Da demanda do príncipe dom Pedro pelos arquivos templários de Chipre
Posted by Clavis Prophetarum em 2009/01/18

(http://www.vidaslusofonas.pt)
Quando em 1425, Pedro visita Nicosia, no Chipre, visita o mesmo local onde, segundo uma tradição citada por Henry Corbin, se teria refugiado o conde de Beaujeu, com outros nove cavaleiros templários com documentos secretos, a coroa do rei de Jerusalém, o candelabro de sete braços do Templo de Jerusalém. Aqui este património secreto da Ordem do Templo teria sido confiado aos cónegos do Santo Sepulcro, uma ordem que se teria fundido com a do Templo, na altura da sua fundação. Com a queda de Jerusalém, os “cónegos do Santo Sepulcro” teriam ganho novamente autonomia e assentado sede em Chipre, onde Pedro os teria visitado.
Que tipo de informação buscaria aqui o infante Pedro? Porque teria empreendido uma viagem tão longa e perigosa num mar infestado por piratas berberes, até um país se relações formais com Portugal? Só uma coisa o poderia ter atraído aqui… A existência de informações que não existiam em mais lado nenhum: arquivos templários que poderia cruzar com outros já conservados em Tomar.
















HSMW disse
Arquivos Templários em Tomar?
Clavis Prophetarum disse
Sim, é minha convicção de que o tesouro templário está ainda algures num dos subterrâneos de Tomar e que é constituído sobretudo por documentos, trazidos da Terra Santam, via Chipre… documentos coevos de Cristo, talvez Essénios ou até alguns originais (não distorcidos) dos Evangelhos…
carlosargus disse
Gostei do não distorcido”, sinal de alguém, algures,a serviços de , ou dos,colocou uma virgula ou até mesmo palavra (s ) no livro sagrado…O pior que isto possivelmente tenha ocorrido.
Fenix disse
O que era tomar na altura da construção do convento era nada talvez um conjunto de casa humildes.E porque a construção de tão grande convento no meu do nada?!Devia de ser para guardar alguma coisa de importante e muito sagrado para os tempelarios o que não sei….escritos sagrados…o santo gral…acho que o governo devia mandar explorar local.