
(http://www.3as.org.uk/warming)
Em todo o mundo, estima-se que um quarto da população mundial esteja ameaçada pela severa degradação dos solos agrícolas nos países onde vive. Esta é a conclusão de um estudo da FAO e que compara o ano de 1991 onde apenas 15 por cento destes solos estavam degradados comparando-os com os 25 por cento atuais.
Este problema – gravíssimo no atual contexto de explosão demográfica e de aumento dos preços dos alimentos – é particularmente na África subsahariana, sobretudo no Gabão, Zâmbia e… Na lusófona Angola. De facto, Angola é um dos dez países do mundo mais afectados pela perda de solos agrícolas e tal deve-se a causas naturais, como o aquecimento global e à erosão natural, mas sobretudo a uma utilização desregrada, à agricultura intensiva e à desflorestação Todos estes fenómenos estão a provocar um rápido desaparecimento dos solos aráveis em Angola e irão aumentar a já grande dependência angolana de importações de alimentos para suprir as necessidades da sua crescente população. Um problema seríssimo a que as autoridades angolanas não souberam dedicar a devida atenção e que provavelmente tão grave como a reconstrução das infra-estruturas destruídas durante o longo conflito com a UNITA e que é agora prioridade governativa.
Fonte:
Science et Vie, outubro de 2008

















A erosão do solo , o excesso de calor e as secas constantes e uma realidade até aki no sul maravilha, onde se tem dinheiro p/ uma praça com brinkedos na área dos bens de vida ,+ ñ tem p/comprar uma bomba d’água p/lavar essa coisa tão vital aos meus irmãos do nordeste..e mostrado em programas de tv…cadê a solução..vamos nos queixar ao papa..
a solução é conter o crescimento demográfico e parar de exigir tanto dos solos… a agricultura intensiva é um peso que cedo ou tarde irá cair sobre as nossas cabeças…