Adira ao MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO !

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS E OBJECTIVOS

Aqui se apresenta um ponto de partida, objecto de consenso entre os promotores do Movimento, destinado a ser aperfeiçoado mediante todas as críticas e sugestões, que solicitamos e agradecemos.
Ao apresentá-lo, fazemos nossas as palavras de Agostinho da Silva, cidadão luso-brasileiro cujo pensamento inspira o M. I. L., na proposta de reorganização de Portugal e do mundo lusófono que redigiu em 1974: “A comunidade a que o propomos é o Povo não realizado que actualmente habita Portugal, a Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, o Brasil, Angola, Moçambique, Macau, Timor, e vive, como emigrante ou exilado, da Rússia ao Chile, do Canadá à Austrália” – “Proposição”, in
Dispersos, Lisboa, ICALP, 1989, p. 617.

1 – O Movimento Internacional Lusófono é um movimento cultural e cívico que visa mobilizar a sociedade civil para repensar e debater amplamente o sentido e o destino de Portugal e da Comunidade Lusófona.

2 – As nações e os 240 milhões de falantes da Língua Portuguesa em todo o mundo constituem uma comunidade histórico-cultural com uma identidade, vocação e potencialidade singular, a de estabelecer pontes, mediações e diálogos entre os diferentes povos, culturas, civilizações e religiões, promovendo uma cultura da paz, da compreensão, da fraternidade e do universalismo à escala planetária.

3 – Os valores essenciais da cultura lusófona constituem, junto com os valores essenciais de outras culturas, uma alternativa viável à crise do actual ciclo de civilização economicista e tecnocrático, contribuindo, com o seu humanismo universalista e sentido cósmico da vida, para uma urgente mutação da consciência e do comportamento, que torne possível uma outra globalização, a do desenvolvimento das superiores possibilidades humanas e da harmonia ecológica, possibilitando a utilização positiva dos actuais recursos materiais e científico-tecnológicos.

4 – As pátrias e os cidadãos lusófonos devem cultivar esta consciência da sua vocação, aproximar-se e assumir-se como uma comunidade fraterna, uma frátria, aberta a todo o mundo. A comunidade lusófona deve assumir-se como uma comunidade alternativa mundial – uma pátria-mátria-frátria do espírito, a “ideia a difundir pelo mundo” de que falou Agostinho da Silva – que veicule ideias, valores e práticas tão universais e benéficas que todos os cidadãos do mundo nelas se possam reconhecer, independentemente das suas nacionalidades, línguas, culturas, religiões e ideologias. A comunidade lusófona deve assumir-se sempre na primeira linha da expansão da consciência, da luta por uma sociedade mais justa, da defesa dos valores humanos fundamentais e das causas humanitárias, da sensibilização da comunidade internacional para todas as formas de violação dos direitos humanos e dos seres vivos e do apoio concreto a todas as populações em dificuldades. Para que isso seja possível, cada nação lusófona deve começar por ser exemplo desses valores.

5 – A identidade e vocação histórico-cultural da comunidade lusófona terá expressão natural na União Lusófona, a qual, pelo aprofundamento das potencialidades da actual Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, constituirá uma força alternativa mundial, a nível cultural, social, político e económico. Sem afectar a soberania dos estados e regiões nela incluídos, mas antes reforçando-a, a União Lusófona será um espaço privilegiado de interacção e solidariedade entre eles que potenciará também a afirmação de cada um nas respectivas áreas de influência e no mundo. Ou seja, no contexto da União Lusófona, a Galiza e Portugal aumentarão a sua influência ibérica e europeia, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola e Moçambique, a sua influência africana, o Brasil a sua influência no continente americano e Timor a sua influência asiática, sendo ao mesmo tempo acrescida a presença de cada um nas áreas de influência dos demais e no mundo. Sem esquecer Goa, Damão, Diu, Macau, todos os lugares onde se fale Português e onde a nossa diáspora esteja presente, os quais, embora integrados noutros estados, serão núcleos de irradiação cultural da União Lusófona.

6 – No que respeita a Portugal e à Galiza, este projecto será assumido em simultâneo com o estreitamento de relações culturais com as comunidades autónomas de Espanha, promovendo aí a cultura galaico-portuguesa e contrabalançar a influência espanhola em Portugal. O mesmo deve acontecer entre o Brasil e os países da América do Sul. Galiza, Portugal e Brasil, bem como as demais nações de língua portuguesa, devem afirmar sem complexos os valores lusófonos nas suas respectivas áreas de influência.

7 – A construção da União Lusófona, com os seus valores próprios, exige sociedades mais conscientes, livres e justas nos estados e regiões lusófonos. Em cada um desses estados e regiões, cabe às secções locais do Movimento Internacional Lusófono, dentro destes princípios essenciais e em coordenação com as dos restantes estados e regiões, apresentar e divulgar propostas concretas, adequadas a cada situação particular, pelos meios de intervenção cultural, social, cívica e política que forem mais oportunos.

 

Portugal e a União Lusófona estão nas nossas mãos. Que se discuta, divulgue e realize este projecto!
Criemos muitos núcleos do MIL! O futuro começa agora!


Adira enviando uma mensagem de correio electrónico para:
adesao@movimentolusofono.org

98 Comentários

98 pensamentos em “Adira ao MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO !

  1. Totalmente de acordo.

    • Tiago Lima

      Gostei imenso do vosso movimento! Vou aderir…. Já agora, visto que a ciência também é uma vertente do vosso movimento, aproveito para divulgar uma nova revista de divulgação científica, que já se encontra nas bancas, com o nome de “intellectus” por apenas 0,99 (mensal e sem publicidade)!. Ajudem a divulgar a divulgação da ciência by “intellectus” : facebook.com/4intellectus

      Muito Obrigado e parabéns pelo movimento!

  2. Agostinho, sugiro então a sua adesão ao MIL e que divulgue tanto quanto possível a existência do movimento.
    Obrigado!

  3. Boas
    Sim não podemos com mais gastos que nem damos conta e lucram estas entidades mais ricas à custa dos pobres trabalhadores.

    Sim eu prefiro ir ao banco no final do mês e retirar o montante do ordenado que sobra das despesas do mês.

    Só assim é que sabemos lidar com estas taxas.

    Vou mesmo controlar as minhas contas os bancos se cobram 1€ no final do ano são 12€ se for 15.000 pessoas nota-se o ganho destas entidades.

    Temos de agir.

    CUMPRIMENTOS
    Gonçalves

  4. Boas mais uma vez.
    É por tudo isto que o pobre está cada vez mais pobre e os grandes cada vez mais ricos.Os pobres quase sem reforma e os administradores com reformas milionárias,melhores do que os presidentes da republica.
    Cumprimentos

  5. Não querem ser conhecidos!

    Plena lógica de ocultação,
    E sem vergonha em acelerado:
    Pediram para não ser revelado
    O rol dos sobas em oposição

    Que pediram, sem qualquer razão,
    Seu rendimento ficar ignorado
    De todos nós, em qualquer estado.
    São eles, claro, os Pais da Nação…

    A pulhice da solicitação
    Vê-se surtir esperado efeito
    Pois querem a não divulgação.

    O povo pergunta com moderação:
    Com ganhos lícitos qual o despeito
    D´os pôr visíveis à População.?

    Fev. 7/08

  6. ISTO CONTINUA COM A POLITICA DE ANTIGAMENTE,É UMA FRAZE FEITA MAS QUE ASSENTA QUE NEM UMA LUVA,QUE É A DE FAZER O RICO MAIS RICO E O POBRE MAIS POBRE,MAS ESTOU CONVENCIDO QUE UNIDOS VENCEREMOS.

  7. O PERCURSO De DR HUGO JOSÉ AZANCOT DE MENEZES

    Hugo de Menezes nasceu na cidade de São Tomé a 02 de fevereiro de 1928, filho do Dr Ayres Sacramento de Menezes.

    Aos três anos de idade chegou a Angola onde fez o ensino primário.
    Nos anos 40, fez o estudo secundário e superior em Lisboa, onde concluiu o curso de medicina pela faculdade de Lisboa.
    Neste pais, participou na fundação e direcção de associações estudantis, como a casa dos estudantes do império juntamente com Mário Pinto de Andrade ,Jacob Azancot de Menezes, Manuel Pedro Azancot de Menezes, Marcelino dos Santos e outros.
    Em janeiro de 1959 parte de Lisboa para Londres com objectivo de fazer uma especialidade, e contactar nacionalistas das colónias de expressão inglesa como Joshua Nkomo( então presidente da Zapu, e mais tarde vice-presidente do Zimbabué),George Houser ( director executivo do Américan Commitee on África),Alão Bashorun ( defensor de Naby Yola ,na Nigéria e bastonário da ordem dos advogados no mesmo pais9, Felix Moumié ( presidente da UPC, União das populações dos Camarões),Bem Barka (na altura secretário da UMT- União Marroquina do trabalho), e outros, os quais se tornou amigo e confidente das suas ideias revolucionárias.
    Uns meses depois vai para Paris, onde se junta a nacionalistas da Fianfe ( políticos nacionalistas das ex. colónias Francesas ) como por exemplo Henry Lopez( actualmente embaixador do Congo em Paris),o então embaixador da Guiné-Conacry em Paris( Naby Yola).
    A este último pediu para ir para Conacry, não só com objectivo de exercer a sua profissão de médico como também para prosseguir as actividades políticas iniciadas em lisboa.
    Desta forma ,Hugo de Menezes chega ao já independente pais africano a 05-de agosto de 1959 por decisão do próprio presidente Sekou -Touré.
    Em fevereiro de 1960 apresenta-se em Tunes na 2ª conferência dos povos africanos, como membro do MAC , com ele encontram-se Amilcar Cabral, Viriato da Cruz, Mario Pinto de Andrade , e outros.
    Encontram-se igualmente presente o nacionalista Gilmore ,hoje Holden Roberto , com o qual a partir desta data iniciou correspondência e diálogo assíduos.
    De regresso ao pais que o acolheu, Hugo utiliza da sua influência junto do presidente Sekou-touré a fim de permitir a entrada de alguns camaradas seus que então pudessem lançar o grito da liberdade.

    Lúcio Lara e sua família foram os primeiros, seguindo-lhe Viriato da Cruz e esposa Maria Eugénia Cruz , Mário de Andrade , Amílcar Cabral e dr Eduardo Macedo dos Santos e esposa Maria Judith dos Santos e Maria da Conceição Boavida que em conjunto com a esposa do Dr Hugo José Azancot de Menezes a Maria de La Salette Guerra de Menezes criam o primeiro núcleo da OMA ( fundada a organização das mulheres angolanas ) sendo cinco as fundadoras da OMA ( Ruth Lara ,Maria de La Salete Guerra de Menezes ,Maria da Conceição Boavida ( esposa do Dr Américo Boavida), Maria Judith dos Santos (esposa de um dos fundadores do M.P.L.A Dr Eduardo dos Santos) ,Helena Trovoada (esposa de Miguel Trovoada antigo presidente de São Tomé e Príncipe).
    A Maria De La Salette como militante participa em diversas actividades da OMA e em sua casa aloja a Diolinda Rodrigues de Almeida e Matias Rodrigues Miguéis .

    Na residência de Hugo, noites e dias árduos ,passados em discussões e trabalho… nasce o MPLA ( movimento popular de libertação de Angola).
    Desta forma é criado o 1º comité director do MPLA ,possuindo Menezes o cartão nº 6,sendo na realidade Membro fundador nº5 do MPLA .
    De todos ,é o único que possui uma actividade remunerada, utilizando o seu rendimento e meio de transporte pessoal para que o movimento desse os seus primeiros passos.
    Dr Hugo de Menezes e Dr Eduardo Macedo dos Santos fazem os primeiros contactos com os refugiados angolanos existentes no Congo de forma clandestina.

    A 5 de agosto de 1961 parte com a família para o Congo Leopoldville ,aí forma com outros jovens médicos angolanos recém chegados o CVAAR ( centro voluntário de assistência aos Angolanos refugiados).

    Participou na aquisição clandestina de armas de um paiol do governo congolês.
    Em 1962 representa o MPLA em Accra(Ghana ) como Freedom Fighters e a esposa tornando-se locutora da rádio GHANA para emissões em língua portuguesa.

    Em Accra , contando unicamente com os seus próprios meios, redigiu e editou o primeiro jornal do MPLA , Faúlha.

    Em 1964 entrevistou Ernesto Che Guevara como repórter do mesmo jornal, na residência do embaixador de Cuba em Ghana , Armando Entralgo Gonzales.
    Ainda em Accra, emprega-se na rádio Ghana juntamente com a sua esposa nas emissões de língua portuguesa onde fazem um trabalho excepcional. Enviam para todo mundo mensagens sobre atrocidades do colonialismo português ,e convida os angolanos a reagirem e lutarem pela sua liberdade. Estas emissões são ouvidas por todos cantos de Angola.

    Em 1966´é criada a CLSTP (Comité de libertação de São Tomé e Príncipe ),sendo Hugo um dos fundadores.

    Neste mesmo ano dá-se o golpe de estado, e Nkwme Nkruma é deposto. Nesta sequência ,Hugo de Menezes como representante dos interesses do MPLA em Accra ,exilou-se na embaixada de Cuba com ordem de Fidel Castro. Com o golpe de estado, as representações diplomáticas que praticavam uma política favorável a Nkwme Nkruma são obrigadas a abandonar Ghana .Nesta sequência , Hugo foge com a família para o Togo.
    Em 1967 Dr Hugo José Azancot parte com esposa para a república popular do Congo – Dolisie onde ambos leccionam no Internato de 4 de Fevereiro e dão apoio aos guerrilheiros das bases em especial á Base Augusto Ngangula ,trabalhando paralelamente para o estado Congolês para poder custear as despesas familhares para que seu esposo tivesse uma disponibilidade total no M.P.L.A sem qualquer remuneração.

    Em 1968,Agostinho Neto actual presidente do MPLA convida-o a regressar para o movimento no Congo Brazzaville como médico da segunda região militar: Dirige o SAM e dá assistência médica a todos os militantes que vivem a aquela zona. Acompanha os guerrilheiros nas suas bases ,no interior do território Angolano, onde é alcunhado “ CALA a BOCA” por atravessar essa zona considerada perigosa sempre em silêncio.

    Hugo de Menezes colabora na abertura do primeiro estabelecimento de ensino primário e secundário em Dolisie ,onde ele e sua esposa dão aulas.

    Saturado dos conflitos internos no MPLA ,aliado a difícil e prolongada vida de sobrevivência ,em 1972 parte para Brazzaville.

    Em 1973,descontente com a situação no MPLA e a falta de democraticidade interna ,foi ,com os irmãos Mário e Joaquim Pinto de Andrade , Gentil Viana e outros ,signatários do « Manifesto dos 19», que daria lugar a revolta activa. Neste mesmo ano, participa no congresso de Lusaka pela revolta activa.
    Em 1974 entra em Angola ,juntamente com Liceu Vieira Dias e Maria de Céu Carmo Reis ( Depois da chegada a Luanda a saída do aeroporto ,um grupo de pessoas organizadas apedrejou o Hugo de tal forma que foi necessário a intervenção do próprio Liceu Vieira Dias).

    Em 1977 é convidado para o cargo de director do hospital Maria Pia onde exerce durante alguns anos .

    Na década de 80 exerce o cargo de presidente da junta médica nacional ,dirige e elabora o primeiro simpósio nacional de remédios.

    Em 1992 participa na formação do PRD ( partido renovador democrático).
    Em 1997-1998 é diagnosticado cancro.

