A Catalunha independente em 2014 (?) e a necessidade da solidariedade lusa
Posted by Clavis Prophetarum em 2008/06/06

Segundo o vice-presidente da autonomia catalã, Josep-Lluís Rovira, “Espanha ainda não assumiu que Portugal é um Estado independente.” O governante catalão referiu a existência de uma atitude “paternalista” e de um “imperialismo doméstico” como exemplos dessa posição por parte do Estado central espanhol.
As declarações deste influente político catalão não surgem descontextualizadas… Foram proferidas no âmbito de uma movimentação que é crescente na Catalunha e que visa optar o número suficiente de apoios para declarar a independência da Catalunha de Espanha e têm como objectivo cativar Portugal para apoiar esta causa, junto de Espanha, mas sobretudo, junto das instituições europeias. O projecto terá o seu apogeu previsto num referendo a realizar na Catalunha em 2014 e onde essa opção será sufragada pela população.
Como bem referiu Rovira, “o que menos interessa a Portugal é uma Espanha unitária” e, sobretudo, “uma Catalunha independente na fachada mediterrânea poderia ser o contrapeso lógico ao centralismo espanhol“. Não nos devemos esquecer que se Portugal é hoje um país independente do “império de Castelo”, normalmente conhecido como “Espanha” tal se deve em primeiro lugar ao facto de em 1640 a revolta portuguesa ter coincidido com a revolta catalã. Na época, nos primeiros meses, a Espanha teve que optar entre reprimir os catalães ou os portugueses. A opção estratégica pela manutenção da Catalunha fez desperdiçar meses preciosos e deu a Portugal o tempo suficiente para reorganizar o seu exército e buscar apoio exterior, sobretudo em França. Sem a revolta catalã de 1640, hoje não haveria Portugal, mas mais uma “região autónoma” de Espanha.
Por isso, quando os catalães se movem para expulsar o jugo castelhano, Portugal deve pelo menos mostrar-se solidário e aliás Rovira invoca essa memória ao dizer: “A Catalunha é como Portugal mas sem os Restauradores”.
E quanto a precedentes… Alguém se lembra da declaração de independência do Kosovo? Bem, o precedente devem valer alguma coisa, a menos que este só contem para independências apoiadas diretamente pelos EUA… Portugal tem o dever e a obrigação histórica de apoiar a Catalunha se esta quiser imitá-lo e deixar a Espanha.
Como curiosidade fica a nota de que Carod Rovira usa os menus do seu telemóvel em… português e no seu gabinete oficial tem na parede uma fotografia de João Soares.
Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329153
















Irrelevante disse
Eu há muito que sou um incondicional apoiante da independência catalã, basca e galega. Teríamos outra influência na peninsula. Defendo também a inclusão da Galiza na CPLP.
gaitero disse
Essa é uma história complicada, talvez exista a possibilidade de independência. Más será que a espanha irá permitir, será que portugal deve se meter nesse assunto tão delicado, afinal não é apenas a catalunha que quer sua independência da espanha, isto pode provocar uma revolta em massa, e talvez sobre umas bombas à Portugal.
Clavis Prophetarum disse
Irrelevante:
Sem dúvida, uma Península livre do império de Castela (ergo, Espanha) seria muito mais livre, independente e desenvolvida e Portugal teria também assim mais relevância ibérica e latina. Mas sobretudo, existe uma dívida histórica e moral que tem que ser saldada. Dai o meu apelo à solidariedade com os catalães, galegos e bascos.
Gaitero:
Veremos o que dá este referendo de 2012… Espanha (Castela-Madrid) teria que permitir se o resultado do referendo fosse inequivoco. E não acho que seja mais o tempo de revoltas e de bombas… ninguém tem mais paciência para aturar a ETA, por ex., porque iriam então os catalães enveredar pela mesma via? Não… a separação – a ocorrer – sera pacífica, e nem mesmo Madrid poderia fazer algo para a travar. E Portugal seruia solidário, como sempre foi, e como provam o nosso comportamento em Timor, Guiné-Bissau, Tsunami, terremoto de China, etc. e sei que não esqueceríamos então a nossa dívida histórica com os catalães.
dissidentex disse
Clavis: atenção ao seguinte em duas áreas.
A Catalunha não teve hipótese de ser independente em 1640 por duas razões fundamentais.
A9 geografia que lhes foi desfavorável( o porto de Lisboa conta qualitativamente a favor de Portugal, bem como apesar de tudo, a proximidade da Catalunha ser maior a Madrid do que Portugal
B) Falta na época de uma diplomacia experiente que soubesse manobrar na situação complexa, que penso talvez poder ser explicável pelo facto de a Catalunha nunca ter sido Independente enquanto que Portugal previamente o tinha sido.
Actualmente, para Portugal tanto dá como deu serem as regiões espanholas independente, porque Portugal não tem nem nunca teve qualquer ambição hegemónica sobre qualquer território espanhol que se tornasse Independente.
Manda no entanto a prudência manter um relativo afastamento desta questão.
E pensar em questões de geo estratégia , uma vez que uma Espanha dividida me várias nações, daria um sinal ao norte de África que seria possível “gritar mais alto” e aí – nesse cenário, Portugal teria que se deixar de tretas e de andar permanentemente a assobiar para o lado e assumir-se como potencia marítima/aérea.
E isso custa dinheiro, tempo e esforço.
Se se tornasse independentes algumas regiões parece-me também óbvio que do ponto de vista da CPLP pelo menos a Galiza deveria entra e até mesmo a Catalunha.
A cplp se tem algum mérito pelo menos é o de ser adepta da inclusão e da solidariedade – valha isso o que valha.
Quanto ao senhor Rovira do post apesar do que disse, não é considerado um político de confiança , mas sim um oportunista e demagogo, que disse o que disse por conveniência táctica.
Do ponto de vista económico populacional a Catalunha tem mais que condições para ser independente.
Até espero que algum dia o seja.
dissidentex disse
Lá em cima onde está desfavorável” deve ler-se favorável…Bolas para as gralhas…
Viriato Luz disse
não podemos pensar que Portugal tera mais influencia na peninsula iberica com Espanha dividida. o problema de não termos influencia não é nossa dimensao relativa, é a nossa atitude, o nosso comportamento colectivo. Desde o inicio do sec. XVI q temos vindo a perder… mas não é preciso ir tão longe. meados dos anos 70 estavamos bem melhor que Espanha!!! e agora somos a 3º região mais pobre da peninsula.
Clavis Prophetarum disse
DissidenteX:
“A Catalunha não teve hipótese de ser independente em 1640 por duas razões fundamentais.
A9 geografia que lhes foi desfavorável( o porto de Lisboa conta qna_mualitativamente a favor de Portugal, bem como apesar de tudo, a proximidade da Catalunha ser maior a Madrid do que Portugal
B) Falta na época de uma diplomacia experiente que soubesse manobrar na situação complexa, que penso talvez poder ser explicável pelo facto de a Catalunha nunca ter sido Independente enquanto que Portugal previamente o tinha sido.”
-> Sim. Bem apontado. Essas são de facto, as razões pelas quais a Catalunha é ainda hoje parte da “Espanha”.
“Actualmente, para Portugal tanto dá como deu serem as regiões espanholas independente, porque Portugal não tem nem nunca teve qualquer ambição hegemónica sobre qualquer território espanhol que se tornasse Independente.”
-> Não advogo naturalmente que Portugal venha a substituir Castela ou Madrid no papel “tutelar” sobre as demais espanhas. Disso já tivemos o exemplo castelhano. O que advogo é umas Espanhas livres, governadas localmente, profundamente descentralizadas, que devolvam aos seus povos as suas liberdades e a sua plena gestão democrática. Recordemo-nos de que a Espanha de hoje é ainda uma invenção de Franco e dos seus monarcas ultra-católicos e que a sua história está manchada de sangue e opressão, para além de impulsos expansionistas e imperialistas sobre todas as periferias, a começar por Portugal.
“Manda no entanto a prudência manter um relativo afastamento desta questão.”
-> De acordo. Por isso acho que devemos esperar pelo referendo catalão para firmar melhor qualquer tomada de posição. A decisão do povo catalão nesta matéria deve ser soberana, mas é impossível deixar de sentir alguma identificação com estas palavras já agora, neste momento.
“E pensar em questões de geo estratégia , uma vez que uma Espanha dividida me várias nações, daria um sinal ao norte de África que seria possível “gritar mais alto” e aí – nesse cenário, Portugal teria que se deixar de tretas e de andar permanentemente a assobiar para o lado e assumir-se como potencia marítima/aérea.
E isso custa dinheiro, tempo e esforço.”
-> Portugal encontra sempre o melhor de si em grandes desafios históricos. O norte de África não dá mostras de se ameaçar dividir, dá-as contudo de cair nas mãos de regimes islamitas radicais, e por isso, Portugal devia já estar a preparar-se para essa eventualidade, especialmente quanto a Marrocos… A compra de uma fragata FREMM é neste aspecto particularmente preocupantes, assim como a de F-16 ou Rafales…
“Se se tornasse independentes algumas regiões parece-me também óbvio que do ponto de vista da CPLP pelo menos a Galiza deveria entra e até mesmo a Catalunha.”
