Cadilhe: “A UE teria de fechar os olhos a excecionais e temporárias derrogações de regras de concorrência, porque um plano de correção estrutural do défice externo e do desemprego careceria de políticas e medidas discriminatórias, durante cinco a dez anos, a favor da produção portuguesa de transaccionáveis”

“Primeiro,  precisaríamos de convencer a UE… Ela teria de fechar os olhos a excecionais e temporárias derrogações de regras de concorrência,  porque um plano de correção estrutural do défice externo e do desemprego careceria de políticas e medidas discriminatórias,  durante cinco a dez anos, a favor da produção portuguesa de transaccionáveis. Segundo,  precisaríamos de financiamento adequado às necessidades de muito e bom investimento nacional e estrangeiro, digo,  portanto financiar montantes elevados e prazos longos num plano que já não teria a assistência da troika.”

Miguel Cadilhe
Diário Económico
5 de abril de 2012

Gosto tanto de Cadilhe como gosto da Peste ou do Cavaquismo (fenómenos equivalentes no dano que deram a Portugal) mas não deixa de curioso (e encorajador) ver que a mensagem de que é necessário restaurar – ainda que provisoriamente – algum tipo de controlo das fronteiras comerciais de Portugal em relação à Europa.

A Europa não pode simultaneamente exigir-nos austeridade e o pagamento das dividas externas enquanto envia produtos agrícolas e pesqueiros a preços abaixo do custo que os mesmos assumem quando são produzidos em Portugal. Se precisamos (e como!) de recuperar o nosso setor produtivo,  por forma a substituir localmente importações e assim reduzir o desemprego e o crónico desequilibro da balança de pagamentos então precisamos que a Europa nos ajude e suprima – temporariamente – essa abertura total de fronteiras. Se não o fizer e num contexto em que o Euro se mantém demasiado elevado e que a Europa nos continua a inundar com os seus produtos não restarão muitas saídas alem da saída da União Europeia,  ja que a declaração simples de bancarrota não será capaz de resolver esses desequilibras a prazo.

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Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal, união europeia | 5 Comentários

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5 thoughts on “Cadilhe: “A UE teria de fechar os olhos a excecionais e temporárias derrogações de regras de concorrência, porque um plano de correção estrutural do défice externo e do desemprego careceria de políticas e medidas discriminatórias, durante cinco a dez anos, a favor da produção portuguesa de transaccionáveis”

  1. Enoque

    Sobre a relação de Portugal com a UE, veja o que o sr. Matthew Lynn acha:

    “Esqueçam a Grécia. É Portugal que vai destruir o euro.

    Um “default” é acidente. Dois já é uma crise sistémica. Quem o diz é Matthew Lynn, presidente executivo da Strategy Economics, sublinhando que Portugal voltará a ter um importante papel no palco mundial. Mas pela negativa. Ao Negócios, diz que o incumprimento português é inevitável. “É apenas uma questão de tempo”.
    Matthew Lynn, CEO da consultora britânica Strategy Economics , traça um cenário sombrio para a Zona Euro. E diz que Portugal será o responsável pela queda do euro.

    No seu mais recente artigo de opinião, publicado na “Market Watch”, na sua coluna intitulada “London Eye”, Lynn começa por relembrar a importância do País para a história mundial, com a assinatura do Tratado de Tordesilhas, que dividiu o mundo não europeu entre Espanha e Portugal em 1494. E salienta que 2012 pode ser o ano em que Portugal volta ao centro do palco mundial. Como? “Fazendo o euro ir ao ar”, responde.

    “A Grécia já estoirou – e o seu incumprimento está já descontado pelo mercado. Mas Portugal está precisamente na mesma posição (…). Está também a resvalar para um inevitável ‘default’ das suas dívidas – e quando isso acontecer, vai ter um efeito devastador para a moeda única e infligir danos ao sistema bancário europeu, que poderão revelar-se catastróficos”, escreve Lynn, autor de dois livros de economia: “The Billion-Dollar Battle: Merck v. Glaxo and Birds of Prey: Boeing v.Airbus” e Bust: Greece, the Euro and the Sovereign Debt Crisis.

    O analista e consultor britânico compara a situação de Atenas e de Lisboa, destacando que “Portugal – um dos países mais pobres da União Europeia, com um PIB per capita de apenas 21.000 dólares, significativamente abaixo dos 26.000 dólares da Grécia – fixou metas de redução do seu défice de 4,5% em 2012 e de 3% em 2013”.

