Agostinho da Silva
CD1
Entrevista com Alice Cruz
Solidão, Tolerância, Trabalho e… Poesia
“A solidão é uma ocasião extraordinária de diálogo consigo próprio.”
“Se a pessoa não fez consigo tudo o que achava necessário para se esquecer de si mesmo, está errada.”
“A pessoa deve encontrar-se a si própria e fazer todo o possível para que não haja uma discórdia consigo mesma.”
“Tolerar é já marcar uma superioridade.”
“Aceitar os outros como eles são é outra coisa. Aceitar vem da palavra capturar, aceitar é tomar para si e tolerar não, é dar licença, com desprezo que o Outro seja assim.”
Alice Cruz: “O que é isso de trabalhar por solidariedade?”
“é quando uma pessoa faz algo que não gostaria de fazer e vai fazer.”
“o Elogio da Preguiça de Fernando Pessoa é totalmente contraditório em si mesmo. Provávelmente deu-lhe bastante trabalho a escrever…”
“tenho tido a grande sorte de só fazer coisas. Tive sempre a grande sorte de sorte de só fazer as coisas que tenho gozado.”
“A poesia não é coisa que dê grande importância. (…) quando tem que sair, sair e depois durante muito tempo, não sai mais nenhuma.”
Interesses:
Ficção Científica
História
Romance Histórico
Informática
Paleolínguistica
Escrita Cónia
Política Nacional e Internacional
(mais demasiadas coisas, tendo todas em comum o escasso conhecimento de cada)
Filmes Favoritos:
Dune
Alien 2
Conan
Solaris (Tarkowski)
Senhor dos Anéis
Fahrenheit 9/11
o Pianista
Matrix
K19
Minority Report
As Asas do Desejo
Magnolia
Beleza Americana
Música Favorita:
Dead Can Dance
Rammstein
Sting
Enya
David Sylvian
Vangelis
Gabriel o Pensador
Jocelyn Pook
Livros Favoritos:
Dune (série)
Senhor dos Anéis
Neuromante
Pátria
O Pêndulo de Foucault
O Erro de Descartes
Fundação (série)
Leão o Africano
O Quarteto de Alexandria
Séries de Televisão Favoritas:
Lost
Space 1999
Black Adder
Mr. Bean
Conan, o Rapaz do Futuro
Lexx
Monty Pyton
Seinfeld
Politicamente:
Quintano: seguindo de perto o pensamento político, pedagógico de Agostinho da Silva
Filosoficamente:
Caminhando pelas bandas do "Utilitarismo" de John Stuart Mill e, sobretudo, da sua interpretação moderna de Peter Singer ("A Ética Prática")
Economicamente:
Regresso aos modelos regionais e municipalistas da Idade Média portuguesa actualizados segundo a aplicação prática do pensamento de E. F. Schumacher ("Small is Beautiful")
Religiosamente:
Budista, segundo a Escola Mahayana Ning Mapa
Labutando em:
Administração de Sistemas
Na tradução da Escrita Sudlusitânica (Cónia)
No MIL: Movimento Internacional Lusófono (www.movimentolusofono.org)
Neste blogue…
Retenho do que aqui disse o meu querido amigo Agostinho (perdoem se não é acerca de solidão, tolerância, trabalho ou poesia):
1. “Se a pessoa não fez consigo tudo o que achava necessário para se esquecer de si mesma, está errada.”
2. “A pessoa deve encontrar-se a si própria e fazer todo o possível para que não haja uma discórdia consigo mesma.”
Digo eu:
1.a. Não sou eu que digo.
1.b. Ser ou não ser é a questão que ninguém quer ver? Não ser para ser? Esquecer-se de si para se ser quem se é?
1.c. Fazer tudo para se esquecer de si é embriagar-se? Ou será mais como tirar uma venda para se poder ver maior?
1.d. Quem não se esquece de si está, desde logo e independentemente do que produzir a seguir; errada?
1.e. Que “divino Espírito Santo” esquecimento é este que nos leva a estar certos?
1.f. Entra Agostinho em solidão para poder ter tolerância para com outros, entrevistadores ou comentadores por ex., e poder fazer o seu trabalho que é, para um “poeta à solta”, poesia?
1.g. Afinal solidão, tolerância, trabalho e poesia também couberam aqui.
