Portugal vive um momento de viragem. A Europa atravessa um momento de crise sem fim à vista que pode produzir a prazo (curto) a sua própria destruição, já que o iminente colapso do Euro virá inevitavelmente ecoar no próprio edifício da União Europeia já que a construção europeia sempre se baseou demasiado nos instrumentos financeiros e bem pouco nos laços imateriais e nas mentalidades… mas resilientes e duradouros.
A progressiva putrefação da União Europeia vai confrontar Portugal mais cedo ou mais tarde com a questão de saber qual será o seu rumo estratégico de longo prazo. Perante o patente esgotamento da energia vital do projeto europeu, há que preparar o país e os portugueses para um projeto polarizador capaz de substituir o moribundo sonho europeu. Um projeto compatível com o sentimento mais profundo da portugalidade e que dê cumprimento a toda a nossa História milenar, realizando o incumprido fado português que se perdeu nas de Alcácer Quibir para nunca mais tornar a ser reencontrado.
Interesses:
Ficção Científica
História
Romance Histórico
Informática
Paleolínguistica
Escrita Cónia
Política Nacional e Internacional
(mais demasiadas coisas, tendo todas em comum o escasso conhecimento de cada)
Filmes Favoritos:
Dune
Alien 2
Conan
Solaris (Tarkowski)
Senhor dos Anéis
Fahrenheit 9/11
o Pianista
Matrix
K19
Minority Report
As Asas do Desejo
Magnolia
Beleza Americana
Música Favorita:
Dead Can Dance
Rammstein
Sting
Enya
David Sylvian
Vangelis
Gabriel o Pensador
Jocelyn Pook
Livros Favoritos:
Dune (série)
Senhor dos Anéis
Neuromante
Pátria
O Pêndulo de Foucault
O Erro de Descartes
Fundação (série)
Leão o Africano
O Quarteto de Alexandria
Séries de Televisão Favoritas:
Lost
Space 1999
Black Adder
Mr. Bean
Conan, o Rapaz do Futuro
Lexx
Monty Pyton
Seinfeld
Politicamente:
Quintano: seguindo de perto o pensamento político, pedagógico de Agostinho da Silva
Filosoficamente:
Caminhando pelas bandas do "Utilitarismo" de John Stuart Mill e, sobretudo, da sua interpretação moderna de Peter Singer ("A Ética Prática")
Economicamente:
Regresso aos modelos regionais e municipalistas da Idade Média portuguesa actualizados segundo a aplicação prática do pensamento de E. F. Schumacher ("Small is Beautiful")
Religiosamente:
Budista, segundo a Escola Mahayana Ning Mapa
Labutando em:
Administração de Sistemas
Na tradução da Escrita Sudlusitânica (Cónia)
No MIL: Movimento Internacional Lusófono (www.movimentolusofono.org)
Neste blogue…
Nem ru, nem ninguem… Se nada mudar muito e muito rapidamente, o Euro nao dura nem duas semanas. A Italia nao suporta duas semanas de juros a 7 por cento e sem Italia, o Euro colapsa. Todos o sabem.
Também seria interessante aqueles que votem contra seja por qualquer razão, que venham aqui exprimir e expor o porquê das suas convicções, para que haja um amplo debate sobre esta questão, porque penso que uma ideia começa sempre por um esboço e depois cada vez mais se vai aclarando, como se costuma dizer da discussão nasce a luz.
Isso acontecerá, certamente. Os artigos aqui publicados sobre esta tematica ja provaram terem uma estranha mas evidente resiliencia à passagem do tempo…
Mas também não queiramos dar um paço maior que a perna.
Para além de todas as parcerias tecnológicas e económicas, gostaria de ver uma força de manutenção/imposição de paz lusófona.
Forças conjuntas de militares angolanos, brasileiros, portugueses e timorenses
Apoiadas por meios aero-navais a partir do PA A-12 São Paulo escoltado pelas fragatas Bartolomeu Dias, Vasco da Gama e Niterói, pelos submarinos Tridente e Tikuna…
Faz todo o sentido começar uma UL por baixo e de forma setorial. O dominio militar ou humanitario é de todos os setores o que mais sentido faz integrar. Recentemente, na Praia, deram-se alguns bons progressos nesse campo, que espero agora sejam muito frutuosos… E que se alarguem ao campo militar, pela direta ligacao entre os dois campos de cooperacao.