    “Então e como está a sair-se?”, questiona-se. E responde: “Quase tão bem como a Grécia – ou seja, nada bem. Prevê-se que a economia grega registe uma contracção de 6% este ano e Portugal não fica muito atrás – o Citigroup estima que a economia ‘encolha’ 5,7% em 2012 e mais 3% em 2013”.

    Matthew Lynn recorda o estudo da Universidade do Porto, divulgado na semana passada, que diz que a economia paralela aumentou 2,5% no ano passado e que representa agora cerca de 25% da actividade económica em Portugal. “E não há qualquer expectativa de que isso vá mudar em breve. As empresas portuguesas simplesmente não conseguem sobreviver a pagar as taxas de imposto que lhes foram impostas”, refere o especialista.

    “O resultado qual será?”, pergunta. E volta a responder: “Os objectivos de redução do défice não vão ser cumpridos. No início deste mês, o governo reviu em alta a previsão do défice, de 4,5% para 5,9% do PIB este ano. Se a experiência grega for válida, esta meta continuará a ser revista em alta. A economia encolhe, cada vez mais pessoas transitarão para a economia subterrânea para sobreviverem e o défice continuará a crescer”.

    “Em resposta, a União Europeia exige mais e mais austeridade – o que significa, muito simplesmente, que a economia continuará a contrair-se ainda mais. É um círculo vicioso. Se alguém souber como sair dele, então está a guardar o segredo para si próprio”, comenta Lynn.

    Juros da dívida a escalarem

    O comentador da “Market Watch” recorda o corte do “rating” da dívida soberana de longo prazo de Portugal, para nível de “lixo”, por parte da Standard & Poor’s. Das três principais agências, só faltava a S&P para a dívida pública de Portugal ser colocada na categoria “especulativa” – ou seja, não é considerada “digna” de investimento, atendendo aos riscos que os investidores correm de não serem reembolsados.

    Segundo Matthew Lynn, haverá mais “downgrades”. “Os juros da dívida estão a disparar. Na semana passada, as ‘yields’ das obrigações a 10 anos superaram os 14%. E deverão subir ainda mais”, prognostica. O analista relembra que a maturidade a 10 anos da dívida soberana grega já está com juros de 33% e diz que “não há qualquer razão para as ‘yields’ da República Portuguesa não atingirem os mesmos níveis”.

    “E isso é importante”, sublinha. Isto porque, adianta, a crise grega poderia até ser vista como um caso especial. “Mas não a de Portugal. Não houve ‘manipulação’ nos números [Portugal] não registou défices excessivos – com efeito, quando caminhávamos para a crise de 2008, o País apresentava défices de menos de 3% do PIB, bem dentro das regras impostas pela Zona Euro. Não era irresponsável. O problema, muito simplesmente, é que Portugal não conseguiu competir no seio de uma moeda única com economias muito mais fortes. Agora, o País está a mergulhar numa depressão em toda a escala – tão má como o que se testemunhou nos anos 30 [Grande Depressão] – devido à união monetária”.

    “Vai ser tão grave como na Grécia. E talvez até pior”, vaticina.

    Lynn refere igualmente que os bancos europeus estão mais expostos a Portugal do que à Grécia. “No total, os bancos têm uma exposição de 244 mil milhões de dólares a Portugal, contra 204 mil milhões de dívida grega”, segundo os dados do Banco de Pagamentos Internacionais citados pelo antigo colunista da Bloomberg News e responsável pela “newsletter” da área financeira desta agência.

    “O grosso da dívida portuguesa é detido pela Alemanha e pela França. Mas estes são os dados oficiais. É bem provável que grande parte da dívida privada, que é mais substancial do que a dívida pública, seja detida por bancos espanhóis. E estes já estão frágeis. Conseguirão assumir as perdas? Talvez, mas não apostaria a minha última garrafa de vinho do Porto nisso”, comenta Matthew Lynn.

    Em seguida, diz o ex-colunista da Bloomberg, esta situação também irá repercutir-se na moeda única. “Se um país entrar em incumprimento, dentro de uma união monetária, isso pode ser visto como um acidente infeliz. Todas as famílias têm uma ovelha negra. Mas quando um segundo país cai, o caso fica muito mais sério. A ideia de que isto é culpa de alguns governos irresponsáveis vai deixar de ser sustentável. A explicação alternativa – a de que o euro é uma moeda disfuncional – vai ganhar mais peso”.

