diárias com pessoal e gastos com publicidade. Aí, perguntamos o governo está preocupado com a segurança nacional ? Não, lógico que não.
    Repetindo, o que já falamos em outros BLOGs da Defesa Estratégica, elencamos outras medidas, que a SOCIEDADE CONSCIENTE, devia exigir destes governos impatrióticos e irresponsáveis que tomassem, imediatamente, da FORMA MAIS PRÁTICA, que encontrassem para se atingir a REDUÇÃO do CUSTO BRASIL, e, a GARANTIA do PLANO MILITAR em CARÁTER PERMANENTE: Então, vamos:
    1)- redução do tamanho do Poder Legislativo; se este povo fosse esperto, faria uma rigorosa seleção dos candidatos, mas……………….
    2)- também redução do tamanho do Poder Executivo, só organizados estruturalmente com 9 ou 10 ministérios;
    3)- extinguir, definitivamente, ( antes do Lula transforma-los em Lei) os programas “sociais” eleitoreiros demagógicos;
    4)-acabar com os “cabides” de empregos e valorizar / respeitar os concursados, por seleção externa;
    5)- policiar com o rigor da Lei a execução das despesas públicas do orçamento anual;
    6)- impedir, com dignidade, o uso da despesa pública para se transformar em base política, disciplinando-as para o cumprimento legal da execução orçamentária, com seus programas e projetos aprovados e constantes da Lei Anual;
    7)- instituição de uma Emenda Constitucional com o fim de incluir como Norma Constitucional de Soberania e Segurança Nacionais a execução permanente do Plano Estratégico de Defesa Militar e Soberania Nacional;
    8)- os itens de 1 a 6 constituem a denominada Economia de Custos Orçamentários, ou em outras palavras, receitas econômicas.
    A Execução Prática do Plano Estratégico de Defesa, deve obrigar a criação dos Fundos de Reservas de Receitas das FAs.
    Os recursos destinados a estes fundos de reservas serão, então, originados dos seguintes fluxos de entrada:
    1)- da receita econômica nascida da redução dos custos BRASIL, ou melhor, do estancamento dos desperdícios orçamentários/financeiros, muita comum da gestão pública brasileira;
    2)-de linhas de crédito específicos do BNDES, da Caixa Econômica, da Petrobrás, do Pré- Sal, e do Tesouro Nacional, visto que, são investimentos e financiamentos que todo governo consciente de sua missão constitucional deve fazer;
    3)- se necessário for, um Tributo Federal com o fim do rearmamento bélico nacional deve ser criado pelo CONGRESSO NACIONAL;

    Assim, então, poderemos pensar em blindados de várias versões, navios- patrulhas, helicópteros, e aviões, e voltarmos a construir nossas industrias bélicas estratégicas de material pesado, criminosamente abandonadas no seu pior momento econômico. Caso contrário, se não houver imposição de um disciplinamento organizacional ao trato da Gestão Pública do Brasil, aí, é melhor, nos reunimos em grupo e rezarmos o “rosário” em conjunto, na Santa Paz do Senhor, – o CRISTO !!!!! Luiz

  207. “Operação Calças Arriadas”
    Não há muito tempo, Bolívia, Equador, amparadas pelo apache rebelde Chavez, que vende toda a sua gasolina ao governo norte-americana, para fazer agitação na América do Sul, com sua doutrina indígena de união, ainda não se tocaram que quando o Grande Senhor do Norte desejar vai acabar com a festa. Está adiando a sua apresentação estratégica, econômica e militar, porque está usando-os, diabolicamente, para tirar um maior partido de um velho interesse pirata sobre a região amazônica,sua ambição quase de sobrevivência, que é muito velha entre os estrategistas de seu governo, desde o famoso projeto do Lago Hudson. Enquanto isso, os sucessivos governos brasileiros vão gastando dinheiro farto, com projetos idiotas. Veja, para quem sabe o mínimo da história das civilizações antigas, em todas as épocas, sempre houve, fome e desabrigados. Não há necessidade de transformar estes temas em carros-chefes de propaganda eleitoreira destes governos inescrupulosos,bastam sim, que sejam cumpridos, legalmente, todas as funções orçamentárias e respectivos programas de despesas públicas durante cada gestão governamental, pois que, é para isso, que se prestam os planejamentos estratégicos e operacionais das gestões públicas.
    Se a intenção for verdadeira, realmente,para o cumprimento do Plano Estratégico de Defesa, o(s) governo(s) é que se prepare(m) para tal, fazendo no mínimo, entre outras providências técnicas, a constituição dos Fundos de Reservas de Recursos para as FAs. OK.
    Luiz

