Sobre Clavis Prophetarum
Interesses:
Ficção Científica
História
Romance Histórico
Informática
Paleolínguistica
Escrita Cónia
Política Nacional e Internacional
(mais demasiadas coisas, tendo todas em comum o escasso conhecimento de cada)
Filmes Favoritos:
Dune
Alien 2
Conan
Solaris (Tarkowski)
Senhor dos Anéis
Fahrenheit 9/11
o Pianista
Matrix
K19
Minority Report
As Asas do Desejo
Magnolia
Beleza Americana
Música Favorita:
Dead Can Dance
Rammstein
Sting
Enya
David Sylvian
Vangelis
Gabriel o Pensador
Jocelyn Pook
Livros Favoritos:
Dune (série)
Senhor dos Anéis
Neuromante
Pátria
O Pêndulo de Foucault
O Erro de Descartes
Fundação (série)
Leão o Africano
O Quarteto de Alexandria
Séries de Televisão Favoritas:
Lost
Space 1999
Black Adder
Mr. Bean
Conan, o Rapaz do Futuro
Lexx
Monty Pyton
Seinfeld
Politicamente:
Quintano: seguindo de perto o pensamento político, pedagógico de Agostinho da Silva
Filosoficamente:
Caminhando pelas bandas do "Utilitarismo" de John Stuart Mill e, sobretudo, da sua interpretação moderna de Peter Singer ("A Ética Prática")
Economicamente:
Regresso aos modelos regionais e municipalistas da Idade Média portuguesa actualizados segundo a aplicação prática do pensamento de E. F. Schumacher ("Small is Beautiful")
Religiosamente:
Budista, segundo a Escola Mahayana Ning Mapa
Labutando em:
Administração de Sistemas
Na tradução da Escrita Sudlusitânica (Cónia)
No MIL: Movimento Internacional Lusófono (www.movimentolusofono.org)
Neste blogue…
Não existe outra saída mais adequada ao atual modelo de globalização. Nem este, a globalização, nem a União Europeia hoje são modelos no que tange à administração a serem seguidos.
Para os Países de língua Portuguesa a União Lusófona seria em muito benéfica já que o peso dessa união seria muito representativo se falando em alimentos e recursos naturais.
JFFS
essa conclusão é ligeira: a UE e a globalização são ideias excelentes que vieram para ficar.
o que se passa é um ataque ao €uro, a monetarização radical da economia, das sociedades, uma viragem radical político-ideológica à direita (os Apóstolos do Mercado), a profunda crise civilizacional dos EUA (endividaram-se na guerra, tornaram o mundo mais perigoso, iníquo e pobre), a globalização selvagem (não temos todos as mesmas exigências e critérios de qualidade na produção), a ascensão da China, etc e tal.
a UE tem imensas vantagens e virtudes. a crise em que Portugal mergulhou não é culpa apenas dos mauzões dos europeus do norte de olhos azuis, apesar de terem algumas culpas a principal é dos maltrapilhos, sujos e morenos, arraçados dos do sul, aldrabaram as contas, estoiraram o dinheiro em obras, etc…
a UE não acabou, está em mudança.
a putativa União Lusófona não é panaceia para nada, não pode ficar imune ao que se passa no Mundo, não seria uma bolha isolada, logo seria igualmente afectada.
A UE é que é putativa !
Luis
continuas ceguinho de amor-ódio (por Brasil-UE respectivamente)
putativo
(latim putativus, -a, -um, imaginário)
adj.
* Que é reputado ser o que não é. = SUPOSITÍCIO, SUPOSTO
como a UE é uma realidade jurídica, reconhecida no direito internacional e inscrita nas constituições de 27 estados do Mundo e CPLP incluída não passa de uma mera ideia sem valor jurídico ou mesmo prático, logo a putatividade está assegurada, ao contrário daquilo que escreves.
Engano teu ! a teu amor cego à UE é putativo, imaginar unir Portugal a outros países tão diferentes do nosso, só podia dar o que está acontecendo, e isso é uma REALIDADE TRISTE.
o meu amor pela UE é por via de casamento… sempre que posso sou-lhe infiel.
a Lusofonia.
o ideal era legalizarem a poligamia, assim tinha duas esposas.
eu não quero unir-me a ninguém, onde viste que escrevi isso???
lá estás tu com a xenofobia, a tua intolerância ao que te é diferente.
eu gosto de conhecer o que é diferente, mas cada um tem a mentalidade que adquiriu, pouco posso fazer sobre isso…
o que está a acontecer a Portugal é sobretudo por culpa própria, não desvies o assunto, sabe-lo bem. a Lusofonia também não é solução, É APENAS MAIS UMA ALTERNATIVA!
P.S. – Luíss, voçê anda á abusá du gêrúndjio. pôxa, tá levândo ú acôrrdo ortógráfico mêmo à risssca. qé mêmo deixá di sê portugueiss e sê brasileiro.
Otus
Tens razão, o que está aconteceNDO…(e está muito bem dito, porque é uma ação continuada e presente, e ainda por mais, eu sou algarvio e o gerúndio é habitualmente usado no Alentejo e Algarve), é obviamente culpa de Portugal, mas tb houve uma “pequenita ajudita” da UE….quem foi que deu subsídios deliberadamente para abandono da produção agrícola ?….quem deu que deu subsídios para o desmantelamento da frota pesqueira ? com isto….quem criou mais dependência alimentar do nosso país ? e tudo com cumplicidade dos nossos grandes “patriotas”
ok…já sei o que vais dizer….a UE deu-nos legislação na segurança alimentar, eficiência energética, mais controlo disto, mais daquilo, livre circulação, comércio e bla, bla, bla…..
mas tudo isso podíamos fazer pela auto iniciativa, acordos comerciais Portugal / UE, e o mundo está globalizado.
Sim, tens razão…..culpa é nossa, porque para além de muita coisa, é porque entramos para CEE (UE), sabes porquê ?…..os políticos “patriotas” preferiram o mais fácil : sermos sustentados pelos outros, e porque é mais fino, “trés chic…” e cai bem na fotografia sermos vistos ao lado dos ricos. Olha que vaidade !…..
Luis
(desculpa mas esqueci-me de responder)
Tens razão, o que está aconteceNDO…(e está muito bem dito, porque é uma ação continuada e presente, e ainda por mais, eu sou algarvio e o gerúndio é habitualmente usado no Alentejo e Algarve),
- tens razão, mas pronto, gosto de implicar contigo.
“…é obviamente culpa de Portugal, mas tb houve uma “pequenita ajudita” da UE….quem foi que deu subsídios deliberadamente para abandono da produção agrícola ?….quem deu que deu subsídios para o desmantelamento da frota pesqueira ? com isto….quem criou mais dependência alimentar do nosso país ? e tudo com cumplicidade dos nossos grandes “patriotas””
- vou responder com as tuas palavras, não é preciso mais:
“…é obviamente culpa de Portugal,” e “e tudo com cumplicidade dos nossos grandes “patriotas”” disseste/escreveste tudo.
ok…já sei o que vais dizer….a UE deu-nos legislação na segurança alimentar, eficiência energética, mais controlo disto, mais daquilo, livre circulação, comércio e bla, bla, bla…..
mas tudo isso podíamos fazer pela auto iniciativa, acordos comerciais Portugal / UE, e o mundo está globalizado.
- isso que tantos desprezas coloca-nos numa condição CIVILIZACIONAL única!!! vai lá para os PALOP, para aquela choldra e miséria que até choras de saudades da UE. a não ser que gostes de viver no meio da porcaria, desorganização, injustiça, discricionarismo e pobreza assim que abres a porta da rua…
não entendo essa obsessão por acordos comerciais com a UE, mas que raio de interesse, peso demográfico, riqueza, importância estratégica temos nós para nos podermos dar ao luxo de os europeus não nos financiarem e abrirem-nos os mercados deles???
somo o quê, a poderosa e temível potência das rolhas??? ou a ameaçadora potência da alfarroba??? ou dos figos secos??? o Luís, vê lá se acordas para a realidade. francamente…
Sim, tens razão…..culpa é nossa, porque para além de muita coisa, é porque entramos para CEE (UE), sabes porquê ?…..os políticos “patriotas” preferiram o mais fácil : sermos sustentados pelos outros, e porque é mais fino, “trés chic…” e cai bem na fotografia sermos vistos ao lado dos ricos. Olha que vaidade !…..
essa ideia de termos entrado na então CEE para sermos sustentados é uma coisa quem não me passa pela cabeça. os Europeus disponibilizaram-nos durante um quarto de século milhares de milhões de €uros para que nós nos desenvolvêssemos e confiando em nós tratando-nos como “adultos” e responsáveis. erraram!!! não conhecem a índole do português, sobretudo dos governantes, uma máfia autêntica, tal como agora vemos com os gregos, búlgaros e romenos… que gente tão boa e generosa, os europeus do norte, altos, loiros e de olhos azuis, que trabalham muito bem, poupam, investem, desenvolvem-se, dão o exemplo de como funciona a democracia ao mundo todo, acolhem refugiados do mundo inteiro, são os maiores dadores de ajuda aos países mais pobres do mundo e vivem num elevado padrão qualidade de vida, sem grandes riquezas minerais ou naturais, sem antigas ex-colónias, sem terem as suas línguas expandidas pelo mundo (isto sim uma grande vaidade estéril) nem complexos de grandeza, a produzirem ciência e tecnologia de ponta no estado da arte, com os MENORES indíces de desigualdade sociais do planeta.
é com estes que eu quero ficar, é com estes que eu quero aprender: DIZ-ME COM QUEM ANDAS, DIR-TE-HEI QUEM ÉS!!!
mas cada um escolhe mais a quilo que goste… ou conhece.
O mundo está a ficar muito complicado e convém ficar autosuficiente politcamente e economicamente. Isso se torna muito mais fácil numa união política intercontinental.
Acho que a sondagem ficou muito legal, agora é tarde, mas acho que tembém deveria ter a pergunta de onde seria a capital do poer judiciário, e na pergunta sobre a capital da UL, deveria-se deixar claro que seria a capital do executivo, e não a capital total, visto que as sedes dos outros poderes poderiam ser em outros países ou cidades. Assim como na África do Sul.
