Arquivos Mensais: Abril 2009

Já assinou a Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa?

Agora que os Partidos da nossa “democracia circular” se preparam para encher os cofres com sacos de supermercado com dinheiro de construtores civis e banqueiros é – mais do que nunca – o momento de assinar a

Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa

e dar o nosso contributo para uma petição que será entregue na Assembleia da República logo que reunir os requisitos legais mínimos e que contribua para cessar com esta efetiva “tirania dos Partidos” permitindo que:

“- que, nas Eleições Legislativas, os Deputados possam ser eleitos como independentes ou em listas não partidárias;

- que todos os Deputados, ainda que integrados em listas partidárias, respondam em primeiro lugar aos Cidadãos que os elegeram e não aos respectivos Partidos, de modo a que jamais se possa de novo ouvir um Deputado dizer que votou num determinado sentido apenas por “disciplina partidária”, como, tantas vezes, tem acontecido.”


Recordemo-nos que a nova Lei permitirá aos Partidocratas receberem em “dinheiro vivo” mais 60 vezes do que a lei anterior, ou seja, mais de um milhão de euros num único saco de plástico do Continente!


Ler também:

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377764&idCanal=23

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377601

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Política Nacional, Portugal | 2 Comentários

Já assinou a Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa?

Agora que os Partidos da nossa “democracia circular” se preparam para encher os cofres com sacos de supermercado com dinheiro de construtores civis e banqueiros é – mais do que nunca – o momento de assinar a

Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa

e dar o nosso contributo para uma petição que será entregue na Assembleia da República logo que reunir os requisitos legais mínimos e que contribua para cessar com esta efetiva “tirania dos Partidos” permitindo que:

“- que, nas Eleições Legislativas, os Deputados possam ser eleitos como independentes ou em listas não partidárias;

- que todos os Deputados, ainda que integrados em listas partidárias, respondam em primeiro lugar aos Cidadãos que os elegeram e não aos respectivos Partidos, de modo a que jamais se possa de novo ouvir um Deputado dizer que votou num determinado sentido apenas por “disciplina partidária”, como, tantas vezes, tem acontecido.”


Recordemo-nos que a nova Lei permitirá aos Partidocratas receberem em “dinheiro vivo” mais 60 vezes do que a lei anterior, ou seja, mais de um milhão de euros num único saco de plástico do Continente!


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A Ilha de Mayote, referenda regressar à França

A pequena ilha de Mayote, no oceano Índico e situada não muito longe do extremo norte de Moçambique irá tornar-se de novo num território ultramarino francês. Com efeito, este país islâmico votou recentemente tornar-se o 101º Departamento (município) gaulês numa votação cujo resultado foi absolutamente esmagador.

Não deixa de ser irónico que este “regresso à mãe colonizadora” ocorra no mesmo momento em que as possessões francesas na Caraíbas, como Guadalupe, Martinica e até à Guiana (com fronteira com o Brasil e local de lançamentos dos foguetões Ariane) se deixam submergir por distúrbios populares de grande violência.

Ainda que seja um pequeno país, Mayote é estrategicamente vital para a França não só porque pode servir de uma base de apoio para as operações militares gaulesas no Afeganistão e na Somália, mas também porque pode servir de exemplo de paz e democracia para os países vizinhos onde a influência radical islâmica não pára de crescer, como demonstra o interesse iraniano no vizinho arquipélago das Comores que o presidente iraniano visitou recentemente e onde o Irão financiou a construção de escolas e mesquitas reforçando laços já fortes e que recuam ao tempo em que o presidente das Comores Ahmed Abdallah Mohamed Sambi estudava em Teerão.

Mayote tornou-se independente de França em 1975, mas optou por manter-se sob administração francesa ao contrário do resto do arquipélago das Comores, imerso numa sucessão de golpes de Estado desde essa época. O resultado deste referendo irá fazer cessar o modelo de “administração” e enquadrar a ilha como território francês de pleno direito, com direitos de saúde, educação, segurança social e todas as demais regalias comuns na Europa. Em troca, os habitantes de Mayote terão que abdicar da… Poligamia islâmica. O que apesar de tudo ainda pode pesar bastante na balança de alguns mayotianos…

É claro que as outras ilhas independentes das Comores (exemplos negativos de estabilidade e desenvolvimento) estão furiosas e emparelham com a União Africana num coro de críticas a este suposto regresso do “colonialismo europeu”. Talvez o que mais irrite os líderes comoranos é o facto de haver uma grande corrente migratória desde as suas ilhas para Mayote onde – mercê da administração francesa – as condições de vida são muito melhores que no resto do arquipélago.

Agora, uma pergunta… Se idêntico referendo corresse em São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Cabo Verde, questionando sobre a reintegração desses países como “regiões autónomas” portuguesas, quantos nacionais destes países não votariam no mesmo sentido dos cidadãos de Mayote?

Fonte:
http://www.guardian.co.uk/world/2009/mar/26/mayote-referendum-polygamy-islam

Categories: Política Internacional | Tags: , | 6 Comentários

Quids S15: Como se chama este arqueólogo?

a4

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela

Categories: Quids S15 | 53 Comentários

Manuel Alegre e a presença militar portuguesa no Afeganistão e na Guiné-Bissau


(Severiano Teixeira passa revista a militares da Polícia Aérea no Afeganistão em http://www.tvi24.iol.pt)

Recentemente, Manuel Alegre emitiu críticas à postura da diplomacia portuguesa quanto à prioridade dada em relação ao Afeganistão frente a outras áreas que deviam estar mais altos nas prioridades da nossa diplomacia, referindo-se explicitamente à situação presentemente vivida na Guiné-Bissau e que daria azo à Petição em prol da Construção de um Estado de Direito Democrático na Guiné-Bissau da lavra do ex-primeiro ministro Francisco Fadul e patrocinada pelo MIL. Manuel Alegre declarou que Portugal devia estar “mais atento à estabilização da Guiné” do que apressar-se em “embarcar em aventuras que nada têm a ver com a nossa tradição e a nossa história” e ainda que “Não tem sentido que, numa situação de crise que exige a mobilização dos nossos escassos recursos, o ministro da Defesa venha defender o reforço do envio de tropas portuguesas para o Afeganistão”.

Alegre referia-se à decisão de reforçar o contingente português em operação na dura guerra afegã contra os insurgentes talibãs que procuram reestabelecer um regime extremista islâmico nesse país do Médio Oriente, conhecido pela sua capacidade para colocar “impérios de joelhos”, desde o parta ao britânico, terminando no soviético, na década de oitenta. É certo que à primeira vista, os interesses portugueses no Afeganistão são muito laterais e secundários e prendem-se no essencial no cumprimento de deveres e obrigações para com os nossos parceiros na OTAN. É também certo que a situação na Guiné-Bissau é mais prioritária na defesa não somente dos interesses da Lusofonia, mas sobretudo, na melhor defesa dos interesses da populações locais contra as narcomáfias que efetivamente governam o país. Concordamos com Alegre na sua visão crítica das prioridades da nossa diplomacia e o papel muito passivo e demasiado discreto do MNE na preocupante crise guineense reflete a política errada e desnorteada de um Governo que ainda acredita que “Espanha” é a nossa prioridade e que ainda não percebeu que Portugal, se tem que sair deste marasmo social e económico em que está atolado à décadas só sairá agregando os seus esforços aos do Brasil e de Angola, alinhando ao seu lado, numa caminhada de desenvolvimento económico, social e político que torne a Lusofonia e nela, a CPLP, o modelo mundial de um novo de sociedades políticas e na primeira confederação trans-continental realmente democrática, anti-imperialista e paritária.

O antigo candidato presidencial tem ainda mais razão quando afirma que “É tanto mais absurdo quanto o mesmo ministro ainda recentemente afirmou recusar o investimento militar português em África, ainda que no quadro da CPLP. E no entanto a estabilização da situação militar e política na Guiné é muito mais importante e urgente para nós do que o Afeganistão” e que “em vez de embarcar em aventuras que nada têm a ver com a nossa tradição e a nossa História e muito menos com a nossa segurança, seria interessante que, no quadro da CPLP, em conjunto com Angola e Brasil, tomássemos iniciativas que valorizassem a nossa posição no Atlântico Sul. A Guiné seria um bom ponto de partida. Mas para isso era preciso definir outras prioridades para a política externa portuguesa. E pensar português”.

