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	<title>Comentários em: Sobre a metade de azeite que importamos e da reorientação da economia</title>
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	<description>Política, Espaço, Agostinho da Silva, Quids, Ciência, Defesa, Economia,  Hoaxes, etc...</description>
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		<title>Por: Clavis Prophetarum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clavis Prophetarum]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 12:59:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Interessante, desconhecia...
faz-me também lembrar a &quot;tecnologia intermédia&quot; de E.F.Schumacher, um conceito que o economista elaborou também a partir da sua experiência de vida na Birmânia:
http://movv.org/2006/08/21/biografia-de-e-f-schumacher/]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante, desconhecia&#8230;<br />
faz-me também lembrar a &#8220;tecnologia intermédia&#8221; de E.F.Schumacher, um conceito que o economista elaborou também a partir da sua experiência de vida na Birmânia:<br />
<a href="http://movv.org/2006/08/21/biografia-de-e-f-schumacher/" rel="nofollow">http://movv.org/2006/08/21/biografia-de-e-f-schumacher/</a></p>
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		<title>Por: Fenix</title>
		<link>http://movv.org/2009/11/24/sobre-a-metade-de-azeite-que-importamos-e-da-reorientacao-da-economia/#comment-105970</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fenix]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:23:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O termo foi criado pelo rei do Butão Jigme Singye Wangchuck, em 1972, em resposta a críticas que afirmavam que a economia do seu país crescia miseravelmente. Esta criação assinalou o seu compromisso de construir uma economia adaptada à cultura do país, baseada nos valores espirituais budistas. Assim como diversos outros valores morais, o conceito de Felicidade Interna Bruta é mais facilmente entendido a partir de comparações e exemplos do que definido especificamente.

Enquanto os modelos tradicionais de desenvolvimento têm como objectivo primordial o crescimento económico, o conceito de FIB baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o desenvolvimento material são simultâneos, assim se complementando e reforçando mutuamente. Os quatro pilares da FIB são a promoção de um desenvolvimento socio-económico sustentável e igualitário, a preservação e a promoção dos valores culturais, a conservação do meio-ambiente natural e o estabelecimento de uma boa governança.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O termo foi criado pelo rei do Butão Jigme Singye Wangchuck, em 1972, em resposta a críticas que afirmavam que a economia do seu país crescia miseravelmente. Esta criação assinalou o seu compromisso de construir uma economia adaptada à cultura do país, baseada nos valores espirituais budistas. Assim como diversos outros valores morais, o conceito de Felicidade Interna Bruta é mais facilmente entendido a partir de comparações e exemplos do que definido especificamente.</p>
<p>Enquanto os modelos tradicionais de desenvolvimento têm como objectivo primordial o crescimento económico, o conceito de FIB baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o desenvolvimento material são simultâneos, assim se complementando e reforçando mutuamente. Os quatro pilares da FIB são a promoção de um desenvolvimento socio-económico sustentável e igualitário, a preservação e a promoção dos valores culturais, a conservação do meio-ambiente natural e o estabelecimento de uma boa governança.</p>
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		<title>Por: Clavis Prophetarum</title>
		<link>http://movv.org/2009/11/24/sobre-a-metade-de-azeite-que-importamos-e-da-reorientacao-da-economia/#comment-105952</link>
		<dc:creator><![CDATA[Clavis Prophetarum]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:42:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[nope.
pelo menos que eu soubesse...]]></description>
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pelo menos que eu soubesse&#8230;</p>
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		<title>Por: Fenix</title>
		<link>http://movv.org/2009/11/24/sobre-a-metade-de-azeite-que-importamos-e-da-reorientacao-da-economia/#comment-105949</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fenix]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 20:40:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Afinal sempre era gripe A?!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal sempre era gripe A?!</p>
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		<title>Por: Fenix</title>
		<link>http://movv.org/2009/11/24/sobre-a-metade-de-azeite-que-importamos-e-da-reorientacao-da-economia/#comment-105948</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fenix]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 20:11:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://movv.org/?p=17468#comment-105948</guid>
		<description><![CDATA[Concordo com sua visã0. o tema da liberdade, condição básica da felicidade. Ora, liberdade e felicidade provêm do ‘ser’, não do ‘ter’. Nos últimos séculos, o ‘ter’ foi gradativamente ganhando maior importância que o ‘ser’, pelo menos na política dos países ocidentais. Isso se pode verificar diariamente nos noticiários da TV, dos jornais e da internet, onde se parte do pressuposto que o bem-ter (dinheiro, poder, propriedade) é mais importante que o bem-ser (feliz) e que a economia serve para aumentar o bem-ter. O termo que expressa de maneira mais significativa esse desvio é o termo PIB (produto interno bruto), usado internacionalmente para avaliar a ‘saúde’ da economia de um país. Uma economia saudável seria uma economia que ‘produz’ muito, ou seja, que gera dinheiro. A atual mentalidade econômico não relaciona a administração das riquezas do país à felicidade do(a) cidadã(o). Por isso há quem defenda a substituição do termo PIB (produto interno bruto) pelo termo FIB (felicidade interna bruta). O que é FIB? É uma medida que avalia a economia por sua capacidade de gerar uma convivência sem miséria, de garantir o mínimo vital para todos e todas, de providenciar o acesso de todos e todas à boa saúde, boa educação, boa segurança, alimentação satisfatória, água potável, moradia, saneamento, trabalho, descanso, festa, bom vestuário e preservação da natureza.  Essa novidade que não penetra com facilidade na mente de políticos que estão acostumados a pensar em ‘custo-benefício (financeiro)’ quando falam em economia.  O segmento da população que entende economia como a procura do bem-viver para todos(as) obtém um pólo aglutinador com esta ideia. Que passemos sempre mais – na nossa vida cotidiana – do paradigma ‘ter’ para o paradigma ‘ser’, que combatamos o consumismo em casa, gastemos somente o necessário e cuidemos da vida, por frágil e inexpressiva que pareça ser. Só esse comportamento concreto pode resultar, a médio e longo prazo, na felicidade de todos. 

