A Catalunha independente em 2014 (?) e a necessidade da solidariedade lusa

Segundo o vice-presidente da autonomia catalã, Josep-Lluís Rovira, “Espanha ainda não assumiu que Portugal é um Estado independente.” O governante catalão referiu a existência de uma atitude “paternalista” e de um “imperialismo doméstico” como exemplos dessa posição por parte do Estado central espanhol.

As declarações deste influente político catalão não surgem descontextualizadas… Foram proferidas no âmbito de uma movimentação que é crescente na Catalunha e que visa optar o número suficiente de apoios para declarar a independência da Catalunha de Espanha e têm como objectivo cativar Portugal para apoiar esta causa, junto de Espanha, mas sobretudo, junto das instituições europeias. O projecto terá o seu apogeu previsto num referendo a realizar na Catalunha em 2014 e onde essa opção será sufragada pela população.

Como bem referiu Rovira, “o que menos interessa a Portugal é uma Espanha unitária” e, sobretudo, “uma Catalunha independente na fachada mediterrânea poderia ser o contrapeso lógico ao centralismo espanhol“. Não nos devemos esquecer que se Portugal é hoje um país independente do “império de Castelo”, normalmente conhecido como “Espanha” tal se deve em primeiro lugar ao facto de em 1640 a revolta portuguesa ter coincidido com a revolta catalã. Na época, nos primeiros meses, a Espanha teve que optar entre reprimir os catalães ou os portugueses. A opção estratégica pela manutenção da Catalunha fez desperdiçar meses preciosos e deu a Portugal o tempo suficiente para reorganizar o seu exército e buscar apoio exterior, sobretudo em França. Sem a revolta catalã de 1640, hoje não haveria Portugal, mas mais uma “região autónoma” de Espanha.

Por isso, quando os catalães se movem para expulsar o jugo castelhano, Portugal deve pelo menos mostrar-se solidário e aliás Rovira invoca essa memória ao dizer: “A Catalunha é como Portugal mas sem os Restauradores”.

E quanto a precedentes… Alguém se lembra da declaração de independência do Kosovo? Bem, o precedente devem valer alguma coisa, a menos que este só contem para independências apoiadas diretamente pelos EUA… Portugal tem o dever e a obrigação histórica de apoiar a Catalunha se esta quiser imitá-lo e deixar a Espanha.

Como curiosidade fica a nota de que Carod Rovira usa os menus do seu telemóvel em… português e no seu gabinete oficial tem na parede uma fotografia de João Soares.

Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329153

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135 Respostas a A Catalunha independente em 2014 (?) e a necessidade da solidariedade lusa

  1. Eu há muito que sou um incondicional apoiante da independência catalã, basca e galega. Teríamos outra influência na peninsula. Defendo também a inclusão da Galiza na CPLP.

  2. gaitero diz:

    Essa é uma história complicada, talvez exista a possibilidade de independência. Más será que a espanha irá permitir, será que portugal deve se meter nesse assunto tão delicado, afinal não é apenas a catalunha que quer sua independência da espanha, isto pode provocar uma revolta em massa, e talvez sobre umas bombas à Portugal.

  3. Irrelevante:
    Sem dúvida, uma Península livre do império de Castela (ergo, Espanha) seria muito mais livre, independente e desenvolvida e Portugal teria também assim mais relevância ibérica e latina. Mas sobretudo, existe uma dívida histórica e moral que tem que ser saldada. Dai o meu apelo à solidariedade com os catalães, galegos e bascos.

    Gaitero:
    Veremos o que dá este referendo de 2012… Espanha (Castela-Madrid) teria que permitir se o resultado do referendo fosse inequivoco. E não acho que seja mais o tempo de revoltas e de bombas… ninguém tem mais paciência para aturar a ETA, por ex., porque iriam então os catalães enveredar pela mesma via? Não… a separação – a ocorrer – sera pacífica, e nem mesmo Madrid poderia fazer algo para a travar. E Portugal seruia solidário, como sempre foi, e como provam o nosso comportamento em Timor, Guiné-Bissau, Tsunami, terremoto de China, etc. e sei que não esqueceríamos então a nossa dívida histórica com os catalães.

  4. Clavis: atenção ao seguinte em duas áreas.

    A Catalunha não teve hipótese de ser independente em 1640 por duas razões fundamentais.
    A9 geografia que lhes foi desfavorável( o porto de Lisboa conta qualitativamente a favor de Portugal, bem como apesar de tudo, a proximidade da Catalunha ser maior a Madrid do que Portugal
    B) Falta na época de uma diplomacia experiente que soubesse manobrar na situação complexa, que penso talvez poder ser explicável pelo facto de a Catalunha nunca ter sido Independente enquanto que Portugal previamente o tinha sido.

    Actualmente, para Portugal tanto dá como deu serem as regiões espanholas independente, porque Portugal não tem nem nunca teve qualquer ambição hegemónica sobre qualquer território espanhol que se tornasse Independente.

    Manda no entanto a prudência manter um relativo afastamento desta questão.

    E pensar em questões de geo estratégia , uma vez que uma Espanha dividida me várias nações, daria um sinal ao norte de África que seria possível “gritar mais alto” e aí – nesse cenário, Portugal teria que se deixar de tretas e de andar permanentemente a assobiar para o lado e assumir-se como potencia marítima/aérea.
    E isso custa dinheiro, tempo e esforço.

    Se se tornasse independentes algumas regiões parece-me também óbvio que do ponto de vista da CPLP pelo menos a Galiza deveria entra e até mesmo a Catalunha.

    A cplp se tem algum mérito pelo menos é o de ser adepta da inclusão e da solidariedade – valha isso o que valha.

    Quanto ao senhor Rovira do post apesar do que disse, não é considerado um político de confiança , mas sim um oportunista e demagogo, que disse o que disse por conveniência táctica.

    Do ponto de vista económico populacional a Catalunha tem mais que condições para ser independente.

    Até espero que algum dia o seja.

  5. Lá em cima onde está desfavorável” deve ler-se favorável…Bolas para as gralhas…

  6. não podemos pensar que Portugal tera mais influencia na peninsula iberica com Espanha dividida. o problema de não termos influencia não é nossa dimensao relativa, é a nossa atitude, o nosso comportamento colectivo. Desde o inicio do sec. XVI q temos vindo a perder… mas não é preciso ir tão longe. meados dos anos 70 estavamos bem melhor que Espanha!!! e agora somos a 3º região mais pobre da peninsula.

  7. DissidenteX:
    “A Catalunha não teve hipótese de ser independente em 1640 por duas razões fundamentais.
    A9 geografia que lhes foi desfavorável( o porto de Lisboa conta qna_mualitativamente a favor de Portugal, bem como apesar de tudo, a proximidade da Catalunha ser maior a Madrid do que Portugal
    B) Falta na época de uma diplomacia experiente que soubesse manobrar na situação complexa, que penso talvez poder ser explicável pelo facto de a Catalunha nunca ter sido Independente enquanto que Portugal previamente o tinha sido.”
    -> Sim. Bem apontado. Essas são de facto, as razões pelas quais a Catalunha é ainda hoje parte da “Espanha”.

    “Actualmente, para Portugal tanto dá como deu serem as regiões espanholas independente, porque Portugal não tem nem nunca teve qualquer ambição hegemónica sobre qualquer território espanhol que se tornasse Independente.”
    -> Não advogo naturalmente que Portugal venha a substituir Castela ou Madrid no papel “tutelar” sobre as demais espanhas. Disso já tivemos o exemplo castelhano. O que advogo é umas Espanhas livres, governadas localmente, profundamente descentralizadas, que devolvam aos seus povos as suas liberdades e a sua plena gestão democrática. Recordemo-nos de que a Espanha de hoje é ainda uma invenção de Franco e dos seus monarcas ultra-católicos e que a sua história está manchada de sangue e opressão, para além de impulsos expansionistas e imperialistas sobre todas as periferias, a começar por Portugal.

    “Manda no entanto a prudência manter um relativo afastamento desta questão.”
    -> De acordo. Por isso acho que devemos esperar pelo referendo catalão para firmar melhor qualquer tomada de posição. A decisão do povo catalão nesta matéria deve ser soberana, mas é impossível deixar de sentir alguma identificação com estas palavras já agora, neste momento.

    “E pensar em questões de geo estratégia , uma vez que uma Espanha dividida me várias nações, daria um sinal ao norte de África que seria possível “gritar mais alto” e aí – nesse cenário, Portugal teria que se deixar de tretas e de andar permanentemente a assobiar para o lado e assumir-se como potencia marítima/aérea.
    E isso custa dinheiro, tempo e esforço.”
    -> Portugal encontra sempre o melhor de si em grandes desafios históricos. O norte de África não dá mostras de se ameaçar dividir, dá-as contudo de cair nas mãos de regimes islamitas radicais, e por isso, Portugal devia já estar a preparar-se para essa eventualidade, especialmente quanto a Marrocos… A compra de uma fragata FREMM é neste aspecto particularmente preocupantes, assim como a de F-16 ou Rafales…

    “Se se tornasse independentes algumas regiões parece-me também óbvio que do ponto de vista da CPLP pelo menos a Galiza deveria entra e até mesmo a Catalunha.”
    -> Sem dúvida. A Galiza aliás é já hoje observadora na CPLP.

    “A cplp se tem algum mérito pelo menos é o de ser adepta da inclusão e da solidariedade – valha isso o que valha.

    Quanto ao senhor Rovira do post apesar do que disse, não é considerado um político de confiança , mas sim um oportunista e demagogo, que disse o que disse por conveniência táctica.
    Do ponto de vista económico populacional a Catalunha tem mais que condições para ser independente.
    Até espero que algum dia o seja.”
    -> Não tenho razões para desconfiar de Rovira… E quanto à virtude das suas intenções, o tempo haverá de a esclarecer.
    -> E se os catalães quiserem libertar-se do jugo de Madrid, poderão contar comigo e com todos os portugueses, estou certo disso.

    Viriato:
    “não podemos pensar que Portugal tera mais influencia na peninsula iberica com Espanha dividida. o problema de não termos influencia não é nossa dimensao relativa, é a nossa atitude, o nosso comportamento colectivo. Desde o inicio do sec. XVI q temos vindo a perder… mas não é preciso ir tão longe. meados dos anos 70 estavamos bem melhor que Espanha!!! e agora somos a 3º região mais pobre da peninsula.”
    -> Não se trata exatamente de Portugal ter mais ou menos influência. Trata-se de acreditar nas virtudes dos governos locais e nas vantagens das economias locais e descentralizadas. Acredito nas virtudes da descentralização regional e municipalista e logo, nas vantagens de uma independência catalã. Assim como creio na dívida histórica de Portugal para com a Catalunha e no facto de que Portugal e os portugueses não têm como hábito esquecerem as suas dívidas.
    -> Se os catalães quiserem, estaremos com eles. Isso é certo. Pelo menos da minha parte.

  8. Português diz:

    Concordo pelenamente com o desmembramento de Espanha, espero que aconteça em breve e deve ser visto como um dia de grande satisfação para Portugal, porque a Espanha, ou melhor Castela, porque é disso que se trata, de Castela, há que chamar as coisas pelos nomes, a Espanha não existe, é apenas um eufemismo que esses Castelhanos de merda arranjaram para designar Castela, tal como Tito criou o eufemismo Jugoslávia para designar a Sérvia, e nesta Espanha (Castela), quem manda é Madrid e Burgos( antiga capital de Castela), o resto não passa de paisagem e de subordinados.

    A Espanha nunca viveu uma mudança de poder desde a morte de Franco, e a sua fragmentação ocorrerá na pior das hipóteses com a chegada ao poder do e o príncipe das Astúrias que manifestamente não tem capacidade para manter o domínio Castelhano, nem tão ouço o actual Rei o está a conseguir visto que nunca conseguiu sarar as feridas da guerra civil de Espanha, e visto que os movimentos separatistas da Catalunha, País Basco, Andaluzia e Galiza estão de vez a ganhar alento acicatados e impulsionados pela independência do Kosovo, e agora Ossétia do Sul e Abcásia, a Espanha (Castela) acabará por se dividir a curto prazo em 4 ou 5 estados, Catalunha, País Basco, Galiza, Espanha (Castela) e talvez Andaluzia.

    Sendo assim, esta Espanha não tem base se sustentabilidade, e a curto prazo e motivado pelo lançamento das sementes da discórdia na Europa com a independência do Kosovo financiada por parte dos Estados Unidos, porventura um antigo inimigo de Espanha, que motivou a abertura de uma Caixa de Pandora na Europa, o que vai levar a mais independências, sendo na minha opinião tudo isto meticulosamente planeado pelos EUA que invejam e temem uma Europa Unida, provocará com que a Espanha( Castela ) se desmorone como um castelo de cartas, e a questão já não se põe se a Galiza, Catalunha, o País Vasco, e talvez mesmo a Andaluzia, embora aqui Castela consiga um maior controle sobre esta região vão proclamar independência de Espanha, mas sim quando, tal como é dito pelo político catalão Josép Carod Rovira, estando os catalães a promover já a realização de um referendo para 2014 para auscultar o povo da Catalunha quanto á independência.

    Neste contexto quem terá mais a ganhar será sem dúvida Portugal que passará de “patinho feio” da Península Ibérica a ganso passando a ser a potencia dominante na Península Ibérica, beneficiando de uma integração das terras irredentas em primeiro lugar de Olivença que é território Português de jure desde 1814 e que está ocupado ilegalmente por Espanha desde 1801 data das invasões napoleónicas, bem como provavelmente vila de Albuquerque que tem fortes ligações a Portugal e com a língua portuguesa e que queriam ser integrados me Portugal.