  208. “-O Plano Estratégico de Defesa Militar do Brasil, vai para o espaço ???”
    O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A SOCIEDADE BRASILEIRA ?
    A Lei nº 8.666 de 21/06/1993, que institui as normas para licitações e contratos na administração pública do Brasil foi violentamente criticada pelo governo por “atrapalhar” as obras dos PACs.
    As obras na Ferrovia Norte-Sul foram paralisadas pelo TCU, segundo este Órgão de Controle Externo, visto terem sidos encontradas muitas irregularidades gravíssimas, aliás, não é comum este procedimento técnico dos tribunais de contas, só diante de “caso de polícia imediato”.
    O Governo Lula,vetou a LDO ( A Lei de Diretrizes Orçamentárias ) para o orçamento de 2010, porque deseja um aumento de 42,3% para despesas orçamentárias com Propaganda e Gastos com Diárias, depois que cartões corporativos foram congelados. É o prenúncio da ativação da propaganda eleitoreira pelo governo atual, que deseja transmitir para este povo tonto suas proezas administrativas/governamentais, e pior de tudo, se manter no mesmo lugar, através da Dilma.
    Como tudo não bastassem na aplicação do Plano Estratégico Militar de Defesa, o Brasil pretende, mas falta aprovação do Congresso Nacional ( Comissão de Defesa na Câmara), comprar 5 submarinos Skorpéne na França, pela estatal francesa DCNS por 6,800 bilhões de Euros ou 19 bilhões de Reais.
    A MG do Brasil já possui 5 submarinos de origem alemã, um(01) construído na Alemanha e quatros (04) aqui nos nossos estaleiros nacionais ,então, podemos concluir, nós já temos plena capacidade de construir submarinos !!!. Só o governo brasileiro não sabe disto !!
    Em função disto a MG prefere os submarinos da empresa alemã HDW que como falado já construí cinco (05) deles.
    A introdução de mais cinco (05) submarinos franceses, segundo a MG do Brasil, provocaria uma mudança na linha logística. Além do que a alemanha (HDW) oferece mas vantagens no total. Vejamos:
    a)- segundo noticiado, é mais barato, é pela metade dos custos;
    b)-transfere tecnologia destes novos submarinos, como transferiu o dos submarinos anteriores;
    c)- não é necessário construir novo estaleiro, já temos aqui;
    d)- além da construção dos cinco (05) submarinos contratados, oferece manutenção, treinamento de pessoal operacional, e mais ainda, muito importante, oferece modernização dos cinco (05) submarinos já existentes.
    Não entendo como alguém decide alguma coisa relativa a operacionalidade de uma FORÇA, sem ouvir seus especialistas. Não dá para acreditar, pasmem !!!
    Por estas e outras que, um Acordo Misto de Cooperação Militar, entre o Brasil e a Alemanha seria, em minha opinião, s.m.j. de grande valia para as FAs, não descartamos a compra e a construção de navios patrulhas e aviões de caça alemães. Para quem não se lembra nós já compramos da Alemanha e construímos aqui no RJ, navios fragatas, e compramos seis (06) blindados Lançadores de Mísseis(Terra/Ar).
    Agora, novamente, aparece nos noticiários, estimulados por alguns brasileiros traidores do governo e por alguma ONG estrangeira com razões imorais o seguinte: “- militares do Araguaia deverão ser interrogados”. Justamente no momento em que ficam em evidência os conceitos e definições do Plano Estratégico de Defesa Militar da região amazônica e do Território Nacional por alguns brasileiros de vergonha na cara. A quem pode interessar o assunto da ditadura brasileira ser colocada, novamente, em foco ? Com certeza ao povo brasileiro não é; pois, nós, brasileiros ( muito poucos) em dia com suas obrigações cívicas, legais e morais, como, dissemos, aprendemos a “fechar nossas próprias feridas, sem ajuda ou interferência de ninguém de fora”. Chama muita a atenção a insistência de alguns setores da vida pública brasileira, como tocam neste assunto repetidamente, apesar do Sr. Presidente ter dito que não queria ouvir falar mais nele.