* Este artigo não reflete a opinião da Associação Rumos nem de seus]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com sua visã0. o tema da liberdade, condição básica da felicidade. Ora, liberdade e felicidade provêm do ‘ser’, não do ‘ter’. Nos últimos séculos, o ‘ter’ foi gradativamente ganhando maior importância que o ‘ser’, pelo menos na política dos países ocidentais. Isso se pode verificar diariamente nos noticiários da TV, dos jornais e da internet, onde se parte do pressuposto que o bem-ter (dinheiro, poder, propriedade) é mais importante que o bem-ser (feliz) e que a economia serve para aumentar o bem-ter. O termo que expressa de maneira mais significativa esse desvio é o termo PIB (produto interno bruto), usado internacionalmente para avaliar a ‘saúde’ da economia de um país. Uma economia saudável seria uma economia que ‘produz’ muito, ou seja, que gera dinheiro. A atual mentalidade econômico não relaciona a administração das riquezas do país à felicidade do(a) cidadã(o). Por isso há quem defenda a substituição do termo PIB (produto interno bruto) pelo termo FIB (felicidade interna bruta). O que é FIB? É uma medida que avalia a economia por sua capacidade de gerar uma convivência sem miséria, de garantir o mínimo vital para todos e todas, de providenciar o acesso de todos e todas à boa saúde, boa educação, boa segurança, alimentação satisfatória, água potável, moradia, saneamento, trabalho, descanso, festa, bom vestuário e preservação da natureza.  Essa novidade que não penetra com facilidade na mente de políticos que estão acostumados a pensar em ‘custo-benefício (financeiro)’ quando falam em economia.  O segmento da população que entende economia como a procura do bem-viver para todos(as) obtém um pólo aglutinador com esta ideia. Que passemos sempre mais – na nossa vida cotidiana – do paradigma ‘ter’ para o paradigma ‘ser’, que combatamos o consumismo em casa, gastemos somente o necessário e cuidemos da vida, por frágil e inexpressiva que pareça ser. Só esse comportamento concreto pode resultar, a médio e longo prazo, na felicidade de todos. </p>
<p>* Este artigo não reflete a opinião da Associação Rumos nem de seus</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Clavis Prophetarum</title>
		<link>http://movv.org/2009/11/24/sobre-a-metade-de-azeite-que-importamos-e-da-reorientacao-da-economia/#comment-105946</link>
		<dc:creator><![CDATA[Clavis Prophetarum]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:28:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DL: Concordo, mas repara como o IDH e o Gini são completamente desconhecidos da maioria das pessoas e que os economistas quando vão às televisões e aos jornais nunca os referem, ficando-se sempre nos mais convencionais (e imperfeitos) PNB e PIB...