    Tal como já disse anteriormente a Espanha não existe, é uma mera ilusão, não pasando um eufemismo que os Castelhanos arranjaram para designar Castela e lançar o seu domínio sobre toda a península, menos e felizmente sobre nós, graças à coragem dos nossos antepassados, tendo também os Catalãese as restantes nações peninsulares o direito á indepêndencia, nomeadamente a o País Basco, a Galiza, Aragão, a Andaluzia e talvez mesmo Leão se venha a separara de Castela.

    Viva Portugal !!!!

    Viva Olivença Portuguesa!!!!!

  9. Sim, viva Portugal….é o BRASIL também.

  10. e a Catalunha!
    Com quem Portugal tem uma longa dívida histórica (a sua Independência em 1640)

  11. Português diz:

    Em resposta aos 2 comentários anteriores.

    Viva o Brasil sem dúvida nenhuma, e já agora por toda a América do sul a falar Português, visto que segundo o tratado de Alcáçovas vigente quando o português Cristóvão Colombo descobriu as Américas, toda América do sul pertencia a Portugal.

    Mais uma vez os filhos da puta dos espanhóis traíram-nos, foram falar com o papa para que este muda-se o mapa, visto que o papa à altura era Alexandre VI, um Castelhano, tiveram apoio deste e assim se passou a dividir o mundo ao meio por Portugueses e Espanhóis pelo Tratado de Tordesilhas, em que a linha imaginária não se encontrava na horizontal, mas sim na vertical passando 370 léguas a oeste de cabo verde de modo a assim ficarmos com o Brasil que o nosso rei, D. João II já sabia que existia.

    Sendo assim, pela lei toda a América do sul devia falar português, pode ser que ainda se venha a escrever direito por linhas tortas.

    Em relação à Catalunha, Portugal só tem uma coisa a fazer, pagar a divida histórica, visto que a nossa restauração da independência Portuguesa em 1640 só foi possível devido à revolta da Catalunha na mesma altura.

    Sendo assim, Portugal só tem uma coisa a fazer que é apoiar os movimentos separatistas em toda a Espanha e retalhar o abutre Castelhano, a Espanha, ou Castela é o nosso pior inimigo.
    ( ver http://josemariamartins.blogspot.com/2009/01/espanha-o-nosso-inimigo-recesso.html )

  12. Português diz:

    Continuação.

    O problema é que o Governo de Sócrates não passa de uma ponta de lança da Maçonaria e dos Bildenbergs, ( ver http://josemariamartins.blogspot.com/2008/12/jos-scrates-um-produto-bilderberg.html ) que é sustentado e impulsionado por essa corja que é a maçonaria e que devia ser purgada no nosso país um pouco à imagem das purgas de Estaline.

    É uma pouca vergonha que o senhor Rui Pereira, Grão mestre da maçonaria e ligado ao Oriente Lusitano seja ministro deste país, deste nosso Portugal e que ande a perseguir os nacionalistas como o Mário Machado, que pode ter cometido um erro ao vir mostrar armas para a televisão. ( ver http://josemariamartins.blogspot.com/2008/12/portugal-tem-de-eliminar-maonaria.html)

    Mas ainda pior do que isto é como é que é possível a alguém como o senhor Mário Lino que disse que disse em público e advoga que Portugal devia ser dissolvido e absorvido pela Espanha ( ver http://www.areamilitar.net/noticias/noticias.aspx?NrNot=278 ), seja o ministro das obras públicas, estando este homem neste cargo apenas para beneficiar a Espanha e as empresas espanholas.

    Cada vez admiro mais homens como o Sr. José Maria Martins, precisamos é de mais homens como ele e como o Mário Machado, e eu se for preciso defender o nosso país contra este bando de filhos da puta e chulos que são os maçonicos Iberistas, como o cão do Mário Soares, esse traidor à pátria, o boi do Saramago e o chulo do Mário Lino deviam ser mortos e expostos no terreiro do passo, e se for preciso defender o meu país, eu já digo como o Mário machado, eu saio à rua em caçadeira para o fazer, e então se for para matar Castelhanos, esses filhos da puta com maior vontade ainda.

    Esta corja e este bando de filhos da puta que se apelidam de “Iberistas” tem que ser purgada do nosso pais, limpar-lhes mesmoo cebo ou então prende-los e julgá-los por traição à pátria.
    Eles nem sequer sabem o que significa ser Português, nem o merecem ser tão pouco, porque não passam com certeza e um bando de Portugueses Acastelhados de meia-tijela subservientes do reino de Castela, porque é disso que se trata, maçónicos Iberistas estes que querem juntar o nosso Portugal com os nosso 800 anos de nacionalidade com esta cada vez mais defunta e dividida Espanha que de facto apenas existe desde 1716 e de jure desde 1812, aqui se vê a pequenez em comparação com Portugal.

    Meus amigos Portugueses, a Espanha, ou melhor Castela, porque é disso que se trata, de Castela, há que chamar as coisas pelos nomes, a Espanha não existe, é apenas um eufemismo que esses Castelhanos de merda arranjaram para designar Castela, tal como Tito criou o eufemismo Jugoslávia para designar a Sérvia, e nesta Espanha (Castela), quem manda é Madrid e Burgos( antiga capital de Castela), o resto não passa de paisagem e de subordinados.

    Eu deixo então aqui um recado a estes dementes, que nem sequer se podem apelidar de Portugueses, porque os verdadeiros Portugueses são aqueles que pensam como eu, que até vivo bem próximo de Espanha, que sentem o seu pais, que têm orgulho em ser portugueses e que honram a memória de todos os nossos antepassados que durante anos lutaram e caíram em Batalha para que nos possamos hoje chamar Portugueses, Portugueses estas que nunca irão permitir que estes iberistas de merda levem os seus intentos em diante e nos juntem com esses espanhóis maliciosos, de onde não vem, nem nunca vieram nunca há-de vir bons ventos nem bons casamentos

    Quanto a todos os que apregoam a junção com a Espanha, deviam ser todos decapitados em público ou enforcados num pinheiro e se gostais assim tanto da Espanha ide para lá de vez, para essa merda desse país dividido e fracturado onde se falam 5 línguas e ninguém se entende e onde a taxa de desemprego já chega quase aos 20 %que se chama Espanha, ou melhor Castela como já foi dito, porque Espanha foi um eufemismo que os Castelhanos arranjaram para designar Castela e lançar o seu domínio sobre toda a península, menos e felizmente sobre nós, graças à coragem dos nossos antepassados.

    Viva Portugal !!!!

    Viva Olivença Portuguesa!!!!!

    (Ver http://josemariamartins.blogspot.com/2009/01/li.html )

    Viva a Catalunha independente!!!!

    Viva o País Basco independente!!!

    Viva a Galiza independente!!!!

    Viva Aragão independente!!!

    Viva Leão independente !!!!!

    Viva a Andaluzia independente!!!

    Em conclusão:

    Morte à Espanha!!!!!!!

  13. israel diz:

    Viva a Catalunha independente!!!!

    Viva o País Basco independente!!!

    Viva a Galiza independente!!!!

    Viva Aragão independente!!!

    Viva Leão independente !!!!!

    Viva a Andaluzia independente!!!

    Em conclusão:

    Morte à Espanha!!!!!!!

  14. Viva!
    E Olivença, não nos esqueçamos!
    Mas por meios pacíficos, sem derramamento de sangue…

  15. joão tavares diz:

    não sei até que ponto uma espanha retalhada em nações independentes seria benefico para portugal.uma catalunha independente acho muito dificil,pois actualmente na catulunha existem muitos catalães que não sabem falar o catalão,só falam o castelhano,existem tambem milhares de catalães de segunda e treceira geração,filhos de espanhois de outras regioes ou emigrantes vindos da america latina que se consideram totalmente espanhois,acho se uma dia houver este tal referendo muitos catalães irão votar contra a independencia pois muitos não se sentem catalães,sentem-se espanhois.
    Portugal ao apoiar a catalunha independente,espanha poderia pagar com a mesma moeda e apoiar trás-os-montes independente,o mesmo poderia fazer com o minho que tem fortes relações culturais e afinidades com a galiza etc etc…
    Se castela vive á custa do resto das outras regiões de espanha,tambem é bem verdade que lisboa vive á custa do resto das outras regioes de portugal.Hoje muitos transmontanos,alentejanos beirões mais atentos sentem-se revoltados por verem as suas regiões abandonadas pelo governo central,onde fecham-se escolas,hospitais, pelo contrário em lisboa gastaram-se milhões na construção do parque das nacões, centro cultural de belem,várias travessias sobre o tejo,vai tudo para lisboa e o que pouco sobra vai para o porto,o resto do pais não existe.
    Se a catalunha conseguir a independencia,penso que será muito mau para a penisula iberica,eu vivo em bragança,e sinceramente penso que hoje chego mais depressa a madrid ou a vigo,do que chego a lisboa,muitos de nós aqui,somos tratados nos hospitais espanhois,muitas das nossas crianças vão nascer a espanha, o nosso sistema de saude é muito mau ,os carros são abastecidos em espanha,lá a gasolina é mais baráto,vivo em bragança mas trabalho no ládo espanhol, ganha-se o dobro,aqui por esses lados já se diz em surdina que se fossemos espanhois estariamos bem melhor,se a espanha quiser apoiar trás-os-montes independente ou até mesmo passarmos para adeministração espanhola eu veria essa ideia como boa,penso que não seria o unico aqui por essas bandas.
    Eu como transmontano que sou,não temo espanha,temo antes lisboa,essa sim,dessa eu tenho medo,pois a capital come tudo e não deixa nada para ninguem !!!!!

  16. pessoalmentem defendo o fim do modelo centralista do Estado. Acredito firmemente numa descentralização municipalista (sendo esta um dos pontos centrais do MIL) e nas virtudes do modelo estritamente “local” de desenvolvimento. Isso reduzir a correta concentração de meios e recursos na capital e esta “litoralização” perniciosa que se tem verificado em Portugal.
    Quanto a Espanha… Ela cairá, inevitavelmente. Somente os “castelhanos”, em Madrid ou os seus colonos noutras regiões se sentem efetivamente “espanhóis”. Todos os outros se sabem bascos, galegos, andaluzes, catalães, etc.
    O tempo ditará naturalmente e pacificamente dessa construção artificial a que chama de Espanha, tornando-a numa verdadeira federação de repúblicas livres e semi-independentes, onde Portugal poderá depois ser realmente agente e influente.

  17. adriano diz:

    eu penso que portugal tem que se preparar para a dossolucao de eapanha, apostar na compra de armamento, para nao ser-mos surpeendidos, ja que a espanha quando se sente apertada vira-se para portugal, para justificar a merda que e as outras nacoes(caso recente duma sondagem emque eles dizem que os portugueses querem falar espanhol e que os espanhois nao querem falar portugues). Quanto ao nosso primeiro ministro Socrates, nao passa dum idiota, um ladraozeco,tem que sair do governo, senao desgraca portugal,vendendo-o a Espanha. Porque espanha se arma de ano para ano cada vez mais? porque esta a pressentir o pior ou seja a dissolucao, e quando ela vier os cabroes dos espanhois podem virar-se contra Portugal, dizendo que nos somos culpados(eles tem que arranjar um bode expiatorio, entao portugal precisa preparar-se, porque de espanha nem bom vento nem bom casamento. Forca Portugal, venham mais mil anos de nacionalidade

  18. a desagregação não será já para amanhá, mas é inevitável e começará pela Catalunha. Na Galiza vejo grandes dificuldades, tal é a força da colonização cultural de Madrid, e na Euskaria, o terrorismo irá travar durante muito tempo essa libertação. A atitude da ETA está aliás a prejudicar não só o nacionalismo basco, mas também todos os outros e nesse sentido (também) é estúpida.

  19. alves diz:

    Este João Tavares que diz que Portugal não tem nada a ganhar com o desmembramente do império colonial castelhano, em vez de Portugues deve é ser um pandeleiro de um castelhano disfarçado, o gay de merda, se queres ser espanhol vai tu para lá, casa lá com um pandeleiro como tu que lá pelos vistos não faltam, já se casam e tudo e fica lá alevar nas nalgas o pandeleiro de merda.

    Viva portugal e morte à espanha, ou melhor ao império colonial castelhano.

  20. joão tavares diz:

    se fossemos espanhois,ganhariamos mais,o nosso salário minimo é de 450 euros,o deles são quase 700 euros,o salário medio de um português não chega a mil euros,um salário medio espanhol são de mil e quinhentos euros,a gasolina é mais barata em espanha,a eletrecidade é mais barata em espanha,os cuidados de saude são bem melhores em espanha,o IVA é mais baixo em espanha etc etc… Vivo em Bragança mas trabalho em espanha,tu seguramente vives em lisboa, logo não sentes as diferenças diarias enormes entre portugal e espanha.Portugal esta-se a afundar,mais tarde ou mais cedo as populações da raia vão fazer pressão para se juntar a espanha.Em relação a olivença,naquela pequena terra não há ninguem que queira ser português,ninguem quer a fome.

  21. Alves: esses termos não fortalecem a sua argumentação.

    João: Depende das regiões… quem nos diz que não seríamos das mais pobres? Espanha não é esse paraíso que diz…
    fale com alguns galegos e depois diga-me o que eles pensam dessa “Espanha”…
    Olivença é portuguesa à luz do Direito Internacional. Ponto. Lusófonos, ainda os há (ver Associação Além Guadiana no Google), e se os há é milagre e testemunho maior da força da lusofonia, tal é a força imperial e colonial da língua castelhana nesses nossos 3 concelhos ocupados.

  22. joão tavares diz:

    a região mais pobre de espanha, consegue mesmo assim ser tão rica como a região mais rica de portugal.
    trabalho em zamora,sei o que falo,sei o que digo,se tras-dos-montes fosse uma região espanhola certamente não seria tão pobre e tão abandonada pelo governo central como ela é nos dias de hoje !!