Quanto ao sistema confederal ou federal, que tem suas próprias capitais centrais, é bom deixar claro, que assim como nos EUA e Brasil, e até na UE, cada membro tem também as suas próprias capitais, poderes executivo, legisaltivo, judiciário, bandeiras, constituição e etc.
para a maioria maledicente da UE e para a minoria (onde me incluo) que apoia a UE que orbita o Quintus:
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1375111-reconquista-da-europa-segundo-geert-mak
Entrevista
A reconquista da Europa segundo Geert Mak
9 janeiro 2012
NRC Handelsblad
Roterdão
Geert Mak
AFP
Será que a União Europeia entrou em fase terminal? Num ensaio, o jornalista e historiador holandês Geert Mak considera que esta deve escolher, em 2012, a via política que lhe permite sair da lógica do dinheiro. Sob pena de ficar sem o seu estatuto no mundo.
Laura Starink
Não era algo que fizesse parte dos seus projetos imediatos. Geert Mak escreve atualmente um livro sobre os Estados Unidos e a Europa passou, portanto, para segundo plano. Mas quando o semanário alemão Die Zeit se interrogou sobre o motivo que levava os intelectuais europeus a esconderem-se por trás do silêncio, decidiu escrever De hond van Tišma. Wat als Europa klapt? [O cão de Tišma. E se a Europa explodisse?]
O cão de Tišma é um pequeno livro sombrio. Com Norman Davies, historiador especialista da Europa, Geert Mak chegou à conclusão que a cimeira dos dirigentes europeus ocorrida em dezembro deitou por terra as últimas esperanças. «Temo que seja o fim».
É a história do demasiado pouco, demasiado tarde. Demasiado pouco dinheiro para o fundo de resgate, demasiado poucas possibilidades de sanções, demasiada pouca visão e finalmente demasiada pouca direção europeia. «A Alemanha de Merkel, escreve Geert Mak, perdeu uma oportunidade histórica de se tornar o verdadeiro dirigente da Europa. Com medo do espetro demoníaco, o espetro da inflação, a Alemanha encaminha a Europa para uma recessão». «É um erro, afirma Geert Mak. Mais valia emitir papel-moeda, em vez de apertar o cinto no sul ao ponto de o esganar».
Escreveu que é preciso reconquistar a Europa, a qual deve parar de obedecer a uma lógica do dinheiro. Mas de que forma? Em 1989, o ocidente livre venceu o comunismo e autorizou um terrível deslize para um capitalismo de casino. .
Quando realizamos negócios, corremos riscos. Tanto podemos ver os nossos esforços recompensados como pode correr mal. Todos os feirantes o sabem. Mas o livre-câmbio é ameaçado pelos bancos, que quase começaram uma revolução antidemocrática. Estes últimos apoderaram-se do poder. Todos saem prejudicados desta crise, exceto os responsáveis. Os bancos não correm qualquer risco e o setor público assume as consequências.
Recentemente, assisti a uma reunião onde um grande economista chinês e um responsável africano do Banco Central censuravam um grupo de especialistas europeus do setor financeiro. Uma reviravolta histórica interessante. O africano dizia: os vossos bancos estão repletos de pessoas extremamente competentes, mas cometeram todos erros possíveis e imagináveis. Algo que só se pode explicar pela intervenção de outros fatores nas suas decisões. Em África, qualificamos estes fatores de corrupção. Fez-se silêncio na sala. Este fazia referência aos prémios, e tinha toda a razão.
A Europa representava uma tentativa de colocar a democracia acima das fronteiras nacionais. Será a democracia incapaz de enfrentar um mercado mundial desenfreado?
É o que me entristece profundamente. Apesar de todos os seus defeitos e de todas as suas feridas, a União Europeia é uma experiência fantástica nesta área. Devemos portanto defendê-la com unhas e dentes. Neste feroz século XX, a UE deveria ser o modelo que preserva os valores democráticos. Se esta desaparecer, outros virão preencher o vazio deixado pela Europa. Os americanos, os chineses, os brasileiros, os russos.
A UE é um produto característico da fé na exequibilidade de uma vida comunitária. Acabarão os populistas por ter razão? Será que isto não funciona?
Não. Apenas têm razão num ponto: um sentimento de mal-estar abate-se sobre a Europa como um nevoeiro. Na Holanda, este sentimento é muito forte. Enquanto outros países continuam a ronronar de satisfação. Os populistas refletem este mal-estar. Compreendo as críticas feitas à Europa. Mas isolar-se equivale a acreditar em magia. O mito nacional é incrivelmente sedutor. Por vezes, quando estou deitado à noite na cama, penso: e se eu fosse de direita durante um quarto de hora. Seria maravilhoso!
Este mal-estar é algo tangível no seu livro. Você é europeu por instinto, mas o seu ponto de vista reflete a visão de um historiador. E é sem sucesso que acaba por admitir que isto não funciona.
Talvez seja lamentável, mas não fiquei surpreendido. No último capítulo do meu livro In Europa já referia que o barco estava muito desequilibrado com 27 capitães a bordo e anunciava o aparecimento de graves problemas em caso de tempestade. Eis que agora a tempestade causa estragos.
O seu pequeno livro termina com uma nota sombria. Que esperanças tem para 2012?
No ano que vem, a questão consiste em saber qual será o futuro da Europa. Continuará a ser um sistema comunitário sob a direção de uma poderosa Comissão Europeia ou tornar-se-á um sistema intergovernamental descentralizado, como desejam os alemães. A Holanda poderá neste caso desempenhar um papel de mediador. Não somos tão dogmáticos como os alemães. Desempenharemos portanto esta função plenamente, por interesse pessoal. Uma vez que somos, e continuaremos a ser, um país virado para o mundo.
Bem alguem tinha que a apoiar a UE!… A proposito, sabias daquela que a Merkel tinha ligado para o presidente italiano exigindo a demissao do primeiro-ministro?…
Noutros (e com lideres de outra fibra) tal ousadia teria aberto as portas a uma guerra. Hoje, Italia e Grecia vergaram a espinha ao imperio alemao.
Da UE, não temos que esperar mais nada, a não ser a humilhação, descaraterização, e sobretudo o desmantelamento de Portugal, com ajuda lambe botas dos políticos portugueses e “fazedores” de opinião. Traidores !!!!!!!
Com efeito, ja tivemos disso tudo. Mas agora que a UE está completamente descaraterizada (ela propria) pela perda radical de influencia dos orgaos colegais e cooperativos (Comissao e PE) e pela ascencao imperial do eixo franco-alemao (dominado pelo alemao).
Ja nao se trata mais de “uniao europeia”, mas de dominio alemao sobre o continente e do beneficio que este pais obtem deste dominio.
traidores são todos aqueles que vendem o país, à Espanha, a alguns países da Europa, à China ou que querem abrasileirar Portugal. SÃO TODOS TRAIDORES!!!
Traidores são todos aqueles que apoiam a transferência da nossa SOBERANIA em quase todos domínios, para UE. Pasme-se que até a bandeira da UE está hasteada em todos organismos públicos e privados, como fossemos uma província dos Estados Unidos da Europa. Isso é inaceitável !!!!
Isso é tão comparável à União Ibérica Filipina. Quem é Europeísta é TRAIDOR
Nao diria tanto… Especialmente porque ha muitas formas de “europeismo”: a forma alema é a imperial e colonial e é a que agora vinga. Mas ha outras (confederais, paritarias e solidarias) que nao me repugnam e que podem ser conciliaveis e compativeis com o projeto de uma “uniao lusofona”.
Agora sim, aderir cegamente à visao alemanha de “uma europa” é trair a patria, porque nessa visao nao passamos de seres subhumanos, vivendo numa longiqua colonia de ferias. E isso eu nao quero para o meu (nosso) Portugal. Quero grande, e essa grandeza so se pode concretizar na Lusofonia.
Clavis,
Eu assumo mesmo que o Europeísmo é traição ! eles defendem a EU federal.
Há que chamar os bois pelos nomes
Nem todos… Mas é verdade que no bi-partido PS-PSD, os europeistas sao a maioria, ainda que discreta, nos dias que correm…
Luis
concordo contigo, aliás, eu escrevi isso anteriormente.
isso de sermos uma província (província ou estado???) dos Estados Unidos da Europa é terrível para a nossa, tal como sermos província (ou estado) da Republica Federativa do Brasil!!! ainda era pior, passavamos de algo colectivo (se perdiamos soberania, supostamente ganhariamos soberania SOBRE os outros estados) para entregar-mo-nos a um estado consolidado!!!
quem é Iberista e Brasileirista É IGUALMENTE TRAIDOR!!!
Mas quem propõe o absurdo de transformar Portugal num estado da República Federativa do Brasil? Abrasileirar Portugal é simplesmente impossível. Cada nação tem a sua identidade. O que eu acredito é que a crise é proposital para seguir adiante rumo a criação dos Estados Unidos da Europa.
http://www.youtube.com/watch?v=drGRCjVa-5Y
Só não confirmo o que o apresentador afirma no vídeo, que é o Vaticano quem está por trás de tudo, porque eu não creio que esteja. Acho que algumas sociedades secretas (Skull & Bones, Bohemian Club, Clube de Bilderberg…) estão. Acredito que a União Européia e o euro são caminhos sem volta´, vieram para ficar. Outros continentes seguirão o seu exemplo. E um dia, o mundo inteiro será um só Estado global, e terá um só sistema novo de compras e vendas, que não substituirá só monetário, mas trará outras vantagens sonhadas por muita gente.
Tambem nao defendo a pura e simples absorcao de Portugal no Brasil. Ja nao me repugana a forma de uma confederacao entre os dois Estados, como percursor a uma Uniao Lusofona que continua sendo um dos grandes objetivos do MIL.
Quanto ao governo secreto do mundo: nao tenho duvidas de que exista e de que essas organizacoes joguem um papel de coordenacao e comunicacao nesse governo mundial, mas tenho tambvem a certeza de que nao sabemos da história nem metade daquilo que ela é realmente…
P.S.: Nao conhecia o “Bohemian Club”…
Otus
O objetivo final da UE é aspirar ser um país, ou seja os Estados Unidos da Europa ! ou seja Portugal se continuar na UE….PERDE a independência que tu tanto defendes, não é ?
