Economia Politica

Investimento Direto Estrangeiro (IED) em Portugal – parte 2

Introdução Em Portugal todos os investidores estrangeiros – independentemente da escala ou dimensão do projeto – têm que contactar a “Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E.”. Esta é a entidade que acompanha e orienta o investidor até outros organismos do Estado Português até que este por fim se materialize e produza [...]

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Investimento Direto Estrangeiro (IED) em Portugal – parte 1

O investimento estrangeiro é essencial para dinamizar o mercado interno e a própria economia nacional. O afluxo de capitais estrangeiros atrai ele próprio (por lógica de exemplo e contágio) mais capitais, desencadeando um processo de crescimento económico que rapidamente se propaga a toda a economia. Fatores que atraem o investimento estrangeiro: 1. Capital atrai capital… [...]

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O Que é o Investimento Estrangeiro Direto (IED)?

Por “Investimento Estrangeiro Direto” ou “IED” entende-se o investimento que é feito por forma a tomar posse de um interesse duradouro numa empresa que esteja a funcionar num país diferente daquele de onde é originário o investidor. A relação entre o investidor (ou “empresa matriz”) e a filial forma aquilo a que se designa de [...]

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O IED no Brasil e Investimento Português no Brasil

Nos últimos anos, Portugal tem assumido de forma crescente e sustentada como um dos maiores investidores estrangeiros no Brasil. No primeiro semestre de 2004, empresas portuguesas investiram 252 milhões de USDs, sendo então o sexto maior investidor estrangeiro ocupando então um impressionante (para a escala da economia portuguesa) 4.5%. Atualmente, sabe-se que existem perto de [...]

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Investimento externo: Vantagens, Riscos e Desvantagens

Apesar da presente situação de grave preocupação com a solidez da economia mundial, especialmente devido à situação da divida soberana europeia, continua a existir um grande interesse pelo Investimento Direto Estrangeiro em praticamente todos os países do mundo. O IED é, de facto uma alternativa de afluxo de capital muito interessante para qualquer Estado que [...]

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Sistema Monetário Europeu (SME)

O Sistema Monetário Europeu, ou SME, foi fundado através de um acordo assinado em 1979 pela maioria dos países que então compunham a CEE. O objetivo era o de ligar as respetivas moedas por forma a remover as causas de grandes flutuações de taxas de cambio entre elas. O Acordo de 1979 tinha 3 pontos [...]

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Competitividade

A competitividade externa de um pais é a sua capacidade para produzir e vender mais barato que os seus competidores. Assim, consegue aumentar as suas exportações. A competitividade internacional é medida pela Taxa de Câmbio Real. Quatro fatores principais para a Competitividade Internacional de um país são: .Eficiência Empresarial .Eficiência Governamental .Performance Económica e .Infra-Estruturas [...]

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Intermediação Financeira Internacional

A partir do choque petrolífero da década de 70, os países exportadores de petróleo crescem em riqueza. Os países da OPEP tornam-se grandes emprestadores aos países importadores, os quais podem, assim, manter os seus altos padrões de consumo. Mas a partir da década de 80, vários importadores começam a terem dificuldades em suportar o serviço [...]

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Mercados Offshore e a eficiência das politicas monetárias

O facto de existir uma grande integração dos Eurobancos com os bancos domésticos faz com que os bancos consigam contornar as regulamentações das autoridades monetárias nacionais. Isto reduz a capacidade do Banco Central para agir sobre a massa monetária em circulação e a capacidade de regulação sobre os bancos domésticos e os seus crédito. A [...]

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O Padrão-Ouro

A partir de 1880, instaurou-se o dito Padrão-Ouro, um sistema monetário internacional que tinha como regras dominantes: 1. Todos os países determinavam o valor da sua moeda em função do ouro e comprometiam-se a comprar e a vender ouro a esse preço. As cotações bilaterais são definidas a partir das cotações das moedas face ao [...]

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Consequências Económicas de um Choque Externo

Quando aumentam as taxas de juros internacionais, as consequências são diversas se estamos perante um: Câmbio flexível; há uma depreciação da moeda nacional o que aumenta as exportações e expande a economia. Câmbio fixo; leva a uma saída de capitais o que reduz a massa monetária e o rendimento de equilíbrio. Os choques externos, como [...]

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Politica Monetária Expansiva

A depreciação da moeda melhora o saldo da conta corrente. Se esta for superavitária os agentes acumulam ativos estrangeiros, aumentando assim a sua riqueza, os quais, por sua vez, levam ao aumento da procura da moeda o que pressiona o aumento das taxas de juro. Mas a apreciação da moeda nacional acaba por anular total [...]

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Balanças Corrente e de Capital da Economia Portuguesa a partir de 2004

O saldo da balança corrente portuguesa tem-se degradado desde 2003. Em 2005, muito particularmente, o aumento dos preços de petróleo fez deteriorar os termos de troca. A competitividade externa das nossas exportações também não tem parado de cair, parcialmente devido à subida dos custos unitários associados ao Trabalho. Em 2004, o Euro2004 melhorou o saldo [...]

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Abordagem das Elasticidades no Equilíbrio da Balança de Pagamentos

Os efeitos da variação da taxa de câmbio dependem das elasticidades da procura das importações e das exportações sendo que a desvalorização da moeda nacional provoca: .O aumento das exportações .A diminuição do volume das importações acompanhado por um aumento dos preços em euros uma vez que se degradam os termos de troca.