  23. problema de um país doentiamente centralista… o mal não é de Portugal é do centralismo!
    por isso defendo uma regionalização municipalista!

  24. joão tavares diz:

    não é por acaso que no distrito de bragança, a abstenção nestas eleições legislativas a juntar com os votos em branco e com os votos nulos chegaram aos 50 porcento, a maior parte das pessoas que vivem aqui já estão com os olhos postos em espanha,muitos dos transmontanos já não querem saber da vida politica portuguesa,pois,não é portugal, e muito menos lisboa,que vão arrancar tras-dos-montes da pobreza,se um dia se fizesse aqui um referendo para saber a opinião das gentes desta terra sobre a hipotesse de tras-dos-montes se tornar uma região espanhola,acho que as pessoas irião votar no “SIM” .
    Lisboa mama tudo e não dá nada a ninguem,muitos transmontanos já estão abrir os olhos !!!!!

  25. Tenho estado a ler os vossos comentários e reparo que o vosso entendimento é só e só sobre o dinheiro que em espanha se ganha. E isto é tudo para vós, esquecendo-se de que existem outros valores bem mais superiores e Portugal em riqueza histórica é dos maiores e visto por aqueles onde estivemos com saudade e nostalgia. As economias de estado são como as modas sofrendo altos e baixos. Pobres daqueles que renegam a sua Pátria só pelo dinheiro e desvalorizam tudo aquilo que é Português. Não nos deveriamos esquecer de que deveremos consumir, primeiro o que é Português, e só depois o que é estrangeiro, porque se assim procedermos iremos dar trabalho aos nossos e a nossa econimia cresceria e os nossos trabalhadores teriam emprego. Teremos que ter/meter na nossa mente que todo o esforço terá de ser nosso, dado que os estrangeiros se algum dia administrarem aquilo que nós alhearmos, veremos, então, que eles só olharão por eles e nos submeterão e perderemos a nossa soberania.
    Viva Portugal milenário.

  26. joão tavares diz:

    para joaquim rodrigues ferreira.
    mais vale ter barriga cheia num espaçosem patria,do que ter uma patria e ter a barriga vazia.

  27. e sem perdermos a identidade, se nos tornarmo-nos numa coisa vazia, destituída de alma própria, valerá a pena viver?
    esta é de facto a grande questão:
    queremos viver como escravos (de um Senhor, de um Império, de uma potencia ocupante, de um patrão autoritário, etc) ou como Homens Livres?
    Uns importam-se, outros não.
    A opção é sempre de cada um.

  28. Ó joão Tavares, li já o teu pensamento.
    Demonstras ser uma pessoa não politizada e só vês dinheiro, mas se o teu problema maior é só esse poderias querer ír para a Holanda, França ou Suíça para não falar de outros países onde o nível de vida é muitoi superior e com uma assitência social elevada, mas não fazes.
    Porque não procuras, então, esses países onde poderás usufruír vantagens muito maiorers e mais rapidamente que em espanha?.
    Sendo assim, só vejo em ti uma coisa: és espanhol e andas a enganar os verdadeiros portugueses. Andas paulatinamente a fazer o teu trabalho de sapa, pelo qual deves receber algum dinheiro.
    Olha, a mim não me convences porque tenho-me como uma pessoa mais ou menos esclarecida e que não vende a sua pàtria.
    E para tua informação, posso dizer que em espanha os castelhanos dominam tudo.
    Recentemente, em Barcelona, uma sul-americana foi presa por ter falado em Catalão para o policial. E na Galiza, já agora, digo-te que também os trabalhadores são excluídos das empresas se falarem em Galego. Sem dúvida, grande democracia esta.
    Começa já a apreder castelhano a fim de não teres problemas mais tarde.
    Admiro ainda, e isto acontece aos miopes, de grau elevado, não veres que os Galegos, Bascos e Catalães querem saír desse espaço
    que tu julgas de paraíso, mas não os deixo e aqueles que se atrevem vão para as masmorras.
    Em suma, uma pessoa como não pode deixar de ser castelhana e inimiga de Portugal, como são todos os castelhanos.
    Viva Portugal milenário.

  29. Manuel Alves diz:

    Viva a Catalunha independente
    Viva a Catalunha independente
    Viva a Catalunha independente

    Viva a País Basco independente
    Viva a País Basco independente
    Viva a País Basco independente

    Viva a Galiza independente
    Viva a Galiza independente
    Viva a Galiza independente

    Morte à dita espanha!!!!

  30. Ñ, viva a Palestina independente… Abaixo os sionistas , q matam mulheres e as crianças de fome, de doença e sede ; conforme comprovou os investigadores da ONU e td os malditos q os apoiam. (será q vão atacar o Irã? quando? o interessante será a resposta , vai mudar em mt o status Quo local,hehehehehe) O mundo ñ vai esquecer .

  31. se a Catalunha se livre do capote “protetor” de Madrid, tenho a certeza que a maioria dos portugueses os apoiarão.
    como apoiaram Timor quando ele sacudiu o invasor indonésio.

  32. Joaquim.R.Ferreira diz:

    A Catalunha deverá ascender, por direito, à sua autodeterminação, porque o jugo de castela chegou ao fim.
    E não há que ter medo, pois a história seguirá sempre o seu rumo e é ela que determina, sempre, o fim dos impérios, e o de espanha também chegou ao seu términos e não deixa saudades.
    Castela impôs-nos uma guerra sem tréguas apesar dos acordos que com eles se foram firmando, mas nunca conseguiram aniquilar-nos. Foi um povo que nunca nos respeitou porque nunca assumiram os acordos que connosco estabeleceram na feitura da paz. E esta atitude, por parte deles, ainda se mantém, visto que mantêm ainda cativa o território Oliventino não respeitando a obrigação que assumiram, perante as potências europeias da altura, de devolver-nos aquele espaço que traiçoeiramente nos subtraíram.

  33. A “Espanha” (efetivamente o “império de Castela-Madrid” na Península) nunca logrou esse sucesso… apenas a vitória parcial de Olivença, obtida muito por culpa da tibieza dos nossos governantes, passados e presentes.
    A questão de Olivença, não está contudo encerrada, e consta da agenda do MIL…

  34. Joaquim.R.Ferreira diz:

    Fiquei satisfeito por saber que a Clavis tem em Agenda o assunto do território de Olivença para discussão e isso fica- lhe bem, e a todo e qualquer português que se prese.
    Para mim é muito estranho que Olivença se mantenha num estado de silêncio entre os nossos políticos que calam bem fundo esse problema.
    É ainda imperceptível, para mim, que o antigo PM e também actual, por altura da cimeira Luso-castelhana, em Braga, em 2005, responda aos jornalistas quando questionado sobre se Olivença teria sido discutido responda dizendo que isso era folclore.
    Continua ainda a ser estranho, para mim, a postura do Partido Comunista Português quanto à nossa independência. Quando detinhámos as Colónias eram a favor e lutavam pela sua separação e, agora, através do Sr. José Saramago diz que Portugal, mais cedo ou mais tarde, acabará por se in tegrar na Ibéria.
    No meu entender não há necessidade da formação política Ibéria, porque já pertencemos a uma União e não é necessária uma outra.
    As regiões dentro da península serão mais iguais entre si e mais fortes economicamente e comunicarão entre si com respeito, coisa que neste momento não existe.
    Vejamos o que se passe neste momento com os cortes de água no Guadiana e Tejo e qualquer dia também no Douro.
    A espanha sempre teve para connosco uma atitude de povo superior, conceito falso e odioso, e sempre nos prejudicou.
    Depois da morte do ditador franco, que considerava a nossa língua, língua de cão, ela mesmo procurou, descentralizar o poder atribuíndo às grandes regiões certa autonomia, nas não passou de puro mimestimo porque continuam a tudo controlar . Vejamos o que se passa na Galiza na Cataunha e no País Basco.
    Estes povos não podem ter ideias políticas diferentes de Madrid e quando as têm são presos. A União tem por condição essencial que os países que a formam sejam democráticos, logo não poderão haver presos políticos e a espanha de hoje tem-nos. É ver os sites da Galiza para se ter essa consciência.
    V iva os povos livres do jugo imperalista

  35. essa atitude deste e de outros governantes recentes é típica da tibieza dos nossos “líderes” quanto à defesa da lusofonia na península, seja pelo esquecimento de Olivença, como o desprezo pela crise na Galiza, seja até pela forma como deixam Espanha violar todos os convénios a propósito dos caudais do Tejo e do Guadiana!
    Como disse, Olivença está na agenda do MIL e brevemente daremos mais notícias quanto a isso…

  36. A avaliação que se faz, tendo em conta as notícias dos Jornais, a espanha abusa de nós, portugueses, em tudo. Agora são as notícias sobre as águas internacionais com a espanha imperialista que nem sequer respeita os convénios com eles estabelecidos acerca dos mínimos das águas que eles acordaram connosco em deixar passar para Portugal devido aos tranvases das águas que fazem do rio Tejo para outros rios seus.
    Portugal nem isso contesta, como também não contesta a ilegitimidade que os dastelhanos exercem sobre a Olivença Portuguesa e que os castelhanos não libertam a favor de Portugal como lhes compete pelo documento internacional assinado para a devolução do território e que eles não cumprem.
    Em boa verdade, cada vez menos confio nos nosssos políticos.
    A bem de Portugal, que se continue a respeitar o nosso primeiro de Dezembro de 1640.

  37. Dito.

  38. Alves diz:

    clavis, viva, há uns tempos que aqui não venho, pareçe que o traidor do joão se pos a mexer.

    Esse filho da puta vem para ai falar que os transmontanos diziam sim à espanha, eu conheço aquilo bem e o pessoal lá é todo do benfica, e tem um grande sentido depatriotismo e unidade nacional, ele é que dev eetr ido para a espanha e apandeleirou-se o traidor à pátria.

    os transmontanos não podem com os espanhóis.

    Esses cipaios era limpar-lhes o cebo e foder-lhes os cornos a todos, a começar no iberócrates, entenda-se sócrates e depois por ai a baixo visto que o peixe apodreçe pela cabeça.

    Devíamos criar aqui em Portugal umas brigadas de intimidação estilo ETA para assustar estes filhos da puta, ou fazer uma cena mais soft e trazer de volta a união nacional, ou criar uma cena estilo os falangistas de castela para trazer à luz do dia o nacionalismo português que pareçe que esta parado e inactivo.

    Que te pareçe?

    Morte á espanha e a castela.

    Viva Portugal.

  39. joão tavares diz:

    Olha lá oh Alves , tu deves ser desses gajos que vive ai em lisboa , que ” trabalha ” num desses ministérios que proliferam por ai , deves ter um bom tachinho , tu e os teus comparças vivem á conta das restantes regiões de Portugal.
    Mas deixa estár , quando isto aqui entrar na banca rota vais começar a piar- de- fininho , e então ai , a tua crista vai baixar !!!
    Quase aposto que deves ser militante destes cabrões DO PNR.
    Quando dizes que os transmontanos não podem com os espanhois , deves estár a te referir aos presidentes de camaras municipais , aos vereadores e funcionáros municipais, estes sim , realmente tens razão , estes não podem com os espanhois , e não fosse lisboa o grande patrocinador dos seus tachos , mas deixa estar , quando este pais entrar na banca rota , estes , tal como tu , vão piár bem baixinho. Em relação aos outros transmontanos , aqueles que trabalham para o sistema , os que alimentam lisboa , os tais que se levantam todos os dias ás seis da manhã para ir para a lavoura ,ou para as fabricas ( as poucas que ainda existem ) ou então , os que vão trabalhar para espanha , podes ter a certeza , ESTÃO-SE A CAGAR PARA LISBOA .
    Quando dizes que muitos transmontanos são do benfica , eu digo que tens razão , todos os transmontanos que trabalham e vivem do ” sistema ” , estou a referir-me novamente aos funcionários das camaras muinicipais , empresas municipais , veredores , sim , estes são quase todos do benfica , e não fosse esse clube , uma instituição de lisboa , que vive , tal como os funcionários do sistema , á conta do resto do pais , agora todos os outros transmontanos , os tais , que se levantam ás seis da manhã , os que vão para a lavoura , para as fabricas , ou para espanha trabalhar , estes são quase todos do FCP e muitos tambem já piscam os olhos ao Barcelona ou ao Real madrid.
    Oh Alves , quando isto aqui entrar na banca rota , ainda irás tu para espanha , com o rabinho entre as pernas pedir-lhes trabalho , olha que a situação economica portuguesa é bem pior que a situação economica espanhola , eles certamente vão dár a volta por cima , enquanto portugal vai bater no fundo , iremos ser a argentina do continente europeu.
    Quando o estádo portugues deixar de ter dinheiro para te pagar ao fim do mês , e aos outros lacaios parecidos contigo , então ai , irás ver a quantidade de adeptos do benfica que se irão perder em trás-dos-montes e em outras regiões portugesas !!!
    São gajos como tu , que estão a levar este pais á falencia , se um dia houver aqui uma ETA versão portuguesa , então que as bombas deles , rebentem bem debaixo deste teu cu lazarento , sedoso de tacho , e do cu dos lacaios do poder e do sistema iguias a ti.
    LOL

  40. bem: peço que moderem a linguagem, ambos.
    não apaguei nenhum dos comentários porque ambos são interessantes e concordo parcialmente (apenas) com ambos.
    Mas quando o discurso resvala assim, perde-se o foco na argumentação e ninguém acaba tendo razão.

  41. Lusitan diz:

    Parece-me que o argumento da economia espanhola estar melhor que a economia portuguesa já explodiu na cara de alguém. Depois se formos ver o PIB transmontano e as ajudas que essa região recebeu nos ultimos anos acho que quem trabalha em Lisboa é que anda a ser enrabado pelos transmontanos.