Uniões de estados de culturas diferente, línguas diferentes, percursos históricos diferentes NÃO funcionam !! e o resultado está à vista !!!
Eu tb sou contra que, porventura Portugal tornasse um estado brasileiro.
O que defendo é a União Lusófona, é um projeto lusófono de espécie de “UE” lusófona, bem mais aperfeiçoada que esta UE artificial.
O patriotismo não se esgota só neste retângulo europeu, é abrangente a toda lusofonia, que é um património comum que NÃO existe na pseudo putativa UE.
Enoque
1. o Luis e eu já somos “velhos conhecidos” aqui do Quintus, só quem acompanha este fantástico blog é que entende as nossas trocas de galhardetes.
2. quem fala em abrasileirar Portugal sou eu, mais ninguém.
aqui é muito difícil porque basicamente ou são brasileiros ou portugueses brasil-lovers que vem aqui dar a sua opinião. na questão da Lusofonia sou uma espécie de “enfant-terrible” aqui deste espaço.
3. sobre as propostas de fazer de Portugal mais um estado do Brasil não faltam aqui exemplos. é procurar, não vai ser difícil,são vindas de brasileiros e de muitos portugueses – é de ficar boquiaberto por vezes!!!
4. concordo, “cada nação tem a sua identidade”!!! sou um acérrimo defensor dessa ideia e postura. um dos motivos pelo qual sou contra o (des)Acordo Ortigráfico 90 da Língua Portuguesa, desvirtua a portugalidade, abastardando-a ao a abrasileirar.
5. “…a crise é proposital para seguir adiante rumo a criação dos Estados Unidos da Europa.” é uma boa teoria, dá que pensar.
eu penso que não, é uma questão de moedas, em 2008 o €uro custava 1,6 dólare$. os americanos urdiram a teia visto estarem a perder como moeda de referência e de reserva, mais a desvalorização da mesma (fica mais difícil comprarem aos chineses as bugigangas que tanto gostam) e os €uropeus foram apanhados .
6. vi o 2º vídeo e achei piada. o 1º começou com conversa de pastor de igreja evangélica terminei logo. tudo o que mete religião-medo da ciência-medo do futuro para mim não serve.
7. sobre a UE e o €uro, também penso que vieram para ficar, pelo menos por mais algum tempo. os europeus não tem hipotese sozinhos e isolados. o problema é que ainda não tomaram todos consciência disso, há muitas diferenças e desconfianças.
Caro Otus scops
Mas é justamente o 1° vídeo que expõem os argumentos menos sensacionalistas.
Enfim, eu acredito naquele cujo nome em hebraico é Yehoshua, em aramaico é Yeshua mas na nossa língua é chamado de Jesus. Quem acredita nele é chamado de ‘cristão’, apesar do termo soar ‘pejorativo’ aos ouvidos de muitos não-cristãos. Sou um cristão sem denominação, isto é, não sou membro de nenhuma igreja institucional apesar de já ter sido. Mas acredito em Jesus. Sim, acredito. Pode até ser pura coincidência, mas as evidências nunca foram tão claras. Poder ser que o 2º vídeo seja fantasioso mesmo, da forma como foi feito, mas que o que acontece hoje em dia no mundo, assusta qualquer um que tenha lido e acredita nos livros da Bíblia. Mas voltando a questão da crise, um país como a Grécia “cair num buraco e não ter forças para sair sozinha” é perfeitamente compreensível. Mas países como os Estados Unidos e o Reino Unido não conseguirem vencer a crise, chama a atenção sim. Empresas americanas foram para a China, mas continuam sendo americanas, os seus donos são americanos, eu acho. A não ser que chineses tenham comprado as empresas. A elite mundial provocou a crise para convencer a opinião pública a concordar com o Governo Mundial.
1.A única coisa que eu estou interpretando do seu diálogo com o comentador que você citou, é que um está insinuando que o outro é “traidor”. Caso eu tenha entendido errado, peço desculpas.
2.Abrasileirar Portugal é tão absurdo quanto aportuguesar o Brasil hodierno. Eu na verdade tento entender como a União entre Brasil e Portugal será realizada? Porque aqui no Brasil há, INFELIZMENTE, mas há sim um completo desinteresse por Portugal e pela cultura portuguesa. Alguns daqui emigram para aí, ou pelo menos emigravam antes da crise, em busca de empregos, de vida melhor, etc. A seleção portuguesa de futebol é respeitada pelos amantes do futebol aqui no Brasil, o nome do Cristiano Ronaldo quase sempre está nos jornais, revistas, na televisão e na internet. Mas não se fala por aqui em união com Portugal ou outros países de língua portuguesa. Daí, as informações que chegam aqui, é que aí há um sentimento xenófobo contra os brasileiros e os africanos, que predomina na maioria da população, principalmente nos acima de 50 anos. Como vai ser feita a união? Acho que é mais fácil a Inglaterra e os Estados Unidos se unirem entre eles (ironia).
3.Alguns brasileiros propõem fazer de Portugal um estado do Brasil porque não têm muito (ou quase nada) de conhecimento de História Geral, Antropologia e Sociologia. Você se referir a um país de 868 anos de vida (se não me engano), um Estado Nacional de quase mil anos de existência, e propor que ele se torne um estado federado a um país mais novo que inclusive é uma ex-colônia, uma criação sua, é extremamente ofensivo a qualquer cidadão patriota. Se for considerada a história pré-portuguesa, a nação é muito antiga, vem de antes do Império Romano. Quem propõe fazer de Portugal um estado do Brasil, ou uma província de Angola, ou mesmo dos “Estados Unidos da Europa”, ou não entende do assunto que propõe ou está escarnecendo.
4.Quanto ao acordo ortográfico, não apóio. Você pode não compreender a minha linha de raciocínio como brasileiro, mas talvez você entenda se eu der um exemplo. Vocês estão acostumados com a expressão “facto”, e a expressão “fato” tem outro significado no vocabulário daí. Então, tem palavras que vocês não pronunciam o “c” mas nós pronunciamos. Ler “fato” em vez de “facto”, eu acredito que provoca um certo desconforto em muitos de vocês. Ou não. Sendo assim, ler palavras como “espetador” em vez de “espectador”, “aspeto” em vez de “aspecto”, confesso que me provoca um desconforto. Talvez seja falta de costume.
5.Já eu penso que sim. Você tem todo o direito de não acreditar no que vou afirmar agora. A Democracia em todo o planeta é uma ilusão. Quem controla, quem tem a palavra final é o poder econômico, a elite global. Eu e você somos apenas “gado” para eles, fontes de lucro, pessoas para serem exploradas. Mas eles permitem a existência duma legislação que modere os abusos para não ficar tão claro que eles nos consideram “objetos”, e evitar tantas revoltas sociais. O que é a crise senão um modo para vencer os cidadãos europeus e norte-americanos pelo cansaço e obter a colaboração deles para a criação dos Estados Unidos da Europa e, no outro lado do Atlântico, o fim do dólar para criar uma nova moeda comum regional? O “problema” de desvalorização cambial para favorecer as exportações vai acabar quando todos tiverem a mesma moeda. A elite mundial vai poder impor um sistema de austeridade em todas as nações.
6.Você perdeu a paciência tão facilmente?
7.Sim, a única forma dos europeus permanecerem entre as grandes potências é a Europa ficar unida. Senão, a decadência será certa. Pode acontecer de alguns membros saírem, como exemplo a Grécia e Portugal, e outros como exemplo a Noruega e a Suíça, entrarem. Ou não. Mas a UE acabar, improvável.
caríssimo Enoque
devido ao elevado nº de respostas acho que esta escapou-me, peço desculpa e passo a responder:
1. essa é uma interpretação possível. deixo ao critério de cada um!!!
2. sobre essas putativas uniões também é algo que não sei como será. aqui pelo Quintus há propostas à medida e gosto de cada um.
sobre a indiferença geral do Brasil sobre Portugal não tenho essa ideia. aquilo que percepciono é um certo ódiozinho pelas etnias de origem italiana que dominam os mass-media, querem reescrever a história e dos restantes imigrantes europeus que se esforçam em afirmar a sua origem diferente da dos portugueses. além da maioria da população mais pobre e menos escolarizada sequer ter preocupações de ordem identitária, mas posso estar errado nesta minha impressão.
racismo e xenofobia existem em todos os lados – infelizmente – mas isso é um exagero, Portugal é dos países exemplo de integração e fusão de culturas à mais de 5 séculos
um exemplo aqui: http://www.publico.pt/Sociedade/alto-comissariado-para-a-imigracao-vence-premio-europeu-de-boas-praticas—1521380
3. da maneira que isto vai, qualquer das 3 possibilidades podem ser uma possibilidade. nunca se sabe, nunca se sabe…
4. sobre o (des)Acordo Ortográfico – que repudio com toda a veemência – muito haveria para escrever, mas por agora começo com esta pista: http://www.filologia.org.br/revista/artigo/5%2815%2958-67.html
não tem nada de acordo e do ortográfico menos ainda, dá prevalência à fonética, coisa que os brasileiros são pródigos em fazer. desrespeitam a etimologia a bruta.
as consoantes mudas tem um valor diacrítico, estão lá por alguma razão. esse exemplo do aspecto/aspeto é muito bom, para então ficar de acordo com a fonética tem de levar acento agudo no É, teria de ficar aspéto. então para tirar uma coisa e por outra deixa-se ficar como está. enfim , só serve para nos abastardar, para nos apagar, para nos descaracterizar. o que me deixa furioso e impotente é os portugueses o adoptarem (ou então seria adótarem)
5. não discordo dessa visão, ou da possibilidade desse caminho suceder, mas sou um optimista por natureza e a História tem-nos demonstrado que o Homem está em permanente evolução, embora por vezes atravesse períodos de estagnação ou de retrocesso. é aquele princípio de “dar um passo atrás para depois dar dois para a frente…”
por isso penso que no fim a democracia prevalecerá.
vamos ver o que sucede.
