QuidsL1 O Brasil na Segunda Grande Guerra

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Luis Brântuas (11) [Agostinho da Silva, Literatura Brasileira, Geografia de Moçambique, A Emigração em Cabo Verde, História de Macau,Força Aérea Angolana,GNR em Timor Leste,Cinema Moçambicano,Ilha do Príncipe,Flora e Fauna de Cabo Verde,Portugal e a Exploração do Espaço]
Valdecio Fadrini (1): [Guerra do Paraguai]

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Categories: QuidsL1 | 37 Comentários

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37 thoughts on “QuidsL1 O Brasil na Segunda Grande Guerra

  1. Enoque

    Segunda Guerra Mundial, uma das piores desgraças da História dos seres humanos, mas o mundo de hoje é consequência dessa guerra. Se não tivesse acontecido, talvez o mundo de hoje seria mais conservador do que é, mais preconceituoso, mais racista, mais xenófobo, mais machista, mais intolerante com o que é diferente.

    • Na verdade, nao tivemos escolha. .. a guerra aconteceu porque era impossivel nao acontecer. Sem fazer futurismo, parece-me que estamos hoje bem melhor porque houve guerra do que se se tivesse mantido a paz pifia e podre dos anos que antecederam a invasao da Polónia. Há epocas em que “a paz acima de tudo” nao é um valor absoluto e essa foi uma delas. Como será no futuro se a China se abalancar a tomar o mundo, por exemplo. ..

      • Enoque

        É verdade. Os nossos antepassados que viveram naquelas décadas, não tiveram escolha. As nações não tinham como se manter em paz. A II Guerra Mundial foi efeito da I Guerra Mundial, as potências ocidentais incomodavam muito com os seus impérios coloniais os países que vieram a formar o eixo e a URSS comunista também.

        • A doutrina nazi so podia viver num ambiente de guerra constante e expansão permanente. Chamberlain e outros na Europa quiseram crer que era possível ceder para comprar a paz, mas eram antes do mais cobardes e depois estúpidos… O regime nazi era como o império romano: dependia da expansão permanente para sobreviver. Sem esta, extinguir-se-ia.

          • Enoque

            “O regime nazi era como o império romano…”
            – O Fascismo e o Nazismo eram praticamente baseados no sistema da Roma imperial. O “Duce” e o “Führer” era nada mais do que um título equivalente ao do “Caesar” dos romanos. Eles copiaram o sistema da Roma imperial e fizeram adaptações conforme os seus interesses. Tal como as legiões romanas, os soldados nazis carregavam estandartes marchando, a saudação a Hitler era a mesma que os romanos faziam aos césares…

            • A imagetica era decalçadan de facto… E no caso italiano havia inclusive a expressa vontade de fazer ressurgir no sul da Europa esse império… Hitler insparava-se muito na Prússia de Frederico (diz-se que acreditava ser uma sua encarnação).

  2. Lusitan

    Se não tivesse existido Segunda Guerra Mundial a Europa seria um continente alemão, o Japão dominaria a China e grande parte da Ásia. Há males que vêm por bem… se bem que hoje em dia temos o mesmo tipo de líderes que permitiram a subida ao poder de gente como Hitler e capangas.

    • Enoque

      Na hipótese de não ter acontecido a Segunda Guerra Mundial como aconteceu, se Hitler decidisse não entrar em guerra com os vizinhos, provavelmente as mulheres ainda seriam donas de casa, ou teriam empregos como antes da Segunda Grande Guerra, não teriam entrado no mercado de trabalho em condições de igualdade com os homens, ditaduras nacionalistas xenófobas teriam se espalhado pelo mundo, ou seja, não teríamos tantos países democráticos como temos hoje, o Estado de Israel não existiria e o anti-semitismo ainda seria forte como era no passado, o racismo não seria visto como violação a direitos humanos, e sim como algo “normal”, multiculturalismo seria considerado “abominação” por muitos governos, o Brasil possivelmente estaria sob o regime fascista inaugurado por Vargas e Portugal possivelmente estaria sob o regime fascista inaugurado por Salazar. O mundo teria tido mais guerras do quem tem, o Brasil teria se aliado a Alemanha Nazi em vez dos EUA, o primeiro satélite artificial, a viagem do primeiro homem ao espaço e a primeira viagem à lua e as primeira bombas atômicas teriam sido feitos pela Alemanha Nazi, e não pela URSS e nem pelos EUA… sei que são apenas especulações, mas acho que teria sido pior o rumo do mundo. Por mais que eu fique horrorizado com os campos de concentração nazis e com as bombas atômicas jogadas nas cidades japonesas, foi um grande mal necessário, a Segunda Guerra Mundial. :(

