Monthly Archives: Setembro 2010

Quids S21: Quem é este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Comentário a “A Via Lusófona”: A Ideia de União Lusófona

Renato Epifânio

Renato Epifânio

“…uma ideia que muitos considerarão demasiado visionária para se poder concretizar: a ideia de uma “União Lusófona”, ou seja, de uma União entre todos os países de expressão portuguesa.
Essa ideia já deu lugar à CPLP, inspirada por Agostinho da Silva, logo nos anos 50, mas esta, tal o seu modelo, não nos levará longe.”
Renato Epifânio, A Via Lusófona

As ideias “visionárias” apenas o são porque são novas e diferentes… a própria ideia de Portugal pode ter parecido visionária e irrealista aos olhos de quem na época, no Império das Espanhas ou na Hispânia muçulmana assistia às irrealistas ambições independentistas de um pequeno conde do noroeste peninsular. Apesar desse “irrealismo”, Portugal fez-se e é hoje o mais antigo Estado europeu e o único Estado-Nação europeu de médias dimensões.

É verdade que a ambição de transformar esta entidade ainda demasiado formal e virtual que é hoje a CPLP no embrião de uma verdadeira “União Lusófona” ainda parece irrealista, no curto prazo, mas as ambições são isso mesmo: objetivos e destinos estratégicos de médio e longo prazo que só nessas escalas fazem sentido. E a História de Portugal já demonstrou de forma absolutamente cabal que os portugueses não são como a maioria dos povos do norte da Europa: quando são colocados sem horizontes estratégicos balizados apenas por fronteiras estreitas ou objetivos curtos e sem visão de largo plano, aborrecem-se e desmotivam-se coletivamente. Este “aborrecimento coletivo” explica no essencial o constante declínio de Portugal desde que o Império (conceito bacoco e desnecessariamente prolongando além de toda a razoabilidade).

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | 21 Comentários

Outplacement: A última moda

Uma das “modas de gestão” da atualidade emprega um anglofonismo que é cada vez mais comum no meio empresarial: “outplacement”.

As numerosas empresas de “recursos humanos” (termo detestável, como se os seres humanos fossem “recursos”…) que agora vivem do Outplacement estão a viver um período de plena euforia, sendo procurados pelas grandes empresas portuguesas que tentam reduzir o seu quadro de pessoal de uma forma que – acreditam ou querem fazer crer – ser mais suave e ligeira.

Os despedimentos que recorrem ao outplacement são o resultado de vários problemas desde dificuldades financeiras da empresa até à incapacidade do trabalhador em cumprir as suas funções. Embora o quadro legal nacional ainda dificulte os despedimentos, há cada vez mais empresas que recorrem às empresas de Outplacement para reduzirem de forma amigável o seu pessoal.

Por detrás do conceito de “outplacement” está o de “responsabilidade social”, mas estas empresas que se movem nesta área estarão a agir de acordo com as regras da “responsabilidade social”? No essencial, a empresa de Outplacement devia criar condições para aliviar a tensão emocional e psicológica do momento traumático que é sempre, necessariamente, o do Despedimento (frequentemente nestes casos mascarado sob o nome de “rescisão amigável”). Mas este serviço tem custos… frequentemente, as empresas que recorrem aos serviços das empresas de outplacement cobram (bem) pelos seus serviços e quem paga essa fatura é o próprio trabalhador, que vê esse custo ser deduzido do valor total da sua indemnização. Cuidado portanto, ao aceitar um serviço de outplacement como parte do seu processo de “rescisão amigável”… não se deixe enganar.

Uma empresa de Outplacement não deve também substituir-se aos deveres da direção da empresa despedidora: a entrevista em que a decisão de prescindir com os serviços de um dado colaborador tem que ser assumida totalmente pela direção: nessa entrevista não devem estar presentes nem “consultores”, nem advogados nem – muito menos – membros da empresa de Outplacement.

As empresas de Outplacement têm como maior missão acalmarem o colaborador e devolverem-lhe alguma da autoconfiança perdida. Para o bom cumprimento dessa missão recorrem a psicólogos e treinadores especializados na identificação de uma segunda carreira para o trabalhador “reestruturado” e na elaboração de um bom curriculum vitae. Estas atividades dependem tudo da boa qualidade dos consultores que assistem ao ex-trabalhador e esta – infelizmente – nem sempre é suficiente entre as empresas deste ramo que operam em Portugal… É também demasiado frequente ver estas empresas empurrarem as pessoas que lhes são entregues para formarem negócios próprios – especialmente se tiverem mais de 40 anos – ou para a primeira oferta profissional que receberem, já que tais aceitações representam para si um “sucesso”, mesmo que essa auto-empresa declare falência em menos de 12 meses ou que esse novo emprego represente menos de metade do anterior salário. Mas é assim que estas empresas de Outplacement exibem as suas “médias de sucesso” sempre mais ou menos “marteladas” e nunca verificadas por entidades terceiras.

Sejamos claros: ainda que um ex-trabalhador submetido aos serviços de uma empresa de Outplacement possa encontrar emprego mais rapidamente do que um que não recorre a uma empresa deste tipo há que verificar se a empresa despedidora não está a usar o dinheiro da rescisão para pagar os seus serviços, nunca embarcar nas propostas imediatas que aparecem sem pensar duas vezes e exigir sempre o melhor serviço possível.

Fonte:
http://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_outplacement_despedir_a_pensar_nos_tr_1085012.html

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal, Sociedade, Sociedade Portuguesa | 4 Comentários

Quids S21: Que filme é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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No século XVI, Lisboa tinha 10% de população negra e do que devemos aprender daí

No século XVI surgiriam duas Irmandades Dos Homens Negros em Portugal, uma em Lisboa e outra em Lagos. Na altura 10% da população portuguesa era constituída por escravos africanos, segundo o historiador Cristóvão de Oliveira.