Fenix: é uma questão de paradigma... tudo tem que ser refeito e repensado, e isso não se faz do dia para a noite. Sair da UE, agora, de sopetão, não é impossível, mas devia ser feito depois de termos ajustado o nosso nível de vida ao real valor dos nossos rendimentos (acabando com este doentio endividamento crónico das famílias), instaurando um neoproteccionismo, e uma prioridade às economias locais, ao municipalismo no ambiente de um recentramento lusófono da nossa diplomacia... muitos passos, e grandes, a cumprir de uma só vez.
Esta é pelo menos a minha visão do problema e da saída do mesmo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>DL: Concordo, mas repara como o IDH e o Gini são completamente desconhecidos da maioria das pessoas e que os economistas quando vão às televisões e aos jornais nunca os referem, ficando-se sempre nos mais convencionais (e imperfeitos) PNB e PIB&#8230;</p>
<p>Fenix: é uma questão de paradigma&#8230; tudo tem que ser refeito e repensado, e isso não se faz do dia para a noite. Sair da UE, agora, de sopetão, não é impossível, mas devia ser feito depois de termos ajustado o nosso nível de vida ao real valor dos nossos rendimentos (acabando com este doentio endividamento crónico das famílias), instaurando um neoproteccionismo, e uma prioridade às economias locais, ao municipalismo no ambiente de um recentramento lusófono da nossa diplomacia&#8230; muitos passos, e grandes, a cumprir de uma só vez.<br />
Esta é pelo menos a minha visão do problema e da saída do mesmo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fenix</title>
		<link>http://movv.org/2009/11/24/sobre-a-metade-de-azeite-que-importamos-e-da-reorientacao-da-economia/#comment-105938</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fenix]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:22:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para mim para a minha felicidade interna bruta devimos sair e já hoje da união Europeia. Enquanto eu for vivo esse será o meu imperial obecjtivo.Até lá deviamos pensar qual são os nossos verdadeiros problemas..agricultura e os agricultores mas não so temos comsumir menos temos que tentar ser ecologicamente correctos e isso vai desde casa até tudo o que no rodeia...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para mim para a minha felicidade interna bruta devimos sair e já hoje da união Europeia. Enquanto eu for vivo esse será o meu imperial obecjtivo.Até lá deviamos pensar qual são os nossos verdadeiros problemas..agricultura e os agricultores mas não so temos comsumir menos temos que tentar ser ecologicamente correctos e isso vai desde casa até tudo o que no rodeia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Deltóide Latejante</title>
		<link>http://movv.org/2009/11/24/sobre-a-metade-de-azeite-que-importamos-e-da-reorientacao-da-economia/#comment-105937</link>
		<dc:creator><![CDATA[Deltóide Latejante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:33:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«o IDH é uma medida muito mais correta da realidade humana, do que o PIB… são muitos os países que têm PNB ou Per Capita elevados, e depois têm tremendos desiquilbrios na distribuição de rendimentos. Os países do Golfo, desde logo…»

Estamos fundamentalmente a falar de conceitos diferentes e de métodos de medida diferentes. (1) O PIB (ou o PNB) podem-se gabar-se de serem os melhores mensuradores de riqueza de um país, mas (2) como diferentes países têm diferentes níveis de vida (e preços) quando são corridos para &quot;paridades de poder de compra&quot; (quando são limpos do efeito que os preços dos diferentes países têm), tornam-se no melhor medidor do poder de compra, da capacidade de se adquirirem bens com a riqueza ganha.

