Interesses:
Ficção Científica
História
Romance Histórico
Informática
Paleolínguistica
Escrita Cónia
Política Nacional e Internacional
(mais demasiadas coisas, tendo todas em comum o escasso conhecimento de cada)
Filmes Favoritos:
Dune
Alien 2
Conan
Solaris (Tarkowski)
Senhor dos Anéis
Fahrenheit 9/11
o Pianista
Matrix
K19
Minority Report
As Asas do Desejo
Magnolia
Beleza Americana
Música Favorita:
Dead Can Dance
Rammstein
Sting
Enya
David Sylvian
Vangelis
Gabriel o Pensador
Jocelyn Pook
Livros Favoritos:
Dune (série)
Senhor dos Anéis
Neuromante
Pátria
O Pêndulo de Foucault
O Erro de Descartes
Fundação (série)
Leão o Africano
O Quarteto de Alexandria
Séries de Televisão Favoritas:
Lost
Space 1999
Black Adder
Mr. Bean
Conan, o Rapaz do Futuro
Lexx
Monty Pyton
Seinfeld
Politicamente:
Quintano: seguindo de perto o pensamento político, pedagógico de Agostinho da Silva
Filosoficamente:
Caminhando pelas bandas do "Utilitarismo" de John Stuart Mill e, sobretudo, da sua interpretação moderna de Peter Singer ("A Ética Prática")
Economicamente:
Regresso aos modelos regionais e municipalistas da Idade Média portuguesa actualizados segundo a aplicação prática do pensamento de E. F. Schumacher ("Small is Beautiful")
Religiosamente:
Budista, segundo a Escola Mahayana Ning Mapa
Labutando em:
Administração de Sistemas
Na tradução da Escrita Sudlusitânica (Cónia)
No MIL: Movimento Internacional Lusófono (www.movimentolusofono.org)
Neste blogue…
Ainda não tinha falado do visual, mas a primeira vez que aqui entrei pensei que me tinha enganado! Ehee! Mas está bom. Acho que está mais funcional.
Agora algo off topic:
Erick von Danicken, aquele que escreveu o extraordinário livro Eram os Deuses Astronautas, aqui há muitos anos, homem de visão magnífica, dizia que as visões divinas eram incompreendidas pelas pessoas comuns. Eram apenas seres de outros planetas que pelas suas incompreensíveis manifestações podiam passar por deuses aos comuns mortais deste planeta.
A tese não é destituída de alguma lógica. Aliás, a descrição jornalística da aparição em Fátima é do todo alienígena. Parece um filme de Steven Spielberg. E também não estou a ver uma moça trajada em vestido de cerimónia celestial pendurada numa azinheira a falar com três gaiatos meio atrasados mentais. Tal e qual a história de Lourdes em França. A Igreja Católica cansa-me com reprises de uma imbecilidade incompreensível.
Lembro-me de dois livros que saíram já faz há uns bons 20 e tal anos. Um chamava-se Fátima Desmascarada, de João Ilhargo, se não me engano, e a resposta de alguém, porventura alguém da igreja, chamou-se Desmascarado o Autor de Fátima Desmascarada. Sinceramente não sei nem recordo quem era o autor. Também ninguém ligou. Tecnicalidades à la Vaticano que nem vale a pena abordar. Eles têm técnicos, psicólogos, sociólogos e uma rede de embusteiros ligados à Máfia que não vale a pena sequer mexer. Basta ler os livros de David Yallop, Em nome de Deus. Um ninho de escorpiões.
Mas Ilhargo fazia mais ou menos a leitura jornalística do evento e as suas leituras sobre todo o fenómeno à volta dele.
O certo é que estavam várias centenas, se não milhares, de pessoas presentes e que o fenómeno foi evidentemente visível. O que foi? Ninguém sabe. Havia jornalistas, médicos, pessoas comuns, de tudo, que viram o sol a extrapolar da sua normal condição e luzes estranhas.
Será possível que fosse uma histeria de massas? É possível. Será possível que tivesse sido uma intervenção celestial? É possível. Será possível que fosse um encontro imediato do terceiro grau? É possível. Nestas circunstâncias tudo é possível. As santas falam em que língua com os pastores? Em esperanto? É mera telepatia ou têm um códice de descodificação como o Babyllon para várias línguas em tradução contínua?