Defendemos que Portugal não deve estar ausente no Afeganistão. Não temos dúvidas que se um dia o Afeganistão regressar à tirania talibã, não somente o seu povo será novamente submetido a um dos regimes mais opressivos e inumanos da História, como o seu território tornará a servir de santuário para que terroristas lancem a partir daqui ataques contra civis em países ocidentais, não estando Portugal isento dessa posição de alvo, pela sua simples pertença à OTAN, pela sua situação como “país cristão” e, logo, “infiel” aos olhos destes radicais e até porque nalgumas declarações de responsáveis da Al Qaeda a Península Ibérica surge como “terra islâmica” que há que recuperar.

Fontes:
http://www.micportugal.org/index.htm?no=10001363
http://www.manuelalegre.com

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H1N1: O vírus da “gripe suína” (gripe A): atualização

A OMS

A “Organização Mundial de Saúde” (OMS) alertou que todos os países do mundo devem preparar-se para os piores cenários, sendo muito provável que o atual surto de “gripe suína” se torne numa pandemia mundial. Os maiores receios dos especialistas prendem-se não somente com a forma atual do vírus, mas naquilo em que este se pode rapidamente transformar, uma transformação que é tanto mais provável quanto maior for o universo dos infectados, algo que não tem parado de crescer nos últimos dias… O nível de alerta da OMS permanece em 4, mas este poderá subir ao nível 5 (numa escala em que o máximo é 6), ainda hoje, após a reunião que terá lugar esta noite. A passagem para o nível 5 é muito importante, já que segundo Gregory Hartl, porta-voz da OMS, o nível atual de 4 é crítico já que delimita o ponto em que uma transmissão viral em larga escala se tornou autosustentável ou entra em declínio. Estando a passagem para o nível dependente da evolução da situação nos EUA.

O QUE É O H1N1?

O H1N1 é uma mistura genética que deriva da há já muito antecipada Gripe das Aves, com material genético da gripe humana e da gripe suína, razão pela qual recebe a designação algo incorreta de “gripe suína”, estando neste momento uma equipa da FAO no México estudando a origem desta mutação e procurando antecipar se poderão surgir em fontes suínas novas mutações, ainda mais virulentas, sabendo-se já, segundo Joseph Domenech desta organização, que o H1N1 é um vírus “com grande capacidade para mutar”. O progresso da doença no México parece ter entretanto abrandado, segundo o perito da FAO… algo que terá que ser confirmado nos próximos dias.

IMPACTO NO MUNDO

A História ensina que este tipo de pandemias são sempre mais graves e de maior amplitude nos países em desenvolvimento. Isso mesmo está já a acontecer com a “gripe suína” com um impacto desproporcionalmente elevado no sub-desenvolvido México, país onde além de um bebé recentemente falecido nos EUA é o único a conhecer ainda vítimas mortais. Até ao momento haverá 159 prováveis mortos e cerca de 1600 pacientes em observação no México, para além de vários casos confirmados na Alemanha, África do Sul, Espanha (10 casos na Catalunha, já com um contágio indireto), Canadá, Croácia, Reino Unido, Brasil, Coreia do Sul, França, Guatemala, Israel, Nova Zelândia, uma lista que cresce a cada momento e que no momento da redação destas linhas já estará certamente desatualizada. Nos EUA existem 64 casos confirmados, mas receia-se que possam existir várias centenas de infectados, especialmente entre os alunos de escolas novaiorquinas que visitaram recentemente o México.

Os mapas atualizados sobre a distribuição da pandemia podem ser consultados aqui: http://www.eiss.org/html/maps.html e em
H1N1 Swine Flu é possível – usando o Google Maps observar marcadores roxos que indicam os casos confirmados da doença, e rosa indicando os casos suspeitos. O agregador deTwitters, Tweetmeme, também fornece dados sobre a disseminação da Pandemia em http://outbreak.tweetmeme.com.

A RESPOSTA À PANDEMIA

Obama já requereu ao Congresso a aprovação de uma verba extraordinária de 1500 milhões de dólares para financiar a resposta ao H1N1. No Reino Unido, Gordon Brown declarou numa visita a Varsóvia que haveria reservas suficientes para tratar metade da população, sendo atualmente um dos países mais bem preparados do mundo para lidar com esta pandemia. O Foreign Office britânico está a desencorajar viagens ao México e estabeleceu sistemas de monitorização nos seus aeroportos.

Na Austrália, as autoridades impuseram medidas a todos os voos vindos do continente americano obrigando o comandante do voo a reportar às autoridades sanitárias o estado de saúde dos passageiros transportados, antes de receber autorização para aterrar. A tripulação deverá também avisar os passageiros para contacarem os serviços de saúde caso sintam alguns sintomas gripais.

A França pediu à União Europeia a convocação de um conselho extraordinário de ministros de Transportes que decrete a suspenção de todos os voos comerciais para o México, de forma a bloquear a chegada de novos casos ao continente europeu,

Na Cidade do México, as autoridades municipais declararam o fecho de restaurantes, bares, cafés e discotecas e a federação mexicana de futebol impôs que todos os jogos sejam realizados à porta fechada.

O vírus transmite-se de pessoa a pessoa e a proibição de importação de carne suína dos EUA e do México decretada pela Rússia não tem fundamentos científicos e é apenas mais um capítulo da birra russa a propósito do apoio da NATO à Geórgia durante o conflito do ano passado.

Entretanto, o facto do vírus da “gripe suína” incluir código genético do vírus da gripe humana pode estar a contribuir para um futuro abrandamento da pandemia, já que poderão existir bastantes pessoas que têm imunidade natural ao vírus e dado que descende de um vírus conhecido irá reduzir a dificuldade de produzir uma vacina para o vírus, um trabalho em que já estão febrilmente empenhados vários laboratórios farmacêuticos em todo o mundo, aliciados pelos imensos retornos financeiros que tal vacina traria… Segundo Pedro Simas, do Instituto Gulbenkian, o virus não terá “um grande impacto” porque “agora estamos antigenicamente melhor preparados porque já circula na população humana o subtipo H1N1 e estou mais optimista em relação ao impacto que poderá ter, porque, ao propagar-se nos humanos, o vírus adapta-se mais e perde virulência” mencionando ainda o especialista que como nos encontramos no fim da época da gripe no hemisfério norte haverá tempo para desenvolver a dita vacina e produzir mais antivirais e máscaras (a forma mais eficaz de combater o contágio).

Como os números atuais indicam uma mortalidade próxima dos 2% por grupo infetado, a extrapolação desta percentagem para grandes países, como os EUA, um dos mais afetados isto poderia produzir um número de mortos superior a 2 milhões… idêntico valor, mas em escala bem maior para países como a China, onde há já vários casos suspeitos. Em 1918, a “gripe espanhola” afetou quase 30% da população norte-americana, hoje, os antivirais e o uso de máscaras reduziria esta percentagem de doentes, mas o número chegaria para sobrecarregar os hospitais de qualquer país desenvolvido…

PORTUGAL

O caso suspeito de infecção pelo H1N1 registado no Porto não se confirmou. Mas o governo assegurou que existem em reserva 2,5 milhões de doses de medicamentos antivirais. Cobrindo bem menos que os 50% britânicos, mas oferecendo uma cobertura maior que muitos países mais desenvolvidos… Estes medicamentos foram comprados em 2005, no auge da preocupação pela erupção de um surto de “gripe das aves”, apesar da atitude negacionista dos neoliberais residentes no Blasfémias.

As reservas de antivirais portuguesas são de Oseltamivir, que segundo a OMS será o medicamento mais eficaz contra as estirpes virais do H1N1 e a reserva terá custado ao Estado português mais de 22 milhões de euros estando ainda dentro do prazo de validade do fabricante.