    Percebemos que algumas autoridades do governo se arvoram com muita facilidade para comprar estas idéias, e, se apresentam aos olhos do grande público, como paladinos da justiça, que sabemos não serem, pois, tais princípios estão fora de prumo a muito tempo. E essas pessoas não merecem nenhum crédito.
    Eu pessoalmente, apesar de ter vivido na época da ditadura, na condição de povo e estudante, vos digo que, não aceito covardias e nem justiças, mas, também, temos de ver os dois lados da moeda sempre, o do mocinho e do bandido. “ Quem bate, leva de volta “…
    Depois de passado algum tempo, os quadros políticos e econômicos, do Brasil e até do mundo, mudaram, rapidamente,e, hoje, somos obrigados a olhar esta questão da ditadura brasileira sob outros ângulos.
    Olhando a história geral das civilizações passadas, qual o governo ou líder de nação, que não cometeu erros políticos lamentáveis, inclusive, envolvendo, tragicamente, forças militares e outras instituições? No caso do Brasil o povo se esqueceu que tivemos envolvidos na ditadura não apenas as FAs, mas também a classe política corrupto e oportunista.
    A maior nação democrática do mundo, em nome da defesa da liberdade, não perseguiu, não prendeu, e não matou líderes e pessoas que estavam do outra lado da história ?? Talvés, cometendo o único erro de amar seu próprio país !!!
    Sentimos claramente, também o interesse de lançar a sociedade contra as nossas FAs. Quanto mais fracas e impotentes forem as nossas FAs, melhor e mais fácil para as potências estrangeiras piratas se assenhorearem e roubarem nossos minerais, nosso petróleo e nossa água. Alguém tem capacidade para me dizer qual a linha fronteiriça que divide a Amazônia colombiana da brasileira ?? Na selva parece tudo igual !! O Acordo Militar entre os EEUU e a Colômbia que envolverá a Amazônia Colombiana, significa dizer o seguinte, tropa ou assessores militares norte-americanos, que estiverem na selva da Colômbia estarão, simultaneamente, na selva do Brasil !!! É oportuno declarar, agora, que um serviço secreto ou um serviço nacional de informação, de fato, inteligentes, de um país, realmente independente, não existem para prender e bater em estudantes ou matar operários, e sim, para farejar espiões e traidores da nossa pátria.
    Só a nossa sociedade inocente é que não percebe, esta trama da aproximação amistosa do “general de fala mansa”. Um povo que está se lixando para a democracia, seus direitos e deveres. Somente se entusiasma com os campeonatos mundiais de futebol, carnaval e cerveja, quando os arroubos patrióticos ficam exacerbados, incentivados pelo álcool das cervejas.
    Infelizmente, no Brasil, governos, povo e sociedade não estão vocacionados ao exercício de fortalecimento militar; sem ofensas, perdemos nossa capacidade de sermos líderes, nosso ímpeto nacionalista, nos acostumamos a ser dirigidos como ovelhas. O elo da família e da prole que no ser humano produzem firmes estímulos de amor pátrio, para assegurarmos a posse, a estabilidade do solo pátrio, onde vivemos e criamos nossos filhos para o futuro, parece que em nós, se esvaziaram e se perderam totalmente. É uma imensa crise de vigor patriótico, de paixão pela bandeira nacional, de moral e de legítima espiritualidade, refletidos pela situação geral da nação: mentiras, corrupção, violência, roubos, falsidade, ambição desmedida, perda de fé, descrença geral, etc…
    Aquilo com que, nós sociedade brasileira, deveríamos nos preocupar, lamentar e ficar, seriamente, amargurados, que seria com o comportamento desequilibrado do governo, ninguém perde tempo, ninguém fala, e nem quer tomar conhecimento do que está acontecendo.!!!!
    E o Plano Estratégico de Defesa Nacional vai para o espaço juntas, com todas as nossas esperanças e sonhos da soberania nacionais !!
    E a amarga desilusão que temos de tudo isto.É incompatível coexistirem ou prosperarem juntas, corrupção e fortalecimento militar nacional. Saudações aos patriotas do Brasil, “em nome da Rosa e da Cruz”. Luiz

