Daily Archives: 2009/03/19

DELEGAÇÃO DA AGLP VISITA LISBOA

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Depois da sessão inaugural de 6 de outubro de 2008, em Santiago de Compostela, a AGLP fixou como primeiro passo nas suas relações exteriores uma viagem oficial a Lisboa. De 16 a 18 de março, uma Delegação da Academia Galega manterá entrevistas com personalidades da vida cultural e política, e uma reunião na Academia das Ciências de Lisboa.

A Delegação da AGLP está integrada pelo Vice-Presidente, Prof. Isaac Alonso Estraviz, o Secretário, Ângelo Cristóvão, a Vice-Secretária, Concha Rousia, e o Prof. António Gil pela Comissão de Lexicologia. Os motivos principais desta visita são a apresentação da novel Academia, a análise da situação da língua, e a coordenação na aplicação de alguns aspetos do Acordo Ortográfico, com especial interesse na elaboração do Vocabulário Ortográfico Comum.

Léxico Galego

A Comissão de Lexicologia da AGLP elaborou um documento interno sob o título “Léxico da Galiza para ser integrado no Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa”. A criação de um vocabulário abrangente de toda a diversidade existente nos diversos países e territórios da lusofonia foi recentemente aprovada na Declaração Final em Reunião Extraordinária dos Ministros da Educação e a Cultura em 15 de novembro de 2008, de conformidade com o previsto no Acordo Ortográfico de 1990, em cujas reuniões preparatórias participara uma Delegação de Observadores da Galiza, conforme consta nos documentos oficiais.

O documento da Comissão de Lexicologia, que inclui um número próximo dos 700 vocábulos, constitui, em palavras do presidente da AGLP, o Prof. Doutor Martinho Montero Santalha, uma primeira redação que tem de ser adaptada aos critérios que forem determinados na elaboração do VOCLP. Neste sentido indicou que não se trata de um texto definitivo, mas poderão ser acrescentados novos contributos.

Reunião na Academia das Ciências de Lisboa

A apresentação da nova Academia, a análise da situação da língua, a coordenação na aplicação de alguns aspetos do Acordo Ortográfico, e a elaboração do Vocabulário Ortográfico Comum, serão alguns dos temas a tratar na reunião que terá lugar na Academia das Ciências de Lisboa com o Exmo. Sr. Presidente, Prof. Eduardo Arantes e Oliveira, e o Exmo. Sr. Vice-Presidente, Prof. Adriano Moreira.

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Um livro de um nosso ilustre colaborador…

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Lost S05E06 “316”: Comentários

wereback

(Evangeline Lilly e dois outros tipos, neste episódio)

1. Logo no começo deste episódio ficamos a conhecer a primeira Estação Dharma situada no exterior da Ilha, na cave da igreja protestante (?) onde parece oficiar Eloise Hawking. A Estação está protegida por uma porta à prova de explosões, o que nos recorda um “vídeo de orientação” da Dharma, exposto logo na primeira temporada onde se dizia que a Dharma acreditava que o seu maior objetivo era encontrar a forma de aplicar a equação de Valenzeti à salvação do mundo. Assim, a presença desta porta blindada seria uma forma da Dharma Initiative proteger a sua única (?) Estação, de nome “Posto da Lâmpada”, no exterior do fim-do-mundo nuclear que julgavam estar eminente.

2. Hurley, no hospício, aparece a ler o comic book  “The Last Man Vol. 3: One Small Step”. Ora esta serie é da lavra de Brian K. Vaughan, precisamente um dos argumentistas de Lost e versa sobre o ultimo sobrevivente da raça humana após uma praga ter eliminado toda a nossa espécie. O fundo apocalíptico é comum a Lost, onde Desmond acreditava haver uma “praga” e tendo em conta que a missão da Dharma Initiative era precisamente a de salvar o globo do apocalipse.

3. Teria sido através desta Estação Dharma que a organização teria encontrado a Ilha, ora como Benjamin diz que os Outros não conheciam a existência desta Estação, então Eloise não é claramente uma “Outra”. Será então uma espécie de sobrevivente da Dharma, já que conhecia e tinha acesso a esta Estação. Com o colapso da Dharma Initiative teria ficado para trás na última Estação Dharma ainda sob o controlo da Dharma, ou mais especificamente de Eloise Hawking.