-> Sem dúvida. A Galiza aliás é já hoje observadora na CPLP.
“A cplp se tem algum mérito pelo menos é o de ser adepta da inclusão e da solidariedade – valha isso o que valha.
Quanto ao senhor Rovira do post apesar do que disse, não é considerado um político de confiança , mas sim um oportunista e demagogo, que disse o que disse por conveniência táctica.
Do ponto de vista económico populacional a Catalunha tem mais que condições para ser independente.
Até espero que algum dia o seja.”
-> Não tenho razões para desconfiar de Rovira… E quanto à virtude das suas intenções, o tempo haverá de a esclarecer.
-> E se os catalães quiserem libertar-se do jugo de Madrid, poderão contar comigo e com todos os portugueses, estou certo disso.
Viriato:
“não podemos pensar que Portugal tera mais influencia na peninsula iberica com Espanha dividida. o problema de não termos influencia não é nossa dimensao relativa, é a nossa atitude, o nosso comportamento colectivo. Desde o inicio do sec. XVI q temos vindo a perder… mas não é preciso ir tão longe. meados dos anos 70 estavamos bem melhor que Espanha!!! e agora somos a 3º região mais pobre da peninsula.”
-> Não se trata exatamente de Portugal ter mais ou menos influência. Trata-se de acreditar nas virtudes dos governos locais e nas vantagens das economias locais e descentralizadas. Acredito nas virtudes da descentralização regional e municipalista e logo, nas vantagens de uma independência catalã. Assim como creio na dívida histórica de Portugal para com a Catalunha e no facto de que Portugal e os portugueses não têm como hábito esquecerem as suas dívidas.
-> Se os catalães quiserem, estaremos com eles. Isso é certo. Pelo menos da minha parte.
Português disse
Concordo pelenamente com o desmembramento de Espanha, espero que aconteça em breve e deve ser visto como um dia de grande satisfação para Portugal, porque a Espanha, ou melhor Castela, porque é disso que se trata, de Castela, há que chamar as coisas pelos nomes, a Espanha não existe, é apenas um eufemismo que esses Castelhanos de merda arranjaram para designar Castela, tal como Tito criou o eufemismo Jugoslávia para designar a Sérvia, e nesta Espanha (Castela), quem manda é Madrid e Burgos( antiga capital de Castela), o resto não passa de paisagem e de subordinados.
A Espanha nunca viveu uma mudança de poder desde a morte de Franco, e a sua fragmentação ocorrerá na pior das hipóteses com a chegada ao poder do e o príncipe das Astúrias que manifestamente não tem capacidade para manter o domínio Castelhano, nem tão ouço o actual Rei o está a conseguir visto que nunca conseguiu sarar as feridas da guerra civil de Espanha, e visto que os movimentos separatistas da Catalunha, País Basco, Andaluzia e Galiza estão de vez a ganhar alento acicatados e impulsionados pela independência do Kosovo, e agora Ossétia do Sul e Abcásia, a Espanha (Castela) acabará por se dividir a curto prazo em 4 ou 5 estados, Catalunha, País Basco, Galiza, Espanha (Castela) e talvez Andaluzia.
Sendo assim, esta Espanha não tem base se sustentabilidade, e a curto prazo e motivado pelo lançamento das sementes da discórdia na Europa com a independência do Kosovo financiada por parte dos Estados Unidos, porventura um antigo inimigo de Espanha, que motivou a abertura de uma Caixa de Pandora na Europa, o que vai levar a mais independências, sendo na minha opinião tudo isto meticulosamente planeado pelos EUA que invejam e temem uma Europa Unida, provocará com que a Espanha( Castela ) se desmorone como um castelo de cartas, e a questão já não se põe se a Galiza, Catalunha, o País Vasco, e talvez mesmo a Andaluzia, embora aqui Castela consiga um maior controle sobre esta região vão proclamar independência de Espanha, mas sim quando, tal como é dito pelo político catalão Josép Carod Rovira, estando os catalães a promover já a realização de um referendo para 2014 para auscultar o povo da Catalunha quanto á independência.
Neste contexto quem terá mais a ganhar será sem dúvida Portugal que passará de “patinho feio” da Península Ibérica a ganso passando a ser a potencia dominante na Península Ibérica, beneficiando de uma integração das terras irredentas em primeiro lugar de Olivença que é território Português de jure desde 1814 e que está ocupado ilegalmente por Espanha desde 1801 data das invasões napoleónicas, bem como provavelmente vila de Albuquerque que tem fortes ligações a Portugal e com a língua portuguesa e que queriam ser integrados me Portugal.
Tal como já disse anteriormente a Espanha não existe, é uma mera ilusão, não pasando um eufemismo que os Castelhanos arranjaram para designar Castela e lançar o seu domínio sobre toda a península, menos e felizmente sobre nós, graças à coragem dos nossos antepassados, tendo também os Catalãese as restantes nações peninsulares o direito á indepêndencia, nomeadamente a o País Basco, a Galiza, Aragão, a Andaluzia e talvez mesmo Leão se venha a separara de Castela.
Viva Portugal !!!!
Viva Olivença Portuguesa!!!!!
carlosargus disse
Sim, viva Portugal….é o BRASIL também.
Clavis Prophetarum disse
e a Catalunha!
Com quem Portugal tem uma longa dívida histórica (a sua Independência em 1640)
Português disse
Em resposta aos 2 comentários anteriores.
Viva o Brasil sem dúvida nenhuma, e já agora por toda a América do sul a falar Português, visto que segundo o tratado de Alcáçovas vigente quando o português Cristóvão Colombo descobriu as Américas, toda América do sul pertencia a Portugal.
Mais uma vez os filhos da puta dos espanhóis traíram-nos, foram falar com o papa para que este muda-se o mapa, visto que o papa à altura era Alexandre VI, um Castelhano, tiveram apoio deste e assim se passou a dividir o mundo ao meio por Portugueses e Espanhóis pelo Tratado de Tordesilhas, em que a linha imaginária não se encontrava na horizontal, mas sim na vertical passando 370 léguas a oeste de cabo verde de modo a assim ficarmos com o Brasil que o nosso rei, D. João II já sabia que existia.
Sendo assim, pela lei toda a América do sul devia falar português, pode ser que ainda se venha a escrever direito por linhas tortas.
Em relação à Catalunha, Portugal só tem uma coisa a fazer, pagar a divida histórica, visto que a nossa restauração da independência Portuguesa em 1640 só foi possível devido à revolta da Catalunha na mesma altura.
Sendo assim, Portugal só tem uma coisa a fazer que é apoiar os movimentos separatistas em toda a Espanha e retalhar o abutre Castelhano, a Espanha, ou Castela é o nosso pior inimigo.
( ver http://josemariamartins.blogspot.com/2009/01/espanha-o-nosso-inimigo-recesso.html )
Português disse
Continuação.
O problema é que o Governo de Sócrates não passa de uma ponta de lança da Maçonaria e dos Bildenbergs, ( ver http://josemariamartins.blogspot.com/2008/12/jos-scrates-um-produto-bilderberg.html ) que é sustentado e impulsionado por essa corja que é a maçonaria e que devia ser purgada no nosso país um pouco à imagem das purgas de Estaline.
É uma pouca vergonha que o senhor Rui Pereira, Grão mestre da maçonaria e ligado ao Oriente Lusitano seja ministro deste país, deste nosso Portugal e que ande a perseguir os nacionalistas como o Mário Machado, que pode ter cometido um erro ao vir mostrar armas para a televisão. ( ver http://josemariamartins.blogspot.com/2008/12/portugal-tem-de-eliminar-maonaria.html)
Mas ainda pior do que isto é como é que é possível a alguém como o senhor Mário Lino que disse que disse em público e advoga que Portugal devia ser dissolvido e absorvido pela Espanha ( ver http://www.areamilitar.net/noticias/noticias.aspx?NrNot=278 ), seja o ministro das obras públicas, estando este homem neste cargo apenas para beneficiar a Espanha e as empresas espanholas.
Cada vez admiro mais homens como o Sr. José Maria Martins, precisamos é de mais homens como ele e como o Mário Machado, e eu se for preciso defender o nosso país contra este bando de filhos da puta e chulos que são os maçonicos Iberistas, como o cão do Mário Soares, esse traidor à pátria, o boi do Saramago e o chulo do Mário Lino deviam ser mortos e expostos no terreiro do passo, e se for preciso defender o meu país, eu já digo como o Mário machado, eu saio à rua em caçadeira para o fazer, e então se for para matar Castelhanos, esses filhos da puta com maior vontade ainda.
Esta corja e este bando de filhos da puta que se apelidam de “Iberistas” tem que ser purgada do nosso pais, limpar-lhes mesmoo cebo ou então prende-los e julgá-los por traição à pátria.
