Sobre a situação da Marinha dos Países da CPLP

(Lancha de fiscalização da Marinha timorense in http://www.marinha.pt)

Teve recentemente lugar em Lisboa o 1º Simpósio das Marinhas dos Países de Língua Portuguesa. A iniciativa partiu da Armada Portuguesa que convidou a participarem neste Simpósio várias delegações dos países da CPLP.

O Simpósio permitiu traçar uma visão global das marinhas dos países da CPLP. A comunicação do professor Adriano Moreira intitulada “O Mar e a CPLP” onde o seu cerne assentou no risco de que o mar português, incluso na nossa zona económica exclusiva está em vias de se perder com a implementação do Tratado de Lisboa com a perda de capacidade negocial que implica assim como com a autonomia plena nos domínios de Defesa que dele decorrem. Duas severas limitações à soberania nacional que nem sequer foram submetidas a Referendo, acrescentamos nós…

Passemos agora em revista a situação especifica que cada país da Comunidade enfrenta no que concerne à Defesa das suas costas e dos seus mares:

Angola: os seus amplos recursos naturais em petróleo e gás natural tornam as águas territoriais deste pais lusófono um alvo crescentemente mais e mais apetecível neste mundo em que a luta pelo controlo direto ou indireto dos recursos será cada vez mais prioritário para as grandes potências, como a declinante, mas ainda poderosa superpotência norte-americana e a ascendente mas imoral China. As numerosas e gigantescas plataformas petrolíferas angolanas são um alvo extenso e exposto que é difícil proteger atualmente, com os escassos meios da marinha angolana, mas que a dependência da economia do pais sobre o sector do combustível mostra que é indispensável reforçar. Se o exército angolano é atualmente o segundo maior e provavelmente um dos mais eficientes da África subsahariana, com excepção do sul-africano, a marinha de guerra angolana alinha apenas pouco mais de mil homens contra cem mil soldados de infantaria. Um desequilíbro que urge suprir com novas lanchas rápidas, patrulhas oceânicos e navios de guerra modernos.

Brasil: a marinha de guerra deste pais-continente é obviamente a maior e mais bem equipada dos países da CPLP. A sua extensa costa marítima, a riqueza dos seus recursos petrolíferos oceânicos e até a natureza exportadora da sua economia fazem com que a defesa dos seus portos e das suas rotas marítimas terão que ser uma das prioridades estratégicas do Brasil. Para além deste padrão de exigências, a ascensão da economia brasileira e a crescente necessidade de afirmação internacional do Brasil, até um estatuto não mais de mera potência regional, mas da potência mundial que a sua demografia, economia e atitude exemplar da sua política externa demonstram são obrigações a que a Marinha de Guerra brasileira tem que assistir. O ambicioso programa de reequipamento em curso, assim como a construção de submarinos nucleares (um plano de que discordamos, mas que irá aumentar o poder dissuasivo da marinha brasileira), com a aquisição e construção de novas fragatas e submarinos convencionais, assim como a renovação do porta-aviões São Paulo e os ainda indefinidos caças vencedores do programa F-X2 irão devolver ao Brasil uma superioridade regional que os programas de armamento chilenos e venezuelanos vieram ameaçar.

Cabo Verde: A pequena marinha deste pais insular, provido de uma excelente situação estratégica alinha atualmente apenas com um escasso número de lanchas de fiscalização. A presença de Cabo Verde na rota das mafias de migrações clandestinas poderá num futuro próximo incentivar os países da União Europeia a financiar a aquisição e manutenção de novos meios navais para Cabo Verde. As dez ilhas do arquipélago dependem de comunicações marítimas que têm que ser defendidas e os recursos piscícolas da nação tem que ser defendidos contra as frotas pesqueiras de outras nações. Todas estas necessidades não podem ser satisfeitas com uma pequena flotilha de lanchas de fiscalização e existe também a necessidade de uma pequena frota de corvetas, não necessariamente das mais modernas, mas com um bastante raio de ação.

Guiné-Bissau: O essencial da marinha guineense é constituído por três lanchas de fiscalização construídas em Portugal e em operação no pais lusófono desde 2006. Estes meios não têm recebido a devida manutenção e isso está a reduzir a sua operacionalidade ate níveis perigosos. A situação atual da Guiné-Bissau, com um Estado praticamente inoperante e uma economia arruinada expôs o pais à condição atual de eixo do narcotráfico. As autoridades policiais e militares estão penetradas até aos níveis mais altos pela corrupção dos narcotraficantes e a passividade das forças armadas e da policia guineense encontra aqui boa parte da sua justificação. Impõe-se criar mecanismos que purguem o Estado guineense destes elementos, financiando os seus vencimentos, colaborando com ações de fiscalização e investigação que exponham as raízes internacionais de um comércio que tem como destino último os países europeus.

Moçambique: O porto de Maputo é hoje um dos principais pontos de escoamento para os mercados internacionais das exportações da África do Sul o que torna a defesa portuária uma prioridade não somente de Moçambique, mas até da África do Sul. Este país lusófono tem uma costa marítima superior à angolana, mas menos riquezas marítimas e uma marinha de guerra ainda mais residual, que brevemente será apenas um pouco reduzida pela activação de um novo batalhão de artilharia de costa. Moçambique tem como grande prioridade naval estratégica a defesa do porto de Maputo e das rotas marítimas que levam ate ele. A África do Sul e o Zimbabue dependem dele para escoar uma parte significativa da sua atividade comercial e a sua defesa deveria ser uma das prioridades de uma política de Defesa que infelizmente esta desprovida dos meios adequados para a poder satisfazer.

Portugal: A Armada tem hoje como principais meios operacionais três fragatas Meko 300 da classe “Vasco da Gama”, construídas na Alemanha na década de oitenta. A estas irão juntar-se ainda este ano duas fragatas ex-holandesas construídas na mesma época, formando assim o cerne de uma marinha adequada às necessidades do mar português. Contudo, a vida útil destas fragatas não é infinita e neste momento os navios desta geração começam a ser substituídos por toda a Europa. Nenhum plano idêntico decorre em Portugal. No momento em que as oito corvetas e as demais fragatas da classe “João Belo” são abatidas ao inventário e os patrulhas oceânicos NPO2000 sofrem atrasos e dificuldades técnicas sucessivas, marinha portuguesa fica reduzida a cinco fragatas da década de oitenta, adequadas em numero mas desprovidas de corvetas modernas para as acompanhar e de um plano de modernização que tarda em arrancar. A entrada em funcionamento de dois submarinos alemães U209PN vai manter a capacidade dissuasória da Marinha, mas urge colocar no mar os novos “Patrulhoes” construídos e a construir nos estaleiros de Viana do Castelo, assim como iniciar planos de construção e aquisição de novas corvetas e fragatas, de forma a assegurar a soberania portuguesa na extensa Zona Económica marítima e a segurança de algumas das mais movimentadas rotas marítimas que a atravessam. A própria existência destas rotas e a sua importância estratégica não só para Portugal mas para o mundo devia também justificar a existência de navios draga-minas, os quais infelizmente desapareceram do inventario da Marinha logo na década de oitenta.

São Tomé e Príncipe: a iminente exploração petrolífera que devera começar num futuro próximo nas aguas deste pequeno pais africano de expressão oficial portuguesa obrigara a que sejam adquiridas lanchas de fiscalização que atualmente não estão à disposição deste pais, já que a marinha são tomense alinha apenas com uma pequena lancha e dois botes pneumáticos.

Timor: A última tentativa de golpe de estado provocou a redução em mais de metade dos efetivos da marinha deste pequeno pais lusófono. Para defender uma costa de mais de mil quilómetros, Timor conta apenas com duas lanchas “Albatroz” construídas em Portugal e cujas tripulações foram treinadas pela Marinha portuguesa.

Conclusão:

Registamos que Portugal vem cumprindo as suas obrigações históricas apoiando os pequenos países lusófonos com equipamento e treinamento. Países como a Guiné-Bissau, Timor e Cabo Verde têm as suas lanchas de fiscalização graças a contribuições portuguesas. Registamos contudo que as marinhas guineenses e timorense permanecem muito abaixo dos padrões operacionais que as suas necessidades especificas impõem. Precisam assim de um reforço de meios, treinamento e apoio logístico por parte de Portugal e de outros países lusófonos, como o Brasil, país que opera a maior e mais moderna esquadra da Lusofonia. Os países lusófonos mais pequenos e com maiores constrangimentos de meios teriam muito a ganhar com o estabelecimento de missões conjuntas e regulares de patrulhamento e vigilância por parte dos países com maiores armadas, como o Brasil e Portugal. Só estes países têm meios para defender as plataformas petrolíferas são tomenses e timorenses e para perseguir e deter as lanchas rápidas e os cargueiros usados pelos traficantes nas aguas da Guiné-Bissau. A defesa da economia e das populações destes países clamam por uma estratégia de Defesa comum e concertada que dedique meios onde eles não existem, mas onde clamorosamente faltam.

O Brasil tem de prosseguir com a sua estratégia de modernização de meios e de manter e – eventualmente – substituir o seu porta-aviões por um navio mais moderno e capaz de operar cacas mais recentes que o vetusto A4. Só assim poderia participar neste esforço conjunto de que carecem os países lusófonos mais pobres e com maiores necessidades de Defesa e usar este navio como a base de uma projeção de poder naval ate ao local de uma crise onde forcas Lusófonas tenham que ocorrer para estabilizar ou apoiar na resolução de alguma crise local. Esta necessidade tornou-se flagrante aquando das recentes crises guineenses e timorenses onde uma fragata portuguesa teve que agir sozinha e quase sem apoio em cenários muito distantes. Uma pequena força-tarefa Lusófona, como aquela cuja criação defendemos AQUI poderia fazer toda a diferença… Para tal seria preciso que o Brasil começasse a surgir com maior frequência e empenho em missões de Paz, com meios e uma amicao renovada, que Portugal se dedicasse a renovar os meios que deixou entregar ao tempo e a uma estratégia europeia que quer ver os nossos recursos marítimos nas mãos da eurocracia de Bruxelas. É também preciso que Angola compreenda que não pode desempenhar o papel regional que ambiciona cumprir sem meios navais convencionais nem defender as suas preciosas plataformas petrolíferas sem lanchas e patrulhas rápidos e modernos.

Sobretudo falta aos países lusófonos uma estratégia comum de Defesa naval que rentabilize os melhores meios das armadas mais fortes, que reforce os laços económicos, sociais e políticos entre os países da CPLP.

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135 thoughts on “Sobre a situação da Marinha dos Países da CPLP

  1. Guedes

    No sábado passado aqui em Macau em visita oficial o presidente Nino Vieira disse que a Guiné tem centenas de ilhas e não tem capacidade naval para as controlar. Atribuíu a esse facto o facto da Guiné ser uma porta aberta par o tráfico de droga e para o tráfico de pessoas e pediu a cooperaçãointernacional.
    O que é que a lusofonia actuante pode fazer neste domínio? Não sei. Mas acho qu poderia fazer alguma coisa se actuasse em conjunto nomeadamente no aspecto naval mas também na troca de informações policiais.