“A progressiva putrefação da União Europeia vai confrontar Portugal mais cedo ou mais tarde com a questão de saber qual será o seu rumo estratégico de longo prazo.”
Será que a classe política – seja portuguesa, brasileira, qual for – será capaz de pensamento estratégico, ou ficarão escravas da mentalidade mercadológica e dos interesses políticos mesquinhos e rasteiros ?
Não sou muito otimista em relação a isto. Nem que sejam forçados por qualquer tipo de iniciativa ou anelo de cunho popular – ainda mais vindo de uma malta deseducada, idiotizada e que tem, no lugar da cabeça, uma bola de futebol.
Nao temos outra alternativa a nao ser acreditar que um mundo melhor é possivel e que podemos dar o nosso contributo à sua ascensao.
Pensar de outra forma é rendermo-nos às circunstancias e desistir do nosso dever enquanto Homens. E isso ainda nao estou preparado para fazer… Por muito que (infelizmente!) concorde contigo!
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Eu já nem sei o que é uma “UE”…
Nem ru, nem ninguem… Se nada mudar muito e muito rapidamente, o Euro nao dura nem duas semanas. A Italia nao suporta duas semanas de juros a 7 por cento e sem Italia, o Euro colapsa. Todos o sabem.
Apraz-me verificar que já está em marcha o contador de cidadania lusófona e seria interessante outros sites o blogs fazerem o mesmo.
Quem quiser pode usar o url… Ele é público…
Também seria interessante aqueles que votem contra seja por qualquer razão, que venham aqui exprimir e expor o porquê das suas convicções, para que haja um amplo debate sobre esta questão, porque penso que uma ideia começa sempre por um esboço e depois cada vez mais se vai aclarando, como se costuma dizer da discussão nasce a luz.
Isso acontecerá, certamente. Os artigos aqui publicados sobre esta tematica ja provaram terem uma estranha mas evidente resiliencia à passagem do tempo…
Mas também não queiramos dar um paço maior que a perna.
Para além de todas as parcerias tecnológicas e económicas, gostaria de ver uma força de manutenção/imposição de paz lusófona.
Forças conjuntas de militares angolanos, brasileiros, portugueses e timorenses
Apoiadas por meios aero-navais a partir do PA A-12 São Paulo escoltado pelas fragatas Bartolomeu Dias, Vasco da Gama e Niterói, pelos submarinos Tridente e Tikuna…
http://areamilitar.net/MAR_BR.aspx
http://areamilitar.net/MAR_PT.aspx
É só escolher o melhor de cada uma.
Faz todo o sentido começar uma UL por baixo e de forma setorial. O dominio militar ou humanitario é de todos os setores o que mais sentido faz integrar. Recentemente, na Praia, deram-se alguns bons progressos nesse campo, que espero agora sejam muito frutuosos… E que se alarguem ao campo militar, pela direta ligacao entre os dois campos de cooperacao.
Passo!!! e não paço…
Já ando a ter pesadelos…
“A progressiva putrefação da União Europeia vai confrontar Portugal mais cedo ou mais tarde com a questão de saber qual será o seu rumo estratégico de longo prazo.”
Será que a classe política – seja portuguesa, brasileira, qual for – será capaz de pensamento estratégico, ou ficarão escravas da mentalidade mercadológica e dos interesses políticos mesquinhos e rasteiros ?
Não sou muito otimista em relação a isto. Nem que sejam forçados por qualquer tipo de iniciativa ou anelo de cunho popular – ainda mais vindo de uma malta deseducada, idiotizada e que tem, no lugar da cabeça, uma bola de futebol.
Nao temos outra alternativa a nao ser acreditar que um mundo melhor é possivel e que podemos dar o nosso contributo à sua ascensao.
Pensar de outra forma é rendermo-nos às circunstancias e desistir do nosso dever enquanto Homens. E isso ainda nao estou preparado para fazer… Por muito que (infelizmente!) concorde contigo!