    A 11 de Maio de 2000 morre Azancot de Menezes, figura mítica da historia Angolana.

  8. Sempre fui a favor de uma aproximação maior entre Brasil e Portugal! Agora, mais que nunca, desejo ver as comunidades lusófonas irmanadas, fortes, e unidas pelo mesmo objetivo: a Paz e o Desenvolvimento igualitário! Salve Portugal e seus filhos!!

  9. Muito se espera da ligação especial que une os povos da lusofonia, e Portugal e o Brasil, muito em particular. Um, com o pé na Europa, o outro, com o pé, na América, terão juntos o papel percursor que – pela via do exemplo – há-de estabelecer no mundo uma nova forma de desenvolvimento e de crescimento humano. Essa é a missão da União Lusófona, e esse é o cerne do MIL…
    Foi convidada a ingressar no movimento, Bárbara, mas bastaria para tal ter enviado uma mensagem directamente para:
    adesao@movimentolusofono.org
    tal como podem fazer todos aqueles que se identificarem com os nossos princípios que podem ser lidos neste artigo ao topo.

  10. Boa noite. Estive a ver o s/blog e godtei bastante. Gostava de lhe pedir uma coisa. No seu blog tem um gif com os Países de Língua Portuguesa. Tentei meter no m/vlog, mas fica muito grande . Como posso meter como o seu. Se puder enviar, agradecia.
    Obrigado.

  11. João

    Como professor desta área, acho que este acordo já devia ter entrado em vigor há 10 anos. Se queremos continuar a ser a 3ªlíngua ocidental mais falada no mundo, temos que nos ajustar em termos linguísticos.
    O ESPANHOL, fala-se de um modo diferente em todo o mundo mas escreve-se da mesma forma e é isso que tem que acontecer na nossa língua.
    O acordo só vai fazer com que coisas que já não deveriam existir, desapareçam de vez. Já houve 4 acordos ao todo. Sabem como se escrevia “lírios” antes do primeiro acordo? Era “Lyrios”. A minha avó escreve Pharmácia em vez de Farmácia.
    Não estamos a perder nada de mais, pois todos os anos as língua ganham e perdem vocábulos. A língua está em constante mudança.
    Deixem estas coisas para quem percebe e não mandem “bitaques” sem sentido.
    É assim, os velhos do Restelo sê-lo-ão até morrer.

  12. João

    Aliás, o Brasil (200.000milhões da habitantes) estão a recuar mais do que nós.
    Sabem o que aconteceu entre o holandês e o africaanse? (línguas iguais) Separaram-se por não haver acordo nenhum. Se não houver acordo o português de Portugal e o português do Brasil, no futuro ir-se-ão separar.
    Pensem nisto.

  13. Maurício

    Engraçado essa história de união. Devolvam o que daqui foi tirado e reconheçam a matança das comunidades indígenas a 500 anos atrás e talvez o movimento até se justifique. O que Portugal tem a oferecer? Mesmo saqueando o Brasil nunca se converteu em potência e não é agora que vamos ter que puxar Portugal a reboque, se virem.

  14. Maurício

    Até o técnico da seleção de Portugal é Brasileiro.

  15. Comentários infelizes que não colaboram para uma união mais vantajosa para ambos a parte, de Portugal, herdamos uma espécie de alma; com Portugal, Timor e os PALOP, a tornaremos grande.

  16. Eu sei.
    Mas não confudamos, Leider, a parte com o todo.
    haverá sempre cépticos. Só quem não procura fazer nada, nem tem posições sobre nada, não recebe críticos.
    Isso é normal e não nos ofende, nem desanima.
    Desde que consigamos que haja debate e que as questões da União Lusófona venham a superficie e ganhem presença na agenda mediática.
    Esse é aliás um dos propósitos do MIL.

    • José Eduardo da Fonseca

      o Brasil e um pais grande com todas as possibilidades de crescimento,só não devemos deixar que isto suba a cabeça e que passemos os pés pelas mãos, ofendendo os outros, em nome de uma vingança historica sem sentidos, todos cometem seus erros, não creio que seriamos diferentes se fossemos nos a colonizar outros paises, devemos sim estender a mão e trazer para proximo quem nos for leal, independente dos revanchistas de plantão, mesmo sendo o Brasil tão fraco militarmente, creio que pelo menos economica e diplomaticamente tenhamos alguma contribuição a dar a nosso irmão portugal

  17. Romeu Agostinho Santomauro

    Sempre houve aqueles são eternos inconformados com o fato de que a História é dinâminica e não estática. Romoer passado históriconada traz de valorização para humanidade. De que adianta lamentar, por exemplo, a segunda guerra mundial?
    Devemos, isso sim, impedir a realização da terceira!
    Portanto, brasileiros e portugueses(afinal, temos a mesma alma e por isso, a mesma língua), concretizemos o sonho de uma grande e forte comunidade na qual o grande liame seja a nossa LÍNGUA PORTUGUESA!

  18. Sempre houve e semre haverá aqueles que jamais perceberão que a História não retrocede! Por isso gostam de remoer fatos passados dos quais nem se quer participaram ou deles têm conhecimento correto, apenas para dizerem que opinam sobre algo!
    Por isso, brasileiros e portugueses somos uma grande comunidade lingüística que, juntamente, com todos os povos de Liíngua Portuguesa , poderemos concretizar de verdade a grande comnidade lusófona. Afinal, temos a grande vantagem de ser uma mema e única alma que, com a graça divina, pode se fazer presente em vários corpos!

  19. a língua é a base da Cultura
    e a Cultura o pilar dos Estados
    assim sendo, sonho com um dia que todos os lusófonos formarão um único Estado, transcontinental, exemplar em todos os domínios e formando um novo tipo de sociedade, justa e humana como nenhuma outra jamais fundada pelo Homem.
    essa é a missão histórica de Portugal
    e ninguém mais no mundo está tão preparado para a cumprir como o Brasil.
    por isso ambos se devem unir, e cativar as demais lusófonas nações a seguirem o seu exemplo e funda na Terra, enfim…
    a União Lusófona.

    esse é o objectivo último do MIL, ao qual o convido a aderir.

  20. A lingua é minha Pátria…

  21. david castro

    agrada esta ideia em constante movimento de criatividade

  22. Carlos e David:
    Nesse caso convido-os formalmente a aderirem ao Movimento.
    Para tal bastará enviar um mail com o nome, cidade de residência, país para: novaaguia@gmail.com

  23. Antónia Soares

    Língua, linguagem, signo, significante, significado.
    Também eu espero que a lusofonia não se tresmalhe em interesses mesquinhos e momentâneos, mas que reforce a comunidade e comunicação.
    Fiquei triste e contente com a cimeira da CPLP: – triste pela ausência ostensiva de alguns, – feliz pela vontade de adesão dos vizinhos.

  24. Cara Antónia:
    Se concorda com os nosso princípios (e com a nossa desilusão perante o atual estado da CPLP) convido-a a aderir ao MIL enviando um mail para
    adesao@movimentolusofono.org

  25. É LOVÁVEL ESTA INICIATIVA PORQUE PERMITE UMA MAIOR PERCEPÇÃO SOBRE A OUTRA FORMA SUPRA INSTITUICIONAL DE RECRIAR AS RELAÇÕES E CORRIGIR E APERFEIÇOAR CERTOS COMPROMISSOS POR VIAS COLATERAIS.
    A SUA IMPORTÂNCIA É TAMBÊM DEFENDER A LINGUA PORTUGUESA E PERMITIR DE FORMA SÉRIA E VIGUROSA OS VALORES E CONQUISTAS QUE JÁ FORAM ADQUIRIDAS E FORMAS COMUNS DE DE SANAR MUITAS DISFUNÇÕES.
    A EXISTÊNCIA DE MUITAS INTELIGÊNCIAS E SENCIBILIDADES AJUDARÃO A RECRIAR MECANISMOS E FERRAMENTAS NECESSÁRIAS A CONSOLIDAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ESPAÇO LUSÓFONO A SEMELHANÇA DO QUE SE PASSA COM OS OUTROS ESPAÇOS.
    INDEPENDENTEMENTE DAQUILO QUE EXISTE COM MUITAS DEBILIDADES ,ALGO PODE MUDAR PORQUE EXISTE MUITA GENTE CAPAZ E POTENCIALIDADES DE TODA ORDEM.

  26. Maria Filomena Viegas de Sousa

    Como cidadã portuguesa e angolana e como Assistente Social junto-me ao MIL e a esta grande comunidade, por um futuro melhor.

  27. Antônio do Espírito Santo

    A idéia da criação de uma comunidade internacional lusófona é altamente louvável, viável, equilibrada e justa. A bem da verdade, Portugal e sobretudo o Brasil, precisam de fato assumir o seu papel junto a sociedade internacional. E que papel será esse? O Brasil é o legítimo herdeiro da lingua, da cultura, das tradições e do poder global português de outrora. Isso não é devaneio. Isso é fator lógico. Basta lembrar que o Brasil juntamente com Portugal e Algarves, constituiu um só reino outrora. Não houve independência no Brasil no sete de setembro, visto que não havia dependência. A casa que governava Portugal era a mesma que comandava o Brasil à época, ou seja a casa de Bragança. Isso não mudou após 1822, o Brasil continuou sendo administrado pela mesma Casa Real, fato que assim permaneceu por outros quase 80 anos. Ainda, é fato cabalmente sabido que segundo registros da época, D.Sebastião, o último rei da Casa Forte, depois da batalha de Alcácer
    Quibir no Marrócos teria vindo parar em terras brasileiras junto com parte de seu séquito real. Se considerarmos essa possibilidade, esquecendo o campo das lendas, vamos concluir que a descendência da Casa de Aviz, a Grande Casa de D.João I, Mestre de Aviz, de saudosa memória, está cá em terras brasileiras, sobretudo no Nordeste do país. Centrando a discussão na atualidade, vamos de imediato perceber que a ascensão do presidente Luis Inácio Lula da Silva, com toda sua política de justiça social dentro e fora do Brasil, tocando profundamente nas feridas das desigualdades que assolam mundo afora, ficará patente que: – A realização do quinto Império é já. Basta analisar os fatos, eles são paupáveis e irrefutáveis, senão, vejamos: O financiamento brasileiro à gigantescas obras na Venezuela, na Colômbia, na Bolivia, no Equador, no Haiti. A ajuda financeira a países da África, sobretudo Angola e Moçambique, o estreitamento das relações com a China, Índia e
    Rússia, criando o gigantesco BRIC. E muitos outros acontecimentos que apontam o Brasil como o herdeiro legal e universal do grande legado luso de D.Joaõ I, D.Joaõ II, D.Manuel, D. Sebastião, de D.Afonso Henriques, de Vasco da Gama, Pedro Alvares Cabral, Camões, Padre Antônio Viera, o grande Portugal da Ordem de Cristo, da Ordem de Aviz, dos Templários, o abençoado Portugal dos Cristãos, Judeus, Árabes, Fenícios, Gregos, Romanos. Enfim, esta grande nação Universalizada que abraça o Globo, pois é direito seu.

    Antônio do Espírito Santo .

  28. Conquista o teu eu dominador
    para libertar o Eu criador…
    voas que nem espírito santo,
    pelas almas, através do teu canto!

    Seres transdisciplinares,
    seres da Era Aquariana…
    brincam que nem crianças
    Aprendem tudo sobre alianças!

    Pessoal muita atenção ao comentário:
    visitem o nosso blog… nosso porque é de todos!
    existe uma verba a concurso no google e são 10 milhoes de dolares para as dez ideias mais votadas online….
    para iniciamos realmente CENTROS DE SABER-FAZER… tal como agostinho da silva defendia… vamos DESPERTAR o maior número de pessoas, tornando-as livres pensadores…e rapidamente ninguem quer andar em guerras…
    a União faz ………… a Comunidade/Humanidade

  29. UNIÃO TOTAL DA PORTUGALIDADE EM GERAL, DESSA FORMA SEREMOS MAIS ATUANTES NO CENÁRIO GEO-POLÍTICO-ECONÔMICO MUNDIAL.
    VIVA A LÍNGUA PORTUGUESA.
    ” MINHA PÁTRIA É MINHA LÍNGUA”.

  30. Caro, Fernando Ribeiro:
    Acabamos de registar a sua adesão. Seja bem vindo!

  31. Eleutério Gouveia Sousa

    Os portugueses teem toda uma história a se orgulhar e a sua união é primordial pa a sua divulgação no mundo. Sou da Ilha da Madeira e resido no Brasil e sinto a lusofoni a cada instante.
    Gostaria de me inscrever nesse movimento, concordando, desde já, com seus regulamentos.

  32. Martins

    Concordo com a ideia de envio de uma forca internacional Lusofona. Mas tem que ser mesmo lusofona, por razoes de vizinhancas. Quanto a desmobilizacao de todos os militares, ai fico retecente, precisamente por causa da razao acima citada. A vizinha Guine Conacry e Senegal, poderao aproveitar-se da situacao. Ha necessidade sim, de fazer reformas profundas nas nossa forcaas armadas, o mais urgente possivel.Quanto tempo que a comunidade internacional esta a falar das reformas mas, que até agora nada se fez de concreto. A comunidade internacional neste capitulo, está a funcionar como bombeiros, para quando houver incêndios viräo a correr para apagar mas, näo preveem os incendios. O velho ditado diz, mais vale prevenir do que remediar.

  33. é nossa opinião (MIL) que essa desmobilização só poderia acontecer após a instalação e operacionalização dessa Força de Paz. E quase em ato contínuo, começaria o processo de recrutamento e treinamento de um novo exército e polícias guineenses, tudo dentro de datas muitos restritas e imperativas, e acautelando sempre a soberania guineense, legitimando o processo por via referendária, p.ex.

  34. pereira

    Acho natural a união entre todos os povos que têm e falam a língua portuguesa implantada ao longo dos séculos não só aqui neste território europeu e lusitano, como, em todos os Estados que compôem a CPLPortuguesa. Essa ideia de as pessoas pensarem que a identidade é uma raça já está ultrapassada…S. Paulo dizia: “Não há hebreus nem gregos, são todos únivocos em Deus”. Afinal todos estes Estados da CPLP foram formados com o sangue, suor e lágrimas, conjuntamente e com o esforço dos seus lideres, povos, jovens e velhos, desde o início da sua respectiva formação cultural, espiritual e territorial. Se viesse um extraterrestre, talvez ele, distinguiriam as pessoas pelas línguas que os humanos falam ao primeiro contacto.

  35. Pereira: tendo em conta a nossa similitude de ideias convido-o a aderir ao MIL enviando um mail para adesao@movimentolusofono.org

  36. julio

    A expansão ibérica, mas sobretudo a portuguesa, teve por base a expansão da fé, missionação e integração dos territórios num espaço soberano real português; Os liberais criam a designação de províncias ultramarinas e legislaram a concessão de igualdade de direitos a todos os povos do espaço português; Os republicanos confirmaram a mesma política, incluindo o Estado Novo, na defesa dum espaço português pluricontinental e multiracial. Mas,infelizmente,a sua aplicação teve resistências locais, incluindo dos agentes do Estado, o que contribuiu a formação das 1ªas rebeliões, etc..Agora já é tempo de sarar as feridas,corrigir as mentalidades, perdoar uns aos outros e consolidar um espaço lusófono e a respectiva cidadania, para permitir o livre movimento das pessoas de modo a facilitar o intercâmbio social,estudantil,profissional, cultural, turístico, económico e industrial.