Esta mesma percentagem surge mais tarde, em pleno século XIX aquando da visita de Lord Byron a Portugal e hoje, não estará muito longe da verdade, se à população urbana da capital se somar a população migrante dos subúrbios. Portugal sempre soube, portanto, integrar demográfica e culturalmente estas populações de origem africana, porque não seria assim capaz de o tornar a fazer hoje em dia? O fenómeno migratório está aliás gravado bem fundo na própria forma portuguesa de estar no mundo, onde os casamentos mistos foram fundamentais para a sobrevivência durante quase meio milénio da presença portuguesa no oriente e em África. Portugal tem também sido ao longo de toda a História europeia um dos maiores fornecedores de correntes migratórias do globo havendo hoje qualquer coisa como 5 milhões de portugueses no exterior, ou seja, um terço da população nacional…

Perante tal condição migratória, perante um problema demográfico nunca satisfatoriamente endereçado pelo regime democrático, e que se traduz numa das taxas de substituição demográfica mais baixas do mundo: 1.3 filhos por casal, quando essa taxa devia ascender a pelo menos 2.1 para que a população se pudesse manter aos mesmo níveis que os atuais. Perante tal bem sucedido passado de integração – pela via da miscigenação – porque haveremos hoje de temer os fenómenos imigratórios atuais? Aliás, tendo em conta o aspecto migrante da própria portugalidade, como rejeitar a imigração, sobretudo num grave contexto, não apenas de estagnação, mas até de recuo demográfico?

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A Zond 3

Foi em 18 de julho de 1965 que a União Soviética lançou a Zond 3 uma sonda que foi capaz de fotografar pela primeira vez regiões nunca vistas do nosso satélite natural fazendo a notável tarefa de fotografar, revelar o filme e… enviar as fotos por televisão, de volta para Terra!

Uma das missões da Zond 3 era contudo secreta… os soviéticos estavam também em busca de um bom local para aterrar uma nave tripulada havendo inclusivamente o nome do cosmonauta Valery Bykovsky ainda em 1968 isto segundo um livro escrito pelo próprio e intitulado “Cosmonauta Número 5″ onde afirmou tinha estado “em treino para um voo lunar”. Segundo o historiador James Oberg, este voo lunar seria um sobrevoo da Lua, a realizar em 1967 com um único cosmonauta a partir de uma cápsula Soyuz muito modificada.

Os projetos soviéticos de colocarem um cosmonauta na Lua antes dos norte-americanos foram frustrados com a morte de Sergei Korolev o engenheiro de foguetoes cujo génio esteve por detrás de todas as grandes realizações do programa espacial soviético, desde o Sputnik à Soyuz. Sem o seu génio, o grande foguetão lunar que os sovieticos estavam a construir não seria terminado com sucesso e com a chegada da primeira Apollo à Lua, todo o programa soviético seria abandonado ficando assim todo o trabalho de mapeamento e preparacao de uma missão tripulada por aproveitar.

Fonte:
http://www.alamogordonews.com/ci_15542677?

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Quids S21: Que filme é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Miguel Real: Crítica Severa aos 25 anos de Cavaco Silva na Política

Membro do Conselho Consultivo do MIL: Movimento Internacional Lusófono
Citações:
“Quando Cavaco Silva chegou ao poder, há 25 anos, havia 2 milhões de pobres. Hoje, continua a haver 2 milhões de pobres”
“Manuel Alegre representa a Esquerda Imperial”
“Cavaco Silva aparece sempre no final quando todos os problemas já estão resolvidos”
“Ele que é o Presidente devia precaver para que a situação de Portugal não chegasse à beira do abismo”
“Para vir para Lisboa, passei a ter 2 auto-estradas. Um exagero.
Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 21 Comentários

Quids S21: Como se chamava este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O que fazer quando se é vítima de Bullying?

Antes do mais importa esclarecer que não sou um especialista nesta área. Sou apenas um pai preocupado, que se tenta manter informado e que nao gosta de desperdiçar nada. Razão pela qual aqui condensarei o fruto das minhas pesquisas sobre este tema tão importante para tantos dos nossos jovens e que – naturalmente – também me afetou lá nos distantes idos de 1740, onde tive a minha juventude…

1. Falar com alguém

A primeira coisa a fazer é contar a um adulto em quem se confie. Há uma relutância natural em contar estes episódios, por timidez, por receio de crítica. Mas um caso de bullying pode facilmente tornar-se muito grave, pelo que é importante falar com alguém, logo nas primeiras ocorrências. Muitas crianças e jovens receiam falar com os pais, porque teme (justamente…) que estes numa primeira reação lhes cortem o acesso à Internet e ao telemóvel. Se assim for, explique claramente esse receio aos seus pais e trabalhem em conjunto para uma resposta que não implique a cessação total de acesso.

2. Afaste-se.

Quer seja um bullying virtual ou na vida real, esta solução é igualmente válida. Ao contrário da vida real, não é difícil desligar o computador, o telefone ou apagar uma conta no hi5 ou no facebook e focarmo-nos nos aspectos mais reais e concretos da nossa vida. Em todos os domínios, a melhor arma contra os bullies é ignorá-los.

3. Queixe-se ao seu ISP ou “Fornecedor de Serviço”.

Recolha todos os elementos sobre o bullying (datas, horas, sites afetados, suspeitos, etc) e escreva uma mensagem ao seu ISP (meo, zon, cabovisão, etc). Faça de seguinte o mesmo para o site onde aparecem essas ameaças (youtube, facebook, hi5). Estas queixas podem ter uma eficácia insuspeita…

4. Bloqueie o Bully.

Verifique se na plataforma utilizada pelo agressor existe alguma forma de bloquear abusadores seja ela uma rede social como o facebook (onde existe a opção “bloquear”) ou um telemóvel onde nos mais sofisticados há opção para rejeitar automaticamente todas as chamadas provenientes de números desconhecidos.