Eles nem sequer sabem o que significa ser Português, nem o merecem ser tão pouco, porque não passam com certeza e um bando de Portugueses Acastelhados de meia-tijela subservientes do reino de Castela, porque é disso que se trata, maçónicos Iberistas estes que querem juntar o nosso Portugal com os nosso 800 anos de nacionalidade com esta cada vez mais defunta e dividida Espanha que de facto apenas existe desde 1716 e de jure desde 1812, aqui se vê a pequenez em comparação com Portugal.
Meus amigos Portugueses, a Espanha, ou melhor Castela, porque é disso que se trata, de Castela, há que chamar as coisas pelos nomes, a Espanha não existe, é apenas um eufemismo que esses Castelhanos de merda arranjaram para designar Castela, tal como Tito criou o eufemismo Jugoslávia para designar a Sérvia, e nesta Espanha (Castela), quem manda é Madrid e Burgos( antiga capital de Castela), o resto não passa de paisagem e de subordinados.
Eu deixo então aqui um recado a estes dementes, que nem sequer se podem apelidar de Portugueses, porque os verdadeiros Portugueses são aqueles que pensam como eu, que até vivo bem próximo de Espanha, que sentem o seu pais, que têm orgulho em ser portugueses e que honram a memória de todos os nossos antepassados que durante anos lutaram e caíram em Batalha para que nos possamos hoje chamar Portugueses, Portugueses estas que nunca irão permitir que estes iberistas de merda levem os seus intentos em diante e nos juntem com esses espanhóis maliciosos, de onde não vem, nem nunca vieram nunca há-de vir bons ventos nem bons casamentos
Quanto a todos os que apregoam a junção com a Espanha, deviam ser todos decapitados em público ou enforcados num pinheiro e se gostais assim tanto da Espanha ide para lá de vez, para essa merda desse país dividido e fracturado onde se falam 5 línguas e ninguém se entende e onde a taxa de desemprego já chega quase aos 20 %que se chama Espanha, ou melhor Castela como já foi dito, porque Espanha foi um eufemismo que os Castelhanos arranjaram para designar Castela e lançar o seu domínio sobre toda a península, menos e felizmente sobre nós, graças à coragem dos nossos antepassados.
Viva Portugal !!!!
Viva Olivença Portuguesa!!!!!
(Ver http://josemariamartins.blogspot.com/2009/01/li.html )
Viva a Catalunha independente!!!!
Viva o País Basco independente!!!
Viva a Galiza independente!!!!
Viva Aragão independente!!!
Viva Leão independente !!!!!
Viva a Andaluzia independente!!!
Em conclusão:
Morte à Espanha!!!!!!!
israel disse
Viva a Catalunha independente!!!!
Viva o País Basco independente!!!
Viva a Galiza independente!!!!
Viva Aragão independente!!!
Viva Leão independente !!!!!
Viva a Andaluzia independente!!!
Em conclusão:
Morte à Espanha!!!!!!!
Clavis Prophetarum disse
Viva!
E Olivença, não nos esqueçamos!
Mas por meios pacíficos, sem derramamento de sangue…
joão tavares disse
não sei até que ponto uma espanha retalhada em nações independentes seria benefico para portugal.uma catalunha independente acho muito dificil,pois actualmente na catulunha existem muitos catalães que não sabem falar o catalão,só falam o castelhano,existem tambem milhares de catalães de segunda e treceira geração,filhos de espanhois de outras regioes ou emigrantes vindos da america latina que se consideram totalmente espanhois,acho se uma dia houver este tal referendo muitos catalães irão votar contra a independencia pois muitos não se sentem catalães,sentem-se espanhois.
Portugal ao apoiar a catalunha independente,espanha poderia pagar com a mesma moeda e apoiar trás-os-montes independente,o mesmo poderia fazer com o minho que tem fortes relações culturais e afinidades com a galiza etc etc…
Se castela vive á custa do resto das outras regiões de espanha,tambem é bem verdade que lisboa vive á custa do resto das outras regioes de portugal.Hoje muitos transmontanos,alentejanos beirões mais atentos sentem-se revoltados por verem as suas regiões abandonadas pelo governo central,onde fecham-se escolas,hospitais, pelo contrário em lisboa gastaram-se milhões na construção do parque das nacões, centro cultural de belem,várias travessias sobre o tejo,vai tudo para lisboa e o que pouco sobra vai para o porto,o resto do pais não existe.
Se a catalunha conseguir a independencia,penso que será muito mau para a penisula iberica,eu vivo em bragança,e sinceramente penso que hoje chego mais depressa a madrid ou a vigo,do que chego a lisboa,muitos de nós aqui,somos tratados nos hospitais espanhois,muitas das nossas crianças vão nascer a espanha, o nosso sistema de saude é muito mau ,os carros são abastecidos em espanha,lá a gasolina é mais baráto,vivo em bragança mas trabalho no ládo espanhol, ganha-se o dobro,aqui por esses lados já se diz em surdina que se fossemos espanhois estariamos bem melhor,se a espanha quiser apoiar trás-os-montes independente ou até mesmo passarmos para adeministração espanhola eu veria essa ideia como boa,penso que não seria o unico aqui por essas bandas.
Eu como transmontano que sou,não temo espanha,temo antes lisboa,essa sim,dessa eu tenho medo,pois a capital come tudo e não deixa nada para ninguem !!!!!
Clavis Prophetarum disse
pessoalmentem defendo o fim do modelo centralista do Estado. Acredito firmemente numa descentralização municipalista (sendo esta um dos pontos centrais do MIL) e nas virtudes do modelo estritamente “local” de desenvolvimento. Isso reduzir a correta concentração de meios e recursos na capital e esta “litoralização” perniciosa que se tem verificado em Portugal.
Quanto a Espanha… Ela cairá, inevitavelmente. Somente os “castelhanos”, em Madrid ou os seus colonos noutras regiões se sentem efetivamente “espanhóis”. Todos os outros se sabem bascos, galegos, andaluzes, catalães, etc.
O tempo ditará naturalmente e pacificamente dessa construção artificial a que chama de Espanha, tornando-a numa verdadeira federação de repúblicas livres e semi-independentes, onde Portugal poderá depois ser realmente agente e influente.
adriano disse
eu penso que portugal tem que se preparar para a dossolucao de eapanha, apostar na compra de armamento, para nao ser-mos surpeendidos, ja que a espanha quando se sente apertada vira-se para portugal, para justificar a merda que e as outras nacoes(caso recente duma sondagem emque eles dizem que os portugueses querem falar espanhol e que os espanhois nao querem falar portugues). Quanto ao nosso primeiro ministro Socrates, nao passa dum idiota, um ladraozeco,tem que sair do governo, senao desgraca portugal,vendendo-o a Espanha. Porque espanha se arma de ano para ano cada vez mais? porque esta a pressentir o pior ou seja a dissolucao, e quando ela vier os cabroes dos espanhois podem virar-se contra Portugal, dizendo que nos somos culpados(eles tem que arranjar um bode expiatorio, entao portugal precisa preparar-se, porque de espanha nem bom vento nem bom casamento. Forca Portugal, venham mais mil anos de nacionalidade
Clavis Prophetarum disse
a desagregação não será já para amanhá, mas é inevitável e começará pela Catalunha. Na Galiza vejo grandes dificuldades, tal é a força da colonização cultural de Madrid, e na Euskaria, o terrorismo irá travar durante muito tempo essa libertação. A atitude da ETA está aliás a prejudicar não só o nacionalismo basco, mas também todos os outros e nesse sentido (também) é estúpida.
alves disse
Este João Tavares que diz que Portugal não tem nada a ganhar com o desmembramente do império colonial castelhano, em vez de Portugues deve é ser um pandeleiro de um castelhano disfarçado, o gay de merda, se queres ser espanhol vai tu para lá, casa lá com um pandeleiro como tu que lá pelos vistos não faltam, já se casam e tudo e fica lá alevar nas nalgas o pandeleiro de merda.
Viva portugal e morte à espanha, ou melhor ao império colonial castelhano.
joão tavares disse
se fossemos espanhois,ganhariamos mais,o nosso salário minimo é de 450 euros,o deles são quase 700 euros,o salário medio de um português não chega a mil euros,um salário medio espanhol são de mil e quinhentos euros,a gasolina é mais barata em espanha,a eletrecidade é mais barata em espanha,os cuidados de saude são bem melhores em espanha,o IVA é mais baixo em espanha etc etc… Vivo em Bragança mas trabalho em espanha,tu seguramente vives em lisboa, logo não sentes as diferenças diarias enormes entre portugal e espanha.Portugal esta-se a afundar,mais tarde ou mais cedo as populações da raia vão fazer pressão para se juntar a espanha.Em relação a olivença,naquela pequena terra não há ninguem que queira ser português,ninguem quer a fome.
Clavis Prophetarum disse
Alves: esses termos não fortalecem a sua argumentação.