6. Enoque, com todo o respeito, questões religiosas é coisa que evito o mais possível. se forem então misturadas com política então até sou contra. as igrejas são uma podridão TODAS sem excepção. obviamente que não confundo a essência da religião, os valores, ideais, as pessoas bem intencionadas que as frequentam e praticam, todas as benfeitorias que fazem aos homens, etc, mas por mim, fora da política, dos negócios, das actividades mundanas, sobretudo as lideranças. abomino, o mundo tem sofrido horrores por causa desta gente.
7. a Europa é uma manta de retalhos de grandes potências, médias potências e antigas grandes potências.
mas para permanecermos (ainda) no estado da arte da Existência Humana, para sermos (ainda) o modelo social e político que TODOS os povos da Terra querem e almejam alcançar, temos de nos organizar, neste momento isto não está a funcionar…
Caríssimo Otus scops,
“aquilo que percepciono é um certo ódiozinho pelas etnias de origem italiana que dominam os mass-media, querem reescrever a história e dos restantes imigrantes europeus que se esforçam em afirmar a sua origem diferente da dos portugueses.”
Não compreendo, qual será a razão do ódiozinho que os ítalo-descendentes têm de Portugal? Portugal nunca fez mal à Itália.
“Enoque, com todo o respeito, questões religiosas é coisa que evito o mais possível.”
Compreendo a sua postura ó deus-coruja adorado pelos membros do Bohemian Grove.
http://libertyforlife.com/religion/bohemian_club_and_bohemian_grove.htm
Brincadeiras à parte, eu sei que você quer evitar o assunto “religião”, mas sinto que devo expor esclarecimentos sobre o seu comentário.
Primeiro grande erro das igrejas cristãs. Aquele que eles chamam de “Jesus” não veio aqui para fazer uma religião antiga ser substituída por outra nova, nem para criar um novo sacerdócio, não no estilo do clero católico. Não veio a este mundo para dar empregos de diácono, de padre, de pastor, de bispo, de cardeal e nem de papa para ninguém. Não veio aqui para mandar construir templos por todo o mundo, e nem para formar conjuntos musicais para vender CDs e DVDs de louvor, fazer apresentações públicas cantando pelo mundo. Não mandou fazer canais de televisão (como a brasileira Record), com dinheiro de dízimos. (Assim como as brasileiras e católicas Rede Vida, Canção Nova…) Ah, no Novo Testamento (a Nova Aliança começa a partir da morte dele, e não do nascimento) não há mandamentos para as pessoas darem 10% do salário para manter os templos e os pastores. Eles não entenderam o que exatamente é o dízimo. Não se pode usar as escrituras para fins lucrativos. Certamente, eles estão fora do caminho certo. Há mais detalhes, mais erros, mas se eu ficar apontando tudo aqui, esta resposta vai ficar longa demais. Sem falar o que a História nos mostra, as guerras, as cruzadas, a inquisição, as conversões forçadas, quanta opressão, quanto derramamento de sangue, o terrorismo, enfim, a religião institucional (e não é só o Cristianismo), trouxe muito mais males do que benefícios à humanidade. Se você quiser, encerro o assunto consigo por aqui.
“…as igrejas são uma podridão TODAS sem excepção…”
Eu lamento informá-lo, mas você está CORRETO. No que concerne ao sistema religioso, no que concerne às instituições eclesiásticas do Cristianismo, infelizmente é a triste realidade.
“…obviamente que não confundo a essência da religião, os valores, ideais, as pessoas bem intencionadas que as frequentam e praticam, todas as benfeitorias que fazem aos homens, etc…”
Sim, no meio “gospel” existem os bem intencionados, os sinceros, os compromissados com o Criador e com o Redentor, até alguns pastores são sinceros, mas têm sido enganados pelos lobos devoradores. Mas as escrituras canônicas sofreram algumas adulterações no seu processo de tradução das línguas originais para as demais línguas, foram tedenciosamente manipuladas para atender aos interesses da instituição eclesiástica (ICAR), de forma a controlar as mentes das pessoas.
“…fora da política, dos negócios, das actividades mundanas, sobretudo as lideranças. abomino, o mundo tem sofrido horrores por causa desta gente…”
Você até parece um profeta!
Ainda bem que nao estou em nenhuma desses itens dessa resenha…
Apraz-me verificar que o processo está em marcha e de forma a que como esperamos esta sondagem tome proporções e debate para a opinião pública a começar pela portuguesa e brasileira e depois estendendo-se aos outros países de língua oficial portuguesa.
A ideia será que a classe política portuguesa se confronte uma uma pressão e solução alternativa ao euro e à ao reequacionamento estratégico de Portugal na Europa e no mundo, o mesmo se passando relativamente aos políticos brasileiros da estratégia e novo enquadramento do Brasil na América Latina e no mundo.
O que está claro da sondagem e tenderá a clarificar ainda mais é que os lusófonos que votaram creio que na sua maioria portugueses e brasileiros querem a solução de confederação entre os estados, mantendo cada estado a sua soberania, creio que é sensata a opção mas sou suspeito porque defendo essa opção.
Outra vertente que está clara é da representação directa fora dos partidos.
A questão da capital para mim será curiosamente o menos importante, por exemplo os 27 países europeus não se importam que a capital da UE seja em Bruxelas por exemplo devido à sua equidistância geográfica, embora não tenha votado que essa capital fosse em Portugal se analisar a questão mais em pormenor talvez digo talvez se Lisboa fosse a capital confederativa desse outra dimensão da confederação no contexto europeu e transmitisse à Europa que Portugal estava levando a sério esse projecto.
Nessa conjuntura Lisboa poderia ser uma capital inserida na união europeia mas com carácter pan-europeu.
No passado ja realizei sondagens semelhantes e sempre a larga maioria foi favoravel a esta uniao o que é curioso e mostra que apesar da novidade da proposta esta encontra terreno fertil na mente dos lusofonos… Infelizmente, tal ainda nao encontrou eco junto de nenhum partido politico.
http://sicnoticias.sapo.pt/sites/europa-infotv/
para todos, europeistas e sobretudo maledicentes da UE e para quem não conhece nada sobre a mesma e quer mudar a opinião.
http://sicnoticias.sapo.pt/sites/europa-infotv/article1182887.ece
aqui está um dos sinais de mudança da Europa mais fortes.
tenho fé que as coisas irão mudar para melhor.
além demais ela é linda…
A UE não vai acabar. Eu não acredito. E outros continentes ou subcontinentes vão seguir o modelo da UE. Exemplo é a América do Norte, mais cedo ou mais tarde vão ter uma moeda única. O pior que pode acontecer é alguns países saírem do euro e da UE, como a Grécia. Mas nem a Grécia se interessa em sair e nem a Alemanha se interessa na saída da Grécia, apesar de alguns líderes alemães insinuarem que são favoráveis a saída da Grécia, mas no fundo não a querem. A crise dá argumento aos defensores do Federalismo Europeu de que a saída é a Federação, os Estados Unidos da Europa, para eles é oportuna. Eu não sei quanto ao Reino Unido, se permanecerá com a libra ou se adotará o euro no futuro. Mas a Europa Unida permanecerá e será superpotência mundial.
De facto, nao acredito que a UE acabe assim, do diapara a noite. Mas vai transformar-se e recuar em toda a linha, perdendo influencia, poder e capacidade e sobretudo o pilar economico que sempre foi o seu campo de maior acao.
Assim sendo, nao me parece que este enfraquecimento (reforcado pelo seu grave declinio demografico) lhe permita manter o estatuto de superpotencia global. Especialmente porque daqui a dez anos estará muito mais desunida do que está hoje.
Enoque
basicamente também penso assim.
isso dos EUE (USE em inglês) é que não acredito para já.
mas se acontecer, deviam de eleger o Latim como língua oficial. (agora é que o Luis me vai chamar nomes…)
Malediciencia? Ah, quao forte pode ser a cegueira, quando é voluntaria… A UE é um edificio a esboroar-se por todos os lados. O processo de desagregacao ainda nao é irreversivel, mas se houver uma bancarrota num so Estado (p.ex. a Grecia ou Portugal), o Euro colapsa e com ele, irá a UE. Nao se trata aqui daquilo que desejo ou deixo de desejar, é apenas aquilo que está à frente de todos nós…
Eu preferiria que a UE nao acabasse e voltasse ao que era antes do Euro e que Portugal – simultaneamente desenvolvesse as potencialidades adormecidas da CPLP. Utopia? Talvez. Mas a decadencia da UE essa, é já factual.
“Malediciencia? Ah, …”
hummm, onomatopeias… afinal a “carapuça” serviu!!!
quanto ao resto, acho que é cegueira lusofónica, género, “perdoa-lhe ,ele não sabe do que diz”!!! :twisted”
com que então a UE está a esboroar-se???
que vão haver grandes modificações, será uma inevitabilidade, só não sei que forma e teor terão.
se a UE colapsa-se seriam as trevas no mundo inteiro!!! “to big to fail”.
pensa nisso e deixa de pensar com as vísceras da lusofonia, ó CPzinho mais querido do meu coração!!!
Nao está a esboroar-se?… Entao disfarca muito bem. Repara como checos e polacos dizem nao ao novo pacto… Como ja ninguem da importancia à ultima (mais uma) cimeira europeia. Como os alemaes ja falam abertamente de tirar soberania à grecia. Está tudo a ruir. E até abril tudo se saberá: com as emissoes massivas de divida italiana e espanhola que entao serao feitas.
E aí CP, quando é que sai o resultado final desta sondagem?
Temos que reunir mais respostas… Vou deixar o artigo em destaque no Quintus mais uns dias para que isso aconteca.
Bom, falando em uniões lusófonas, no momento, o artista que leva o nosso idioma ao mundo é… Michel Teló… Febre mundial depois que alguns atletas famosos dançaram uma de suas músicas…
A partir dos 4 minutos e 20 segundos é que se fala sobre o sucesso mundial da música.
A ver!
Srs. de Portugal e outros países da lingua mãe, União Lusófona?
Já se imaginaram sendo parte de um país aonde se faz isso?
Estas cenas que queres ilustrar como negativas, terás de as aceitar, porque elas serão vistas em qualquer parte do mundo e em qualquer regime político.
Se num país qualquer não existir ordem e cidadania, aqueles que estiverem em oposição a ela serão estes que subverterão a legalidade democrática e estabelecerão a sua lei e serão eles a mandar, que passarão a actuar da mesma maneira, mas sem a legalidade do povo, cuja escolha ou opção é feita em eleições.