5. Não responder.

Ainda que possa haver um natural impulso para reagir respondendo no mesmo nível há, nesta reação mais a perder do que a ganhar. É verdade que em alguns casos fazer frente a um bully pode ser eficaz (falo por experiencia própria, mas é infelizmente bem mais provável que acabemos apenas a provocá-lo m e a aumentar a escala de gravidade de uma situação já de si bastante série para a vida de um jovem. Geralmente, a melhor opção parece ser apelar a um adulto por opinião ou por uma intervenção seja junto do próprio bully ou dos seus pais. No processo, não esquecer de fazer o maior número de registos possível de todas as agressões, seja na forma de voz (gravando) seja na Internet (écrans capturados e logs) seja na forma de vídeo ou de fotografias. Estas provas podem vir a revelar-se essenciais se mais tarde for necessário levar o caso a outros patamares…

6. Tenha cuidado quando Online

Proteja com passwords tudo o que puder e nunca grave passwords e nenhuma plataforma na Internet (mail, browsers, etc). Mude as passwords frequentemente e não escolha passwords fáceis de adivinhar. Partilhe-as apenas com os pais e nunca com irmãos ou amigos, ja que numa zanga estes poderão ter comportamentos imprevisíveis… verifique se quer mesmo colocar online as fotografias e a informação que está a colocar. Dirão a terceiros algo sobre o local onde vive? sobre você? Recorde-se que já houve vários casos de jovens que perderam empregos por causa de fotografias comprometedoras presentes na Internet…

7. Quando o ciberbully é um amigo

Em dadas circunstâncias, a fonte da agressão pode ser alguém que considera como amigo. Aborde-o diretamente, questionando-o sobre essa suspeita, de uma forma tão “suave” quanto o possível, tentando compreender as suas motivações.

8. Por fim, na defesa contra o bullying, seja ele real ou cibernético, aplicam-se também algumas regras impostas pelo mais básico senso comum: evitar andar sozinho e locais desertos ou mal iluminados, procurar amigos que sofram do mesmo problema e buscar neles a companhia e defesa mútua de que ambos precisam, contar aos pais ou aos educadores, exibir sempre confiança e determinação de forma a não assumir o papel de “vítima crónica” onde nos querem encerrar e, sobretudo, seguir em frente! Todas as crianças e jovens passaram por algum tipo de bullying no seu passado e todos os agressores foram ele próprios já alvos de idênticas experiências. Ter em conta que o que não nos mata, nos torna melhores e recorrer aos adultos (pais ou professores) porque tendo eles próprios já passado pela situação poderão dar orientações preciosas sobre como sair dela.

Fontes:
www.bullying.org
www.bullying.com.br
http://kidshealth.org/teen/school_jobs/bullying/cyberbullying.html?tracking=T_RelatedArticle#
http://apeedpedroiv.bloguepessoal.com/25330/BULLYING/

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Economias Locais: a promessa europeia que se perdeu em 2008

Um dos eixos dominantes da agenda cívica e política que o MIL apresenta a uma sociedade portuguesa em crónico estado de “cidadania latente” e a uma Comunidade Lusófona embrionária é o das Economias Locais, do refocamento no Local a partir da orientacao globalista imposta pelos teóricos do Pensamento Único neoliberal.

É assim curioso que oiçamos Antonio Tajani, o vice-presidente da Comissão Europeia, referir que: “Serão as pequenas empresas que vão criar novos postos de trabalho”. Idêntica é a opinião da Associação Europeia das Pequenas e Médias Empresas (UEAPME). As grandes empresas e multinacionais são ineficientes, plenas de desperdícios e de degraus hierarquicos que desviam recursos preciosos e que as tornam lentas num mundo em que a rapidez de reação é cada vez um fator competitivo mais importante. Assim, serão as PMEs, ou melhor, as 23 milhões de pequenas e médias empresas que irão propulsar a economia europa para fora da recessão já que as grandes empresas e as multinacionais estão demasiado preocupadas em engenharias fiscais e em deslocalizações para alavancar qualquer retoma. Small is Beautiful e assim serão as PMEs que pela primeira vez terão este papel propulsor.

Os apoios dos governos às grandes empresas não são produtivos como eram no passado. Pelo contrário, importaria agora recentrar nas PMEs esses apoios. Existe até na Europa a “Lei das Pequenas Empresas” que congrega uma série de medidas da Comissao Europeia e dos governos da União, aprovada em 2008, mas ainda sem grandes efeitos práticos!

Foi em 2008 que Durão Barroso prometeu que “administrações públicas mais atentas, menos atraso no pagamento de facturas, acesso mais fácil ao financiamento, à inovação e à informação, menos IVA para os serviços prestados a nível local e melhor acesso aos contratos de direito público”, mas praticamente nada disto avançou. E de entre estes problemas destaca-se o mais grave: o atraso dos Estados em pagarem às PMEs, que nalguns países ascende a 400 dias!

E há que criar mecanismos estatais que permitam às novas empresas atravessarem os primeiros críticos cinco anos. Em Portugal, 30% encerram ao fim de um ano. O mecanismo das falências tem que ser simplificado, de forma a permir rápidos recomeços e as cargas fiscais aligeiradas ou adiadas para depois dos primeiros dois anos onde se concentra o essencial das falencias de novas empresas.