Continuam entretanto a aterrar na Portela aviões com turistas que vieram do México, e sobretudo de Cancun, o que significa que a exemplo de outros países europeus, é altamente provável que entre estes turistas alguns possam trazer a infecção consigo. Uma equipa da DGS vai vistoriais esses turistas procurando no grupos sintomas compatíveis com o quadro clínico da “gripe suína”. É claro que não os encontrará se a infecção estiver ainda numa fase inicial, em que os sintomas só surgem apos dois ou três dias, quando já se encontram em casa ou nos seus lugares de trabalho.

O H1N1 NA INTERNET

NA Internet, a pandemia tem já ecos… Nos últimos dois dias foram registados quase duas centenas de domínios DNS com palavras relacionadas com “suínos” e “gripe”. Existem vários spams e até mensagens (como um da “Globo.com” que recebemos hoje) contendo malware e vírus que supostamente alertam para o vírus da gripe suína, mas que têm apenas como objetivo instalar programas maliciosos nos computadores dos mais crédulos, utilizando-os depois para disseminar vírus e spam (correio não solicitado).

PRIMEIRO CASO EM PORTUGAL CONFIRMADO

A 4 de maio confirmou-se o primeiro caso de infeção com o vírus da “gripe A” H1N1 em Portugal. O paciente é uma portuguesa de 32 anos que regressou de umas férias no México (numa zona onde ocorreram infecções) e a doente está atualmente em casa, de quarentena e todas as pessoas com quem contactou estão identificadas.

A confirmação foi feita pelo laboratório de referência londrino.

A paciente está a recuperar e não foi necessária a tomada dos medicamentos antivirais do stock do Estado.

ATENÇÃO AOS SINTOMAS

Um caso provável de infeção pelo vírus deve cumprir os seguintes sintomas:

1. Início súbito de temperatura superior a 38º

2. Sintomas de infecção respiratória aguda

3. presença num local onde se verificou no passado um surto da gripe A

Em caso de dúvidas ou da presença de sintomas, contactar:

808 24 24 24

Fontes:

http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1215723&seccao=EUA+e+Am%25EF%25BF%25BDricas

http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1215736&seccao=Europa

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1215583 http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/audioevideo.aspx?content_id=1214698
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376956
http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1213723&seccao=Sa%25FAde
http://www.flightglobal.com/articles/2009/04/28/325718/swine-flu-leads-australia-to-get-strict-on-aircraft.html
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1214105
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1214130
http://www.voanews.com/english/2009-04-27-voa51.cfm?rss=topstories
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377037 http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377132
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1214507 http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377223
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1214557 http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377213
http://www.voanews.com/english/2009-04-29-voa1.cfm?rss=topstories http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1215222
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1215059 http://www.voanews.com/english/2009-04-28-voa25.cfm?rss=topstories

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377398

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377559&idCanal=62
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1378416

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A mundialização segundo Bresser-Pereira

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Bresser-Pereira, Luiz Carlos. Mondialisation et compétition. Pourquoi certains pays émergents réussissent et d’autres non. Paris: Éditions La Découverte, 2009. 196p.

O economista brasileiro, cuja reputação ultrapassou as fronteiras do seu continente de origem há bastante tempo, nos apresenta um livro que é uma obra maior sobre as estratégias de desenvolvimento dos países do Sul, principalmente daqueles de renda média, apoiando-se em uma comparação entre os bons resultados na Ásia e os fracassos na América Latina. O autor alia qualidades acadêmicas de professor e uma experiência de ministro sob as presidências de José Sarney (Fazenda) e de Fernando Henrique Cardoso (Reforma do Estado, Ciência e Tecnologia). Seu livro, prefaciado por Robert Boyer, já provoca debate na França, porque não hesita em revisitar, de maneira incômoda, as questões essenciais que estão no coração do desenvolvimento dos países emergentes ou com possibilidade de se tornarem emergentes — países que se veem confrontados com uma globalização real que não têm possibilidade de mudar.

Ele já se destacou como um dos pioneiros da crítica à ortodoxia convencional (o consenso de Washington) no início dos anos 1990, salientando a estagnação que ela implicava. Ele nos apresenta uma apaixonante releitura das trajetórias adotadas nos últimos 30 anos nos países do Sul. Seu diagnóstico é sem apelação e serve de alimento para os debates sobre as formas de acumulação. Os caminhos seguidos com sucesso pela Índia, China, Coreia do sul, Taiwan ou Vietnam demonstraram a importância do Estado-nação, só ele capaz de definir de levar adiante uma estratégia nacional de desenvolvimento. Compreendem-se seus ataques contra o globalismo “que faz o elogio da globalização e afirma que o Estado-nação não tem mais razão de ser”. De acordo com sua perspectiva, a globalização é uma oportunidade para os países de renda média, mas aumenta as desigualdades no interior dos países e beneficia principalmente os ricos dos países desenvolvidos.

Bresser-Pereira rejeita a globalização financeira e aconselha os países a se precaverem e evitar ao máximo o recurso à poupança externa, fonte de perda do controle sobre a taxa de câmbio, mas apoia a globalização comercial, que pode se tornar uma oportunidade para os países em desenvolvimento, desde que eles mantenham sua taxa de câmbio competitiva, ou seja, não apreciada. A seus olhos, esta é uma variável-chave sobre a qual é necessário manter o controle e assim poder enfrentar a competição internacional. Esta estratégia deve ser completada por uma política fiscal e orçamentária sadia, a fim de se manter a taxa de juros em um nível moderado.

Bresser-Pereira desenha os contornos de um quadro teórico que visa a renovar a contribuição da “escola estruturalista”, ao definir as características principais de um “novo desenvolvimentismo” que ganha terreno na América Latina. Toma cuidado em se diferenciar das experiências do passado, tanto aquelas da ortodoxia convencional, que conduziram o continente à quase estagnação e a uma “década perdida”, como aquelas do “nacional-desenvolvimentismo”, que se esgotaram em sua política de substituição de importações e entraram em colapso diante da crise da dívida externa nos anos 1980.

Apela, portanto, para um “terceiro discurso”. Político sofisticado, sabe que os três pilares de sua estratégia — mobilizar a poupança interna, manter a taxa de câmbio competitiva e sanear as finanças públicas — pressupõem um consenso nacional forte e um jogo de alianças políticas sólidas. Mas o continente latino-americano, cujas elites sempre manifestaram uma tendência generosa para se aliar às elites globalizadas, e cujas classes populares ou marginais têm uma tendência para ver o resultado antes de dar apoio — estará esse continente disposto a se engajar em um consenso? O autor faz uma aposta estimulante.

Michel Rogalski é diretor da revista Recherches Internationales. Este texto foi publicado originalmente em L’Humanité, 20 abr. 2009.

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O Mistério dos Percloratos de Marte…

Mars Phoenix Lander em http://pal2pal.com

Mars Phoenix Lander em http://pal2pal.com

A sonda da NASA “Phoenix Mars Lander” permitiu no ano passado identificar a presença de água congelada no pólo norte do Planeta Vermelho.  Ora a mesma sonda permitiu também identificar a presença de um tipo especial de sal que poderá ser muito importante para a existência de vida em Marte. Estes sais, são conhecidos como “Percloratos” e parecem formar uma camada subterrânea sobre o gelo de água do pólo norte.

A Phoenix tocou a superfície marciana numa região designada como “Vastitas Boreals” em 25 de maio de 2008, mantendo-se ativa aqui durante mais de cinco meses, cavando e analisando partes do solo marciano, comprovando a presença de gelo de água no local e até de neve em Marte. As análises realizadas pelo laboratório da sonda revelaram que o solo era alcalino (quando se pensava que o regolito era ácido) e um intrigante material que insistia em ficar colado à pá da sonda. Entre estas descobertas, constava a dos percloratos, identificados pelo microscópio da sonda e fora completamente inesperados como descreveu o investigador principal da equipa na reunião em que anunciava a perda de contato com a Phoenix.