      • Enoque

        vê aqui essa coisa sobre a putativa libertação da mulher alemã:
        “A Alemanha é o país europeu que mais penaliza as mulheres nas diferenças salariais e o que menos mulheres tem em cargos directivos nas empresas.”

        http://inteligenciaeconomica.com.pt/?p=11846

        será mesmo assim??? fica a questão.

        sobre os fascismos, nunca duram mais que os seus ditadores, tirando a monarquia comunista norte-coreana, um caso de estudo ou então o princípio universal de 2não há regra sem excepção”.

        curioso, o Getúlio Vargas era um gajo que tenho em simpatia, o meu avô conheceu-o e até assistiu ao início da sua cavalgada para o poder, precisamente em Porto Alegre. estávamos em 1930!!!

        • Enoque

          Não sei se é assim como está no site que você me mostrou. A Alemanha tem fama de ser uma nação de gente conservadora, ao contrário da Holanda que tem fama de ser uma nação de gente liberal, assim como o povo da Suécia também tem fama de ser liberal. O que eu tenho certeza sobre a Alemanha é que, desde o fim da IIGM, o sistema de governo deles realmente funciona muito bem, e depois de duas décadas de reunificação, diferente da sua vizinha Bélgica, aquele país não ameaça se dividir. Mas, se a IIGM não tivesse acontecido ainda, a sociedade de hoje seria mais parecida com a dos anos 30 do século passado.

          O Fascismo é um sistema que funciona se estiver em constante expansão, e obrigatoriamente em guerra perene, com alguns curtos períodos de paz. O Mussolini tinha consciência do que agora digo. Porque o Fascismo é só uma roupagem moderna do antigo sistema imperial de Roma. Os casos do Brasil e de Portugal, não foram tão agressivos quanto foram os casos da Itália e da Alemanha, mas o foco principal nos casos português e brasileiro era bloquear a ascensão dos comunistas ao poder e, já tinham o “espaço vital” que a Alemanha Nazi tanto queria.

          O Getúlio Vargas tinha uma virtude que eu respeito muito. Ele era um homem progressista, queria ver o Brasil como uma nação industrial como os EUA, o Reino Unido, a França e a Alemanha eram na época. Era um defensor da industrialização nacional, da modernização do Brasil, e não queria que o Brasil ficasse debaixo do imperialismo norte-americano e europeu. E entre os políticos de hoje, não temos ninguém a altura dele no aspecto do progressismo. É claro que, como todo ditador, o Getúlio cometeu crimes monstruosos.

          “estávamos em 1930!!!”
          – Você já estava vivo naquela época???? :D

          • É o eterno debate de “os fins justificam” os meios”… Ele mesmo surge sempre em alturas de grave crise ou guerra aberta (como hoje!) foi por este lema que muitos povos europeus aceitaram o jugo fascista, quer como forma de recuperar a economia em frangalhos (Alemanha) quer como forma de impedir a ascensão do comunismo ao poder (que era apenas o outro extremo, muito semelhante, dessa onda totalitarista).
            Os fins não justificam os meios… Há alguns anos uma líder da oposição em Portugal disse que se devia suspender a democracia em Portugal por alguns meses e durante estes “limpar” a administração pública de todos os excessos e impedir toda a contestação para “fazer o que era preciso ser feito”. Funcionaria?… Talvez, mas a questão é que um politico deve governar totalmente livre do escrutínio popular? Não. porque assim ninguém o controla, ninguém impede a corrupção, o favoritismo crónico, os erros crassos, etc, em suma ninguém impede que apareça um Hitler!