    Em relação à suposta dívida de Portugal à Catalunha deixem-me rir. Que culpa tenho eu que eles tivessem escolhido a potência errada para os ajudar? Eles que tivessem pedido ajuda ao Reino Unido e não à França. Esses sim é que têm uma dívida para com a Catalunha porque os abandonaram na hora de maior aperto. Nós pagámos as nossas dívidas ao Reino Unido com possessões na India e com o sangue dos portugueses, já para não para falar em muito dinheiro que foi pago mais tarde. Não temos dívidas para com mais ninguém do meu ponto de vista. E se bem que gostava de ver a Espanha desmoronar-se, também sei que uma Espanha fraca é um convite ao fundamentalismo muçulmano no Norte de África.
    Al-Andalus é muito tentadora e vai desde Gibraltar até às Astúrias.

    Ainda há pouco esses camelos dos catalães andavam a tentar insultar um português “pesetero” insultando todos os portugueses. Pois por mim bem que podem continuar a ser enrabados pelos castelhanos por mais 4 séculos.

    • Otus scops diz:

      Lusitan

      excelente comentário, e tão bem escrito (que inveja…)!!! :-)

      só duas coisinhas:

      - “Esses (a França) sim é que têm uma dívida para com a Catalunha porque os abandonaram na hora de maior aperto.” qual dívida qual quê, foram eles que aniquilaram a Catalunha. o Richelieu negociou com a Espanha o fim do apoio desta à Catalunha durante o episódio histórico conhecido pela Revolta dos Els Segadors em troca do Rousslhão para acabar a Guerra dos 30 Anos entre eles.
      Portugal não deve nada a ninguém, quanto muito deve ao seu povo.

      - e não concordo com essa treta do “pesetero” e tal e coisa… 1º é futebol (grunhos), 2º o FCBarcelona não representa a Catalunha, depois o “pesetero” parece que não é português, é Ibérico (tal como outro que por lá anda à mais de 20 anos) e para terminar eles até tinham razão… ;)

      • Portugal e a Catalunha ‘e uma relacao de sorte e azar. Sorte a nossa que nos rebelamos em 1640, azar o deles que escolheram o mesmo ano levando Espanha a procurar abafar primeiro a sua revolta dando-nos assim tempo para preparar a defesa contra os seus Tercios.

  42. há catalães idiotas, como há portugueses idiotas.
    a idiotia não é – infelizmente – exclusivo de ninguém…
    mas historicamente, há de facto essa dívida histórica. Foi casual e não fruto de uma qualquer estratégia joanina ou catalã (e muito menos castelhana), mas é um facto de que nos primeiros anos da Restauração, Espanha teve que concentrar esforços na recuperação da Catalunha, que para ela era muito mais estratégica do que o periférico Portugal.
    E essa escolha beneficio-nos…
    e em termos estratégicos a posição de Portugal na Península só teria a ganhar com a fragmentação (pacífica) da Espanha, nas suas partes constituintes, especialmente se tal aproximasse mais Portugal, da sua metade feminina (Agostinho da Silva), a Galiza…

  43. Lusitan diz:

    A Galiza não é a nossa parte feminina. A Galiza é a nossa mãe. Mas como todos os filhos um dia tivemos que ir à nossa vida e parar de mamar na mama da mãe. Como qualquer filho decente continuamos a gostar muito da nossa mãe, mas só voltaremos a viver com a nossa mãe em circunstâncias muito especiais e não é por ela se separar do nosso padrasto mal-amado que ela vem viver conosco.

    Eu continuo a achar que não devemos nada. Sobre o reinado dos Filipes, Portugal continou a ser um reinado independente de Espanha sob a mesma coroa. O mesmo não se passava com a Catalunha. A Catalunha era um problema interno de Espanha que teve de ser resolvido antes de se virarem para um problema “externo” – Portugal.
    O rei inteligentemente percebeu que sem a Catalunha a Espanha deixaria de existir, pelo que qualquer pretensões para dominar Portugal deixariam de existir também.
    Além disso com a Catalunha poderiam perder também os territórios italianos que historicamente pertenciam ao Reino de Aragão. Os territórios portugueses sempre estiveram nas mãos dos portugueses e eram administrados por portugueses. Sempre houve a separação dos dois Reinos. Aliás, a vontade da independência só nasceu quando o Rei espanhol começou a tentar fundir as duas coroas.
    Por isso continuo a achar que o problema catalão não é igual ao nosso, uma vez que a Catalunha nunca existiu enquanto Estado independente, e que não devemos nada à Catalunha, uma vez que as revoluções não foram concertadas e como tal não havia qualquer tipo de aliança entre as duas lideranças das revoluções. Para mais a Catalunha aliou-se a uma grande potência, tal como Portugal, que no entanto os abandonou, ao contrário do que os Ingleses fizeram conosco.
    Se aproveitámos o facto de Espanha se encontrar num estado frágil, só demonstra a nossa maior maturidade enquanto Nação e a pouca inteligência dos líderes da revolução catalã ao aliarem-se com os Bourbons, essa raça de gente que anos mais tarde viria a governar sobre a nação deles.

  44. existe hoje na Galiza um movimento muito representativo (ainda que minoritário) de pessoas que buscam na Lusofonia um escape para o centralismo de Madrid.
    nota ainda que de facto, houvesse “reino duplo” no primeiro Filipe, com o último já não era assim e muitos espanhóis começavam a introduzir-se na nossa administração…

  45. Lusitan diz:

    E foi precisamente devido às tentativas de fusão dos dois reinos que começou a revolta que deu lugar à Restauração de Portugal.

  46. correto. foi mesmo.
    e o facto de os nobres portugueses terem percebido que essa centralização lhes roubaria poder e influência….

  47. Lusitan diz:

    Em relação à Galiza… mesmo que os galegos encarem a Lusofonia como escape isso não implica que queiram ser anexados por Portugal, apesar de achar que economicamente a Galiza teria muitas dificuldades em sobreviver nas primeiras décadas de existência como Nação independente.

  48. anexados, nunca.
    essa época (das anexações) já acabou…
    agora re-integrados numa entidade muito descentralizada e no contexto em que Espanha se desagrega (com a saída da Catalunha, p.ex.)
    é já outra coisa…

  49. Cada vez mais se vê iberistas a declararem-se abertos a submeterem ao domínio dos castelhanos e perderem a sua cidadania de português e, isto, é sinónimo de incapacidade de se orientarem por si próprios, coitados.
    Esta é uma situação que me irrita porque uns quantos querem destruírem tudo aquilo que muito custou, com sangue e lágrimas, a nossa independência.
    Se isso vier a acontecer, perderemos infalivelmente a língua e todo o nosso espólio imaterial que erigimos nos cinco continentes deste planeta , também em viqas de destruíção.
    Todos aqueles que têm orgulho do que foram os nosssos antepassados, esses sim mostram ter alma de portugueses semelhantes aqueles que ajudaram a erguer este torrao pátrio, virando costas à asquerosa espanha, sem palavra e muita traiçoeira. Veja-se o assalto a Olivença e ainda não devolvida tal como estão obrigados pelas potências europeias da altura cujo documento os aldrabões subscreveram. Os espanhóis são uns vira casacas e falsos. Repare-se no que antecedeu as invasões napoleónicas. A espanha tinha assinado connosco um pacto de defesa contra os franceses e inesperadamente viraram-nos as costas a aliaram-se a napoleão contra nós. Os espanhóis, leia-se castelhanos, continuam iguais a si mesmos e com os mesmos ideais de domínio e de imperalismo. Anote-se bem o que eles fazem na Galiza, cujo comportamento das autoridades são bem a prova disso.
    Viva a Catalunha independente e serão estes a porem ordem na ibéria

  50. Olivença tem sido um caso esquecido voluntária ou involuntariamente pelos políticos portugueses perante o medo que têm dos castelhanos, a sociedade civil deveria criar um movimento para que fosse implantada a monarquia em Portugal, pois o futuro Rei já se mostrou favorável à retoma de Olivença. Esta posição, quanto a mim, parece ser contrária à do Sr. Engº. Sócrates, que, aqui há uns anos, no encontro entre madrid e Portugal, em Braga, não só não introduziu a discussão do problema como não autorizou a GAO a mostrar aos ilustres visitantes(!) os seus cartazes de repúdio pela ilegalidade dos espanhóis/castelhanos sobre o dito território, madando-os afastar, pela GNR, cinco kilómetros do local, dizia o jornal na alturta.
    Este assunto também pertence ao povo e não só ao governo que deve governar em consonância.
    Não vale a pena dizer que estamos no UE e que não faz já sentido esta discussão. Contudo, é verdade também que os colonos ibéricos não alheiam qualquer espaço que controlam e que, deita por terra esta teoria, porque ela não é universal na peninsula.
    Viva Portugal e abaixo a espanha porque ela não é democrátia e é artificial.
    Vê-se pelas notícias inseridas na Net, que eles prendem toda a gente que tem ideias contrárias ao conceito de castela secular, que é o dominio de toda a ibéria, incluíndo Portugal através de métodos subterrícios e que os políticos vão cedendo lentamente, parece-me.

  51. será esquecido, mas não por todos:
    http://www.olivenca.org/
    de que sou membro, assim como o Joaquim, presumo eu.
    essa franca violação da honra e dos tratados por Espanha, não é esquecida enquanto existirmos.
    Nem a defesa da Lusofonia em Olivença, e na Galiza.

  52. Vou tomar uma posição pouco agradável a alguns dos portugueses que anseiam pela regionalização, sem querer, todavia, melindrar quem quer que seja com o meu ponto de vista.
    Fica e está demonstrado que os portugueses, minoria, talvez, não têm nenhum sentido político acerca do que foi e do que é e do que querem que Portugal seja, desprezando a sua história milenar, brilhante e heróica e como potênncia colonial que foi, foi das mais humanas comparada com aquilo que a política doutras nações tiveram com os autotenes. Por dá cá aquela palha viram as costas ao seu país e querem passar a ser doutra nação porque o que querem é que as coisas lhe sejam fáceis e cómodas e não importa o por quê das coisas. Estou a lembrar-me da situação das bandeiras espanholas(ascorosas).
    Galegos de passagem por Viana ficaram admiradíssimos com a atitude dos Vianenses e diziam que nunca por nunca poriam uma bandeira portuguesa hasteada em sua casa fosse qual fosse o motivo para o protesto.
    A diferença de pensamento e postura de um lado e do outro da fronteira é bem diferente e é reveladora da maturidade das pessoas e não merece comentários.
    Eu, por mim, vou dizer não à regionalização quando vier o referendo.
    Viva Portugal eterno e a sua história que é admirada por povos de todo o mundo mesmo aqueles que sofreram a nossa colonização.
    Os espanhóis / castelhanos devem estar todos contentes porque a nossa mediocridade política facilita a sua acção de reintegração de Portugal na Ibéria colonizada.

  53. Paulo Paixão diz:

    Apesar da Catalunha requerer sua independência da Espanha (Como também desejam os bascos do ETA), devemos nos lembrar que o desejo de independência da Catalunha deve surgir dos catalães, e Portugal só deveria fomentar essa independência caso fosse de desejo geral catalão.

    Creio que não só Portugal, mas outros países europeus, deveriam apoiar movimentos separatistas muito mais interessantes, que se desenrolam em silêncio, mas sem que a região onde esses movimentos ocorrem soubesse.

    A Catalunha independente traria um fôlego a mais para Portugal poder se livrar da ameaça da União Ibérica sob o jugo de Madri. Mas Portugal deve “pegar o bonde andando”, como se fala no Brasil, pois se Madri descobrir que Portugal está, de alguma forma, fomentando a independência da Catalunha, com certeza, choverão bombas. Ou seja: Portugal só pode se manifestar a favor da Catalunha quando os catalães estiverem a fazer passeatas pelas ruas, exigindo independência.

  54. Darth Kahaeldraan diz:

    Olá à todos! :)
    Se a Catalunha vier a se tornar independente, Castela não vai mais conseguir segurar o País Basco. E quanto ao País Basco, a França vai se sentir ameaçada e vai apoiar Castela. Quanto a Galiza, vai da maioria da população querer seguir os passos dos catalães e bascos ou não. Quem votar contra a independência, tem a opção de migrar para terras que ainda restarem da Espanha, se a opção pela independência for a maioria dos votos. Eu recomendo a Portugal não interferir abertamente, mas procurar apoiar discretamente a Catalunha e o País Basco. Só no caso da Galiza ou de Olivença que vale a pena Portugal afrontar Castela abertamente. Porque assim Portugal vai tocar os corações oliventinos e galegos.

    Quanto ao fator econômico, eu acho que o Clavis Prophetarum está certo, centralismo, sistema unitário, é um desastre completo, não funciona. Até nesse detalhe, Portugal tem semelhanças com o Brasil. Os estados do sul e do sudeste principalmente se queixam de Brasília assim como o interior de Portugal se queixa de Lisboa. No Brasil fala-se até em separar estados do Brasil para formar outro(s) país(es). Falam que estão “cansados de sustentar a parcela do país que não produz”. A conversa é idêntica. Às críticas ao governo por vender o país aos governos estrangeiros, a críticas aos parlamentares, aos políticos, o poder central suga os tributos e não redistribue de forma justa… já vi esse filme…

    Enfim, voltando a questão da Catalunha, é recomendável a Portugal ter cautela, não provocar Madrid tão na cara.

  55. paradoxalmente e apesar de toda a celeuma mediática provocada pela ETA, há hoje menos bascos que advogam a independência do que catalãs com a mesma exigência…
    curiosamente no Brasil não se fala muito da entrega aos municípios de uma parcela significativa da administração ou até de delegação democrática.
    Daquilo que sei – falando com brasileiros – as competências municipais são muito fracas, quando comparadas com as portuguesas e este é um dos caminhos de desenvolvimento que falta ainda trilhar…

    • Darth Kahaeldraan diz:

      Sim. Em Portugal o municipalismo está muito mais avançado que no Brasil. Os municípios lusos são mais autônomos em relação ao governo central português que os brasileiros em relação ao governo central brasileiro, ou estadual. Mas no ponto de vista predominante dos brasileiros, o que é desejado é ampliação da autonomia estadual (que de fato quase não existe). E a idéia de federalismo municipalista é excelente, talvez até melhor que de estados. Mas os brasileiros têm forte identificação com os seus respectivos estados. Na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro há forte identificação com a cidade, mas nas pequenas cidades do interior, não há esse desejo municipalista.