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/pequenas-empresas-criam-80-por-cento-dos-novos-empregos_1439681

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | Deixe o seu comentário

Renato Epifânio: “A política, cada vez mais, parece reduzir-se a uma mera gestão económica”

“…a ideia de Pátria deixou de ser actual pela extremação do individualismo contemporâneo. As pessoas, cada vez mais, recusam o que as liga, valorizando antes, até ao extremo, o que as separa – e por isso caracterizou José Marinho, a nossa época como a “a época da cisão extrema”. Também por isso, a política, cada vez mais, parece reduzir-se a uma mera gestão económica.”
A Via Lusófona, Renato Epifânio

Sendo essa autocastração a maior maleita dos regimes atuais. Se um Governo democraticamente eleito concentra toda a sua atividade na área contabilística e económica então recusa toda a outra intervenção política. Se um governo se torna em executante passivo e acéfalo de políticas definidas num qualquer “centro de comando” remoto e não democrático, enjeita a sua representatividade democrática e renega a Democracia.

Governar não é Gerir. Governar é saber ver mais alto e longe, traçar rumos e saber levar barcos – com determinação e sem receio por fúteis impopularidades – até um objetivo que tem que existir e ser traçado. Atualmente, nenhum governo ou partido consegue ver mais longe que o imediato. Todos vivem obcecados com o curto prazo das próximas eleições e isso resulta da tomada da Democracia pela Partidocracia, com o seu doentio e egótico rotativismo. Importa quebrar este monopólio, devolvendo ao indivíduo o sentimento de pertença a uma comunidade e a algo maior, onde se pode projetar e enquadrar, completando essa clássica incompletitude que está na base de tantas das esquizófrenias das sociedades modernas.

Categories: Economia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

Declaração MIL sobre a política externa portuguesa

O MIL repudia e censura veementemente as recentes declarações do Ministro Português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, segundo as quais “Portugal não vai fazer parte de uma futura força de estabilização caso esta venha a ser criada e enviada para a Guiné-Bissau”. Consideramos incompreensível que Portugal, sempre tão lesto a participar em acções fora do espaço lusófono – ex-Jugoslávia; Iraque; Afeganistão, etc. – recuse à partida o auxílio a um povo irmão como é o guineense.

Por outro lado, o MIL expressa a sua perplexidade por, na mais recente distribuição de pastas no SEAE, Serviço Europeu de Acção Externa, a Portugal ter calhado o Gabão (!), enquanto, por exemplo, Espanha foi presenteada com Pequim (segundo posto), Argentina, Angola, Namíbia e Guiné-Bissau. Sinal bem evidente da importância que nos reconhecem no seio da União Europeia e da falta de empenho e dedicação do Governo e da nossa Diplomacia.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
www.movimentolusofono.org

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A NASA está a trabalhar num novo conceito para chegar ao Espaço: Carris

X-51A Waverider (http://www.flightglobal.com)

X-51A Waverider (http://www.flightglobal.com)

Uma equipa da NASA está a trabalhar num novo conceito para chegar ao Espaço: lançar uma nave espacial a partir de um sistema de carris até que o engenho alcance uma velocidade suficiente para que os seus motores scramjet possam ser ligados e elevar a nave até uma altitude que lhe permite lançar um segundo estádio, propulsado a foguete até órbita.

A nave terá, no seu primeiro estádio, motores scramjet alimentados pelo ar atmosférico (poupando assim as toneladas de oxigénio líquido dos foguetões químicos convencionais) e neste estádio uma capacidade para acelerar até ao Mach 10 e asas muito aerodinâmicas. Logo que libertar o segundo estádio (a foguete) a nave-mãe dará uma volta e regressará ao solo, planando graças às suas asas.

Desta forma, a parte mais importante do sistema será reutilizável com uma notável poupança de custos.

A tecnologia necessária já existe, mas tem que ser aperfeiçoado até se conseguir um protótipo viável e económico.

Os carris de lançamento poderão ser eletrificados, de forma a permitir o uso do magnetismo para acelerar a nave-mãe. Mas um sistema de impulso a gás também está a ser avaliado.

A tecnologia scramjet ainda não está completamente amadurecida, mas os progressos registados graças a programas como o X-51A Waverider e o X-43A indicam que se está perto do nível tecnológico necessário para levar este projeto a bom porto.

Não é contudo certo que a NASA receba os fundos suficientes para levar até ao fim este ambicioso e muito promissor programa…

Fonte:
http://www.space.com/businesstechnology/rail-launched-scramjets-new-nasa-technology-100914.html

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Miguel Real: Uma visão lúcida sobre a grave crise económica do nosso país

Citações:
“Os portugueses pensam que têm que trabalhar e que os políticos são um obstáculo à própria vida do dia a dia”
“Todos os anos saem do país cem mil portugueses”
“Discutir a revisão constitucional é como os naufrágos discutindo se a água está quente ou fria”
“A Questão Passos Coelho-Sócrates é pessoal”
“Todas as reações de Sócrates são de defesa intempestiva”
“Sócrates era o leão que apareciam na Assembleia da República”
Membro do Conselho Consultivo do MIL: Movimento Internacional Lusófono
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O Sol vai ter um máximo de atividade já em 2013 e… provocar uma Idade do Gelo a partir de 2015?

Manchas Solares (http://images.astronet.ru)

Manchas Solares (http://images.astronet.ru)

Muitos astrónomos acreditam que o Sol vai alcançar o seu máximo de atividade em 2013. Os especialistas acreditam que este será um pico muito elevado, com muitas auroras boreais e dificuldades nas comunicações por satélite e até por telemóvel, não sendo impossível que alguns satélites fiquem mesmo completamente desativados.