Os percloratos podem levar a que a camada polar de gelo em Marte se mova… O que explicaria algumas caraterísticas geológicas observadas no pólo norte marciano, já que os percloratos, situados abaixo do gelo poderiam facilitar o seu deslizamento. Estes compostos têm também a propriedade de captar água a sua presença numa percentagem entre 2 a 3% no solo onde aterrou a sonda explica porque é que esta encontrou água com tanta rapidez. Os percloratos são também uma possível fonte de energia para micróbios e logo… mais uma esperança para aqueles que (como eu) ainda esperam vir a encontrar alguma forma de vida em Marte…

Fonte:
http://www.space.com/scienceastronomy/090414-st-perchlorate-sludge.html

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Manuel Alegre e a presença militar portuguesa no Afeganistão e na Guiné-Bissau


(Severiano Teixeira passa revista a militares da Polícia Aérea no Afeganistão em http://www.tvi24.iol.pt)

Recentemente, Manuel Alegre emitiu críticas à postura da diplomacia portuguesa quanto à prioridade dada em relação ao Afeganistão frente a outras áreas que deviam estar mais altos nas prioridades da nossa diplomacia, referindo-se explicitamente à situação presentemente vivida na Guiné-Bissau e que daria azo à Petição em prol da Construção de um Estado de Direito Democrático na Guiné-Bissau da lavra do ex-primeiro ministro Francisco Fadul e patrocinada pelo MIL. Manuel Alegre declarou que Portugal devia estar “mais atento à estabilização da Guiné” do que apressar-se em “embarcar em aventuras que nada têm a ver com a nossa tradição e a nossa história” e ainda que “Não tem sentido que, numa situação de crise que exige a mobilização dos nossos escassos recursos, o ministro da Defesa venha defender o reforço do envio de tropas portuguesas para o Afeganistão”.

Alegre referia-se à decisão de reforçar o contingente português em operação na dura guerra afegã contra os insurgentes talibãs que procuram reestabelecer um regime extremista islâmico nesse país do Médio Oriente, conhecido pela sua capacidade para colocar “impérios de joelhos”, desde o parta ao britânico, terminando no soviético, na década de oitenta. É certo que à primeira vista, os interesses portugueses no Afeganistão são muito laterais e secundários e prendem-se no essencial no cumprimento de deveres e obrigações para com os nossos parceiros na OTAN. É também certo que a situação na Guiné-Bissau é mais prioritária na defesa não somente dos interesses da Lusofonia, mas sobretudo, na melhor defesa dos interesses da populações locais contra as narcomáfias que efetivamente governam o país. Concordamos com Alegre na sua visão crítica das prioridades da nossa diplomacia e o papel muito passivo e demasiado discreto do MNE na preocupante crise guineense reflete a política errada e desnorteada de um Governo que ainda acredita que “Espanha” é a nossa prioridade e que ainda não percebeu que Portugal, se tem que sair deste marasmo social e económico em que está atolado à décadas só sairá agregando os seus esforços aos do Brasil e de Angola, alinhando ao seu lado, numa caminhada de desenvolvimento económico, social e político que torne a Lusofonia e nela, a CPLP, o modelo mundial de um novo de sociedades políticas e na primeira confederação trans-continental realmente democrática, anti-imperialista e paritária.

O antigo candidato presidencial tem ainda mais razão quando afirma que “É tanto mais absurdo quanto o mesmo ministro ainda recentemente afirmou recusar o investimento militar português em África, ainda que no quadro da CPLP. E no entanto a estabilização da situação militar e política na Guiné é muito mais importante e urgente para nós do que o Afeganistão” e que “em vez de embarcar em aventuras que nada têm a ver com a nossa tradição e a nossa História e muito menos com a nossa segurança, seria interessante que, no quadro da CPLP, em conjunto com Angola e Brasil, tomássemos iniciativas que valorizassem a nossa posição no Atlântico Sul. A Guiné seria um bom ponto de partida. Mas para isso era preciso definir outras prioridades para a política externa portuguesa. E pensar português”.

Defendemos que Portugal não deve estar ausente no Afeganistão. Não temos dúvidas que se um dia o Afeganistão regressar à tirania talibã, não somente o seu povo será novamente submetido a um dos regimes mais opressivos e inumanos da História, como o seu território tornará a servir de santuário para que terroristas lancem a partir daqui ataques contra civis em países ocidentais, não estando Portugal isento dessa posição de alvo, pela sua simples pertença à OTAN, pela sua situação como “país cristão” e, logo, “infiel” aos olhos destes radicais e até porque nalgumas declarações de responsáveis da Al Qaeda a Península Ibérica surge como “terra islâmica” que há que recuperar.

Fontes:
http://www.micportugal.org/index.htm?no=10001363
http://www.manuelalegre.com

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Quids S15: Quem é este personagem?

a3

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela

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AIG: Esbanjamento, Nababos e Impunidade


(AIG: Esbanjamento, Nababos e Impunidade em http://stupidica.com)

Como saberão, a seguradora norte-americana AIG (que em Portugal foi alvo de uma verdadeira corrida aos depósitos) esteve recentemente envolvida numa grande polémica devido aos 150 biliões de dólares recebidos a troco de nada, ou seja, de absolutamente nenhum papel de controlo de gestão… Ora, sabe-se agora que uma parte desse dinheiro dos impostos serviu para pagar 165 milhões de dólares em bónus de “desempenho”. A incrível lata da administração da seguradora produziu até agora apenas vagos arrufos por parte de uma Administração que injectou biliões a troco de nenhum controlo de gestão.

Contudo, pelo menos no Reino Unido, a asneira teve consequências… Segundo o jornal britânico, “The Guardian”, alguns trabalhadores da seguradora deixaram voluntariamente a empresa, em resposta à fúria popular. A empresa está a responder a este surto acrescido de impopularidade avisando os seus trabalhadores para viajarem sempre aos pares, a não exibirem… logótipos da AIG e para evitarem falar do seu trabalho! Num memorando interno, os executivos da empresa chegaram a sugerir “precauções especiais devido ao um sentimento crescente da atenção popular potenciada pelos meios de comunicação“. Isto enquanto alguns destes nababos da AIG se queixam de “violação de privacidade” e ameaçam os Media de processos por terem divulgado estes bónus.

Recordemo-nos que o quase colapso da AIG foi provocado pela atitude descabelada da sua divisão de produtos financeiros e pela sua decisão de criar seguros aos Bancos contra os riscos destes perderem os seus empréstimos, sem grande critério e cuidado e sobretudo, sem criar as devidas provisões de risco. Esta unidade financeira opera a partir de Londres, não dos EUA, ainda que a maioria dos seus gestores resida em Wilton, no Connecticut, local onde o sindicato organiza agora um Tour de autocarro ao bairro onde vivem muitos gestores da empresa designado popularmente como “Costa do Ouro”. Sabe-se lá porque razão…

Fontes:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374151
http://www.guardian.co.uk/business/2009/mar/21/aig-insurance

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Carla Bruni: o roubo das fotografias e vídeos “privados” e uma questão daqui decorrente sobre o Pirate Bay e o Google

Ele, Ela, a Rainha e... umas fotografias algures por aí (http://www.sfgate.com)

Ele, Ela, a Rainha e... umas fotografias algures por aí (http://www.sfgate.com)

Talvez um dos temas mais “quentes” da atualidade cibernética seja hoje não o H1N1, ou vírus da “Gripe Suína”, nem a Recessão Mundial mas… as imagens e vídeos “privados” de Carla Bruni, a mulher do presidente francês Nicolas Sarkozy: Na internet é já possível encontrar essa Torrent de Carla Bruni.

Segundo o “Daily Mail”, um ladrão teria furtado videos e fotografias “muito intímas” de Carla Bruni em que esta surge provavelmente com o seu antigo namorado pré-sarkoziano Raphaël Enthove. Até ao momento, todas as torrents existentes em diretórios parecem falsas (é o que dizem… pelo menos) e isso quer dizer que quem as detém ainda as está a tentar negociar com um comprador…

O ladrão em questão terá invadido a casa do irmão desse ex-namorado bruniano onde se encontravam estas fotografias e parecia saber exatamente onde estas se encontravam tendo levado as fotografias, uma câmara fotográfica, vídeos e vários ficheiros. O roubo foi feito a uma residência em Paris, e como nada mais foi furtado, trata-se de um “roubo cirúrgico” realizado com informação muito precisa… E com certeza remunerado, já que entre os anteriores namorados de Bruni se encontram Mick Jagger, Eric Clapton entre muitos outros… Todos podem agora vir a surgir na Internet em situações mais ou menos embaraçosas, para todos, mas sobretudo para a Primeira Dama francesa e para o seu Presidente!