João: Depende das regiões… quem nos diz que não seríamos das mais pobres? Espanha não é esse paraíso que diz…
fale com alguns galegos e depois diga-me o que eles pensam dessa “Espanha”…
Olivença é portuguesa à luz do Direito Internacional. Ponto. Lusófonos, ainda os há (ver Associação Além Guadiana no Google), e se os há é milagre e testemunho maior da força da lusofonia, tal é a força imperial e colonial da língua castelhana nesses nossos 3 concelhos ocupados.
joão tavares disse
a região mais pobre de espanha, consegue mesmo assim ser tão rica como a região mais rica de portugal.
trabalho em zamora,sei o que falo,sei o que digo,se tras-dos-montes fosse uma região espanhola certamente não seria tão pobre e tão abandonada pelo governo central como ela é nos dias de hoje !!
Clavis Prophetarum disse
problema de um país doentiamente centralista… o mal não é de Portugal é do centralismo!
por isso defendo uma regionalização municipalista!
joão tavares disse
não é por acaso que no distrito de bragança, a abstenção nestas eleições legislativas a juntar com os votos em branco e com os votos nulos chegaram aos 50 porcento, a maior parte das pessoas que vivem aqui já estão com os olhos postos em espanha,muitos dos transmontanos já não querem saber da vida politica portuguesa,pois,não é portugal, e muito menos lisboa,que vão arrancar tras-dos-montes da pobreza,se um dia se fizesse aqui um referendo para saber a opinião das gentes desta terra sobre a hipotesse de tras-dos-montes se tornar uma região espanhola,acho que as pessoas irião votar no “SIM” .
Lisboa mama tudo e não dá nada a ninguem,muitos transmontanos já estão abrir os olhos !!!!!
joaquim rodrigues ferreira disse
Tenho estado a ler os vossos comentários e reparo que o vosso entendimento é só e só sobre o dinheiro que em espanha se ganha. E isto é tudo para vós, esquecendo-se de que existem outros valores bem mais superiores e Portugal em riqueza histórica é dos maiores e visto por aqueles onde estivemos com saudade e nostalgia. As economias de estado são como as modas sofrendo altos e baixos. Pobres daqueles que renegam a sua Pátria só pelo dinheiro e desvalorizam tudo aquilo que é Português. Não nos deveriamos esquecer de que deveremos consumir, primeiro o que é Português, e só depois o que é estrangeiro, porque se assim procedermos iremos dar trabalho aos nossos e a nossa econimia cresceria e os nossos trabalhadores teriam emprego. Teremos que ter/meter na nossa mente que todo o esforço terá de ser nosso, dado que os estrangeiros se algum dia administrarem aquilo que nós alhearmos, veremos, então, que eles só olharão por eles e nos submeterão e perderemos a nossa soberania.
Viva Portugal milenário.
joão tavares disse
para joaquim rodrigues ferreira.
mais vale ter barriga cheia num espaçosem patria,do que ter uma patria e ter a barriga vazia.
Clavis Prophetarum disse
e sem perdermos a identidade, se nos tornarmo-nos numa coisa vazia, destituída de alma própria, valerá a pena viver?
esta é de facto a grande questão:
queremos viver como escravos (de um Senhor, de um Império, de uma potencia ocupante, de um patrão autoritário, etc) ou como Homens Livres?
Uns importam-se, outros não.
A opção é sempre de cada um.
joaquim rodrigues ferreira disse
Ó joão Tavares, li já o teu pensamento.
Demonstras ser uma pessoa não politizada e só vês dinheiro, mas se o teu problema maior é só esse poderias querer ír para a Holanda, França ou Suíça para não falar de outros países onde o nível de vida é muitoi superior e com uma assitência social elevada, mas não fazes.
Porque não procuras, então, esses países onde poderás usufruír vantagens muito maiorers e mais rapidamente que em espanha?.
Sendo assim, só vejo em ti uma coisa: és espanhol e andas a enganar os verdadeiros portugueses. Andas paulatinamente a fazer o teu trabalho de sapa, pelo qual deves receber algum dinheiro.
Olha, a mim não me convences porque tenho-me como uma pessoa mais ou menos esclarecida e que não vende a sua pàtria.
E para tua informação, posso dizer que em espanha os castelhanos dominam tudo.
Recentemente, em Barcelona, uma sul-americana foi presa por ter falado em Catalão para o policial. E na Galiza, já agora, digo-te que também os trabalhadores são excluídos das empresas se falarem em Galego. Sem dúvida, grande democracia esta.
Começa já a apreder castelhano a fim de não teres problemas mais tarde.
Admiro ainda, e isto acontece aos miopes, de grau elevado, não veres que os Galegos, Bascos e Catalães querem saír desse espaço
que tu julgas de paraíso, mas não os deixo e aqueles que se atrevem vão para as masmorras.
Em suma, uma pessoa como não pode deixar de ser castelhana e inimiga de Portugal, como são todos os castelhanos.
Viva Portugal milenário.
Manuel Alves disse
Viva a Catalunha independente
Viva a Catalunha independente
Viva a Catalunha independente
Viva a País Basco independente
Viva a País Basco independente
Viva a País Basco independente
Viva a Galiza independente
Viva a Galiza independente
Viva a Galiza independente
Morte à dita espanha!!!!
carlosargus disse
Ñ, viva a Palestina independente… Abaixo os sionistas , q matam mulheres e as crianças de fome, de doença e sede ; conforme comprovou os investigadores da ONU e td os malditos q os apoiam. (será q vão atacar o Irã? quando? o interessante será a resposta , vai mudar em mt o status Quo local,hehehehehe) O mundo ñ vai esquecer .
Clavis Prophetarum disse
se a Catalunha se livre do capote “protetor” de Madrid, tenho a certeza que a maioria dos portugueses os apoiarão.
como apoiaram Timor quando ele sacudiu o invasor indonésio.
Joaquim.R.Ferreira disse
A Catalunha deverá ascender, por direito, à sua autodeterminação, porque o jugo de castela chegou ao fim.
E não há que ter medo, pois a história seguirá sempre o seu rumo e é ela que determina, sempre, o fim dos impérios, e o de espanha também chegou ao seu términos e não deixa saudades.
Castela impôs-nos uma guerra sem tréguas apesar dos acordos que com eles se foram firmando, mas nunca conseguiram aniquilar-nos. Foi um povo que nunca nos respeitou porque nunca assumiram os acordos que connosco estabeleceram na feitura da paz. E esta atitude, por parte deles, ainda se mantém, visto que mantêm ainda cativa o território Oliventino não respeitando a obrigação que assumiram, perante as potências europeias da altura, de devolver-nos aquele espaço que traiçoeiramente nos subtraíram.
Clavis Prophetarum disse
A “Espanha” (efetivamente o “império de Castela-Madrid” na Península) nunca logrou esse sucesso… apenas a vitória parcial de Olivença, obtida muito por culpa da tibieza dos nossos governantes, passados e presentes.
A questão de Olivença, não está contudo encerrada, e consta da agenda do MIL…
Joaquim.R.Ferreira disse
Fiquei satisfeito por saber que a Clavis tem em Agenda o assunto do território de Olivença para discussão e isso fica- lhe bem, e a todo e qualquer português que se prese.
Para mim é muito estranho que Olivença se mantenha num estado de silêncio entre os nossos políticos que calam bem fundo esse problema.
É ainda imperceptível, para mim, que o antigo PM e também actual, por altura da cimeira Luso-castelhana, em Braga, em 2005, responda aos jornalistas quando questionado sobre se Olivença teria sido discutido responda dizendo que isso era folclore.
Continua ainda a ser estranho, para mim, a postura do Partido Comunista Português quanto à nossa independência. Quando detinhámos as Colónias eram a favor e lutavam pela sua separação e, agora, através do Sr. José Saramago diz que Portugal, mais cedo ou mais tarde, acabará por se in tegrar na Ibéria.
No meu entender não há necessidade da formação política Ibéria, porque já pertencemos a uma União e não é necessária uma outra.
As regiões dentro da península serão mais iguais entre si e mais fortes economicamente e comunicarão entre si com respeito, coisa que neste momento não existe.
Vejamos o que se passe neste momento com os cortes de água no Guadiana e Tejo e qualquer dia também no Douro.
A espanha sempre teve para connosco uma atitude de povo superior, conceito falso e odioso, e sempre nos prejudicou.
Depois da morte do ditador franco, que considerava a nossa língua, língua de cão, ela mesmo procurou, descentralizar o poder atribuíndo às grandes regiões certa autonomia, nas não passou de puro mimestimo porque continuam a tudo controlar . Vejamos o que se passa na Galiza na Cataunha e no País Basco.
Estes povos não podem ter ideias políticas diferentes de Madrid e quando as têm são presos. A União tem por condição essencial que os países que a formam sejam democráticos, logo não poderão haver presos políticos e a espanha de hoje tem-nos. É ver os sites da Galiza para se ter essa consciência.
V iva os povos livres do jugo imperalista
Clavis Prophetarum disse
essa atitude deste e de outros governantes recentes é típica da tibieza dos nossos “líderes” quanto à defesa da lusofonia na península, seja pelo esquecimento de Olivença, como o desprezo pela crise na Galiza, seja até pela forma como deixam Espanha violar todos os convénios a propósito dos caudais do Tejo e do Guadiana!
