
Exercícios Felino (http://www.presidencia.pt)
Lembrando uma das mais antigas posições públicas do MIL, Cabo Verde veio recentemente declarar que desejava ver fundada no seio da CPLP uma “Força lusófona de manutenção de paz“. O país lusófono vai levar o assunto à 13ª reunião dos ministros da Defesa dos países da CPLP na Ilha do Sal.
O ministro da Defesa cabo-verdiano, Jorge Tolentino, reconhece que existem dificuldades “institucionais e constitucionais” em alguns dos países que dificultarão a materialização de tal projeto, mas as vantagens da constituição de tal força são notórias: as poupanças resultantes do fim da duplicação de meios claras; os benefícios de dissuasão advindos da formação de uma força multinacional permanente são notáveis. Igualmente notáveis seriam as poupanças que resultariam da criação de uma “central de compras” de armamento comum aos países da CPLP ou do desenvolvimento e produção conjunta de equipamentos militares.
Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/cplp-cabo-verde-quer-forca-militar-conjunta=f690603#ixzz1eu6qFiZL

















Tudo de bom p os membros do quintus. E seria mt boa à existência desta força unicamente Lisófona. incluindo , principlmente o BRASIL. E p ontem.Sds.
Obrigado, Carlos.
Sim, a ideia custa a pegar, mas parece estar a entrar na cabeça dos políticos e decisores da CPLP.
A notícia é boa. É um caminho a fazer e que é desejável. A comunidade necessita de dar passos em frente de forma a consolidar a ideia de União sem complexos, mas sempre na base de igualdade e responsabilidade.
Mais ainda é muito embrionária… é preciso que passe à prática e que deixe o estrito âmbito “humanitário”, para cobrir também ações policiais (em momentos e locais de crise, substituindo a “polícia da ONU”) e militares (por exemplo, patrulhando as águas de Moçambique contra a pirataria somali e as da Guiné, contra o narcotráfico)