Este pico solar que se espera para 2013 recorda-nos que vivemos até agora um período de incomum acalmia, algo semelhante a um que se viveu em finais do século XVII e que produziu na Terra uma pequena “Idade do Gelo”. Isto é, o Pico solar de 2013 vai representar o fim de uma acalmia solar que então cessará, e com ela deixaremos de ter temperaturas mais baixas. Isto significa que os efeitos do Aquecimento Global serão maximizados a partir de 2013. Essa é a má notícia. A “boa” notícia é que os astrónomos solares acreditam que a partir de 2015 há uma séria possibilidade de não serem mais registadas manchas solares no Sol… algo que irá certamente (a verificar-se) provocar uma Idade do Gelo comparada com a qual a do século XVII será pouco mais que um breve resfriado… Se tal acontecer, o Aquecimento Global – induzido pelo Homem – pode vir até a revelar-se… benéfico?! uma conclusão que merece mais estudo e reflexão antes de ser levada até às últimas consequências.

Fonte:
http://astropt.org/blog/2010/09/19/sol-com-mudancas-extremas/

Categories: Ciência e Tecnologia, SpaceNewsPt | Tags: | 2 Comentários

“Portugal entrou para a Europa porque, entretanto, havia perdido o seu Império”

“Portugal entrou para a Europa porque, entretanto, havia perdido o seu Império e, sobretudo, pela promessa dos “fundos”, que desenvolveriam finalmente o país.
Foi pois, sobretudo, um “negócio”. E os negócios não merecem a deferência de um referendo.
O povo, aliás, na sua intuitiva sabedoria, sabe que é disso, sobretudo, que se trata: nós estamos na Europa para “sacar” algum dinheiro, o mais que pudermos. Para mais, como bem lembrava Agostinho da Silva, esses “fundos” eram-nos devidos. Se a Europa se tornou historicamente a região mais desenvolvida do mundo foi, desde logo, porque Portugal lhe abriu as portas do mundo. Nada mais justo, pois, do que agora sermos, enfim, pagos por esse nosso feito”

Renato Epifânio
A Via Lusófona

A questão é contudo a de saber qual seria o resultado de um Referendo em que existisse uma verdadeira imparcialidade das perguntas (rara nos Referendos…) e onde para além de um puro sufrágio à “opção europeia” surgissem também outras opções… agora que a torneira dos Fundos começa secar, o restrito e estéril economicismo fará valer as suas consequências… nomeadamente o seu maior falhanço que é o da incapacidade para criar uma “pátria europeia” ou uma consciência comum alavancada numa alma europeia ou mesmo na existência de uma verdadeira comunhão entre os cidadãos da Europa.

Sem Alma, não pode haver Europa que sobreviva a uma verdadeira crise económica. Os Estados-Nação conseguem sobreviver às Crises porque os seus Povos estão dispostos a suportar sacrifícios em nome de causas imediatistas e mecânicas. O sacrifício coletivo e/ou individual é apenas suportável quando cumprido em nome de uma causa maior. Que não são nem os secos balancetes da Contabilidade dos Estados nem a transferência de parcelas crescentes de Soberania e Liberdade para entidades Supra-estatais não democráticas e física e emocionalmente distantes das realidades locais.

Alguns dirão que a Europa está a morrer. Nós diríamos mais: nunca chegou a nascer, porque a atual União Europeia nunca passou o estádio da “comunhão de interesses de curto prazo”, sem visão de longo prazo nem alavancagem anímica num conceito comum de “Pátria” ou “Alma Europeia”. Perante tal situação, a aparição de uma Alternativa Lusófona é inevitável. E tanto mais depressa quanto mais flagrante for o fracasso da construção da tal “casa comum europeia” sonhada pelos seus fundadores, na década de 50…

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Quids S21: Que filme é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Fernando Nobre: “A União Europeia publicou há pouco tempo uma inaceitável legislação para a captação da massa cinzenta de quadros: médicos, enfermeiros, informáticos, engenheiros… Essa política terá como consequência imediata uma sangria em quadros em países muito depauperados em recursos humanos

Fernando Nobre (http://aeiou.expresso.pt)

Fernando Nobre (http://aeiou.expresso.pt)

“A União Europeia publicou há pouco tempo uma inaceitável legislação, porque demasiado seletiva, para a captação da massa cinzenta de quadros: médicos, enfermeiros, informáticos, engenheiros… Essa política terá como consequência imediata uma sangria em quadros em países muito depauperados em recursos humanos formados, o que evidentemente acentuará a sua já hipotecada hipótese de desenvolvimento.”
Fernando Nobre
Humanidade

Sem quadros não há Desenvolvimento. A Europa (e o Mundo Desenvolvido, aliás) têm que alterar radicalmente o paradigma das “ajudas ao Desenvolvimento” que assentam quase exclusivamente em “ajudas de emergência”, essencialmente em bens alimentares provenientes dos excessos de produção (subsidiados) europeus. Em vez de persistir neste estéril rumo do envio de “peixe”, devemos inverter rumo e passar a enviar “manuais de pesca” e “canas”. Não alberguemos estudantes africanos nas nossas universidades, para depois os “passar administrativamente” e para ver a sua esmagadora maioria a ficar entre nós, nunca regressando aos países de origem. Sejamos frontais e usemos os recursos que assim se malbaratam para fundar Universidades nos países de origem, com qualidade e professores pagos por Portugal e Brasil. Municiemos os níveis básicos de Ensino neste países de bons professores e de meios físicos adequados. Por esta via – pela Educação – criar-se-á assim uma camada civicamente ativa e economicamente útil que poderá contribuir efetivamente para o desenvolvimento dos seus países. Sendo que depois não podemos desperdiçar todo este investimento desviando depois estes preciosos recursos humanos para a Europa, como querem fazer estes “lideres europeus” de tão curta visão…

Categories: Fernando Nobre, Política Nacional, Portugal | Deixe o seu comentário

O avião espacial Skylon vai fazer o primeiro voo em 2017

Podemos estar na antecâmara de uma nova era na exploração do Espaço. Uma empresa britânica, a Reaction Engines está a ultimar a concepção do Skylon, um avião espacial que promete revolucionar as viagens espaciais. O Skylon deverá entrar em órbita pela primeira vez em 2017 dando assim arranque a uma era de viagens espaciais mais frequentes e muito mais económicas.