  2. Nito

    “substituir o seu porta-aviões por um navio mais moderno e capaz de operar cacas mais recentes que o vetusto A4. ”

    cacas ??? — imagino que caças seria a palavra certa…
    A4 — é um avião de ataque ao solo e de patrulha não um caça mas tudo bem os nossos caças também eram A-7’s… o mais semelhante seria o F-8 Crusader utilizado pelos franceses na sua frota naval juntamente com os Super-Etandard…

    Nada disto tinha a ver com o excelente artigo “Claviano” .. :)

  3. hehehe!
    é que escrevi isto no meu qtek 9100 com teclado castelhano… logo… carateres tugas, chapéu!
    este passou pela correção que faço sempre depois no wordpress…
    o A4 e os nossos A7s podiam usar mísseis AA, logo são “caças” na mais perfeita interpretação do termo…. Os F8… lembro-me bem deles de um kit do Foch que montei em miúdo onde estes não tinham mais do que uns 4 mm de comprimento! como se pareciam com os A7…

  4. gaitero

    http://www.naval.com.br/blog/?p=1217

    “Nossa expectativa é construir pelo menos quatro submarinos a partir de 2009…”

  5. O Brasil deveria ser a ponta de lança ,a referência no nosso mundo, ainda bem q ñ, estmos mt mal das pernas , militarmente falando.+ td leva a crer q vamos ter novos caças , td Su 35 e fabricados no/ Brasil; ñ somos tão estupidos assim, já estmos no Pak Fa t-50 Rússo/Indiano/Brasuca, temos um futuro, independente, a china já tem o seu ,J 10,tbm teremos o nosso. eu acredito ..

  6. o Brasil paga hoje a factura de um desinvestimento massivo na Defesa durante os últimos 20 anos.
    Provavelmente demorará o mesmo tempo, a recompor o equilíbrio de forças, quanto mais dar ao Brasil a Defesa que o seu estatuto demográfico e económico atual já merece…

  7. gaitero

    O ministro da Defesa, Nelson Jobim, informou nesta segunda-feira (22) que o governo brasileiro assinará um acordo estratégico com a França no final deste ano que prevê, entre outros pontos, a construção do primeiro submarino nuclear do país.

    A declaração foi dada nesta segunda-feira, durante a Operação Atlântico, realizada no estado do Espírito Santo. O evento consiste em exercícios de guerra envolvendo ações em conjunto do Exército, Marinha e Aeronáutica. Na ocasião, Jobim informou que a decisão de criar um acordo estratégico foi tomada em dois encontros entre os governos francês e brasileiro, realizados neste ano.

    “Nestes encontros ficou definida claramente a parceria estratégica com a França. (…) A respeito da Marinha, vamos construir o submarino nuclear. Nosso acordo com eles é a construção da parte não nuclear do submarino. (…) O presidente Sarkozy deverá vir ao Brasil no final do ano para firmar este acordo, que deverá ser assinado no dia 22 ou 23 de dezembro”, disse.

    Acordo prevê novo helicóptero

    Dentre outros aspectos previstos no acordo está a construção de um helicóptero (E-725) que, segundo o ministro, é superior ao utilizado pelas Forças Armadas. “O terceiro quesito do acordo é o que eu chamo de capacitação do soldado do futuro, que é um soldado totalmente preparado. É o que queremos para a Amazônia”, disse, sem explicar quais seriam os treinamentos e equipamentos deste novo soldado.

    Uma das principais vantagens do novo submarino em comparação aos usados atualmente estão o tempo de permanência embaixo da água, muito superior aos convencionais. “O Brasil não tem inimigo, mas nós temos que continuar em defesa da capacitação nacional, para o Brasil poder dizer ‘não’ em algum momento”, disse.

    Acordo prevê quatro submarinos convencionais
    O Comandante de operações navais, almirante Álvaro Luiz Pinto, informou que o acordo prevê a construção de mais quatro submarinos convencionais. “O submarino convencional é projetado para atuar em regiões próximas à costa. No entanto, os quatros nos darão embasamento para desenvolver o submarino nuclear aqui no país”, disse.

  8. gaitero

    Hje vou por tudo competo.

    Vitória-ES (22/09/2008) – O Brasil deverá ampliar sua Marinha e criar bases no Nordeste e na Foz do Rio Amazonas. A informação foi dada hoje pelo Ministro da Defesa, Nelson Jobim, em entrevista durante a visita às atividades da Operação Atlântico. “A Marinha está concentrada no Rio de Janeiro, e há necessidade de se ter uma Força Naval força naval na Foz do Amazonas, que é entrada fundamental do território brasileiro. E há também a necessidade de uma Força Naval força naval no Nordeste, e aí nós teremos três grandes Forças Navais forças navais”, disse o ministro.

    Segundo ele, na região Sudeste a parte prioritária a ser defendida é a plataforma continental, onde concentram-se as reservas de petróleo e as rotas de comércio exterior brasileiro. O ministro chegou em Vitória (ES) na manhã desta segunda-feira e assistiu a uma demonstração de resgate de reféns por tropas de operações especiais da Marinha e do Exército, na Praia do Pontal, em Itaoca, município de Itapemirim, litoral Sul do Espírito Santo. Ele ainda acompanhou uma demonstração de mergulhadores de combate, simulação de ataque aéreo e lançamento de 250 pára-quedistas.

    No total, a operação usou 500 pára-quedistas em uma ação para bloquear a BR 101 e tomar um centro de suprimentos do país “Amarelo”, de modo a evitar reforços para as forças inimigas. A operação previa uso de 1.000 pára-quedistas, mas o número foi reduzido devidO à necessidade de deslocar homens para a Operação Guanabara, de suporte às eleições municipais no Rio de Janeiro.

    Cerca de 10 mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica participam da Operação Atlântico, que é coordenada pelo Ministério da Defesa. Em um exercício militar combinado, os militares treinam a defesa da região, rica em minérios da Serra do Mar e as bacias de petróleo e gás do litoral Sudeste. O exercício acontecerá até o dia 26 de setembro, nos litorais do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

    Leia mais sobre a Operação Atlântico:
    .Operação Atlântico: Forças treinam para proteger bacias de petróleo e gás
    .Estrutura orçamentária das Forças deverá ser alterada

    Mais informações sobre a Operação Atlântico no site: http://www.mar.mil.br/atlantico

    Foto: Marinha do Brasil
    Assessoria de Comunicação
    Ministério da Defesa
    (61) 3312-4070/4071

  9. gaitero

    Não é sempre que o ministério da defesa publica tantas informações então vamos por tudo na integra.

  10. gaitero

    Vitória-ES (22/09/2008) – A forma de elaboração do orçamento das Forças Armadas deverá ser modificada nos próximos anos, informou hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim, em visita à Operação Atlântico. Em entrevista coletiva, ele explicou que Marinha, Exército e Aeronáutica deverão calcular, a partir do orçamento de 2010, os valores orçamentários necessários para sua manutenção no Estado em que se encontram.

    As melhorias e novos planos de investimento de cada Força deverão ser apresentados sob a forma de projetos a serem atendidos com recursos adicionais, de acordo com os planos de governo e com a estratégia nacional de defesa. “O que precisamos estabelecer são programas, essa é a mudança que vamos fazer em termos de orçamentos das Forças”, disse Jobim. Segundo o ministro, é necessário que se trabalhe em programas de curto, de médio e de longo prazos.

    O ministro previu ainda que, no prazo de 30 a 60 dias, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deverá anunciar a estratégia nacional de defesa, que lhe foi entregue dia 4 de setembro último. O ministro disse que o presidente decidiu discutir mais profundamente a proposta com outros ministros. Acrescentou que, quando a discussão interna estiver concluída, a proposta será levada à apreciação do Conselho de Defesa Nacional.

    Assessoria de Comunicação
    Ministério da Defesa
    (61) 3312-4070/4071

  11. Sr. Gaitero. as expectativas são de contrução de (06 ) seis subs, sendo: 5 IKL 214 e um nuclear , com ajuda tecnológica dos francos…só q eu estou um tanto cético. E galhos e o q ñ falta a nossa volta ; até do norte.

  12. Srs. estou kase acreditando, só faltou falar do Vls e do satélite Geoestacionário, e de um melhor sistema de radar p/ à amazônia,uma Base da FAB no interior da mesma ..kase fronteira bem ekipada de homens e Sus 35 e 37 e lógico o EB maior e reekipado, só isso.eu kero acreditar…nossa soberania está é vai ser questionada…estaremos prontos p/ defender a nossa amazônia ?

  13. Quando for remontada a IMBEL é só fazer pedidos de armas p/ q ela viva ,cresça e receba + pedidos..em td as áreas, tanks, misseis, caças( Pak Fa T 50 ), Vls e satélites,e sonhem ,subs… E nós no conselho de segurança da ONU travando os loucos q tem os dedos nos “botões” .

  14. Sr Gaitero, o amigo está totalmente certo, serão quatro subs com tecnológia Francesa , e um casco p/ o n/Sub nuclear. Valeu.

  15. gaitero

    Carlos
    #as expectativas são de contrução de (06 ) seis subs, sendo: 5 IKL 214 e um nuclear , com ajuda tecnológica dos francos…só q eu estou um tanto cético. E galhos e o q ñ falta a nossa volta ; até do norte.

    Toda esta fonte aqui disponivel se encontra no site do ministério da defesa.

    Nós iremos dispor em um futuro próximo se tudo correr como planejado de 4 ILK-209/1400, 1 ILK-209/1500 e 4 scórpone ou merlim.

    O submarino nuclear só será produzido depois de 2020.

  16. Valeu, sr Gaitero .

  17. Então ,realmente existe o contrato com os Alemães ser cumprido.. de IKLs , são bons Subs…Serão melhores q os dos Francos..?São bem armados , tipo:misseis antiaereos, e etc, etc..

  18. nestas questões a comparação ´é sempre dificil de fazer…
    mas comparando:

    http://www.naval.com.br/novas/tikuna/tikuna.htm

    com o merlin (o scórpene já era, com a saída dos espanhóis) este último parece francamente melhor…

    http://www.freerepublic.com/focus/f-news/1726928/posts

  19. gaitero

    Na verdade os 5 ILKs são nossos atuais submartinos, TUPI.
    o 1500 é o TIKUNA, infelismente o contrato com os alemães para a compra dos ILK-214 foi cancelada.

    Por alguns problemas, principalmente o de a alemanha que esta proibida de produzir sub nuclear não poder nos ajudar com o nosso.

    Desta forma será assinado um acordo no final do ano para a compra de submarinos francêses, os atuais sórpone sem os espanhóis ou marlim2 ^^

    Teóricamente estes contruidos a partir de 2009 1 a cada 2 anos, serão a base para a conclusão do submarino nuclear brasileiro, mas isto só para 2020.

  20. gaitero

    E bem clavis, eu tambem acho o merlim melhor que o 214, principalmente no que se diz respeito ao armamento, a gama de misseis e torpedos é muito maior que a dos alemães.

    Só que como já foi provado, os 209 brasileiros, mesmo sem a modernização são considerados os tubarões do mar, e com sucesso, conceguiram em guerra simulada destruir toda a frota de porta aviões navios tanque e de apoio da OTAN, tambem com sucesso conseguiram destruir o NAE george washington, e muitas vezes o nae são paulo e suas escoltas.

  21. Pegasus

    Valei pelo convite gaitero, mas devo admitir que de marinha nao entendo nada, meu “chão” sao os aviões(piada sem graça), mas vou acompanhar atentamente a discussao de vcs para aprender.

