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“Um estudo insiste, porém, em que masturbar-se mais que uma vez por semana aumenta o risco de cancro da próstata. Publicada em janeiro no “British Journal of Urology International”, a análise dos hábitos íntimos de 840 homens é categórica. (…) E é a masturbação frequente. Não o número de relações sexuais, que pesa no risco. “É provável que haja uma relação entre necessidades sexuais fortes e uma taxa elevada de hormonas masculinas, factor de risco do cancro da próstata”, explica Polyxeni Dimitropoulos epidemologista da Universidade de Cambridge. Passados os 50 anos, a masturbação parece ter um efeito protector, ao libertar toxinas. (…) Já as relações sexuais só tem vantagens. Protegem contra doenças cardiovasculares, depressão e excesso de peso. Na dúvida, vale mais tirar partido do sexo a dois do que a sós!”
Pois. Portanto não existe propriamente uma relação direta entre a pratica onanista frequente (que nos estudo parece ser aquela que é praticada todos os dias) e o tumor na próstata. A relação é indireta, já que é a existência de elevados níveis de hormonas masculinas no sangue que está por detrás de uma alta probabilidade de contrair cancro na próstata e não a própria prática masturbatória. Podemos assim ser o mais puritano dos monges, inscrevermos-nos em todos os clubes de virgens que há na Terra, que isso de nada vale: não é o excesso de masturbação que cria o cancro da próstata, são as altas concentrações de testosterona no sangue e essas, são de origem genética e impossíveis de conter. A menos que… Injetemos em nós hormonas femininas e esperemos pelos efeitos colaterais da opção…
Fonte:
Courrier Internacional, abril de 2009.
Em
Science Journal, Montreal
















bem, mal por mal…
por mal… mais vale cortar mesmo e assim garantir que não há hormonas a mais, certo?
dizem que só doi nos primeiros 40 anos, depois, mal se nota…