  209. Corrupção Não Tem Perdão!!
    Não é nosso propósito comentar assuntos políticos de quaisquer espécies, ainda mais porque, o nosso sistema político em vigor, compreende a escolha direta dos candidatos a cargos eletivos, exercendo cada eleitor seu direito ao livre arbítrio. Por ventura, a má escolha já constitui uma severa punição para a sociedade displicente, pois, as funções do mau político sempre ficarão, vergonhosamente, manchadas por seu exercício indigno e ultrajante à Nação.
    Entretanto, quando esta corrupção envolve desvios ou roubos de dinheiro público, que deixou de ser utilizado, corretamente, em funções ou programas de despesas da Lei Orçamentária, fica uma profunda indignação em nossas consciências de brasileiros. Visto que, serão em princípio, menos recursos financeiros à disposição do Fundo de Reserva Orçamentária/Financeiro para financiar o Plano Estratégico de Defesa Militar do Brasil e da Amazônia, sem mencionarmos outros projetos, igualmente, legais e honestos. E tenham certeza de uma coisa, serão necessários muitos bilhões de reais para seu cumprimento integral, ainda que, não nos armaremos para entrar em guerra com algum país da América do Sul ou de outro lugar. Apesar de um prognóstico derrotista de um técnico, publicado num BLOG de defesa, sobre a capacidade da Economia Brasileira, verificamos que o nosso país atravessa uma excelente fase no cenário comparativo internacional. Acho até que o governo Lula perdeu uma excelente oportunidade para resolver, de forma definitiva, muitos problemas brasileiros, inclusive, o do rearmamento das nossas FAs. Entendemos que é uma exigência do próprio tamanho territorial da Nação, de suas responsabilidades com a Sociedade e de seus compromissos com o Povo, fazendo com o que as nossas FAs possam, num futuro bem próximo, operarem equipamentos bélicos novos, modernos e ultra eficientes. Aliás, esta sociedade deve isto as suas FAs, extremamente dignas e competentes, pois, tantos anos foram passados e as entregamos ao mais puro descaso governamental, somado a insidiosa e vingativa atitude dos governos civis, em função do período ditatorial. Como se os civis brasileiros e os maus políticos da Nação, não tivessem muita culpa nesta história da ditadura militar brasileira. Aliás em 1964, por um índice muito menor de corrupção política e desorganização administrativa, a revolução foi feita!!!!!!
    Voltando ao Plano Estratégico de Defesa Militar, tão sonhado por alguns poucos brasileiros decentes, gostaríamos de formular algumas análises, embora não seja oficialmente um especialista militar. A aquisição no mercado militar externo, significará um custo alto para os materiais e equipamentos bélicos, portanto, a criação de nossas indústrias de construção militar é a melhor saída, mas que seja urgente. Os nossos antigos modelos e projetos, Urutu, Charrua, Cascavel, Sucuri, Tamoio, e Osório, devidamente submetidos à moderna atualização, como por exemplo, sob 8 ou 10 rodas, com blindagens especiais e artilhados com canhões (120mm ou 125mm) magnéticos e sistema de mísseis, contra carros e contra ataque aéreo, ainda seriam as melhores soluções.
    Não poderíamos descartar a existência de modernos helicópteros de ataque para a proteção de nossos blindados e infantaria transportada. Para a MG seriam também necessários a utilização de navios-patrulhas, bem armados, para garantia de nossos litorais e praias.Então, resumidamente, poderemos citar alguns equipamentos bélicos produzidos “para ontem”, como sejam: navios-patrulhas modernos e preparados para guerra anti-submarina; helicópteros de transportes e de ataque para as três forças, blindados anfíbios, tanques terrestres médios e pesados sobre lagartas, transportes de tropas, e blindados sob rodas (8 ou 10 ) caça-tanques e de escolta, sistema de mísseis de alta eficiência contra veículos, contra aeronaves e contra embarcações, sistemas de artilharia com canhões magnéticos para veículos, helicópteros, navios, lanchas de desembarques. E o lógico, até os leigos sabem, quem tiver a garantia dos céus, ganha a batalha, por isso vamos equipar a FAB com modernos aviões de caça.Pode parecer muito, mas não é !!! Basta olhar o tamanho do nosso território com seus diversos cenários. E em termos financeiros, isto quer dizer, que as nossas gestões governamentais devem ter bastante coerência para gastar só o dinheiro necessário aprovado legalmente na Lei Orçamentária.
    As mentes foram feitas para pensar e meditar !!! Mais uma vez, declaramos que corrupção e quaisquer planos de defesa, são incompatíveis sobreviverem.
    Saudações aos patriotas do Brasil, em nome da Rosa e da Cruz, luiz !

