
Lançamento do satélite israelita Ofek-7 em www.mfa.gov.il
Uma das mais dinâmicas e eficientes indústrias de construção de satélites do mundo é a de um dos mais pequenos países do Médio Oriente: Israel.
Atualmente, o país possui três famílias de satélites: a Eros, a Ofek e a Amos. Os satélites Eros são plataformas de observação da Terra em que a Defesa do Estado hebraico é a principal missão, mas também podem vender as suas imagens a clientes privados. Os Eros A1 são capazes de captar fotografias com resoluções de até um metro. Os Ofek são também satélites de reconhecimento fotográfico, mas em que a Defesa é o cliente exclusivo. Atualmente há apenas um Ofek em órbita, (lançado em 2002) já que o Ofek 6 foi destruído no falhanço do lançamento com um foguetão de origem israelita Shavit em 2004. O Ofek 7 deverá estar prestes a ser lançado, tendo como primeiro objetivo vigiar o programa de mísseis e as centrais nucleares iranianas.
Supõe-se que Israel está a trabalhar em câmaras para satélite com resoluções de até 10 cm.
Um satélite militar de comunicações, o Amos 2, foi lançado em 2003. O Amos HP, mais poderoso deveria ter sido lançado no ano seguinte, mas os israelitas parecem ter desistido de o lançar pelo Shavit, já que embora inicialmente este parecesse capaz de transportar o Amos HP, como este ficou demasiado pesado, agora Israel está a procurar um lançador de um país terceiro par colocar em órbita o seu lançador.
Israel foca a sua atividade espacial em pequenos satélites de finalidade essencialmente militar. Isto torna-o muito competitivo na promissora área dos microsatélites com pesos entre os dez e os cem quilogramas, havendo planos para os lançar a partir de aviões F-15I da Força Aérea israelita. A ideia é alterar um míssil Black Sparrow instalando um motor mais potente e colocando um microsatélite no seu nariz. Segundo os planos iniciais, o primeiro teste deveria ter tido lugar em 2008, mas algo atrasou o programa (falta de financiamento, presume-se). Esta abordagem não é nova… No passado recente, na Rússia, pensou-se fazer o mesmo com MiG-31 e neste momento a construtora britânica de pequenos satélites (que construiu o kit do PoSat-1 português) Surrey mantêm planos idênticos para lançar microsatélites de algumas dezenas de quilogramas a partir de aviões Tornado e Typhoon que voando à sua altitude máxima, fazem um voo vertical, lançando assim um míssil modificado com o satélite. Obviamente, um tal sistema será limitado a altitudes de 400 ou 500 km e logo, de uso reduzido (fotográfico e militar, essencialmente) mas cada lançamento feito assim, por um caça convencional deveria ficar em menos de 5 milhões de dólares por cada satélite de entre 60 a 80 quilogramas, o que é um preço muito inferior ao dos lançamentos convencionais.
Fonte:
http://www.secureworldfoundation.org/index.php?id=120&page=Israel_Military
















o satelite não pode ser lanado na diagonal por causa da densidade e pode perder a força e cair.
Então tem que ser lançado na diagonal pois ira cortar o vento e a densidade
Qual o objetivo do lançamento do primeiro satélite EROS?
Os judeus ultra ortodoxos poderão num futuro muito proximo ditar o enfraquecimento do estado de israel , leiam esta materia , deveras muito preocupante :
http://hebreu.blogspot.com/2010/08/judeus-ultraortodoxos-sao-maioria-em.html
Am Israel Chai!
עַם יִשְרָאֵל חַי,
Am Israel chai
Shema Israel Adonai …..