  22. Pegasus

    Li acima que o sub de propulsao nuclear so sai depois de 2020, bom, quando vc tem cientistas interessados e abilitados, materia prima e tudo pra desenvolver tecnologia, vamos combinar que 30 milhoes de dolares ao ano para esse desenvolvimento é ridiculo, na parte de energia nuclear eu posso dizer alguma coisa, e é que nossos cientistas so precisam de mais verbas e vcs terao o que quizerem com propulsao nuclear

  23. gaitero

    ^^

    Bem o maior problema do Brasil e de todas as FA do mundo, fora a dos EUA, é a mesma e velha falta de verba

  24. gaitero

    E essa aqui …………….

    Paraguai e Bolívia vetam entrada de agentes da Abin

    CLAUDIO DANTAS SEQUEIRA
    DA REPORTAGEM LOCAL

    Recentes suspeitas de participação de membros do órgão em escutas ilegais inviabilizaram de vez projeto de cooperação Felix e Lacerda foram aos EUA em junho conhecer sistema da CIA e voltaram com planos de reformular os serviços de inteligência

    Bolívia e Paraguai barraram a entrada de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) em seus territórios. Pedidos de autorização para o envio dos chamados “adidos civis” de inteligência foram engavetados, respectivamente, pelos governos de Evo Morales e do ex-bispo Fernando Lugo, que desconfiam do interesse da agência em montar escritórios em La Paz e Assunção, segundo a Folha apurou.

    Oficialmente, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) diz que “os pedidos de “agrément” estão em processo de concessão”. “Não é que não concederam, ainda tem prazo antes da decisão final”, afirmou o assessor de imprensa Homero Zanotta. Mas fontes do Itamaraty e dos governos vizinhos confirmaram o veto.

    A omissão é uma forma diplomática de se dizer não, segundo funcionários dos governos boliviano e paraguaio. Essas autoridades, que pediram anonimato devido à sensibilidade do tema, alegaram que há desconfiança sobre as atividades dos espiões brasileiros. A gota d”água para inviabilizar de vez a cooperação veio com as recentes denúncias de suposta participação de agentes da Abin em escutas ilegais.

    O Itamaraty, por sua vez, lavou as mãos, temendo que os arapongas extrapolem suas funções, causando algum conflito diplomático. Diplomatas brasileiros ouvidos pela reportagem comentaram ainda que os vizinhos consideram suficiente a atual cooperação militar e policial, feita por adidos militares e da Polícia Federal.

    A Abin começou a enviar pedidos de autorização para seus adidos há quase um ano, defendendo a necessidade de maior cooperação entre os serviços de informação regionais. Conseguiu formalizar as representações que já possuía na Flórida (Estados Unidos) e em Buenos Aires (Argentina).

    Também emplacou agentes em Caracas (Venezuela) e Bogotá (Colômbia), mas não teve sucesso nos países onde a cooperação era mais desejada. A presença da Abin na Bolívia e no Paraguai -onde os serviços locais de inteligência estão desestruturados- é considerada estratégica, por causa das crescentes ameaças a dois investimentos brasileiros nos vizinhos: o gasoduto Brasil-Bolívia e a hidrelétrica de Itaipu.

    O veto dos vizinhos frustrou a ambição de parte da cúpula da Abin que deseja transformar a agência numa espécie de CIA (agencia de inteligência dos EUA) brasileira. No final de junho, antes de ser afastado da direção da agência, Paulo Lacerda esteve em Washington com o ministro Jorge Felix (GSI).

    Ambos se reuniram com autoridades da área de informação e segurança, inclusive Mike McConnell, o diretor nacional de Inteligência dos EUA. Delegado e general voltaram dos EUA com fôlego para reformular a Abin, nos termos de um plano que prevê a expansão e a integração de todos os órgãos de inteligência do governo.

  25. Pegasus

    ê gaitero, mas a falta de verba atinge tambem os americanos, ja estao em vias de desativar seus f-22, e substituição pelo f-35 devido ao preço do mesmo, é, novos tempos, a grana nao esta tao solta assim.

  26. vocês ainda me vão convercer da superioridade da arma submarina perante uma armada de superfície… eu que tanto escrevi contra os nossos lusos AIP…

  27. gaitero

    Bom clavis, para apimentar, é bom lembrar que antes de sua docagem, para a modernização, o nae são paulo e suas escoltas, não aguentavam mais ser destruidos em combate simulado por um de nossos tupis.

    Tem até um video no you tube, de um periscópio de um sub brasileiro em um exercício simulado, em que ele focaliza o Nae sem ser detectado, os marinheiros chamaram o ataque de jacaré, para cá, pegar jacaré é surfar na onda, eles acompanharam a maré, oque torna o submarino praticamente invisível ao sonar, e se aproximaram muito do Nae, depois de ver o vídeo o comandante do São paulo ficou assustado pela proximidade que o sub submergiu.

    http://br.youtube.com/watch?v=Z3YgO9fmNMg&feature=related

  28. gaitero

    Este foi realmente espantoso, mas o video assusta tambem, da quela distancia nem com um torpedo de 1945 não teria como errar ^^

  29. agora imagina o susto dos marinheiros do Kitty Hawk…

  30. gaitero

    xD

    O pior, quantos anos o submarino chinês carregava nas costas???

    Imagine se fosse um moderno submarino nuclear.

  31. os Song não são assim tão antigos!

    http://www.sinodefence.com/navy/sub/type039song.asp

    e é o melhor jamais fabricado na China…
    não será comparável aos navios franceses e alemães, mas começa a aproximar-se…

  32. gaitero

    Bom, de qualquer forma, provou aos norte americanos, que mesmo a maior frota está sujeita a derrota, frente a uma ameaça fantasma como é o submarino.

  33. Então imagine um Sub tipo Akula…já li relatos do pavor q os mesmos causavam aos ianks, pela grande velocidade , e manobrabilidade .Ainda teremos uma frota de Subs nuclear de Atake…E q venha logo os scopénes..p/ontem..A h , até o Equador tá tirando onda ..algo de ruim tá p/ acontecer, espero estar mt enganado.

  34. Este fato relamente ocorreu no mar do japão,tem foto deste ocorrido, só ñ tem do orgulho ferido dos ianks ; serem atingidos por um Sub sino é obsoleto. Mt maneiro, imagne a cara do comandante do porta aviões iank .Nada paga e apaga a careta dele (s).Mt Bom..Este Casos devem nos servir de exemplos p/ investir + na ameaça fantasma, os Subs; agr os scopénes..é isso? mas, tenha cuidados com os francos , estão alinhadissimos com os ianks.

  35. A Mb está cogitando em adquirir uns Hal Tejas da india p/ o Nae são paulo…Kem sabe os dados técnicos do mesmo? Bem com tantos problemas ..e bem melhor q nada .

  36. gaitero

    Hal Tejas :
    O HAL Tejas é um caça leve multimissão de geração 4.5, desenvolvido pela Índia. O Tejas é uma aeronave sem estabilizador traseiro, com asas em delta, propulsado por um único motor.

    Os aviônicos são integrados por três barras de dados 1553, com um computador de missão de 32bits.
    No que tange à auto-proteção, o Tejas é equipado com uma suíte indiana de guerra eletrônica, conhecida como Mayavi (Ilusionista), composta de RWR, ECM, LWS e dispensadores chaff/flare.
    A Índia diz que o Tejas tem algum grau de furtividade (Stealth), por ser pequeno e empregar muito material composto e RAM (materiais radar-absorventes) nas entradas de ar do motor.
    O Tejas tem 13,2m de comprimento, envergadura de 8,2m e peso vazio de 5t. O peso carregado é de 12,5t e o máximo de decolagem é de 15,5t.
    O caça pode voar a Mach 1.8, sendo capaz de carregar até 4t de armamento ar-ar e ar-superfície, em 8 pontos duros, além do canhão interno GSh-23, de 23mm.

    E SIM, ACHO QUE DOS NOVOS CAÇAS ELE É O ÚNICO CAPAZ DE OPERAR NO NAE SÃO PAULO SEM NENHUMA RESTRIÇÃO.

    E como sempre, o poder naval traz boas noticias.

    Representantes da Coréia do Sul teriam visitado o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e proposto a modernização do mesmo, para a construção de seis destróieres KDX-II para a MB.
    Como contrapartida, a Coréia do Sul também teria oferecido a transferência para o Brasil, de um grande número de suas corvetas da classe “Pohang”, de 1.350 toneladas.
    A Marinha Sul-Coreana construiu 24 corvetas “Pohang” (ver fotos), que se fossem transferidas para a MB, ocupariam o lugar dos planejados NaPaOc de 1.200 toneladas.
    As “Pohang” são corvetas de patrulha, fortemente armadas. A mais capaz possui 2 canhões automáticos Oto Melara de 76mm, dois reparos duplos automáticos de canhões Breda Bofors de 40mm/70, mísseis anti-navio Harpoon (4 navios têm o MM38) e dois lançadores triplos de torpedos anti-submarino Mk.46.
    Os navios possuem um sonar holandês Signall PHS-32, radares de busca e direção de tiro.
    A propulsão dos navios é CODOG, similar à usada nas nossas “Inhaúma” (facilitando a manutenção), com dois motores diesel MTU e uma turbina LM2500. A velocidade máxima é de 32 nós e a autonomia é de 4.000 milhas a 15 nós.

  37. Sr. Gaitero, os ianks permitiriam a c. do sul vender-nos essas corvetas..? Um país ocupado a tanto tempo; bem..se são ekipamentos compatíveis e bons, q nos daram uma calma em armas…vamos as compras. E fabricar uns subs scopénes..p/ontem.

  38. Valeu sr gaitero..as informações sob o Hal Tejas da India, realmente são bons p/ o são paulo…p/ontem.

  39. Ronaldo

    Gaitero,
    Não vale à pena. Parece praga. Quanto temos a “intenção” de construir algo novo, aparece uma “baita” oferta, quase de graça, de equipamento usado, etc, etc…..
    Quem estaria por detrás disto ???
    Que interesses ocultos ??
    Estes Pohang tem MÉDIA de uso de 20 anos…..
    Foram produzidos entre 1984 (PCC-756) e 1993 (PCC-785).
    Os coreanos querem é se livrar deles e com a grana construir uma nova classe, muito melhor, mais armada, furtiva, etc… chamada FFX (Future Frigate eXperimental). São multirole. Serão de 12 a 30 navios.
    Sds.

  40. Ronaldo

    Quanto ao Tejas, sou ferrenho defensor do modelo para a MB. A única dúvida é se será operacional e quanto custará.
    Sds.

  41. Fred

    É Ronaldo, permita-me esclarecer uns poucos pontos, os Pohang são parte da contra-partida para a venda, reaparelhamento do AMRJ para permitir a construção de 6 KDX II, Que numa construção extremamente rápida, levarão no mínimo de 4 a 6 anos para o primeiro e de dois a 4 anos os demais.
    Fazendo as contas desta hipótese e no quadro otimista, temos de 2009 a 2013, 1 KDX II, 2011 a 2015 mais 1, 2013 a 2017 mais 1, 2015 a 2019 mais 1, 2017a 2021 mais 1 e finalmente de 2019 a 2023 o último dos 6.
    e simultaneo a isso os estaleiros de Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul estarão construindo 24 Navios petroleiros, não sei quantas plataformas e salvo engano 12 navios de apoio para a petrobrás.
    Ia esquecendo temos ainda os patrulhas vigilantes são mais 4, e os 4 submarinos convencionais.

