Daily Archives: 2009/03/01

Lost S05E05 “This Place is Death”

(Evangeline Lilly, a Kate de Lost in http://brasilidade.files.wordpress.com)

(Evangeline Lilly, a Kate de Lost in http://brasilidade.files.wordpress.com)

1. Quando Jin encontra o grupo de Danielle ficamos a saber que a data exata da chegada do grupo dos franceses foi o mês de novembro de 1988.

2. O ataque do “monstro de fumo” ao grupo dos franceses e a consequente morte da maioria do grupo é a sua primeira aparição nesta quinta temporada com a importante indicação de qual é o local onde se recolhe quanto não está em atividade. Já sabíamos que Ben conseguia chamar o Monstro a partir de um dispositivo antigo, deixado pela civilização perdida da Ilha e que este era uma espécie de “sistema automático de segurança”. Agora, ficámos também a saber que ele “vive” nas ruínas do Templo, o mesmo templo onde o grupo dos Outros se refugiou dos mercenários que os tentavam abater. Assim, os Outros não só conhecem o Templo, como sabem como controlar o Monstro e, provavelmente a sua origem.

3. O Templo tem vários hieróglifos idênticos aos usados no contador da Estacão Cisne, na Sala da Roda da Estacão Orquídea, na porta da sala da cave da casa de Ben, etc. O uso de caracteres hieroglíficos egípcios aponta para uma “pista atlante-mu” que provavelmente será aprofundada na próxima temporada de Lost. O facto do Templo ser guardado por Cerberus explica porque Bem disse que ele era o “ultimo lugar seguro da Ilha”, mas que não podia ser o refugio dos sobreviventes do voo da Oceanic porque “não era para eles”, como se eles não pudessem ser tolerados por Cerberus. Em termos estilísticos, o Templo assemelha-se à arquitectura religiosa do sul da India, o que aponta para o continente perdido de Mu, o local onde estariam guardadas as tábuas referindo o afundamento desse continente no Pacifico. Recordemo-nos que a Ajira, uma companhia aérea indiana é também referida várias vezes na Temporada 5.

4. Quando o grupo dos franceses puxa o braço de Montand ao Monstro, este separa-se do seu corpo. A separação é improvável porque isso implicaria que o o homem que o segurava era pelo menos tão forte como o Monstro… E isso já se provou não ser assim, bastando recordar a facilidade com que ele matou Mr. Eko.

5. Pouco depois o Monstro demonstra a sua capacidade em assumir a voz e a forma das suas vítimas ao imitar a voz de Montand. Assim atrai todo o grupo, menos Danielle e Jin. Na cena seguinte, que se segue a uma deslocação de Jin, este encontra dois corpos de franceses compreendendo pouco depois que foi Danielle que os abateu porque tinham a “doença” que ela na primeira temporada tinha dito ter dizimado o seu grupo. Percebe-se agora que a doença era afinal o monstro e a sua capacidade de assumir a forma das suas vitimas… Curiosamente, ainda que assuma a sua forma, quando o faz é mortal e pode ser abatido a tiro, o que pode indicar que usa os corpos das suas vitimas, ou melhor, que não é o “fumo negro” que muda de forma mas que introduz algo (“infectando-o” como diz Danielle) na mente do hospedeiro, controlando-o daí em diante. O episódio permite esclarecer qual é a função especifica de Cerberus (outro nome para o “monstro de fumo”), quando Robert, possuído pelo dito diz que ele não “passa de um sistema de segurança do templo”. Não da Ilha, mas mais exatamente do Templo, que os produtores num podcaste esclareceram não ser apenas aquelas paredes que se viram neste episódio, mas algo muito maior e mais significativo.

6. Charlotte, agonizando nos braços de Daniel Faraday confessa ser uma “antropóloga”, mas que conhece melhor Cartago que o “próprio Aníbal”… Uma afirmação curiosa, já que se seria de esperar que fosse antes uma arqueóloga… De qualquer forma esta é uma alusão ao primeiro episódio da temporada quatro onde ela surge escavando na Tunísia os restos de um urso polar. A Tunísia é um dos extremos do portal que tem o seu extremo na Estacão Orquídea. Pouco depois, Charlotte revela que existe um poço perto da Orquídea e logo que esteve na ilha enquanto criança e que a mãe fizera parte da Dharma Initiative.