Isto tudo vem a propósito de eu ter o meu aniversário no dia da aparição da Senhora em Fátima, a 13 de Outubro.
Não tenho nada contra a santa e menos quanto aos pastorinhos que já não vão ser santos antes de fazerem mais uns milagres extra para o papa nazi. É a produção alemã a funcionar.
Depois de gastarem 80 milhões de euros na nova basílica, agora não têm os santos. Ironia do destino. Aliás, a Igreja Católica nunca gostou e não implementa estas coisas do Marianismo, ou melhor, abdicar do Patriarcado de Igreja Católica Romana. Não estão muito distantes dos árabes que tratam as mulheres como gado.
A ler-se os discursos do Patriarcado sobre o Marianismo é sempre enfatizado que o ponto é sobre o Senhor Jesus e não Maria. E porquê? Porque ela é uma mulher. Ela é apenas intermediária, jamais substantiva.
Há que séculos que o Vaticano anda tentando eliminar as mulheres da religião como personagens. Desde os tempos dos Mitos de Avalon e da Grande Sacerdotisa. Mas não conseguem. Tornaram a Grande Feiticeira de Avalon da Virgem Maria. Os mitos anteriores ao cristianismo continuam, foram apenas mascarados pela Igreja Católica sempre ciumenta de tudo, como La Gaza Ladra que rouba tudo o que brilha para encafuar no ninho do telhado. (…)
Conheço o livro de João Ilharco (e não Ilhargo).
Podemos perfeitamente admitir que, pura e simplesmente, NADA tenha acontecido no tal dia 13 de Outubro. Mesmo nada. Zero. As pessoas chegaram lá, esperaram e nada aconteceu. Pode ter sido tudo uma invenção feita a posteriori.
Eu explico.
Hoje temos televisão, temos internet, temos todo o tipo de meios de registo e transmissão da informação. Temos uma maioria alfabetizada e informada. As pessoas podem usar o telemóvel para fotografar qualquer coisa que aconteça. Temos o tão proclamado “contraditório”. Poderia pensar-se que hoje, qualquer mistificação seria fácil de desmascarar. Entra pelos olhos dentro. Se não aconteceu não há imagens, não há registos, não há provas. Ninguém filmou, ninguém fotografou. Pior, até pode haver imagens que provem que algo NÃO aconteceu.
No entanto, NÃO caíu qualquer avião contra o Pentágono e continua a falar-se – como se fosse um facto perfeitamente comprovado – de um avião lançado contra o Pentágono.
Perante esta imensa fraude que se desenrola perante os nossos olhos, algo que NÃO ACONTECEU e no entanto é recorrentemente noticiado há sete anos… o poder da mistificação, da comunicação social, da mentira, enfim, é avassalador!
Como podemos surpreender-nos que, sem quaisquer meios de prova, se continue a afirmar que milhares de pessoas viram o Sol dançar?…
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Parabéns está excelente!
Gostei do novo grafismo.
O conteúdo continua super.
Mário:
Obrigado!
Dei uma sacudidela no capote e… não ficou mal….
mas ainda tenho que acertar uns detalhes nos laterais…
Ainda não tinha falado do visual, mas a primeira vez que aqui entrei pensei que me tinha enganado! Ehee! Mas está bom. Acho que está mais funcional.
Agora algo off topic:
Erick von Danicken, aquele que escreveu o extraordinário livro Eram os Deuses Astronautas, aqui há muitos anos, homem de visão magnífica, dizia que as visões divinas eram incompreendidas pelas pessoas comuns. Eram apenas seres de outros planetas que pelas suas incompreensíveis manifestações podiam passar por deuses aos comuns mortais deste planeta.
A tese não é destituída de alguma lógica. Aliás, a descrição jornalística da aparição em Fátima é do todo alienígena. Parece um filme de Steven Spielberg. E também não estou a ver uma moça trajada em vestido de cerimónia celestial pendurada numa azinheira a falar com três gaiatos meio atrasados mentais. Tal e qual a história de Lourdes em França. A Igreja Católica cansa-me com reprises de uma imbecilidade incompreensível.