Por isso, esta ideia da lusofonia está em discussão e não te deves tornar obstáculo negativo. Ninguém quererá uma UL sem igualdade de direitos e deveres.
Àvante a UL.
Avante! E os erros e inevitaveis desvios de percurso sao naturais e pouco graves se haver (nem sempre ha) latitude e capacidade para admitir o erro e flexibilidade para o corrigir.
Primeiro passo: divulgar a ideia. Segundo passo: participar. Terceiro passo: Implementar.
pior será as cheias e os prédios a cair (como por vezes sucede aos edíficios devolutos em Portugal)
mas Angola é que é o paradigma da iniquidade.
Portugal não está melhor, está a fascizar-se a uma velocidade inaudita…
Pelos resultados vê-se que continuamos a ser egoistas e presumidos. Nós portugueses representamos 5% dos falantes e na sondagem uma larga maioria quer e sede e tudo em Portugal. Eu votei Brasil, pq é o maior, democracia e com um desenvolvimento económico (nivel de vida) logo abaixo do nosso. É muito dificil haver uma união com níveis de vida tão dispares, mas eles estão a subir muito e nós a descer um pouco.
Bem, mas o HOMEM sonha e a obra nasce. Fui um dos primeiros a votar e agora já estamos mais de 200.
Felisberto Ramos
Felisberto, mas daquilo que sei, mais de 50% dos questionados sao precisamente brasileiros… O Brasil sobe muito, mas (falando de cor) ainda está a apenas metade do rendimento medio portugues atual, e isto se continuar no notavel ritmo de crescimento da ultima década.
Votei de novo pra saber como estão os votos.
Ridículo, alguns dos conceitos mais básicos da democracia estão sendo desprezados por… Algo que somente quem votou contra pode dizer.
Vejo que até agora, a maioria é contra a proporcionalidade em todas as perguntas em que ela aparece, também são contra o voto direto, e ainda querem entubar uma capital em Portugal.
Bom, então acabemos logo com o nome de UL e batizamos como O Novo Império Português, que sob os princípios que a maioria aqui escolheu, é o modelo mais adequado.
Pois discordo… Como mencionarei na resposta mais detalhada que estou a escrever defendo que todas as sedes sejam em paises lusofonos de pequena dimensao, preferindo Cabo Verde a qualquer outra opcao.
Cabo Verde é apropriado, mas nenhuma ex colônia, agora livres, aceitaria uma capital do poder executivo em Portugal. A UL estaria fadada a não sair do papel.
Precisamente a razao pela qual nao o defendo… Mas note-se que a sede da CPLP é em Lisboa, e esse localizacao nunca foi contestada por nenhum palop.
Discordo tambem da sede no Brasil, por identicas razoes, acrescidas agora pelos naturais receios portugueses de um (infundado) “neoimperialismo” brasileiro.
Por isso, Cabo Verde é uma solucao tao perfeita para este problema: pela sua localizacao, estabilidade e ate pela mesticagem e riqueza cultural da sua gente.
agora também temos uma espécie de “secos e molhados” à baiana… militares contra polícias.
é o caos.
duvido que em vida o Brasil seja uma potência.
a Índia, a Indonésia, a Nigéria, não são e ninguém se chateia
O que se passa na Baia é inqualificavel e mostra que o Brasil ainda tem problemas de seguranca e consciencia civica muito graves por resolver. Acho por exemplo absolutamente espantoso que todos esses agentes grevistas nao tenham sido ja detidos e o exercito nao tenha retomado o controlo da assembleia do Estado.
Esperemos que a situacao seja controlada muito rapidamente.
Otus scops,
“duvido que em vida o Brasil seja uma potência.”
Mas o que é um país ser uma potência mundial? Por acaso é exercer a hegemonia econômica, cultural, científica, militar e política sobre os outros países? Se for, não considero essencial que o Brasil se torne uma potência mundial, não como os EUA ou a China, por exemplo. Eu prefiro um Brasil mais parecido com o Canadá ou com a Austrália do que com os EUA. Ou seja, com IDH e PIB per capta elevados, mas sem extravagâncias bélicas. O Brasil, devido a sua grande população, realmente necessita de um PIB elevado para poder ter um IDH elevado. E o que observei da era americana, o modelo predominante de imperialismo não foi através de anexação territorial como o caso dos impérios britânico e francês no século XIX e 1.ª metade do século XX. Foi através das empresas multinacionais. A EMBRAER, mesmo que não gere imediatamente emprego para os nacionais aqui, ao investir em outros países, trás dinheiro de fora para dentro do Brasil. Nisso eu apóio que empresas brasileiras invistam na África e na América Latina, por exemplo. Nem todos os países desenvolvidos tiveram colônias para explorar em outros continentes, mas todos têm empresas que fizeram e fazem investimentos em outros países. Agora, compete ao governo brasileiro ter senso de justiça ao fazer tributação, tirar de quem tem muito, e não de quem tem pouco, como ocorre hoje. E se quero que empresas brasileiras invistam também no estrangeiro, não posso ser contra o investimento estrangeiro no Brasil. Mas não pode haver abusos em favor do investidor, o que acontece na Europa e nos EUA através da crise, o que acontece no mundo inteiro, na verdade.
Enoque
infelizmente pouco ou nada posso comentar, concordo e revejo-me em tudo neste comentário… seu chato, nem posso alimentar uma polémicazinha como tenho por vezes com o Odin, Fred ou Riquepqd.
P.S. – o Odin anda muito desaparecido. onde andará o Deus Nórdico do Cerrado???
Grande Corujão!
Ainda que a aorta curve-se para a direita, é muito rancor nesse coraçãozinho!
Mas você está certo, não será agora que o Brasil será potência, seja lá o que isso significa!
Daqui a uns 20 anos, quem sabe!
O que está acontecendo na Bahia é o extremo, errado e não aceitável, um motim apoiado por pseudo políticos e incentivados pela mídia. Por mais justo que sua causa seja, invadir repartições públicas e vandalismo nunca resolveu nada. Foram, no mínimo, mal assessorados ou o objetivo de fazer essa balbúrdia em vésperas do carnaval tenha mais cunho político que trabalhista.
Veja, e pouca gente sabe ou lembra disso, o Brasil por muito pouco não entrou em default na década de 90, hoje, 20 anos depois mudamos radicalmente, mas estamos muito longe do objetivo do Brasil, (será que é ser potência?), muita coisa precisa melhorar por aqui, todos se esquecem que varias gerações foram perdidas, e não será do dia para noite, ou em dois ou três governos que isso mudar. Na verdade vai levar no mínimo o mesmo tempo que foi perdido! 40, 50 anos!
Fazemos parte de um país muito novo, com menos de 200 anos, com décadas de problemas e logo com mais de 200 milhões de pessoas, das quais 16 milhões ainda vivem na miséria, o primeiro passo será fazer esses 16 milhões ascender. E isto já está sendo providenciado, lembrando que já foram bem mais de 60 milhões de miseráveis.
Vamos aguardar!
Sobre a Nigéria, Indonésia e Índia acho difícil compará-los de tão diferentes que são, porém creio que deve haver alguém por lá, nesses quase 2 bilhões de pessoas que você mencionou, que se incomoda em seu País não ser uma potência, eu mesmo conheço alguns portugueses que se incomodam por Portugal não mais o ser, e olha que são apenas 10 milhões de habitantes!
Abraço forte
Fred
Falou tudo, sábio homem das cavernas.
falou nada, Riqui, eu é que falei…
Meu amigo Otus, eu não sei se o Brasil vai ser uma superpotência e não me preocupo com isso, mas estou certo que até 2030 vai ser um país desenvolvido, basta manter os atuais níveis de desenvolvimento.
Mas antes de falar sobre a corrupção, criminalidade, prédios desabando, e demais mazelas ainda presentes no Brasil, não se esqueça que meu amado Portugal, país de origem da maioria dos meus ancestrais, também não é uma Noruega ou uma Holanda.
Em Portugal também há corrupção, criminalidade, miseráveis, greves, e sérios problemas econômicos, se a economia do Brasil não tem o melhor modelo na sua opinião, pelo menos está dando certo, mesmo mediante as crises, já o exemplar modelo português, parece que não está dando muito certo.
Mas é evidente que com exceção dos dois últimos, os demais problemas são em níveis menores que no Brasil, mas nem por isso deixam de existir em Portugal.
Então antes de você apontar seu dedo para os problemas estrangeiros do Brasil, e se perguntar se um dia o Brasil será uma potência como EUA, se pergunte se um dia Portugal será tão desenvolvido como os países germânicos, escandinavos, anglo-saxônicos, como Israel, Japão, Coreia do Sul, e até mesmo se será um dia tão desenvolvido como Espanha e Itália.
Porque atualmente o Brasil tem IDH inferior ao de Portugal, normal se compararmos as idades dos países, são muitos séculos de diferença, além de termos muito mais território e população para desenvolver do que Portugal, por isso é mais do que normal Portugal ser mais desenvolvido do que o Brasil, e estar entre a categoria de desenvolvimento humano muito alto.
Mas o Brasil está muito melhor que Indonésia, Índia e Nigéria, a quem você comparou meu amado país. Estes países são considerados respectivamente de desenvolvimento humano médio e baixo, 3º e 4º categorias, já o Brasil é classificado como de desenvolvimento humano alto, a 2º categoria.
E Portugal em IDH se compara apenas a Lituânia, Bahrein, Polônia, Letônia, Hungria e Chile, fica bem atrás de países como Catar, Malta, Eslováquia, Estônia, Brumei, Andorra, Chipre e Grécia. E mesmo tendo o IDH mais alto que o Brasil, sinceramente, não troco o sul, sudeste e centro-oeste do Brasil por nenhum destes países.
Não há problema em apontar os defeitos do Brasil, se for uma critica construtiva, mas olhar para o próprio umbigo é bom antes de fazer isto.
