Sobre os problemas indianos com os seus porta-aviões e… algumas lições a aprender com os ditos

//www.defenseindustrydaily.com)

(O porta-aviões russo ainda antes de ser modificado e revelando a extensão da alteração a realizar in http://www.defenseindustrydaily.com)

A marinha indiana está a começar a ficar nervosa com as dificuldades em tornar navegável o porta-aviões ex-russo recentemente adquirido… Os seus restantes porta-aviões caminham a passos largos para a reforma e o seu navio-almirante, o“INS Viraat” um navio que já foi britânico e serviu nas Malvinas em 1982 como “Hermes”, ainda que tenha uma longevidade notável, tendo sido lançado à água em 1959, deverá manter-se nessas funções até pelo menos 2012, data a partir da qual o antigo “Admiral Gorshov” comprado à Rússia em 2004 por 1,5 biliões de dólares entrará em serviço, substituindo-o e recebendo então o nome “Vikramaditya”.

O problema está em que ainda que o pacote do contrato de 2004 previsse a modernização radical do navio, com a remoção das armas, lançadores de mísseis anti-navio na proa e dos lançadores de mísseis anti-aéreos na popa e a instalação no espaço por eles ocupado de uma pista de aterragem e de uma rampa de lançamento, para além da instalação de novos motores diesel, do reforço do elevador e muitas outras modificações menores, a modernização – sobretudo pela sua escala radical – está muito atrasada. Compreende-se hoje o quanto ambiciosa e irrelizável era a data de Agosto de 2008 para o fim destes trabalhos de atualização para os quais os russos querem agora mais 1 bilião de dólares.

Atualmente, até a data de 2012 começa a ser colocada em dúvida e ainda não foi assinado o contrato definitivo com os russos e com a entrada prevista em serviço em 2013 de um porta-aviões indiano construído localmente da classe Vikrant começa a levantar-se a questão de saber se valerá mesmo a pena prosseguir com estas lentas e difíceis negociações com os russos e construir em lugar do “Admiral Gorshov” um terceiro Vikrant… Como as coisas estão, a Índia arrisca-se a ficar na mesma posição em que se encontra hoje o Brasil: a ter ou nenhum porta-aviões quanto antes já teve uma flotilha deles, usada p.ex. para invadir a possessão portuguesa de Goa em 1961, com o Vikrant (curiosamente o mesmo nome que a nova classe de navios que está agora em construção). Isto significa que como os A-9 brasileiros, também os novos 16 MiG-29K que deveriam equipar o único porta-aviões indiano remanescente se arriscam a ficar em terra por uns bons anos… Os aparelhos foram adquiridos pelo interessante preço de 600 milhões de dólares em 2004 e o último deveria ser entregue em 2009.

Moral da história? Bem, talvez não seja boa ideia investir numa modificação tão extensa de um navio com uma idade tão razoável… especialmente quanto o parceiro é a infiável Rússia e estamos a construir a nossa própria classe de navios idênticos… Uma lição que o Brasil deve aprender?

Fontes:
http://www.defenseindustrydaily.com/ins-vikramaditya-may-hit-delay-cost-increases-03283/#more-3283?camp=newsletter&src=did&type=textlink

http://www.defensenews.com/story.php?i=3557972

Sobre Clavis Prophetarum

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Uma Resposta a Sobre os problemas indianos com os seus porta-aviões e… algumas lições a aprender com os ditos

  1. Quem tem um ñ tem nenhum..= ao nosso NAE Sampa…e os consertos e reparos possívelmente sairam mt + caro, é e do interesse ianks q o hindus fikem fortes p/serem as “buchas ” ,quandoa china kerer ficar de pé..Formosa será o seu próximo prato, eté por justiça e direito.Estão dando até um porta aviões semi usado p/ os mesmo…Tremenda novela.

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