1.h. É que me esqueci que afinal era mesmo eu que estava aqui a escrever (ou não era? Ou não sou?).
2.a. Deve a pessoa, afinal, encontrar-se a si própria ou esquecer-se de si própria? Esquecer-me para me encontrar?
2.b. “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo”?
2.c. “É preciso morrer para nascer de novo”?
2.d. “Esqueceste-te de quem és portanto esqueceste-me. Lembra-te de quem és. Lembra-te de ti. Lembra-te…”?
2.e. “Eu e o pai somos Um”?
2.f. “O palácio está bem cuidado, mas os campos estão cheios de joio e os celeiros vazios”?
2.g. “O ser dá possibilidades mas é pelo não ser que as utilizamos”?
2.h. “Quem conhece os outros é inteligente, quem se conhece é iluminado…”?
2.i. Sócrates; Cristo; Rei Leão; Cristo; Tao te King…
2.j. E lembrei-me de dizer que não fui eu que disse.
2.l. …não me está a sair mais poesia… agora.
Caro Clavis Prophetarum
Só recentemente conhecí Agostinho da Silva. Ele me parece um ´livre pensador´ desprovido de cacoetes religiosos. Aparentemente complexo no exprimir de suas idéias, mas sempre muito claro quanto a seus objetivos. Certamente, conhecia o budismo… Um pensador muito culto, sem dúvida.
Fraterno abraço
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http://malhorijo.blogspot.com/
Ramalho: Hum… meio off-topic…. e contra a regra aqui ao lado:
“5. Assuntos que não estejam directa ou indirectamente ligados ao artigo comentado”
por esta fica… mas da próxima terei que apagar o comentário.
Retenho do que aqui disse o meu querido amigo Agostinho (perdoem se não é acerca de solidão, tolerância, trabalho ou poesia):
1. “Se a pessoa não fez consigo tudo o que achava necessário para se esquecer de si mesma, está errada.”
2. “A pessoa deve encontrar-se a si própria e fazer todo o possível para que não haja uma discórdia consigo mesma.”
Digo eu:
1.a. Não sou eu que digo.
1.b. Ser ou não ser é a questão que ninguém quer ver? Não ser para ser? Esquecer-se de si para se ser quem se é?
1.c. Fazer tudo para se esquecer de si é embriagar-se? Ou será mais como tirar uma venda para se poder ver maior?
1.d. Quem não se esquece de si está, desde logo e independentemente do que produzir a seguir; errada?
1.e. Que “divino Espírito Santo” esquecimento é este que nos leva a estar certos?
1.f. Entra Agostinho em solidão para poder ter tolerância para com outros, entrevistadores ou comentadores por ex., e poder fazer o seu trabalho que é, para um “poeta à solta”, poesia?
1.g. Afinal solidão, tolerância, trabalho e poesia também couberam aqui.
1.h. É que me esqueci que afinal era mesmo eu que estava aqui a escrever (ou não era? Ou não sou?).
2.a. Deve a pessoa, afinal, encontrar-se a si própria ou esquecer-se de si própria? Esquecer-me para me encontrar?
2.b. “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo”?
2.c. “É preciso morrer para nascer de novo”?
2.d. “Esqueceste-te de quem és portanto esqueceste-me. Lembra-te de quem és. Lembra-te de ti. Lembra-te…”?
2.e. “Eu e o pai somos Um”?
2.f. “O palácio está bem cuidado, mas os campos estão cheios de joio e os celeiros vazios”?
2.g. “O ser dá possibilidades mas é pelo não ser que as utilizamos”?
2.h. “Quem conhece os outros é inteligente, quem se conhece é iluminado…”?
2.i. Sócrates; Cristo; Rei Leão; Cristo; Tao te King…
2.j. E lembrei-me de dizer que não fui eu que disse.
2.l. …não me está a sair mais poesia… agora.
Abraço.
bem… isso parece-me muito budista… na boa tradição tibetana… que Agostinho conhecia, mas que nunca assumiu, ao que sei…
Caro Clavis Prophetarum
Só recentemente conhecí Agostinho da Silva. Ele me parece um ´livre pensador´ desprovido de cacoetes religiosos. Aparentemente complexo no exprimir de suas idéias, mas sempre muito claro quanto a seus objetivos. Certamente, conhecia o budismo… Um pensador muito culto, sem dúvida.
Fraterno abraço