Corrupção em Portugal:
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1882724
Criminalidade em Portugal:
http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=2247084&page=1
Prédio desabando em Portugal (engraçado, um prédio desabando no Brasil corre o mundo, já em Portugal ninguém fica sabendo) :
Greve na policia portuguesa:
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1657969
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1658341
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1657807
Miséria e desemprego em Portugal:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/miseria-em-portugal-vai-aumentar-em-2011
Poderia apontar os mesmos problemas no meu Brasil, e com certeza com mais facilidade, mas isso é apenas para alguns tugas daqui refletirem sobre seu país antes de ficar falando mal do Brasil.
Eu posso falar mal do Brasil porque sou brasileiro, e desde muito tempo tomo muito cuidado pra falar de países alheios, tentando sempre ser o menos agressivo possível.
Quanto a Cisplatina, meu amigo corujão, não temos a vocação da Espanha, e da Europa de uma maneira geral, em obrigar estrangeiros, falantes de outro idioma a permaneceram unidos a nós contra a vontade, mas mesmo assim não aceitamos devolver a Cisplatina para o Reino Unido da Prata (Argentina e Paraguai) por isso a independência do Uruguai.
Desse modo, o Brasil saiu ganhando em não se tornar um império invasor, como já tivemos vários na História.
O Uruguai também saiu ganhando, conquistou sua independência dos argentinos maioritários no reino da Prata.
Já quem ficou no prejuízo foi a Argentina, que viu ruir de vez o seu Reino Unido da Prata, com que poderia fazer frente ao Brasil.
Agora ainda sobre este episódio, em Portugal ter conquistado a Cisplatina e o Brasil perdido, não foi bem assim não… Afinal de contas, dos “portugueses” que invadiram a Cisplatina, será que a maioria era nascida no Brasil ou em Portugal? Pela localização desta batalha, é claro que a grande maioria destes soldados eram brasileiros.
Então reflete nisso, coruja do Minho.
Riquepqd,


“eu não sei se o Brasil vai ser uma superpotência e não me preocupo com isso, mas estou certo que até 2030 vai ser um país desenvolvido…”
>É assim que se fala! Gostei. Eu não estou certo que será até 2030, mas que o Brasil vai chegar lá, ah vai sim.
“não se esqueça que meu amado Portugal, país de origem da maioria dos meus ancestrais, também não é uma Noruega ou uma Holanda…”
>Hoje poderia ser até mais, se não tivesse dados ouvidos a Igreja Católica Apostólica Romana e adotado posturas anti-semitas. Mas os reis portugueses optaram por perseguir e expulsar os judeus.
“…já o exemplar modelo português, parece que não está dando muito certo…”
>O erro do exemplar modelo português foi ter aceito a vontade da UE e viver de turismo e serviços, abriram mão da agricultura, da pesca e da indústria. Cairam na armadilha dos illuminati/bilderberger. Na verdade, todo o Ocidente caiu e os BRICS também só prosperam porque eles querem. Senão…
“…antes de você apontar seu dedo para os problemas estrangeiros do Brasil, e se perguntar se um dia o Brasil será uma potência como EUA…”
>Eu não acho e nem quero que o Brasil seja uma potência como os EUA, principalmente depois dos boatos das teorias de conspiração que rolam pelo Youtube e outros sites da net sobre a origem dos EUA, e o futuro próximo dos EUA, eu me sinto feliz por saber que o Brasil NÃO foi colonizado pela Inglaterra.
“…se pergunte se um dia Portugal será tão desenvolvido como os países germânicos, escandinavos, anglo-saxônicos, como Israel, Japão…”
>Li em algum lugar na internet, a algum tempo atrás, que antes da crise de 2008, Portugal chegou ultrapassar a França e a Bélgica no quesito qualidade de vida. O problema de comparar Portugal com os países do norte da Europa, Israel e Japão é a questão cultural. Portugal tem matriz latina, romana. Tem forte influência católica na sua formação e os valores católicos estão fortemente enraizados, mesmo que a maioria seja secular, agnóstica ou atéia. Por estar na Europa Ocidental, é claro que a população lusa não vai admitir que Portugal seja um país de terceiro mundo enquanto os seus vizinhos europeus são de primeiro mundo. Ao contrário do que acontece na América Latina. Os israelitas são de formação cultural judaica, e os japoneses tem valores de disciplina rígida, tem princípios que honra, de grandeza muito fortes, um nacionalismo ferrenho de longa data. Acho que deve ser o Bushidô, o código de ética dos samurais.
“…Quanto a Cisplatina, meu amigo corujão, não temos a vocação da Espanha, e da Europa de uma maneira geral, em obrigar estrangeiros, falantes de outro idioma a permaneceram unidos a nós contra a vontade…”
>Realmente. Perdemos a Cisplatina, mas não necessitamos do Uruguai. Para quê forçá-los a pertencer ao Brasil contra a vontade deles? E tem mais, como o Brasil recém-independente iria afrontar a superpotência Inglaterra da época, que impôs a independência da Cisplatina tanto ao Brasi quanto à Argentina? Portugueses acusando o Brasil por ter perdido o Uruguai é a mesma coisa que Brasileiros acusando Portugal por ter ser subjugado ao ultimato britânico de 1890, quando Portugal quis a Zambia e o Zimbabwe para ligar Angola e Moçambique. Os Portugueses não sabem que a independência da Cisplatina/Uruguai foi uma exigência imperialista britânica? E a Guiana Francesa que D. João VI anexou durante as guerras napoleônicas? Porque no Congresso de Viena, Portugal devolveu à França? Ao meu ver, a Guiana Francesa é mais valiosa do que o Uruguai. E Olivença? Por que Portugal não avançou contra a Espanha? O Otus scops querer exigir de um país recém independente (Brasil) o que um país a séculos independente (Portugal) não conseguiu evitar em algumas ocasiões de sua história (perder território), não é muita exigência da sua parte?
Boa Enoque.
Riquepqd
tu gostas de sofrer, é a conclusão que chego. mais ainda, adoras que seja eu a fustigar-te, não chegava seres masoquista como és fetichista…
deixa-me começar a sova:
“…se o Brasil vai ser uma superpotência e não me preocupo com isso, mas estou certo que até 2030 vai ser um país desenvolvido, basta manter os atuais níveis de desenvolvimento.”
—————
preocupas-te sim, tu, o Fred, o Fernando e outros (o Enoque não percebi). essa propaganda populista que os vários governos devem fazer sobre o Brasil aos seus concidadãos é um veneno, senão não vinhas responder da forma tão intensa como o fizeste.
por hora que modelo de potência tem o Brasil para oferecer aos outros??? já perguntei aqui e ninguém concretiza. mas porquê essa euforia??? pouco ou nada se vê no exterior que indique a “potenciação” do Brasil. é uma feira de vaidades.
estes problemas que enumerei (falta as greves dos polícias e bombeiros na tua cidade – deixa passar o Carnaval e veremos o que segue…) não podem ser considerados como potência por ninguém, só pelos brasileiros e alguns entusiastas do Brasil, como o CP.
quanto ao futuro “a Deus pertence”, se o Brasil daqui por 30 anos não estiver melhor isso é que seria uma novidade, TEM TUDO E MAIS ALGUMA COISA para estar BEM MELHOR.
mas a Humanidade no seu inexorável percurso estará globalmente melhor, não apenas o Brasil… que treta.
“…não se esqueça que meu amado Portugal, país de origem da maioria dos meus ancestrais, também não é uma Noruega ou uma Holanda. ”
———–
mas onde é que eu dei alguma vez um sinal que estava esquecido disso??? nunca!!!
é um dos motivos – civilizacionais – pelos quais eu advogo a presença de Portugal na UE.
há 2 ditados populares em Portugal que caracterizam bem o meu estado de espírito sobre este assunto:
- “diz-me com quem andas, dir-te-hei quem és”
- “junta-te aos bons e serás um deles”
todos os dias eu gostava que o meu país fosse mais holandês ou nórdico. já escrevi aqui algures (não sei se leste) que considero a Holanda a civilização mais avançada do Mundo e que estou constantemente a criticar os meus concidadãos e políticos.
se calhar só aqui lês o que tem a ver com Brasil e Lusofonia, mas o ecletismo do CP
também fala de política caseira, mas nunca te vi opinar sobre o meu país, ao contr+ario de mim…
“Em Portugal também há corrupção, criminalidade, miseráveis, greves, e sérios problemas econômicos, se a economia do Brasil não tem o melhor modelo na sua opinião, pelo menos está dando certo, (…) já o exemplar modelo português, parece que não está dando muito certo.”
vejamos: há disso tudo no mundo inteiro, a Alemanha, a Holanda, etc, tem imensa corrupção, mas a níveis superiores.
no Brasil é ao nível de porteiro. por enquanto Portugal fica mais do lado dos primeiros, mas “com o andar da carruagem” os porteiros também vão dar que falar.
vê por ti aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Corruption_Perceptions_Index
32ª – Portugal
73º – Brasil
queres mais porrada ou já chega???
sobre a tua menção à criminalidade é melhor nem dizer mais nada do que isto:
http://en.wikipedia.org/wiki/Global_Peace_Index
17 – Portugal
74 – Brasil
Portugal é o paraíso na Terra, pá!!! a criminalidade é rara, o que tem aumentado é a criminalidade violenta contra bancos, ourivesarias, lojas etc, feita em grande parte por estrangeiros (alguns brasileiros igualmente).
as nossas ruas são globalmente seguras, o país é globalmente seguro…
lembras-te de cada comparação…
sobre a economia, por acaso é só Portugal que está com problemas??? ó Riquepqd, fala a sério, está a maioria do planeta, sobretudo os mais ricos e avançados como a UE.
lá por uns ainda não estarem contagiados com a crise, é apenas uma questão de tempo, os mais fracos, como Portugal foram os primeiros, os outros estão na fila à espera da vez.
além demais, o sucesso do Brasil assenta em “commodities” ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Commodities ) sem grande valor acrescentado, vós estais a esmifrar o país, estão a matar a galinha dos ovos d’ouro, dentro de algum tempo não terão nada se não arrepiarem rapidamente caminho, pararem a exploração desenfreada de recursos e alterarem a estrutura económica do país. felizmente que a Dilma está a mudar as coisas, mas a aprovação do Código Florestal deixa-me triste e pouco optimista.
portanto uma certa economia de abanar a árvore não tem assim tanto mérito…
“…e se perguntar se um dia o Brasil será uma potência como EUA, se pergunte se um dia Portugal será tão desenvolvido como os países … (etc)”
a resposta é NÃO!!! pelo menos na minha vida.
podia perguntar a esses todos se no sec. XV, XVI, XVII porque não foram eles umas potências tão ilustres e grandiosas como Portugal… agora é a vez deles, quem sabe se um dia Portugal voltará aos tempos de glória e esplendor??? é que a História é uma roda…
agora sobre palavras mais abaixo sobre “umbigo”, “falar mal do Brasil”, ou serem os brasileiros a terem o exclusivo das críticas é coisa que não aceito, é uma clara limitação da minha liberdade de expressão que não vou cumprir.
além demais eu não disse mal do Brasil, constatei um facto e a galera do Brasil sentiu-se algo indisposta, contigo à frente. se não aguentas(am) críticas então calar-me-hei, não quero arranjar quezílias ou indisposições.
mas isso prova em parte a falta de capacidade de discernimento, como é na questão da desflorestação, barragens, agroindústria, favelas versus sub.nucleares, etc, aqueles assuntos que temos discutido por aqui.
sobre a Cisplatina, pequeno apontamento entre parêntesis, deu para aqui um brado que me deixa super-divertido!!!