Fica também a questão de saber porque estavam estas fotografias e vídeos na casa do irmão do ex-namorado de Bruni… esperando que destino? E a pergunta surge inevitavelmente: terá mesmo havido roubo ou houve apenas um puro desaparecimento deste material, para que depois pudesse vir a reaparecer algures?

E fica também outra – a maior – pergunta: se os gestores do Pirate Bay Fredrik Neij, Gottfrid Svartholm Warg, Peter Sunde e Carl Lundström foram condenados a 1 ano de cadeia e ao pagamento de 2,7 milhões de euros de indemnização por alojarem no seu site torrents como estas (falsas ou não) então porque é que os donos do Google não estão também a ser processados, já que fazem precisamente a mesma coisa, como poderá constatar quem clicar no hiperlink? E é claro que não devem ser processados, como demonstra o absurdo desta própria questão… Nem eles, nem os suecos do Pirate Bay, aliás. Desde quando é que a informação sobre um crime é crime? Todas as notícias sobre crimes devem levar os seus redatores à cadeia? Todos os conteúdos indexados no Google versando sobre assaltos, violações, crimes de guerra, etc, devem levar à cadeia os responsáveis do motor de busca? Claro que não… pelo menos não tanto quanto os responsáveis pelo Pirate Bay.

E quanto o(s) tipo(s) que roubaram estas imagens “privadas” de Carla Bruni…

Fonte:

http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1174221/Highly-intimate-photos-video-Carla-Bruni-ex-lover-stolen-Paris-flat.html

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Desenvolvimentos do Embraer KC-390

Na sétima feira internacional de “Latin America Aero and Defence” que se realizou em Abril, no Rio de Janeiro, a construtora aeronáutica Embraer anunciou que o governo brasileiro tinha assinado um contrato para o desenvolvimento do novo avião cargueiro militar KC-390. Ainda que os valores não tivessem sido então referidos, acredita-se que devam não ser inferiores a 1.5 biliões de dólares durante sete anos, claramente inferiores aos do babilónico A-400M que custará 80 milhões de dólares por avião, num programa que no seu total (incluindo os 200 aparelhos a construir) ficará nunca a menos dos… 22 biliões de dólares. Ora como um C-130J (inferior ao A-400M, certamente) custa apenas 67 milhões de dólares e este novo KC-390 deverá custar menos de 50 milhões, então estamos perante um forte concorrente neste disputado mercado internacional.

A Colômbia já expressou interesse em participar na construção do aparelho, embora existam algumas dúvidas (legítimas) quanto à capacidade técnica do país de integrar um programa tão complexo… Igual interesse também já foi expresso pela Denel sul-africana, país que opera atualmente uma frota perigosamente envelhicida de cargueiros C-130. Contudo, não é certo que existam verbas disponíveis para comprar KC-390, já que em 2005, o país se comprometeu a adquirir entre 8 a 14 A400M, a entregar entre 2010 e 2014, e isso não deverá deixar muita verba disponível para um transportador mais ligeiro, como o KC-390.

A Embraer vai construir 23 KC-390 para a Força Aérea Brasileira, devendo o primeiro entrar ao serviço em 2015.

Fontes:
http://www.defenseindustrydaily.com/Embraer-Launches-KC-390-Tactical-Air-Transport-Program-05380/?utm_campaign=newsletter&utm_source=did&utm_medium=textlink#more-5380
http://en.wikipedia.org/wiki/Embraer_C-390

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Quids S16: Em que dia foi tirada esta fotografia?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela

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Enunciado de uma estratégia para combater a pirataria somali


Um pirata somali a bordo de um navio capturado em http://www.rnw.nl

A presente situação nas costas ao largo da Somália expõe uma verdade insofismável: os navios das marinhas modernas são demasiado grandes, pesados e complexos para este tipo de ameaça. Isto mesmo foi revelado pelo recente incidente com o Maersk Alabama. De um lado, temos Senhores da Guerra, mais ou menos ligados a grupos terroristas islamitas somalis e que a partir da segurança das suas bases na costa enviam pequenos grupos de piratas, armados de AK-47 e RPG-7 atacar e capturar cargueiros que passem ao largo da sua costa. Estes piratas, operando a partir de pequenas embarcações ou de barcos de pesca, obrigam à manutenção na região de uma grande força naval internacional, num custo que é tremendo e que ascende a vários milhões de dólares mensais (sem contar com o preço dos resgates e dos atrasos nas entregas de mercadorias). Contra estas pequenas embarcações, a Marinha dos EUA alinhou com um cruzador CGN 25 Bainbridge um navio de grandes dimensões, e por isso caro de manter e de construir, mas capaz de transportar vários pelotões de SEALs e de pequenas embarcações rápidas, para além de mini submarinos capazes de levar um grupo de SEALs na maior discrição até ao navio sequestrado e resgatar quaisqueres prisioneiros com baixas mínimas. Mas, na verdade tudo isso poderia ser assegurado por um cargueiro – apenas ligeiramente armado – mas rápido e provido de abundante equipamento de comunicações e deteção, uma espécie de navio especializado de combate a piratas, muito mais barato que estes pesados cruzadores concebidos na Guerra Fria e por isso mesmo, raros e insuficientes…

A única forma de realmente combater militarmente esta ameaça não é de a de enviar fragatas, destroyers e cruzadores atrás destes piratas que operam a partir de barcos de pesca ou de lanchas rápidas. É fazer com que todos os navios que cruzem estas águas naveguem em comboio, é colocar na região vários aviões de vigilância e colocar entre os comboios navios de guerra pequenos, rápidos e defendidos por pequenos grupos de fuzileiros. Manter uma tal estratégia ficará a apenas uma fração do custo atual de manter uma frota multinacional datada da Guerra Fria na região, com uma eficácia muito maior… já que tantos navios indianos, chineses, europeus e norte-americanos não conseguiram deter a captura de quase 30 cargueiros só nos primeiros três meses deste ano por parte dos piratas somalis.

E esta estratégia “ligeira” nem tem que ser necessariamente conduzida pelos governos nacionais… como quem em estado a suportar o essencial destes custos com resgates têm sido as Seguradoras, não deve faltar muito tempo até ver flotilhas de barcos ligeiros e rápidos, guarnecidos com mercenários pagos por estas empresas a patrulhar comboios como aquele que antevejo no capítulo anterior. E isto vai acontecer inevitavelmente quando o primeiro pirata perder a cabeça e disparar uma rajada de AK-47 ou um RPG sobre um petroleiro carregado e este… explodir causando um prejuízo de biliões de dólares à seguradora. Algo que – a este ritmo – irá acontecer dentro de muito pouco tempo. Até esse momento, as Seguradoras nada farão, e confiarão nos orçamentos de Defesa dos Estados para que estes continuem a fazer um trabalho que no essencial, lhes diz diretamente respeito. E aos nossos impostos, que financiam estas operações, claro.

Outra solução efetiva poderá passar pelo puro e simples bloqueio naval dos portos a partir de onde as flotilhas piratas operam… Bloquear o necessariamente limitado de portos a partir de onde os somalis podem operar iria exigir um número muito inferior de meios, especialmente quando comparado com os custos e a baixa eficácia demonstrada pela atual tática de patrulhar milhares de quilómetros quadrados de Oceano… Estes bloqueios poderiam depois ser complementados pela técnica dos comboios escoltados pelos navios ligeiros e equipas de fuzileiros apoiados por aviões e UAVs de vigilância naval indicados no parágrafo anterior.

Fontes:
http://www.defensetech.org/archives/004797.html
http://www.chinadaily.com.cn/china/2008-12/17/content_7311735.htm

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Viriato – A Epopeia Lusitana

Da autoria de Teófilo Braga, antigo Presidente da República Portuguesa, a Zéfiro editou o romance histórico “Viriato – A Epopeia Lusitana”.

