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	<title>Comentários em: A minha perspectiva pessoal daquilo que poderá ser uma União Lusófona é que:</title>
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	<description>Política, Espaço, Agostinho da Silva, Quids, Ciência, Defesa, Economia,  Hoaxes, etc...</description>
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		<title>Por: Fred</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 17:19:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Seria como a comunidade Helvetica? Com representação rotativa?

Acho um bom modelo, mas portugal concordaria em ser comandada por brasileiros? Em diminuir a velocidade de avanço social em detrimento de outras regiões? Como os estados do sul/Sudeste do Brasil o fazem para o desenvolvimento do Norte, Nordeste e agora em menor escala o centro-oeste?
Seria bom de ver esse tipo de despreendimento da classe dominante portuguesa! 
Da população de modo geral não tenho dúvidas que seria aceito, afinal herdamos muitas de nossas caracteristicas de vocês.
O problema é a classe dominante tanto daí como de cá, eles vão perder muito e qualquer que seja o modelo, esse ou qualquer outro vai ser uma bela briga.
Bem então vamos a luta. Como minha avó já dizia, dou um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não desistir dela!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria como a comunidade Helvetica? Com representação rotativa?</p>
<p>Acho um bom modelo, mas portugal concordaria em ser comandada por brasileiros? Em diminuir a velocidade de avanço social em detrimento de outras regiões? Como os estados do sul/Sudeste do Brasil o fazem para o desenvolvimento do Norte, Nordeste e agora em menor escala o centro-oeste?<br />
Seria bom de ver esse tipo de despreendimento da classe dominante portuguesa!<br />
Da população de modo geral não tenho dúvidas que seria aceito, afinal herdamos muitas de nossas caracteristicas de vocês.<br />
O problema é a classe dominante tanto daí como de cá, eles vão perder muito e qualquer que seja o modelo, esse ou qualquer outro vai ser uma bela briga.<br />
Bem então vamos a luta. Como minha avó já dizia, dou um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não desistir dela!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Clavis Prophetarum</title>
		<link>http://movv.org/2008/03/29/a-minha-perspectiva-pessoal-daquilo-que-podera-ser-uma-uniao-lusofona-e-que/#comment-84306</link>
		<dc:creator><![CDATA[Clavis Prophetarum]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 13:56:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[João:
Provávelmente... Mas é minha crença que Portugal tem em primeiro lugar uma posição a ocupar junto da Lusofonia e só depois junto dos povos do norte da Europa com os quais tão pouco nos une, em temperamento, cultura e atitude perante o mundo... E uma UL não seria necessáriamente incompatível com uma UE. Só se estes senhores do norte que hoje nos regem tal achassem, e se tal achassem, então tal União Europeia não poderia servir os nossos interesses nem a missão que a Lusofonia tem ainda que cumprir no mundo.

Viriato:
Sim, mas esse &quot;trabalho de sapa&quot; de preparação, lenta, cuidada e sistemática pode ser realizado. Contra a classe política que vive deste estado de coisas, claro, mas se as pessoas e os cidadãos nada fizeram, perpeturaão este estado de coisas e esta classe política que se alimenta da Res Publica como se o Estado fosse dela... Veja-se os casos do filho de Sampaio encaixado na CGD, dos nomes públicos que aparecem nas Tvs, da divisão dos lugares de administradores entre PS e PSD nas grandes empresas públicas e privadas portuguesas, nas relações torpes entre a política e a construção civil, etc, etc, etc. É contra esta passividade que temos que lutar e com armas melhores do que a mera abstenção em actos eleitorais que só perpetua esta chusma nas cadeiras do Poder.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João:<br />
Provávelmente&#8230; Mas é minha crença que Portugal tem em primeiro lugar uma posição a ocupar junto da Lusofonia e só depois junto dos povos do norte da Europa com os quais tão pouco nos une, em temperamento, cultura e atitude perante o mundo&#8230; E uma UL não seria necessáriamente incompatível com uma UE. Só se estes senhores do norte que hoje nos regem tal achassem, e se tal achassem, então tal União Europeia não poderia servir os nossos interesses nem a missão que a Lusofonia tem ainda que cumprir no mundo.</p>
<p>Viriato:<br />
Sim, mas esse &#8220;trabalho de sapa&#8221; de preparação, lenta, cuidada e sistemática pode ser realizado. Contra a classe política que vive deste estado de coisas, claro, mas se as pessoas e os cidadãos nada fizeram, perpeturaão este estado de coisas e esta classe política que se alimenta da Res Publica como se o Estado fosse dela&#8230; Veja-se os casos do filho de Sampaio encaixado na CGD, dos nomes públicos que aparecem nas Tvs, da divisão dos lugares de administradores entre PS e PSD nas grandes empresas públicas e privadas portuguesas, nas relações torpes entre a política e a construção civil, etc, etc, etc. É contra esta passividade que temos que lutar e com armas melhores do que a mera abstenção em actos eleitorais que só perpetua esta chusma nas cadeiras do Poder.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Viriato Luz</title>
		<link>http://movv.org/2008/03/29/a-minha-perspectiva-pessoal-daquilo-que-podera-ser-uma-uniao-lusofona-e-que/#comment-84304</link>
		<dc:creator><![CDATA[Viriato Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 13:46:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Concordo com a ideia da união lusófona mas não nesses termos. 
Fiquei a conhecer aqui a existência do Movimento Interrnacional Lusófono. Acho bem, mas não creio que uma confederação nesses termos resultasse. Até porque é uma ligação formal, institucional e a classe dirigente de Portugal vive segundo um lógica completamente diferente do que consta da declaração de principios do MIL. A Sociedade civil sim, essa pode começar esse trabalho e estabalecer pontes.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a ideia da união lusófona mas não nesses termos.<br />
Fiquei a conhecer aqui a existência do Movimento Interrnacional Lusófono. Acho bem, mas não creio que uma confederação nesses termos resultasse. Até porque é uma ligação formal, institucional e a classe dirigente de Portugal vive segundo um lógica completamente diferente do que consta da declaração de principios do MIL. A Sociedade civil sim, essa pode começar esse trabalho e estabalecer pontes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: João Silva</title>
		<link>http://movv.org/2008/03/29/a-minha-perspectiva-pessoal-daquilo-que-podera-ser-uma-uniao-lusofona-e-que/#comment-84303</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 13:39:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como compatibilizar a representação internacional com a política europeia comum? 
Portugal não teria neste aspecto uma incompatibilidade para resolver?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como compatibilizar a representação internacional com a política europeia comum?<br />
Portugal não teria neste aspecto uma incompatibilidade para resolver?</p>
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