está tudo cheio de ranço!!!
o orgulho dos brasucas foi beliscado com força!!!
nunca foi minha intenção ter este efeito, mas deixem-me gozar o momento!!!
afinal não entendi, um diz que a culpa foi do ingleses, outro diz que foi dos franceses e ainda mais um ainda os argentinos (espanhóis?)…
eta gente tão portuguesa, estes brasileiros actuais, com as intermináveis ladainhas de desculpas!!! foi de todos menos dos brasileiros!!!
“…a maioria era nascida no Brasil ou em Portugal? ”
deve ter sido na colónia Brasil, mas os comandantes eram da metrópole e essa chamava-se Reino de Portugal…
P.S. – adorei o “meu amigo Otus”. um abraço trans-atlântico, ó Guerreiro Carioca!!!
Coruja, agora com mais tempo…
Você não entendeu, ficou comparando indicadores sociais entre Brasil e Portugal, eu não disse que o Brasil tinha melhor qualidade de vida que Portugal, sei que Portugal neste campo é superior, apenas quis mostrar que Portugal não era um paraíso, para que os portugueses fiquem falando mal do Brasil a torto e a direito.
Muitos portugueses vem escrever aqui, inclusive você, e também em outros sites lusófonos, criticando ferrenhamente o Brasil, mas esquecem-se dos problemas que Portugal ainda não venceu, mesmo tendo uns setecentos anos há mais que o Brasil.
Eu raramente vejo na internet um brasileiro criticando os problemas sociais de Angola, Moçambique, Suriname, Bolívia, Armênia, ou da própria China, que tem indicadores sociais inferiores ao Brasil e mesmo assim é chamada de potência, tampouco criticam outros países em condições inferiores ao Brasil, geralmente os brasileiros se preocupam com seus próprios problemas, e criticam muito o próprio Brasil, seus políticos e etc.
Já muitos portugueses, infelizmente usam de uma arrogância generalizada contra o Brasil e os brasileiros e ficam descendo o sarrafo no Brasil, mas não veem que também tem telhado de vidro, que também tem problemas sociais e econômicos.
Infelizmente, pela net, percebe-se que os portugueses tratam os demais lusófonos, principalmente os brasileiros, com o mesmo desdem e arrogância com que são tratados pelos espanhóis.
Quando você comparou o Brasil à Nigéria, Índia e Indonésia, senti que ali não estava uma critica construtiva, era apenas mais um pouco da arrogância portuguesa.
Quando nesta sondagem sobre a UL, obviamente mais visitada por portugueses, vejo que as opções mais votadas são todas as capitais em Portugal, e que jogaram o principio mais básico da democracia no lixo, a proporcionalidade, vejo aí também mais um pouco da arrogância portuguesa.
Fatos como este me desestimulam a fomentar a existência de uma UL, acho que o Enoque tem razão, depois de muito quebrar a cara, parece que descobrimos o caminho do desenvolvimento, e devemos seguir sozinho ao encontro dele.
E você realmente está enganado sobre minhas pretensões sobre o Brasil, não desejo que ele seja uma superpotência dominadora, desejo que seja uma superpotência em desenvolvimento humano, e que tenha forças armadas em condições de defender nossas riquezas e nosso povo contra uma coligação de potências estrangeiras.
Sábia Coruja do Minho, por favor não me queira mal, porque só sei lhe querer bem, receba isto como uma critica construtiva, e devolvo o abraço trans-atlântico dobrar.
E só para concluir, agora você enfarta, segundo dados que colhi na Wikipédia, que estão baseados em fontes fiáveis, com dados de 2005, das 27 unidades federativas do Brasil, seis tem IDH superior ao de Portugal com dados de 2011, inclusive o RJ onde habito.
E segundo estes dados, o ultimo país da lista dos 47 países considerados desenvolvidos é Barbados, com IDH de 0,793 em 2011, seguindo este indicador, então das 27 unidades da federação brasileira, 11 poderiam em 2005 ser considerados países desenvolvidos, caso fossem independentes, sendo o ultimo da lista o Estado do Mato Grosso com IDH de 0,796 e o primeiro seria o Distrito Federal com IDH de 0,874, ambos dados de 2005.
Considerando que o Brasil avançou muito socialmente desde então, os dados de 2011 podem ser muito melhores.
Ainda sobre sua observação de que o Brasil é menos desenvolvido que Alemanha, Itália e Rússia, mesmo sendo mais velho, O Enoque ou o Fred já escreveram boas linhas, todos estes são herdeiros de outras nações, mas acrescento que Alemanha e Itália são ainda muito, mas muito mais jovens que Portugal, muito mais do que são em comparação ao Brasil, e mesmo assim, advinha, também são mais desenvolvidos que Portugal.
Então para de fazer comparações entre o Brasil e estes países, se Portugal também não pode competir com eles, mesmo sendo um ancião perto de Brasil, Alemanha e Itália.
Agora te devolvi a sova, hein, corujão minhoto.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADs_desenvolvido#cite_note-11
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_estados_brasileiros#Lista_de_estados_brasileiros
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADs_desenvolvido
Otus scops
) do Brasil não ter se fragmentado como as ex-colônias espanholas lá no século XIX, é um “milagre”. Quando a Índia anexou o Estado Português da Índia em 1961, por que Portugal deixou acontecer? Porque os países estão sujeitos a perder território. Foi o que aconteceu com o Brasil em relação a Cisplatina. Não vejo razão para o povo brasileiro sentir vergonha por ter perdido a Cisplatina.
“…o Enoque não percebi…”
Sobre o Brasil ser ou não uma superpotência, para mim não é essencial. Mais importante é o Brasil chegar a ser um país desenvolvido, com qualidade de vida. Eu não penso como políticos populistas do PT e nem como políticos elitistas do PSDB. Não considero pecado alguém ser rico dependendo de como se tornou rico. Mas defendo um equilíbrio na sociedade, distribuição de renda. Até sobre o programa espacial brasilerio, hoje eu defendo que o Brasil se limite a ter autonomia para lançar satélites e sondas espaciais. Não deve ter altos gastos com missões tripuladas, nada além do essencial. O grosso do gasto deve ser aqui na Terra, no bem-estar da população. E começo a acreditar que alcançar o desenvolvimento social é mais simples do que aparenta, o que falta é vontade política.
“…lá por uns ainda não estarem contagiados com a crise, é apenas uma questão de tempo…”
Eu concordo com essa afirmação. É uma questão de tempo os demais países da UE serem contagiados com a crise, e também os BRICS. Principalmente a China vai desmoronar.
“…mas a aprovação do Código Florestal deixa-me triste e pouco optimista…”
Outro ponto em que eu concordo. O Brasil tem tanto medo da internacionalização da Amazônia mas não toma as medidas corretas para protegê-la.
“…é que a História é uma roda…”
Sim, a História é cíclica.
“ou serem os brasileiros a terem o exclusivo das críticas é coisa que não aceito, é uma clara limitação da minha liberdade de expressão que não vou cumprir.”
Perfeito! Críticas ao Brasil ou ao qualquer país do mundo, você e qualquer pessoa podem fazer sim. Mas há críticas que levamos a sério, respeitamos, e há críticas que as pessoas fazem sem olhar para o espelho. É diferente.
Se você fizer críticas ao Brasil devido a existência de favelas, devido a criminalidade ser muito alta, devido ao concurso da compra de caças Rafale ou Gripen, ou Super Hornet… enquanto há problemas mais urgentes para se resolver, devido a corrupção, devido ao desmatamento da Amazônia, as usinas nucleares de Angra, são críticas aceitáveis, e você tem razão. É a verdade. Até o Brasil basear suas exportações em commodities em vez de procurar desenvolver tecnologias de ponta, ter autonomia tecnológica, também é uma crítica correta.
Agora, você criticar o Brasil por ter perdido a Cisplatina, sinto muito grandiosa coruja ou grandioso mocho, mas você tem “o telhado de vidro” e não é aconselhável jogar pedras no telhado alheio. Não é uma questão de “culpa”. A questão é que os habitantes de língua castelhana da região não quiseram ser Brasileiros, preferiram ser Argentinos, e a superpotência mundial da época, a Inglaterra, julgou ser mais interessante para ela a Cisplatina não pertencer a nenhum dos dois países, e os líderes brasileiros julgaram não valer a pena segurar a Cisplatina. Só o facto* (ortografia lusa para lhe agradar mais
Fred
“…é muito rancor nesse coraçãozinho!”
deixa-te de lamechices , ok???
não tenho nenhum rancor ao Brasil. criticar pode ser um acto de amor, de interesse por alguma coisa que – segundo nós – gostaríamos que fosse diferente e para melhor. pensa nesta ideia.
“Mas você está certo, não será agora que o Brasil será potência, seja lá o que isso significa!
Daqui a uns 20 anos, quem sabe!”
afinal não é rancor nenhum, tu próprio reconheces.
e essa coisa “do que será potência” é uma excelente questão. o que é isso então???
“O que está acontecendo na Bahia …. (etc)”
todos nós sabemos as causas, a questão é porque é que essas coisas acontecem.
