
Angola (http://www.spanport.ucsb.edu)
Através de uma análise realizada pela “Espírito Santo Research” eis uma análise do estado da economia de alguns países, onde destacamos a situação económica em alguns países da Lusofonia:
Angola:
Com uma população que ronda já os 18 milhões e um PIB per capita de 4792 euros, Angola é hoje uma das maiores potencias económicas da Lusofonia. A economia deste país está, contudo, perigosamente dependente dos hidrocarbonetos, que alimentam toda a economia. Há, decerto, um grande dinamismo na construção civil que se propagou aos serviços e até ao setor agrícola, mas tudo depende do petróleo e esta dependência acentuou-se até no último ano. Recentemente, o FMI emprestou a Luanda 1.4 mil milhões de dólares, o que veio equilibrar
a balança corrente angolana.
Brasil:
Os quase 194 milhões de habitantes do Brasil fazem deste país o grande país da Lusofonia. Apesar dos muito notáveis avanços, o PIB per capita continua com um valor que ainda deixa a desejar de 7500 euros. O desemprego no Brasil recuou mesmo durante a atual recessão global e encontra-se agora bem perto do limite apontado como “sistémico” de 5% com os 6.7% de agosto de 2010.
A economia brasileira floresce com uma forte procura interna e apesar de uma inflação que começa a preocupar os economistas menos otimistas. A atual guerra cambial em que a China e os EUA recentemente se envolveram está a perturbar as exportações brasileiras e se esta se agravar (por exemplo, com a entrada do Euro nestas lides) o crescimento do Brasil poderá ficar comprometido.
Cabo Verde:
Este país lusófono está muito dependente das importações de energia e alimentos, dois setores onde existe um grande défice entre o consumo e a produção. Esta situação decorre não somente do facto de o país ter solos muito pobres e escassas capacidades de produção de energia, mas também de ser a Economia mais tercializada de todo o espaço económico lusófono com mais de 70% do PIB pertencem ao setor do Turismo (Portugal, outro país lusófono severamente tercializado retira do Turismo apenas 13% do PIB). As remessas dos emigrantes (a maioria dos caboverdianos vivem fora do seu país) compensam contudo este défice comercial que um débil setor industrial (têxteis, calçado e pescas) não consegue ter um peso significativo. Apesar destas limitações, a estabilidade governativa, a boa governança e o crescimento do investimento direto estrangeiro, tornam Cabo Verde no país africano lusófono com melhores perspetivas de desenvolvimento económico e social a curto prazo.
Moçambique:
Em tempo de recessão, Moçambique apresenta valores elevados do crescimento económico, que se manterão a médio prazo, principalmente devido aos mega-projectos em torno do aproveitamento dos recursos minerais. A diversificação sectorial da economia, relevante para o perfil exportador do país, relativamente concentrado, incentivará o dinamismo da economia moçambicana, gerando um crescente número de oportunidades.
Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=454525
















Pingback: Breve resenha da situação económica de três países lusófonos … | Info Brasil
três? não serão quatro?
bem, era até para serem todos… mas não deu tempo e acabei publicando o que tinha…
obrigado! vou corrigir!
O > entrave p o crescimento do BRASIL está na baixa educação de n povo, q resulta em mt poucos técnicos, e os q existem recebem mal.Como os governos tem uma miopia sistemica,ñ faz investimentos em massa no povao.O resdultado e q temos falta de engenherios em diversas áreas. Estamos importando cerebros .Até q está bem melhor, antes era bem + elitista, uma minoria branca e abastada c direito a tudo e p resto o resto do resto.Sds.
é verdade: todos os analistas são unânimes:
neste momento, a maior barreira ao desenvolvimento do Brasil é a falta de quadros qualificados.
A suprir a prazo com um reforço num ensino universitário público e exigente e a curto prazo pela via migratória qualificada.