  210. Cleber Carvalho da Rocha

    O Brasil esta no caminho certo com o desenvolvimento de foguetes e armamentos estratégicos. Não devemos nos esquecer de citar que hoje em dia o paiz que possui tecnologia de ponta esta a frente em termos de poderio militar. Na minha opinião o que o Brasil deveria desenvolver são armamentos estratégicos em todos os campos militares, tendo como grande exemplo o submarino nuglear brasileiro que sem duvida irá colocar o Brasil em grande vantagem com relação aos seus visinhos da América, por se tratar de uma arma fundamental nas forças armadas modernas e o desenvolvimento de bombas inteligentes e satélites. Outro fator de suma importancia é o fato do Brasil se tornar alto suficiente em tecnologia militar.

  211. Temos de ter “Auto Suficiência” em tecnológia militar, p nossa auto defesa; é tão sómente isso.

  212. Cleber Carvalho da Rocha

    Se os Estados Unidos não boicotarem mais este projeto brasileiro, como tantos outros que os yankees ja fiseram, os políticos se encarregaram de não liberar verba. Quando o Brasil daqui a 30 anos lançar seu priemiro missil de cruseiro, este já vai estar tão obsoleto que ninguem vai querer comprar. Infelismente esta é a mentalidade das nossas autoridades.

  213. Os alemães ñ podem transferir tecnológia nuclear pq estão proibidos por tratado do pós guerra,e quanto a Abin , ela deveria atuar p/”saber”,”ver” e localizar perigos reais e/ou iminente contra o país, dentro ou fora…ñ somos capazes disto, o q é uma lástima.é temos sim de desenvolver é, rápido no parque bélico, nossa IMBEL, lançar o VLS+ o nosso satélite geoestacionário ver,ouvir e proteger nossas fronteira e mares..os ianks estão dentro de nossa amazônia, ainda q dentro de apiay, estão aprendendo, se preparando.p o quê ?; sae perguntaram…p um projeto mt maior, nós o BRASIL. Temos q colocar dentro da região norte todas as nossas FAs ,bem equipadas, bem treinados,tre x o número de soldados q hoje lá se encontram…Montar + de tres quarteis lá com urgência…Srs. acordem, estamos as vesperas de uma guerra; o caso e saber o quando ,dia é a hora, pq ela virá.Estaremos preparados?

  214. Herlon Braga

    ESPERO QUE NÃO SEJA FEITO COM MAIS UM BELISSIMO PROJETO DESSE,O QUE ACONTECEU COM OS OUTROS PROJETOS O MAIS CONHECIDO O OSÓRIO E A ENGESA.ESPERO QUE O GOVERNO JUNTAMENTE COM O CENTRO DE TECNOLOGIA DO EXÉRCITO E O EXÉRCITO BRASILEIRO (FORÇAS ARMADAS EM GERAL) NÃO JOGUEM MAIS UM PROJETO NO “LIXO”.ESPERAMOS A “REABERTURA” DA ENGESA A VOLTA DA CONSTRUÇÃO DOS VEICULOS URUTU,CASCAVEL,OSÓRIO,CHARRUA,GRANDES VEICULOS E GRANDES PROJETOS.O BRASIL TEM A CAPACIDADE DE PRODUZIR EM LARGA ESCALA NÓS PRECISAMOS DE MUITOS VEICULOS E VÁRIOS PAISES DA AMERICA LATINA,ÁFRICA,ORIENTE MÉDIO COM CERTEZA COMPRARIAM DA GENTE.O QUE FALTA NO NOSSO PODER GERAL NÃO UM HOMEM COMUM…MAIS SIM UM PATRIOTA!

  215. Soberania

    ‘Ao desembarcar nesta sexta-feira no Brasil depois de uma visita de 24 horas ao Haiti, o ministro de Defesa, Nelson Jobim, também criticou o controle dos EUA sobre o aeroporto de Porto Príncipe. Jobim disse que a decisão foi ‘unilateral’ dos norte-americanos, sem que outros países fossem consultados.’