O Skylon será capaz de descolar e aterrar a partir de pistas de aviação convencionais e foi concebido para levar turistas e cientistas até à órbita terrestre.

Os dois motores do Skylon são alimentados a hidrogénio e oxigénio retirados da própria atmosfera e poderão impulsionar o aparelho a velocidade de Mach 5. Quando o Skylon se aproximar dos limites da atmosfera terrestre, o oxigénio que foi acumulado durante a ascensão é usado como combustível dos motores para a fase final do voo do aparelho.

Fonte:
http://www.oxfordmail.co.uk/news/8401345.Firm_aims_to_take_spaceplane_into_orbit/?ref=rss

Nota: Foi o Otus, que me recordou deste avião… mas já escrevi algures sobre este interessante projeto britânico, se bem me lembro…

Categories: Ciência e Tecnologia, SpaceNewsPt | 3 Comentários

Quids S21: Quem era este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S21 | 15 Comentários

Bundeswehr Transformation Center sobre os impactos do Pico Petrolífero

Bundeswehr Transformation Center (http://www.streitkraeftebasis.de)

Bundeswehr Transformation Center (http://www.streitkraeftebasis.de)

Embora a Recessão Global que tendo surgido em 2008, ainda faz hoje sentir o seu peso, tenha feito passar para segundo plano os reflexos na economia do Pico Petrolífero, a verdade é que este já ocorreu nalguns dos maiores produtores mundiais (como a Arábia Saudita e a Rússia) e assim que a Recessão der sinais decisivos de resolução, o consequente aumento de consumo há de expor as suas consequências.

Esta é também a conclusão de um estudo produzido pelo “Departamento de Análise Futura” do Bundeswehr Transformation Center, um instituto alemão que procura identificar o rumo da estratégia que devem seguir as forças armadas alemãs.

O estudo conclui que o Pico Petrolífero irá alterar de modo irreversível o equilíbrio global de poder e levar à aparição de novas superpotências. Conclui também que os países ocidentais irão entrar num declínio económico acentuado e que os Mercados Financeiros irão entrar em colapso total e irreversível. Em consequência, o globo será assolado por uma sucessão de crises políticas e sociais.

Além da Alemanha, também o Reino Unido está preocupado com as consequências de curto prazo do Pico Petrolífero estando (segundo o prestigiado jornal The Guardian) o governo britânico a preparar juntamente com o Banco de Inglaterra e representantes da Indústria um plano de reação ao Pico e à tremenda redução dos níveis de energia que se esperam como sua direta consequência.

O relatório do instituto alemão escreve a dado ponto que “alguma probabilidade de que o Pico petrolífero ocorresse em torno do ano 2010 e que o impacto sobre a segurança seja expectável ser sentido 15 a 30 anos depois”.

Uma das maiores alterações no quadro geopolítico mundial será o aumento notável e inédito do poder dos países que após este Pico, conseguirão manter-se como exportados de hidrocarbonetos. A escassez determinará que os maiores consumidores estarão dispostos a quase tudo para cativarem a escassa oferta que então estará disponível para exportação.

O relatório também prevê que esta escassez sistémica e crescente vai destruir a atual tendência para a liberalização do mercado da energia: “A proporção de petróleo comerciada a nível global, o mercado do petróleo acessível livremente, diminuirá quando mais petróleo for comerciado através de contratos bi-nacionais”. Isto determinará o fim do Mercado e a estatização do comércio mundial de petróleo é inevitável.

Como consequência desta escassez de petróleo, todos os preços – de todos os produtos – irão subir de forma absolutamente explosiva, já que o petróleo compõem os preços de cerca de 95% de todos os bens.

O estudo militar alemão lança uma serie de respostas possíveis a uma emergência económica de tão grande amplitude: o regresso à planificação económica em que “um racionamento governamental e a destinação de bens importantes ou o estabelecimento de programas de produção e outras medidas coercivas de curto prazo para em tempos de crise substituir mecanismos baseados no mercado”.

Os autores do estudo referem também a possibilidade da erupção de colapsos generalizados dos sistemas democráticos do Ocidente, com a chegada ao poder – pela via democrática – de “alternativas ideológicas e extremistas às formas existentes de governo”.

Fontes:
http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,715138,00.html#ref=nlint
http://www.resistir.net (tradução)

Categories: DefenseNewsPt, Economia, Política Internacional | Tags: | 1 Comentário

“Os juros a 10 anos exigidos a Portugal ultrapassaram os 6%, um valor próximo do que era exigido à Grécia um mês antes de recorrer à ajuda internacional”

“Os juros a 10 anos exigidos a Portugal ultrapassaram os 6%, um valor próximo do que era exigido à Grécia um mês antes de recorrer à ajuda internacional. O recurso ao pacote de financiamento externo da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) é visto por um número crescente de economistas, banqueiros e empresários como uma hipótese – e alguns casos uma inevitabilidade.”

Parece claro que a situação atual é insustentável e não já num horizonte de anos (2015, como acreditavam há apenas umas semanas a maioria dos economistas), mas inevitável em poucas semanas e certamente antes do final de 2010. A este ritmo de subida dos juros e dada a crónica dependência de financiamento das despesas correntes pela via do endividamento externo (!) estamos à beira do ponto em que deixará de ser possível ao Estado pagar salários e reformas. Será então necessário recorrer ao FMI e ao fundo europeu de estabilização para evitar a Bancarrota, esperando que estes sejam capazes para absorverem as necessidades simultâneas de cinco países: Portugal, Grécia, Itália, Irlanda e Espanha, já que perante a bancarrota iminente de um, logo os Mercados se encarregarão de afundar os demais.