    Segundo Lynn, “um incumprimento da dívida soberana por parte de Portugal desencadeará uma retirada da Zona Euro – e neste momento, parece que esse poderá ser o motor que desencadeará o colapso do sistema”. “Foram cinco séculos de espera. Mas agora Portugal poderá estar prestes a desempenhar de novo um papel central na economia global”, conclui o especialista da área financeira.

    “É apenas uma questão de tempo”

    Ao Negócios, Matthew Lynn reafirmou o que diz no seu artigo de opinião. Questionado sobre se há alguma possibilidade de Portugal não entrar em incumprimento, responde que não. “Penso que é inevitável um ‘default’ de Portugal, caso se mantenha no euro. Quando uma economia está a encolher 5% ao ano, é impossível que a dívida fique sob controlo. Por isso, as dívidas vão ficando cada vez maiores”.

    “A única coisa que poderia evitar o incumprimento seria uma ampla ajuda financeira por parte do resto da Zona Euro. Isso estabilizaria a dívida e daria à economia uma hipótese de crescer. Mas isso não vai acontecer – por isso, o ‘default’ é a única opção. É apenas uma questão de tempo”, disse ao Negócios.

    Fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=533819

    • Sim, ja li esse artigo… mas acho que é anterior aos problemas na Espanha… neste momento, é para aí que estao viradas todas atencoes e será por essa banda, ou por França, depois de Hollande, que o estouro vai ocorrer…

  2. Enoque

    E o pessimista Nouriel Roubini ataca novamente:

    “As curtas férias da Europa
    29 Abril 2012 | 23:30
    Nouriel Roubini

    Na ausência de uma maior flexibilização da política monetária e de uma consolidação orçamental mais estendida no tempo, o euro não desvalorizará, a competitividade externa não será restaurada e a recessão irá agravar-se.
    Na ausência de uma maior flexibilização da política monetária e de uma consolidação orçamental mais estendida no tempo, o euro não desvalorizará, a competitividade externa não será restaurada e a recessão irá agravar-se.

    Desde Novembro passado, o Banco Central Europeu, sob as rédeas do seu novo presidente, Mario Draghi, reduziu as suas taxas e levou a cabo duas injecções de mais de um bilião de euros de liquidez no sistema bancário da Zona Euro. Isto conduziu a um alívio temporário das tensões financeiras com que se confrontam os países mais endividados da periferia do euro (Grécia, Espanha, Portugal, Itália e Irlanda), diminuindo fortemente o risco de uma corrida à liquidez no sistema bancário da Zona Euro e reduzindo os custos de financiamento para Itália e Espanha face aos níveis insustentáveis do Outono passado.

    Ao mesmo tempo, foi evitado um incumprimento técnico por parte da Grécia e o país implementou um bem sucedido – se bem que coercivo – programa de reestruturação da sua dívida pública. Um novo pacto orçamental – e novos governos na Grécia, Itália e Espanha – impulsionou a convicção de que haverá um empenho credível em relação à austeridade e às reformas estruturais. E a decisão de conjugar o novo fundo de resgate da Zona Euro (o Mecanismo Europeu de Estabilidade – MEE) com o antigo (O Fundo Europeu de Estabilidade Financeira – FEEF) reforçou de forma significativa o “poder de fogo” da região.

    Mas a lua-de-mel que se seguiu nos mercados foi de curta duração. Os diferenciais dos juros de Itália e de Espanha estão de novo a aumentar, ao mesmo tempo que os custos de financiamento para Portugal e para a Grécia se mantiveram elevados. E, inevitavelmente, a recessão na periferia da Zona Euro está a agudizar-se e a transitar para o centro, nomeadamente para a França e Alemanha. Com efeito, a recessão irá agravar-se ao longo deste ano, por muitas razões.

    Em primeiro lugar, a excessiva dose inicial de austeridade, apesar de ser necessária, está a acelerar o movimento de contracção da economia, uma vez que os impostos mais elevados e o menor nível de gastos públicos e de transferências reduzem o rendimento disponível e a procura agregada. Além disso, à medida que a recessão se for aprofundando, resultando em défices orçamentais ainda maiores, será necessária mais austeridade. E agora, graças ao Pacto Orçamental, até o núcleo da Zona Euro será obrigado a adoptar medidas drásticas de austeridade contra a recessão.

