
http://www.boeing.com
Para muitos o Super Hornet é o melhor caça do mundo… Algo que resulta mais do se custo unitário, do que das suas características “brutas” e sobretudo porque se tornou a peça fundamental da força aérea embarcada e porque tem permitido colmatar a fraca disponibilidade de Raptors na USAF.
O avião tem a capacidade de funcionar em rede (ao contrário do Raptor) incluindo um Link 16 Datalink e um aumento de capacidade em relação ao Hornet original de um maior raio de ação resultante de depósitos 33% maiores. Por isso o avião é mais longo e largo de asas. Foram também instalados mais dois suportes para armamento, que agora são um total de 11.
O avião utiliza uma turbina General Electric F414-GE-400, uma variante do F404.
O primeiro Block II foi entregue em setembro de 2003 com uma parte frontal redesenhada e mudanças necessárias para que pudesse acolher o radar Raytheon APG-79 AESA. Futuramente, todos os Super Hornet serão atualizados para o padrão Block II.
Em 2012, a US NAVY terá 493 Super Hornets e este será o ano em que a construção do aparelho será encerrada. Contudo, a Boeing propôs à US Navy a entrega de 170 novos aviões para que esta mantivesse a sua operacionalidade até à entrega dos F-35. Cada um destes aviões custaria apenas 49,9 milhões de dólares. A maior vantagem do avião, já que devido aos problemas com as turbinas F414 não ganhou boa reputação e que pela ausência de características stealth não é um verdadeiro aparelho de 4,5 geração…
Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

















Apenas uam correção: o F-18E não é operado pela USAF mas sim pela US NAVY dado ser um avião de porta-aviões.
Entre outros, este avião substitui os F-14, A7s e as primeiras versões do F-18 (F-18A) nos porta-aviões classe NIMITZ.
Na USAF o velhinho F-16 continuará até entrar ao serviço o novo F-35 (JSF)
é verdade. obrigado pela precisão, Luís.
É querem q o BRASIL, comp´rem o velho F 18…de graça tá caro.