
http://www.mtholyoke.edu
A febre do consumismo – apesar da crise e a da existência de quase 900 mil desempregados – não dá mostras de abrandar em Portugal. Com efeito, o mercado português de electrodomésticos e de informática de consumo não para de crescer sendo ainda um dos países europeus onde este tipo de consumo mais cresce (segundo um estudo da Cetelem).
O estudo indica que em 2009, cada família lusa teria gasto em média 236 com compras de eletrodomésticos, o valor mais elevado dos oito países analisados. O estudo revelou ainda outro elemento espantoso: 37% das famílias tencionavam gastar mais em eletrodomésticos em 2011 do que em 2010!
No que concerne à informática, Portugal está já não no topo, mas ainda assim num “confortável” (para os fabricantes e importadores) terceiro lugar e com um aumento de 2.41% entre 2009 e 2010.
Estes dados apontam para que os portugueses ainda não estão devidamente conscientes da necessidade patriótica imperativa de pouparem e de evitarem aquisições de bens e equipamentos ao estrangeiro, algo que é particularmente chocante quando sabemos que Portugal é um dos dois países em maiores dificuldades na União Europeia (com a Grécia) e revela uma inconsciência nacional que é difícil de compreender.
Fonte:
http://tek.sapo.pt/noticias/negocios/mercado_portugues_de_electronica_de_consumo_e_1155594.html

















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