  37. é verdade: os historiadores atuais concentram-se muitos nos factores económicos por detrás da Expansão e desprezam os factores de mentalidades e cultura (como a religião) que eram à época muito mais importantes…
    a este concreto, as ditas “causas” para a expedição de Ceuta de António Sérgio, são bem ilustrativas…

  38. palavras para quê

    estou muito desapontado com os politicos, têm muito bla bla mas não demonstram capacidade de liderança a altura das necessidades do pais, não têm ideias, visão de negocios e de interesses para o pais…alguns profissionais parecem ter vergonha do passado…e não compreendo este pais onde vai parar??? só vai para a politica um grupo de interesseiros…não percebem nada de governação…as universidades deveriam criar, pelo menos um curso de como governar? para ensinar esses bestas a frequentar antes de candidatarem, cambada de ingnorantes, ambiciosos, sem vergonha, mesquinhos…

  39. estamos (quase) todos… menos os que lucram com o status quo, quer porque dependem desta cáfila, quer porque fazem parte dela…
    e civismo, amor pela causa comum, patriotismo e dedicação à comunidade, são coisas que as universidades não podem ensinar… só a família, pela via do Exemplo.
    É aqui que temos que nos bater. Ao mesmo tempo que recusamos votar nos mais corruptos, desta gente e reformados os “grandes partidos”
    Portugal é o único país europeu que nunca rodou os 4 grandes partidos no parlamento (BE não conta), porquê? São os media?

  40. Renato Rodrigues da Silva

    Como fazer para publicar um texto – e não somente comentar – neste sítio “Quintus” ?

  41. Bem, Renato, o Quintus é de facto um “blog pessoal”, isto um blog no wordpress, e um registo de domínio (movv.org) com redirect pago.
    É assim, um espaço de opinião, livre e aberto (e muito pedindo) comentários, mas não é propriamente um “blog coletivo”.
    Já pensei nisso, mas a dificuldade em manter uma consistência de conteúdos num blog que apesar de tudo ainda é dos 30 mais lidos em Portugal, levaram-me a manter este espaço sempre no foro estritamente pessoal, isto é, a “minha visão do mundo”, se quiser…

  42. se se refere a publica no site do MIL; isso já é possível.
    Terá que aderir (enviado o mail para adesao@movimentolusofono.org) e depois enviar-me o texto (que terá que ser sobre temas da Lusofonia) que eu depois o submeto à direção do movimento.

  43. renators

    Eu enviei para o endereço de e-mail correiodosleitores@movimentolusofono.org duas notícias sobre uma aliança militar Brasil/Portugal que foram divulgadas em setembro.

    Seria interessante vê-las publicadas aqui ou no MIL

    Renato

  44. E seria mt bom p nós , afinal, eles produzem os melhores material de guerra ,o negocio é q os mesmos ñ querem repassasr a tecnológia , p causa da china q está roubando eles…e vai tomar a siberia com as armas deles mesmo…Só ganhariamos com sa SUs 35 MB , isso e q é caça , ou os SUBs Amur 1850…Só teriamos a ganhar.

  45. Tudo de bom p todos , q se acabe as guerras, q se libertem os estados oprimidos, vivam é deixem viver …shalom,piece, px e paz.

  46. Futura jornalista brasileira - PAULA

    Propostas ótimas, espero ainda colaborar com o movimento.
    Farei parte dele da melhor forma: atuando.
    Assinado: Futura jornalista brasileira

  47. seja bem vinda, Paula!
    pode ir seguindo o MIL, atividades e objetivos em:
    http://www.movimentolusofono.org

  48. António Rocha

    Sou a favor de qualquer aliança ou união, que não inclua a migração de povos.Portugal é um pais pequeno e muito frágil,sou a favor de Portugal na U.E.,desde que se mantenham as Nações independentes,sem abusos das nações mais fortes.Receio que o contrário, está já a acontecer,banditismo transnacional ,devido á falta de vigilância das fronteiras nacionais. Portugal desde 1998 que está em severa recessão,quase com 11% de desemprego,e com quase 1 milhão de emigrantes,refugiados,etc…
    Lisboa, está quase a rebentar pelas costuras,quase com 3 milhões de pessoas,onde proliferam cada vez mais Ghettos e Bairros sociais explosivos,onde prolifera a criminalidade violenta e tráficos vários.Na minha opinião, é este o Portugal Lusófono,emigracão sem controlo,anarquia,crime,porque quem faz estes acordos com os Paìses Lusófonos,são os politicos que não trabalham,nem sofrem as consequências, da sua própria ignorância.O povo Português necessita, é de novas politicas de protecção do espaço Português ,e não esta bandalheira, quer da U.E. quer da emigração Africana e outras,fora de controlo.Eu queria um Portugal, cooperante com o Brasil e Àfrica,mas sem emigração,um Portugal sem desempregados Portugueses,temos esse direito como Povo.
    Até Salazar, foi mais justo com os Portugueses,que estes animais, que nos governam nesta falsa Democracia,estes sim,verdadeiros tiranos do Povo Português.Viva a Pátria Portuguesa. António Rocha, Lisboa

  49. O ETERNO ÓDIO VISCERAL E ESTRANGULAMENTO SILENCIOSO DO ESPÍRITODE VERDADEIRA HUMILDADE E DISCRETISMO DA GERAÇÃO DO MAQUIE NUMA CONTINUIDADE DE PROGRESSO E REENCARNAÇÃO.

    Muitos acham que o espírito de maquie e seus protagonistas vieram retirar benefícios já adquiridos e impondo outros estatutos.
    Existe um duelo constante e fantasmático entre as duas correntes sobreviventes na nova cultura de retrocesso.
    Esta corrente emergente alimenta ou pretende alimentar discretamente o estigma do maquie como factor de embaraço.
    Mas a verdade é que as ideias do maquie ainda não foram totalmente reunidas e integradas pelos seus intervenientes da luta de libertação.
    O grupo de Conacry da fundação do MPLA já proporcionava perfis de estruturação social previsíveis com carácter de identidade social semelhantes a nova era.
    O maquie também trouxe liberdade, ideias, ganhos, benefícios diversos, marcas históricas inconfundíveis de grande intelectualidade, de uma massa crítica e de vários elencos dinamizadores como os fundadores do MPLA em Conacry e outras correntes políticas que contribuíram para a independência de Angola.
    As novas gerações têm que se orgulhar dos lutadores pela liberdade verdadeiros artificies que não empobreceram ninguém.
    De facto existem valores que têm que perdurar.
    Os espírito do maquie, dos seus intervenientes oriundos de todas as vertentes imbuídos de espírito patriótico motivados por uma causa buscando todo tipo de emoções fortes não é sinónimo de atropelo institucional.
    A globalização ira beneficiar e enriquecer alguns sistemas em detrimento de outros.
    Com a falência económica provocado pela crise mundial e seu impacto diferenciado em várias latitudes surgem oportunidades acrescidas nas economias emergentes se elas reconsiderarem e valorizarem o capital financeiro e intelectual de grande valor recrutado das grandes academias mundiais.
    Pois nem todos os estados de forma privilegiada reúnem oportunidades históricas tanto na conjugação de factores existentes ou alocados de capital intelectual, situações vantajosas únicas nesta era de oportunidade, flexibilidade conjugados com nível de criatividade, inovação.
    Pois existem no meio de tanto constrangimentos oportunidades históricas para alavancarem para um progresso harmonioso.
    As novas contingências e seus actores num esforço colectivo de compreensão dos verdadeiros motivos só associados a inovação, qualidade, criatividade, recurso ao capital intelectual competente e a oportunidade poderão pensar na prosperidade e melhoria da situação global.
    ESCRITO POR:
    Ayres Guerra Azancot de Menezes

  50. Gilberto Costa Ribeiro

    Acedito que o Movimento de integração dos falantes da lingua portuguesa é muito importante para os paises que falam a nossa lingua, uma vez que junto seremos mais fortes e poderemos defender e ampliar a influência do português como lingua. Infelizmente, lendo as mesagens postadas, dá par notar que ainda existem grandes divergência entre os que enviaram as mensagens. As diferenças começam desde a grafia das palavras, mesmo após a assinatura do Acordo Ortográfico.
    No entanto, o preocupante mesmo são posições como a de Antonio Rocha (14/02/2010)que refletem preconceito mesmo entre os lusófanos.
    Com pensamentos semelhantes, como teremos uma comunidade de língua portuguesa unida, coesa, forte, respeitada e aceita? Portugal e Brasil unidos, mas portugueses em Porugal e brasileiros no Brasil?
    Um sociólogo e psicólogo brasileiro

  51. haverá sempre quem descreia de qualquer projeto, especialmente dos mais arrojados (como este é).
    há que persistir, e com persistência e empenho, haveremos de cumprir o nosso destino comum.
    por enquanto, o principal é divulgar estes conceitos e forjar formas de aproximação entre os povos lusófonos, missões principais do MIL, neste seu presente estádio de desenvolvimento.

  52. Estou a fazer um trabalho sobre a linguistica, em francês, que traduzirei em seguida para português e que està a despertar muito interesse da parte de certos meios cientificos ligados às ciências humanas.
    As conclusões a que cheguei é que o português, como as demais linguas romanas não deriva do latim. Se tal fosse o caso, o latim teria-se difundido uniformemente por todo o espaço do império, a começar pela Iliria ou Albania e pelos paìses germanicos mais pròximos e a expressão latina seria uniforme, sem dialectos, como o português a través do Brasil e o castelhano na América latina. Os portugueses de Malaca ou os boers da Africa do Sul estão cortados dos paìses de origem desde hà quatro séculos e mantém viva a expressão dos respectivos antepassados. Se Roma nos tivesse “latinisado”, encontrarìamos “bolsos” de resistência de expressão anterior nas zonas montanhosas da Peninsula ou da França.Ora, as linguas não romanas limitam-se a regiões periféricas como a Bretanha ou o Paìs Vasco. Não hà explicação à resistência destas populações. Alias, no Val d’Aosta em Italia existem aldeias onde desde a época préromana a população é trilingue, francofona, germanofona et italofona. No sul da Italia existem dois municipios, um de expressão albanesa e outro onde a população se exprime em grego. Porventura os romanos estariam na origem das linguas ibéricas, diferentes entre elas, como o castelhano, catalão e português e nos dialectos diferentes, como o transmontano e o minhoto que mais de mil anos de destino comum, da escola obrigatoria e de administração centralisada mantém vivas as pròprias expressões? Os romanos, menos de 500 000 habitantes, poderiam dispor de 25 000 soldados. Nem com a espada numa mão e a gramatica na outra poderiam ter conquistado e aculturado a Europa ocidental. Esquecemo-nos do caracter guerreiro e do numero importante dos gauleses e dos iberos que na época jà eram mais de 15 000 000.
    A gramatica latina possui três géneros, masculino, feminino e neutro. Possui declinações, o plural não se faz em “S” e o verbo toma lugar no fim da frase, tal e qual como em alemão. Podemos dizer que na sua estrutura o latim é uma lìngua germanica.

    Os arabes que “invadiram” a Peninsula Ibérica em 711 da nossa era, sò eram 200. A força principal era constituida por 11 000 berberes, habitantes de Marrocos. Os berberes, ainda hoje, não adoptaram o arabe como lingua popular, nem tão pouco nos inculcaram o bérbere. Os portugueses que ocuparam a costa marroquina durante mais de trezentos anos, deixaram monumentos mas nenhum vestigio linguistico.
    Podemos também observar que a primeira coisa imposta pelos colonisadores é a religião. Não encontramos vestigios de templos romanos, ou então raros, na peninsula ibérica.
    Mas a melhor, é que varios imperadores romanos nasceram na Peninsula Ibérica, outros na Galia.
    E como se a Espanha tivesse posto no trono o imperador do Mexico, Montezuma ou Manco Capac do Peru.
    Em contrapartida muitas palavras portuguesas são comuns ao massaï, falado no Quénia e as linguas ibéricas e romanas em geral obedecem a uma fonética precisa. Por exemplo o son U exprime o escuro ou a profudura, mas também o sul. Este pricipio é vàlido par a andalusia, (SEG-UR), como para o Uruguai ou para a parte mais profunda do corpo humano, a uretra e o “.U”.
    O “B” é um son de movimento que nòs encontramos nas passagens fluviais, Barcelos, Badajoz, Moradabad na India ou Baden na Alemanha, mas também na palavra barco.
    Varias regiões da Europa possuem o radical “MOURO”, como o Morvan, a Maurienne em França, St Maur ou More na Noruega. Isto quer dizer que o radical “mor” não designa uma população oriunda da Africa do Norte, nenhum lugar desta região possui o radical “mor”. Em contrapartida “mor” significa morador ou sedentario, aquele que ama (amor), mora e espera a fase terminal, mor-te, no paìs em que mora.
    A silaba “CA” exprime aquilo que se encontra ao nosso alcance. “Car” exprime um objeto, como um car-tão. Quando lhe imprimimos um movimento, este chamar-se-hà um “car-ro”. Se o fizermos mover pela força do vento chamar-se-hà car-a-vela.
    Uma linha de passagem pode chamar-se uma “ala”. O ponto de chagada chama-se, “là”. Uma destas “alas”, começa nas colinas da Bordeira no Algarve, para atravessar as “al-deias”, Alava na Espanha, a Alsacia na França, a Alemanha e Alborg na Dinamarca. O ponto final desta “ala” sirua-se em Al-ta, no extremo norte da Noruega.
    O nome de Braga é também o de Poncione di Braga na Suissa, Bragassargues em França, Bracciano perto de Roma na Italia ou Brake na Suécia.
    Todos estes lugares estão ligados pelos mesmos vestigios arqueologicos et por uma toponimia identica: Encontramos por exemplo, Kastrup na Dinamarca, Castrop na Alemanha e Castres em França.
    Podemos também fazer a experiência com on patronimos:
    Por exemplo com Pero, antiga forma do nome de Pedro:
    Em português, pais de saìda para o Atlantico, “EZ” como Espozende, o nome serà Per-es. Em França, pays central, do “O”, o nome serà Perr-ot. Na Chéquia ou Cz-esca o equivalente é Petr-eski. Em italiano, o pais tem a forma de um “I”, o nome é Petri. Na Croacia, Adriat-ico, diz-se Petr-ik, na Grécia, pais exterior sera Petr-OS e na An-atolia, Arménia Petrossi-an.
    Espero tê-los convencido que o português possui uma riqueza que até hoje ninguém imaginava.

  53. Rodrigo

    Onde fica Portuqual???
    É aquele pequeno pedaço de terra ao lado da Espanha?

    • Otus scops

      sim!

      lá habita um povo – chamam-se portugueses – que criou e inventou um país (entre muitos outros) chamado Brasil!
      além de mais baptizou-o, fundou cidades, deu-lhe uma língua, etc… foi o único pedaço do império na América do Sul que não se desagregou, manteve-se uno e grandioso! grande obra dos portugueses, hein?
      é um país tão grande e tão vasto que alberga actualmente centenas de milhões de habitantes, são tantos, tantos que tem lá de tudo, gente boa, gente má, gente inteligente e parvalhões…

  54. Riquepqd

    Prezados bom dia e feliz ano novo a todos!

    Gostaria de partilhar minha humilde opinião sobre a junção igualitária soberanamente entre Brasil e Portugal.

    Acredito que o grande beneficiado com esta união seria Portugal, para o Brasil uma junção igualitária traria mais desvantagens do que vantagens.

    Gostaria de começar com algumas comparações e posteriormente farei algumas considerações.

    O Brasil é atualmente a oitava maior economia do mundo, e há projeções de se tornar a quinta maior até 2016. Já Portugal é apenas a 37ª economia, e as projeções não são nada favoráveis, acredita-se que a posição de Portugal cairá para a 48ª até 2015.