    Isso, claro, sem nenhuma dor de barriga pelo caminho, como houve com a Barroso, que por sinal falam em mais 4.

    Acho as Pohang uma ótima opção tampão em quanto os meios nacionais não ficam prontos, permitindo a divisão dos 3 forças navais, conforme está saindo na midia.

    Sem falar num detalhe, tudo isso ai em cima precisa de aço. Ou fazemos siderurgicas ampliando a oferta, isso para ontem, ou vamos ter que importar aço chinês! ;)
    Já está faltando aço para a construção civil, imagina então para construção naval!!

  42. gaitero

    Eu concordo, a verdadeira compra não seria das corvetas rapidas, nada impede que os novos napoc sejam construidos, mesmo que os estaleiros não tenham vagas ^^

    O que vale é o Destroyer, muito poderoso, tão e até mais que a FREMM. Salvo que ele possui defesa anti aérea de médio alcançe.

    Na verdade eu compraria 12 ^^, e mandaria de 1 a 1 as nossas Type-21 e 22 para a Argentina?? ^^

    As barroso bem, mesmo sendo um projeto antigo, com a devida melhora de armamento, que venham 3. Não era a MB que sempre pretendia ter 8 corvetas?? Não sei porque 8 mas era sempre 8.

    A e serão 50 patrulha. ao meu ver temos 24?!?! Falta muito, mesmo com os novos 500T e essas corvetas rapidas ainda sobra vaga para os novos de 1200T

    O tejas, bem não sei, eles parecem ser um pouco fracos, é claro, não posso falar nada, não vi nenhum navalizado ainda.
    E para quem tem AF-1, serão um salto gigante caso realmente compremos.

  43. gaitero

    Clavis prepare um Post, AGORA É PRA VALER.

    Hoje na cerimônia de ativação da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN), cuja coordenação ficará a cargo do Almirante-de-Esquadra (Ref) José Alberto Accioly Fragelli, foi divulgado que a MB encomendará 4 submarinos “Scorpène” à França.
    Os submarinos deverão ser feitos em novo estaleiro a ser construído na Baía de Sepetiba, ao lado da nova Base de Submarinos.
    Dentro do contrato com os franceses também será incluída a consultoria técnica para o projeto do casco do submarino nuclear brasileiro, já no diâmetro apropriado para o reator que está sendo desenvolvido pela Marinha do Brasil.

    Agora ninguem segura mais a frota de submarinos da MB.

  44. gaitero

    Carlos, eu sei você vai me criticar, mas não vejo os EUA como potencial rival, em algum combate futuro.

    Antes da guerra das malvinas o Brasil era listado como comprador FREE, os EUA vendiam tudo, qualquer equipamentos, mesmo um F-22 da época.
    Como o Brasil apoiou a atitude Argentina, eles nos retiraram desta lista, nada mais. Infelismente hoje temos algumas restições, como misseis aégis. Mas já estamos voltando a ser FREE, no meu ponto de vista, essas novas atitudes com o FX-2, ”F-18” é um exemplo.

    Não vejo problema com esta venda, e acho que há ai um incentivo, Norte Americano, para que o Brasil se afaste dos Russos. Não que eu seja a favor dos Russos ou do EUA, mas, não devemos nos enganar e entrar nesta onda Chavista, algo me diz que eles vão se dar muito mal.

  45. Fred

    Gaitero, o blog naval é realmente bem informado, mas tenho a seguinte dúvida. Se serão apenas franceses como serão escorpène? e a Navantia espanhola, como fica? sempre pensei que fossem Marlin os escolhidos! :)

  46. Vc tem certeza q agr vai sair os Subs e corvetas p/ n/ combalida MB? sr Gaitero.Eu ñ confio tanto assim nos karas q lberam as verbas..já era p/ estarem sendo batidos os casco de td isso, e tratado a compra e fabricação aki dos Sus 35 (uns 35 lá e os outrosa 35 aki ) Eu espero estar totalmente errado , e bom errar nestes terrenos da segurança do meu país.E com FAs bem ekipadas e menos desfalcadas ,já podemos nos fazer presentes no “emboglios” do mundo Lusófonos e preitear c/ justiça o lugar no conselho da ONU.

  47. O F-18 já está na semi-operacionalidade e ñ tem a meatade do desempenho do Su 35 Rússo..eles vão usar os F-22; os demais já são obsoletos.E , quanto ao perigo ianks..são declarações de loucos , de lá mesmo; como o ex-vice algore.É são mt burros, agr q virão a droga q fizeram?Eram p/ nos oferecertem esses caças a mt tempo atrás , amarreados por contratos, vide os tucanos p a venezuela, e + Subs..nos fariam ponta de lança deles aki no sul. Repito :São burros..a porta tá arrombada e tamamos gosto p/ possibilidade de termos um caça “nosso”, com liberdade de vender a kem kiser.O amigo pode ter até razão, + neste momento , os fatos depõecontra os mesmo, os ianks…e são cínicos e perigosos .

  48. E esse F-18 terá repasse de tecnológia…eles , dúvido, ñ faram tal coisa , é além do + são mt + caros q os Sus 35 Rússos, neste pós-geórgia. Com o real de um f 18 eu compro dois ou + Sus 35..Os ianks teram de oferecer o mundo e os fundos e uma quantidade muito maior, e um acordo + abrangente q o dos Rússos. NB:Tenho certeza q isto nunca, jamais ocorrerá.Eles se acham mt melhores e espertos .Dúvido.

  49. Ronaldo

    ALIDE – 27 de Setembro de 2008.
    Escrito por Felipe Salles

    No Salão Nobre do segundo andar do histórico Edifício Tamandaré, no Centro do Rio de Janeiro, a Diretoria Geral de Material da Marinha do Brasil – DGMM – reuniu uma ampla platéia de oficiais da ativa e da Reserva para anunciar a ativação da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear-COGESN. Este evento é a muito antecipada culminação de uma longa ambição da Marinha do Brasil que remonta ao ano de 1979.

    Para capitanear este histórico esforço foi convocado o Almirante-de-Esquadra da reserva José Alberto Accioly Fragelli. Os objetivos primários da COGESM serão:

    a) Gerenciar o projeto e a construção do estaleiro dedicado aos submarinos

    b) Gerenciar o projeto e a construção da nova base de submarinos

    c) Gerenciar o projeto e a construção do Submarino com propulsão Nuclear S(N)

    A cerimônia oficial foi curta e objetiva, sendo seguida por entrevistas com o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, do Almirante Fragelli e do assistente da presidência da Eletronuclear, Sr. Leonam dos Santos Guimarães.

    O Comandante da Marinha iniciou seu comentário à imprensa confirmando que “realmente caberá aos franceses a tarefa de fornecer quatro submarinos convencionais a serem construídos no país. Em paralelo durante os primeiros seis anos do acordo ocorrerá o desenvolvimento e o projeto do submarino com Propulsão Nuclear. Em seguida, nos seis anos seguintes, acontecerá a construção efetiva do Submarino Nuclear. Para realizar o lado fabril será constituído um novo estaleiro, de capital civil dedicado aos dois tipos de submarinos. Estão “nos finalmentes” os processos de determinação do local específico deste novo Estaleiro, mas desde já pode-se garantir que ele ficará em algum lugar da costa ao redor da Baía de Sepetiba, convenientemente próximo da fabrica de estruturas metálicas pesadas da Nuclep a quem, como já ocorre hoje, caberá a construção das seções de casco de todos os novos submarinos. Este novo estaleiro representa o efetivo fim da construção de submarinos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro –AMRJ, liberando seus espaços produtivos para outros programa incluídos no PRM.

    Segundo o Almirante Júlio Soares de Moura Neto “a região escolhida é chave, pois permanece próxima de toda a infra-estrutura fabril, industrial e técnica naval do Rio de Janeiro, tem logística facilitada pela presença do porto de Sepetiba e da fábrica da Nuclep, além de ser uma região que por já abrigar as três usinas nucleares do país tem uma “cultura nuclear” o que reduz os riscos de questionamentos de fundo político sobre a presença de meios nucleares como o novo submarino por lá. Com a assinatura pelos presidentes Lula e Sarkozy em dezembro deste ano ainda dos contratos, já devemos iniciar a construção do estaleiro nos primeiros meses de 2009.” Dando mais detalhes ele continuou:” o primeiro submarino convencional deve ser entregue no máximo cinco anos após o início do programa industrial, cada novo submarino devendo ser entregue com m espacejamento de dois anos após o anterior. Após sua modernização, os atuais U209, os Classe Tupi, serão mantidos por vários anos expandindo a rota nacional de cinco para um total de nove submarinos convencionais. Sobre o armamento, ele informou que todos os Tupis e os novos subs convencionais serão capazes de disparar mísseis anti-navio por seus tubos de torpedo, tendo apenas que realizar algumas alterações menores nos seus sistemas embarcados de controle de tiro.

    Continuando, o “Charlie-Mike” explicou que várias razões apontam para a necessidade de termos submarinos de propulsão nuclear na nossa frota:

    a) Todos os países do Conselho de Segurança da ONU tem o domínio da construção de submarinos nucleares.

    b) A crescente presença do Brasil no atual Cenário Global exige um novo patamar de poder naval e militar, um que seja compatível com nossas ambições e com nossa potência econômica.

    c) O imenso tamanho de nosso litoral e a grande área representada pela “Amazônia Azul”.

    d) A descoberta das ricas reservas de gás e petróleo do pré-sal serão motivadores e, ao mesmo tempo, viabilizadores desta nova geração de submarinos da nossa Esquadra

    Sobre o casco o Comandante da Marinha ressaltou que nos submarinos convencionais antigos o casco era dividido em cerca de nove segmentos, enquanto nos novos este número fica entre quatro e cinco segmentos. O casco ser usado no Submarino com Propulsão Nuclear, devido ao estágio atual de desenvolvimento, ainda não se sabe ao certo. O prazo de 12 anos para o desenvolvimento e construção é considerado pelo CM “bastante bom”, tendo em vista que o último programa francês lhes tomou quinze anos.

    Durante muitos anos o programa nuclear da Marinha padeceu de uma quantidade claramente insuficiente de verbas o que não permitiu ir além da primeira fase, a do Ciclo de enriquecimento do Urânio, das centrifugas e do Labgene, o Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica, um reator atômico nacional desenvolvido junto com a USP. “Este reator já tem as dimensões adequadas para ser colocado dentro do casco do nosso futuro submarino, não sendo necessário mais nada em termos de miniaturização” arrematou o Se Leonam da Eletronuclear. O LABGENE, produzindo 11Mega Watts, deve ser usado não apenas para mover nosso submarino mas também para gerar eletricidade para cidades de até 20000 habitantes. Perguntado se o Submarino com Propulsão Nuclear , por ser único, seria um “protótipo” ele sorriu e disse “protótipo, não. digamos que ele é um “cabeça de série”.

