Este governo pode ter conseguido o “milagre estatístico” de fazer Portugal alcançar as médias europeias de sucesso escolar (p.ex. na Matemática), mas à custa de um facilitismo cada vez menos camuflado e de provas e exames cada vez mais fáceis além de pressões (por vezes intensas) aos professores para que não “traumatizem” as crianças, chumbando-as. Assim o Ensino se torna mais um “divertimento” e um exercício de “felicidade” e menos um caminho de Exigência e de formação de cidadãos ativos e competentes.
Arquivos Diários: 2010/06/04
Santo Facilitismo: Não têm que ir às aulas, mas se passarem nos exames passam na mesma
Quids S20: Que edifício é este?
Regras:
1. Todos os quids valem um ponto.
2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…
Declaração MIL sobre o “tributação do IVA às transmissões de livros a título gratuito”
O MIL: Movimento Internacional Lusófono regozija-se publicamente por, finalmente e de acordo com o mais elementar bom senso, ter sido decidido no último Conselho de Ministros do Governo Português, por proposta da Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, pôr fim à tributação do IVA à tributação do IVA às transmissões de livros a título gratuito. Conforme foi reconhecido pelo Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, no final do Conselho de Ministros, “a tributação do IVA era uma das principais razões para a destruição de livros, findo o seu interesse comercial”.
Lembramos que todo este processo foi desencadeado por uma Petição lançada pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono, a Petição “Não destruam os livros”
(http://www.gopetition.com/online/28707.html), já este ano por nós apresentada na Comissão de Ética, Sociedade e Cultura (28 de Janeiro), e entretanto discutida no Plenário da Assembleia da República (14 de Maio).
Mais do que uma vitória do MIL, trata-se, porém, de uma vitória da Cultura. Continuaremos a acompanhar este processo, de modo a que nenhum livro seja destruído — em Portugal ou em qualquer ponto do Espaço Lusófono —, entregando-os a quem mais precise. E há muita gente, em todo esse Espaço, a precisar de livros.
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
www.movimentolusofono.org
















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