Segundo um novo estudo publicado por um perito norte-americano em combustíveis alternativos, o Dr. C. E. Thomas>, as células de combustível e o hidrogénio serão as únicas tecnologias para veículos motorizados que poderão contribuir de forma decisiva para a resolução ou atenuamento do problema do Aquecimento Global.
Este estudo aponta que somente o uso generalizado do hidrogénio como combustível para veículos motorizados poderá resolver efectivamente o problema do Aquecimento Global. Segundo o perito, só o hidrogénio pode conseguir alcançar o ambicioso objectivo de reduzir os gases de Efeito de Estufa em 60% dos valores de 1990. Para além do hidrogénio, só o etanol celulósico pode obter um ganho semelhante, mas de apenas 20% de redução. O investigador estima também que o custo económico de migrar a estrutura de produção e distribuição da gasolina para o hidrogénio será menor do que manter a estrutura actual, num contexto de explosão dos preços do petróleo
O Dr. C. E. Thomas conclui que “só os veículos propulsionados a células de hidrogénio poderão virtualmente eliminar a poluição do ar urbano do sector dos transportes por 2100; todas as outras opção de veículos/combustíveis incluindo quer a gasolina, quer o etanol produzirão essencialmente a mesma ou ainda maior poluição do ar que a frota automóvel actual devido ao aumento do número de milhas viajadas.”
Os trabalhos do perito recorreram a várias ferramenta de análise e modelos teóricos comparando várias configurações de híbridos, híbridos que se podem ligar à rede eléctrica pública, biocombustível e hidrogénio. As conclusões destes trabalhos foram apresentadas no congresso anual da “National Hydrogen Association”, realizado em Abril de 2008 na Califórnia.
O hidrogénio consolida-se como o verdadeiro “combustível do futuro”, apresentando um número crescente de vantagens competitivas frente ao seu melhor concorrente, o biocombustível fabricado a partir de cana do açúcar brasileira, já que o criado a partir de milho só é economicamente viável à custa da injecção massiva de subsídios. Resta, contudo, um grande problema que tem que ser resolvido para que o hidrogénio possa ser verdadeiramente um combustível de massas: a produção… De facto, o processo industrial mais eficiente para o produto, depende do… petróleo, e enquanto outros métodos promissores (como a geração a partir de algas OGM) não surgirem dificilmente será rentável converter a rede de refinação e distribuição de gasolina para o hidrogénio…
Fonte:
Energy-Daily.com
















É desta que mudas do hibrido para o hidrogénio, quando este surgir? O Problema aqui é os lucros do senhores do petróleo, esses não parece interessados no planeta e na sua saúde.
sim… mas só penso no assunto quando houver uma rede de distribuição! coisa que a haver… haverá apenas na Califórnia, nos próximos tempos…
http://hydrogenhighway.ca.gov/
um Estado governado por um Republicano, muito conhecido e uma boa surpresa para mim, pelo menos:
http://www.governor.ca.gov/
PRODUÇÃO DE ETANOL COM ALGAS
UMA RESPOSTA À AMEAÇA DE PEAK-OIL & OIL-CRASH
O Prof. Pengcheng “Patrick” Fu da Universidade de Hawaii (EUA) desenvolveu uma tecnologia inovativa, produzindo em escala etanol com cyanobacterias modificadas (blue-green-algae). Esta fonte nova de etanol não entra em conflito com a produção de ração e de alimentos e consome ainda CO2 no seu cultivo no sistema de photo-bio-reator de baixo custo, usando a luz solar.
Fu já desenvolveu cepas de cyanobacterias, que produzem etanol como resíduo e ganhou uma patente mundial com a sua invenção.
O teste no laboratório de biotecnologia em Hawaii utilizou photo-bio-reatores (PBR) com luz artificial e com luz solar. O sol funciona melhor, diz Fu. Transformando um resíduo em uma coisa útil é uma solução importante. As “blue-green-algae” necessitam somente sol e como nutrientes também um pouco açúcar, especialmente à noite no período sem insolação, usando o resultado da produção tradicional de cana, um pouco melasse. Assim temos uma solução interessante para a indústria do setor sucroalcooleiro.
Brasil e outros países tropicais ganham deste modo uma segunda opção, processando o etanol com o novo feedstock micro-algae. Assim cana de açúcar & algas podem atender juntos a grande demanda de etanol do mercado mundial. A produtividade de algas por hectare é no mínimo 10 até 20 vezes maior do que o rendimento da cana, dependendo só da verticalização do cultivo da altura do sistema de photo-bio-reatores verticais. Assim o Brasil poderia produzir mais e mais etanol, usando menos espaço. A produção em massa de etanol com algas poderia ser realizada em grande parte no Nordeste do país, perto dos portos marítimos, estimulando assim a capacidade de exportação desta região carente.