  56. e é curioso… especialmente quanto tantos brasileiros já contactaram com a realidade municipalista portuguesa. Ainda que talvez como o seu sucesso seja mais notável comparando com o período pré1975, não notem tanto a diferença do seu sucesso…

  57. Darth Kahaeldraan diz:

    Bom, no Brasil já existem movimentos municipalistas.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Municipalista_Brasileiro
    http://www.cnm.org.br/institucional/conteudo.asp?iId=126661
    Mas o que acontece? Primeiro, o Brasil tem quase 200 milhões de habitantes e a divergência de opiniões é gigantesca. A grande maioria dos brasileiros tem mentalidade paternalista, acham que é o Presidente da República, o Governador do estado e o Prefeito da cidade que faz as coisas acontecerem. O Lula mesmo se comporta como “o pai do povão” e por isso é bem sucedido quanto a carisma. A maioria não sabe muito bem para quê existem senadores, deputados e vereadores. E quando aparecem escândalos de corrupção, manifestam saudades do regime militar. Os mais ou menos esclarecidos sabem mais ou menos como funciona, mas se espelham no modelo dos Estados Unidos. Por isso dão preferência pra a autonomia estadual. E este grupo federalista predomina no sul e sudeste do Brasil. A classe política em si é simpatizante do Parlamentarismo (não são nada bobos, não é). O municipalismo é defendido por uma despercebida minoria que vê que os municípios é que estão mais próximos dos cidadãos na hierarquia, e o federal é o que está mais distante. Eu refleti e percebi que realmente, municípios com alto grau de autonomia é melhor ainda que estados com alto grau de autonomia. Fazer municípios terem condições para investimentos sociais é uma questão de reforma fiscal-tributária. A esfera federal devia ser voltada mais para relações exteriores, negócios estrangeiros, e para moderar o relacionamento interno.

  58. joão tavares diz:

    Quando a Catalunha se tornar independente , tambem desejáva o mesmo para a minha região de Bragança , acerca de um mes vimos minhotos de valencia a empunhar bandeiras espanholas , aos poucos o pessoal do norte vai abrindo os olhos !!!!

    • Joaquim. R. Ferreira diz:

      A espanha tal como hoje existe, ainda é colonial, imperialista e opressora.
      No passado dia 22, sábado, a SIC apresentou no seu noticiário da 20h uma informação acerca dum inquérito à população portuguesa, com origem na universidade de salamanca, tendo por fim perguntar aos portugueses se são ou não adeptos da formação de uma federação ibérica.
      Paralelamente também o fizeram aos castelhanos e estes não se mostraram muito interessados(baixa percentagem) e quanto à língua nunca falariam em português. Esta é também uma outra forma de colonialismo, que é a de suprimir o português, que é aquilo que eles fazem na Galiza amordaçada.
      Os castelhanos não têm o direito de procederem em Portugal tal como o fizeram porque não somos espanhóis.
      Faria mais sentido que o tivessem feito na Catalunha ou País Basco, porque estes não querem ser espanhóis.
      Os castelhanos(ideal dominador que quer subjugar toda a península pela força, continua) devem ser democratas e deixarem a Catalunha e o País Basco serem livres conforme o seu desejo e não prendê-los e puní-los por terem a vontade de ser independentes expressando as suas ideias.
      Eu, pessoalmente, vejo nesta atitude de sondagens feitas a partir de espanha com um único fim, que é muito semelhante ao de uma guerra subservia – a contra informação.
      A verdade e a liberdade devem sobrepor-se a todas as manipulações de domínio e que a Catalunha, País Basco possam ascender à sua independência, assim como a Galiza.
      Os castelhanos ainda detêm a nossa Olivença sob roubo e eles não respeitam o documento de 1815, de Viena de Àustria, imposto pelas potências Europeias da época impondo a devolução de Olivença aos portugueses e o que os espanhóis subscreveram em 1817, mas não honraram ainda a sua assinatura porque não são sérios nem respeitadores do direito internacional a que estão vinculados, a meu ver porque somos portugueses, e existir neles o sentimento de serem superiores a nós.
      Viva a Catalunha, País Basco e Galiza livres dos castelhanos.

  59. sim, esse “inquérito” estava inquinado logo à partida… perguntava-se sobre as condições materiais de vida em cada país e depois, no fim, perguntavam às pessoas onde preferiam viver. Todo o inquérito era conduzido de forma que desse na conclusão de que os portugueses se queriam “fundir” com Espanha. Federação… à maneira de Madrid é coisa que não passa de artifício, como prova o colonialismo espanhol na Galiza e a vontade de libertação desse jugo que sente hoje (felizmente) a maioria dos catalães (os que não são colonos de Madrid).

  60. Joaquim. R. Ferreira diz:

    Os portugueses de hoje são iguais aos portugueses do passado, isto é, não têm juízo em relação aos seus vizinhos. Acreditam neles como se eles fossem sérios.
    Fazemos/estabelecemos com eles acôrdos de cooperação na política, na militar e na comercial e depois passamos por situações difíceis, porque eles, espanhóis/castelhanos, têm um comportamento de falsidade enorme connosco e espetam-nos a faca pelas costas logo que podem.
    Vejamos o caso da PT. Enquanto eles necessiatram da colaboração dos portugueses, tudo, mas logo que surgiram oportunidades de expulsar os portugueses do negócio, na Vivo, Brasil, não hesitaram e querem aniquilar a PT no Brasil, ou então em Portugal, perante a negação da cedência da PT, no Brasil.
    Nada é novo, basta olharmos para a nossa história e ela está cheia de exemnplos negativos.
    Aqui, apetece-me estabelecer uma comparação de comportamento, sem, contudo, querer ferir as susceptibilidades de quem quer que seja, mas toda a gente sabe que não podemos acreditar nos ciganos, porque se o fazemos, somos enganados. Há um exemplo muito concreto que é o caso do território de Olivença que em 1815, por imposição das potências europeias, da altura, que, por documento, obrigaram os espanhóis a devolver-nos esse roubo. O documento está assinado pelos espanhóis e data do ano de 1817.
    Os espanhóis/castelhanos não gostam nada dos portugueses e os seus actos provam-no e por vezes são os mais simples e até passam despercebidos. vejamos. A família Obama optou pela escolha de um cão de origem portuguesa e a imprensa americana expandiu a notícia
    com elogios à raça e logo os jornais espanhóis vieram referir ao assunto dizendo que era um cão de raça ibérico.
    Há ainda um outro caso e toda gente sabe que a Catalunha, o País Basco e a Galiza pretendem obter a sua independência e que a espanha sente esse problema. Para estabelecer confusão nas mentes das pessoas, então, eles, espanhóis/castelhanos lançam o método de contra informação, que é a de fazer sondagens aos portugueses, a partir de salamanca, e mostrar aos contestários a imagem de que os portugueses estão interessados em integrar a espanha. A isto se chama guerra subversiva.
    Eu sei e tenho essa expectativa de que a Catalunha, o País Basco e a Galiza não se deixarão abater e continuarão com o seu desejo de consumarem a sua indepedência, porque os espanhóis/castelhanos irão fazer tudo na mística camaleónica – o mimetismo – no sentido de tudo continuar sob o seu domínio colonial, humilhante e arrogante.
    Viva o povo da Catalunha, da Galiza e País Basco.

    • Odin Borson diz:

      Lembrando que a Telefónica, que atua na telefonia fixa no estado de São Paulo, a insatisfação dos clientes é muito alta com esta empresa. Apesar de que os consumidores estão insatisfeitos com todas as empresas de telefonia, e ja faz tempo…

  61. rui dias diz:

    Eu vou até mais longe , catalunha independente sim , independencia tambem para as beiras e trás-dos-montes , independencia para o Minho e Alentejo , igualmente defendo a independencia para os algarves e ribatejo , assim lisboa deixa de uma vez por todas de MAMAR á conta da pobreza das outras regiões Portuguesas . Lisboa e Madrid que se f***********ão

    • Joaquim. R. Ferreira diz:

      Ó Rui, li e vejo nas suas ideias um qualquer ressentimento quando se fala num desmembramento de espanha. Isto deverá acontecer e perspectivo que isso não deverá levar muitos anos a ocorrer porque a espanha é uma formação política artificial e ela existe na base do casamento de D.Fernado de Aragão e D. Isabel de Castela, em 1469, que unificaram as várias regiões no estado espanhol, menos a Portugal, que teve a sua formação no ano de 1143. A espanha sempre foi virulenta, na aplicação do ideal castelhano impondo às outras regiões submissão pela força, com excepção de Portugal que se opõs a esse desígnio cstelhano, sempre pela sua força militar e também espiritual. Eles bem tentaram ao longo de anos, mas Portugal resistiu sempre às suas investidas. Fizeram-se acôrdos e eles espanhóis nunca os respeitaram porque nunca foram sérios e ainda não o demostraram que são, começando logo por lhe indicar um caso muito concreto, mais recente, que é o caso de Olivença. Os espanhóis esquecem o documento que assinaram em Viena de Àustria, de 1815, que os obriga, pelas potências europeias, da altura, a entregar o território roubado aos portugueses seus legítimos proprietários e que eles ainda não cumpriram aquilo que deveria ser de honra, mas isto é só para quem a tem.
      A espanha foi colonial e continua a sê-lo procurando, ainda hoje, apesar de ter havido uma certa abertura autonómica, o controle das outras regiões e não deixam as rédeas, centradas em madrid.
      A espanha tem presos políticos e a União consente que isso ocarra e que contraria a condição primeira de fazer parte da europa unida.
      A este respeito veja-se o que eles fazem na galiza e no País Basco prendem sem clemência todos aqueles que têm ideias independentistas, aplicando a prisão sem tolerância alguma, só por ter essas ideias e recusam todo o tipo de diálogo nessen sentido. Em Portugal, no tempo de Salazar também era assim, hoje é bem diferente e ainda bem que a liberdade seja vivida.
      A espanha contém regiões, que são muito distintas umas das outras e os seus povos, pelas suas dimensões territoriais, são autênticas nações e que foram subjugadas e ainda estão. Não lhes é permitido falar as suas línguas porque a colonização dura à séculos e eles estão insatisfeitos. Chamam à língua castelhana de língua espanhola, mas esta não existe sendo o castelhano uma língua colonial porque se impõe às demais e humilha-as pela atitude dos policiais cumprindo ordens de madrid.
      Por mais incrível que lhe pareça, os povos nessa situação de colonizados não esquecem a sua menorização perante o “senhor” e trasmitem o ódio às suas gerações ao longo dos séculos, mantendo bem vivo a subjugação que ainda sofrem.
      Eu não acredito que a península ibérica se entenda, politicamente, sem passar, primeiro, pela liberdade e igualdade dos povos que a compõe, para, antes demais, falarem sem qualquer tipo de coação. A meu ver temos que entender que as regiões de espanha, do tipo nações, não necessitam já de tutores visto que se consideram de maior idade.
      Viva a catalunha livre assim como a Galiza e o País Basco.

  62. sem partilhar da linguagem (apesar dos *****…) devo dizer que não deixo de concordar com aquilo que escreve, Rui: Defendo desde à muito o modelo de Agostinho da Silva de uma Descentralização municipalista, tornando este Estado centralista e unitário, numa Federação de Municípios Livres e Independentes, representados em Cortes (como representantes eleitos) regularmente reunidas e com um Rei eletivo e democrático. E integrando este conjunto numa União Lusófona formatada de idêntica forma.

  63. Carla Bettencourt diz:

    Só espero que os portugueses cada vez mais têm a consciência que os espanhóis não valem rigorosamente nada!

    Quando estive em Madrid o ano passado, senti na pele o desprezo do povo espanhol por falar português e ser portuguesa. Muitos dizem que se não fosse Espanha a sustentar Portugal, que o nosso país ( que eles tratam como “província espanhola) ia à merda de uma vez por todas. Porque raio esses políticos de merda abaixam as orelhas e prestam vénias a Espanha? Parece que têm medo de Castela será? Será que é preciso vir mais uma Padeira de Aljubarrota alistar-se à guerra para defender o nome da nossa pátria?

    Digo-vos meus amigos, os espanhóis odeiam os portugueses e consideram-nos “seres inferiores”, “cães”, “ralé”, “escumalha” etc etc. Eles ignoram Portugal a toda a hora. E o que é que alguns portugueses fazem? Vão prestar vassalagem aos espanhóis. Ái que raiva que isso me dá!!! Isso denota falta de patriotismo. E que tal por começarmos a fechar as fronteiras a Espanha? O ordinário do Sócrates e companhia LDA merecia pena de morte quando prefere ir bajular os ciganos do outro lado da fronteira. Saramago o mesmo.

    Tanto que os nossos antepassados fizeram para fazerem dessa terra um pequeno país à custa de sangue, luta, sangue derramado, suor e coragem e andam aqui desgraçados a qualquer hora abandonarem a pátria para saltarem para o outro lado de lá quando muitos galegos bascos e catalães o que mais querem é se ver livres de Espanha.

    Desejo todo o mal imaginário a Espanha. Que os espanhóis morram todos, e que o pseudo-país chamado Espanha desapareça de uma vez do mapa. Rezo para que aconteça uma catástrofe em Espanha porque só aí eles se tornarão mais humanos e quem sabe virão agora buscar auxílio ao povo português, um povo que é considerado de “inferior” pelos espanhóis!