é um descrédito total, alguém que veja uma coisa dessas fica com um a péssima imagem do país. além de mim deverá haver mais uns milharzinhos de milhões a pensar o mesmo, coisa pouca…
isso colide “um pouco” sobre a ideia fantasiosa e megalómana alimentada pelos políticos que os brasileiros são ou vão ser uma potência a breve trecho.
infelizmente o Brasil brinda-nos semanalmente com notícias que não se passam “nas potências”, sejam cheias, crimes, prédios a cair, etc….. um desfilar de desgraças de forma constante. que rica potência essa…
se consideras isto rancor, eu chamo-lhe análise crítica.
“Veja, e pouca gente sabe ou lembra disso, o Brasil por muito pouco não entrou em default na década de 90, hoje, 20 anos depois mudamos radicalmente, (…), e não será do dia para noite, ou em dois ou três governos que isso mudar. Na verdade vai levar no mínimo o mesmo tempo que foi perdido! 40, 50 anos!”
nem mais. se há pessoa que se congratula com o elevar da condição social, humana, económica, política, etc, dos povos essa pessoa sou eu.
cada ex-colónia de Portugal que tenha sucesso, deverá ser sempre um motivo de orgulho dos portugueses, vêem a sua obra do passado a dar os mais doces frutos e pensam no seu íntimo “valeu a pena”!!!
“Fazemos parte de um país muito novo, com menos de 200 anos, com décadas de problemas e logo com mais de 200 milhões de pessoas, das quais 16 milhões ainda vivem na miséria, o primeiro passo será fazer esses 16 milhões ascender.”
blá, blá, blá… essa é das heranças mais nefandas que os portugueses deixaram: desculpas para os outros e para causas externas sobre os seus insucessos!!!
200 anos É MUITO TEMPO!!! Portugal começou a sua gesta cerca 200 anos depois de se consolidar, o Brasil recebeu um país consolidado (ainda perderam a Cisplatina …) e com essas riquezas todas já deviam estar muito à frente.
a Rússia é uma super-potência e formou-se depois do Brasil, apesar de “grande” a maioria do seu território é quase inabitável e quanto a desenvolvimento e “potência” coloca o Brasil num chinelo.
o Japão idem.
a Itália formou-se depois do Brasil e a Alemanha mais ao menos na mesma altura.
“E isto já está sendo providenciado, lembrando que já foram bem mais de 60 milhões de miseráveis.”
) nem projectos militares grandiosos que os últimos 16 milhões de pobres desaparecem…
esta é das conquistas sociais que orgulha qualquer um, seja brasileiro ou português.
vi em directo a passagem de testemunho da presidência do Lula para a Dilma e emocionei-me!!! vês que não sou assim tão rancoroso???
mas não é com prioridades como submarinos nucleares (
“Sobre a Nigéria, Indonésia e Índia acho difícil compará-los de tão diferentes que são, ”
sim, as comparações são quase sempre perniciosas, as condições nunca são as mesmas e os factores e variáveis também. mas não há outra maneira por vezes de fazer a coisa e por vezes é injusto
“…eu mesmo conheço alguns portugueses que se incomodam por Portugal não mais o ser, e olha que são apenas 10 milhões de habitantes!
”
bem, génios e loucos há-os em todo lado, mas eu não represento esses portugueses, apenas a mim mesmo.
mas acredita no que te digo, a esmagadora maioria dos portugueses está absolutamente confortável nos 92.000 km2 do continente e ilhas. ninguém fala publicamente em invadir nada nem em restaurar impérios.
“Abraço forte”
outro, tão forte mas maior ainda!!!
Corujão Corujão!
Sei muito bem que não és rancoroso, no máximo de forte convicção !
“Fazemos parte de um país muito novo, com menos de 200 anos, com décadas de problemas e logo com mais de 200 milhões de pessoas, das quais 16 milhões ainda vivem na miséria, o primeiro passo será fazer esses 16 milhões ascender.”
blá, blá, blá… essa é das heranças mais nefandas que os portugueses deixaram: desculpas para os outros e para causas externas sobre os seus insucessos!!!
200 anos É MUITO TEMPO!!!
Nunca disse que o problema era externo e muito menos português, apenas que não tivemos tempo de aprender com nossos erros, como todos os países que citastes, países com histórias seculares de sucessos e fracassos.
Muito mais fracassos que sucessos diga-se de passagem.
Consolidado? Fala sério corujão! O Brasil só foi consolidado após inúmeros conflitos civis e revoltas provinciais e estaduais como a liberais, sabinada, cabanagem, balaiada, praiera, farroupilha, federalistas, de 1923, de 1924, de 1930, de 1932 e tantas outras mais que nem vale a pena enumarar! Obviamente todos foram exemplarmente punidos!
E só perdeu a Cisplatina por intervenção direta da França que ocupou a Baia da Guanabara no Rio de Janeiro. Viu como faz falta um poder militar forte?
Enquanto isso na Bahia
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/02/aniversariante-general-recebe-bolo-e-saudacoes-de-manifestantes-na-ba.html
E para quem a vinte anos estava pegando merda com a mão, até que não estamos tão ruim assim, até submarino nuclear estamos fazendo !
E para seu deleite estão planejando para os próximos 20 anos uma segunda esquadra e dois porta aviões apenas para falar da marinha
O único problema neste nosso salutar debate é o imediatismo, se não vejamos:
Para a demanda atual e para o crescimento planejado, salvo poucas exceções,não temos no Brasil:
infraestrutura, mão de obra qualificada, pesquisa e desenvolvimento, cultura social.
Pelo que vejo e entendo, está sendo feito um trabalho de remodelação do país, de inclusão social, coisa que aqui nunca houve nestes 200 anos. Porém o resultado disto não será visto agora! Estes frutos só serão colhidos nas gerações futuras, quem sabe estarei vivo para ver.
E quando isso acontecer aqui no Brasil ai em Portugal os miúdos estarão a escrever sem consoantes mudas…….
Abração Corujão veio!
Fred
Eu não preciso mais escrever, concordo quase sempre plenamente com o Fred.
Fred, eu somente acrescento uma coisa ao seu texto “…está sendo feito um trabalho de remodelação do país, de inclusão social, coisa que aqui nunca houve nestes 200 anos…”
E muito menos nos trezentos anos anteriores!!!!!!!
obrigado Riquepqd!
Li os últimos comentários e parece que a discussão passou a ser o “Brasil Potência”, se ele realmente existe e quais seriam os critérios definidores. Alguns foram peremptórios: “Impossível o Brasil ser potência com as notícias de assassinatos, corrupção, desabamento de prédios etc”. Ora, se o Brasil é ou não potência é algo perfeitamente discutível, porém não devemos nos deixar influenciar pelos noticiários. Frequentemente assistimos pela televisão a morte de trabalhadores chineses em minas de carvão, e não vejo ninguèm duvidar do status de potência da China.
Sobre as comparações históricas, é fato que Alemanha, Itália e Rússia “nasceram” depois do Brasil, logo teríamos uma “vantagem”. Mas é óbvio que a verdade não é essa. A Alemanha é herdeira do Sacro Império Romano Germânico; a Itália, do Império Romano e das ricas repúblicas marítimas de Veneza e Gênova; a Federação Russa, do Império Russo e União Soviética. Assim, o Brasil fica em clara desvantagem frente a esses países e dois séculos é um curto período em termos históricos. Mas não culpo ninguém pelo atraso. Perdemos um valioso tempo na transição da monarquia para república, faltaram estadistas nesse momento para dinamizar o Brasil.
Acredito que a um prazo de decadas, o mundo será mais multipolar que nunca. Os EUA e a Europa recuperarao parte do seu fulgor (quando repuserem fronteiras comerciais e redinamizarem as industrias), a África sub-sahariana vai-se desenvolver com força, assim como a America do Sul e a Índia. A China, essa vai explodir… A tensao na panela (censura, repressao, caos ecologico, corrupcao, ditadura, tibete, etc) vai ser demasiada e o pais sera ingovernavel durante algumas decadas perdendo o seu vigor atual.
Sei não CP, a China tem milênios, o tempo deles é contado de outra maneira.
Abraço
Fred
O mundo mudou… O que antes demorava decadas, hoje faz-se em minutos, aqui e na China.
Quando a populacao chinesa perceber que pode ser senhora do seu destino, como fizeram tunisinos, libios, egipcios e sirios, tudo tombará e a uma velocidade que os ditadores do PCC nunca puderam antever. Alias, o que aconteceu na ex-URSS logo que se entreabriu um bocadinho a panela com a Perestroika?…
CP,
eu já acho que até o fim de 2012, o dólar americano vai ser desvalorizado, talvez para facilitar as exportações, mas vão desvalorizar muito o dólar. Porque desde 11 de Setembro de 2001, os EUA têm se comportado de forma a provocar a sua própria decadência como superpotência mundial. E a queda dos EUA vai ser um golpe nos países exportadores de petróleo do Golfo Pérsico e também na China que tem comprado as dívidas dos EUA. Uma possível conseqüência da medida radical norte-americana poderia ser:
Alguns crêem que a China poderá invadir a Sibéria. Mas acho que a China prefere manter uma aliança com a Rússia e atacar os EUA, Canadá e Austrália. Realiação aos EUA por provocar crise na China e o Canadá e Austrália para aliviar o seu problema populacional. Obviamente, se a China atacar os EUA, vai atacar também Taiwan, Coréia do Sul e o Japão.
Mas o que eu digo, é uma especulação, é uma hipótese. Pode não acontecer.
Os EUA já estao a fazer deslizar discretamente a cotacao internacional do dolar… e é por isso mesmo que a recessao nao tem sido tao grave nos EUA como tem sido na Europa, onde os dogmas monetaristas e o pavor inflacionario é muito forte (pela enorme influencia da Alemanha no BCE).
Nao acho provavel que a China invada formalmente algum vizinho… As guerras do futuro serao ciberneticas ou migratorias. Ja existe hoje uma grande vaga migratoria da china para a siberia russa, supovoada, mas rica de recursos. A China pode contudo decidir atacar e tomar territorios, mas nao na Siberia… No Mar do Sul da China, nas ilhas cuja soberania disputa com Filipinas, MalasiaN Vietname, etc