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100820/not_imp597593,0.php

    http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/11/05/para-dilma-brasil-pode-ter-5o-maior-pib-do-mundo-em-2016-914611859.asp

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=440009

    A diferença entre o Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil e de Portugal é de menos de um ponto de vantagem para Portugal, sendo o IDH do Brasil considerado alto e o de Portugal muito alto.

    http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3600&lay=pde

    Porém estudos da ONU mostram que em torno de 2015 o IDH do Brasil será também considerado muito alto e a previsão é que as desigualdades em algumas regiões brasileiras diminuam gradativamente até desaparecerem praticamente por completo até 2030. e devido a isto certamente os índices de violência em algumas capitais, (a minoria delas) que ainda é alto vai diminuir.

    http://hdr.undp.org/en/reports/global/hdr2010/papers/HDRP_2010_40.pdf

    O Brasil tem hoje uma população de 190 milhões de habitantes para consumirem seus produtos e serviços, a maioria recém chegada à classe média e por isso com recente bom poder de compra, o que é um garantidor de um futuro próspero as empresas brasileiras.

    Portugal tem apenas 10 milhões de habitantes, e a grande maioria já na classe média há muitas décadas, o que não cria grandes expectativas para um novo mercado consumidor, a não ser que se unisse ao Brasil e assim teria automaticamente 190 milhões de novos consumidores de seus produtos.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal

    O Brasil adquiriu na ultima década um status de potência global, devido a sua vigorosa economia que saiu ilesa da grande crise global, foi a ultima a entrar e a primeira economia do mundo a sair desta crise. E também devido a grandes investimentos nas forças armadas. E este status de potência global é justamente o mesmo que Portugal perdeu há séculos e poderia readquiri-lo se juntando ao Brasil.

    https://www.portalsof.planejamento.gov.br/20090728_01

    http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_do_Brasil

    O Brasil reconhecidamente sempre foi dono de um imenso patrimônio de recursos naturais, como os minérios, recentemente foi descoberto o aqüífero Guarani, maior reserva de água doce do mundo, e muitos especialistas afirmam que este será o grande tesouro dos séculos vindouros. E também descobriu gigantes reservas de petróleo em suas águas territoriais, que vão colocar o Brasil no mesmo patamar dos grandes produtores de petróleo. Já Portugal praticamente não possui recursos naturais.

    Prezados, levando em conta estas considerações, acredito que apenas portugueses com orgulho ferido de ex potência estão interessados em unir igualitariamente Portugal, Brasil e suas ex colônias para poder assim readquirir voz no mundo, e o status de potência perdido.

    Em minha opinião, a única maneira de esta união ser interessante para os dois países seria se Portugal se federasse a Federação Brasileira, parece imperialismo brasileiro mas não é e eu explico a seguir.

    Caso Portugal se federasse, devido a seu PIB e a sua população, Portugal seria um dos mais importantes federados entre todos os vinte e seis estados já federados no Brasil. E com isto teria uma grande maioria de representantes de Portugal no Congresso Nacional em relação a grande maioria dos outros estados federados, além de devido a isto também receber uma grande parcela de recursos federais, quantia semelhante ao que recebem da UE.

    Poderiam ser criadas emendas à Constituição Brasileira que permitissem a Portugal ser um tipo de federado diferente, em que a Constituição portuguesa não precisasse se submeter à brasileira, e outras medidas para garantir uma maior autonomia a Portugal do que aos outros federados brasileiros, para que Portugal como grande nação soberana que é não perdesse a sua identidade nacional. Portugal seria o único federado com status semelhante ao status que tem os países que formam o Reino Unido da Grã-Bretanha.

    Com esta adesão portuguesa a Federação Brasileira, certamente Brasília iria passar a pressionar a Espanha para que fizesse um referendo na Galiza para saber se seu povo deseja permanecer parte da Espanha, se tornar independente, ou se unir à Federação Brasileira, como um novo Estado membro ou formando apenas um Estado com Portugal. Passaria a ser uma prioridade na política externa, já que a economia brasileira é diversificada, e muito pouco sofreria caso a UE resolvesse fazer um boicote a seus produtos em solidariedade a Espanha. Coisa que atualmente Portugal não pode fazer por ter a economia muito dependente da Espanha.

    Prezados, já expressei minha opinião sobre a união, e se não fui muito claro, SOU A FAVOR DA UNIÃO nos termos que expliquei acima, mas para encerrar gostaria de comentar as palavras de Clavis Prophetarum onde o mesmo afirma “…nenhuma das partes tem a forca económica ou militar para impor à outra a sua vontade.”

    O Brasil tem tradição de paz, todos as guerras em que o Brasil lutou, (e não foram poucas) somente o fez quando foi atacado primeiro, e não seria com o pais irmão que seria diferente.

    Porém caso quisesse o Brasil poderia anexar Portugal a revelia caso o mesmo não estivesse amparado pelo escudo da UE que o Brasil não pode derrotar sozinho fora da América do Sul.

    Economicamente não preciso dar novamente maiores explicações, e militarmente conforme as fontes abaixo o Brasil é uma das dez maiores potências militares do mundo, e única força militar da América Latina capaz de manter uma guerra em outro continente. E no mínimo uma força militar seis vezes maior que a portuguesa, além de poder projetar seu poder em outros continentes com porta aviões que Portugal não opera.

    http://www.globalfirepower.com/

    http://www.militarypower.com.br/mundo.htm

    http://www.militarypower.com.br/ranking.htm

    http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_do_Brasil

    http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_de_Portugal

    Gostaria de dizer que em momento algum procurei ser ofensivo e se de algum modo ofendi alguém, já peço de antemão que me desculpe.

    • Lugo Belenus

      Eu não tenho ranços por causa da colonização no passado, esses ressentimentos bestas. E estou de acordo com o Riquepqd, exceto em alguns pontos:
      - Portugal possui recursos naturais sim. É obvio que não tanto quanto o Brasil, mas possui sim.
      - Portugal é um país que tem tecnologia avançada hoje em dia, respeitado até nos EUA e Japão. Então, não seria tão pouco vantajoso assim ao Brasil. A tecnologia brasileira ia melhorar em muita coisa.
      - Não sei se é “orgulho ferido de ex-potência”, acho que é decepção com a União Européia e com o Euro mesmo. Talvez se desacostumaram a ficar sós, e talvez se sintam mais seguros unidos com outros países, de preferência com os que têm português como língua.
      - Para Portugal se federar ao Brasil com alto grau de autonomia, todos os estados brasileiros deveriam se tornar mais autônomos. Principalmente os do sul vão se incomodar se Portugal entrar na União brasileira com mais autonomia que os outros estados e os do sul do Brasil não. E essa seria a melhor parte, todos os 26 estados mais autônomos, como é nos EUA e Canadá.
      - Não é do espírito do Brasil anexar países a revelia. E Portugal é membro fundador da OTAN. Seria convidar os EUA e a Europa a atacarem o Brasil. Esse seria outro ponto que favoreceria o Brasil. Através de Portugal, o Brasil seria membro da OTAN e teria apoio dos EUA e Reino Unido para ser membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.
      - Não só a Galícia, mas o Brasil ia querer reclamar Olivença da Espanha também, por meios pacíficos. Espanha e Brasil passariam a ser rivais.
      Mas acho mais inteligente se Portugal se unir à Espanha em vez de se unir ao Brasil. Mas eles é que sabem. Porém, o Brasil ficaria consideravelmente mais forte sim. Os outros países europeus não iam gostar muito. Talvez os britânicos seguissem o exemplo português e pediam ingresso nos EUA também.

      • Riquepqd

        Lugo Belenus,

        Eu não disse que Portugal não tinha recursos, disse que praticamente não tinha.

        Não acredito que a tecnologia de Portugal seja superior à brasileira, é no máximo igual.

        Basta tomar como exemplo algumas organizações brasileiras como a Embraer, Petrobras, Vale do Rio Doce, Centro Tecnológico do Exército que possui vários projetos de alto valor tecnológico agregado, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica que dispensa apresentações, a empresa Oi que somados os clintes de telefonias fixa e móvel é a maior do Brasil, desbancando as outras três grandes estrangeiras que atuam no Brasil, inclusive com planos de atuar em outros países, também temos diversos estaleiros espalhados pelo país que produzem vários tipos de grandes embarcações, inclusive militares, o que exije auto grau de tecnologia, a Rede Record de Televisão que produz minisséries com a mesma tecnologia usada em Hollywood, entre outras…

        Realmente pode ser que esta vontade de se unir ao Brasil não seja orgulho ferido, mas sim uma desilusão com a economia junto a UE, e principalmente a vontade de unir novamente um povo que não podia ser separado, apenas igualado.

        Mas acho um erro muito grande querer dar autonomia a todos os outros estados brasileiros em virtude de uma possivel adesão de Portugal à Federação Brasileira.

        Em primeiro lugar porque um status diferenciado de Portugal seria um atrativo muito grande para incentivar os politicos e o povo português a aderir esta idéia, porque ficaria claro que Portugal não estava sendo anexado pelo Brasil e nem igualado a seus estados federados, estaría apenas se aliando a um país irmão como nenhum outro é na UE, e com isto mantendo condições de sair desta aliança se assim no futuro desejasse.

        Outro motivo pelo qual creio ser errado dar maior autonomia aos outros estados seria para evitar o ressurgimento de movimentos separatistas, que o Brasil soube derrotar a quase todos em séculos passados, com exceção de um, que poucos falam, e que ocasionou na perca da província da Cisplatina, atual Uruguai.

        Quanto a um possivel conflito entre Brasil e Portugal eu apenas estava dando minha opinião sobre uma frase dita por terceiros, e deixei claro que é uma hipótese que muito provavelmente nunca vai ocorrer, apenas deixei claro que Brasil derrotaria Portugal com certa facilidade se o mesmo estivesse fora da OTAN, mas não conseguiria anexá-lo com Portugal ainda pertencendo a OTAN.

        Também acho que é quase impossivel a Grã-Bratanha querer se federar aos EUA porque apesar de passar por uma crise financeira, os britânicos ainda são protagonistas no mundo atual, com uma econômia entre as dez maiores e forças armadas entre as dez mais preparadas do mundo, além de fazer parte permanente do conselho de segurança da ONU.

        Acho que uma união nestes termos seria interessante para Portugal e Brasil, gostaria de saber a opinião dos portugueses quanto a este tipo de união.

        OBS:Aguém sabe como faço para apagar o comentário que fiz em 2011/01/02 às 22:21? É porque sem querer ficou em duplicidade com o comentário que fiz em 2011/01/02 às 22:16, no primeiro inclusive está mais completo devido as fontes que coloquei.

      • Lugo Belenus

        Riquepqd

        Tecnologia, depende da área. Em telecomunicações, a Portugal Telecom é mais avançada que a OI. Compare o site UOL da Portugal Telecom com o site IG da OI. Na área de aeronáutica, a tecnologia do Brasil é mais avançada. Na área de exploração de petróleo, mineração, a tecnologia brasileira também é mais avançada. Não só a Record, mas a Globo também é mais avançada. Inclusive, um dos canais de Portugal, a SIC, parece que foi criada com a ajuda da Globo, ou a Globo foi dona, não sei bem como foi que aconteceu. O SBT também. Mas o sistema de ensino escolar de Portugal é melhor do que o do Brasil, os portugueses são, em média de porcentagem, mais alfabetizados e mais cultos do que os brasileiros. Portugal recebeu muita ajuda dos outros países da UE para se modernizar. Já o Brasil tem que se virar sozinho mesmo.


        http://www.youtube.com/watch?v=6NNS4aCG3WQ&feature=related

        A UE e o Euro foram idéias geniais, fantásticas, mas… prematuras. Nem todos os países estavam preparados para o desafio de se formar uma união na Europa. Grécia e Portugal são dois deles. A Grã-Bretanha mesmo nem aderiu ao Euro, tal como a Dinamarca e a Suécia. Mas crises são passageiras, e pode ser que em poucos anos, a União Européia se levante de novo mais forte ainda. Ou pode ser que se reduza, alguns países saiam. Mas não acredito que vá acabar.

        Quanto a autonomia dos estados, eu já entendo que deixar os estados terem mais controle interno, serem como é nos EUA, é que vai deixar os separatistas sem argumentos para justificar a separação do resto do Brasil. Se um governo centraliza demais o poder na capital nacional, os habitantes nos estados ficam ressentidos. Ou então os municípios deviam ter mais autonomia interna. Talvez seria até melhor. No caso do Uruguai, lá eles falam espanhol. Por isso se separaram.

        No caso de Portugal se tornar mais um estado do Brasil, na verdade seria mais vantajoso para eles se tornarem um conjunto de estados. Por exemplo, o Algarve seria um estado, o Alentejo outro, a Beira outro, o Trás-os-Montes outro, o Minho outro, os Açores outro… porque eles teriam mais representantes no Senado do que se fossem um estado só.

        Eu acho que é uma febre de momento. Que só vão querer se unir ao Brasil mesmo caso o Brasil se torne comprovadamente um país desenvolvido, e talvez nem assim. Eu acho que a moda do Brasil potência emergente somado com a crise financeira na zona Euro lá que levam a alguns portugueses falarem em se unir ao Brasil, numa raiva de momento. Mas lá no fundo, eu acho que eles querem mesmo é a UE. Não sei, só conheço portugueses que moram no Brasil, os imigrantes. E já faz tempo que estão por aqui. Vamos esperar para ver se os portugueses opinam aqui.

        • Riquepqd

          Ok, vamos esperar a opinião dos portugueses neste tipo de união, onde Portugal se federasse de forma mais autonoma ou não ao Brasil. Porque se unir igualitariamente nas atuais situações econômicas de Brasil e Portugal seria uma piada, seria como se quase voltassemos a ser colônia, para entregar as riquezas conquistadas recentemente por 190 milhões de brasileiros para os 10 milhões de portugueses.

          Mas por aqui há tantos blogs falando sobre este mesmo assunto que me parece que vai demorar até algum português ler nossa conversa.
          Mas vamos aguardar.

