
A Comissão Europeia acredita que é possível poupar até um terço do consumo atual de combustível pela simples aplicação de um conjunto de dez conselhors de condução. A lista, elaborada pela equipa do comissário Andris Piebalgs, pretende reduzir as emissões europeias de CO2 e a dependência energética europeia e são parte da campanha “Poupe mais do que combustível”, recentemente lançada pela União Europeia.
Os dez conselhos serão distribuídos através da entrega de 30 milhões de panfletos por toda a Europa e aludem a:
1. “Mantenha o veículo bem afinado e verifique o nível do óleo regularmente.
2. Verifique a pressão dos pneus todos os meses. Os pneus com pressão inferior à indicada contribuem para um aumento do consumo de combustível até 4%.
3. Retire carga desnecessária do porta-bagagens e assentos traseiros. Quanto mais pesado estiver o veículo, mais esforço tem o motor de fazer e mais combustível consome.
4. Feche as janelas, especialmente a velocidades mais elevadas, e retire malas de tejadilho vazias. Vai reduzir a resistência ao vento, e o consumo de combustível e as emissões
de CO2 podem baixar até 10%.
5. Utilize o ar condicionado apenas quando necessário. A utilização desnecessária aumenta o consumo de combustível e as emissões de CO2 em até 5%
6. Comece a conduzir logo após ligar o motor e desligue-o quando estiver parado por mais de um minuto. Os motores modernos estão desenhados para serem mais eficientes quando o veículo começa logo a andar, reduzindo o consumo de combustível.
7. Conduza a velocidades razoáveis e, acima de tudo, conduza suavemente. Sempre que acelera ou trava subitamente, o motor gasta mais combustível e produz mais CO2.
8. Ao acelerar, nos veículos de caixa manual, mude de mudança o mais cedo possível. As mudanças mais elevadas são mais económicas em termos de consumo de combustível.
9. Tente antecipar o fluxo de trânsito. Olhe para a frente, o mais longe possível, para evitar paragens e arranques desnecessários.
10. Considere a partilha de automóvel para trabalho ou lazer. Vai ajudar a reduzir os congestionamentos de trânsito e o consumo de combustível.”
A aplicação destes conselhos simples de condução pode levar a uma redução do consumo de 7,3 litros para apenas 5 litros, por cada 100 quilómetros e é vital neste contexto do aumento explosivo do barril de petróleo e de protestos generalizados contra a especulação bolsista e os seus reflexos nos preços, assim como a carga fiscal, encontram assim uma forma de combater estes aumentos. Quase tão bom como boicotar aqueles que lucram com a crise – as gasolineiras e os especuladores bolsistas – será reduzir os consumos, quer aplicando estes dez conselhos, quer utilizando mais os transportes públicos, quer escolhendo carros de menores consumos (híbridos ou citadinos) e… pressionando os governos para que alterem as suas cargas fiscais por outras mais inteligentes e que penalizem mais os que mais desperdiçam (os donos de SUVs, jipes, etc) e menos os que escolheram carros com menores padrões de consumo. Algo que o nosso governo não está preocupado em implementar, já que conta com o aumento dos rendimentos do ISP para compensar o previsível recuo das receitas do IRC e do IRS com o abrandamento económico que se espera para 2008.
Fonte:
















8. Ao acelerar, nos veículos de caixa manual, mude de mudança o mais cedo possível. As mudanças mais elevadas são mais económicas em termos de consumo de combustível.
errado, se a passagem de caixa for cedo demais o consumo aumenta. o que determina a quantidade de combustivel que está a ser injectada é a dose de acelerador. existe um ponto óptimo para a passagem de caixa. antes ou depois desse ponto o consumo aumenta, tanto num caso como noutro. “o mais cedo possível” não é a receita certa
bem, não sou especialista na área, pelo que aceito a correção.
“o que determina a quantidade de combustivel que está a ser injectada é a dose de acelerador.”
Se é a dose do acelador n há erro.
>Se é a dose do acelador n há erro.
há sim. podes necessitar de mais acelerador para manter a mesma velocidade numa mudança mais alta, principalmente se fores a acelerar ou a subir
cravo:
não digo que não tenhas razão (não conduzo, pelo que não sei), mas se é um erro é um “erro do camano”, porque a coisa passou pela bitola da UE e por não sei quantos peritos e especialistas e só em si… seria uma notícia.
Podem ser especialistas do que lhes apetecer, esse ponto está errado. Ou nasceu errado ou foi mal traduzido. Percebe-se que a intenção é aconselhar as pessoas a não puxar muito pelas rotações. Mas que alguém falhou até a noticia chegar cá, falhou. E qualquer bom mecânico te pode confirmar isso, que não é passando de caixa o mais cedo possível que se poupa combustível, e sim em torno da rotação a que o motor produz mais binário
bem… erro de tradução não é.
repara no texto da versão britânica:
“When accelerating, change up gears as early as possible.
Higher gears are more economical in terms of fuel consumption”
e olha que este siet do governo sueco repete quase completamente este conselho:
“2. Change up early and drive in the highest gear possible
Change into second gear after a couple of car lengths. Change from 2nd into 4th or from 3rd into 5th. Depress the accelerator pedal about halfway. Change up before 3,000 rpm.
Change up early
Drive in the highest gear possible. Most cars can be driven in 5th gear at 50 kmph on level roads. Change from 2nd to 4th or from 3rd to 5th gear on favourable slopes. The higher the gear, the less fuel the car uses.