4. Eloise explica que esta Estação foi construída sobre uma “bolsa de energia eletromagnética” que estaria ligada a outras bolsas semelhantes um pouco por todo o mundo. O que nos leva ao túnel de wormhole que existe entre o subterrâneo da Estação Orquídea e o deserto tunisino, e já agora, entre a costa nigeriana e a Ilha, já que essa seria a região onde voava o avião do irmão de Mr. Eko. De novo, o papel do eletromagnetismo nos mistérios da Ilha parece central… Será que existem vários microburacos negros sob a superfícies terrestre, unidos por túneis de wormhole que possibilitam o teletransporte entre as extremidades desses túneis? Essa parece ser pelo menos a tese dos produtores de Lost…

5. Explica-se aqui, também, pela boca de Eloise porque é que os sobreviventes do Oceanic 815 e todos os outros de outros navios e aviões que aí foram deixados nunca foram salvos… A Ilha nunca foi localizada, porque se move, saltando de coordenada em coordenada, eludindo sempre a localização. Com excepção do começo da década de 50 quando parece ter ficado no mesmo local o tempo suficiente para receber um grupo de militares norte-americanos que pretendiam ensaiar aqui um engenho termonuclear. Alias, isso mesmo é recordado pela presença nessa Estação de uma fotografia com a legenda “”9/23/54 – U.S. Army – OP 264- Top Secret – Eyes Only”.

Havendo uma rede de túneis unindo as tais “bolsas electromagnéticas” de Eloise, não deve ser difícil de imaginar que os locais onde a Ilha se materializa seguem os mesmos eixos.

6. O comandante do voo onde segue o grupo de Jack revela ser Frank J. Lapidus. É como se algo – o Destino – contribuísse para devolver à Ilha todos aqueles que uma vez lá tenham estado. Este fenómeno também ocorrera com Michael em Nova Iorque e é um elemento sobrenatural que não pode ser descartado em Lost… Este aparente Determinismo pode contudo ter uma explicação racional, numa espécie de reposição de um equilíbrio termodinâmico, como se houvesse uma força pseudogravitacional que empurrasse os sobreviventes de volta para a Ilha, talvez algo relacionado com os miniburacos negros que parecem estar no cerne dos mistérios desta Ilha.

7. Quando Benjamim lê o livro Ulysses, de James Joyce, Jack pergunta-lhe como consegue ler, naquela situação de crash eminente. Benjamin responde que “foi a minha mãe que me ensinou”, mas Benjamin Linus nunca conheceu a sua mãe… Então será que se refere a outra personagem da série? Eloise Hawkings, com quem parece ter uma relação tão dúbia, misto de respeito e temor?

8. Jack, Kate e Hurley materializam-se na Ilha, depois de uma turbulência e de um clarão azul, um fenómeno que está geralmente associado em Lost a teleportações. No Espaço e no Tempo (naturalmente, algo que se conhece desde a Lei da Relatividade Geral de Einstein). Parece que o avião atravessou a bolha de “energia electromagnética” que circula a Ilha e, no processo, fez com que aqueles que já tinham estado nela fossem atraídos para o seu solo. Os demais ficaram no avião, que eventualmente se acabaria por despenhar perto da Ilha, na Hydra.

9. O pequeno grupo de Jack, Kate e Hurley encontra Jin, num fato Dharma, novo e conduzindo uma carrinha Wolkswaggen impecável.. E fica imediatamente evidente que estão algures no final da década de setenta.

Aj.

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Em Defesa das Moedas e das Economias Locais contra os malefícios da Globalização

As economias mais sustentáveis – do ponto de vista e ambiental – serão sempre aquelas onde os bens consumidos numa dada região são também aqueles que são produzidos na mesma região, por trabalhadores que residem nas suas imediações. O economista alemão E. F. Schumacher designou este sistema económico como uma “economia da permanência”. O economista apresentaria os seus modelos alternativos de economia ao mundo pela primeira vez em 1974, no seu livro “O Pequeno é Belo, a Economia como se as pessoas importassem”.
Uma das ferramentas mais importantes para propiciar ao surgimento de Economias Locais sólidas e sustentáveis são as Moedas Locais.