Como disse, Olivença está na agenda do MIL e brevemente daremos mais notícias quanto a isso…
Joaquim.R.Ferreira disse
A avaliação que se faz, tendo em conta as notícias dos Jornais, a espanha abusa de nós, portugueses, em tudo. Agora são as notícias sobre as águas internacionais com a espanha imperialista que nem sequer respeita os convénios com eles estabelecidos acerca dos mínimos das águas que eles acordaram connosco em deixar passar para Portugal devido aos tranvases das águas que fazem do rio Tejo para outros rios seus.
Portugal nem isso contesta, como também não contesta a ilegitimidade que os dastelhanos exercem sobre a Olivença Portuguesa e que os castelhanos não libertam a favor de Portugal como lhes compete pelo documento internacional assinado para a devolução do território e que eles não cumprem.
Em boa verdade, cada vez menos confio nos nosssos políticos.
A bem de Portugal, que se continue a respeitar o nosso primeiro de Dezembro de 1640.
Clavis Prophetarum disse
Dito.
Alves disse
clavis, viva, há uns tempos que aqui não venho, pareçe que o traidor do joão se pos a mexer.
Esse filho da puta vem para ai falar que os transmontanos diziam sim à espanha, eu conheço aquilo bem e o pessoal lá é todo do benfica, e tem um grande sentido depatriotismo e unidade nacional, ele é que dev eetr ido para a espanha e apandeleirou-se o traidor à pátria.
os transmontanos não podem com os espanhóis.
Esses cipaios era limpar-lhes o cebo e foder-lhes os cornos a todos, a começar no iberócrates, entenda-se sócrates e depois por ai a baixo visto que o peixe apodreçe pela cabeça.
Devíamos criar aqui em Portugal umas brigadas de intimidação estilo ETA para assustar estes filhos da puta, ou fazer uma cena mais soft e trazer de volta a união nacional, ou criar uma cena estilo os falangistas de castela para trazer à luz do dia o nacionalismo português que pareçe que esta parado e inactivo.
Que te pareçe?
Morte á espanha e a castela.
Viva Portugal.
joão tavares disse
Olha lá oh Alves , tu deves ser desses gajos que vive ai em lisboa , que ” trabalha ” num desses ministérios que proliferam por ai , deves ter um bom tachinho , tu e os teus comparças vivem á conta das restantes regiões de Portugal.
Mas deixa estár , quando isto aqui entrar na banca rota vais começar a piar- de- fininho , e então ai , a tua crista vai baixar !!!
Quase aposto que deves ser militante destes cabrões DO PNR.
Quando dizes que os transmontanos não podem com os espanhois , deves estár a te referir aos presidentes de camaras municipais , aos vereadores e funcionáros municipais, estes sim , realmente tens razão , estes não podem com os espanhois , e não fosse lisboa o grande patrocinador dos seus tachos , mas deixa estar , quando este pais entrar na banca rota , estes , tal como tu , vão piár bem baixinho. Em relação aos outros transmontanos , aqueles que trabalham para o sistema , os que alimentam lisboa , os tais que se levantam todos os dias ás seis da manhã para ir para a lavoura ,ou para as fabricas ( as poucas que ainda existem ) ou então , os que vão trabalhar para espanha , podes ter a certeza , ESTÃO-SE A CAGAR PARA LISBOA .
Quando dizes que muitos transmontanos são do benfica , eu digo que tens razão , todos os transmontanos que trabalham e vivem do ” sistema ” , estou a referir-me novamente aos funcionários das camaras muinicipais , empresas municipais , veredores , sim , estes são quase todos do benfica , e não fosse esse clube , uma instituição de lisboa , que vive , tal como os funcionários do sistema , á conta do resto do pais , agora todos os outros transmontanos , os tais , que se levantam ás seis da manhã , os que vão para a lavoura , para as fabricas , ou para espanha trabalhar , estes são quase todos do FCP e muitos tambem já piscam os olhos ao Barcelona ou ao Real madrid.
Oh Alves , quando isto aqui entrar na banca rota , ainda irás tu para espanha , com o rabinho entre as pernas pedir-lhes trabalho , olha que a situação economica portuguesa é bem pior que a situação economica espanhola , eles certamente vão dár a volta por cima , enquanto portugal vai bater no fundo , iremos ser a argentina do continente europeu.
Quando o estádo portugues deixar de ter dinheiro para te pagar ao fim do mês , e aos outros lacaios parecidos contigo , então ai , irás ver a quantidade de adeptos do benfica que se irão perder em trás-dos-montes e em outras regiões portugesas !!!
São gajos como tu , que estão a levar este pais á falencia , se um dia houver aqui uma ETA versão portuguesa , então que as bombas deles , rebentem bem debaixo deste teu cu lazarento , sedoso de tacho , e do cu dos lacaios do poder e do sistema iguias a ti.
LOL
Clavis Prophetarum disse
bem: peço que moderem a linguagem, ambos.
não apaguei nenhum dos comentários porque ambos são interessantes e concordo parcialmente (apenas) com ambos.
Mas quando o discurso resvala assim, perde-se o foco na argumentação e ninguém acaba tendo razão.
Lusitan disse
Parece-me que o argumento da economia espanhola estar melhor que a economia portuguesa já explodiu na cara de alguém. Depois se formos ver o PIB transmontano e as ajudas que essa região recebeu nos ultimos anos acho que quem trabalha em Lisboa é que anda a ser enrabado pelos transmontanos.
Em relação à suposta dívida de Portugal à Catalunha deixem-me rir. Que culpa tenho eu que eles tivessem escolhido a potência errada para os ajudar? Eles que tivessem pedido ajuda ao Reino Unido e não à França. Esses sim é que têm uma dívida para com a Catalunha porque os abandonaram na hora de maior aperto. Nós pagámos as nossas dívidas ao Reino Unido com possessões na India e com o sangue dos portugueses, já para não para falar em muito dinheiro que foi pago mais tarde. Não temos dívidas para com mais ninguém do meu ponto de vista. E se bem que gostava de ver a Espanha desmoronar-se, também sei que uma Espanha fraca é um convite ao fundamentalismo muçulmano no Norte de África.
Al-Andalus é muito tentadora e vai desde Gibraltar até às Astúrias.
Ainda há pouco esses camelos dos catalães andavam a tentar insultar um português “pesetero” insultando todos os portugueses. Pois por mim bem que podem continuar a ser enrabados pelos castelhanos por mais 4 séculos.
Clavis Prophetarum disse
há catalães idiotas, como há portugueses idiotas.
a idiotia não é – infelizmente – exclusivo de ninguém…
mas historicamente, há de facto essa dívida histórica. Foi casual e não fruto de uma qualquer estratégia joanina ou catalã (e muito menos castelhana), mas é um facto de que nos primeiros anos da Restauração, Espanha teve que concentrar esforços na recuperação da Catalunha, que para ela era muito mais estratégica do que o periférico Portugal.
E essa escolha beneficio-nos…
e em termos estratégicos a posição de Portugal na Península só teria a ganhar com a fragmentação (pacífica) da Espanha, nas suas partes constituintes, especialmente se tal aproximasse mais Portugal, da sua metade feminina (Agostinho da Silva), a Galiza…
Lusitan disse
A Galiza não é a nossa parte feminina. A Galiza é a nossa mãe. Mas como todos os filhos um dia tivemos que ir à nossa vida e parar de mamar na mama da mãe. Como qualquer filho decente continuamos a gostar muito da nossa mãe, mas só voltaremos a viver com a nossa mãe em circunstâncias muito especiais e não é por ela se separar do nosso padrasto mal-amado que ela vem viver conosco.
Eu continuo a achar que não devemos nada. Sobre o reinado dos Filipes, Portugal continou a ser um reinado independente de Espanha sob a mesma coroa. O mesmo não se passava com a Catalunha. A Catalunha era um problema interno de Espanha que teve de ser resolvido antes de se virarem para um problema “externo” – Portugal.
O rei inteligentemente percebeu que sem a Catalunha a Espanha deixaria de existir, pelo que qualquer pretensões para dominar Portugal deixariam de existir também.
Além disso com a Catalunha poderiam perder também os territórios italianos que historicamente pertenciam ao Reino de Aragão. Os territórios portugueses sempre estiveram nas mãos dos portugueses e eram administrados por portugueses. Sempre houve a separação dos dois Reinos. Aliás, a vontade da independência só nasceu quando o Rei espanhol começou a tentar fundir as duas coroas.
Por isso continuo a achar que o problema catalão não é igual ao nosso, uma vez que a Catalunha nunca existiu enquanto Estado independente, e que não devemos nada à Catalunha, uma vez que as revoluções não foram concertadas e como tal não havia qualquer tipo de aliança entre as duas lideranças das revoluções. Para mais a Catalunha aliou-se a uma grande potência, tal como Portugal, que no entanto os abandonou, ao contrário do que os Ingleses fizeram conosco.
Se aproveitámos o facto de Espanha se encontrar num estado frágil, só demonstra a nossa maior maturidade enquanto Nação e a pouca inteligência dos líderes da revolução catalã ao aliarem-se com os Bourbons, essa raça de gente que anos mais tarde viria a governar sobre a nação deles.