Integrado na colecção “Clássicos Zéfiro”, e com a chancela do “Projecto Apeiron” – destinado à edição de obras clássicas reconhecidas pela seu elevado prestígio cultural e literário -, dirigido por Dulce Leal Abalada e Eduardo Amarante, este livro relata a mítica história dos antigos povos lusitanos e do seu chefe heróico, Viriato.

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Waledac: Uma das novas encarnações do Conficker e o começo da ativação da sua botnet…

O vírus informático Conficker que, em 1 de abril surgiu novamente nos meios de informação porque essa era a data da sua “activação”, isto é, a data em que buscaria novas versões de si mesmo, atualizando-se, tornou novamente a regressar à primeira página de muitos jornais. E com razão, já que os seus criadores controlam hoje uma rede de computadores escravizados pelo Conficker que contará com uns largos milhões de pcs espalhados por praticamente todo o mundo.

Até agora essa imensa e poderosa rede escrava esteve inativa, aceitando ofertas pelo seu aluguer (provavelmente), mas há sinais de que já não está latente e que foi ativada, pelo menos parcialmente, para disseminar spam e instalando spyware nas maquinas afetadas.

A botnet do Conficker está agora parcialmente ativa, mas apenas numa pequena percentagem onde foi instalado um segundo vírus, de nome Waledac, dedicado em enviar spam a partir dos computadores infectados e instalando também um falso programa de anti-spyware que, de facto, é um… Spyware. De facto, a ação do Waledac não corresponde ao padrão normal de aluguer de uma rede de botnet, mas antes ao de uma venda pura e simples, já que os pcs infectados e onde o Waledac foi instalado pertencem agora não à botnet do Conficker, mas a uma outra, controlada pelos gestores da botnet Waledac. Esta botnet não é nova e funciona já há quase dez anos, espalhando spam, em exclusivo.

Aguarda-se ainda que o grosso desta botnet com dezenas de milhões de computadores controlada pelos criminosos por detrás do Conficker seja ativada, decorrendo provavelmente ainda neste momento um processo lento e delicado de negociações em que redes de criminosos russos e chinesas oferecem aos donos do Conficker propostas num leilão secreto, algures nos segmentos mais secretos da Internet. Estas máfias cibernéticas, contudo, não se dedicam apenas à propagação de spam, recolhendo a maioria dos seus rendimentos de operações de pshishing onde extraem às suas vítimas dados pessoais que lhes permitem depois aceder e roubar as suas contas bancárias online. De permeio sabe-se que o exercito chinês também tem instalado malware em vários computadores de redes sensíveis ocidentais e que, portanto, o próprio governo chinês pode estar neste momento a lançar propostas no leilão pela venda ou aluguer da botnet Conficker.

Fontes:
http://www.reuters.com/article/newsOne/idUSTRE53N5I820090424

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377013

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Quids S15: Qual era o nome deste ator?

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2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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H1N1: o vírus da “Gripe Suína”

Um grupo de estudantes neozelandeses, que passavam ferias no México, parecem ter sido infectados com o vírus da “gripe suína”. Esta nova e muito perigosa variante do vírus da gripe humana tem sido reportada em vários locais nos EUA e no México, país onde se registam já pelo menos 103 mortos e 11 nos EUA (Na fronteira e em Nova Iorque), com mais de 1600 infectados. A situação levou já vários países do mundo (Japão, Coreia do Sul, Canadá, entre outros) a recomendarem aos seus cidadãos que evitassem viajar para o México e a Organização Mundial de Saúde já emitiu um alerta internacional.

O vírus em questão é o H1N1, ou “vírus suína”, uma variante do “influenza A” e ainda que possa como a mutação teórica da “gripe das aves” ser combatida com o Tamiflu a taxa de morte atual (1 para 100) é muito elevada e o vírus muito mutante, o que causa ainda mais preocupação com uma forma mais letal que ele possa assumir numa nova mutação.

Dos 25 estudantes e professores neozelandeses, 14 revelam sintomas gripais, com 4 deles em situação de maior gravidade. Estando atualmente todo o grupo de quarentena, em casa. E pelo menos dois grupos de estudante norte-americanos também já revelaram sintomas, tendo estes contactado centenas de pessoas, nos EUA, o que faz aumentar o receio de que possa já haver focos locais da doença. A Cidade do México ordenou o encerramento temporário de todas as escolas e universidades. Estão atualmente internadas, em todo o México cerca de 1300 pessoas com sintomas gripais, desconhecendo-se destas, quantas terão o H1N1.

Este vírus é especialmente preocupante porque deriva diretamente de uma variante muito comum do vírus da gripe humana e porque foi capaz de infectar uma tão grande percentagem de alvos humanos jovens e saudáveis, como o grupo neozelandês. O vírus merece também muita preocupação porque se sabe que embora seja originário dos suínos, pode propagar-se aos seres humanos e sabe-se que pode depois expandir-se, mutando-se sempre, é esta maneabilidade que o torna difícil de combater e impossível de tratar por via de uma vacina.

Depois de todo o alarme criado no ano passado pelo “vírus da gripe das aves”, que muitos especialistas temiam que fosse mutar para uma variante humana (e ainda temem), não deixa de haver uma certa ironia no facto desta mutação perigosa estar a acontecer num dos animais que geneticamente mais próximo esta do Homem: o porco… O surto começou no México, o que é também uma grande fonte de preocupação, já que é um dos países mais populosos do continente americano e com um sistema de saúde público muito ineficiente. O México tem também uma longa e muito permeável fronteira com os EUA, assim como uma grande comunidade migrante neste país. Daqui, o vírus poderá rapidamente propagar-se – por via aérea – a outros países do mundo, já que os EUA são dos países centrais no trafego mundial aéreo de passageiros. Se na Idade Média, a Peste Negra levava décadas a passar da Crimeia às Ilhas Britânicas, hoje com o avião, uma “gripe suína”, letal e viral, pode rapidamente espalhar-se por todo o globo em poucas semanas… Por outro lado já há vários casos reportados em Espanha, país que alberga uma grande comunidade de emigrantes mexicanos e se o vírus se instalar em Espanha – devido à inexistência de fronteiras no Espaço Shengen – irá propagar-se rapidamente, estando Portugal, pela sua fronteira comum e pela intensidade de trocas comerciais e turísticas entre os dois países ibéricos, na linha da frente e um dos países que brevemente conhecerá também casos desta “gripe suína”.

Acompanhemos pois com muita atenção o que se passa no México com este H1N1 e recomendemos prudência a todos aqueles que conhecemos e que estavam a planear férias em território mexicano…

Fontes:
http://www.cnn.com/2009/HEALTH/04/26/swine.flu/index.html?eref=rss_latest

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376818&idCanal=62

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Sobre o Mars Science Laboratory, a MAVEN e o estado atual do programa marciano da NASA

A sonda marciana MAVEn, a lançar em 2013 em http://www.nasa.gov

A sonda marciana MAVEN, a lançar em 2013 em http://www.nasa.gov

O programa robótico norte-americano de pesquisa do planeta Marte está praticamente morto. Os recursos disponíveis são mais escassos do que nunca, e são disputados entre três prioridades completamente distintas: o regresso à Lua desejado pelo anterior presidente Bush, a exploração por vestígios de vida nas fascinantes luas jovianas e a continuação da exploração robótica do Planeta Vermelho.

O próximo passo da exploração marciana deve ser cumprido pelo “Mars Science Laboratory“, atrasado recentemente até 2011 e cujo orçamento já disparou para uns impressionantes 2,2 biliões de dólares, já muito além dos custos mais modestos dos Rovers que ainda hoje navegam pelas areias marcianas e, de facto, aproximam-se dos custos estimados para enviar uma missão aos satélites de Júpiter ou de Saturno, onde se sabe haver condições teóricas para a sustentação de formas de vida e onde a primeira missão à lua joviana Europa não deverá custar mais do que isso… Será que Marte pode competir com as promissoras luas Europa, Enceladus e Titã, quando tem recebido tanta atenção nos últimos anos e estas prometem tantas descobertas fascinantes e têm recebido comparativamente menos recursos que Marte.