    A ingenuidade impera, desde quando o’mui amigo’ E.U. respeitam alguem, quando se trata de demonstrar a sua arrogancia em toda parte do mundo. Se o Brasil fosse uma nação nuclear é logico que ele teria mais respeito. Devemos deixar o Haiti para os E.U., antes que vire o nosso Vietnam. Tem brasileiros que até acham normal a IV frota; as bases na Colombia; ‘iscas’passeando pelo nosso territorio; ONGs zelando pela nossa Amazonia e pela cultura e preservação das nações indigenas e depois pela autonomia das reservas etc….

  216. Aos srs. Herlon e Soberania…o projeto tupiniquim T 50 e rápido.

  217. Ainda tenho esperança de que esse projeto não vai naufragar como tantos outros no passado.

  218. empresa de desenvolvimento de sites
    Brasil agora é sócio da Avibras, e o prejeto AV-MT deslanchara, e já há clientes.

  219. Clavis quais são os posts que tem mais comentários?

  220. eh, pá…
    não sei…
    no total, o quintus já recebeu 39.656 mas não há forma de contar o post mais comentado. Acho eu.

  221. Godoy

    Olha, com relação aos videos dos blindados, acho que não faz sentido veículos desse porte em meio a florestas.

  222. Luan Santana

    O Brasil precisa investir em caças – mísseis balisticos – submarinos nucleares.

    • HSMW

      E isso serve para quê?

      O Brasil precisa é de investir na educação, na erradicação do fosso entra pobres e ricos, na sua tecnologia espacial e escolher os seus verdadeiros aliados.

    • Otus scops

      HSMW

      estou contigo. andam muitos incautos por aqui.
      tenho-me abstido de “cascar” no Brasil devido ao momento profundamente desagradável que estão a viver. quem olha para aquilo fica a pensar ainda na pobreza e atraso que se vive em largos sectores do país e depois saiem estas estas ideias aberrantes…
      ainda há muito de república das bananas na mentalidade de muita gente.

  223. Edmar

    O Brasil deve comprar muitos mísseis da avibrás, porque, além de dar apoia a industria nacional, também tratasse de um ótimo míssil.

  224. O nosso governo precisa mesmo minha gente e de parar de ser empregados dos EUA basta fazer uma bomba ATÔMICA e tudo muda.Nos brasileiros precisamos apoiar a tecnologia nuclear brasileiro. O nosso povo tem que parar mesmo e de ter medo dos ESTADOS UNIDOS.(EU SOU A FAVOR DA BOMBA ATÔMICA BRASILEIRA)Assim seremos mais respeitados. abraço do pepe.

  225. luciano

    Oi gente vcs não sabe oq as forças armadas tem escondido nos sempre dizemos para os novatos ( diz oq tem la fora mais nãodiz oq tem aqui dentro) vcs fica falando que o brasil não pode si defender estão enganados.

    • Espero ‘e que a faca. Nao ganharia nada em termos de influencia e projecao internacional (exatamente ao contrario) e desperdicaria ai uma quantidade tremenda de recursos.

  226. Luís Fernando

    Por Roberto Godoy

    A presidente Dilma Rousseff autorizou ontem um crédito suplementar, extra orçamentário, no valor de R$ 45 milhões, para dar início ao programa de desenvolvimento e aquisição do sistema Astros 2020, da Avibrás Aeroespacial, de São José dos Campos.

    O equipamento é uma ampla e radical evolução do conjunto lançador de foguetes livres Astros II, o maior sucesso de vendas da empresa. Segundo o Palácio do Planalto, o ato presidencial ‘indica com clareza a disposição do governo de prestigiar a indústria nacional de material de Defesa’.

    No novo conceito, a arma passa a incorporar um míssil de cruzeiro com alta precisão e alcance de 300 quilômetros, o AV-TM, e munições com maior poder de fogo, alcance e cabeças de guerra capazes de transportar dezenas de granadas, que são dispersadas sobre o alvo. Um míssil antiblindagem, o FOG, também passa a ser padrão do conjunto. O principal avanço, todavia, é na área eletrônica, toda digital.

    Durante um ensaio realizado no dia 21 de julho, no Campo de Instrução de Formosa (GO), a 80 quilômetros de Brasília, foram empregados os blindados de comando e controle que serão parte da versão avançada, a 2020.