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Crises Financeiras Internacionais recentes, crises cambiais e ataques especulativos sobre a Economia Portuguesa

Antes de 2000, Portugal sofreu três grandes crises financeiras internacionais: 1. América Latina de 1982 e 1983 2. México de 1994 e 1995 3. Sudeste Asiático, de 1997 Todas estas três crises financeiras foram precedidas pelos mesmos fatores: 1. Liberalização financeira 2. Entrada de Capitais em grande escala 3. Grande acumulação de dívida externa 4. [...]

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Crowding Out

O Crowding Out é uma redução no investimento e de outras componentes da despesa agregada sensíveis às taxas de juro e ocorre sempre que o Estado aumenta a despesa pública. O efeito ocorre porque existe um mecanismo de transmissão entre o mercado monetário e o mercado de bens e serviços. Quando o Estado aumenta a [...]

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Uma Política Orçamental Expansionista

Uma política orçamental expansionista quer através de uma descida de impostos, quer pela via de um aumento da despesa pública provoca um aumento da despesa agregada, que conduz a um aumento do produto. Assim se produz também um crescimento do rendimento e dos impostos cobrados sobre este. Com o conhecido efeito multiplicador da despesa agregada [...]

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O BCE e a Estabilidade dos Preços

O Eurosistema (que compreende o BCE e os bancos centrais europeus) tem como principal objetivo a manutenção da estabilidade dos preços na eurozona. Por outras palavras, a missão do BCE é a de preservar o poder de compra. Vários fatores económicos podem dar azo a movimentos nos níveis de preços no curto prazo. Por exemplo, [...]

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Movimentos em preços específicos e no nível geral de preços

Variações frequentes em preços específicos são normais em economias de mercado, mesmo que no geral exista estabilidade de preços. Alterações de procura ou oferta podem produzir variações nos preços. Por exemplo, esse fenómeno verificou-se nos preços dos telemóveis e computadores desde a década de 90, que desceram em flecha, ou nos preços dos produtos petrolíferos [...]

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O que é a estabilidade de preços?

A Inflação e a Deflação A inflação e a deflação são fenómenos económicos importantes com efeitos graves na economia. Essencialmente, por inflação entende-se o aumento geral dos preços dos bens e serviços num período relativamente longo que produz uma diminuição do valor da moeda e logo, do seu poder aquisitivo. A deflação é o oposto [...]

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Hiperinflação

Quando a inflação é muito elevada e foge a qualquer controlo estamos perante aquilo que se designa por “Hiperinflação”. Socialmente falando, a Hiperinflação é altamente destrutiva com efeitos graves para os indivíduos e para a sociedade. A maioria dos economistas acredita que estamos perante Hiperinflação quando a taxa de inflação mensal ultrapassa o limite dos [...]

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A Procura de Moeda

Pela sua natural liquidez, a moeda simplifica as transações. Mas ao deterem moeda, os seus utilizadores estão sujeitos aos chamados “custos de oportunidade” uma vez que perdem a taxa de juro positiva que os ativos alternativos rendem. Desta forma, a expetativa de um nível mais elevado de inflação e de uma taxa de juro nominal [...]

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Os fatores que determinam a evolução dos preços

A politica monetária influencia o nível de preços através do chamado “mecanismo de transmissão”: o banco central é o único emitente da “base monetária”, em monopólio, está assim em condições de influenciar as condições no mercado monetário e de orientar as taxas de juro de curto prazo. No curto prazo, uma alteração das taxas de [...]

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Despesa Agregada

Por “despesa agregada” entende-se o somatório de todas as despesas que são realizadas por todos os agentes económicos. Consequentemente, a “despesa agregada” inclui as despesas de produtos e serviços consumidor pelas famílias (consumo privado), Estado (consumo público) e Empresas (despesas de investimento). As exportações, ou despesas realizadas pelo exterior sobre a produção nacional fazem também parte da Despesa Agregada. As despesas que fazem parte da Despesa Agregada [...]

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Tipos de política fiscal (Expansiva ou Restritiva)

A politica fiscal pode ser Expansiva ou Restritiva. Política Fiscal Expansiva: Quando tem como objetivo estimular a Procura Agregada, nomeadamente quando a economia vive um momento recessivo e é preciso estimular o crescimento da economia. Este tipo de politica fiscal tende a aumentar o defice a a provocar inflacao. Os seus objetivos são de aumentar a producao [...]

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Os Paradigmas da Politica Económica

http://www.cntu.org.br Desde a crise asiática de 1997 e depois do colapso do Lehman Brothers em 2008 que se percebeu que os paradigmas económicos dos anos 90 estavam carecidos de mudança. O primeiro paradigma a tombar foi a recomendação para que os países abrissem os seus mercados de capitais como pressuposto de boa governança económica. Hoje, essa noção subsiste, mas é consensual que a completa liberdade [...]

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Portugal e o Pacto de Estabilidade e Crescimento

O “Pacto de Estabilidade e de Crescimento” é um instrumento da União Económica e Monetária (UEM) datado de 1997, tendo como objetivo a disciplina orçamental dos Estados-membros que fazem parte da Moeda Única. O PEC incorporam um grupo de normas que regulamentam as rubricas orçamentais dos Estados e determinam a coordenação das políticas económicas. O [...]

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Blog em WordPress.com. Tema: Adventure Journal por Contexture International.

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