Clavis Prophetarum disse
existe hoje na Galiza um movimento muito representativo (ainda que minoritário) de pessoas que buscam na Lusofonia um escape para o centralismo de Madrid.
nota ainda que de facto, houvesse “reino duplo” no primeiro Filipe, com o último já não era assim e muitos espanhóis começavam a introduzir-se na nossa administração…
Lusitan disse
E foi precisamente devido às tentativas de fusão dos dois reinos que começou a revolta que deu lugar à Restauração de Portugal.
Clavis Prophetarum disse
correto. foi mesmo.
e o facto de os nobres portugueses terem percebido que essa centralização lhes roubaria poder e influência….
Lusitan disse
Em relação à Galiza… mesmo que os galegos encarem a Lusofonia como escape isso não implica que queiram ser anexados por Portugal, apesar de achar que economicamente a Galiza teria muitas dificuldades em sobreviver nas primeiras décadas de existência como Nação independente.
Clavis Prophetarum disse
anexados, nunca.
essa época (das anexações) já acabou…
agora re-integrados numa entidade muito descentralizada e no contexto em que Espanha se desagrega (com a saída da Catalunha, p.ex.)
é já outra coisa…
Joaquim.R.Ferreira disse
Cada vez mais se vê iberistas a declararem-se abertos a submeterem ao domínio dos castelhanos e perderem a sua cidadania de português e, isto, é sinónimo de incapacidade de se orientarem por si próprios, coitados.
Esta é uma situação que me irrita porque uns quantos querem destruírem tudo aquilo que muito custou, com sangue e lágrimas, a nossa independência.
Se isso vier a acontecer, perderemos infalivelmente a língua e todo o nosso espólio imaterial que erigimos nos cinco continentes deste planeta , também em viqas de destruíção.
Todos aqueles que têm orgulho do que foram os nosssos antepassados, esses sim mostram ter alma de portugueses semelhantes aqueles que ajudaram a erguer este torrao pátrio, virando costas à asquerosa espanha, sem palavra e muita traiçoeira. Veja-se o assalto a Olivença e ainda não devolvida tal como estão obrigados pelas potências europeias da altura cujo documento os aldrabões subscreveram. Os espanhóis são uns vira casacas e falsos. Repare-se no que antecedeu as invasões napoleónicas. A espanha tinha assinado connosco um pacto de defesa contra os franceses e inesperadamente viraram-nos as costas a aliaram-se a napoleão contra nós. Os espanhóis, leia-se castelhanos, continuam iguais a si mesmos e com os mesmos ideais de domínio e de imperalismo. Anote-se bem o que eles fazem na Galiza, cujo comportamento das autoridades são bem a prova disso.
Viva a Catalunha independente e serão estes a porem ordem na ibéria
Joaquim.R.Ferreira disse
Olivença tem sido um caso esquecido voluntária ou involuntariamente pelos políticos portugueses perante o medo que têm dos castelhanos, a sociedade civil deveria criar um movimento para que fosse implantada a monarquia em Portugal, pois o futuro Rei já se mostrou favorável à retoma de Olivença. Esta posição, quanto a mim, parece ser contrária à do Sr. Engº. Sócrates, que, aqui há uns anos, no encontro entre madrid e Portugal, em Braga, não só não introduziu a discussão do problema como não autorizou a GAO a mostrar aos ilustres visitantes(!) os seus cartazes de repúdio pela ilegalidade dos espanhóis/castelhanos sobre o dito território, madando-os afastar, pela GNR, cinco kilómetros do local, dizia o jornal na alturta.
Este assunto também pertence ao povo e não só ao governo que deve governar em consonância.
Não vale a pena dizer que estamos no UE e que não faz já sentido esta discussão. Contudo, é verdade também que os colonos ibéricos não alheiam qualquer espaço que controlam e que, deita por terra esta teoria, porque ela não é universal na peninsula.
Viva Portugal e abaixo a espanha porque ela não é democrátia e é artificial.
Vê-se pelas notícias inseridas na Net, que eles prendem toda a gente que tem ideias contrárias ao conceito de castela secular, que é o dominio de toda a ibéria, incluíndo Portugal através de métodos subterrícios e que os políticos vão cedendo lentamente, parece-me.
Clavis Prophetarum disse
será esquecido, mas não por todos:
http://www.olivenca.org/
de que sou membro, assim como o Joaquim, presumo eu.
essa franca violação da honra e dos tratados por Espanha, não é esquecida enquanto existirmos.
Nem a defesa da Lusofonia em Olivença, e na Galiza.
Joaquim.R.Ferreira disse
Vou tomar uma posição pouco agradável a alguns dos portugueses que anseiam pela regionalização, sem querer, todavia, melindrar quem quer que seja com o meu ponto de vista.
Fica e está demonstrado que os portugueses, minoria, talvez, não têm nenhum sentido político acerca do que foi e do que é e do que querem que Portugal seja, desprezando a sua história milenar, brilhante e heróica e como potênncia colonial que foi, foi das mais humanas comparada com aquilo que a política doutras nações tiveram com os autotenes. Por dá cá aquela palha viram as costas ao seu país e querem passar a ser doutra nação porque o que querem é que as coisas lhe sejam fáceis e cómodas e não importa o por quê das coisas. Estou a lembrar-me da situação das bandeiras espanholas(ascorosas).
Galegos de passagem por Viana ficaram admiradíssimos com a atitude dos Vianenses e diziam que nunca por nunca poriam uma bandeira portuguesa hasteada em sua casa fosse qual fosse o motivo para o protesto.
A diferença de pensamento e postura de um lado e do outro da fronteira é bem diferente e é reveladora da maturidade das pessoas e não merece comentários.
Eu, por mim, vou dizer não à regionalização quando vier o referendo.
Viva Portugal eterno e a sua história que é admirada por povos de todo o mundo mesmo aqueles que sofreram a nossa colonização.
Os espanhóis / castelhanos devem estar todos contentes porque a nossa mediocridade política facilita a sua acção de reintegração de Portugal na Ibéria colonizada.
Paulo Paixão disse
Apesar da Catalunha requerer sua independência da Espanha (Como também desejam os bascos do ETA), devemos nos lembrar que o desejo de independência da Catalunha deve surgir dos catalães, e Portugal só deveria fomentar essa independência caso fosse de desejo geral catalão.
Creio que não só Portugal, mas outros países europeus, deveriam apoiar movimentos separatistas muito mais interessantes, que se desenrolam em silêncio, mas sem que a região onde esses movimentos ocorrem soubesse.
A Catalunha independente traria um fôlego a mais para Portugal poder se livrar da ameaça da União Ibérica sob o jugo de Madri. Mas Portugal deve “pegar o bonde andando”, como se fala no Brasil, pois se Madri descobrir que Portugal está, de alguma forma, fomentando a independência da Catalunha, com certeza, choverão bombas. Ou seja: Portugal só pode se manifestar a favor da Catalunha quando os catalães estiverem a fazer passeatas pelas ruas, exigindo independência.
Darth Kahaeldraan disse
Olá à todos!
Se a Catalunha vier a se tornar independente, Castela não vai mais conseguir segurar o País Basco. E quanto ao País Basco, a França vai se sentir ameaçada e vai apoiar Castela. Quanto a Galiza, vai da maioria da população querer seguir os passos dos catalães e bascos ou não. Quem votar contra a independência, tem a opção de migrar para terras que ainda restarem da Espanha, se a opção pela independência for a maioria dos votos. Eu recomendo a Portugal não interferir abertamente, mas procurar apoiar discretamente a Catalunha e o País Basco. Só no caso da Galiza ou de Olivença que vale a pena Portugal afrontar Castela abertamente. Porque assim Portugal vai tocar os corações oliventinos e galegos.
Quanto ao fator econômico, eu acho que o Clavis Prophetarum está certo, centralismo, sistema unitário, é um desastre completo, não funciona. Até nesse detalhe, Portugal tem semelhanças com o Brasil. Os estados do sul e do sudeste principalmente se queixam de Brasília assim como o interior de Portugal se queixa de Lisboa. No Brasil fala-se até em separar estados do Brasil para formar outro(s) país(es). Falam que estão “cansados de sustentar a parcela do país que não produz”. A conversa é idêntica. Às críticas ao governo por vender o país aos governos estrangeiros, a críticas aos parlamentares, aos políticos, o poder central suga os tributos e não redistribue de forma justa… já vi esse filme…
Enfim, voltando a questão da Catalunha, é recomendável a Portugal ter cautela, não provocar Madrid tão na cara.
Clavis Prophetarum disse
paradoxalmente e apesar de toda a celeuma mediática provocada pela ETA, há hoje menos bascos que advogam a independência do que catalãs com a mesma exigência…
curiosamente no Brasil não se fala muito da entrega aos municípios de uma parcela significativa da administração ou até de delegação democrática.