O problema maior com a Dívida Externa parece estar em que o Governo Sócrates parece incapaz de conter o crescimento do endividamento. Este ano, o Governo não tem sabido conter o crescimento da dívida e – apesar disso – não pára de emitir nova dívida, onerando mais e mais os encargos que as gerações futuras terão que suportar.

Portugal não consegue viver assim, simplesmente. É impossível que um país de dez milhões de habitantes viva eternamente na penúria e de mão estendida aos financeiros do estrangeiro. O problema atual é – na sua vertente mais superficial – simples: o Estado (e os Particulares) gastam muito mais do que aquilo que ganham. A solução é ainda mais simples e dupla: o Estado tem que gastar menos e como essa despesa corrente é hoje essencialmente composta de salários e reformas estes não podem ficar como esta e o Estado tem que cobrar mais impostos. Como a carga fiscal já está além daquele que devia por aqui não há mais margem… o que resta é portanto… cortar. Mas cortar onde? Em salários que já estão muito abaixo da média europeia? Ou simplesmente… encerrar a porta a este Estado que praticamente desde a sua fundação tem sido deficitário e fundar aquela “federação de municípios independentes” de Agostinho da Silva? Declaremos a falência de Portugal, enquanto “Estado Unitário” e cronicamente deficitário e encetemos uma intensa e profunda negociação diplomática que conduza à fundação de União Lusófona em que este Portugal – centralista e unitário – se dissolva e que por intermédio de um alquímico Solve et Coagula renasça numa trans-nacional União de todos os povos de fala portuguesa e onde o foco administrativo, político e económico seja devolvido ao Povo (palavra malquerida nos dias de hoje, mas sempre atual…) retome aquele que é o seu direito, que é o de ver reconhecida a prioridade do Local sobre o Global, da Pessoa sobre o Número e da Liberdade sobre todas as formas de Tirania que os “senhores da Finança” e os seus sabujos da Partidocracia têm lançado sobre nós.

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=444187

Categories: Economia, Portugal | 12 Comentários

Quids S21: Em que rio foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Interpass: Cuidado com a venda agressiva!

Interpass /http://www.gmstatic.com)

Interpass (www.gmstatic.com)

Recentemente foi contactado pela Interpass. Segundo dizia o operador do Call Center que tinha “ganho um sorteio” e que num hotel na região de Lisboa estava um voucher de 3 dias à minha espera. Desde logo, a primeira estranheza: como é que a Interpass sabia o nome nome completo e o meu número de telemóvel… obviamente, fiz uma queixa à Comissão de Nacional de Protecção de Dados (CNPD), cujo desfecho agora aguardo. Mas adiante…

A Interpass realiza estas ações de venda após o pico dos meses de verão, entre setembro e abril de cada ano, um pouco em todo o país. A abordagem é sempre a mesma: telefonam e informam a pessoa que ganhou um “sorteio” (que deve ter tanto de sorteio como eu tenho de turco-mongol) e que “só” tem que ir a um hotel levantar o voucher para 3 dias de estadia num dos hotéis do grupo. Diz também a operadora algo que mais tarde se vem a revelar falso: que é apenas uma ação de publicidade, de pura divulgação dos serviços da empresa, e que “não é uma ação de vendas”.

Logo que se mete o pé nestes hotéis percebe-se logo que estamos perante uma operação em larga escala… no hotel em que nos fizeram ir levantar o voucher a Interpass tinha reservado duas salas de reuniões, algo que deve ter custado uns belos milhares de euros por dia… Aliás, os hotéis são sempre judiciosamente escolhidos entre os melhores e os que se encontram nos locais mais centrais das grandes cidades. Aliás, já seguiu também uma queixa à gerência deste hotel onde “convidaram” a ir quanto aos danos na imagem pública que o Tivoli da Praça das Nações sofre pela sua associação com esta empresa.

A Interpass reservou assim duas salas no Tivoli. A recepção é feita por indivíduos que pairam pelo andar onde estão as salas da Interpass em busca de “angariados”, isto é: nós. O atendimento tem tanto de primoroso como de suspeito: tanta atenção só pode ser dada a um provável cliente e não a um mero “sorteado”.

O recetor levou-nos de seguida a um “técnico de turismo” (que duas horas depois ao ser confrontado com facto de ser “vendedor” negaria veemente e inutilmente tal designação). Exato: duas horas a ouvir e a ver comparações de preços com outras agências (em plena violação do código de publicidade que regula a “publicidade comparativa”), dissertando sobre as vantagens e credibilidade (um ponto forte da venda, sabe-se lá porque… :-) ) e sobretudo sobre o quanto éramos “especiais” e como a Interpass “apenas oferece esta oportunidade uma vez a cada pessoa” (salvo excepções, admitiu mais tarde… ;-) mas que lendo um pouco na Internet se descobrem serem frequentes). Enfim, duas horas nisto até chegar ao apogeu de toda a arenga: o momento em que o vendedor diz (após uma sucessão infinda das clássicas perguntas de resposta “sim”): “tem agora a oportunidade única de assinar o contrato para o cartão cliente exclusivo” que lhe dá acesso a todos estes preços mais baixos que a concorrência. Exato. Tinha que assinar ali, sem reflexão e sem poder investigar na Internet o que era afinal a Interpass. E nem abordo aqui os problemas que tiveram os assinaram este contrato! Para essas autenticas histórias de terror remeto os leitores para os links de “fontes”…