7. Locke tomba numa caverna, sob o local onde mais tarde será construída a Estacão Orquídea. Ferido, vê aproximar-se de si Christian Shephard, o pai de Jack, que o critica por ter deixado Bem feito rodar a roda, quando ele, o instruíra a ser ele próprio a fazê-lo. Seria Christian uma encarnação do monstro ou uma outra entidade? Tão antiga como Cerberus e da mesma origem… Instrui Locke para repor a roda no seu eixo e que não o pode ajudar, talvez por ser apenas uma visão no espirito de Locke ou um… Fantasma de eras passadas…

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As "BIRRAS" à volta do AO : último capítulo ?!…

Segue-se o resumo do texto publicado ontem no blogue Rosa dos Ventos que tenta registar os acontecimentos relacionados com o AO.

“Parece que a guerrilha à volta do AO voltou, agora que se está a aproximar a data da sua entrada em vigor. A polémica continua, impulsionada pelos fundamentalistas e pelos defensores de interesses já nada misteriosos.
Disse-se de tudo: “o mais espantoso é que Portugal tenha concordado em assiná-lo; “Portugal saiu machucado”; “Portugal perdeu toda a dignidade filológica”; “…os burocratas que trabalharam este acordo insensato…”; “…deve haver uma Academia que proponha uma ortografia…”; etc.,etc.
Tanta bizarria e tão pouco conhecimento dos antecedentes.A maioria ignora, propositadamente ou por desconhecimento, que as ortografias evoluem e tudo se pode convencionar. Peguemos em dois exemplos bem elucidativos

No Século XIII, o português escrevia-se assim:
“Otra uice ueneruli filar ante seus filios quato qve li agaru i quele casal”; (em versão moderna será: “Outra vez, vieram tomar ante seus filhos quanto lhes acharam em aquele casal”).
(excerto de “Notícia de Torto”(1214) ……..

( segue-se uma relação dos períodos e dos acontecimentos mais significativos da hístória do Acordo Ortográfico )

….Parece impossível ter sido necessário tanto tempo para se chegar a um acordo sobre um instrumento tão importante como é a língua. Cerca de 130 anos !…
Será que, a partir de agora, os manuais e os anúncios de funções computorizadas deixarão de utilizar as designações ridículas de “português de Portugal”….e ”português do Brasil”…?!
A minha impressora é um exemplo significativo desta dicotomia: se eu escolher o “português do Brasil” ela avisa-me que “a impressão começou”; se eu escolher o “ português de Portugal” ela diz-me que “a impressão foi iniciada”! Que tal ?…
Não há dúvida que já era tempo das negociações sobre o acordo ortográfico deixarem de ser brincadeira de jardim infantil.
Será que deixaram de ser ?!… O tempo o dirá…
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Sobre a “extrema catolicidade” portuguesa

Embora exista a convicção da “extrema catolicidade” portuguesa, na verdade nada é menos verdadeiro: Manuel Gandra exemplifica começando pela idiossincrasia do Milagre de Ourique, passando pela heterodoxia dos “Impérios do Divino”, pelo Beneplácito Régio (em vigor desde 1361 até ao século XIX) e sobretudo pela excomunhão de 19 entre 34 monarcas portugueses. Isto é, mais de metade dos nossos reis foram tão católicos, que foram expulsos do seio da Santa Madre Igreja de Roma!

A religiosidade portuguesa nunca foi tão fiel a Roma como alguns gostariam de crer. O sentimento religioso popular – de matriz matriarcal – nunca foi totalmente romano e muitos e continuados esforços foram feitos pelos priores e sacerdotes para combater esse fundo religioso popular tão solidamente radicado nas tradições pré-romanas do interior rural.
Fonte:

Página 19
O Projeto Templário e o Evangelho Português
Manuel J. Gandra
Ésquilo

Categories: História, Portugal, Sociedade Portuguesa | 9 Comentários

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