      • Otus scops

        Riquepqd

        gostei de ler os dois comentários produzidos no Quintus e como português gostava de dar a minha perspectiva sobre o que é dito (escrito).
        - não apoio nem me oponho a uma qualquer federação luso-brasileira por não saber que forma iria ter. em princípio sou contra mas não sou dogmático.
        - comparar países nem sempre dá bom resultado, pelo menos sem um bom conhecimento de causa e do terreno, e com demonstrações credíveis, é que isto de geoestrategas de internet, de wikipedia e de sites militares, que instilam (falsos) sentimentos de grandiosidade, está o ciberespaço luso-brasileiro cheio!
        - quis foram os critérios e métodos usados para comparar e classificar a ciência lusa e brasileira para concluir algo como “Não acredito que a tecnologia de Portugal seja superior à brasileira”???
        no Brasil faz-se ciência boa com alguns clusters de excelência, mas daí dizer que a portuguesa não pode ser superior é no mínimo um exercício de soberba…
        os exemplos citados revelam desconhecimento da área sendo bons exemplos para provar o contrário e que o mundo está cheio de ideias feitas:
        - Embraer. este prestigiado construtor aeronáutico (o 3º mundial) apesar de ser uma empresa de alta tecnologia não passa de uma montadora (muito boa por sinal) nunca produziu um motor, aviónicos, a fuselagem vem de fora, hidraulicos compra também, etc. inovação, investigação, pesquisa, próximo de zero! e todos os projectos que teve no passado foi com parcerias embora actualmente esteja mais autónoma ao nível conceptual e design.
        - Vale (que desconhecia) parece ser um gigante industrial dedicado à produção de energia, extracção mineira, construção civil, e siderurgia, basicamente industria extractivas. que turbinas inovadoras inventou a Vale? ou altos-fornos inovadores? criou alguma nova geometria de curva para as linhas de comboio? produziu alguma ferramenta revolucionária para a industria mineira? não encontrei nada de inovador na Vale, caso esteja equivocado elucidem-me.
        - a evocação da Ói é simplesmente patética, como empresa de inovação. desde 1992 que Portugal usa o protocolo GSM enquanto que no Brasil a primeira licença foi lançada apenas em 2002! a rede móvel em Portugal é case-study do sector das telecomunicações, não só na parte técnica como na dinâmica comercial!!!
        agora que os portugueses entraram na Ói o mercado das telecomunicações móveis brasileiro vai mudar: brevemente estará em 2º e dentro de alguns anos irá disputar com a Vivo o 1º lugar.
        - “temos diversos estaleiros(…)inclusive militares”
        produzir as Barroso (a única coisa que fazem) não “exije” “auto” grau de tecnologia, pois é um navio normal. o que exige alto grau de tecnologia – que o Brasil não tem – são o design para dotar os navios de capacidades furtivas ao radar e acústicas, os radares, os sistemas de tiro, etc… o Brasil não produz nada inovador nesta área, quer entrar em parcerias para aprender com quem sabe, nomeadamente Ingleses, Italianos, Franceses, etc… quer que os outros projectem, desenvolvam e inovem mas quer depois construir em casa.
        - ao que sei, nem um UAV os prestigiados centros de Aéronautica mencionados produzem… os portugueses no espaço de 2 anos em parceria com uma universidade, empresas e as forças armadas já tem um a voar, a funcionar com perspectivas de exportar.

        o problema é a confusão mental das pessoas que misturam inovação e conhecimento com capacidade industrial, que o Brasil possui como poucos no mundo.

        “mas sim uma desilusão com a economia junto a UE,”
        a historiografia de Portugal diz-nos que sempre fomos um povo de emigrantes e quando as coisa apertam, toca de fazer as malas e zarpar.
        mas nesta questão Portugal-Brasil é algo mais do que isso, tem a ver com vontades políticas e sobretudo de grandes grupos económicos de AMBOS os países que vêem vantagens em aprofundar relações, a meu ver, muito bem. uma coisa que é sempre omitida, seja por esquecimento, ignorância ou intencionalmente é que o “mosquito” Portugal tem sido nos últimos 20 anos o terceiro maior investidor no “ciclope” Brasil. portanto essa conversa monótona da grandiosidade territorial e demográfica das Terras de Veracruz não passa disso mesmo… lá por ser grande não significa que seja grande coisa, irra!

        vamos mudar de capítulo, o grandeza (outra vez o tamanho…) da economia brasileira e a sua análise pelo comentador Riquepqd.
        “O Brasil é atualmente a oitava maior economia do mundo, e há projeções de se tornar a quinta maior até 2016. Já Portugal é apenas a 37ª economia, e as projeções não são nada favoráveis, acredita-se que a posição de Portugal cairá para a 48ª até 2015.”
        então e daí??? não disseste que “Apesar disso, o PIB per capital de Portugal vai passar dos actuais 21.185 dólares (16.500 euros) para os 23.240 dólares (18.115,3 euros)”
        deixa-me pegar nos teus dados e analisar o seguinte:
        HDI2010 HDI2015 HDI2020 HDI2025 HDI2030
        BRAZIL 0.819 0.835 0.847 0.858 0.871
        PORTUGAL 0.905 0.912 0.919 0.927 0.933
        portanto é melhor ter cuidado com as tais projecções e o ufanismo associado a elas, sobretudo quando serve “o grande” esmagar “o pequenino” e vir dizer-lhe que os benefícios são só para o segundo enquanto o primeiro estende a mão com pena……….
        continuando a trabalhar sobre a dita frase constatei o seguinte:
        Canadá, Espanha, Austrália, Coreia do Sul, Holanda Suíça, Bélgica, Noruega, Grécia, Dinamarca, Finlândia, todos atrás do Brasil e à frente de Portugal em termos de dimensão económica. o que será melhor para um cidadão comum classe média: viver num destes países de economia menor o viver no Brasil, 8ª economia???
        por outro lado temos Rússia, Índia, México, Turquia, Indonésia, Arábia Saudita, África do Sul, Argentina, Irão, Tailândia, Venezuela, Colômbia com economias maiores que a portuguesa. sinceramente não trocava nenhum por Portugal.
        conclusão: “tamanho não é documento”!!!

        “O Brasil reconhecidamente sempre foi dono de um imenso patrimônio de recursos naturais,”
        realmente é verdade, mas parece que os VERDADEIROS donos pouco tem contribuído para a redistribuição da riqueza ao seu povo. aprece que a era Lula-Dilma está a mudar este estado de coisas e ainda bem!
        uma curiosidade: regra geral, os países mais ricos em recursos naturais são mais pobres, violentos e desiguais, regra geral…

        agora vamos à parte cómica, destacando as seguintes ideias:
        - “Porém caso quisesse o Brasil poderia anexar Portugal a revelia (…) E no mínimo uma força militar seis vezes maior que a portuguesa,” :-D
        ora esse é um rácio que estamos habituados a rechaçar (quase sempre com ajuda dos ingleses) potências guerreiras historicamente bem superiores ao Brasil, tais como Espanha, quase sempre com ajuda de franceses e muitas vezes alemães!
        a nossa história militar contempla muitas vitórias mas também derrotas pelo mundo fora, SEMPRE em grande inferioridade numérica, mas em território nacional temos quase o pleno: Portugal só perdeu uma batalha (numa altura em que não havia governação – para os que me lêem, alguém sabe qual foi???)! é obra, hein! 900 anos de guerras provam-no. e no mar também temos um registo notável, ao nível das melhores potências marítimas! mantendo este assunto no folclore “venham lá daí” para levarem uma lição de humildade!
        se for futebol aí a coisa muda… :-D
        - “o Brasil é uma das dez maiores potências militares do mundo, e única força militar da América Latina capaz de manter uma guerra em outro continente.”
        sim, de momento na Antártida contra os pinguins de Adélia, na maioria da África sub-saariana, alguns países das Antilhas e América Central, ou até com o Paraguai ou Bolívia (com ajuda do Uruguai, Argentina e Inglaterra podia ser que desta vez demorassem menos anos a arrasar com aquilo tudo)
        - “além de poder projetar seu poder em outros continentes” qual poder??? no continente Haiti???
        - “porta aviões que Portugal não opera.”
        nem Portugal nem o próprio Brasil! é uma anedota, ia ao fundo em três tempos 1,2,3, tiro no porta-aviões! :-D

        “acredito que apenas portugueses com orgulho ferido de ex potência estão interessados em unir igualitariamente Portugal, Brasil e suas ex colônias para poder assim readquirir voz no mundo, e o status de potência perdido.”
        não posso garantir que haja pessoas em Portugal que acalentem estas fantasias delirantes, mas asseguro que é algo que a maioria dos portugueses nem pensa sequer. é uma ideia de alguém que vive num mundo imaginário de reis e princesas e não faz a mínima ideia do que diz e escreve (sobre Portugal e os portugueses)…

        de resto concordo ou não me oponho.

        esta é A MINHA opinião e visão sobre estes assuntos, não falo pelos portugueses nem represento qualquer corrente de pensamento.

        p.s. – “Quanto a um possivel conflito entre Brasil e Portugal (…) que muito provavelmente nunca vai ocorrer,” provavelmente não, de certeza. repetir erros é sinónimo de estupidez. a família guerrear e desavinda é feio.

        • Riquepqd

          Percebi que se ofendeu e não foi minha intenção, me desculpe.

          Quanto a teus argumentos tentando desacreditar os meus, poderia responder a todos te explicando mais a fundo onde estão as tecnologias, mas minhas palavras vão ficar demasiadamente longas, e você iria responder, e eu também, e acabaria virando ataques pessoais como já vi muito por aqui.

          Não acredito ser soberba, como fiz em equiparar as tecnologias dos dois países, pra mim a soberba está em afirmar com toda a certeza que Portugal é superior neste campo. Ao invés de desqualificar as empresas brasileiras, quase como uma ponta de inveja, porque não cita algumas empresas lusas com alto grau de tecnologia? Além desta que vai se associar à Oi, eu não conheço nenhuma, e não quero falar por outros, mas nunca ouvi um brasileiro citar o nome de sequer uma empresa portuguesa, inclusive na mídia, já as brasileiras, pelo menos Rede Globo, Embraer e Petrobras são conhecidas mundialmente pela tecnologia que empregam. Agora se existir uma empresa portuguesa com tal prestigio internacional destas três brasileiras por favor me diga qual é?

          Acredito sim que as tecnologias dos dois países possam se equiparar, Portugal com mais tecnologia em algumas áreas e Brasil em outras.

          Me parece um pouco de soberba também dizer que “…agora que os portugueses entraram na Ói o mercado das telecomunicações móveis brasileiro vai mudar: brevemente estará em 2º e dentro de alguns anos irá disputar com a Vivo o 1º lugar.” O que os portugueses que se associaram a Oi tem de tão especial? Foram eles que inventaram a tecnologia GMS?

          Mas vou dar alguns pequenos exemplos sobre a tecnologia brasileira, a Vale não apenas cava um buraco no chão para achar minerais e depois queima tudo em uma centrifuga gigante para virar aço, para atingir o tamanho que a empresa tem, não é necessário apenas recursos naturais, se fosse assim teríamos empresas do tamanho da Vale e da Petrobras em todas as ex colônias saqueadas portuguesas, é necessário desenvolver tecnologia para criar novas formas de extração, inclusive a que tornou possível a descoberta dos campos de petróleo no pré-sal, e que apenas ratificou a Petrobras como líder mundial em tecnologia de extração de petróleo em águas profundas.

          Quanto a Embraer, você já ouviu falar em um avião brasileiro de ataque leve e treinamento que está entre os mais famosos do mundo em sua categoria? Muito elogiado pelas atuações a favor das forças aéreas colombiana e brasileira contra as FARC, um tal de Super Tucano, que inclusive já foi exportado para vários países, acho que não foi criado apenas comprando várias partes em vários países e depois montado no Brasil, se assim o fosse, o EUA não teriam comprado do Brasil estes aviões, ou será que a industria dos EUA não teria a capacidade de fazer a mesma coisa? Claro que algumas peças são estrangeiras, como GPS americano, mas a tecnologia para desenvolver o bruto do projeto é brasileira. E por falar em EMBRAER, ouvi dizer que está criando um novo avião cargueiro e de transporte de tropas que pelas encomendas já é líder entre a nova geração do seu gênero, inclusive Portugal vai participar do projeto, e com certeza não é comprando peças e tecnologia em vários países e depois montando no Brasil que este projeto foi criado, mas será que alguma empresa do “avançadíssimo” Portugal teria condições tecnológicas de criar o projeto e construir por completo um avião desses? O Brasil com certeza! E não foi atrás de Portugal, mas Portugal que procurou o Brasil para participar do projeto, para tentar lucrar um pouco vendendo pequenas partes do avião.

          Já a corveta Barroso, apesar de não ser nada revolucionário é um projeto que exige sim tecnologia, e se o senhor não sabe, a tecnologia brasileira neste navio nas áreas citadas pelo senhor como os “…armamentos, capacidades furtivas ao radar e acústicas, os radares, os sistemas de tiro…” giram em torno de mais de 50%, e na parte do navio propriamente dito é de 100%. Até para construir grandes navios cargueiros como o Brasil faz é necessário um mínimo de tecnologia. Deixe-me perguntar, o avançadíssimo Portugal é capaz de construir um navio como a corveta Barroso? Claro que não, importa dos seus senhores do norte da Europa. Ao contrário do Brasil que é dono do seu nariz, e quando resolve importar algo, sempre faz como condição a transferência de tecnologia, para que em uma próxima aquisição já possa fazer de empresas brasileiras, assim como está acontecendo na atual licitação para aquisição de caças para a FAB, com isto, quando a FAB ou a MB necessitarem de novos aviões caças poderão comprar dentro do Brasil, isto chamasse independência militar, ao contrário de Portugal que aceita tudo o que os “irmãos europeus” do norte ditam. Inclusive com um incrível complexo de inferioridade, onde 40% dos portugueses aceitariam ser anexados pela Espanha.

          Se algum instituto de pesquisa brasileiro resolver fazer uma pesquisa para saber se os brasileiros desejam se juntar, e não digo ser anexado, apenas se juntar a Argentina, (o país que mais pode ser comparado ao que é a Espanha para os portugueses.) provavelmente nem seriam respondidos.

          E quanto a UAV, acho que você deve estar se referindo ao que no Brasil chamamos de VANT (veículo aéreo não tripulado), para sua informação também temos o VANT com tecnologia 100% brasileira do ITA, é um daqueles que você ironicamente chamou de “…prestigiados centros de Aéronautica…” e inclusive estão em operação na Marinha do Brasil.

          É, parece que não apenas os portugueses descobriram os VANTS, e por acaso onde nasceu um senhor chamado Santos Dumont? Que deve ter inventado o avião sem querer, afinal de contas pela opinião do senhor Otus os brasileiros não são capazes de qualquer inovação. E caso UAV não seja VANT, me explique o que significam estas siglas para eu saber se há algum com tecnologia brasileira.

          Nossa, o Brasil vai a falência se o “…mosquito…” Portugal deixar de investir no Brasil!

          Construímos a nossa grande economia com trabalho dos brasileiros, se comparássemos o que representa no PIB brasileiro os investimento externos, em contraposição das exportações e o consumo interno brasileiro, pasmem! Os grandes investimentos portugueses seriam algo como 0,000000000001% ou mais um pouco de zeros a esquerda do total do PIB brasileiro, e “…evocação…patética…” é colocar os “grandes investimentos portugueses como argumento de “grande vantagem” para o Brasil em uma união. Inclusive porque o primeiro ministro português está a “negociar”, para não usar outra palavra, a compra da dívida externa portuguesa pelo Brasil.

          E quem disse que eu estava citando a grandiosidade natural das Terras de Vera Cruz? Apesar de também serem grandiosas, eu citava a grandiosidade brasileira em nossa economia, que não precisou ficar de chapéu aberto em bruxelas por conta da crise econômica mundial.

          Quanto ao seu “capitulo” sobre IDH, para de se prender ao passado, o IDH português ainda é por enquanto maior que o brasileiro, mas a própria ONU disse que em poucos anos vai ultrapassar, e fazendo uma análise sobre o IDH brasileiro, hoje ainda há muitas áreas no semi-árido nordeste brasileiro e nos rincões mais longínquos da Amazônia onde o IDH é muito baixo, mas como pode mesmo assim a ONU considerar o IDH brasileiro alto? Essa eu mesmo respondo, é porque temos grandes estados com centenas de cidades onde o IDH é comparável ao dos dez países primeiros colocados nesta lista de IDH (e Portugal não se incluí.) o que na média puxa o IDH para cima, então não vem querer posar de que Portugal é superior porque muitíssimas cidades brasileiras ultrapassam em muito o IDH português.

          Não quis dizer que o Brasil também não se beneficiária com uma federação portuguesa ao Brasil, mas neste momento da História, somente ultra-nacionalistas portugueses é que não enxergam que o Brasil não precisa de Portugal para praticamente nada, e Portugal do contrário, apenas para citar uma vantagem, voltaria a ser a potência de outrora.

