
EDP (http://www.apadi.pt)
“Apesar de haver 3 candidatos selecionados para a privatização da REN, só as equipas da chinesa State Grid e da Oman Oil encetaram contactos negociais com as partes portuguesas” (…) “É provável que a proposta da State Grid explicite em termos financeiros o interesse na estratégia de internacionalização da REN (…) A REN tem uma estratégia de internacionalização para Moçambique, Colômbia, Angola e Brasil. No horizonte de uma década, essa estratégia vai tornar a sua atividade externa muito mais relevante que a gestão do mercado português e é esse o seu maior valor para a State Grid.”
Fonte:
J.F. Palma-Ferreira
Expresso, 30 de dezembro de 2011
Se existe algo que sairá prejudicado desta venda das elétricas portuguesas à China será certamente a aproximação Lusófona: existem indícios de que aquilo que mais atraiu os chineses foi precisamente a presença destas no exterior – no mundo lusófono – e que agora, as elétricas nacionais (sobretudo a EDP) virão a sua presença aqui diretamente substituída pelas empresas chinesas que a adquiriram. A venda da participação do Estado vai implicar também um sério recuo na internacionalização das empresas nacionais, já que aqui serão substituídas (segundo tudo indica) diretamente pelas empresas chinesas que as adquiriram… Portugal recua, portanto, em toda a linha…
Razões que levaram o MIL a emitir ESTE comunicado.



















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