Estas duas horas de arenga de vendas é o incumprimento da promessa deixada pela chamada do call center que prometera que toda a operação de recolha do voucher não demoraria mais do que “uns minutos”. É claro que é mentira: a reunião de vendas nunca dura menos de 2 horas e a única forma de a evitar é ao chegar dizer: “dêem-me o voucher ou chamo a polícia”. Segundo contam, funciona sempre…

Ah, claro, todo o processo induzido pela Interpass conduz ao imediatismo da decisão: o call center dizia que tínhamos que ir ao hotel no mesmo dia da chamada, a decisão tinha que ser tomada naquela reunião…

Uma nota quanto à utilização do voucher: ele é real e pode ser efetivamente usado. Não inclui qualquer extra, mesmo o pequeno-almoço e não são raros os relatos de pessoas que após terem marcado um dado fim-de-semana, receberam uma chamada cancelando-o e remarcando-o. Outra nota ainda: há taxas… não é completamente gratuito já que a maioria das pessoas acabam a pagar entre 20 a 50 euros em “taxas”, para além de 100 euros de caução que são devolvidos no fim da estadia.

Em suma: cuidado com a Interpass! Não vou negar que em dadas condições (viagens internacionais muitos frequentes, p.ex.) o pacote até possa ser interessante, mas pressupõe pagamentos antecipados, fim da oportunidade de escolha, fidelização paga pelo cliente, inflexibilidade de dadas e locais nalgumas circunstâncias e, sobretudo, tem uma abordagem de vendas muito agressiva e eticamente muito questionável que faz lembrar os tempos do timesharing. A minha opinião é: não assinem este contrato. Mas naturalmente, todos devem forma a sua própria opinião. Não o façam é no calor do momento, após duas horas de arenga de vendas e sem período efetivo de reflexão, como quer forçar a Interpass…

Fontes:
http://forum.autohoje.com/off-topic/45704-quem-e-que-ja-gozou-oferta-da-interpass.html
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:17Rm8Qy4PQgJ:anossavida.pt/forum/3891+interpass&cd=4&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt&client=firefox-a
http://www.queixas.co.pt/popup.php?id_queixa=5406

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O projeto russo-indiano “multi-role transport aircraft” (MTA)

"multi-role transport aircraft" (MTA) (http://homepage.tinet.ie/~steven)

"multi-role transport aircraft" (MTA) (http://homepage.tinet.ie/~steven)

A Índia e a Rússia começaram a trabalhar num projeto conjunto para a construção de avião de transporte “multi-role”. O programa tem a designação “multi-role transport aircraft” (MTA) e é o produto de intensas negociações entre as duas partes.

O acordo foi assinado entre a Hindustan Aeronautics indiana e e Rosoboronexport e levou à fundação de uma empresa mista com sede em Bangalore que agora vai começar a desenvolver o conceito de avião de transporte militar com uma capacidade de carga entre 15 a 20 toneladas. Nesta fase inicial, o programa receberá um financiamento de 600 milhões de dólares, a repartir em partes iguais entre a Rússia e a Índia. O plano é fabricar 205 MTAs e colocar mais aparelhos no mercado internacional apresentando algumas caraterísticas muito competitivas, como uma velocidade cruzeiro de 800 km/h, um raio de alcance de 2700 km e uma altitude máxima de 12 mil metros, tudo isto a um preço muito competitivo entre os aparelhos da mesma classe como o C-130J, o A400M (este mais pesado) ou o novo projeto brasileiro Embraer KC-390.

Não é claro como é que a Índia vai conciliar este projeto com a sua encomenda de aviões Hercules C-130J, um concorrente teórico do MTA. A existência de dois aparelhos da mesma classe no inventário da Força Aérea Indiana não é lógica, não só porque isso irá reduzir as unidades encomendadas à HAL, e logo: aumentar o seu preço unitário como irá também aumentar os custos de operação de dois aparelhos tão diferentes em simultâneo na mesma força aérea… estas duas decisões são assim absolutamente incompreensíveis para mim.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2010/09/16/347311/india-russia-launch-multirole-transport-aircraft-project.html

Categories: DefenseNewsPt | Tags: , , | 4 Comentários

Quids S21: Que veículo espacial é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S21 | 5 Comentários

Da importância da língua portuguesa em Timor Leste

Timor Leste (http://ujicoba.net)

Timor Leste (http://ujicoba.net)

“Quando olhamos para o caso de Timor-Leste, não podemos deixar de ficar surpreendidos pela implantação aparente da língua portuguesa neste país quando comparada com a quase ausência de falantes da língua neerlandesa na parte ocidental da mesma ilha e na generalidade do arquipélago indonésio, onde, no entanto, a presença holandesa se fez sentir ao longo de mais de três séculos e onde o holandês é frustemente falado apenas pelos membros das elites pertencentes a faixas etárias elevadas que acederam ao ensino secundário e superior na fase final do regime colonial. Também aqui as novas identidades lentamente forjadas pelo catolicismo e pela integração fictícia dos régulos timorenses nas frágeis estruturas políticas, administrativas e militares portugueses parecem constituir as únicas explicações para um contraste tão manifesto.”
Manuel Lobato
Futuro e História da Lusofonia Global

Em poucos locais do mundo além de Timor Leste é possível observar a importância da língua na sobrevivência de uma identidade nacional. Sem a adesão – mais ou menos entusiástica – ao português e à religião católica não haveria hoje “Timor Lorosae” e esta metade oriental desta ilha do arquipélago indonésio seria ainda um pacífico destino da colonização javanesa. Pelo contrário, Timor soube afirmar a sua diferença nacional e manter a sua identidade, apesar de todo o poder militar e demográfico do maior país muçulmano do mundo: graças à sobrevivência da língua de Camões.

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Tags: | 2 Comentários

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