    O investimento total no projeto está estimado em R$ 1,92 bilhão – valor distribuído ao longo de seis anos. Os recursos liberados pela presidente Dilma vão ajudar a resolver a situação financeira da Avibrás, atualmente sob regime de recuperação judicial. Isso será feito com a garantia da aquisição do sistema Astros 2020, pelo Exército. Outra medida em andamento é a capitalização por meio do refinanciamento de seus débitos, pelo governo, nos termos do Refis.

    Sociedade. Outra providência faz da União sócia da empresa, na proporção de 15% a 25%. Não haverá aporte direto de dinheiro. Na forma prevista na Lei 11941/09, a presença dos recursos será efetivada pela conversão das dívidas da Avibrás. Segundo o presidente do grupo, engenheiro Sami Hassuani, ‘o processo de participação do governo tem tamanho – 1,2 mil páginas, a soma do texto principal e dos 12 documentos anexos.’

    A Avibrás entrou em recuperação judicial em julho de 2008. O valor do processo, cerca de R$ 500 milhões, foi superado pelo cumprimento de um rico contrato firmado com a Malásia, para fornecimento de baterias, munições e equipamentos de apoio da última geração do lançador de foguetes Astros-II, carro-chefe do grupo.

    O sistema brasileiro é o principal recurso dissuasório da força terrestre malaia na região de tensão permanente no sudeste asiático. A encomenda foi entregue em dezembro de 2009.

    A configuração da arma que interessa ao Exército brasileiro é formada por 49 viaturas. São 18 veículos lançadores, 18 remuniciadores, 3 unidades de monitoramento de tiro, 3 estações meteorológicas, 3 de veículos oficina, 3 blindados de comando e controle para cada bateria e um, integrado, de comando e controle de grupo.

    Fonte: estadao.com.br

    Notícia interessante porquanto o projeto incorpora o míssil AV/MT

  227. Luís Fernando

    Por Roberto Godoy

    A presidente Dilma Rousseff autorizou ontem um crédito suplementar, extra orçamentário, no valor de R$ 45 milhões, para dar início ao programa de desenvolvimento e aquisição do sistema Astros 2020, da Avibrás Aeroespacial, de São José dos Campos.

    O equipamento é uma ampla e radical evolução do conjunto lançador de foguetes livres Astros II, o maior sucesso de vendas da empresa. Segundo o Palácio do Planalto, o ato presidencial ‘indica com clareza a disposição do governo de prestigiar a indústria nacional de material de Defesa’.

    No novo conceito, a arma passa a incorporar um míssil de cruzeiro com alta precisão e alcance de 300 quilômetros, o AV-TM, e munições com maior poder de fogo, alcance e cabeças de guerra capazes de transportar dezenas de granadas, que são dispersadas sobre o alvo. Um míssil antiblindagem, o FOG, também passa a ser padrão do conjunto. O principal avanço, todavia, é na área eletrônica, toda digital.

    Durante um ensaio realizado no dia 21 de julho, no Campo de Instrução de Formosa (GO), a 80 quilômetros de Brasília, foram empregados os blindados de comando e controle que serão parte da versão avançada, a 2020.

    O investimento total no projeto está estimado em R$ 1,92 bilhão – valor distribuído ao longo de seis anos. Os recursos liberados pela presidente Dilma vão ajudar a resolver a situação financeira da Avibrás, atualmente sob regime de recuperação judicial. Isso será feito com a garantia da aquisição do sistema Astros 2020, pelo Exército. Outra medida em andamento é a capitalização por meio do refinanciamento de seus débitos, pelo governo, nos termos do Refis.

    Sociedade. Outra providência faz da União sócia da empresa, na proporção de 15% a 25%. Não haverá aporte direto de dinheiro. Na forma prevista na Lei 11941/09, a presença dos recursos será efetivada pela conversão das dívidas da Avibrás. Segundo o presidente do grupo, engenheiro Sami Hassuani, ‘o processo de participação do governo tem tamanho – 1,2 mil páginas, a soma do texto principal e dos 12 documentos anexos.’

    A Avibrás entrou em recuperação judicial em julho de 2008. O valor do processo, cerca de R$ 500 milhões, foi superado pelo cumprimento de um rico contrato firmado com a Malásia, para fornecimento de baterias, munições e equipamentos de apoio da última geração do lançador de foguetes Astros-II, carro-chefe do grupo.

    O sistema brasileiro é o principal recurso dissuasório da força terrestre malaia na região de tensão permanente no sudeste asiático. A encomenda foi entregue em dezembro de 2009.