          É Otus scops , você mesmo concorda que os tempos estão mudando e muito rápido! “…mas parece que os VERDADEIROS donos pouco tem contribuído para a redistribuição da riqueza ao seu povo. aprece que a era Lula-Dilma está a mudar este estado de coisas e ainda bem!”
          .
          E quanto a isto “…os países mais ricos em recursos naturais são mais pobres, violentos e desiguais, regra geral…” Também concordo, é muito dificil se recuperar de séculos de roubo e genocídio impostos pelos países “desenvolvidos”, mas o Brasil após apenas dois séculos de independencia conseguiu se tornar também um país desenvolvido, ainda não em todo o seu território, mas na maior parte dele, e para isto não precisou roubar ouro e diamantes de outros povos, muito menos escraviza-los, os brasileiros preferem trabalhar ao invés de enriquecerem as custas de escravos.

          Quanto a esta parte de seu texto, é até ridiculo responder, mais eu farei a baixo de novo.

          “…“Porém caso quisesse o Brasil poderia anexar Portugal a revelia (…) E no mínimo uma força militar seis vezes maior que a portuguesa,”
          ora esse é um rácio que estamos habituados a rechaçar (quase sempre com ajuda dos ingleses) potências guerreiras historicamente bem superiores ao Brasil, tais como Espanha, quase sempre com ajuda de franceses e muitas vezes alemães!…”

          É ridiculo você querer argumentar que a defesa do seu país é feito por estrangeiros! Mas eu já sabia disto, eu havia dito que sem a OTAN o Brasil venceria facilmente, mas com OTAN o Brasil não pode em território europeu, você apenas ratificou o que eu havia dito, mas com outras palavras.

          Agora quanto as palavras ridiculas que disse sobre a força militar brasileira, não vou te responder com meus dados, porque não sou eu que digo, procura jornalismo especializado em defesa em qualquer língua, e todos eles dirão que o Brasil está entre as dez ou quinze maiores potências, quando digo jornalismo os blogs apaixonados estão fora tá? E lá também você vai se informar que por acaso o Brasil é um dos dez países do mundo que opera porta aviões, para sua tristeza isto não é anedota! Ele inclusive se chama São Paulo, seu desinformado.

          Há lembrei! Por acaso uma das poucas derrotas portuguesas em que vocês não foram auxiliados por seus guarda-costas britânicos foi justamente as batalhas em que conquistamos a INDEPENDENCIA! E expulsamos vocês de nosso país.

          A todos os demais portugueses me desculpem pelas ríspidas palavras, no meu primeiro texto não tinha a intenção de ofender ninguém, se alguém se sentiu ofendido, poderia ter respondido com argumentos e sem ter a clara intenção de ofender.

          Gostaria de continuar a participar, mas infelizmente já me envolvi em uma contenda com o senhor Otus e não quero continuar nela, porque faria muito mal a mim, e aos brasileiros e portugueses que gostam da idéia da união lusófona.

          De resto gostaria de dizer que não me oponho a uma federação da Republica Portuguesa com total autonomia e preservação da nacionalidade portuguesa na República Federativa do Brasil.

      • Otus scops

        Lugo Belenus

        “Portugal recebeu muita ajuda dos outros países da UE para se modernizar. Já o Brasil tem que se virar sozinho mesmo.” quanto a Portugal é verdade, quanto ao Brasil não é: as multinacionais que operam no Brasil à décadas (sobretudo em São Paulo) são investimentos de quem??? da Europa e dos EUA sobretudo! portanto o Brasil não “se virou” sozinho, foi graças ao investimento estrangeiro que agora começa a dar resultados concretos.
        “Mas crises são passageiras, e pode ser que em poucos anos, a União Européia se levante de novo mais forte ainda. Ou pode ser que se reduza, alguns países saiam. Mas não acredito que vá acabar.” gostei porque é bem verdade.

        “No caso de Portugal se tornar mais um estado do Brasil, na verdade seria mais vantajoso para eles se tornarem um conjunto de estados. Por exemplo, o Algarve seria um estado, o Alentejo outro, a Beira outro, o Trás-os-Montes outro, o Minho outro, os Açores outro…”
        esta é a parte cómica, não??? :-D

        “…alguns portugueses falarem em se unir ao Brasil,…” sem dúvida, aqui pelo Quintus!
        no geral NINGUÉM fala em uniões com o Brasil.
        o curioso é que protestam com a UE (que exige rigor e disciplina) e agora íamos unir-nos a algo que nem existe, ou seja, sair de uma e entrar noutra. é como trocar a nossa mulher (ou marido…) de há anos, que conhecemos bem, por uma namorada antiga dos tempos de adolescência que correu mal mas ficou lá “aquela coisinha”. bem às vezes resulta, mas em muitos casos foi um erro…
        “Mas lá no fundo, eu acho que eles querem mesmo é a UE.” muitos portugueses não sabem o que querem…
        o ideal é ficar na UE e aprofundar o relacionamento com o Brasil, restante CPLP e outros que apareçam.
        o posicionamento de Portugal na UE é benéfico para o Brasil também, é uma porta de entrada de excelência.
        unidos e organizados temos TODOS a ganhar.

        “A UE e o Euro foram idéias geniais, fantásticas” estou farto de escrever isso aqui! o projecto europeu está longe de ser perfeito e nunca estará acabado, mas a ideia em si é fantástica e dá uma experiência civilizacional única!

        gostei também de ler o resto.

        • Lugo Belenus

          Otus Scops

          Acho que me expressei mal. “Se virar sozinho” é não ter uma UE para dar subsídios. É claro que investimento de outros países modernizou muita coisa aqui no Brasil. Da Europa, Estados Unidos e Japão também. A União Européia é forte demais para ser desfeita. Países como Alemanha e França e, fora do Euro, Inglaterra são fortes demais para sucumbir a uma crise como esta. Talvez Grécia, Portugal e Irlanda sejam “forçados” (pelas circunstâncias) a saírem, mesmo que depois voltem, mas a UE veio ao mundo para ficar. Talvez os três citados mais a Espanha e a Itália nem cheguem a sair da UE e do Euro. Depende de quem for governar daqui para frente. Quanto a divisão de Portugal em estados, se fosse para integrar a união brasileira como um novo estado, teria 3 senadores. Agora, se fossem alguns estados, teriam mais senadores. Agora, eu acho que não compensa sair da UE. E não creio que Portugal vai se tornar um novo estado brasileiro e nem que o Brasil voltará a ser propriedade portuguesa. Acho que vão ser como Estados Unidos e Inglaterra, no máximo. Se eu fosse português, consideraria risível e de mau gosto fazer de Portugal um estado do Brasil e, até consideraria uma união igual à UE para os anos futuros, médio prazo, se o Brasil se desenvolvesse sozinho, como os EUA, o Canadá e a Austrália se desenvolveram.

        • Otus scops

          Lugo Belenus

          “Acho que me expressei mal.”
          eu é não que entendi correctamente.

          “é não ter uma UE para dar subsídios.”
          essa coisa dos subsídios é mal entendida pela generalidade das pessoas e convém desfazer certos mitos:
          1. TODOS os países da Europa recebem subsídios
          2. TODOS os países da Europa contribuem proporcionalmente com transferências de dinheiro dos seus respectivos PIB para o Orçamento Comunitário
          3. TODOS os países da Europa terão que pagar mais cedo ou mais tarde a maioria dos subsídios e do Fundo de Coesão.
          4. a União Europeia é o maior contribuinte mundial na ajuda externa aos países sub-desenvolvidos e do 3º mundo!
          quero com isto dizer que as ajudas não são dádivas e que existem grandes responsabilidades ao aceitar fundos e subsídios. a grande vantagem é sim, quando alguém precisa de dinheiro para algum projecto, se for viabilizado o dinheiro aparece (mas passa por um crivo bastante exigente nos critérios de atribuição).
          “União Européia é forte demais para ser desfeita.” to big to fail. sim, nos próximos tempos será assim, mas nada dura para sempre, há que ter cuidado.
          “Talvez Grécia, Portugal e Irlanda sejam “forçados” (pelas circunstâncias) a saírem, mesmo que depois voltem,” é uma possibilidade mas remota. se acontecer seria um falhanço clamoroso que deixaria profundas cicatrizes na União.
          “Quanto a divisão de Portugal em estados,… etc…” Lugo Belenus, essa ideia não faz sentido NENHUM em Portugal.
          “E não creio que Portugal vai se tornar um novo estado brasileiro e nem que o Brasil voltará a ser propriedade portuguesa. Acho que vão ser como Estados Unidos e Inglaterra, no máximo. Se eu fosse português, consideraria risível e de mau gosto fazer de Portugal um estado do Brasil”
          concordo com tudo escrito neste parágrafo.
          “até consideraria uma união igual à UE para os anos futuros, médio prazo,”
          Nihil Obstat

          uma curiosidade: porquê este nome Lugo Belenus??? (que acho muito interessante) ;)

          • Lugo Belenus

            Escolhi o nome porque sou jogador de RPG (jogo de interpretação de personagens) e jogo muito “Dungeons & Dragons” e “Vampiros”, e é o nome que uso no D&D, um paladino humano que interpreto. Achei os dois nomes num livro sobre Druidismo e gostei.

    • Otus scops

      Riquepqd
      (resposta ao comentério de Riquepqd em 2011/01/04 às 23:32)

      “e acabaria virando ataques pessoais” nunca da minha parte, apenas discuto opiniões, ideias, pontos de vista, factos, nunca me sentiria ofendido por ti visto que nem te conheço.

      vamos continuar:
      - em todas as ex colônias saqueadas portuguesas,
      - é muito dificil se recuperar de séculos de roubo e genocídio impostos pelos países “desenvolvidos”,
      - e para isto não precisou roubar ouro e diamantes de outros povos, muito menos escraviza-los,
      - os brasileiros preferem trabalhar ao invés de enriquecerem as custas de escravos.
      eis “o típico brasileiro” ressentido, revanchista e revisionista da História que “saiu do armário” logo à primeira!!!
      explica-nos como consegues compatibilizar nessa tua cabeça essa opinião/sentimento pelo nobre povo e nação valente de Portugal com as reiteradas propostas de união que propões com o grande povo brasileiro???
      acho-te um mau patriota ao queres juntar o teu povo “tão sofrido e espoliado e muito trabalhador, ” com essa gente “preguiçosa, esclavagista, exploradora, uma cambada ladrões”.

      “pra mim a soberba está em afirmar com toda a certeza que Portugal é superior neste campo.”
      continuas em dificuldades com as tuas ideias, quem afirmou seguro e ufano que “Não acredito que a tecnologia de Portugal seja superior à brasileira” foste tu, eu NUNCA disse que a tecnologia portuguesa era superior, apenas perguntei “quais foram os critérios e métodos” que usaste para sustentares a tua afirmação – que até pode ser verdadeira – mas não respondeste.
      “Ao invés de desqualificar as empresas brasileiras” eu não desqualifiquei nada nem ninguém, apenas chamei à atenção que os exemplos que mencionaste não tem nada de extraordinário tecnologicamente falando. o facto é que não contestaste NENHUM dos meus argumentos! quem cala consente, logo tenho razão.
      admito perfeitamente que no caso do excelente Super-Tucano e nos UAV (ou VANT) são proezas tecnológicas mas, sobretudo, industriais. produzir um avião parecido ao P-51 Mustang dos anos 40 não revela nada de transcendente ou revolucionário. “Claro que algumas peças são estrangeiras” algumas é simpatia…
      quanto às Barroso mantenho tudo o que disse. e Portugal também constrói navios de guerra, entre outros, além de ser reconhecido internacionalmente como dos melhores estaleiros mundiais na reparação e manutenção navais à muitos anos.
      “…pelo menos Rede Globo, Embraer e Petrobras são conhecidas mundialmente pela tecnologia que empregam.” mais ufanismo soberbo: a esmagadora maioria dos europeus não conhece nenhuma delas (ou o mundo)! tirando alguns portugueses que se interessam mais sobre estes assuntos poucos serão os que as identificam. o que o mundo conhece é a Nokia, a Coca-Cola, a Volkswagen, e Airbus, a Adidas, Eau D’Evian, Parmalat, BP, Sony, etc… a Lusofonia NÃO TEM marcas globais (infelizmente). não sei se sabes, mas existe mais mundo além do Brasil, que parece ser só o teu…

      quanto à parte económica e sobre o IDH não vou entrar nesse campo, OS FACTOS QUE MENCIONEI não foram rebatidos e a tua argumentação acintosa não merece resposta.
      apenas desmistificar um facto HIPOTÉTICO: “porque muitíssimas cidades brasileiras ultrapassam em muito o IDH português” se há mais cidades (quantas e quais são???) é natural, o Brasil é 92 vezes maior e a população é 19 vezes superior. mas já agora quantas cidades são, na tua opinião, que tem um IDH inferior ao português??? são mais ou menos???

      “o Brasil não precisa de Portugal para praticamente nada, e Portugal do contrário” ui, esta doeu!!! :-D

      agora vamos passar à parte musical.
      Música Popular Brasileira:
      1- a defesa do seu país é feito por estrangeiros!
      2- o Brasil venceria facilmente
      3- um dos dez países do mundo que opera porta aviões, para sua tristeza isto não é anedota
      4- uma das poucas derrotas portuguesas em que vocês não foram auxiliados por seus guarda-costas britânicos foi justamente as batalhas em que conquistamos a INDEPENDENCIA! E expulsamos vocês de nosso país.

      agora Folclore Português
      1- eu disse (por gratidão, justiça e memória) que Portugal teve quase sempre ajuda de Inglaterra, mas o grosso do contingente e os comandantes era sempre portugueses (excepção da Guerra Peninsular).
      agora contraponho a guerra que o Brasil teve contra o Paraguai foi com ajuda da Argentina, Uruguai e … bingo! DOS INGLESES!!! hihihihihihi… :-D
      forças envolvidas:Arg.Bras.Uru. 235.000 – Par. 150.000. e mesmo assim demoraram 6 longos e sangrentos anos para arrasar o Paraguai (um genocídio absoluto), esse sim, ainda se pode queixar do mal que lhe fizeram.
      na guerra Cisplatina foi 52.000 (Bra.Uru) contra 43.000 Arg. parece que o Brasil não faz nenhuma guerra sozinho…
      2- isto é estúpido de mais para comentar…
      3- o assunto NAE São Paulo é caso interessante, é um equipamento problemático, caro, com baixa operacionalidade, algo obsoleto, mal equipado, em suma, é um elefante branco. pensa o que quiseres…
      4- o melhor ficou para o fim. realmente o Reino de Portugal foi derrotado por PORTUGUESES que tinham interesses no Brasil e por muitos descendentes de portugueses que já se sentiam brasileiros, escravos, ex-escravos, etc, é um facto que o curso da História e da evolução da Humanidade fez acontecer. e concordo, se tivesse no lugar dos brasileiros faria igual.
      mas militarmente falando vamos lá por as coisas no lugar, pelo que vejo a disciplina de história no Brasil é muito mal contada:
      a guerra durou 2 anos e foram Portugueses contra “Brasileiros e … surpresa, surpresa: OS GUARDA-COSTAS DOS PORTUGUESES – OS INGLESES!!! :-D :-D :-D
      pelos vistos os Brasileiros recorreram aos mesmos serviços… hihihihihihihi :-D
      mais ainda, as forças envolvidas foram Port. 18.000 e 55 navios contra “Bras.”+Ing. 27.000 e 96 navios. para quem está a combater como autentico corpo expedicionário é notável!
      os meus antepassados deixam-me realmente orgulhoso.
      mais uma farpa para ti: o Uruguai foi conquistado solidamente ainda pelos portugueses que pelejaram com galhardia contra o império espanhol, sem ajudas nem dos ingleses e eles sem os franceses, e ganhamos a contenda. depois da guerra de Independência do Brasil e da saída do exército português, o que aconteceu??? perderam o Uruguai, ou Cisplatina… (aconselho o visionamento deste filme http://www.imdb.com/title/tt0477164/ sobre este assunto)
      já são exemplos suficientes, nem vou falar – porque conheço pouco – da saga dos bandeirantes que alargaram os limites do brasil espartilhados pelo Tratado de Tordesilhas, combatendo o império espanhol e alargando inexoravelmente e definitivamente esse grande país!
      e rechaçámos SEMPRE outras grandes potências da altura como os franceses e holandeses sempre que tentaram conquistar alguma coisa no território que hoje se designa Brasil!
      vê se respeitas a História e Portugal, que é disso que se trata.
      nunca esqueças os feitos guerreiros deste pequeno e glorioso povo foram feitos SEMPRE em inferioridade numérica!!! é obra hein, tens de admitir! só encontro paralelo na Grécia Antiga sobretudo os Espartanos! e contra factos não há argumentos.
      dou então por terminado o capítulo musical…

      quanto à Ói fica calmo, que dentro de algum tempo verás resultados, mas respondendo a “…Oi tem de tão especial? Foram eles que inventaram a tecnologia GMS? ” a resposta é não (mas ajudaram a desenvolvê-la) mas aplicaram-no 10 anos antes!!! agora devolvo a provocação: o que tinham “os desenvolvidos brasileiros” de mal para só passados 10 anos depois “dos atrasadinhos portugueses” entrarem definitivamente na modernidade das telecomunicações???