Daquilo que sei – falando com brasileiros – as competências municipais são muito fracas, quando comparadas com as portuguesas e este é um dos caminhos de desenvolvimento que falta ainda trilhar…
Darth Kahaeldraan disse
Sim. Em Portugal o municipalismo está muito mais avançado que no Brasil. Os municípios lusos são mais autônomos em relação ao governo central português que os brasileiros em relação ao governo central brasileiro, ou estadual. Mas no ponto de vista predominante dos brasileiros, o que é desejado é ampliação da autonomia estadual (que de fato quase não existe). E a idéia de federalismo municipalista é excelente, talvez até melhor que de estados. Mas os brasileiros têm forte identificação com os seus respectivos estados. Na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro há forte identificação com a cidade, mas nas pequenas cidades do interior, não há esse desejo municipalista.
Clavis Prophetarum disse
e é curioso… especialmente quanto tantos brasileiros já contactaram com a realidade municipalista portuguesa. Ainda que talvez como o seu sucesso seja mais notável comparando com o período pré1975, não notem tanto a diferença do seu sucesso…
Darth Kahaeldraan disse
Bom, no Brasil já existem movimentos municipalistas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Municipalista_Brasileiro
http://www.cnm.org.br/institucional/conteudo.asp?iId=126661
Mas o que acontece? Primeiro, o Brasil tem quase 200 milhões de habitantes e a divergência de opiniões é gigantesca. A grande maioria dos brasileiros tem mentalidade paternalista, acham que é o Presidente da República, o Governador do estado e o Prefeito da cidade que faz as coisas acontecerem. O Lula mesmo se comporta como “o pai do povão” e por isso é bem sucedido quanto a carisma. A maioria não sabe muito bem para quê existem senadores, deputados e vereadores. E quando aparecem escândalos de corrupção, manifestam saudades do regime militar. Os mais ou menos esclarecidos sabem mais ou menos como funciona, mas se espelham no modelo dos Estados Unidos. Por isso dão preferência pra a autonomia estadual. E este grupo federalista predomina no sul e sudeste do Brasil. A classe política em si é simpatizante do Parlamentarismo (não são nada bobos, não é). O municipalismo é defendido por uma despercebida minoria que vê que os municípios é que estão mais próximos dos cidadãos na hierarquia, e o federal é o que está mais distante. Eu refleti e percebi que realmente, municípios com alto grau de autonomia é melhor ainda que estados com alto grau de autonomia. Fazer municípios terem condições para investimentos sociais é uma questão de reforma fiscal-tributária. A esfera federal devia ser voltada mais para relações exteriores, negócios estrangeiros, e para moderar o relacionamento interno.
joão tavares disse
Quando a Catalunha se tornar independente , tambem desejáva o mesmo para a minha região de Bragança , acerca de um mes vimos minhotos de valencia a empunhar bandeiras espanholas , aos poucos o pessoal do norte vai abrindo os olhos !!!!
Joaquim. R. Ferreira disse
A espanha tal como hoje existe, ainda é colonial, imperialista e opressora.
No passado dia 22, sábado, a SIC apresentou no seu noticiário da 20h uma informação acerca dum inquérito à população portuguesa, com origem na universidade de salamanca, tendo por fim perguntar aos portugueses se são ou não adeptos da formação de uma federação ibérica.
Paralelamente também o fizeram aos castelhanos e estes não se mostraram muito interessados(baixa percentagem) e quanto à língua nunca falariam em português. Esta é também uma outra forma de colonialismo, que é a de suprimir o português, que é aquilo que eles fazem na Galiza amordaçada.
Os castelhanos não têm o direito de procederem em Portugal tal como o fizeram porque não somos espanhóis.
Faria mais sentido que o tivessem feito na Catalunha ou País Basco, porque estes não querem ser espanhóis.
Os castelhanos(ideal dominador que quer subjugar toda a península pela força, continua) devem ser democratas e deixarem a Catalunha e o País Basco serem livres conforme o seu desejo e não prendê-los e puní-los por terem a vontade de ser independentes expressando as suas ideias.
Eu, pessoalmente, vejo nesta atitude de sondagens feitas a partir de espanha com um único fim, que é muito semelhante ao de uma guerra subservia – a contra informação.
A verdade e a liberdade devem sobrepor-se a todas as manipulações de domínio e que a Catalunha, País Basco possam ascender à sua independência, assim como a Galiza.
Os castelhanos ainda detêm a nossa Olivença sob roubo e eles não respeitam o documento de 1815, de Viena de Àustria, imposto pelas potências Europeias da época impondo a devolução de Olivença aos portugueses e o que os espanhóis subscreveram em 1817, mas não honraram ainda a sua assinatura porque não são sérios nem respeitadores do direito internacional a que estão vinculados, a meu ver porque somos portugueses, e existir neles o sentimento de serem superiores a nós.
Viva a Catalunha, País Basco e Galiza livres dos castelhanos.
Clavis Prophetarum disse
sim, esse “inquérito” estava inquinado logo à partida… perguntava-se sobre as condições materiais de vida em cada país e depois, no fim, perguntavam às pessoas onde preferiam viver. Todo o inquérito era conduzido de forma que desse na conclusão de que os portugueses se queriam “fundir” com Espanha. Federação… à maneira de Madrid é coisa que não passa de artifício, como prova o colonialismo espanhol na Galiza e a vontade de libertação desse jugo que sente hoje (felizmente) a maioria dos catalães (os que não são colonos de Madrid).
Joaquim. R. Ferreira disse
Os portugueses de hoje são iguais aos portugueses do passado, isto é, não têm juízo em relação aos seus vizinhos. Acreditam neles como se eles fossem sérios.
Fazemos/estabelecemos com eles acôrdos de cooperação na política, na militar e na comercial e depois passamos por situações difíceis, porque eles, espanhóis/castelhanos, têm um comportamento de falsidade enorme connosco e espetam-nos a faca pelas costas logo que podem.
Vejamos o caso da PT. Enquanto eles necessiatram da colaboração dos portugueses, tudo, mas logo que surgiram oportunidades de expulsar os portugueses do negócio, na Vivo, Brasil, não hesitaram e querem aniquilar a PT no Brasil, ou então em Portugal, perante a negação da cedência da PT, no Brasil.
Nada é novo, basta olharmos para a nossa história e ela está cheia de exemnplos negativos.
Aqui, apetece-me estabelecer uma comparação de comportamento, sem, contudo, querer ferir as susceptibilidades de quem quer que seja, mas toda a gente sabe que não podemos acreditar nos ciganos, porque se o fazemos, somos enganados. Há um exemplo muito concreto que é o caso do território de Olivença que em 1815, por imposição das potências europeias, da altura, que, por documento, obrigaram os espanhóis a devolver-nos esse roubo. O documento está assinado pelos espanhóis e data do ano de 1817.
Os espanhóis/castelhanos não gostam nada dos portugueses e os seus actos provam-no e por vezes são os mais simples e até passam despercebidos. vejamos. A família Obama optou pela escolha de um cão de origem portuguesa e a imprensa americana expandiu a notícia
com elogios à raça e logo os jornais espanhóis vieram referir ao assunto dizendo que era um cão de raça ibérico.
Há ainda um outro caso e toda gente sabe que a Catalunha, o País Basco e a Galiza pretendem obter a sua independência e que a espanha sente esse problema. Para estabelecer confusão nas mentes das pessoas, então, eles, espanhóis/castelhanos lançam o método de contra informação, que é a de fazer sondagens aos portugueses, a partir de salamanca, e mostrar aos contestários a imagem de que os portugueses estão interessados em integrar a espanha. A isto se chama guerra subversiva.
Eu sei e tenho essa expectativa de que a Catalunha, o País Basco e a Galiza não se deixarão abater e continuarão com o seu desejo de consumarem a sua indepedência, porque os espanhóis/castelhanos irão fazer tudo na mística camaleónica – o mimetismo – no sentido de tudo continuar sob o seu domínio colonial, humilhante e arrogante.
Viva o povo da Catalunha, da Galiza e País Basco.
Odin Borson disse
Lembrando que a Telefónica, que atua na telefonia fixa no estado de São Paulo, a insatisfação dos clientes é muito alta com esta empresa. Apesar de que os consumidores estão insatisfeitos com todas as empresas de telefonia, e ja faz tempo…
rui dias disse
Eu vou até mais longe , catalunha independente sim , independencia tambem para as beiras e trás-dos-montes , independencia para o Minho e Alentejo , igualmente defendo a independencia para os algarves e ribatejo , assim lisboa deixa de uma vez por todas de MAMAR á conta da pobreza das outras regiões Portuguesas . Lisboa e Madrid que se f***********ão
Joaquim. R. Ferreira disse
Ó Rui, li e vejo nas suas ideias um qualquer ressentimento quando se fala num desmembramento de espanha. Isto deverá acontecer e perspectivo que isso não deverá levar muitos anos a ocorrer porque a espanha é uma formação política artificial e ela existe na base do casamento de D.Fernado de Aragão e D. Isabel de Castela, em 1469, que unificaram as várias regiões no estado espanhol, menos a Portugal, que teve a sua formação no ano de 1143. A espanha sempre foi virulenta, na aplicação do ideal castelhano impondo às outras regiões submissão pela força, com excepção de Portugal que se opõs a esse desígnio cstelhano, sempre pela sua força militar e também espiritual. Eles bem tentaram ao longo de anos, mas Portugal resistiu sempre às suas investidas. Fizeram-se acôrdos e eles espanhóis nunca os respeitaram porque nunca foram sérios e ainda não o demostraram que são, começando logo por lhe indicar um caso muito concreto, mais recente, que é o caso de Olivença. Os espanhóis esquecem o documento que assinaram em Viena de Àustria, de 1815, que os obriga, pelas potências europeias, da altura, a entregar o território roubado aos portugueses seus legítimos proprietários e que eles ainda não cumpriram aquilo que deveria ser de honra, mas isto é só para quem a tem.