Estes «medidores» são muitos distantes do IDH e não concorrem o IDH. Este é um índice híbrido, que ajudou Amartya Sen a ganhar um Nobel, e tendo muito mérito ao englobar outras realidades, não deixa de ser e ter algumas incongruências. O íncide engloba 3 items. Literacia, esperança de vida, e riqueza anual, com os devidos ponderadores. Literacia medida em termos de rácios de alfabetização e escolarização (100% em ambas como referência), esperança de vida (sendo que a referência para esperança média é 85 anos!) e riqueza (com 40.000$ de vencimento anual de referência - era bom, era...). 

O problema do índice é que mesmo sendo mais abrangente que a simples riqueza, não engloba um bilião de outras métricas que poderiam igualmente ser incluíveis: nível de poluição, horas de luz solar, horas dispendidas em lazer, natalidade e sustentabilidade inter-geracional, taxas de suicídio ou dependências de drogas, cuidados de saúde, liberdade de expressão/voto/imprensa, etc e principalmente, a distribuição da riqueza, que não consta também do IDH.

Aliás, para avaliar da distribuição de rendimentos, há um índice sobejamente conhecido, o de Gini, que faz exactamente essa avaliação. Na tendência, os países mais ricos são os países com melhores índices de Gini, mas quanto a qual deles é causa e qual é efeito (boa distribuição -&gt; riqueza ou +riqueza-&gt;melhor distribuição) as opiniões dividem-se muito...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«o IDH é uma medida muito mais correta da realidade humana, do que o PIB… são muitos os países que têm PNB ou Per Capita elevados, e depois têm tremendos desiquilbrios na distribuição de rendimentos. Os países do Golfo, desde logo…»</p>
<p>Estamos fundamentalmente a falar de conceitos diferentes e de métodos de medida diferentes. (1) O PIB (ou o PNB) podem-se gabar-se de serem os melhores mensuradores de riqueza de um país, mas (2) como diferentes países têm diferentes níveis de vida (e preços) quando são corridos para &#8220;paridades de poder de compra&#8221; (quando são limpos do efeito que os preços dos diferentes países têm), tornam-se no melhor medidor do poder de compra, da capacidade de se adquirirem bens com a riqueza ganha.</p>
<p>Estes «medidores» são muitos distantes do IDH e não concorrem o IDH. Este é um índice híbrido, que ajudou Amartya Sen a ganhar um Nobel, e tendo muito mérito ao englobar outras realidades, não deixa de ser e ter algumas incongruências. O íncide engloba 3 items. Literacia, esperança de vida, e riqueza anual, com os devidos ponderadores. Literacia medida em termos de rácios de alfabetização e escolarização (100% em ambas como referência), esperança de vida (sendo que a referência para esperança média é 85 anos!) e riqueza (com 40.000$ de vencimento anual de referência &#8211; era bom, era&#8230;). </p>
<p>O problema do índice é que mesmo sendo mais abrangente que a simples riqueza, não engloba um bilião de outras métricas que poderiam igualmente ser incluíveis: nível de poluição, horas de luz solar, horas dispendidas em lazer, natalidade e sustentabilidade inter-geracional, taxas de suicídio ou dependências de drogas, cuidados de saúde, liberdade de expressão/voto/imprensa, etc e principalmente, a distribuição da riqueza, que não consta também do IDH.</p>
<p>Aliás, para avaliar da distribuição de rendimentos, há um índice sobejamente conhecido, o de Gini, que faz exactamente essa avaliação. Na tendência, os países mais ricos são os países com melhores índices de Gini, mas quanto a qual deles é causa e qual é efeito (boa distribuição -&gt; riqueza ou +riqueza-&gt;melhor distribuição) as opiniões dividem-se muito&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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