    Morte a Espanha e por favor façam uma petição qualquer para fechar as fronteiras de uma vez. Fora com as Zaras, Santanders, Cortes Ingleses e por aí fora. Fora com a hotelaria e imobiliária espanhola em Portugal. Já repararam que cada vez mais Espanha está a comprar Portugal aos poucos e alguns portugueses até agradeçem?

    Por isso que por vezes sinto vergonha de viver numa república e de dizer que sou portuguesa, já que o meu país nem é considerado de país do outro lado de lá e senti na pele a sensação de ser considerada como cidadã de segunda em Espanha!

    • albert virella diz:

      Coitada de ti,

      Nem sabes o que dizes.

      Antes de falar tanto dos outros devias olhar bem dentro de casa.

      Seja como for, e sem dizer palermices, o melhor é cada um na sua casa.

  64. Joaquim. R. Ferreira diz:

    A nossa relação com espanha/castela tem sido de subserviência, quanto a mim, e isto prova-o o nosso comportamento relativo a eles porque temos medo de reclamar Olivença.

    O governo português que teve uma atitude, a meu ver, anti-portuguesa, relativa aos seus concidadãos, foi o governo do Sr. Sócrates, porque, quando da cimeira ibérica que ocorreu no mosteiro de tibiães, em Braga, em 2005, proibiu que o Grupo dos Amigos de Olivença se pudesse manifestar aí diante dos espanhóis/castelhanos reclamando através de cartazes a entrega de Olivença a Portugal e ele mandou-os afastar do local mais de dois quilómetros de distância. No final do encontro, o Sr. Sócrates foi indagado pelos jornalistas perguntando-lhe se o assunto de Olivença tinha sido abordado e ele respondeu com um, isso é folclore. Para mim isso é inadmissível porque o caso é de todos nós portugueses e não apenas do Sr. Sócrates que nos representou somente.

    Quero corroborar na afirmativa do Director Comercial da PT, Sr.Zeinal Bava, ao dizer que os espanhóis foram/são traidores. Isso é verdade e basta consultar a nossa história para ver que ela está cheia de episódios de traição para connosco e a via militar, por eles utilizada, foi-lhes sempre fatal.

    Agora estão tentando dominar-nos pela via económica e assim atingir os seus objectivos de sempre e os portugueses não podem nem devem deixar de estar atentos aos seus actos camaleónicoa, que usam o mimetismo como camuflagem. Se nos distraírmos, eles até nos roubam o uso da língua portuguesa na europa, para além de tudo o mais.

    Os espanhóis/castelhanos são autênticos gaviões e peneireiros que sobrevoam o nosso espaço com a sua sombra terrífica, que querem dominar tudo na península e não respeitam o tratado de Viena de Àustria, de 1815, que por eles também foi assinado, em 1817, comprometendo-se a devolver a Portugal o território de Olivença e até hoje não cumprido.

    Eles não têm dignidade nem merecem a nossa confiança ou respeito.

    O dinheiro não é tudo nem eles nos vão dar nada, pelo contrário nos vão sugar tudo, porque é esta a atitude de qualquer colonizador.

    A liberdade de ser Português vale muito mais que a grandeza que eles querem ter na península como dominadores e mostrarem-se ao mundo como grandes, e impondo o uso do castelhano como língua principal e sufocando a língua portuguesa lentamente com o auxílio dos simpatizantes portugueses do castelhano.

    Esse é o sentido que eles têm, mas para nós isso nenhum significado representa comparativamente com a grandeza da nossa história e a grandeza dos nossos feitos no mundo.

    A evolução do uso da nossa língua no mundo deixa-os irritados porque dentro de alguns anos o português irá ultrapassar o número de falantes castelhanos à qual chamam de espanhol ofendendo até nisso as outras línguas de espanha.

    Veja-se o que eles fazem no Alentejo, nas herdades compradas aos portugueses, os produtos agrícolas ali colhidos vão para espanha e depois rotulados como produtos de espanha. Isso é colonialismo puro, politicamente falando.

    Espero que a Catalunha seja o princípo do fim da espanha ac tual e entretanto desejo que todos os males lhes aconteçam, até no Divino, como afirma a interveniente precedente.

    • albert virella diz:

      São tantos a escrever para se entreter, muitos até deixando bacoradas que dão a entender mais a existência de dor de corno do que uma visão ponderada das coisas.

      Um conselho: Esqueçam o patritismo bacoco e olhem em frente, que de porcaria temos por cá muita.

      Nasci na Catalunha e sou português. Não nutro simpatia alguma pela nação castelhana. Mas há muita gente boa entre eles, mesmo muita, e outros que não valem um palmo de terreno nem uma corda para os enforcar. E por cá?

      Deixem o fanatismo para o futebol e a história da escola na prateleira. A verdadeira história é outra, que não nos ensinam, propositadamente, para que a malta pense como vocês.

  65. Espanha agora está em ebulição e com o desemprego a subir em flecha e com a redução dos apoios estatais os catalães poderão usar essa situação para exigirem a saída desse “homem doente” da Europa que é a Espanha centralista de Madrid-Castela.

  66. INIESTA diz:

    VIVA AO BARCELONA E O RESTO AZAR, ISTO ERA BARCELONA VS REAL MADRID E O RESULTADO LOGO SE VIA HAHAHAHAHAHA

  67. joao rapace diz:

    Bem li alguns dos muitos comentários que aqui colocaram. O que observo nos comentários, é que estamos sempre preocupados a olhar para os outros e por vezes deixamos de olhar para o que mais interessa, que é o nosso lindo país. Não sei o que aconteceu em 1640 à Catalunha nem me interessa e sinceramente muitos fazem apenas com a ideia de especular. Portugal desde cedo, que quis ser independente. Porquê? Não sei, talvez o reino suevo em Braga distinto já nessa altura da Galiza, que seria visigótico ou porque, mais tarde, os galegos ao deterem terras no Minho, criassem cada vez mais animosidade na população e aí Afonso Henriques pensasse juntamente com outros tornar este paraíso de terra num país. Cuidado também com a Mãe Galiza, pois como sabemos, quanto muito isso poderá ter algum sentido até Coimbra. De Coimbra até ao Algarve parece-me que a Galiza não interessa nada. Para cima, tem interesse no sentido de fazer combate ao centralismo de Lisboa. Portugal muito cedo, século XIV, que se aventurou e criou um império. Penso, que tirando as trocas comerciais com a Europa, dá-me a sensação, que seríamos um país “sem continente”. Penso que me entendem. Portugal era África, Ásia, América e era este paraíso de terra que pertence à Europa. Julgo mesmo, que até à entrada na UE, Portugal nem pensava nessa coisa de Europa, isto para nós é recuar ao tempo dos romanos. Tenho dúvidas, que a Catalunha tenha uma história tão grandiosa no século XVI quanto nós para agora aparecer um catalão e blá, blá… Muito menos, penso que foram os ingleses, que incutiram em nós a independência. Como dizia Alexandre Herculano, somos independentes porque essa é a nossa vontade.
    Pode-se depreender nas minhas palavras, que sou um lusitano, que defende e apoia sempre a luta contra a hispanização em Portugal. Essa luta, no actual momento, dentro da UE, sem fronteiras, passa por uma competividade agrícola, pesqueira, industria, que em vez de recebermos tangerinas de almeria, passemos a receber tangerinas do Algarve, queijo da beira, Indústria no Porto e mandemos esse espanholitos passear. Quanto ao joão tavares, pessoal como esse não faz falta nenhuma, pois, passa a vida a chorar e há-de chorar sempre.

    • Concordo que por vezes a questao da pertenca da Galiza ‘a Lusofonia parece interessar apenas ao norte de Portugal e que a certos galegos a divisao de Portugal em dois e a juncao da metade norte ‘a Galiza ‘e especialmente cativante porque garantiria uma capital em terras galegas… Por isso, a Galiza e Portugal devem ser sempre equacionadas como indivisiveis e que essa deve ser uma condicao essencial para negociar – um dia – a separacao da Galiza dessa anomalia historica, linguistica e nacional que ‘e a “Espanha”.

  68. Joaquim.R.Ferreira diz:

    Os portugueses terão sempre de ser cautelosos com os nossos vizinhos castelhanos, pois eles não desistem e por todas as formas, políticas ou comerciais, de anexar Portugal na sua esfera de submissão.
    Vejamos o que se passa com o território de Olivença, que é Português, por direito internacional e também por eles reconhecido através do documento que assinaram em 1817, com dois anos de atraso.
    Eles fazem-se nossos amigos, mas não o são e estão sempre à espreita de um pequeno deslise, ou distracção para nos enganar, porque são maliciosos e aldrabões.
    Repare-se com o que se passa na Galiza, com o presidente da junta. Ele é Galego de nascimento e castelhano de conceito.
    Deveremos afastar-nos o mais que podermos de a espanha castelhana, porque de lá só virá colonialismo e escravidão mental e Olivença é um caso demonstrativo dessa situação tanto no passado como no presente.
    Os castelhanos querem fazer, e impõem, que tudo passe por madrid e fazer desta localidade o centro do polvo colonial na ibéria.
    Abaixo a espanha.

    • Abaixo a espanha e vivam as espanhas. A Iberia sera tanto mais forte quanto mais livre do imperialismo castelhano estiver. A liberdade dos povos ‘e fundamental para o seu desenvolvimento e identidade. Um povo sem identidade ‘e um povo amorfo e sem futuro. Um povo descaraterizado ‘e um povo condenado ‘a extincao e ‘a absorcao pela centralista castela.
      Nada tenho – contudo – contra Espanha. Tenho contudo tudo quem quer absorver toda a Iberia sobre o seu tentaculo “protetor” e tudo a favor da liberdade das Espanhas.

  69. Manuel Alves diz:

    A união moral ou afectiva dos povos ibéricos, só acontecerá quando os mesmos se governarem a eles próprios, até lá temos a apatia portuguesa (independência super consolidada), frustração galega (vendem-se por luxúrias castelhanas), raiva Basca (inconformados), rebeldia catalã (sabem do seu valor) e o temor castelhano pela perda do seu domínio.

    • Nem todos os galegos se vendem (embora muitos o facam, especialmente os jovens “urbanitas”), ha na Galiza um movimento muito ativo e dinamico de “lusistas” que defende a aproximacao a Portugal (nunca ouvi nenhum defender a aproximacao com o norte, ao contrario do que se diz)

  70. Paulo Alves diz:

    Serão as condições económicas deste futuro muito próximo que ditarão o futuro de Espanha , caso este pais venha pedir ajuda ao FMI , como fez Portugal , as primeiras medidas serão cortar despesas nas regiões autonómicas Espanholas , então ai , penso que a Catalunha e o Pais Basco não aceitaram tal situação visto serem estas o motor da economia Espanhola, irão dizer que actual situação de degradação da economia de Espanha deve-se á incompetência de Madrid e Como tal nem a Catalunha nem o Pais Basco deverão pagar pelos erros de Castela , e ai estas regiões pedirão a independência .

    • Ora bem… Eis uma razao para passar a “torcer” pela entrada de Madrid nesse carrilhao fmi/feef…

  71. riquepqd diz:

    Querendo ou não, a seleção espanhola de futebol contribuiu para unir um pouco culturalmente as nações do Estado Espanhol, ao vencer a ultima Copa do Mundo.

    Todos os espanhóis se alegraram com o título, infelizmente neste caso, e felizmente em outros, o esporte também serve para unir pessoas em um sentimento de nacionalidade único.

    • Ainda que a selecao “espanhola” seja de facto… A equipa do Barcelona, ou seja, catala!

      • Riquepqd diz:

        Com alguns madrilenhos do Real Madrid, então, também um pouco “espanhola” ou castelhana.

        • Um pouco, sim… Mas principalmente catala!

  72. Riquepqd diz:

    É um ultraje para todos os lusofonos saber que a Galiza, terra de origem do nosso idioma, está subjugada por Castela. E o pior, que estão levando a extinção o idioma galego.

    A desintegração da Espanha tem que ser para ontem.

    Viva as independencias da Catalunha, país Basco e principalmente da Galiza.

    • Principalmente, sim. Ainda que eu penso que dos tres casos citados quem tem mais condicoes para levar a bom porto esse navio seja precisamente a Catalunha. Nas demais a colonizacao foi muito intensa e o processo de independencia ‘e muito mais cheio de recifes…

      • Odin diz:

        Mas se a Espanha perder a Catalunha, inevitavelmente vai perder o País Basco. A questão da Galiza é mais controversa. Eu acho que vai se separar sim, caso a Catalunha e o País Basco se separem, apesar da forte castelhanização da região. Principalmente se países de língua portuguesa começarem a ganhar muito espaço na economia mundial, se sobreporem aos de língua espanhola, os Galegos não vão querer ficar no grupo dos menos fortes. Não vão querer ficar com uma Espanha enfraquecida. Vão “se lembrar de” que são as raízes da Lusofonia. Mas, há um perigo como já foi dito, do norte de Portugal querer se desmembrar do restante do país para se unir à Galiza independente. Vai depender da habilidade do governo central em Lisboa. O que vai convencer a Galiza a se unir à Portugal?

        • O Pais Basco, contudo, ‘e como a Galiza: a maioria da sua populacao residente resulta de camadas sucessivas de colonizacao de outras regioes de Espanha. Na Catalunha, essa colonizacao nunca foi tao intensa, o que cria aqui condicoes mais favoraveis a uma eventual independencia.
          Pais Basco e Galiza so serao independentes se esses colonizadores julgarem que teem mais a ganhar com essa independencia do que permanecendo na “Espanha”.

    • Otus scops diz:

      terra de origem, “salve seja”, uma das terras de origem!!!
      já agora sugiro que nos revoltemos contra a União Indiana, o caso mais gritante de aniquilamento da língua portuguesa, um escândalo com apenas 60 anos…………………………

      os galegos tem um processo muito particular de se auto-extinguirem, começou à 900 anos com epílogo para breve.