    Por outro lado, enquanto a ultra-competitiva Alemanha consegue aguentar um euro a valer 1,30 dólares – ou até mais forte do que isso – na periferia da Zona Euro, onde os custos laborais unitários subiram entre 30% e 40% durante a última década, o valor da taxa de câmbio terá de cair até ao nível da paridade com o dólar, de modo a restaurar-se a competitividade e o equilíbrio externo. Afinal de contas, com a penosa desalavancagem – gastar menos e poupar mais, para diminuir as dívidas – a reduzir a procura interna, pública e privada, a única esperança de restaurar o crescimento está numa melhoria da balança comercial, o que requer um euro muito mais fraco em relação ao dólar.

    Enquanto isso, o aperto na concessão de crédito na periferia da Zona Euro está a intensificar-se: devido aos empréstimos baratos de longo prazo concedidos pelo BCE, os bancos da Zona Euro não têm problemas de liquidez, por agora, mas vêem-se confrontados com uma forte escassez de capital. Perante a dificuldade de cumprirem a exigência de um rácio de capital de 9%, eles conseguem atingir esse objectivo através da venda de activos e da contracção do crédito – o que não é propriamente um cenário ideal para a retoma económica.

    Para piorar as coisas, a Zona Euro depende mais do que os EUA da importação de petróleo. E os preços do petróleo estão a subir, apesar de o ambiente político estar a deteriorar-se. A França poderá eleger um presidente que se opõe ao Pacto Orçamental e cujas políticas poderão assustar os mercados obrigacionistas. As eleições na Grécia – onde a recessão está a converter-se em depressão – poderão dar entre 40% a 50% do voto popular a partidos que defendem o “default” imediato e a saída da Zona Euro. Os eleitores irlandeses poderão rejeitar o Pacto Orçamental num referendo. E há sinais de fadiga perante a austeridade e a reforma tanto em Espanha como em Itália, países onde as manifestações, as greves e o ressentimento popular contra a dolorosa austeridade estão a aumentar.

    E até mesmo as reformas estruturais que acabarão por impulsionar o crescimento da produtividade podem ser recessivas no curto prazo. Aumentar a flexibilidade do mercado laboral através da redução dos custos de despedimento dos trabalhadores é algo que levará – no curto prazo – a mais despedimentos no sector público e privado, exacerbando a diminuição dos rendimentos e da procura.

    Por último, depois de um bom arranque, o BCE suspendeu agora o estímulo monetário adicional de que a Zona Euro precisa. Com efeito, os responsáveis do BCE estão a começar a preocupar-se – e dizem-no publicamente – com o aumento da inflação decorrente do choque petrolífero.

    O problema é que a Zona Euro tem uma estratégia de austeridade, mas nenhuma estratégia de crescimento. E sem isso, o que tem é uma estratégia de recessão que torna a austeridade e as reformas auto-destrutivas contraproducentes, porque se o PIB continuar a registar uma contracção, os rácios do défice e da dívida continuarão a subir para níveis insustentáveis. Além disso, as reacções social e política acabarão por ser esmagadoras.

    É por isso que os diferenciais das taxas de juro na periferia da Zona Euro estão de novo a aumentar. Os países da periferia sofrem de fortes desequilíbrios nos stocks e fluxos de capital. Os desequillíbrios nos stocks incluem a enorme – e crescente – dívida pública e privada em proporção do PIB. Os desequilíbrios nos fluxos de capital incluem um aprofundamento da recessão, uma forte perda de competitividade externa e grandes défices externos que os mercados não estão dispostos a financiar.

    Na ausência de uma maior flexibilização da política monetária e de uma consolidação orçamental mais estendida no tempo, o euro não desvalorizará, a competitividade externa não será restaurada e a recessão irá agravar-se. E sem uma retoma do crescimento – não daqui a uns anos, mas sim em 2012 – os desequilíbrios nos stocks e fluxos de capital tornar-se-ão cada vez mais insustentáveis. Mais países da Zona Euro serão obrigados a reestruturarem as suas dívidas e talvez alguns deles acabem por decidir abandonar a união monetária.”

    Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=553797

    • Correto! A liquidez nao vai resolver nada a prazo! Os bancos luso, por exemplo, preferiram usar essa liquidez para a depositar no bce (a juros ridiculos de .3) e a comprar divida publica (segura, pq coberta pela troika) do que injeta-la na economia real!
      O problema é a obsessão monetarista do bce e o euro alto e isso nao da qualquer mostras de ser reconhecido…

  3. Enoque

    Segundo Miguel Sousa Tavares, a Europa vai ficar mais instável.

    http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/

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