Lembro-me de dois livros que saíram já faz há uns bons 20 e tal anos. Um chamava-se Fátima Desmascarada, de João Ilhargo, se não me engano, e a resposta de alguém, porventura alguém da igreja, chamou-se Desmascarado o Autor de Fátima Desmascarada. Sinceramente não sei nem recordo quem era o autor. Também ninguém ligou. Tecnicalidades à la Vaticano que nem vale a pena abordar. Eles têm técnicos, psicólogos, sociólogos e uma rede de embusteiros ligados à Máfia que não vale a pena sequer mexer. Basta ler os livros de David Yallop, Em nome de Deus. Um ninho de escorpiões.
Mas Ilhargo fazia mais ou menos a leitura jornalística do evento e as suas leituras sobre todo o fenómeno à volta dele.
O certo é que estavam várias centenas, se não milhares, de pessoas presentes e que o fenómeno foi evidentemente visível. O que foi? Ninguém sabe. Havia jornalistas, médicos, pessoas comuns, de tudo, que viram o sol a extrapolar da sua normal condição e luzes estranhas.
Será possível que fosse uma histeria de massas? É possível. Será possível que tivesse sido uma intervenção celestial? É possível. Será possível que fosse um encontro imediato do terceiro grau? É possível. Nestas circunstâncias tudo é possível. As santas falam em que língua com os pastores? Em esperanto? É mera telepatia ou têm um códice de descodificação como o Babyllon para várias línguas em tradução contínua?
Isto tudo vem a propósito de eu ter o meu aniversário no dia da aparição da Senhora em Fátima, a 13 de Outubro.
Não tenho nada contra a santa e menos quanto aos pastorinhos que já não vão ser santos antes de fazerem mais uns milagres extra para o papa nazi. É a produção alemã a funcionar.
Depois de gastarem 80 milhões de euros na nova basílica, agora não têm os santos. Ironia do destino. Aliás, a Igreja Católica nunca gostou e não implementa estas coisas do Marianismo, ou melhor, abdicar do Patriarcado de Igreja Católica Romana. Não estão muito distantes dos árabes que tratam as mulheres como gado.
A ler-se os discursos do Patriarcado sobre o Marianismo é sempre enfatizado que o ponto é sobre o Senhor Jesus e não Maria. E porquê? Porque ela é uma mulher. Ela é apenas intermediária, jamais substantiva.
Há que séculos que o Vaticano anda tentando eliminar as mulheres da religião como personagens. Desde os tempos dos Mitos de Avalon e da Grande Sacerdotisa. Mas não conseguem. Tornaram a Grande Feiticeira de Avalon da Virgem Maria. Os mitos anteriores ao cristianismo continuam, foram apenas mascarados pela Igreja Católica sempre ciumenta de tudo, como La Gaza Ladra que rouba tudo o que brilha para encafuar no ninho do telhado. (…)
Conheço o livro de João Ilharco (e não Ilhargo).
Podemos perfeitamente admitir que, pura e simplesmente, NADA tenha acontecido no tal dia 13 de Outubro. Mesmo nada. Zero. As pessoas chegaram lá, esperaram e nada aconteceu. Pode ter sido tudo uma invenção feita a posteriori.
Eu explico.
Hoje temos televisão, temos internet, temos todo o tipo de meios de registo e transmissão da informação. Temos uma maioria alfabetizada e informada. As pessoas podem usar o telemóvel para fotografar qualquer coisa que aconteça. Temos o tão proclamado “contraditório”. Poderia pensar-se que hoje, qualquer mistificação seria fácil de desmascarar. Entra pelos olhos dentro. Se não aconteceu não há imagens, não há registos, não há provas. Ninguém filmou, ninguém fotografou. Pior, até pode haver imagens que provem que algo NÃO aconteceu.
No entanto, NÃO caíu qualquer avião contra o Pentágono e continua a falar-se – como se fosse um facto perfeitamente comprovado – de um avião lançado contra o Pentágono.
Perante esta imensa fraude que se desenrola perante os nossos olhos, algo que NÃO ACONTECEU e no entanto é recorrentemente noticiado há sete anos… o poder da mistificação, da comunicação social, da mentira, enfim, é avassalador!
Como podemos surpreender-nos que, sem quaisquer meios de prova, se continue a afirmar que milhares de pessoas viram o Sol dançar?…