Os novos destinos podem aproveitar com os problemas com o Mars Science Laboratory e ocupar o espaço deixado pelo vazio marciano que os seus desvios orçamentais irão provocar. Especialmente porque apesar de todos os orbitadores, rovers e landers atualmente em Marte, embora haja provas da existência de gelo de água e – talvez – de água líquida, ainda não houve sinais de vida em Marte, nem passada, nem presente, algo que começa a frustrar alguns exobiólogos e fazer surgir a crença de que é melhor começar a focar noutros locais do Sistema Solar.

Apesar disso, a missão que após o Mars Science Laboratory a NASA vai enviar a Marte parece mais ou menos assegurada. Trata-se da “Mars Atmosphere and Volatile Evolution Mission” (MAVEN) que será lançada em 2013 e que vai estudar o passado climático em Marte, concentrando-se especialmente na possibilidade ter albergado vida. Há também uma terceira missão marciana em estudo e que deverá ser lançada em 2016 e que poderá ser um orbitador construído em parceria com a ESA.

Fonte:
http://www.space.com/news/090323-nasa-mars-program.html

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Algumas notas sobre o “Microsoft Office Communications Server 2007″

Os Servidores

O OCS precisa de pelo menos três servidores para oferecer todas as suas disponibilidades: conectividade PSTN e acesso a utilizadores externos. Para além disto usa também SQL Server 2008 e IIS, que podem ser instalados no servidor principal de OCS, por fim carece ainda de acesso a uma CA, algures na rede ou de novo, na própria máquina.

Quatro Conferencig Servers

Im conferecing server: para im

Web conferencing server: data colaboration

Av conferencing server: audio e video conferencin

Telephony conferencing server: integração com telefone

Os Clientes

A maioria dos utilizadores irão ligar-se ao OCS usando o cliente padrão, instalável por MSI, designado por “Office Communicator 2007 Unified Client”. Existe também um plug-in para Outlook para facilitar o agenciamento de conferencias usando o Outlook, para enviar convites e gerir o calendário.

A Instalação

A instalação dos vários componentes do servidor de OCS deve ser feita através da invocação do deploy.exe. Este, começara por chamar a preparação da AD, para o que se requer as devidas permissões de Domain Admin e Schema Admin. Ter em conta que a AD já deve estar em modo 2003 nativo para que esta preparação seja bem sucedida. O IIS também será aqui um requisito, mas o wizard do deploy não o instala, tendo que ser instalado separadamente, como faz, por exemplo, com o SQL Server 2005. Por fim, o wizard tratara de configurar o certificado digital necessário para validar as ligações entre clientes e o servidor via TLS, mas também usado internamente no próprio servidor para arrancar coisas tão básicas como todos os services do OCS… É possível adicionar uma certificate authority no próprio servidor OCS, o que pelo menos dispensa de instalar uma CA a nível da Enterprise ou recorrer a uma nova maquina dedicada. Só depois de cumprido este ultimo passo é que temos o nosso servidor de OCS pronto para oferecer conectividade básica aos seus clientes internos.

Ativando utilizadores

A instalação do servidor de OCS instala uma nova consola ADUC, com uma nova tab designada de “Communications”. É aqui que ativamos um a um, os novos utilizadores do OCS.

Depois de instalarmos o cliente, temos que verificar se a ligação automática funciona. Esta usa alguns registos srv no nosso dns server, mas tal não é mandatário, já que podemos usar a ligação manual e escrever aqui simplesmente o nome dos nossos servidores interno e externo. Estranhamente, estes srv não parecem ter sido pedidos na fase de deploy.exe, exigindo agora uma introdução manual, novamente recorrendo a um nível de permissões adequado, claro…

Ainda antes de nos conseguirmos conectar, temos que instalar o certificado digital que usamos também para instalar o servidor. Existe uma forma de o enviar usando Group Policies, mas a instalação manual, via exportação é a mais usual.

A partir daqui podemos aceder a voz, vídeo e instant messaging, tudo de forma automática e sem exigir qualquer tipo de configuração. A integração com o Outlook também é agradável, aparecendo um pequeno ícone ao lado do nome de cada contato indicando o seu estado de Presença no OCS.

Falando com a Internet

Para suportar ligações alem da firewall corporativa, temos que voltar ao wizard de instalação e instalar o OCS Edge e o Access Proxy server, que podem ser colocados no mesmo servidor. De forma idêntica se queremos usar chamadas de voz para a PSTN (Public Switched Telephone Network) temos que instalar um Mediation Server que vai converter os sinais de telefone usados no OCS em sinais usados na PSTN. Naturalmente, teremos ainda que usar um gateway server de um fabricante terceiro para fazer as ligações físicas entre a rede PSTN e a LAN da organização.

O ocs 2007 tambem suporta remote users, como os da empresa que acedem ao ocs a partir dos seus pcs domesticos, assim como empresas parceiras. Suporta a “federation” para permitir compatibilidade com outros sistemas de im. A Public IM Connectivity (pic) sera licenciada separadamente. A Federation pode ser configurada manualmente onde cada parceiro configura manualmente os edge servers relevantes na outra organizacao ou baseada nos registos srv no dns.

Compatibilidade

O Instant Messaging do OCS 2007 pode falar com com o Yahoo Messenger, o AOL Messenger e o MSN Messenger.

Registando acessos

A utilização do OCS pode ser registada e auditada quer atraves da gravacao de todas as IM quer registando os dados das chamadas (mas não o seu conteudo). Para tal temos que configurar um Archiving Server e configurar depois os frontend servers em consonancia.

Live Meeting

Usando o Live Meeting, o OCS pode ser usado para preparar e realizar reuniões virtuais dentro da própria organização e dispensando assim o recurso a serviços externos como o WebEx.

VoIP

O cliente do OCS pode ser usado como um cliente VoIP normal, como o Skype, para comunicações telefónicas internas, desde que todos os computadores envolvidos tenham microfones internos ou externos. O mesmo se aplica a devices moveis Windows Mobile ou ate a Blackberries, onde também existe um cliente de OCS.

Ocs r2

Apresentado em outubro de 2008, esta nova versão permite:

Reencaminhar chamadas com um só clique

Capacidades de delegação

Desktop sharing com windows, mac e linux

Group chat com chat rooms persistentes

Todas estas características dependem da enterprise client access license (ecal)

Tandberg: O video será interoperável com o ocs 2007

Im bots

Podem ser implementados tanto para msn messenger, como para o ocs client

Moss

Há um im bot que integra com o search do sharepoint e que responde a perguntas com links diretos para resultados

Alertas

Pode-se enviar um alerta para todos os membros de um dado grupo de distribuição

Terminal server

Suporta presence e im, mas o voip não funciona de todo

Preços Aproximados

1000 euros para o server

65 euros por cliente

Problemas

Temos que ter três servers para oferecer o servico normal: um standard, um mediation server para ligar ao pbx e um edge server para a conetividade para a internet.

O deployment não é simples.

Temos que ter uma enterprise licence para obter multivideo conferencig and application sharing

Temos que pagar uma cal especificada para a “federation”

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Sobre os custos atuais de treinar um soldado moderno e das suas consequências a prazo

O custo de treinar um soldado de infantaria nos EUA ascende a 100 mil dólares. Por outro lado, o custo de treinar um elemento de uma força especial, nomeadamente um “Navy Seal” ascende a uns notáveis 3 milhões de dólares… Os valores constam da emissão do Podcast económico de Doug Henwood que seguimos regularmente e espelham bem aquilo que é a guerra moderna e porque é que – por exemplo – a presença de umas escassas centenas de soldados franceses na Serra Leoa fizeram toda a diferença para impor a paz e porque é que uma força relativamente modesta, mas móvel e bem treinada, poderia ser decisiva na proteção das populações vítimas de genocídio do Darfur.