    O Almirante Fragelly, por sua vez, comentou que “seu envolvimento neste programa se iniciava ali mesmo, com sua nomeação. Não tendo por xemplo, visitado Rússia e França ao lado das comitivas ministeriais ou militaresà aqueles países” Mas marcou que a lista de países candidatos a parceiro estratégico não era muito grande pois apenas a Rússia e a França tinha tecnologia para a fabricação de submarinos nucleares e convencionais [nota da ALIDE: Curiosamente o Almirante deixou de fora desta lista a China, que também já demonstrou saber fazer dos dois tipos de submarinos.] Três superintendências subordinadas a ele já estão definidas, elas serão Engenharia, Submarinos e Administrativa. O resto da organização ainda não está fechada. Cerca de 600 pessoas devem compor a força de trabalho do novo Estaleiro, que sendo privado permite à Marinha focar suas energias nas áreas onde a indústria de defesa nacional não possa atender.

    Para a DGMM, o Programa do Submarino com Propulsão Nuclear será “o maior desafio gerencial e tecnológico jamais encarado pela Marinha do Brasil”, se configurando num “caminho sem volta” para a tecnologia nacional

  50. gaitero

    Fred, os scórpones, na verdade são os marlim, com sistema para quem comprar com aip, mesma-2, mas na verdade o marlim não existe mais, ele é o mesmo submarino, mesmo com a saida da espanha da parceria, os francêses continuam vendendo com o nome scórpone, mas é o mesmo submarino marlim, um pouco melhorado.

  51. excelente noticias!
    e excelente submarino!… melhor (parece) que os nossos AIP, mas… sem AIP! (esta é para o Fred ;-) )

    “Hoje na cerimônia de ativação da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN), cuja coordenação ficará a cargo do Almirante-de-Esquadra (Ref) José Alberto Accioly Fragelli, foi divulgado que a MB encomendará 4 submarinos “Scorpène” à França.
    Os submarinos deverão ser feitos em novo estaleiro a ser construído na Baía de Sepetiba, ao lado da nova Base de Submarinos.
    Dentro do contrato com os franceses também será incluída a consultoria técnica para o projeto do casco do submarino nuclear brasileiro, já no diâmetro apropriado para o reator que está sendo desenvolvido pela Marinha do Brasil.”

    e construídos no Brasil! com transferência de tecnoligia! Excelente, mesmo!

  52. gaitero

    Pois é, o Brasil demoooora, mas sempre faz bons negócios, não é atoa que temos a Itaipú, Brasília e o Maracanã.

  53. gaitero

    Clavis, a real diferença entre o ILK-214, ou o 209 falso, de portugal ^^

    com o scórpone, ” marlim ”, é a capacidade de disparar diferentes misseis e torpedos que ainda não são homologados pela alemanha.

    Mas, com a devida modernização, como a que vai ocorrer nos tupis, eles se equiparam, pois como o marcelo colocou, eles teram capacidade de disparar deferentes misseis.

  54. gaitero

    Carlos, Força aérea no Fx-2 ^^

    Mas só para apimentar o caldo, um F-18 custa aproximadamente a mesma coisa que um Su-35. E como o Fred disse, e realmente eu me calei pois não sabia disto, os Su tem que trocar todo o motor depois de 5 mil horas, ou algo assim, o fred pode te dizer melhor.

    O radar, realmente do Su é melhor, não sei mas eles são muito semelhantes até no formato, não vejo muita diferença.

  55. gaitero

    Achei.

    Fred : cada 1500 faz-se uma revisão simples com 4 000 horas de uso simplesmente trocar toda a turbina, é estranho não é.

    Bem, eu não sabia disto, mas como ele disse, já pensou, no meio de uma guerra, importando turbina, e pior, elas teriam de vir do outro lado do mundo. se fosse a França, poderia passar pela Guiana. ^^

  56. Um f-18 custa bem + q o Su-35 e é bem inferior , já está até sendo substituido pelo f-22…Kanto a turbinas , ocorre o mesmo com o f-18…

  57. Fred

    Sim, Gaitero, eu falei isso ai, mas o custo da turbina russa é menor. O que falo é que é diferente,não necessariamente ruim. E como é diferente causa espanto. :)

    Valeu pela informação do Marlin.

    Clavis, :) sim os subs vem sem o mesma II, Será que vou estar vivo para ver 9 submarinos na MB. :)

  58. gaitero

    XD
    Ontem fiz uma entrevista com um portugues ^^, e bem ele passou muitas informações, vale a pena ler.

  59. gaitero

    Pessoal, depois de muita luta criei um Blog ^^
    Só não sei muda o avatar. Clavis terá de me ajudar haudahsudiasda

    http://jgfilho.wordpress.com/

    Já coloquei algumas coisas, claro, esta muito a baixo do que o movv do nosso amigo aqui, mas de vagar vamos evoluir, um passo depois do outro.
    E olhe, deu muito trabalho kkkkkkkkkkkkkkkk

  60. Fred:
    Bem, o custo será menor, mas o pesadelo logístico de tantas revisões e substituições também! E porque há ciclos tão curtos? O calor e humidade da Amazónia irão acentuar ainda mais este problema? O que contam os venezuelanos da forma como os seus Sukhoi lidam com a Amazónia? Ao fim ao cabo são máquinas criadas para funcionar a baixas temperaturas, certo?
    E pois… é claro que vêm sem Mesma II… Pois se viessem lá ía pelo cano o SNA, certo? Ou seja, como justificar um investimento simultâneo em AIP e nuclear? isso sim, seria um disparate pegado.

    Gaitero:
    Já lá passei! Promissor e elegantemente desenhado! Gostei! Tens é que passar a assinar com o site para que fique logo linkado nos comentários (e usares um avatar personalizado, já agora!)

  61. Em termos de capacitação tecnológica, o Su 35, com o repasse , nos dará meios de cirarmos um caça ; dentro de nossas necessidades, somos um povo criativo,e kanto as turbinas ainda sim sairam + baratas q o f-18. No f 18 vc revisa as turbinas nos sus , vc troca e bem + rápido..Espero q o Fx seja vencido pelos Rússos e seu Su 35.Eskeçam o outros.

  62. o SU-35 é o melhor avião em jogo, sem dúvida. Mas a infiabilidade russa, os custos de manutenção, a questão da baixa vida das turbinas e até o pacote mais amplo que a França pode oferecer (SNA, novo NAE, Neuron e até colaboração com a ESA) tem que ser ponderado…

  63. gaitero

    E carlos, e para surpresa de todos ”inclusive eu” ele não esta entre os finalistas.

    Agora, acho que as fragatas serão as FREMM, já que nada de aegis, significa, nada de capacidade ^^

    E quando chegarem os Submarinos Tupis M e scórpone,estaremos bem servidos.

    Estava aqui pensando, e aquele porta aviões norte americano, que estava sendo oferecido a india em troca dos F-18?? será que eles não vão oferecer ele em contra partida ao FX-2?? E se oferecerem é uma boa????

  64. gaitero

    WASHINGTON — On September 26, the Defense Security Cooperation Agency notified Congress of a possible Foreign Military Sale to Brazil of UH-60L BLACK HAWK Helicopters as well as associated equipment and services.

    The total value, if all options are exercised, could be as high as $525 million.

    The Government of Brazil has requested a possible sale of 15 UH-60L BLACK HAWK helicopters with 30 T-700-GE-701C engines, 2 spare T-700-GE-701C engines, external and internal fuel tanks, warranty, internal and external hoist kits, weather radar, spare and repair parts, tools and support equipment, publications and technical data, personnel training and training equipment, contractor engineering and technical support services and other related elements of logistics support. The estimated cost is $525 million.

  65. Pjms

    Gaitero, esta possivel compra abandona a idéia de comprar helis MI35 Rússos???

    []s

  66. segundo a ASAS

    http://defesabr.com/blog/index.php/16/08/2008/hlicopteros-russos-mil-mi-35-para-o-brasil/

    o acordo estaria praticamente assinado…
    é claro que…
    praticamente
    não é o mesmo que…

    assinado!

  67. gaitero

    É, eu tambem acho que não. Os MI-35, já estão praticamente comprados.

    Os BH’s parecem terem sido os escolhidos para operar na amazônia.

    Então, os Super cougars 51 unidades, 17 para cada força, operariam nas demais regiões, e os BH hoje 6 + 4, no caso +15 = 25, operariam na amazônia.

  68. gaitero

    Seria uma força notavel, considerando mais 40 Bell, 32 panther, 18 fennic.

    Pena ser uma força com varios tipos de helis.

    Mas cada um específico para suas funções, estava aqui vendo os panther chineses, armados com lançadores de misseis, e fique pensando.
    Esta na hora de arrumar ca casa. Eu faria uma remodelação.

    Passava os BH todos para FAB que ficaria com 25 BH, e 40 Bell, todos made-in-USA e 12 MI-35 para ataque.

    Os Super cougars ficariam 36 na MB que se juntariam aos 8 cougars totalizando 44 de transporte e os 32 panther seriam modernizados, para o padrão de ataque, como na china.

    Os fennic, seriam destinados à policia federal.

    a MB ficaria com 15 super cougar, e seus demais helis;

  69. E´esses caras kerem pleitear uma vaga na ONU ? se depender do Uruguai(Provincia Cisplatina) vamos continuar fora…Tbm , ñ sabemos nem comprar sapatos p/ andar melhor nesta selva..

  70. Fred

    Gaitero, um comentário, os esquilos do EB são usados para ataque e apoio a tropas em terra, comando e apoio.

    Os Phanter tem função de transporte tático e os cougars para transporte médio pesado.

    Lembrando, uma hora de voo do esquilo custa 550 dólares, a do cougar 5000 doláres.

  71. gaitero

    Sim fred, mas olhe isto.

    http://www.forte.jor.br/?p=110

    A Harbin Aircraft Corporation (HAMC) começou a desenvolver uma variante de ataque do seu helicóptero utilitário Z-9 (cópia licenciada do Eurocopter AS 365N Dauphin II) em meados da década de 1980. O protótipo foi destinado ao papel anti-blindados, transportando uma unidade óptica no alto da cabine e quatro mísseis guiados anti-tanque HJ-8 (ATGM), em ambos os lados da fuselagem. Esta variante voou em 1987 e fez o primeiro teste de disparo de míssil em 1989. A produção desta variante começou no início da década de 1990, que incorporou uma variada gama de armamentos, incluindo canhões de 23mm, metralhadoras de 12,7 milímetros, casulos de foguetes de 57/90mm, e mísseis IR ar-ar TY-90.

    Este poderia ser o Futuro dos Panther.
    Já que com a chegada dos cougars, o trabalho de trenspore medio seria desnecessário, já que estes seriam em numeros suficientes para substituir todos os Panther hoje destinados a transporte.

  72. pjms

    Olhem as boas acrobacias deste f 18/A:Tem uma hora que ele chega a parar no ar!!!

    http://br.youtube.com/watch?v=TBuIidllusc

    []s

  73. pjms

    Este video do Rafale é muito legal:

    http://br.youtube.com/watch?v=mf-jQWHZ5es

    []s

  74. Fred

    Gaitero, eu compreendi sua idéia, que é ótima por sinal.
    Discordo do seguinte, o EB usa os esquilos nesta função sugerida por vc para os panteras.

    Porque? Pelo custo claro. São quase 600 dólares contra quase 5000 por hora de vôo. A china paga isso, paga! Até mais que isso com esses equipamentos incorporados.

    O EB está para dispensar antecipadamente 20 000 recrutas por que não tem como pagá-los. Vai inclusive, até a data da dispensa antecipada, reduzir os horários, eles vão folgar na segunda e na sexta, porque não tem dinheiro para as refeições destes recrutas.