    A configuração da arma que interessa ao Exército brasileiro é formada por 49 viaturas. São 18 veículos lançadores, 18 remuniciadores, 3 unidades de monitoramento de tiro, 3 estações meteorológicas, 3 de veículos oficina, 3 blindados de comando e controle para cada bateria e um, integrado, de comando e controle de grupo.

    Fonte: estadao.com.br

    O projeto do Astros 2020 incorpora o Míssil AV/MT

  228. Luís Fernando

    Por Roberto Godoy

    A presidente Dilma Rousseff autorizou ontem um crédito suplementar, extra orçamentário, no valor de R$ 45 milhões, para dar início ao programa de desenvolvimento e aquisição do sistema Astros 2020, da Avibrás Aeroespacial, de São José dos Campos.

    O equipamento é uma ampla e radical evolução do conjunto lançador de foguetes livres Astros II, o maior sucesso de vendas da empresa. Segundo o Palácio do Planalto, o ato presidencial ‘indica com clareza a disposição do governo de prestigiar a indústria nacional de material de Defesa’.

    No novo conceito, a arma passa a incorporar um míssil de cruzeiro com alta precisão e alcance de 300 quilômetros, o AV-TM, e munições com maior poder de fogo, alcance e cabeças de guerra capazes de transportar dezenas de granadas, que são dispersadas sobre o alvo. Um míssil antiblindagem, o FOG, também passa a ser padrão do conjunto. O principal avanço, todavia, é na área eletrônica, toda digital.

    Durante um ensaio realizado no dia 21 de julho, no Campo de Instrução de Formosa (GO), a 80 quilômetros de Brasília, foram empregados os blindados de comando e controle que serão parte da versão avançada, a 2020.

    O investimento total no projeto está estimado em R$ 1,92 bilhão – valor distribuído ao longo de seis anos. Os recursos liberados pela presidente Dilma vão ajudar a resolver a situação financeira da Avibrás, atualmente sob regime de recuperação judicial. Isso será feito com a garantia da aquisição do sistema Astros 2020, pelo Exército. Outra medida em andamento é a capitalização por meio do refinanciamento de seus débitos, pelo governo, nos termos do Refis.

    Sociedade. Outra providência faz da União sócia da empresa, na proporção de 15% a 25%. Não haverá aporte direto de dinheiro. Na forma prevista na Lei 11941/09, a presença dos recursos será efetivada pela conversão das dívidas da Avibrás. Segundo o presidente do grupo, engenheiro Sami Hassuani, ‘o processo de participação do governo tem tamanho – 1,2 mil páginas, a soma do texto principal e dos 12 documentos anexos.’

    A Avibrás entrou em recuperação judicial em julho de 2008. O valor do processo, cerca de R$ 500 milhões, foi superado pelo cumprimento de um rico contrato firmado com a Malásia, para fornecimento de baterias, munições e equipamentos de apoio da última geração do lançador de foguetes Astros-II, carro-chefe do grupo.

    O sistema brasileiro é o principal recurso dissuasório da força terrestre malaia na região de tensão permanente no sudeste asiático. A encomenda foi entregue em dezembro de 2009.

    A configuração da arma que interessa ao Exército brasileiro é formada por 49 viaturas. São 18 veículos lançadores, 18 remuniciadores, 3 unidades de monitoramento de tiro, 3 estações meteorológicas, 3 de veículos oficina, 3 blindados de comando e controle para cada bateria e um, integrado, de comando e controle de grupo.

    Fonte: estadao.com.br

    Pois bem, ao que parece o míssil já virá integrado na nova versão do Astros, agora a 2020.

  229. Navios absoletos, misseis de cruzeiro curta distancia, tanques ultrapassados e uma equipe de cientistas e generais da época dos Kzares da Rússia. Porque o Brasil tem mêdo dos americanos. Porque os militares brasileiros borram nas calças ? Queremos tecnologia de ponta , ciencia inédita, queremos cientistas ousados. A Alemanha de 1945 tinha mais poder de fogo que o Brasil de 2012. A Alemanha de 1943 tinha 145 submarinos . O Brasil tem 4 ou 5 e não os produz , precisa de parceiros como a Alemanha e a França . Sem estes parceiros não existem submarinos brasileiros. Ora bolas, o Brasil está na época do estilingue. !!!!

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