5 Responses to “MIL: Movimento Internacional Lusófono”

  1. Caro amigo
    Será que existe a possibilidade de isto acontecer?????
    Você ou alguem com influência ai em portugal tem tomado a iniciativa??????
    Como podemos iniciar tal porcesso de unificaçao? tera de partir dos governos ou do povo???

    Eu gostaria muito de ver os paises lusofonicos em uma so bandeira.
    Uma só naçao, em 3 continentes.

    Se esta união ocorrece oque aconteceria com a UE e portugal????/ Vocês romperiam ou os Lusofonicos não fariam parte desta união??????

  2. ocorresse

  3. Gaitero:
    “Como podemos iniciar tal porcesso de unificaçao? tera de partir dos governos ou do povo???”
    -> Do povo… de associações cívicas de pressão, que levantem esta noção esquecida até aos partidos politicos, e se estes permanecerem surdos que… se transforme num movimento político tendo tal projecto grandioso, mas realizável, como objectivo primário.

    “Eu gostaria muito de ver os paises lusofonicos em uma so bandeira.
    Uma só naçao, em 3 continentes.”
    -> Esse é maior objectivo da minha vida… Por isso, faço parte, milito e dedico tanto tempo e trabalho ao MIL, ainda em fase de lançamento…

    “Se esta união ocorrece oque aconteceria com a UE e portugal????/ Vocês romperiam ou os Lusofonicos não fariam parte desta união??????”"
    -> A minha opinião pessoal é que deveríamos sair da UE. Os europeus do norte, sempre nos olharam a nós, latinos, com superioridade e altivez. Os modelo de economia que traçaram para Portugal (um país de serviços, desindustrializado) não nos serve e o nosso destino está no Atlântico e para além dele e não na fria e distante Bruxelas.
    -> Mas a presença simultânea na UE e numa UL não é necessariamente incompatível… Tudo é negociável, e a UE poderia ter muito a ganhar de uma associação tão grande entre um seu estado membro e um gigante continental como o Brasil… E aliás, a França e o RU não têm também eles territórios além-Mar? Porque é que então Portugal e o Brasil não poderiam formar um único país e fazer com que este fizesse parte da UE? A Turquia não é geograficamente asiática (tirando uma pequena península) e não se advoga hoje a sua pertença à UE?

  4. Sou goês. Não me oponho a linguas e a culturas diferentes. O goês é aberto a outras culturas. Estudei a lingua de Camões desde a meninice e falo ainda hoje. Mas também tive de estudar várias línguas, ocidentais e orientais, antigas e modernas. Acho que a língua é a base fundamental da nossa identidade cultural. Em Goa o Concani é a lingua materna. Mas também me sofre que o português se esteja definhando e desaparecendo do nosso meio. No contexto da globalização e mundialização das culturas, não podemos fechar-nos e enclausurar-nos na nossa língua, temos de abrir-nos a outras dimensões culturais e linguísticas. Teremos acesso ao mundo se cultivarmos outras línguas. Devemos trabalhar por conservar o idioma português. Diversas instituições devem promover o estudo da língua portuguesa.

  5. Sem dúvida que a língua é o aspecto mais importante na formação das Culturas e das indentidades das Sociedades e Civilizações. A língua é alias formadora também dos modos e acções de pensamento e logo, determinad muito na acção dos indivíduos… Por isso importa tanto manter a chama da lusofonia acesa em Goa…
    Nesse sentido, aproveito a oportunidade para o convidar a ingerar o movimento internacional lusófono, que tem precisamente como maior objectivos aprximar os povos de fala lusófona de todo o mundo.
    Para tal, basta enviar um mail para adesao@movimentolusofono.org
    Obrigado, pela visita, Ivo!

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