    Foi solicitado parcos 165 milhões para cobrir despesas diretas emergenciais, como as operações da eleição, proteção de gasodutos, etc e etc.

    O que quero dizer é que o custo operacional para as forças é muito, mais muito, incrivelmente importante mesmo! :( infelizmente!

  75. Estamos muito mal, temos grana p/ isso ou akilo, + p/ n/ defesa droga nenhuma, e aceitando sujestões veladas dos ianks…Tenha dó. Estamos c/ síndrome de colônia.

  76. gaitero

    É triste, mas estamos falando de modernização, então esperamos não ver mais estas notícias se repetirem, não acha????

    Se estamos entrando em uma nova era é a hora certa para mudar. Não vejo estes 4000 dólares, como um impecílio para tal mudança.
    Mas de qualquer forma, estamos dando hipóteses, que muito dificilmente se concretizarão ^^

  77. Fred

    Bem, se estão racionando dinheiro para rancho, imagina para hora de vôo! :)

    A Marinha tá na mesma pindaíba, já ameaçou reter os navios nos portos por falta de combustível.

    Estão contigenciados no ministério do planejamento 600 contos do EB e 1 Bi e 400 contos da Marinha.

    Se não separarem logo o custeio da verba destinada as 3 forças todo esse reaparelhamento não vai servir para muita coisa! :( Infelizmente)

  78. gaitero

    Relaxe, aqui ainda é o Brasil, no final damos o nosso jeitinho e fica tudo bem.
    Em 2008, comparado com os anos anteriores recebemos mais verba, e mesmo assim alguns problemas persistem, em 2009, todos os problemas mais graves como estes serão solucionados, e já teremos sobra para começar a modernização, mas só para 2010, é que vamos começar a investir pesado na modernização.

  79. Fred

    Gaitero, Deus te ouça, o problema é que esse dinheiro já era das forças, está no orçamento desde o ano passado, o governo simplesmente não repassou.
    É dinheiro de custeio, salário, comida, telefone, combustível. Essas coisas realmente me tiram do sério!

  80. veremos é se a crise financeira não se torna em depressão mundial… e arrastando com ela os principais clientes das exportaçõe brasileiras e com elas, o superavit do Brasil… torçamos para que não, mas por cá, na Europa, os rumores de colapsos de bancos (portugueses) estão em crescendo nos últimos dias… E dizem que a banca alemã está muito mal (a francesa e a espanhola estão mais sólidas, aparentemente).

  81. Fred

    Clavis o grosso de nossas exportações são alimentos, que estão hoje, incriveis 25 % mais baratos que no ‘mês passado. (o dolar foi para 2 reais).

    Os bancos daqui aparentemente não estão nem afetados. Nem as seguradoras.

    O BC liberou mais dinheiro para os bancos emprestarem para exportadores apenas reduzindo o compusório. (o emprestimo obrigatorio dos bancos para o banco central para reduzir a liquidez).

    O que me incomoda é que todo final de ano é assim, contigenciam o dinheiro das forças.

  82. sim, mas uma depressãp mundial iria reduzir todas as importações… mesmo as de alimentos…

  83. Ocorre, q ñ tiramos proveito do mercado internacional p/ reelipar as FAs; agr. c/ a recessão no mercado iank, a coisa vai ficar pior, invés de 2010. será + 2 anos…uma lástima .

  84. pjms

    Clavis, por um acaso, não poderemos esperar uma nova política Russa de carne e franco para o Brasil??Não acredito que Mdelev vai ficar olhando e não retaliará o Brasil com alguma mudança, por causa do FX2.!!!

    []s

  85. gaitero

    Clavis, acho que vai reduzir tudo, menos Petróleo e alimento.

    O que eu posso dizer, é que muitos especuladores encheram o bolso de dólar, e agora quem vai ter que pagar a conta será o Povo, este dinheiro que tanto escutamos ser a salvação Made-in-USA, na verdade é uma peneira, que não tampará o sol que muito já queima o dinheiro dos contribuintes.

    Estes Trilhões, são na maioria dividas podres, que serão compradas, não pelo governo mas pelo povo, que tanto paga impostos, pelo mundo.

    política Russa de carne e frango para o Brasil?

    Na verdade, é tão pouco, que como já ocorrido antes, na febre aftosa de 2006, o mercado interno absorve facilmente a demanda, e vai ficar até melhor para os compradores, já que com o aumento de oferta os preços reduziram.

    Oque mais me incomoda no Brasil e em Portugal, são os financiamentos astronomicos, de 60, 90 e 120 vezes. Para quitar, coisas simples como carro, moto até contas de mercado.

    Quando se aumenta o numero de inadinplentes a economia caminha no sentido contrário e para de crescer.

    Por isto, deve-se aumentar os juros, que tenderam a ser cada vez mais altos, pelo mundo todo. Inclusive no Br, e em Pt.

    Quanto ao crescimento econômico, já se espera, que ao contrário dos 5% que o Brasil devera crescer este ano, em 2009 este não passe de 3.5%. O que é reflexo direto da atual crise que vai continuar por todo mundo.

  86. acredito que não gaitero, eu acho que foi oferecido para india pelo fato de chegar mais perto dela e tirar a russia de fora da jogada! sem esquecer do gigante asiatico crecendo, por isso os estados unidos esta fazendo esta oferta, sem contar que o brasil não precisa disso e nem tem uma china crecendo do lado
    so a vezuela mas da venezuela os estados unidos cuidão não acha,brasil não tem dinheiro nem para manter uma fragata vai ter pra um porta avião? eu acho que não,os estados unidos nunca vai dar seu bebe pra um pais que tal vez invada.

  87. gaitero

    A ta, você esta falando da Hipótese do Porta aviões, é eu tambem acho que não, so estava briuncando com os animos dos nossos amigos, afinal o FX-2 já tem dono, e este será o Rafale.

  88. eu tambem ja tive esse sonho mas nos somos apenas um cubiculo para o idealismo norte americano,estou pesando ate que a crise americana vai fazer um f-18 voar bem na fab não espero mais nada de surpresa depois que o sukhoi-35 não esta na famosa lista negra.

  89. gaitero

    ^^

    Rezaremos para que isto não acontessa, e para que vença o melhor

  90. Fred

    A Crise aqui não vai pegar com vai pegar no resto do mundo. Vai ser difícil, vai! Mas comida e diversão sempre vai vender. :)

    Como exemplo, tenho hoje um pedido de aço de 600 toneladas sem previsão de entrega.

    A Vale já avisou aos chineses, com crise e tudo, que se quiserem minério de carajás, vão ter que pagar o preço da Europa. Assim na cara dura para o maior comprador. Se os chineses não comprarem o mercado interno absorve instantaneamente e só estou falando do aço e minério.

    Sobre o petróleo, vai cair sim, a demanda, quando os preços atingirem um nivél desagradavel para alguns, quer apostar que a Opep vai diminuir a produção? e os preços ou sobem ou no mínimo param de descer.

    A única coisa que não conseguimos migrar para o mercado interno é a soja, só porque não consumimos, não é da cultura brasileira, se bem que sempre pode virar biodiesel. :)

    E vamos passar numa boa, sem nada, claro que não, os importadores vão pro vinagre, com o dolar a mais de 2 réis, praticamente todo produto de exportação brasileira fica extremamente atrativo, e como o governo fez uma série de reduções tarifárias por causa do dolar barato, vão ficar melhor ainda agora.

    O financiamento externo para exportação serár feito pelos bancos nacionais, internamente.

    Vou dar outro exemplo, os investidores estrangeiros retiraram seu dinheiro da Bovespa, mesmo realizando dívidas, foi a maior saída de dólares de investidores dos ultimos anos e no balanço ficou assim:
    Saída de dólares em setembro 3,5 bilhões, entrada de dolares da exportação 6,5 Bilhõede dólares, os importadores congelaram a emissao de novos pedidos quando o dólar começou a subir!

    Agora é torcer! Sobre o FX2, na atual conjuntura, qualquer um dos 3 serão muito bem vindos, porém prefiro como disse antes o Gripe NG por poder ser desenvolvido do jeito que o cliente pedir! Sem falar da turbina GE. :)

  91. Pegasus

    Nesse negocio de marinha, alguem ja pensou em reviver os velhos navios de madeira trirreme dos fenicios, e limpo, ecologico sem falar que daria emprego pra um pocado de remador e quanto a artilharia antiaerea, com o avanço dos elasticos, as pedras estao indo bem alto e porque nao, para defesa aerea tambem, pra que comprar um aviao barulhento de miliaos de dolar, faiz nossos supertucanos e bota 4 misseis de curto alcance, mais 4 de medio alcance e mais 4 de longo alcance e um radar que pegue a 200km, ah, esquici que tem que por aqueles tancao de combustivel”etanol, é claro” e pronto. Bilioes de dolares, ah, pra que?, tem que pensar uma poco mais simples.

  92. Qual a razão de recebermos os rafales dentro de cinco(05) anos ? Espero q ñ compremos nada aos ianks , o seu f 18 já é um caça defasado, e o gripen NG , tem um curto raio de ação e é iank ..então só fica o gaulês . Tanto ti-ti-ti p/ nada..pura firúla.Vergonhoso. E Agr com o cenário econômico adverso aos emergentes..E a corrida armamentista na A. do sul a pleno vapor..a venezuela ganhando por dois subs e Sus novos.. péssimo momento.

  93. gaitero

    Navios de madeira trirreme dos fenicios, ecologico?

    E Haja madeira amazônica para tanto Navio………………

    F 18 já é um caça defasado?

    O Hornet sim, o Super Hornet é um caça de 2002,
    moderno, o segundo mais moderno dos EUA, só perde para o F-22.

    O Gripen NG, tem sim o menor raio de ação dos 3 caças, mas isto é oque menos importa, qual o raio de ação dos F-5 Br, dos AMX e dos mirrage 2000???? Quero dizer, raio de ação só é validos se os caças de defesa ficarem em apenas uma base, comos serão 120 divididos por todo Brasil, 700 Km a mais ou a menos não faz tanta diferença.

    Quanto a corrida armamentista, eu acho que não existe, oque existe é a retomada dos investimentos em defesa, que estavam a muito tempo paralizados, colocando a AL em uma posição muito dificil no cenário mundial, o continente sul americano é sem dúivida mesmo com problemas ocorridos nos ultimos tempos, o mais unido de todos, e uma integração militar, Como o Promovido pelo Unasul, só será valido, se os membros tiverem alguma capacidade, então estou junto com todos, para renovar as FA da AL.

  94. gaitero

    Carlos, acho que 2014 foi escolhido, pois será o ano de produção do rafale F3+, ou F4, já que o F4 muito provávelmente será produzido, mas não antes do final do dos F3 encomendados (60 aeronaves a serem encomendados no próximo ano ), que terá início em 2012 e deverá terminar em 2015.
    É tambem o ano de produção do Gripen NG, oque desfavorece o F-18 SH, que em 2014 não será mais o melhor caça, como é atualmente.

  95. Os nossos “aliados” , OS FRANCOS,(HAHAHAHAHA ) podem nos garantir o MESMA II como sendo superior e + barato q o Kristall Rússo? É +, são os escopénes, ou tem , a caracteristica de furtividade dos Amur , o pomo de ouro do sr chaves..Perguntas e + perguntas…e respostas nada.