Um projeto nacional de produção em escala de etanol com algas seria um desafio, que necessita um projeto de Parceria Pública e Privada (PPP), envolvendo o Governo Federal, EMBRAPA, CTC – Centro de Tecnologia Canaviera, UNICA e Usinas de Álcool e Açúcar, bem como entidades como OCB e REDENET – Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica e principalmente universidades, especialmente centros de pesquisa de algas (como o LABIOMAR da UFBA e o Setor de Bioenergia da FTC, ambos em Salvador).
A tecnologia da empresa La Wahie Biotech vai ser ajustada agora para preparar uma planta experimental com alto rendimento, uma BIOFÁBRICA DE ETANOL DE ALGAS, um desafio técnico para o futuro próximo.
Professor Dr. Pengcheng Fu possui passaporte chinês e americano, foi convidado recentemente pelo Governo da China, de estruturar em Beijing um projeto piloto de etanol de algas. A equipe da empresa La Wahie Biotech Inc. em Hawaii coordena ações da matriz da empresa start-up e de uma ONG criada, da FUNDAÇÃO LA WAHIE INTERNATIONAL.
No Brasil está em fase de implantação uma filial em Aracaju-SE; representante é o Professor alemão Hans-Jürgen Franke, especialista em bioenergia.
Fu começou a formação em engenharia química, depois continuou com biologia. Ele estudou na China, Austrália, no Japão e nos Estados Unidos.
Ele trabalha também com a NASA, pesquisando o potencial energético de cyanobacterias para futuras colonizações na Lua e no Marte. Recentemente a empresa La Wahie Biotech ganhou avards e prêmios no campo de Pesquisa e Desenvolvimento. Daniel Dean e Donavan Kealoha, ambos estudantes da Universidade (law, technology and business) são parceiros de Prof. Pengcheng Fu.
Fu diz, que a produção de etanol na base de plantações do agrobusiness como cana de açúcar ou ainda milho é bastante lenta e gasta muitos recursos. Por esta razão ele optou para as cyanobacterias, que convertem a luz solar e o nocivo dióxido de carbono na sua alimentação e deixam como resíduo oxigênio e etanol.
Alguns cientistas pesquisam cyanobacterias para fabricar etanol, usando diferentes cepas. Mas a técnica de Prof. Fu é única. Ele resolveu inserir material genético dentro de um tipo de cyanobacterium, e agora o produto de resíduo é somente etanol, separado no circuito do sistema de photo-bio-reator através de uma membrana. Funciona muito bem, fala Prof. Fu.
O benefício é que a tecnologia de Prof. Fu começa produzir em poucos dias grandes quantidades de etanol com custo inferior do que técnicas convencionais.
O parceiro de Prof. Fu no Brasil – na representação da empresa La Wahie Biotech Inc. em Aracaju – Prof. Hans-Jürgen Franke – está coordenando o desenvolvimento de um sistema de photo-bio-reator de baixo custo. Prof. Franke vai articular agora projetos pilotos no Brasil.
Com o sequestro de dióxido de carbono (CO2) a tecnologia revolucionária de produção industrial de etanol de La Wahie Biotech Inc. serve ainda, para combater o aquecimento global.
Honolulo e Aracaju, 15 de Setembro 2008
Contatos:
• Prof. Pengcheng Fu – E-Mail: pengchen2008@gmail.com
• Prof. Hans-Jürgen Franke – E-Mail: lawahiebiotech.brasil@gmail.com
Tel.: 00-55-79-32432209
I think some of the future energy belongs to the cyanobacterias, produts like the etanol, its a clean energy.
Ainda bem que existe solução, melhor para todo o paneta, que só agradece.
quanto mais incentivo houve (o esgotamento e alta do petróleo), mais soluções destas haverá, carlos…
eu acredito mais nos veiculos movidos a ár compremido,pois estes para alem de não poduzir nenhum tipo de poluição tambem evitaria dependencia de qualquer tipo de abastecimento,ao contrario do hidrogenia,neste ultimo haverásempre a dependencia em passar por um posto de combustivel e abasteçer o carro com hidrogenia,iss irá levar á especulação de preços e vermos,num cenário deficil mas possivel,ver o hidrogenio cotádo na bolsa tal como o petroleo