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Em certa surdina, começa a chegar à primeira linha noticiosa de alguns jornais, referencias a que existe um pânico injustificado a propósito da Gripe A… A classe médica, em particular, tem dado sinais de um crescente ceticismo, com muitos médicos que criticam o excesso de vacinas e que se recusam a receber a nova vacina.
Em Portugal, um dos casos mais recentes foi protagonizado pelo bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, que aludiu a um “excesso de alarme e zelo” a propósito da resposta à Gripe A e acrescentou ainda que a Gripe A “Não passa de uma gripe, uma doença banal, pouco letal”.
É verdade que esta pânico propulsado pelos Media (e pela venda descerebrada de papel e audiências) e pelos laboratórios farmacêuticos (que vivam os antivirais apodrecer nos armazéns e que agora fabricam vacinas a velocidades febris e inseguras) serviu para criar algumas regras de conduta cívica que se podem aplicar à prevenção de muitas doenças contagiosas, mas são já muitos aqueles que alertam para os riscos da atual sobrevacinação… Há inclusivamente quem estabeleça ligações entre o presente (e incompreensível) surto de autismo e a multiplicidade vacinas que hoje são aplicadas à maioria das crianças.
Em Portugal, a vacinação vai começar a 26 de outubro, com a distribuição de 49 mil vacinas, a injetar nos portugueses que fazem parte dos chamados “grupos prioritários” (profissionais de saúde e grávida no segundo e terceiro trimestre de gravidez e com patologias graves associadas). Depois deste grupo prioritário, estão os trabalhadores que cumpram serviços essenciais à sociedade como aqueles que trabalham nas empresas de gás, eletricidade, comunicações, segurança, saneamento e até (de forma e com critérios mais discutíveis), funcionários comunicação social! Exato! Os jornalistas vão receber prioritariamente a vacina contra a Gripe A. Igualmente polémica está também a presença de “titulares de órgãos de soberania”. Um saco muito largo e onde caberão certamente todo o tipo de boys e seguidistas desta partidocracia que nos rege e que o bi-partido PS-PSD não deixa de aumentar, eleição após eleição.
Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1403949
















O que me choca em todo este processo é que se saltem por cima de todo o tipo de ensaios clínicos. Estudos que normalmente duram anos, passaram a ser aprovados em apenas alguns meses. Temo, tal como os médicos, que da vacina surjam mais problemas que vantagens por não se ter precavido todas as possíveis reacções adversas e contraindicações.
e foi precisamente o que aqui aconteceu…
tal é a ânsia de deitar a mão nestes milhões que o pânico mediático obrigou os Governos a derramar sobre as farmacêuticas!
Sim, sendo a Gripe A “uma doença banal, pouco letal” compensará o risco?
Porque tal pressa numa gripe que é diferente da Sazonal (e que não teve esse processo de testes de anos) a não ser porque se coloca o $ acima da saúde Pública e se cede ao pânico de massas?
Eu não tomarei esta vacina… mas preparemos-nos para doses maciças de censura social para quem optar por esta via… ou par vacinações compulsivas.
Também penso que sim que á um medo injustificado.Eu trabalho num hospital e se tivesse de apanhar a gripe A já tinha apanhado.À coisas bem pioreres como a tuberculose mas ai não veijo uma campanha tão grande nos media.
pois não… e aliás a tuberculose é muito mais letal que a Gripe A e nem por isso o seu tratamento merece atenção dos Laboratórios… é que afeta sobretudo doentes nos países pobres…
Nem por isso Clavis… a tuberculose multiresistente é um problema que afecta cada vez mais países ricos.
Em portugal com esta crise e com reformas de miseria a tubeculose astá em alta.Com 250 euros não se come todos os dias.Por isso acho que almento das reformas é um caso também de saude publica.
tens razão, Lusitan.
a multiresistente é um problema… mas falo da tuberculose “simples”, que assola atualmente muitos países africanos.
Mas a multiresistente é que qualquer dia fica fora de controlo e aí sim temos uma epidemia mundial…
sem tratamento além da “velha” quarentena…
isso sim, seria um pânico justificado.