            • Enoque

              “…Há alguns anos uma líder da oposição em Portugal disse que se devia suspender a democracia em Portugal por alguns meses e durante estes “limpar” a administração pública de todos os excessos e impedir toda a contestação para “fazer o que era preciso ser feito”. Funcionaria?… ”
              – Primeiro, se a democracia fosse suspensa em Portugal, a UE reagiria contra e expulsaria o país do bloco. Para “limpar”, a solução alternativa é convocar uma Assembleia Constituínte que funcionasse em paralelo ao Parlamento, composta de pessoas não-políticas preferencialmente, para fazer uma nova Constituição. Pessoas como professores, médicos, engenheiros, membros do Ministério Público, donas de casa, profissionais liberais… que certamente criariam leis mais de acordo com as necessidades do povo.
              O problema do regime totalitário, seja na forma de ditadura ou de monarquia absoluta despótica, é que ninguém impede os abusos de quem está no poder. A pessoa no poder se considera acima do bem e do mal, acima de qualquer lei, é como se fosse “Deus no Céu e o governante em questão na Terra”. Ele vai se achar no direito de mandar matar quem ele quiser, vai se achar no direito de praticar violência sexual sem ser punido, não vai julgar com justiça, vai ter “dois pesos e duas medidas” e privilegiar a quem lhe interessar, vai fazer de si mesmo um ídolo para o público. A democracia ainda é a melhor opção de todas. É isso aí mesmo que você disse.
              O sistema proposto por Locke e Montesquieu, a divisão dos Poderes do Estado em Executivo, Legislativo e Judiciário é até o momento a melhor opção possível. No sistema presidencialista, os poderes são separados, que é o caso aqui do Brasil. No sistema parlamentarista, o executivo em essência é derivado do legislativo, como é o caso daí de Portugal. Mas a Justiça é um poder separado em ambos os países. Onde está o problema, afinal? Eu percebo que o problema principal está no Poder Legislativo, áí e muito mais aqui. A função do Deputado é legislar em favor do povo, da sociedade. Além de legislar, fiscalizar as ações do Poder Executivo, do Governo. E são nesses pontos que os parlamentares vacilam, principalmente no legislar em favor do povo. Os parlamentares legislam em causa própria, estão lá no Parlamento pelos seus próprios interesses. E o nosso caso é pior do que o vosso. Se você conseguir corrigir o Legislativo, será mais fácil corrigir o Governo e a Justiça. O real problema está no Parlamento, e não no Governo e nem na Justiça.

              • - Primeiro, se a democracia fosse suspensa em Portugal, a UE reagiria contra e expulsaria o país do bloco. ”
                – provavelmente… Mas atenção, aquilo foi dito mais como uma “piada” do que uma proposta realista e concreta.

                “Para “limpar”, a solução alternativa é convocar uma Assembleia Constituínte que funcionasse em paralelo ao Parlamento, composta de pessoas não-políticas preferencialmente, para fazer uma nova Constituição. Pessoas como”
                – ja se fez em 1975, depois da Revolucao de Abril.

                “O problema do regime totalitário, seja na forma de ditadura ou de monarquia absoluta despótica, é que ninguém impede os abusos de quem está no poder.”

                Exatamente. Governo sem controlo é sempre governo abusador! Por isso sou sempre contra a suspensão da democracia, mesmo em situações de guerra ou calamidade natural.

          • Enoque

            “estávamos em 1930″
            estou bem conservado para a idade, qual é a dúvida???… :mrgreen:

            tenho essa ideia do Tio Getúlio.
            já agora, o meu Egrégio Avô vinha a descer a Rua do Carmo precisamente no momento em que o General Gomes da Costa entrava no Rossio com as tropas a cavalo.
            assistiu a duas revoluções marcantes na história dos países lusófonos.