      “Gostaria de continuar a participar, mas infelizmente já me envolvi em uma contenda com o senhor Otus e não quero continuar nela, porque faria muito mal a mim…” depois disto já participaste, diz bastante da tua coerência e revela um traço de carácter de queixinhas. não vás já embora, discute, apresenta contra-argumentos, factos, não apenas vacuidades fruto da tua opinião. fala verdade e tenta demonstrá-la.

      Portugal foi invadido por Napoleão à 200 anos, aliás esses acontecimentos tiveram uma importância enorme na própria História do Brasil, como todos sabemos.
      nessa altura, o Reino foi saqueado e arrasado 3 vezes e ninguém se queixa dos franceses (em conjunto com os espanhóis), ou dos ingleses por causa do Ultimatum para mascarar ou desculpar infantilmente o nosso atraso, as nossas debilidades e insucessos, como fazem vergonhosamente tantos brasileiros (faço a ressalva que não são todos – felizmente) sempre evocando um passado longínquo, de escravatura, etc, para a autodesculpabilização do caos e miséria que se vive em muitas partes desse imenso país.
      além de idiota é injusto, os portugueses criaram o Brasil, deram a língua, fundaram cidades, deixaram uma cultura e uma civilização, misturaram raças (à força e violentamente na maioria dos casos é certo) que hoje até são imagem de marca do Brasil.
      quanto a nós, portugueses, podemos dormir descansados porque os Portugueses serão dos 10-12 povos que marcaram indelevelmente a História da Humanidade, cumpriram o seu desígnio! agora se me perguntares a mim se vivo obcecado com o passado do meu povo e isso dá-me direito a alguma coisa especial, digo-te que NÃO. a história é para tirar lições não para ficar agarrado a ela desfasado de realidade. mas não precisas de ser invejoso por não teres esta história ou incomodado por os teus antepassados terem feito parte da história dos meu país, nem eu nem tu temos actualmente relações de suserano para vassalo, isso acabou à 200 anos, vê se entendes e todos os que (erradamente) ainda pensam como tu.
      Portugal no passado cometeu muitos crimes contra a Humanidade, julgando pela moral, direito e desenvolvimento civilizacional dos dias de hoje. só que a tua visão preconceituosa, ínvia e mal intencionada sobre os portugueses dá-te o descaramento de comparares esse passado longínquo com o presente. devias saber que Portugal foi o primeiro país a abolir a escravatura em 1761 por decreto régio, muito antes dos auto-propagandeados Actos Abolicionistas dos anglo-saxónicos.
      para mais, Portugal não foi o único a fazer o comércio negreiro, foram TODOS. mais ainda, não foi Portugal que o inventou, apenas aproveitou uma situação que existia (e existe infelizmente) entre os africanos, que se escravizavam entre si e alimentavam as redes de exploração para norte para os árabes (ainda persiste actualmente abominavelmente).
      tenho muito orgulho de ter o Padre António Vieira (considerado o primeiro brasileiro) como o maior e mais corajoso cidadão português que se insurgiu contra a violência sobre os índios numa época em que a economia e a moral de antanho viviam em grande parte da exploração do homem pelo homem.

      p.s. – gostei de Sr.Otus, fica bem, pelo menos és educado e reverente
      p.p.s. – não desapareças e se tiveres algo de CONCRETO (não é betão ou cimento) para rebater, agradeço que o faças, como não sou dono da verdade pode haver coisas que escrevi que sejam incorrectas.
      p.p.s. – quanto ao complexo de inferioridade que citas “onde 40% dos portugueses aceitariam ser anexados pela Espanha.” não irias perceber porque é complicado demais, é parecido com os estados do sul do Brasil querem separa-se do resto do país…

      • Riquepqd

        Otus Scops,

        Em seu texto pude perceber suas grandes qualidades de argumentador, quando encontrou contra-argumentos os utilizou, mas quando não encontrou preferiu omitir as respostas. Por isso continuo a esperar as respostas sobre as perguntas abaixo:

        O que acha do KC 390, é ou não um projeto onde é empregada tecnologia? Existe no mundo algum outro projeto ou avião da mesma categoria e que seja mais moderno que ele? Portugal tem alguma empresa capaz de projetar e construir sozinha um avião desses por completo?

        Quanto ao que falou sobre a Globo, Embraer e Petrobrás, somente ouvi asneiras, mais uma vez o recalcado português ao invés de responder o questionamento se existe em Portugal uma empresa tão importante quanto estas, preferiu mais uma vez desdenhar delas e sequer tocou no nome de alguma empresa portuguesa que pudesse ser comparada a elas.

        Devo esclarecer porque parece que você não sabe que a Embraer e Petrobrás não são empresas que comercializam seus produtos para o público varejista, como você fez questão de comparar a empresas deste ramo, porque ninguém compra aviões como se compra celulares e tampouco compram latas de petróleo como se fossem de refrigerantes. Por isso elas não são tão conhecidas do público mais desinformado.

        Quando se analisa o reconhecimento internacional de empresas do mesmo tipo destas duas, deve se levar em conta vários fatores, como o prestígio que as mesmas possuem junto a governos estrangeiros, qual a quantidade de negócios e também as cifras destes negócios em outros países, a quantidade de países que são clientes destas empresas, em quantos países estas empresas possuem filiais, o valor de mercado destas empresas, qual a periodicidade em que as mesmas aparecem em jornalismo especializado estrangeiro, se já inovaram e se tornaram precursoras em alguma tecnologia, se contribuíram de alguma forma realmente relevante com seu país e etc, mas alguns destes fatores parecem um pouco abstratos de se analisar, Talvez a maneira mais fácil de se analisar é comparando as mesmas com seus concorrentes internacionais, então vejamos:

        1-Petrobras: Líder mundial em tecnologia de extração de petróleo em águas profundas, empresa que tornou o Brasil na década de 2000 auto-suficiente em consumo de petróleo, e uma das cinco maiores petrolíferas do mundo.

        2- Embraer: Terceira maior fabricante de aviões do mundo, atrás apenas da Boeing e da Airbus que você citou, então para de desmerecer a Embraer seu invejoso, e também mau agradecido porque esta empresa também gera empregos em Portugal.

        3- Rede Globo: Terceira maior rede de televisão do mundo, a Globo também espalha a cultura brasileira por dezenas de países do mundo, através de suas novelas milhões de estrangeiros podem conhecer mais o Brasil, além de também utilizar em algumas de suas produções a mesma tecnologia usada nos melhores filmes de Hollywood, assim como também faz outra brasileira, a Rede Record.

        Talvez agora mude a opinião que expressou desta forma “…apenas chamei à atenção que os exemplos que mencionaste não tem nada de extraordinário tecnologicamente…”

        Então caro Otus, vou perguntar mais uma e pela ultima vez, existe em Portugal alguma empresa que possa se comparar a estas? Caso me responda mais uma vez tentando desviar o foco da pergunta e desqualificando as empresas brasileiras e não cite sequer o nome de uma empresa lusa que possa se comparar a estas, então eu saberei que realmente não existe, e não perderei mais o meu tempo com este tópico.

        “…“o típico brasileiro” ressentido, revanchista e revisionista da História que “saiu do armário” logo à primeira!!!…”

        Típico brasileiro com certeza eu sou, muito obrigado. Agora quanto a ressentido, revanchista e revisionista da História… Talvés, mas antes de me condenar, coloque-se no meu lugar,

        Sou um brasileiro branco, mas sei que como a maioria dos brasileiros em minhas veias também corre além de sangue branco, negro e indígena, por isso quando penso que minha nação e meus antepassados passaram por tantos horrores…

        Não conheço muito bem a longa História desta grande nação chamada Portugal, mas acredito que os primeiros portugueses a habitar este espetacular retangulo europeu, nunca passaram por um gigantesco genocídio orquestrado por outra nação, onde praticamente tenha dizimado os primeiros portugueses. Também não acredito que uma nação invasora tenha levado milhões de escravos para Portugal e estes ali tenham sofrido junto com seus descendentes já nascidos em Portugal todos os tipos de torturas fisicas e psicologicas que se possa imaginar durante séculos. Também não acredito que uma nação invasora tenha enriquecido as custas de Portugal quando lhe roubou praticamente 100% do ouro, diamantes e outras pedras preciosas do solo português.

        Então antes de me condenar, pense nisso, se faça esta pergunta, será que se Portugal tivesse passado por tudo isto e mais um pouco você também não teria escondido no mais profundo de seu intelecto pelo menos um pingo de ressentimento… Mais uma vez lhe pesso, seja sincero consigo mesmo e pense nisso antes de me condenar.

        Sei que Portugal também fez benfeitorias ao Brasil, mas colocando na balança com as atrocidades que também fizeram, com certeza se pudesse escolher, escolheria que Cabral nunca tivesse pisado aqui para que estas coisas não tivessem acontecido.

        Talvez você vá dizer que caso uma nação européia não tivesse colonizado o Brasil o mesmo ainda seria uma selva. Quem pode afirmar isto com total certeza? Como o rumo da História não foi este, não podemos afirmar que os povos que aqui viviam não poderiam ter se organizado e construído uma grande nação, assim com fizeram os maias, aztecas e outros povos. E mesmo que não tivessem se desenvolvido, se já tinham tudo que precisavam na selva para serem felizes, que assim o fosse.

        Quanto a tua pergunta “…como consegues compatibilizar nessa tua cabeça essa opinião/sentimento pelo nobre povo e nação valente de Portugal com as reiteradas propostas de união que propões com o grande povo brasileiro??? acho-te um mau patriota ao queres juntar o teu povo “tão sofrido e espoliado e muito trabalhador, ” com essa gente “preguiçosa, esclavagista, exploradora, uma cambada ladrões”….”

        Confesso que antes de respondela fiz uma reflexão…Parabéns Otus Scops, você conseguiu mudar minha opinião, não sou mais a favor da união entre Brasil e Portugal em um só estado, aprecio apenas que se aproximem como EUA e Inglaterra.
        Devo também esclarecer outro ponto, porque parece que você tem dificuldade em interpretar textos, quando disse que a tecnologia de Portugal no máximo se comparava ao Brasil, justamente estava querendo expressar literalmente o que escrevi, que a tecnologia portuguesa e brasileira se equiparavam, portanto não fui soberbo. Soberbo foi você que respondeu o seguinte “…agora que os portugueses entraram na Ói o mercado das telecomunicações móveis brasileiro vai mudar: brevemente estará em 2º e dentro de alguns anos irá disputar com a Vivo o 1º lugar…”

        “…o facto é que não contestaste NENHUM dos meus argumentos! quem cala consente, logo tenho razão…”

        Depois de ler meus novos argumento neste texto espero que mude de opinião quanto a este ponto de seu texto. E apenas para lembrar, quanta soberba em tão poucas palavras heim?

        Quanto a este ponto de seu texto, vou me reservar a não comentalo, apenas farei algumas perguntas abaixo:

        “…produzir um avião parecido ao P-51 Mustang dos anos 40 não revela nada de transcendente ou revolucionário. “Claro que algumas peças são estrangeiras” algumas é simpatia…”

        1ª Alguma empresa portuguesa hoje é capaz de projetar e construir um P-51 Mustang dos anos 40, ou melhor, um avião semelhante ao Super Tucano?

        2ª Qual critério utilizou para dizer “…algumas é simpatia…”? Por acaso você sabe quantas peças formam o Super Tucano e quais delas são estrangeiras?

        “…Portugal também constrói navios de guerra, entre outros, além de ser reconhecido internacionalmente como dos melhores estaleiros mundiais na reparação e manutenção navais à muitos anos…”

        Bom, vejamos, reconhecido internacionalmente… eu não sabia, mas pode ser que eu esteja desinformado, por acaso também não sou dono da verdade, então me diga:

        Qual foi o ultimo navio de guerra totalmente projetado e construido em Portugal? Poderia citar a fonte?

        Portugal atualmente exporta corvetas de guerra assim como faz o Brasil?

        Quanto a sua pergunta sobre IDH, eu confesso que não sei a quantidade exata de cidades brasileiras que tem o IDH superior ou inferior a Portugal, afinal de contas o território brasileiro é gigante, mas acredito que as que possuem o IDH inferior sejam em número um pouco maior das que possuem um IDH superior ou igual, mas conforme a própria ONU, em poucos anos o IDH brasileiro vai superar o português, então não vou perder meu tempo agora para pesquisar a quantidade de cidades.

        “…o Brasil não precisa de Portugal para praticamente nada, e Portugal do contrário” ui, esta doeu!!!…”

        Mantenho tudo o que disse e o desafio a provar o contrário.

        Quanto ao seu “…Folclore Português…”

        Devo esclarecer o seguinte, eu em nenhum momento disse que o Brasil nunca fez alianças militares, como não sou conhecedor profundo da História de Portugal, apenas repudiei saber que 30% do sangue que corre nas veias dos brasileiros descende de um povo que você mesmo no primeiro texto disse, usando outras palavras que sempre foi, ainda é e sempre será defendido por estrageiros. Até eu daqui do outro lado do Atlântico me ofendi em saber que descendo de um povo assim.

        Agora quanto a História do meu país, para de distorce-la, na Guerra do Paraguai as forças do Exército Brasileiro eram de 200 mil, argentinos 30 mil e uruguaios 5 mil, então conclui-se que a ajuda uruguaia foi praticamente ilustrativa, e o grande esforço de guerra foi feito pela Brasil, já a ajuda inglesa eu gostaria que você me explica-se, porque até onde sei os ingleses não enviaram um único soldado para esta guerra, apenas tinham interesses econômicos nela, então me explica qual foi a extraordinaria ajuda inglesa ao Brasil neste guerra? Hihihihihihi. E não queira nem de longe comparar o número de mortos paraguaios ao de indígenas brasileiros massacrados por portugueses seu cara de pau. Ainda porque o Brasil foi atacado e tinha que se defender, agora os quase indefesos indígenas sequer sabiam da existência de Portugal. Sinceramente foi ridiculo querer comparar os dois fatos.