Na atual economia globalizada, as moedas nacionais (como o dólar norte-americano) ou transnacionais (como o Euro europeu) têm contribuído para a concentração da riqueza e para o aprofundamento do fosso entre ricos e pobres, para a destruição das comunidades locais pela aniquilação do comercio local e toda a atividade industrial e agrícola que é deslocalizada. Esse interior, cada vez mais desertificado e onde os municípios se constituem inevitavelmente como o primeiro empregador é, nos países ditos “desenvolvidos”, a maior vítima da globalização. Nos países ditos do “terceiro mundo”, é o ambiente, a ecologia e a biodiversidade que sofrem com as culturas intensivas de plantação, com a exploração desregrada das matérias-primas e com condições de trabalho sub-humanas. As Moedas Locais permitirão respeitar as identidades regionais, quer económicas, quer culturais, de uma forma que não sucede com as moedas nacionais (que tudo subjugam em favor dos interesses do Centro) ou transnacionais (que tudo subordinam em favor dos jogos de interesses de uma burocracia pseudo-federal). As Moedas Locais permitem definir uma zona regional de comércio, abrangida pela vigência da Moeda Local e defendida das voracidades e dos “dumpings” laborais, ecológicos e ambientais que caracterizam a Globalização. As pequenas e médias empresas locais não têm a escala para resistir a estes “dumpings” múltiplos patrocinados por gigantescas multinacionais globais, detentoras de recursos quase ilimitados e capazes de destruir, por anexação, todos os negócios locais num verbo que nos EUA já mereceu a invenção do verbo “Walmartização” e que em Portugal se exprime pela voraz multiplicação dos Hipermercados e pelos seus efeitos eucalípticos no pequeno comércio. O uso de Moedas Locais no comércio local funciona como uma membrana protectora porque as grandes empresas globais, de capitais e de propriedade externa à região da vigência da Moeda, ainda que a possam adoptar terão que a cambiar (com os custos e perda de recursos decorrente) antes de exportar a riqueza localmente recolhida.

Uma das experiências modernas com Moedas Locais foi realizada na década de setenta, em Exeter, no New Hampshire (EUA). A experiência foi conduzida por Robert Swann e Ralph Borsodi, da E.F.Schumacher Society. Mais tarde, outras moedas foram ensaiadas, como os Deli Dollars, as Berkshire Farm Preserve Nortes e as BerkShares, estando a última ainda em vigência.

História das Moedas Locais

No século dezanove muitos bancos comerciais emitiam a sua própria moeda. Estas geralmente emissões serviam para financiar um empréstimo “produtivo”, isto é, um que servisse para um investimento em maquinas, equipamentos ou em terrenos que permitisse a prazo aumentar a qualidade ou a quantidade da produção. Foi só em 1913 que as moedas locais foram substituídas pelo dinheiro federal emitido por uma coligação de Bancos privados dos Estados Unidos que hoje assume o papel de “banco central”, sem que nunca verdadeiramente o tenha sido…

A moeda local “The Constant” foi emitida pela primeira vez em 1972 e circulou até 1973 em Exeter, no New Hampshire, circulando entre organizações não-lucrativas. Em 1991, em Ithaca, Nova Iorque, outra experiência foi conduzida com uma moeda local para comércio de bens e serviços locais. Cada nota desta moeda continha unidades de “hora-trabalho”. As “Horas” eram emitidas aos proprietários de pequenos negócios que as queriam utilizar para realizarem trocas de bens e serviços. O conceito era de que as “Horas” seriam sustentadas pela produtividade daqueles a quem emitidas, mantendo assim um valor mesmo apesar de todas as flutuações dos dólares federais.

A moeda local “Horas” haveria de se propagar por mais cinquenta comunidades nos EUA e no Canadá. Em algumas, a Moeda Local continua ainda hoje em atividade e hoje está novamente em expansão com um programa de “seguros de saúde local” e com uma “União Alternativa de Crédito”.

Mas é, contudo, inegável que a “Horas”, sem ser um fracasso rotundo, também não foi um sucesso… Desde logo, porque os grupos comunitários que apoiaram a aparição da dita nestes cinquenta locais não puderam reservar a ela os recursos necessários para a suportar.

No Reino Unido, o advogado Edgar Cahn concebeu um programa a que chamou de “Dólares do Tempo”. Os “Dólares do Tempo” mediam a quantidade de horas em que cada vizinho fazia pequenos serviços a outros vizinhos. Todos os tipos de serviços eram passíveis de merecerem “dólares do tempo” em troca dos seus serviços comunitários. Esta Moeda Local – porque era disso que se tratava – não era usada para trocas comerciais como sucedeu com a maioria das Moedas Locais, mas a experiência revelou-se muito útil para reforçar os laços comunitários e valores humanos como a reciprocidade e o espírito de entre-ajuda. Hoje em dia, há várias moedas locais idênticas ativas nos EUA e no Reino Unido.