  3. isso é fantasia.
    nunca a Europa poderia ser um continente alemão.
    uma coisa é ganhar a batalha, outra é ganhar a guerra.
    a máquina de guerra alemã, motorizada com um poder de fogo podia vencer os exércitos, mas daí ter capacidade para ocupar vai muita distância.
    veja-se o caso dos Balcãs, foi guerra eterna enquanto lá estiveram.
    veja-se o caso dos EUA no Afeganistão (e a URSS) ou mesmo no Iraque.

    a IIGM foi uma guerra civil europeia, os últimos impérios, a visão continental e a marítima, indústria versus comércio, tradição versus inovação.

    • Enoque

      A IIGM não se limitou a Europa, a região do Oceano Pacífico também foi “palco” da guerra. Foi a junção de duas guerras separadas que se fundiram numa só. Uma começou entre a China e o Japão em 1937 e a outra foi a invasão alemã (na verdade, alemã e soviética) à Polônia em 1939. O ataque japonês à Pearl Harbor em 1941 que unificou as duas guerras numa só.

      Mas, sim, a IIGM foi a guerra dos últimos impérios, a visão continental e a marítima, indústria versus comércio, tradição versus inovação. Foi a guerra entre o capital nacionalista contra o capital internacionalista.

      • Sem contar com a guerra submarina no Atlântico sul e no Índico…
        Aqui para nós, a prazo, mesmo que o Eixo saísse vencedor nunca haveria paz porque alemães e japoneses entrariam inevitavelmente em conflito… Desde logo por África, que planeavam dividir e pelos recursos petrolíferos do Médio Oriente (onde também passava essa futura e hipotética fronteira).

        • Enoque

          Sim, se o eixo tivesse vencido, ao menos a Alemanha e o Japão teriam entrado em guerra um contra o outro pelo domínio do mundo. Porém, não vejo como os pequenos países do eixo conseguiriam conquistar totalmente países gigantes como os EUA e a URSS. Na verdade, não tinha como o eixo ter vencido, os aliados anglo-americanos estavam com muito mais vantagens, ainda mais com a aliança com a União Soviética.

          • Alguns generais de Hitler acreditavam que havia nele dois homens: um que desejava vencer, o outro que queria a morte e a derrota alemã a todo o custo… Esse “amor por nemesis” explicaria pelo menos a sucessão de erros crassos cometidos por um indivíduo que soube tomar decisões muito inteligentes até 1943 e que depois cometeu erros atrás de erros (sobretudo depois de Estalinegrado).

  4. Lusitan

    Vocês esquecem que as potências do Eixo não tinham muito respeito pelos Direitos Humanos. Uma coisa é tentar pacificar um país ocupado com o escrutínio democrático, outro é poder assassinar qualquer tipo de oposição. Nos Balcãs houve sempre uma espécie de guerrilha porque os alemães estavam focados noutros zonas da Europa. Na Polónia e na França, com muitos mais habitantes que os Balcãs os alemães não tiveram grandes problemas em controlar a população local. E o mesmo aconteceu com as zonas ocupadas pelos japoneses na China. Veja-se como as potências do eixo trataram de cidades como Cracóvia e Nanking.

    • E a tua tese é que os países do Eixo não conseguiriam vencer uma guerrilha constante e de baixa intensidade nos países ocupados? É uma teoria plausível (dizem alias as escolas modernas de estratégia que não é possível derrotar militarmente uma insurreição), mas esquece que a ocupação germanica e niponica era (teoricamente…) apenas provisória e que a expetativa era de que as forcas do Eixo retirariam logo que tivessem obtido a vitória, deixando atrás regimes colaboracionistas ou “neutrais”, mas locais e que poderiam receber menos oposição interna que forcas estrangeiras de ocupação.

    • Enoque

      “Vocês esquecem que as potências do Eixo não tinham muito respeito pelos Direitos Humanos.”
      Na verdade, as potências do eixo e o regime soviético simplesmente não tinham respeito pelos direitos humanos. O Estado estava acima do indivíduo.

      • O Totalitarismo é assim mesmo: tudo pela “causa”, nada pela “causa”. E em muitos aspectos esses extremos são idênticos… De facto, a partilha da Polónia entre Molotov e Ribbentrop era uma partilha entre dois regimes muito semelhantes… Curiosamente a Polónia de então era também uma ditadura de direita.