  96. Pjms

    Matéria publicada no site Area Militar: http://www.areamilitar.net/noticias/not … ?NrNot=669

    “Brasil vai de Marlin e não de Scorpène
    O Scorpène chegará ao fim em 2008 !
    S-80 e Marlin serão os seus sucessores
    Área Militar

    As más relações entre a indústria espanhola Navantia e a francesa DCNi, parecem ter definitivamente chegado a um ponto de não-retorno. O fim da relação industrial e comercial entre as duas empresas, parece poder corresponder ao fim do submarino Scorpène ou do consórcio em que a empresa espanhola participava com um terço e a francesa com os restantes dois terços.

    Os problemas entre franceses e espanhóis não são novos e começaram há anos atrás quando a empresa espanhola optou por incluir sistemas de origem norte-americana no seu projecto S-80.
    Entre as questões que se levantaram, esteve a opção espanhola por conceber um sistema de propulsão independente do ar próprio, que colocava de fora da corrida o sistema «MESMA» de origem francesa[1].

    Para piorar as coisas a Espanha optou por incorporar nos seus submarinos S-80, um conjunto se sistemas e subsistemas de combate de origem norte-americana, deixando de fora o sistema SUBTICS francês.
    Os estaleiros franceses tentaram implementar com vários parceiros europeus uma política de parcerias em que os seus projectos poderiam ser co-participados, tendo como contra-partida a encomenda à industria francesa de parte dos sistemas.
    Aparentemente, como já tinha acontecido na tentativa franco-britânica de construir um porta-aviões com componentes comuns, as necessidades específicas de cada país acabaram por colocar areia na engrenagem.

    Os franceses acusaram os espanhóis de terem aproveitado o know-how e a tecnologia francesa para depois esquecerem a sua parte do acordo e comprarem os restantes sistemas aos Estados Unidos, nomeadamente o sistema de combate à Lockeed Martin, o que criou ainda mais problemas entre franceses e espanhóis.

    A indústria espanhola por seu lado tem tentado vender o seu S-80 como um novo submarino, embora a similaridade do S-80 com o Scorpène seja de tal forma evidente que a tentativa não tem tido qualquer tipo de sucesso.
    Mas embora se trate basicamente do mesmo sistema de base, com mudanças de pormenor, essas mudanças permitem aos estaleiros espanhóis a apresentação do S-80 como um submarino diferente, levando a que seja apresentado internacionalmente contra o próprio Scorpène.
    Os franceses exigiram que os espanhóis esclarecessem a situação, mas não receberam qualquer resposta concreta.

    Aparentemente os espanhóis alegam que o Scorpene é um modelo menos sofisticado e de menores dimensões, dado o submarino espanhol ter um deslocamento de 2400 ton contra apenas 1700 ton do modelo Scorpene.

    Aparentemente, os franceses estão fartos, e a gota de água foi a apresentação do S-80 à Turquia, onde o vencedor acabou por ser o modelo alemão U-214. A DCNi quer terminar o contrato com a Navantia ainda antes do final de 2008.
    Ou a Navantia sai do consórcio, ou o consórcio pura e simplesmente acaba.

    O Brasil e o Marlin / Scorpene

    Conforme adiantado em Janeiro deste ano pelo areamilitar.net, a proposta francesa para o fornecimento de submarinos convencionais ao Brasil, é 100% francesa e não passa pela Navantia espanhola. Esse facto, permitiu concluir que o submarino proposto ao Brasil já não era o Scorpéne, mas sim o Marlin.

    Recentemente o Brasil acertou a compra de quatro submarinos com a França, mas mais uma vez, não foi anunciada qualquer participação espanhola no projecto. Embora a designação comercial «Scorpene» continue a ser utilizada e referida mesmo pelas autoridades militares brasileiras, os franceses querem terminar com a questão Scorpene/Marlin antes que o Brasil e a França assinem um acordo para venda dos submarinos.

    A Espanha está fora do projeto, concorre contra ele com o S-80, mas mesmo assim, continua a exigir a sua parte no consórcio sempre que a DCNi efectua uma venda internacional com o nome «Scorpene». Por isto, os franceses querem pura e simplesmente acabar com a ligação à Navantia, não se sabendo se isso passa pelo fim da marca Scorpéne, ou se poderá passar pela saída da Navantia do consórcio.

    O que parece certo é que o Brasil, será o próximo cliente do sistema. Se o futuro submarino brasileiro será conhecido como um derivado do Marlin ou do Scorpene, depende das decisões das próximas semanas, que não serão técnicas, mas puramente contratuais. Por isso para o Brasil, a mudança não deverá ter qualquer consequência.

    Se os espanhóis complicarem a situação, o mais provável é a apresentação por parte dos franceses do Marlin, que passará assim a concorrer com o S-80 espanhol quando e se esse submarino for proposto internacionalmente”.

    Abraços

  97. gaitero

    Sim era o esperado.

  98. Dados técnicos do MARLIN…

  99. “Fontes da empresa francesa DCN confirmaram na passada Quinta-feira que a DCN apresentou às autoridades brasileiras uma proposta para o fornecimento de um submarino de propulsão convencional, para adicionar à presente frota de cinco submarinos que o país possui.

    Ao contrário de informações anteriores que previam a possibilidade de a França ter proposto ou se preparar para propor a venda do modelo Scorpéne, as informações agora divulgadas permitem concluir que o submarino que será proposto será o Marlin.

    Na realidade, o Marlin é o resultado da quase rotura de relações entre a empresa espanhola Navantia e a própria DCN, após os espanhóis terem optado por criar a sua própria versão do submarino Scorpéne, sem a inclusão de sistemas de combate franceses.

    A opção espanhola levou ao corte de negociações e ao desenho de um «novo» submarino onde serão incorporados novos desenvolvimentos, alguns deles alegadamente resultado dos estudos franceses para a construção da sua nova família de submarinos nucleares.

    No entanto, tais tecnologias terão relevância no que respeita a sistemas de combate e soluções de hidrodinâmica e não serão relativas a nenhum sistema de propulsão nuclear.

    Com 76 metros de comprimento e um deslocamento standard de 2.000 toneladas (de 2.200 a 2.500 submerso), o Marlin, utilizará o sistema de propulsão MESMA-2, um sistema derivado do mais antigo MESMA e que em principio deverá reduzir a temperatura e o ruído, que são o principal problema do sistema. As características apontadas para o Marlin são idênticas às que a marinha brasileira tem apontado como características de referência para o Submarino Médio Brasileiro SMB, o qual deveria ser construído no Brasil, servindo eventualmente de plataforma para o desenvolvimento de outros submarinos, nomeadamente com propulsão nuclear.

    As recentes aberturas da França no que respeita à venda de tecnologia nuclear a vários países do extremo oriente, poderão implicar que poderá existir abertura francesa à assistência a dar ao Brasil no projecto brasileiro de construção de uma classe autóctone de submarinos.

    As afirmações francesas não implicam porém qualquer garantia de que existirá um contrato assinado no futuro. Ocorreram já anteriormente negociações com o fabricante alemão Thyssen/HDW que propôs ao Brasil a venda de submarinos do tipo U-214

    No entanto, na altura, a opção divulgada pela imprensa brasileira e confirmada por autoridades da Marinha do Brasil foi no sentido de adquirir o submarino sem o sistema de propulsão independente do ar AIP, que no caso dos submarinos alemães funciona com células de combustível, utilizando hidrogénio.”

    http://www.areamilitar.net/noticias/noticias.aspx?NrNot=490

    não tem é AIP…

  100. gaitero

    Segundo divulgado pelo site Jane’s, um possível acordo entre Brasil e França incluiria a construção de quatro submarinos Marlin no Brasil. Porém, o site cita a integração de sistemas da Lockheed Systems no projeto Marlin, os mesmos que serão instalados na modernização dos submarinos da classe Tupi.

  101. Ronaldo

    Gaitero,
    Ainda não podemos ter 100% de certeza quanto a quantidade, mas a MB padronizará os sistemas com os da LM. Os sistemas americanos costumam ser muito mais baratos e de manutençao também mais em conta do que a dos sistemas franceses.
    Sds.

  102. Ronaldo

    Novidades na MB….

    Fontes ligados ao processo de aquisição dos aviões S-2T TurboTracker para a Marinha do Brasil informaram à ALIDE que em poucas semanas deve ser assinado um contrato com a Embraer,. A empresa nacional será o contratado principal do programa TurboTracker brasileiro.

    No contrato está previsto a aquisição de células antigas de S-2F armazenadas no deserto pela Marinha dos EUA, a modernização dos sistemas propulsivos com a instalação de motores turbo-hélice Honneywell (ex-Garrett Air Recearch) TPE 331-14GR no lugar dos radiais originais, e a instalação de novos aviônicos e eletrônica de missão. Serão ao todo seis células, sendo que três delas serão fornecidas numa configuração para transporte de carga e passageiros (COD – Carrier Onbord Delivery), e outras três configuradas para aeronave de alerta antecipado (AEW – Airborne Early Warning). Uma das células COD, no entanto deverá ser entregue plenamente configurada como aeronave-tanque para a realização da função de reabastecimento em vôo (revo) dos A/F-1 (A-4Ku) da Marinha do Brasil. Os demais COD serão “fitted for”, ou seja poderão, no futuro ser convertidos com certa facilidade para a missão de revo. A simples troca de motor pelo novo turboélice, muito mais leve, adiciona cerca de 2250 kg (4500 libras) de carga útil à nova aeronave, além de melhorar sensivelmente a performance operacional desta aeronave.

    As três células COD serão entregues primeiro, por serem mais simples e por demandarem menor envolvimento direto da Embraer em sua preparação. A idéia é que a primeira aeronave destas seja entregue 18 meses após a assinatura do contrato. Pode ser que haja uma extensão deste período por mais seis meses, para permitir ajustes finais e incorporação de novos detalhes solicitados pelo cliente do desenrolar do programa industrial. Já as células convertidas em AEW, um programa muito mais complexo que os CODs, devem levar aproximadamente 36 meses para serem entregues à Força Aeronaval.

    Neste momento, estão sendo realizados os acertos finais entre a Embraer e a Marinha para substituir os componentes que haviam sido selecionados no período de estudos anterior (entre 2001 e 2004) que porventura, ou não estejam mais disponíveis no mercado, ou cujos preços tenham variado ao ponto de torná-los não-competitivos. Após um longo hiato, este projeto foi retomado a partir da aprovação de um estudo do Estado Maior apresentado no ano de 2007.

    Segundo esta fonte, pessoal técnico da Marinha deve visitar as instalações da firma Marsh Aviation, na cidade de Mesa no estado americano do Arizona, o maior especialista mundial na recuperação e modernização dos Grumman S-2, para preparar o início dos trabalhos. As entregas devem então se dar entre 2011 e 2012 com uma vida operacional esperada de pelo menos 10 anos operando no NAe São Paulo.

    Fonte: ALIDE

    Sds.