Ignoramos quanto custa treinar um soldado num país do Terceiro Mundo, mas acreditamos que o valor seja pelo menos dez vezes inferior. Isso quer dizer que é cada vez mais caro treinar um soldado e que os exércitos de milhões de homens, preferidos por países e regimes ditatoriais como o iraniano ou o chinês, ou se convertem, concentrando esforços e recursos num melhor treinamento dos seus soldados e sacrificam essa vantagem bruta ou… O custo de treinar um soldado sobe tanto que os países ocidentais (EUA incluídos) serão obrigados a manter exércitos de tal forma reduzidos (e onde cada homem perdido representa um custo insuportável) que simplesmente perdem a capacidade de serem eficientes.

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O novo foguetão chinês “Longa Marcha 5″ e o futuro do seu programa espacial

Longa Marcha 5 em http://www.geocities.com

Longa Marcha 5 em http://www.geocities.com

A próxima fase do ambicioso programa tripulado espacial chinês irá ser construída em torno do novo foguetão Longa Marcha 5.

O foguetão será o primeiro foguetão “amigo do ambiente” construído na China, devido ao seu uso de hidrogénio líquido e oxigénio líquido, já que atualmente os astronautas chineses partem para o Espaço sobre os Longa Marcha 2F, com os seus propelentes hipergólicos, altamente tóxicos.

O primeiro voo do Longa Marcha 5 deverá ter lugar em 2015, altura em que a China poderá concorrer diretamente com o Ariane 5 e a sua capacidade de colocar em órbitas baixas cargas úteis de até 20 toneladas. Entre estas, estão os módulos da futura estação espacial que a China quer construir e colocar em órbita durante a próxima década.

A próxima missão para as naves Shenzhou não será tripulada, afirmou ainda o responsável máximo pelo programa numa declaração emitida no 25o “National Space Symposium” em Colorado Springs (EUA). A missão será lançada na primeira metade de 2011 e terá como objetivo levar a Shenzhou-8 a atracar com o veículo espacial Tiangong-1, que terá sido lançado em finais de 2010. Como nem um nem o outro serão tripulados (por razões de “segurança para os astronautas”, afirmou o responsável) então não será esta a primeira estação espacial chinesa. Mas nos anos seguintes, receberá as missões Shenzhou 9 e 10, que já deverão ser tripuladas, permitindo assim à China cumprir mais um passo do seu cuidadoso, mas muito determinado e objetivo programa espacial.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/04/01/324613/video-chinas-new-rocket-to-carry-astronauts-says-chinese-spaceflight-chief.html

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Perseguições pessoais: A AIG encontra novo uso para os fundos públicos que recebeu


(A AIG anda atrás dele… com fundos públicos em http://photos.upi.com)

Como se não bastasse já toda a má imprensa (merecida) que a seguradora AIG tem recebido nos últimos meses, veio-se também a saber que a seguradora mais mal gerida da História participou numa campanha para desacreditar o seu antigo CEO, Maurice Greenberg através de uma campanha desencadeada pelas empresas de relações públicas Burson-Marsteller e Hill & Knowlton e paga com… parte dos 182 biliões de dólares dos contribuintes americanos. Isto é, parte do dinheiro público, usado para salvar a empresa do colapso absoluto estaria a ser usado para pagamento de bónus injustificados e estúpidos (já o sabíamos), mas também em táticas estúpidas de vingançazinha pessoal entre os gestores da seguradora. A campanha que a atual gestão da  estaria a conduzir contra Greenberg teria como objetivo denegrir o seu caráter de forma a anular ad hominem e assim a combater a sua posição pública contra o recebimento de ajudas públicas à seguradora… Porque responsabiliza os seus sucessores na direção da empresa do caos que a levaram até quase à falência.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374384

Categories: Economia, Política Internacional, Sociedade | Tags: | Deixe o seu comentário

Hoje é um bom dia para o fazer…

É cada vez maior o número de portugueses que não se revêem na actuação dos partidos políticos. É o que revela uma sondagem da SIC, Expresso e Rádio Renascença. Por outro lado, quase 80 por cento concorda com as candidaturas independentes à Assembleia da República.
Fonte: http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/sondagem-25-abril.htm

Ainda não assinou a Petição MIL a favor das candidaturas independentes à Assembleia da República?
Para o fazer:
http://www.gopetition.com/online/26885.html

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 2 Comentários

Marxismo Cultural: 3 Conceitos Básicos e Leves

Autoria de:

Padre Paulo Ricardo (extracto duma palestra)

O marxismo cultural faz questão de não ser identificado com o marxismo clássico.O marxismo cultural não apenas é uma cultura anticristã, como também tenta ludibriar as pessoas fazendo passar idéias anticristãs como cristãs.Por exemplo, a idéia de paz mundial sem Cristo, simbolizada pelo logotipo da cruz invertida e com os braços quebrados.A democracia precisa de uma base moral, de respeito mútuo onde possam conviver juntos a esquerda e a direita. Mas devido ao marxismo cultural, as coisas mudaram de tal maneira que o que antes era esquerda, virou centro; o que antes era a ultra-esquerda, virou a esquerda atual; e o que era direita, praticamente desapareceu do cenário político.O manifesto comunista de Marx convocava os trabalhadores proletários de todo o mundo para que se unissem e se revoltassem contra os grandes proprietários. Sob esse perspectiva, Marx previa um grande conflito em toda a Europa em que os “trabalhadores oprimidos” atacariam os “patrões opressores” segundo os interesses de sua classe econômica.Contudo, o conflito ocorreu mas não como fora previsto pelos marxistas.A Primeira Grande Guerra começou em 1914 e durou até 1918. ………………………………………………………………………………………………………………

Ler texto completo publicado por Júlio Teixeira

em “Rosa dos Ventos-Editor” http://rosadosventos2.blogspot.com/

Categories: Brasil, História | Deixe o seu comentário

Uma obra de um nosso MILitante…

peça já a sua cópia autografadaChrys CHRYSTELLO, An Australian in the Azores/Um Australiano nos Açores (Portugal)drchryschrystello@gmail.com ; drchryschrystello@yahoo.com.au drchryschrystello@sapo.pt Homepage/página de entrada: http://oz2.com.sapo.pt/ /Colloquia/Colóquios: http://lusofonias.com.sapo.pt/

Categories: Livros | Deixe o seu comentário

O Spirit anda a fazer “Reboots” a mais…

O rover marciano Spirit em http://blogs.spectrum.ieee.org

O rover marciano "Spirit" em http://blogs.spectrum.ieee.org

O rover marciano “Spirit” está a revelar algumas anomalias informáticas… Nas últimas semanas, fez restart sem razão aparente e agora, os controladores de missão da NASA estão a tentar compreender o que se passa com o resilitente robot marciano. Ainda não foi possível determinar a causa destes restarts do Rover, mas sabe-se que quando estes sucederam as baterias estavam completamente carregadas, as células fotovoltaicas estavam a funcionar normalmente e que as temperaturas internas e externas no Rover se encontravam dentro dos parâmetros normais. Quando o Spirit sofre estas anomalias, entra automaticamente no chamado “automode” em que reduz ao mínimo todas as atividades, enquanto a equipa analisa dados em busca da causa e da solução para o problema.

Pelo menos um dos restarts coincidiu com a utilização da antena de alta potencia do rover, pelo que poderá ser alguma anomalia com a dita a causa destes problemas. Mas mesmo se esta estiver com uma avaria muito grave, o rover tem uma antena de baixa potencia alternativa, de UHF, completamente separada da primeira, como redundância e na melhor aplicação da regra de engenharia espacial que manda construir tudo em duplicado…

Os dois rovers mantêm-se ativos em Marte já há cinco anos, estendendo uma missão inicialmente estimada em apenas três meses. Não são contudo os mesmos rovers que eram há cinco anos atrás, já que o seu software foi atualizado várias vezes e como uma dessas atualizações feita no final de março… não é impossível que esteja relacionada com esta recente instabilidade. É como quando instalamos um qualquer programa no nosso computador e este passa depois a comportar-se de forma estranha… Ao fim cabo, o Spirit é igual: um computador. Situado muito longe e fora do alcance de qualquer técnico de helpdesk, mas… um computador.

Fontes:
http://www.nasawatch.com/archives/2009/04/old_age_could_b.html
http://www.space.com/missionlaunches/090414-spirit-reboot.html
http://marsrover.nasa.gov/mission/status.html#spirit

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