  5. Enoque

    Ah, outro detalhe, se Portugal fosse forçado a entrar na guerra, se o Salazar fosse esperto, optaria por lutar ao lado da Inglaterra e dos EUA, apesar do regime fascista em Portugal. Porque se Portugal se aliasse à Alemanha, Salazar teria caído do poder naquela década, e Portugal teria perdido as suas colônias já nos anos 40 para as outras potências ocidentais. Se o Brasil tivesse, durante a guerra, se aliado à Alemanha, teria pagado um preço altíssimo por tamanha parvoíce.

    • Portugal so entraria na Guerra se os planos de Hitler de o invadir fossem por diante… Mas para tal ele precisava do aval espanhol. Que apenas não obteve porque Franco exigiu uma quantidade absurda (impossível?…) de contrapartidas económicas e as colónias francesas do norte de África (o que irritaria os italianos que também as queriam).

  6. se Portugal entrasse na guerra ía ser o fim do regime.
    de certa maneira entrou, jogou com um pau de dois bicos.
    por exemplo, Timor-Leste foi invadido pelos japoneses, mas foi libertado pelos americanos e entregue a Portugal por troca das facilidades concedidas no aeroporto da Ilha de Santa Maria nos Açores.
    e o restante império continuou intocável devido à Base Aérea das Lages, na Terceira também…

    o Brasil esperou o andamento da guerra para se coligar, jogou bem também.
    embora apoiar o Eixo fosse um pouco contra-natura o regime do Getúlio e do povo brasileiro, tão miscigenado. se calhar havia mais uma guerra civil.

    • Salazar oscilou entre o Eixo e os Aliados… Mas não foi o único, a Grécia (antes de ser invadida) era também uma ditadura de direita e não se coligou automaticamente ao Eixo.
      O Brasil sabia que havia pretensões alemãs pela Amazónia e que se a guerra acabasse por esse lado, os alemães tentariam tomar a Amazónia, coligando-se com o seu aliado e eterno rival brasileiro a Argentina

    • Enoque

      Oficialmente, Portugal estava neutro. Mas na prática, lutou ao lados dos aliados. As forças portuguesas em Macau ajudaram as forças britânicas em Hong Kong. Sim, o Timor Leste foi invadido pelos japoneses, e Salazar cedeu aos aliados bases nos Açores.

      O Brasil ficou observando o andamento para poder tirar proveito ao máximo. O país aqui ficou cheio de espiões americanos, britânicos, alemães, italianos, soviéticos e japoneses (entre os imigrantes). A elite brasileira da primeira metade do século XX era de longa data pró-francesa e pró-britânica. Principalmemente nos anos da IGM, em que tanto Portugal quanto o Brasil declararam guerra à Alemanha de Guilherme II, por motivos diferentes. Portugal, por causa de territórios na África, a Namíbia e a Tanzânia eram colônias da Alemanha e têm fronteiras com Angola e Moçambique. O Brasil, a elite era pró-França e dois navios brasileiros foram afundados por submarinos alemães.
      Existia a possibilidade de Getúlio se aliar a Alemanha na IIGM, mas não era da natureza da sociedade brasileira da época. Depois da guerra, os alemães ficariam contra o Brasil, se vencessem, ou os aliados tomariam territórios do Brasil como punição.

      • O Brasil bem que poderia ter optado por uma neutralidade “atuante” como Portugal… Nada o ameaçava diretamente, mas fez bem em faze-lo (ainda que estivesse impreparado, como Portugal estava na IGM) porque assim delimitou posições e ombreou ao lado das potencias vencedoras, ainda que fazendo-o quando a vitoria aliada fosse ja segura.

  7. Enoque

    Por “falar” em guerra mundial, será possível que estejamos próximos da IIIGM?