O programa “LETS (Local Economic Trading Systems)” teve a sua génese no começo da década de oitenta, no Canadá, em Vancouver e consistia num sistema para-bancário de crédito e débito. Quem quisesse adquirir bens ou serviços disponíveis através do programa LETS contactavam por telefone o coordenador local do programa e pediam-lhe para debitar na sua conta LETS o valor do bem ou serviço adquirido (avaliado na moeda nacional) e este era imediatamente creditado na conta LETS no fornecedor. Este e outros programas idênticos são provavelmente as Moedas Locais mais populares do mundo, mas a sua integração com os sistemas fiscais nacionais não tem sido sempre a mais suave.

Em 1989 surgiu uma outra Moeda Local quando proprietário de uma loja no Massachusetts, de nome “The Deli”, viu recusado um empréstimo num Banco e emitiu uma moeda sua intitulada “Deli Dollars”. Os clientes da loja compravam oito dólares que, posteriormente, trocavam por sopa ou uma sandes.

Em 1991, um grupo de dezassete comerciantes em Great Barrington começou a emitir outra moeda local, as BerkShares. Durante algum tempo, os clientes dessas lojas locais por cada dez dólares gastos nessas lojas, receberam um BerkShare. Esses BerkShares podiam depois ser usados nas lojas aderentes, mas apenas durante três dias, criando um ambiente de “festa” e comemoração na rua principal da cidade. Variantes deste modelo, foram ensaiados e em Toronto e em Vancouver, sempre começando por conversões de dinheiro corrente para uma moeda local em curso apenas em lojas locais.

Outra interessante experiência de “moedas locais”, teve lugar na circunspecta Suíça, em 1934, com a muito bem sucedida “WIR”, um sistema de trocas entre empresas e que não incluía acesso a consumidores finais. Os bens trocados entre empresas eram avaliados em WIR e havia descontos que favoreciam a adopção da Moeda em favor da moeda nacional, o Franco Suíço. Era possível emitir créditos em WIR e a moeda teve na época uma função muito importante na estabilização da economia.

Fontes:

http://www.smallisbeautiful.org/local_currencies/2004_conference_report.html

http://www.smallisbeautiful.org/

http://en.wikipedia.org/wiki/E._F._Schumacher

http://www.sustainablelivingsystems.org

Local Currencies in the Twenty-First Century:

Understanding Money, Building Local Economies, Renewing Communit; Susan Witt and Christopher Lindstrom of the E. F. Schumacher Society

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In Memoriam

Pedagogia Waldorf: a arte da educação:
“No final da 1ª Guerra Mundial (1914-18) surgem na Europa vários movimentos pedagógicos, na procura de uma educação abrangente, justa, que permita ao indivíduo realizar-se em plenitude, nas suas qualidades física, psíquica e espiritual, na certeza de ser essa a via que conduz o Homem ao desenvolvimento de uma consciência alargada, de uma afectividade equilibrada e de um actuar correcto. Rudolf Steiner (Áustria 1861-Suiça 1925) lança os fundamentos de uma pedagogia extraída do conhecimento da natureza humana, onde, quer o currículo, quer a prática pedagógica se orientam pelas qualidades e necessidades do ser humano em cada uma das suas fases de crescimento. (…) uma pedagogia centrada no pleno desenvolvimento do Homem, independentemente da função que ele vier a desempenhar na sociedade”.
Pois. Dixi.
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Quids S15: Como se chama esta mulher?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S15 | 32 Comentários

Prosseguem as entregas de aviões Sukhoi à Indonésia

(Um Sukhoi SU-27 SKM idêntico aos fornecidos à Indonésia)

Mais dois aviões Sukhoi SU-30 MK2 foram entregues pela Rússia à força aérea indonésia em dezembro de 2008. Os aviões enquadram-se num “memorado de entendimento” anunciado em agosto de 2007 e que previa a entrega pela Sukhoi à Indonésia de três SU-30MK23 e de outros três SU-27 SKMs. Tudo se atrasou, contudo, quando a Indonésia teve dificuldade em financiar estes aviões tendo sido a aquisição congelada até novembro do ano passado, altura em que finalmente os recursos financeiros necessários foram libertados.

Ainda que seja um numero reduzido de aparelhos, o facto deles existirem e de estarem mesmo às portas da Austrália causa aqui algum nervosismo… O tipo de avião é superior aos melhores aviões australianos (se bem operado e se possuir um bom apoio de terra, o que é duvidoso), e vem desequilibrar o equilíbrio regional e reforçar as críticas daqueles que se irritam com os EUA por estes ser recusarem a exportar o F-22A Raptor.

Fonte:
Air Forces Monthly, março de 2009

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Tags: | 12 Comentários

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