  103. até que enfim que seguem para o SP algo mais moderno que os vetustos Skyhawk…

  104. gaitero

    Pessima notícia.
    Pessima mesmo visto que a Marinha dos EUA ofereceu, durante a XIV Feira Internacional do Ar e do Espaço (FIDAE 2006), que ocorreu em Santiago do Chile, enviar “de graça” aviões de patrulha anti-submarino Lockheed S-3 Viking aos países do Cone Sul. Os aviões oferecidos começarão a ser desativados em a partir do 2009. Mais de cem aviões teriam sido oferecidos oficialmente de forma gratuita às marinhas do Brasil, Argentina, Peru e Chile.
    Fontes da Marinha do Chile confirmaram a oferta, embora negaram que tenham decidido por esta aeronave, especialmente pelo fato de existem outras opções.
    Os aviões S-3 Viking, projetados nos anos setenta e modernizados nos oitenta, são utilizados em missões de patrulha anti-submarino, controle marítimo e ataque anti-navio, e podem alcançar uma velocidade máxima de 800 Km/h.
    Têm uma autonomia de 7,3 horas, um peso de combate em torno das 20 toneladas e podem ser armados com torpedos anti-submarino ou mísseis anti-navio Harpoon. Os aviões podem operar também como aviões reabastecedores.

  105. Ronaldo

    Gaitero,

    Os S-3 foram usados até o limite na Us Navy e só para voar necessitariam (em alguns casos comentados só para ferro velho) de extensa e custosa manutenção para pouquíssimas horas de vôo com segurança para uso em NAe. Os exemplares ofertados são os mais antigos (os mais “novos” estão operacionais na Us Navy) e teriam que receber um overhaul e extensão de ciclo de vida nos EUA, o que sairia muito caro.
    Além do mais não são totalmente compatíveis com o A-12 , vulgo Opalão, seu peso operaria no limite da catapulta. A MB não quer nada para COD e sim AEW , mas não existem hoje S-3B para função AEW (as suites e equipamentos AEW foram removidos) , nem no deserto em estoque, somente S-3A. A própria Us Navy, ao oferecer ao Chile os S-3 disse que viriam totalmente desprovidos dos lançadores e equipamentos e sua própria função hoje na Navy se resume a abastecedor ou avião tanque da frota.
    Por fim, sua motorização utiliza turbofans. Pode ser econômico em relação ao turbojato J-52 do A-4, mas comparando-o com o turbo-hélice dos Tracker S-2 T, nem pensar, é muito mais caro de manutenir e operar.
    Sds.

  106. gaitero

    Caro Marcelo,
    As vantagens em termos de manutenção e performance do S-3 são muitas, ainda mais quando sabemos que os S-2 dependem de pequenas peças e componentes que estão cada vez mais raros no mercado.

    Eu pensava que ao contrário de apenas comprar caças estes teriam de ser modernizados aqui no Brasil, assim como se pensa fazer com 12 A-4.
    Se os S-3 viriam desporvidos de capacidade AEW este não poderia ser solucionado com a modernização do mesmo?

    Desta forma, tornaria este, uma arma muito mais poderosa do que os S-2.

  107. gaitero

    Caso meu comentario seja duplicado pesso desculpas, visto que aqui parece ter havido algum erro.

    Caro Ronaldo

    Os S-3 tem uma vantagem muito grande quando comparado aos S-2 principalmente quando levado em consideração a dificuldade de se encontrar peças para as turbinas do S-2, mesmo com a troca das mesmas.

    Eu pensava ser necessário a moderniação dos equipamentos da mesma forma que se planeja fazer com os 12 A-4, desta forma, além de uma certa nacionalização de peças podria sim, permitir aos S-3 capacidade AEW e COD. Caso não seja possivel eu acharia muito mais proveitoso, a substituição dos vetores A-4 e o cancelamento dos S-2, para a compra de um novo vetor seja ele qual for, mas que acabasse com este absurdo, que é comprar equipamentos de 1960.

  108. de qualquer modo, ainda que se adquirissem estes aparelhos, falta ainda satisfazer o vetor de intercepção e combate aéreo para o SP… Um problema que nem está sobre a mesa, ao que parece.
    Ou querem tornar o SP um NAE desprovido de defesa aérea? assim valerá a pena manter um NAE?

  109. gaitero

    Pois eu já disse que não vale, muito melhor seria a produção de Submarinos do que a manutenção deste NAe.

    Maaaaas…….

  110. deste… posso concordar com isso.
    mas abdicar de vez com aquilo que um NAE pode dar a uma Marinha com ambições globais ou até regionais.
    Disso discordo.

  111. gaitero

    Este é o problema clavis, quais são estas vantagens? Desdo Minas até o SP, não vejo nada que nos desse condições globais, sempre navios ultrapassados com caças ultrapassados, com problemas e que nunca saem do RIO. Ou da Doca.

    Olhe quanta dificuldade temos de encarar, não temos condição, é melhor investir aonde sabemos ter capacidade, submarinos seria o ideal, do que nestes meios. Não estamos preocupados com o mundo se estivessemso teriamos Bombardeiros, estamos sim é preocupados com o Brasil e para isto submarinos são suficientes.

  112. Fred

    Eu acho muito interessante os S2 T, sua revitalização com aviônico e a turbo hélice novo vai permitir uma operação embarca que a marinha do Brasil ainda não tem, mas é necessária! (E barata!)

    Não são os motores que causam a indisponibilidade, são os sistemas hidráulicos, elétricos e pequenas peças que precisam ser substituidas por tempo de uso, como retentores hidráulicos, vedações, filtros, rolamentos, etc.

    Sem falar na comunicabilidade entre os sistemas da FAB e MB.

    Já os viking tem uma operação cara sem muito aumento de carga.

    O S3 Viking tem carga útil de cerca de 20 ton e o S2 com novos motores cerca de 15 ton, só que o custo operacional é muito menor! E ainda deve ficar com uma velocidade de cruzeiro maior e maior autonomia por ser turbo hélice! :)

  113. Fred

    Operar NAe é necessário se o País tem ambições no conselho de segurança, não sou a favor, prefiro os subs e meios convencionais de superficie, mas entendo a necessidade de adestrar tripulações e ter o NAe.

    Sobre os A4, eles serão mesmo modernizados na Embraer, troca de vetor só mesmo com a troca do NAe lá para 2020/30

  114. e as células? estão em bom estado ou soferão dos mesmos problemas dos F-15?
    exato. Se o Brasil quer ser uma potencia presente na cena internacional, tem que ter capacidade para deslocar uma força-tarefa para qualquer ponto do mundo hoje seja necessária – sob mandato do CS -, e essa força tem que ter um apoio aéreo de proximidade… prestável apenas por NAE.

  115. gaitero

    O que eu tambem acho ridiculo

    Vergonhoso, um NAE sem capacidade de defesa, sem capacidade de combate, e com aviões ultrapassados.
    Pior, temos 6 fragatas apenas.
    As Type-22 são fraquinhas fraquinhas. As corvetas Iahuma nem sabemos quando podemos mandar para auto mar, vai depender do tempo, risco de naufragio ^^
    Falta Destroyers, falta submarinos, já que 5 são insuficientes, e até mesmo 9 serão.

    Não aguento mais falar de problemas, mas é a unica coisa que vejo na nossa FA, olhe a FAB olhe o EB, já não era tempo de sair este programa de reaparelhamento e reforma da FA, espero que não seja trade, estamos muito perto de um colapso.

  116. a grande “sorte” do Brasil é estar na América do Sul. Sem inimigos declarados e longe das grandes zonas de conflito do mundo… uma sorte semelhante à nossa, aqui no extremo ocidental da Europa.
    Isso tem permitido a ambos os países décadas de laxismo na Defesa, caso contrário, já teríamos pago essa fatura…

  117. gaitero

    E bem pago.

  118. Fred

    Sim, a última guerra mesmo foi a do Paraguai, nem para anexar o Acre o Brasil se empenhou de verdade, foi uma conquista mais local que do governo!
    Deixou a Cisplatina virar Uruguai e não quis a Bolivia na época da independência.

    Sem falar do pouco empenho na disputa com a inglaterra pela guiana! :)

  119. gaitero

    Bom Fred, se for para analizar o passado podemos ir mais longe, e analizar o quanto ganhamos. Até o tratado de tordesilhas eramos a metade que somos hoje.

  120. Fred

    sim, mas falo como política Brasileira, nunca fomos beligerantes. :)

    Guerra sempre foi nosso último recurso!

  121. Ainda bem q estamos cercados de vizinhos , só problematicos…é ainda assim ñ temos FAs à altura do país q temos, o certo era p/ termos pelo menos uns , no mínimo 40 a 50 subs convencionals (ssk). temos de gastar mt em defesa , temos sorte, estamos ainda c/ sorte..acho até q Deus é BRASIL eiro, ainda bem.

  122. gaitero

    Deus salve mangabeira ^^

  123. Guerra não é Defesa, Fred.
    Um páis pode ter um bom sistema de Defesa e precisamente por isso mesmo, nunca entrar em guerra (caso da Suécia, p.ex.)
    E se um país pretende ter um papel mais ativo e de maior destaque neste nosso turbulento mundo de hoje, com uma superpotencia em decadência e várias potencias regionais em ascensão, então… tem que ter Defesa. Ainda que não seja beligerante.

  124. Fred

    Sim, concordo com você Clavis, e parece que os governantes estão começando a atuar deste jeito, em detrimento de tantas decadas de descaso.

    Ainda Bem!

  125. É isso mesmo,uma potência , ainda q regional, tem q ter uma defesa forte, e três NAE p/ projetar seu poder.Isso inclue fabricAr seus próprios caças e aviões de transportes , seu satélite geoestacionário ,e subs , mt, mts mesmo..e bons e velozes navios de superficie.Misseis de longo alcançe. Padronizaçao, p´/ comprar + e barato.Td isso p; ontem .

  126. e segundo as sondagens que houve, como o Lula tem confortável vantagem, poderá até dar continuidade a estas políticas… tem o tempo, os recursos, a necessidade… será uma estupidez se não souber aproveitar a oportunidade para devolver ao Brasil uma Defesa credível.

  127. O pior é q os seus “consilieres” podem levar ele s desmontar o q nem aconteceu . Se marca bobera..ele cancela isso tudo.. ESPERA…

  128. Afinal vem ou ñ esses merlin?

  129. gaitero

    Vem, dezembro esta ai, logo logo o presidente francês vem ai para assinar a papelada.

  130. Edmar

    Caros Amigos.:

    “Força Aérea Brasileira” Já estamos do mês de Junho de 2009 e falta apenas “2 meses” para a definição do FX2 da FAB. Até o momento o “Dassault Rafale F-3″ e o “Saab Gripen NG” são os favoritos. O “Boeing F/A-18 E/F Super Hornet” está um pouco distante, mas, vamos esperar para ver se não há uma mudança em última hora.
    Há que diga que o “Dassault Rafale F-3″ é o melhor avião de combate entre os três, mas nada ainda foi confirmado, há apenas especulações.

    “Marinha do Brasil” O Ambisioso projeto de Submarinos do Brasil parece já estar bem caminhado e a maior espequitativa é a construção do Submarino de propunsão nuclear (houve boatos até da construção de 2 Submarinos em vez de 1).

    “Exército Brasileiro” Também os Blindados do exército já estão chegando e agora só resta aguardar mais noticias.

    Abraço a todos.

  131. E corre nos bastidores q a SAAb é de propriedade da Embraer…logo, o gipen pertence a mesma…isso é verdade? Mas, quando viram os novos (já idosos) caças rafales? Com certeza já ganharam.

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