    • Não o creio… A IIIGM ainda esta longe… E sera aquela em que a China se oporá a todo o globo e para isso o mundo ainda não está maduro…

      • Enoque

        Você sabe melhor do que eu que, neste momento, o mundo está numa corrida armamentista, sobretudo a China, a Rússia, o Irão, Israel e a Índia.
        Mas a China sozinha contra todo o globo é “assinar atestado de otário”. Vai ser massacrada impiedosamente. Se (ou quando) acontecer, o objetivo principal será remover os EUA da condição de 1ª potência global. É quase impossível a IIIGM ainda no século XXI sem a participação dos EUA.
        Eu IMAGINO a formação das seguintes alianças, CASO ACONTEÇA a IIIGM:
        – A China, a Coréia do Norte, a Rússia, o Irão e alguns países árabes, como a Síria, o Sudão…
        – Os EUA, o Reino Unido, a Austrália, a Coréia do Sul, Taiwan, o Japão e Israel.
        Eu não sei se a Índia vai ficar do lado dos EUA devido a sua posição anti-islâmica, anti-chinesa e pró-Israel, ou se vai ficar contra os EUA devido as suas boas relações com a Rússia. Se a Índia ficar do lado dos EUA, o Paquistão ficará do lado da China. Se a Índia ficar do lado da Rússia, o Paquistão poderá ficar do lado dos EUA. Quanto aos demais países europeus ocidentais e o Canadá, acho que vão ficar neutros por pouco tempo e depois entrarão ao lado dos anglo-americanos. A Turquia, apesar de membro da NATO, poderá ser aliar ao Irão, mas acho um pouco difícil, vai depender do tipo de governo que os turcos terão. A América Latina e a maior parte da África vão ficar neutros no começo, mas no decorrer da guerra, vão tomar partidos. O Brasil vai acabar se alinhando ao Ocidente, eu acredito.
        As duas principais frentes de batalha serão o Médio Oriente e o Extremo Oriente asiático. Mas certamente os EUA sofrerão invasões chinesas e russas em seu território.

        O que eu fiz aqui foi uma simulação, uma hipótese de como poderia ser a IIIGM.

        • “Você sabe melhor do que eu que, neste momento, o mundo está numa corrida armamentista, sobretudo a China, a Rússia, o Irão, Israel e a Índia.”
          – a Índia foi em 2011 o maior importador mundial da armamento… Muito por causa da eterna rivalidade com o Paquistão, mas também devido a um conflito fronteiriço nunca resolvido com Pequim.

          “Mas a China sozinha contra todo o globo é “assinar atestado de otário”. Vai ser massacrada impiedosamente. Se (ou”
          – não, nunca será assim… Os tempos da guerras abertas e “totais” ja passaram… As guerras do futuro e essa guerra mundial que antevejo será de baixa intensidade e travada quase sempre por proxies, tendo sempre em perspetiva os recursos naturais.

          “quando) acontecer, o objetivo principal será remover os EUA da condição de 1ª potência global. É quase impossível a IIIGM ainda no século XXI sem a participação dos EUA.”
          – da Ásia e do Pacífico… Que a China cre ja serem “seus” precisamente como acreditava o Japão imperial.

          “Eu IMAGINO a formação das seguintes alianças, CASO ACONTEÇA a IIIGM:
          – A China, a Coréia do Norte, a Rússia, o Irão e alguns países árabes, como a Síria, o Sudão… ”
          – A Rússia é europeia e ocidental… Não a vejo a alinhar com a China. A Coreia do Norte está condenada a curto prazo. Não creio que o presente regime dure muitos mais anos.

          “- Os EUA, o Reino Unido, a Austrália, a Coréia do Sul, Taiwan, o Japão e Israel.
          Eu não sei se a Índia vai ficar do lado dos EUA devido a sua posição anti-islâmica, anti-chinesa e pró-Israel, ou se vai ficar contra os EUA devido as suas boas relações com a Rússia. Se a Índia ficar do lado dos EUA, o Paquistão ficará do lado da China. Se a Índia ficar do lado da Rússia, o Paquistão poderá ficar do lado dos EUA. Quanto aos demais países europeus ocidentais e o Canadá, acho que vão ficar neutros por pouco tempo e depois entrarão ao lado dos anglo”
          – se fosse necessário a Índia alinharia com o Ocidente por razões estratégicas: contra o Islão (inimigo comum) e contra a China (outro inimigo comum).