      • Portugal virou vergonhosamente as costas ‘a Galiza… Ou o que achas que foi a “guerra civil” de afonso henriques? E Dom Fernando, que acirrou o independentismo galego e depois virou costas?…

        • Otus scops diz:

          CP

          discordo totalmente contigo.
          1º vê lá se escreves o nome do Pai Fundador em maiúsculas, ele merece como ninguém… será alguma imposição brasileira do novo (des)AO90??? ;)
          2º a Historiografia de Portugal está pejada de traições e ingerências (algumas bem perigosas) dos galegos na nossa governação.
          3º o Condado Portucalense sempre teve uma tendência independentista, está.nos na “massa do sangue”, enquanto que os galegos gostavam de ser vassalos do Reino de Leão, azar o deles…

          que queres dizer concretamente que D. Fernando “acirrou o independentismo galego e depois virou costas?…”??? que eu saiba foi o Trastamâra que tramou de vez os galegos. de História sabes tu muito mais do que eu, explica lá a afirmação por favor.

          andas sempre a inventar dívidas a Portugal, já não chegam as da Troika… :-D

          • Ok, um dia voltarei aqui a esse capitulo menos digno da nossa Historia, sob Dom Fernando…

            • Otus scops diz:

              CP

              (sobre D. Fernando)
              Tu Quoque, CP???
              agora é o “toca-e-foge”???

              • ‘E… Porque tempus fujit e hei de voltar ao tema dessa campanha, com mais tempo…

  73. Rui Martins diz:

    Tras-dos-Montes , Alto e Baixo Minho e destrito do Porto deverão se separar do resto de Portugal e pedir a união económica e politica á Galiza independente , o sul de Portugal vive á custa do Norte , BASTA !!!

    • Odin diz:

      Sim, mas na sua opinião, quanto tempo você acredita que ainda vai levar para a Galiza se tornar independente?

      • Muito… Hoje, na Galiza a independencia (segundo os amigos do MIL nessa nacao) serao menos que 5 por cento. Ainda ha muito trabalho a fazer na banda norte do Minho.

    • Isso ‘e tecnicamente falso: a maior parte da riqueza ‘e produzida no vale do Tejo. Nos anos 80 e 90 ainda havia industria textil e de calcado na regiao norte, mas hoje (devido ao euro) essa industria evaporou-se quase toda.
      Por outro lado, estou claramente contra qualquer divisao de Portugal. Embora defenda uma profunda descentralizacao municipalista, que pela sua natureza municipalista nao poria em causa a integridade nacional.

  74. riquepqd diz:

    O comentador joão tavares tem que ser deportado de vez para Madrid!

    E impedido de retornar a Portugal, ou ir a qualquer nação lusófona, inclusiva a Galiza.

    Eita sujeito mais anti-patriota, até eu que sou brasileiro me ofendi com o desdem dele sobre Portugal, imagine se eu fosse português.

    Ou então ele deve ser castelhano, e está escrevendo isto só pra irritar a gente, e também quem sabe para ganhar adeptos ao Iberismo castelhano no lado portugues da fronteira.

    • albert virella diz:

      Pessoas bem mais cultas e sensatas do que as que aqui escrevem já propuseram soluções para que toda a península pudesse remar ao mesmo ritmo. Só que não agrada aos centralistas castelhanos e muito menos aos ingleses e franceses, que estes sim foram, desde sempre, os inimigos de Espanha (vista como um todo) e de Portugal,

      Pensam que eles, ingleses, gostavam muito dos portugueses? Tenham juízo e olhem para o mapa pensando na navegação à vela, e ficarão a entender porque sempre nos “ajudaram” e instigaram contra a outra potência ibérica. Nós sempre estivemos num canto do xadrez europeu e imperial. E como só temos outro país com fronteira comúm é fácil de entender qual seria o inimigo de estimação.

      A solução que catalães, vascos, galegos e até muitos castelhanos, propounham era um estado federal. Tal como existe na Suiça, nos EUA e mesmo no Brasil, e que, ainda não se conseguiu montar na Europa, porque na UE há outras castelas bem mais potentes e interessadas em comandar sem dar facilidades aos outros. Desde a Alemanha, passando pela França e Inglaterra, que é um Gibraltar americano na Europa, nenhum deles de facto quer ter como igual aos pequenos.

      E por cá insistimos na querela com Castela!

      • riquepqd diz:

        “…A solução… era um estado federal. Tal como existe na Suiça, nos EUA e mesmo no Brasil..”

        Se Portugal quiser se federar a algum país, então que seja com o Brasil! Obra de portugueses, e não com Castela, que subjuga as outras nações da Espanha, e portugal seria mais uma subjugada, periférica e sem valor na Espanha castelhana.

        E assim como o CP gosta de dizer “as espanhas”, também exitem os brasis, e Portugal poderia passar a ser o mais, ou um dos mais importantes deles.
        De maneira alguma os portugueses perderiam sua nacionalidade, não deixariam de ser portugueses, apenas passariam a ser também brasileiros, porque em uma república federativa, todos os cidadãos tem seus Estados de origem, sua cultura típica, portugueses continuariam a ser portugueses assim como paulistas, fluminenses, mineiros, gaúchos, catarinenses, roraimenses e etc tem sua identidade cultural, regional.
        Vale frisar que todos os Estados brasileiros possuem seus chefes do poder executivo, e seus poderes legislativo e judiciário, assim como suas capitais e suas bandeiras
        Por isso Portugal continuaria a ter Lisboa como capital, e continuaria com sua própria bandeira, e a bandeira brasileira ganharia uma nova, importante e brilhante estrela. E o povo português continuaria a escolher seus representantes no poder legislativo português, assim como seus chefes de governo em Portugal e também passariam a escolher os representantes de Portugal no legislativo federal e também o presidente da Federação.
        Se a marca de um povo é sua cultura, analisando o povo brasileiro, devido ao tamanho continental do Brasil, podemos dizer que existem várias “nações” dentro da nação brasileira, gaúchos e catarinenses são praticamente estrangeiros, tem uma cultura germanica e eslava muito diferente dos brasileiros latinos, já os nordestinos, em boa parte descendentes dos holandeses e de indígenas, tem uma cultura e tipo físico tão peculiar dos demais, que chegam a ser discriminados em outras regiões, as pessoas não toleram as diferenças, e mesmo dentro do nordeste, há diferenças culturais, como na Bahia, onde a forte presença africana gerou uma cultura muitíssimo diferente dos demais Estados nordestinos.
        Na região centro-oeste, goianos são totalmente diferentes dos mato-grossenses, os goianos são mais ligados aos mineiros, inclusive no modo de falar, e os mineiros, no sudeste, por usa vez tem um modo de vida diferente de todos os demais brasileiros, apesar de sua importância na nação, atualmente não brigam pelo poder como fizeram no passado.
        onde há maior homogeneidade é na região norte, que por sua vez tem para os demais brasileiros, uma cultura amazônica que mais parece a de um país estrangeiro, sem contar as suas milhares de “nações” indígenas brasileiras.
        Já São Paulo e Rio de Janeiro é um clássico, fazem média, mas a verdade é que as elites se odeiam, os povos se aturam, os políticos se detestam, inclusive estes estados já entraram em conflito armado na História do Brasil, na Revolução Constitucionalista de 1932.
        Historicamente, Rio de Janeiro teve o poder político e cultural sobre a nação;
        Já São Paulo teve o poder econômico, sempre que Brasil é Brasil houve rivalidade entre eles, até porque historicamente e culturalmente o RJ sempre representou Portugal e a idéia de integridade territorial nacional, já São Paulo por sua vez tem uma cultura ítala que de certa forma é preconceituosa ao Brasil luso, africano e indígena, e jamais aceitou o poder do Rio de Janeiro, que na maior parte do tempo da História foi a capital federal, seja da colônia, do Império ou da república. É quase um EUA x Rússia dentro do Brasil, um Inglaterra x Alemanha, Brasil x Argentina, Portugal x Espanha.
        Então se temos nacionalidades, ou digo, diferenças culturais tão grandes dentro da federação de Estados Brasileira, porque não o Estado pai, a nação mãe se unir a esta federação novamente, como se fosse o antigo Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves? Seria muito melhor que o Iberismo castelhano.

        • Essa ‘e a minha posicao basicamente: a formacao de uma confederacao (modelo politico de uniao que permite mais mais autonomia aos estados-membros). Uma confederacao uma camara paritaria (senado) e outra proporcional… E a qual se juntariam os outros paises lusofonos.

          • riquepqd diz:

            Excelente idéia Clavis!

            Mais ou menos como no poder legislativo brasileiro, o poder legislativo lusófono seria dividido entre câmara dos deputados e senado, no senado lusófono, cada país teria direito a três representantes, e na câmara, o nº de deputados seria dividido proporcionalmente pelo nº de habitantes de cada Estado federado brasileiro e cada país lusófono integrante.

            E todos escolheriam o presidente lusófono, chefe de governo do novo Estado.

            Esse modelo é o menos dificil de se por em prática numa UL, e a partir dele, poderia se pensar em implementar o municipalismo, já que tentar fazer uma UL a partir do municipalismo seria muito dificil, tendo em vista que a tradição brasileira passa longe dele, e o mesmo ainda não é totalmente consolidado sequer em Portugal. É mais fácil começar primeiro em uma federação ou confederação lusófona.

    • O pior ‘e que esta sucessao de maus lideres e este rotativismo “democratico” que nos rege desde 1975 so tem dado argumentos a estes iberistas… A melhor defesa contra o iberismo ‘e mudar – pela via da qualidade – a classe politica nacional.

    • Otus scops diz:

      CP

      estamos de acordo na totalidade.
      já me enjoa alguns nortenhos sempre com a bacoquiçe sobre Lisboa. quem os pilha e explora são os barões que moram paredes-meias com eles, os que bramem a bandeira da indignação sobre a capital para distrair dos próprios problemas e das suas próprias deficiências ao melhor estilo da técnica bode-expiatório.
      o populismo (neste caso na sua versão mais rasca – bairrismo) é usado e abusado por Pinto da Costa, Filipe Menezes, Valentim Loureiro, etc, sem critério, apenas para servirem os seus interesses de paróquia, sem visão global e sem fundamento.
      mas concordo que deva ser feito algo para mudar o actual paradigma.

      • E faltou o Gomes… Que a populacao nunca perdou ter cedido ‘as “luzes” de Lisboa e quando regressou perdeu rotundamente as municipais…

  75. Rui Martins diz:

    Jamais a união ao Brasil , jamais a união com os PALOP , desde que Portugal passou a receber cidadãos dos PAOLP e Brasil os índices de criminalidade em Portugal aumentaram imenso , a maior parte dos crimes que acontecem em Portugal são efectuados por essa gente , tenho quarente e três anos , e fui recentemente assaltado na linha de Sintra por sete pretos armados ( foi a única vez que fui assaltado ) , fui assaltado por emigrantes no meu próprio pais . Malditos navegadores que arruinaram o nosso presente e o nosso futuro , vejo países como a Finlândia , Áustria , Dinamarca que não tiveram colónias nem uma historia marítima como a nossa e estão bem melhores do que nós . Sempre que oiço Portugueses a falar com orgulho do passado marítimo português eu tenho pena deles , pois e não fosse esse capitulo da nossa historia estaríamos hoje bem melhor !!

    • Bem, pois na verdade a criminalidade mais violenta e mais ativa ‘e conduzida por grupos organizados de cidadaos da UE (romenos) e servios que vivem em Espanha, (tolerados) e passam a fronteira para assaltar em Portugal. Nao sao nem brasileiros, nem caboverdianos.
      Ha problemas serios com a integracao social das segundas geracoes de migrantes africanos, decerto, mas todos os indicadores mostram que nesse campo esta acima da media dos paises desenvolvidos! Muito acima, por exemplo dos problemas que em Franca se registam com a comunidade argelina ou na Alemanha com a turca!

    • Riquepqd diz:

      “…sete pretos armados…” Ai que medo… Da xenofobia.

      • Portugal, contudo, nao ‘e um pais racista, mas temos racistas, claro…

  76. Joaquim.R.Ferreira diz:

    Ó Rui Martins. Tem paciência, mas tu és um virulento na opinião que tomas e mostra ser um português revoltado, certamente com alguma razão.
    Vemos muita corrupção anunciada nos jornais e nenhum dos corruptos vai para aos calhabouços, pelo menos pelo que se sabe. E, entretanto nós os mais pobres é que vamos pagando as crises e assim contribuíndo para o crescimento das grandes barrigas daqueles que nos exploram. Muito desses não têm pátria no seu sentir e apenas o dinheiro lhes interesse. Estes são ainda muito perigosos porque quando as coisas não lhe correm bem e não enchem os bolsos vão lançando a indesejável ideia de formação da união ibérica, não se importando eles de se submeterem ao jugo castelhano desde que o dinheiro esteja sempre ao seu alcance.Portugal é um país de mais de 850 anos e muito mais antigo que a formação política espanha.
    Deves reparar que já convivemos sob o domínio castelhano, por sucessão dinástica, durante 60 anos, e a gente não se deu bem porque são altivos e verdadeiros colonizadores sem respeito pelos outros que não nutrem o sentimento e a língua castelhano, foram assim e ainda o são.
    Quero apresentar-te uma comparação. Antes do nosso 25 de Abril eras preso se te metias na política e na espanha das autonomias continua a ser deste modo se não usares a língua castelhana nas relações do dia a dia és advertido e isso representa mais do que humilhação, é um modo de espezinhar as pessoas retirando-lhes todos os direitos e costumes, sendo isso puro colonialismo.
    Ó Rui Martins temos um GRANDE PAÍS, cheio de pergaminhos e isso é verdade, somente têm falhado os políticos. Na economia, já estivemos acima dos castelhanos, agora não, mas espero que voltemos a esse estádio porque o nosso país tem condições.
    A Galiza deve aspirar a ter a sua autonomia política, visto que estão já cheios dos colonos castelhanos, e eles tem esse direito e eu os apoio astralmente. Não sei se sabes que nesta situação o colonizado não tem direitos, somente deveres. Aconselho-te a não queres experimentar tal vivência porque vais mais tarde torcer a orelha de arrependimento e depois irás sofrer imenso.
    Será utópico à Galiza e àqueles que querem reconstruír a Galécia antiga e é irremediavelmente impossível voltar a esse mundo. Se não voltariámos a ter o império romano e tantos outros impérios que já caíram ao longo da história. Os povos querem liberdade e viverem segunda a sua origem com os seus costumes, a sua língua e os seus modos de ser e de estar.
    Viva Portugal e abaixo os que estão em portugal e não sentem a sua história.