A espanha foi colonial e continua a sê-lo procurando, ainda hoje, apesar de ter havido uma certa abertura autonómica, o controle das outras regiões e não deixam as rédeas, centradas em madrid.
A espanha tem presos políticos e a União consente que isso ocarra e que contraria a condição primeira de fazer parte da europa unida.
A este respeito veja-se o que eles fazem na galiza e no País Basco prendem sem clemência todos aqueles que têm ideias independentistas, aplicando a prisão sem tolerância alguma, só por ter essas ideias e recusam todo o tipo de diálogo nessen sentido. Em Portugal, no tempo de Salazar também era assim, hoje é bem diferente e ainda bem que a liberdade seja vivida.
A espanha contém regiões, que são muito distintas umas das outras e os seus povos, pelas suas dimensões territoriais, são autênticas nações e que foram subjugadas e ainda estão. Não lhes é permitido falar as suas línguas porque a colonização dura à séculos e eles estão insatisfeitos. Chamam à língua castelhana de língua espanhola, mas esta não existe sendo o castelhano uma língua colonial porque se impõe às demais e humilha-as pela atitude dos policiais cumprindo ordens de madrid.
Por mais incrível que lhe pareça, os povos nessa situação de colonizados não esquecem a sua menorização perante o “senhor” e trasmitem o ódio às suas gerações ao longo dos séculos, mantendo bem vivo a subjugação que ainda sofrem.
Eu não acredito que a península ibérica se entenda, politicamente, sem passar, primeiro, pela liberdade e igualdade dos povos que a compõe, para, antes demais, falarem sem qualquer tipo de coação. A meu ver temos que entender que as regiões de espanha, do tipo nações, não necessitam já de tutores visto que se consideram de maior idade.
Viva a catalunha livre assim como a Galiza e o País Basco.
Clavis Prophetarum disse
sem partilhar da linguagem (apesar dos *****…) devo dizer que não deixo de concordar com aquilo que escreve, Rui: Defendo desde à muito o modelo de Agostinho da Silva de uma Descentralização municipalista, tornando este Estado centralista e unitário, numa Federação de Municípios Livres e Independentes, representados em Cortes (como representantes eleitos) regularmente reunidas e com um Rei eletivo e democrático. E integrando este conjunto numa União Lusófona formatada de idêntica forma.
Carla Bettencourt disse
Só espero que os portugueses cada vez mais têm a consciência que os espanhóis não valem rigorosamente nada!
Quando estive em Madrid o ano passado, senti na pele o desprezo do povo espanhol por falar português e ser portuguesa. Muitos dizem que se não fosse Espanha a sustentar Portugal, que o nosso país ( que eles tratam como “província espanhola) ia à merda de uma vez por todas. Porque raio esses políticos de merda abaixam as orelhas e prestam vénias a Espanha? Parece que têm medo de Castela será? Será que é preciso vir mais uma Padeira de Aljubarrota alistar-se à guerra para defender o nome da nossa pátria?
Digo-vos meus amigos, os espanhóis odeiam os portugueses e consideram-nos “seres inferiores”, “cães”, “ralé”, “escumalha” etc etc. Eles ignoram Portugal a toda a hora. E o que é que alguns portugueses fazem? Vão prestar vassalagem aos espanhóis. Ái que raiva que isso me dá!!! Isso denota falta de patriotismo. E que tal por começarmos a fechar as fronteiras a Espanha? O ordinário do Sócrates e companhia LDA merecia pena de morte quando prefere ir bajular os ciganos do outro lado da fronteira. Saramago o mesmo.
Tanto que os nossos antepassados fizeram para fazerem dessa terra um pequeno país à custa de sangue, luta, sangue derramado, suor e coragem e andam aqui desgraçados a qualquer hora abandonarem a pátria para saltarem para o outro lado de lá quando muitos galegos bascos e catalães o que mais querem é se ver livres de Espanha.
Desejo todo o mal imaginário a Espanha. Que os espanhóis morram todos, e que o pseudo-país chamado Espanha desapareça de uma vez do mapa. Rezo para que aconteça uma catástrofe em Espanha porque só aí eles se tornarão mais humanos e quem sabe virão agora buscar auxílio ao povo português, um povo que é considerado de “inferior” pelos espanhóis!
Morte a Espanha e por favor façam uma petição qualquer para fechar as fronteiras de uma vez. Fora com as Zaras, Santanders, Cortes Ingleses e por aí fora. Fora com a hotelaria e imobiliária espanhola em Portugal. Já repararam que cada vez mais Espanha está a comprar Portugal aos poucos e alguns portugueses até agradeçem?
Por isso que por vezes sinto vergonha de viver numa república e de dizer que sou portuguesa, já que o meu país nem é considerado de país do outro lado de lá e senti na pele a sensação de ser considerada como cidadã de segunda em Espanha!
Joaquim. R. Ferreira disse
A nossa relação com espanha/castela tem sido de subserviência, quanto a mim, e isto prova-o o nosso comportamento relativo a eles porque temos medo de reclamar Olivença.
O governo português que teve uma atitude, a meu ver, anti-portuguesa, relativa aos seus concidadãos, foi o governo do Sr. Sócrates, porque, quando da cimeira ibérica que ocorreu no mosteiro de tibiães, em Braga, em 2005, proibiu que o Grupo dos Amigos de Olivença se pudesse manifestar aí diante dos espanhóis/castelhanos reclamando através de cartazes a entrega de Olivença a Portugal e ele mandou-os afastar do local mais de dois quilómetros de distância. No final do encontro, o Sr. Sócrates foi indagado pelos jornalistas perguntando-lhe se o assunto de Olivença tinha sido abordado e ele respondeu com um, isso é folclore. Para mim isso é inadmissível porque o caso é de todos nós portugueses e não apenas do Sr. Sócrates que nos representou somente.
Quero corroborar na afirmativa do Director Comercial da PT, Sr.Zeinal Bava, ao dizer que os espanhóis foram/são traidores. Isso é verdade e basta consultar a nossa história para ver que ela está cheia de episódios de traição para connosco e a via militar, por eles utilizada, foi-lhes sempre fatal.
Agora estão tentando dominar-nos pela via económica e assim atingir os seus objectivos de sempre e os portugueses não podem nem devem deixar de estar atentos aos seus actos camaleónicoa, que usam o mimetismo como camuflagem. Se nos distraírmos, eles até nos roubam o uso da língua portuguesa na europa, para além de tudo o mais.
Os espanhóis/castelhanos são autênticos gaviões e peneireiros que sobrevoam o nosso espaço com a sua sombra terrífica, que querem dominar tudo na península e não respeitam o tratado de Viena de Àustria, de 1815, que por eles também foi assinado, em 1817, comprometendo-se a devolver a Portugal o território de Olivença e até hoje não cumprido.
Eles não têm dignidade nem merecem a nossa confiança ou respeito.
O dinheiro não é tudo nem eles nos vão dar nada, pelo contrário nos vão sugar tudo, porque é esta a atitude de qualquer colonizador.
A liberdade de ser Português vale muito mais que a grandeza que eles querem ter na península como dominadores e mostrarem-se ao mundo como grandes, e impondo o uso do castelhano como língua principal e sufocando a língua portuguesa lentamente com o auxílio dos simpatizantes portugueses do castelhano.
Esse é o sentido que eles têm, mas para nós isso nenhum significado representa comparativamente com a grandeza da nossa história e a grandeza dos nossos feitos no mundo.
A evolução do uso da nossa língua no mundo deixa-os irritados porque dentro de alguns anos o português irá ultrapassar o número de falantes castelhanos à qual chamam de espanhol ofendendo até nisso as outras línguas de espanha.
Veja-se o que eles fazem no Alentejo, nas herdades compradas aos portugueses, os produtos agrícolas ali colhidos vão para espanha e depois rotulados como produtos de espanha. Isso é colonialismo puro, politicamente falando.
Espero que a Catalunha seja o princípo do fim da espanha ac tual e entretanto desejo que todos os males lhes aconteçam, até no Divino, como afirma a interveniente precedente.
Clavis Prophetarum disse
Espanha agora está em ebulição e com o desemprego a subir em flecha e com a redução dos apoios estatais os catalães poderão usar essa situação para exigirem a saída desse “homem doente” da Europa que é a Espanha centralista de Madrid-Castela.
INIESTA disse
VIVA AO BARCELONA E O RESTO AZAR, ISTO ERA BARCELONA VS REAL MADRID E O RESULTADO LOGO SE VIA HAHAHAHAHAHA