          “-americanos. A Turquia, apesar de membro da NATO, poderá ser aliar ao Irão, mas acho um pouco difícil, vai depender do tipo de governo que os”
          – a Turquia e o Irão estão hoje em dia numa autêntica guerra surda pela predominância na Ásia Central. Duvido que se aliem num futuro próximo…

          ” turcos terão. A América Latina e a maior parte da África vão ficar neutros no começo, mas no decorrer da guerra, vão tomar partidos. O Brasil vai acabar se alinhando ao Ocidente, eu acredito. ”
          – é a sua matriz… Por isso me chocava tanto o alinhamento de Lula com o Irão dos Aiatolas e com Pequim…

          “As duas principais frentes de batalha serão o Médio Oriente e o Extremo Oriente asiático. Mas certamente os EUA sofrerão invasões chinesas e russas em seu território.”
          – sim, pelo petróleo! O recurso que dentro de em breve será demasiado escasso e em nome qual se destruíram ja países inteiros.

          • Enoque

            A Índia tem amizade com a Rússia e simpatiza muito com Israel. O relacionamento da Índia com a China têm melhorado por causa do fórum dos BRICS, e a Índia se aproximou do Brasil e da África do Sul também. Mas desconsiderando a Rússia, entre a China e os Estados Unidos + Reino Unido, a Índia vai certamente optar pelos USA+UK contra a China e para receber apoio contra o Paquistão.
            Quanto a Rússia, eu observo a dupla Putin-Medvedev, o incômodo deles é com os Estados Unidos. A Europa propriamente, eles não se sentem contra, exceto pelo apoio dado às potências anglo-saxônicas. Em relação a França, a Alemanha, a Itália & Cia., os líderes russos até simpatizam. Quem os incomoda é Washington D.C., mas a Rússia não é um país que quer o mal da Europa, ou da Ásia nem da África ou das Américas. Então, pode ser que a Rússia se alinhe ao Ocidente futuramente em vez da China, e a Índia siga a Rússia.
            Já o Irão quer eliminar Israel do mapa, então é óbvio que o programa nuclear deles não é pacífico, o que eles querem é construir mísseis nucleares e lançar contra Israel, eu acho.
            Então, eu considero inevitável uma guerra futura entre os Estados Unidos e o Irão, assim como entre os Estados Unidos e a China. E o óbvio é que o Irão e a China se aliem contra os EUA, Reino Unido e Israel. Mas a guerra não vai ficar restrita entre eles. O Japão, Taiwan e Coréia do Sul serão atacados pela China, e outros países árabes com regime islâmico radical vão ajudar o Irão contra Israel. O Paquistão é islâmico então, vai ajudar o Irão, e a Índia vai querer ajudar Israel e os EUA, e a China vai atacar a Índia. Provavelmente, a China vai atacar a Austrália também, o que seria lógico. Agora, não sei se o Canadá e os demais países europeus membros da NATO vão entrar imediatamente na guerra ao lado dos EUA, Reino Unido, Israel, Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Índia e Austrália, ou se vão observar o andamento da guerra para tomar uma posição a favor dos EUA, Reino Unido e aliados. O Canadá provavelmente vai entrar quase imediatamente ao lado dos EUA e Reino Unido na guerra. E a Rússia, não sei com quem vai se identificar mais, com a Europa ou com a China e países islâmicos. Vai depender de como vai estar a situação política da Rússia futuramente. Se a guerra começasse neste ano de 2012, a Rússia se alinharia à China e ao Irão.

            • A Índia está alinhada com Israel por causa da sua velha inimizade com o Paquistão… Sede do islamismo mais radical do mundo atualmente.
              A Rússia tem sido desconsiderada sistematicamente pelos EUA. Obama corrigiu um pouco, mas de forma insuficiente. Infelizmente não é uma democracia e isso tem-na afastado do Ocidente, podendo ai culpar-se apenas os dirigentes do Kremlin…

  8. Entretanto… o vencedor do Quid foi o Clóvis!
    Embora tivessem sido registadas um número elevado de respostas, das quais outras três a 100%!

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