  77. Otus scops diz:

    Joaquim. R. Ferreira

    concordo com tudo, que foi (tão bem) escrito.

    mas entendo o Rui Martins quando diz que “Finlândia , Áustria , Dinamarca que não tiveram colónias” (a Dinamarca teve e tem ainda). realmente dá que pensar.
    estas fugas para a frente que os Portugueses tanto gostam de fazer, 1º o mar, depois África e Ásia, depois Brasil, depois África, de seguida Europa e aqui no Quintus a Lusofonia são sempre venenosas e prejudicais.
    quando é que teremos um desígnio chamado Portugal e os Portugueses???
    quando é que vamos viver em 1º lugar para nós???
    (sem ser necessário virar costas à Europa, à Lusofonia e tudo o mais, obviamente…)

    termino citando-o: Viva Portugal e abaixo os que estão em Portugal e não sentem a sua História.

  78. Riquepqd diz:

    Que a Catalunha se aparte logo da Espanha, e que demais países catalães a acompanhem para formar uma nova e verdadeira nação catalã, todos comungando do mesmo idioma.

    Que o País Valenciano, as Ilhas Baleares e a Faixa de Poente, todos catalães acompanhem a revolta e se unam à Catalunha em uma nova república apartada da Espanha.

    Assim a Catalunha do Norte, atualmente parte da França também poderia se juntar a estes primeiros, e também o Algueiro na Itália.

    E quando todos estes formarem unidos uma nação catalã, Andorra também poderia se unir a eles, já que também falam catalão.

    • Essa “grande catalunha” nao deixa de ter os seus perigos para a propria independencia da Catalunha (sentido restrito): vai atrair oposicao em Franca e Italia e prejudicar assim a propria independencia catala. Erm termos conceptuais, prefiro sempre uma independencia suportada por um forte sufragio popular, e ‘e dificil que isso tambem ocorra nessas regioes.

  79. Joaquim.R.Ferreira diz:

    Os espanhóis castelhanos estão em alvoroço porque temem que a Escócia se torne independente do Reino Unido , por consequência, têm temor que esta independência abra as portas aos independentistas da Catalunha e País Basco e que, por isso, caso venha a acontecer, vão vetar a entrada dessa mesma Escócia na UE.
    O temor é tão grande que já entraram em contacto com Londres fazendo ameaças.
    Estes espanhóis castelhanos esquecem-se que que o povo do Reino Unido é Anglo Saxónico e que não se deixa intimidar por estes espanholitos.
    Que se cumpra o desígnio da queda de espanha castelhana e que se acabe de vez com a arrogância que neles existe.

  80. Pedro diz:

    Sempre defendi que uma Espanha desagregadas das nações que a compõem é sempre melhor para Portugal, em vez termos como vizinho um dos maiores países europeus em termos de área e população passaríamos a ter 3 ou 4 com dimensão inferior à nossa quer territorial quer populacional bem como equilibraria melhor as forças dentro do espectro peninsular.
    Sem dúvida que Lisboa e Barcelona assumiriam os papéis centrais de liderança política e económica.
    Portugal ao contrário de alguns não se deve omitir de participar no apoio a qualquer nação espanhola que queira ser independente, porque se fosse ao contrário já Madrid tinha apoiado uma independência do Norte ou Sul de Portugal caso a coisa tivesse pernas para andar, portanto não deveremos ser ingénuos mas ser antes astuciosos e defender causas que directamente beneficiarão Portugal.
    É óbvio que numa situação destas Portugal teria que aumentar o seu poder bélico, mas pergunto como é que um país quer preservar a sua enorme área económica marítima exclusiva, uma das maiores do mundo sem aumentar o seu poder de defesa e ofensivo? Pois será inevitável o aumento desse poder independentemente das independências da Catalunha, País Basco, Galiza ou outros, logo essa inevitabilidade defensiva de Portugal ainda será mais rentabilizada para assegurar o equilíbrio e não permitir que outras potências se instalem e influenciem as novas nações independentes ibéricas.
    O assunto das independências da Catalunha e País Basco a curto prazo serão uma realidade e para a qual Portugal terá já que preparar o seu posicionamento e não hesitar em apoiar pois uma indefinição geraria o aproveitamento de outras potências para um apoio mais efectivo, nomeadamente a Alemanha e França, já que a Inglaterra apenas lhe interessa manter Gibraltar.
    Concluindo sou da opinião que deve apoiar sem reservas já essas independências para que esses povos saibam de ante mão quem está efectivamente disposto a apoiá-los e dará uma enorme credibilidade ao nosso país depois dos referendos, transmitindo a ideia para essas novas nações que Portugal passaria a ser o garante da paz e concórdia peninsular.

    • Nao ha duvidas que nao podemos descartar a Defesa nem deixar de ter umas forças armadas bem equipadas e treinadas. Falta tambem manter forças de milicias, treinadas para a guerra de insurgencia e que – como na Suíça – realizam treinos regularmente. Nao precisamos de muitos meios pesados, mas apenas dos minimos, mas modernos, completados com uma Marinha adequada à extensao da nossa ZEE.
      Quanto à desagragacao de Espanha, ela nao me agrada, especialmente se for violenta. Mas nada a opor se for pacifica e sobretudo concordante com a vontade da maioria da populacao das nacoes que se independentizam (Galiza, Euskaria, Catalunha) e isso é possivel… Veja-se, por exemplo, o caso da Checoeslováquia.

      • Otus scops diz:

        a Galiza vai continuar a pastar.
        já estão quebrados à muito tempo, já passaram o ponto de não retorno à muito tempo.

        CP, os teus amigos da AGAL não são a Galiza…

        • Joaquim.R.Ferreira diz:

          Pelo contacto que tenho tido através da Net verifico que a Galiza tem muitas dificuldades em consumar tal realidade porque me parece que ela está muita castelhanizada aliás essa atitude foi sempre permanente nos castelhanos: isto é, a colonização foi e é uma constante em todas as regiões e a Galiza por ser a mais pobre e por ser a mais lusófona, é controlada meticulosamente pelos esbirros de castela madrid, até um dia, mas estou convicto que esse dia chegará.

          • Nao duvide: o grande problema atual da Galiza é a quase total ausencia do dominio da lingua galega entre os jovens e as criancas. A lingua é hoje falada por quarentoes ou por idosos… A Escola é a grande lacuna aqui e onde menos se tem feito (o que aliás levou à situacao atual).

        • é tudo uma questao de manter a chama viva. Nao escondo (nem escondem os ativistas galegos) que hoje os galeguistas sao minoritarios, mas enquanto a causa estiver viva, pode generalizar-se, assim ocorram as condicoes sociais e economicas que o favoreçam… A este respeito, o caso catalao é excelente: na decada de 70 a independencia catala estava completamente fora de equacao, mas hoje é um assunto agudo e totalmente sobre a mesa e na atualidade.

          • Otus scops diz:

            então não entendo: SE A ESMAGADORA MAIORIA DOS GALEGOS NÃO QUER DEIXAR DE SER ESPANHOLA para quê esta ideia só porque FOI Galaicofónico???

            para quê este radicalismo e querer forçar a realidade???

            para quê???

            • Manter a chama… E a identidade nacional galega, viva. Para isso bastam uns poucos. Os outros, perante a viabilidade da opcao, hao de aderir quando o momento da escolha chegar.
              Nao ha radicalismo, ha sentido de opcao e solidariedade para com quem sempre foi reprimido e oprimido pelo mesmo opressor castelhano.

          • Otus scops diz:

            mas qual “IDENTIDADE NACIONAL GALEGA” viva???
            diz-me lá o que é isso???
            como se expressa???
            que forma tem???
            como a identificamos???
            onde está???

            • Otus scops diz:

              CP

              nunca dás resposta à perguntas fundamentais.
              constróis os teus argumentos em suposições e depois edificas uma ideologia sem sustentação, daí os teus silêncios…

              deixa lá, o caldo galego, o tetilla, o mência, as mariscadas, as empanadillas, os pimentos de Padron, etc, não vão desaparecer mesmo com a castelhanização irreversível(?) dos galegos.

              • és tramado… Eu respondo, mas o que queres é que responda concordando, e isso so farei quando esta Europa provar que estou enganado.

              • Otus scops diz:

                a Europa está certa, a deriva à direita com esta monetarização e financeirização da Vida que esta gente – democraticamente eleita, diga-se – com laivos de xenofobia e egoísmo é que estão a minar o processo.

                mas que raio tem isso a ver com o que te perguntei????

                qual “IDENTIDADE NACIONAL GALEGA” viva???
                diz-me lá o que é isso???
                como se expressa???
                que forma tem???
                como a identificamos???
                onde está???

                • Nao tem a ver… Sao assuntos igualmente importantes, mas paralelos.

  81. Pedro diz:

    Portugal é sempre a pedra basilar para que as regiões espanholas ganhem força e se independentizem, a questão é porque não o fez até agora. Não creio naquele argumento que se diz que é por receios de Madrid, o mais lógico é que os sucessivos governos desde a implantação da república acharem que uma Espanha dividida acarretaria mais problemas e ingerências estrangeiras na península ibérica.
    De facto se analizarmos bem a questão só por esse lado digamos que a estratégia não tem sido má, porque assim politicamente Lisboa só tem um interlocutor, Madrid, ou seja apenas e só pelo facilitismo e comodismo.
    Mas se queremos ser ambiciosos neste novo contexto mundial e nomeadamente europeu, será forçoso que a Espanha se desintegre e Portugal assuma o seu protagonismo peninsular que lhe escapa desde os lusitanos, único povo peninsular a opor-se vitoriosamente às legiões romanas.
    Um país vale aquilo que os seus políticos querem, e está visto que os nossos políticos não são ambiciosos, vão pelo comodismo e facilitismo.

  82. Joaquim.R.Ferreira diz:

    Ora aí está. Os políticos portugueses têm sido e ainda o são tudo isso. Veja-se o caso de Olivença, que, pelo reconhecimento internacional, é portuguesa pelo tratado de 1815, após o roubo dos castelhanos espanholitos na guerra traiçoeira de 1801, os representantes de Portugal nada fazem para obterem de volta aquele território, à nossa administração.
    Por estas e outras razões, os meus votos, quando de eleiçõres, será sempre em branco porque os políticos deixaram de ter a minha confiança.
    Para apagarem ainda mais a nossa história passada de guerras hostis com eles, e que foram sempre de defesa, querem eliminar ou já eliminaram o feriado o dia 1 de Dezembro, dia da Restauração de Independência Nacional, que, para os portugueses é um dia glorioso.
    Uma parte dos portugueses, pelo menos, os mais novos, não sabem que fomos sempre espoliados pelos castelhanos espanholitos desde a nossa independência de castela em 1143. E a culpa é e foi sempre dos nossos políticos que nos ocultaram a nossa verdadeira história peninsular.
    Entretanto, é minha convicção de que se nos acomodarmos aos ideais que alguins nutrem por uma união ibérica seremos então de novo roubados e secundarizados e passaremos a ser um povo de 2ª. que é aquilo que os castelhanos nos consideram.
    Abaixo a espanha castelhana.

    • Nao duvido que a Questao de Olivença é completamente ignorada pela esmagadora maioria dos jovens de hoje. Os media estao demasiado cheios de Bola, Musica de Consumo e VIParia para darem atencao às verdadeiras noticias.
      Esse espaco tem que ser o Nosso, o dos cidadaos ativos e conscientes.

  83. Joaquim.R.Ferreira diz:

    Ao
    Cl.Proph.
    Eu acho que uma boa maneira de alterar o “status quo”, uma vez que o território é português de júri, se deveria redesenhar o nosso mapa e incluír o espaço de Olivença nele, por todas as entidades da comunicação social, de modo a tornar visível esta situação de ilegalidade dos espanhóis castelhanos aos olhos dos mais novos. Esta seria um modo de fazer mexer com a política e o povo é quem mais ordena em democracia.
    Se os espanhóis castelhanos estivessem no nosso lugar já o teriam feito sem qualquer tipo de rebuços.
    No meu entender a sociedade civil terá de se pronunciar e obrigar o governo a tornar pública a sua posição, tanto nacioonal como internacional.
    Olivença é nossa e etrá de vir para o nosso seio.
    Abaixo os portugueses que querem olvidar Olivença.

    • A questao de Olivença tem muitos aspectos… Atualmente, com toda a colonizacao e repressao linguistica deitada sobre o territorio nos ultimos anos (especialmente desde 1950) o uso da lingua portuguesa é vestigial e se fosse lançado um referendo, este daria um resultado esmagador a favor de Madrid, nao o duvido.
      Penso que faltam solucoes imaginativas, como soberania partilhada, ensino do portugues em todos os graus de ensino, dupla nacionalidade, etc. Solucoes que preservassem os direitos portugueses sobre o territorio e restaurassem a dignidade perdida, em suma.

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