Acceleration costs fuel which is why it is important to reach your cruising speed and top gear as quickly as possible.
It is important however not to exceed 3,000 rpm and you should not press the accelerator down more than halfway. Otherwise the catalyser could be bypassed and increase emissions of substances hazardous to health and the environmental such as hydrocarbons and nitrogen oxides.
Uppdaterad 2008-06-03 ”
http://www.vv.se/templates/page3____24639.aspx
continuo a não negar que não tenhas razão, sublinho apenas que muitos parecem pensar de forma diversa.
sim,mal traduzido não foi. é ignorância mesmo. no entanto há coisas que são correctas e ao mesmo tempo contraditórias:
you should not press the accelerator down more than halfway.
verdade, mas se passar de caixa demasiado cedo pode encostar o acelerador ao fundo e o carro quase não sai do sitio
provavelmente o texto foi vítima de uma doença europeia comum: febre de consultivite (excesso de consultores e de técnicos de marketing…)
“há sim. podes necessitar de mais acelerador para manter a mesma velocidade numa mudança mais alta, principalmente se fores a acelerar ou a subir”
Se for a subir o consumo será o mesmo, e nunca precisarei de uma mudança mais alta mas sim uma mais baixa, aumentando o consumo. Na mais alta das duas uma: ou mantenho o consumo e o carro vai-se aguentando a subir, mesmo que dê mais acelaração não haverá a resposta rápida, logo o consumo n aumentará, ou, a mudança não aguenta, o consumo mantêm-se, mas o motor está a morrer, baixo uma e como consequência aumento o consumo…
A nível de tradução está ttudo ok , mas o q quiseram dizer foi “When accelerating, change up gears as early as possible.
Higher gears are more economical in terms of fuel consumption”, não façam como a minha mãe q demorou 4 anos para pôr uma quarta mudança, ponham a mudança o mais cedo possível, quando possível.
Eu tb gostaria de dar conselhos à UE…A começar q não se põem a pau e voltam-se para o social, ou o projecto europeu tem os dias contados..
>mesmo que dê mais acelaração não haverá a resposta rápida, logo o consumo n aumentará
quanto mais acelerador deres mais ele gasta, e dependendo da rotação, numa mudança mais baixo pode precisar de menos acelerador.
Duas Perguntinhas de leigo!
Como fica a UE com o “não” do referendo Irlandês sobre o tratado de Lisboa ? E os 14 paises que já aprovaram?
18…
e fica na mesma, o Tratado de Lisboa, puro, é que vai ao ar.
agora, ou se fazem duas europas, a duas velocidades
ou fazem um novo tratado, e asseguram-se que este não é referendado em nenhum país.
sim, porque a esta gente não convêm que povos exprimam a sua opinião…
veja-se a falta de referendo em Portugal, p.ex.
Desculpa, Clavis! Não estou entendendo mais nada
O nome não é união? Se um diz não, deve ser não!
O dito que já foi reprovado no referendo irlandês. Mas poderá ir ao ar do mesmo jeito? Se não conseguirem isso farão um novo tratado, quase igual ao atual, e sem referendo popular.
Portanto será para alguns um tratado güela abaixo e para outros, que possivelmente moram em uma grande ilha verde e chuvosa, um tratado cu acima!
É isso?
é uma “união” cada vez mais dos políticos e menos das pessoas.
essa aliás é a maior lição do não do refrendo irlandês.
mas haverá alguém a ouvir?
a resposta de Barroso, indica que não.
que estão já em autismo pleno e que se preparam para “cozinhar” uma solução manhosa qualquer, provavelmente cedendo à Irlanda um estatuto especial no seio da “sua” (não nossa) Europa.
e é esta Europa sem alma que creio que Portugal deve rejeitar
buscando a sua verdadeira alma na Lusofonia e na verdadeira união paritária, justa e igualitária da União Lusófona
Entendi porque agora querem fazer uma abaixo do equador também.
Só que os politicos foram eleitos pelo povo e o representam.
Por aqui é comum falar que o povo tem os políticos que merecem!
Fiquei deveras interessado nisto! Vou acompanhar os desdobramentos!
podes crer que temos mesmo!
no nosso caso, a maioria da população já nem vai votar, e na generalidade da europa os níveis de abstenção têm sido crescentes, ano após ano…
este novo fiasco europeu significa uma coisa:
não se deve fazer nenhuma “união” de base económica, sem considerar as verdadeiras essências culturais, linguísticas e sem haver uma “alma coletiva” a partir da qual se possa evoluir para outras formas de organização.
Por aqui o voto obrigatório diminui consideravelmente a abstenção. O recolhimento do titulo eleitoral impossibilita o brasileiro maior de 18 anos a tirar ou renovar o passaporte, estudar em universidade, participar de concursos públicos entre outras sanções. Esses dias (acho que ontem)a justiça eleitoral cancelou mais de 1,8 milhões de titulos.
É tosco mais funciona
Errata: É tosco, mas funciona!
estou a ver…
mas estas coisas deviam ser voluntárias… se as pessoas têm que ser obrigada a votar, algo está muito mal no sistema, certo?
algo as separa da política e as não identifica com ela, não é?
é isso que importa travar…
fazendo regressar a política às pessoas… e para isso, teremos que descentralizar, muito e absolutamente.
é isso que penso.