        Agora este é o ponto mais ridiculo do seu texto “…na guerra Cisplatina foi 52.000 (Bra.Uru) contra 43.000 Arg. parece que o Brasil não faz nenhuma guerra sozinho…”

        É melhor você procurar os livros de História, porque até onde aprendi, nesta guerra os uruguaios lutaram ao lado dos argentinos. Hahahahaha! “…disciplina de história no Brasil é muito mal contada…” parece que em Portugal está pior.

        “…mais uma farpa para ti: o Uruguai foi conquistado solidamente ainda pelos portugueses que pelejaram com galhardia contra o império espanhol, sem ajudas nem dos ingleses e eles sem os franceses, e ganhamos a contenda. depois da guerra de Independência do Brasil e da saída do exército português, o que aconteceu??? perderam o Uruguai, ou Cisplatina……”

        Eu havia dito anteriormente que havia encontrado o ponto mais ridiculo do seu texto, talvez este acima possa competir e eu explico, os brasileiros ao contrário dos europeus não tem tradição em anexar povos estrangeiros a revelia, os cisplatinos falavam espanhol e tinham laços afetivos e de colonização com o Reino Unido da Prata, notadamente não eram brasileiros, e sim um povo sob jugo do Brasil. Mas devolver a Cisplatina para O Reino da Prata seria um sinal de fraqueza do Brasil, por isso após alguns anos de guerra, o Brasil aceitou a independencia do povo uruguaio, porque manter um povo unido a nós contra a própria vontade realmente não nos enche os olhos, e por outro lado não poderiamos aceitar o retorno deste território para o Reino Da Prata

        Então os verdadeiros derrotados desta guerra foram o Reino Unido da Prata que perderam para sempre sua provincia, os grandes vitoriosos foram os uruguaios que conquistaram a independencia, e os brasileiros apenas mantiveram sua natureza de não obrigar estrangeiros a permanecerem anexados ao Brasil

        E ainda sobre este assunto “…Uruguai foi conquistado solidamente ainda pelos portugueses…” Deixe-me perguntar, quantos portugueses que conquistaram o Uruguai nasceram em Portugal? Então talvez tenham sido muito mais brasileiros que portugueses ou estou errado?

        Agora quanto ao que falou sobre o porta aviões São Paulo, me baseando pela sua inveja e soberba apresentados em seus textos, acho que caso ele fosse da Marinha Portuguesa suas palavras seriam diferentes, seria algo como “um grande vetor de dissuazão e projetador de poder português, um grande instrumento de guerra que evoca a tradição secular da Marinha Portuguesa”, mas como ele não é de Portugal e apenas dez países no mundo tem porta-aviões, e Portugal está fora da lista, já neste cenário você prefere mais uma vez desdenhar daquilo que é dos outros. Coisa feia.

        Quanto ao seu capítulo sobre a Guerra de Independencia do Brasil ao afirmar que “…Port. 18.000 e 55 navios contra “Bras.”+Ing. 27.000 e 96 navios. para quem está a combater como autentico corpo expedicionário é notável!…” Mais uma vez deturpando a História seu cara de pau, colocando números de forma que interpretem como se os efetivos ingleses fossem númerosos nestas campanhas, apenas um ou no máximo alguns ingleses participaram do conflito, notadamente Thomas Cochrane e talvez alguns ingleses que o acompanhavam. Que coisa mais feia, mostra que seus argumentos estão cada vez mais escassos e você precisa recorrer a mentiras, ou anedotas como vocês chamam para poder argumentar.

        Aqui está onde encontro o mais alto grau de sua soberba e também o que li de mais engraçado em todo o quintus.

        “…História e Portugal… só encontro paralelo na Grécia Antiga sobretudo os Espartanos!…”

        Sei que a História de Portugal tem glórias, mas querer comparar qualquer povo contemporâneo com os espartanos é digno de um filme de comédia não concorda?

        Quanto a seu paragrafo sobre a Oi e a sua associação com esta operadora portuguesa, devo apenas responder o seguinte, se Portugal tem uma História muito mais antiga que a do Brasil e já mama nas tetas da UE há tanto tempo, e o Brasil não tem qualquer organismo para se sustentar e tem apenas duzentos anos e desde então apenas conta consigo próprio, então o espaço de dez anos em relação à implantação da tecnologia GSM nos dois países não é tão grande assim. Visto que Portugal implantou esta tecnologia com subsidios europeus, para poder ter suas telecomunicações comparaveis com o restante do bloco UE, mas notadamente com os países do norte, visto que foram os que implantaram esta tecnologia na Europa e Portugal apenas acompanhou seu bloco econômico.

        Confesso que não fiz uma pesquisa mais aprofundada para comparar as duas empresas, mas a primeira coisa que me chamou a atenção é o número de clientes, Oi 62,2 milhões, Portugal Telecom 37,020 milhões, bom, não comparei os demais, mas se um dos mais importantes patrimônios que uma empresa pode ter são seus clientes, logo a Oi está na frente e trata diretamente com quase o dobro de clientes que a PT, e consegue ter um número tão grande de clientes mesmo em um mercado com várias concorrentes, algumas muito grandes e outras bem pequenas, mas chegam a dezenas no mercado brasileiro. A Oi também possui tecnologia que permitiu levar cabos submarinos até a estação brasileira na Antártida, coisa que não encontrei paralelo na PT. Então não preciso dizer mais nada.

        Outra coisa vergonhosa é comparar os ataques franceses a Portugal com a escravidão de negros e o genocídio de indígenas no Brasil, é certo que os ataques franceses arrasaram Portugal, mais foram pontuais e não duradouros, e a violência que os portuguses sofreram sequer pode se comparar a uma escravidão, pelo que me consta os franceses também não procuraran acabar com a vida da maioria dos portugueses para poder se apoderar de seu território.

        “…além de idiota é injusto, os portugueses criaram o Brasil, deram a língua, fundaram cidades, deixaram uma cultura e uma civilização, misturaram raças (à força e violentamente na maioria dos casos é certo) que hoje até são imagem de marca do Brasil…”

        Pelo seu texto vejo que muitos portugueses (não todos) acham normal a violência que sofreram as escravas em meu país, pela forma que falam parece até que foi um favor, nossa como estou agradecido pelos portugueses terem estuprado tantas escravas, isto possibilitou que agora o Brasil seja um país multi-racial, nossa Otus Scops, meus sinceros agradecimentos.

        E quanto a parte de “…deram a língua…” depende do ponto de vista, ou eram mudos os indigenas que viviam aqui? Na verdade até o final século XVIII na maior parte do Brasil se falava a língua geral, que era uma mistura de português com idiomas nativos, e era necessário até interprete para os portugueses recem chegados porque os dois idiomas diferiam muito. Mas um senhor português chamado de Marques de Pombal resolveu ditatorialmente proibir aquele que considero o primeiro idioma verdadeiramente brasileiro, punindo severamente quem a utilizasse, impondo-se o idioma português.

        Então muito obrigado por também terem obrigado meu ancestrais a falar o idioma de vocês, porque caso isto não acontecesse hoje todos os brasileiros seriam mudos.

        “…não precisas de ser invejoso por não teres esta história…”

        Muito obrigado, não quero, jamais trocaria a recente, intensa e cheia de glória História do Brasil pela de Portugal, porque por mais glórias que pudessem ter qualquer país, eu teria vergonha dos meus antepassados caso tivessem cometido tantas atrocidades. Mas talvez isto na Europa seja considerado normal, afinal de contas não cometeram estas atrocidades contra outros caucasianos.

        Me faz acreditar ainda mais que isto seja considerado normal na Europa quando você insanamente tenta justificar a escravidão realizada por Portugal como a mais leve entre todas, então devo agradece-lo mais uma vez, muito obrigado por seus antepassados terem escravizado os meus de uma maneira brutal, mas um tanto quanto mais branda em relação a outros regimes escravocratas.

        Otus, não encontrei nada em seu texto que seja digno de reverencia, por isso quando lhe chamei de senhor apenas estava querendo ser educado.

        Otus, quanto a você afirmar que os estados do sul do Brasil estão querendo se apartar, convem que eu venha acabar aqui com um mito, na sua História, vários estados de todas regiões do Brasil tentaram a independencia, mas com certeza as batalhas mais sangrentas se sucederam na Guerra dos Farrapos, que foi o movimento para tentar a independencia do Rio Grande do Sul, na mesma época Santa Catarina aproveitou o levante e também tentou, já o ultimo estado a formar o sul do Brasil é o Paraná, e este nunca tentou, devido as batalhas dos farrapos terem sido as mais violentas e também porque o interior do sul do Brasil foi colonizado por outros povos e não portugueses, surge um certo mito que o RS e SC ainda querem se separar, porém depois destas batalhas nunca mais se soube de outro movimento separatista no sul do Brasil.

        Pequenos grupos simpatizantes do separatismo e de no máximo 20 pessoas e sem qualquer organização política ou militar ainda existem em todos os estados do Brasil, como em vários países, assim como acredito que também podem existir em agumas regiões de Portugal, mas não passam disto, apenas pequenos grupos de simpatizantes.

        Por isso não vejo paralelo entre isto e a pesquisa onde fiquei sabendo que 40% dos portugueses aceitariam se anexar a Espanha. Por isso peço que me explique, considero que tenho capacidade de entender qualquer coisa que me for bem explicada, como você supoz que eu não tinha capacidade. Vou então ficar no aguardo desta explicação, caso a omita vou ter certeza que 40% dos portugueses não tem orgulho próprio, não tem orgulho de Portugal e preferem ser espanhóis.

        Otus, deixemos agora de falar de História, porque desviamos totalmente do foco principal, e eu não aguento mais este assunto, se continuassemos, as Histórias de nossos países são tão vastas de glórias que poderiamos ficar até dezembro as comparando. Vamos da tal união Lusófona

        Meus argumentos contrários a uma união igualitária entre a CPLP já são mais do que conhecidos.

        Talvez eu simpatize por uma união semelhante a UE e OTAN ou pela entrada de Portugal com total autonomia na Federação Brasileira. Mas a que acredito ser a melhor união é aquela semelhante entre EUA e Inglaterra.

        Gostaria de saber se é mais simpatizante a uma união ou não? E no caso de ser simpatizante a esta união, qual modelo acredita ser o melhor?

  55. Riquepqd

    Prezados bom dia e feliz ano novo a todos!

    Gostaria de partilhar minha humilde opinião sobre a junção igualitária soberanamente entre Brasil e Portugal.

    Acredito que o grande beneficiado com esta união seria Portugal, para o Brasil uma junção igualitária traria mais desvantagens do que vantagens.

    Gostaria de começar com algumas comparações e posteriormente farei algumas considerações.

    O Brasil é atualmente a oitava maior economia do mundo, e há projeções de se tornar a quinta maior até 2016. Já Portugal é apenas a 37ª economia, e as projeções não são nada favoráveis, acredita-se que a posição de Portugal cairá para a 48ª até 2015.

    A diferença entre o Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil e de Portugal é de menos de um ponto de vantagem para Portugal, sendo o IDH do Brasil considerado alto e o de Portugal muito alto.

    Porém estudos da ONU mostram que em torno de 2015 o IDH do Brasil será também considerado muito alto e a previsão é que as desigualdades em algumas regiões brasileiras diminuam gradativamente até desaparecerem praticamente por completo até 2030. e devido a isto certamente os índices de violência em algumas capitais, (a minoria delas) que ainda é alto vai diminuir.

    O Brasil tem hoje uma população de 190 milhões de habitantes para consumirem seus produtos e serviços, a maioria recém chegada à classe média e por isso com recente bom poder de compra, o que é um garantidor de um futuro próspero as empresas brasileiras.

    Portugal tem apenas 10 milhões de habitantes, e a grande maioria já na classe média há muitas décadas, o que não cria grandes expectativas para um novo mercado consumidor, a não ser que se unisse ao Brasil e assim teria automaticamente 190 milhões de novos consumidores de seus produtos.

    O Brasil adquiriu na ultima década um status de potência global, devido a sua vigorosa economia que saiu ilesa da grande crise global, foi a ultima a entrar e a primeira economia do mundo a sair desta crise. E também devido a grandes investimentos nas forças armadas. E este status de potência global é justamente o mesmo que Portugal perdeu há séculos e poderia readquiri-lo se juntando ao Brasil.

    O Brasil reconhecidamente sempre foi dono de um imenso patrimônio de recursos naturais, como os minérios, recentemente foi descoberto o aqüífero Guarani, maior reserva de água doce do mundo, e muitos especialistas afirmam que este será o grande tesouro dos séculos vindouros. E também descobriu gigantes reservas de petróleo em suas águas territoriais, que vão colocar o Brasil no mesmo patamar dos grandes produtores de petróleo. Já Portugal praticamente não possui recursos naturais.

    Prezados, levando em conta estas considerações, acredito que apenas portugueses com orgulho ferido de ex potência estão interessados em unir igualitariamente Portugal, Brasil e suas ex colônias para poder assim readquirir voz no mundo, e o status de potência perdido.

    Em minha opinião, a única maneira de esta união ser interessante para os dois países seria se Portugal se federasse a Federação Brasileira, parece imperialismo brasileiro mas não é e eu explico a seguir.

    Caso Portugal se federasse, devido a seu PIB e a sua população, Portugal seria um dos mais importantes federados entre todos os vinte e seis estados já federados no Brasil. E com isto teria uma grande maioria de representantes de Portugal no Congresso Nacional em relação a grande maioria dos outros estados federados, além de devido a isto também receber uma grande parcela de recursos federais, quantia semelhante ao que recebem da UE.

    Poderiam ser criadas emendas à Constituição Brasileira que permitissem a Portugal ser um tipo de federado diferente, em que a Constituição portuguesa não precisasse se submeter à brasileira, e outras medidas para garantir uma maior autonomia a Portugal do que aos outros federados brasileiros, para que Portugal como grande nação soberana que é não perdesse a sua identidade nacional. Portugal seria o único federado com status semelhante ao status que tem os países que formam o Reino Unido da Grã-Bretanha.

    Com esta adesão portuguesa a Federação Brasileira, certamente Brasília iria passar a pressionar a Espanha para que fizesse um referendo na Galiza para saber se seu povo deseja permanecer parte da Espanha, se tornar independente, ou se unir à Federação Brasileira, como um novo Estado membro ou formando apenas um Estado com Portugal. Passaria a ser uma prioridade na política externa, já que a economia brasileira é diversificada, e muito pouco sofreria caso a UE resolvesse fazer um boicote a seus produtos em solidariedade a Espanha. Coisa que atualmente Portugal não pode fazer por ter a economia muito dependente da Espanha.

    Prezados, já expressei minha opinião sobre a união, e se não fui muito claro, SOU A FAVOR DA UNIÃO nos termos que expliquei acima, mas para encerrar gostaria de comentar as palavras de Clavis Prophetarum onde o mesmo afirma “…nenhuma das partes tem a forca económica ou militar para impor à outra a sua vontade.”

    O Brasil tem tradição de paz, todos as guerras em que o Brasil lutou, (e não foram poucas) somente o fez quando foi atacado primeiro, e não seria com o pais irmão que seria diferente.

    Porém caso quisesse o Brasil poderia anexar Portugal a revelia caso o mesmo não estivesse amparado pelo escudo da UE que o Brasil não pode derrotar sozinho fora da América do Sul.

    Economicamente não preciso dar novamente maiores explicações, e militarmente Gostaria de explicar o seguinte, o Brasil é uma das dez maiores potências militares do mundo, e única força militar da América Latina capaz de manter uma guerra em outro continente. E no mínimo uma força militar seis vezes maior que a portuguesa, além de poder projetar seu poder em outros continentes com porta aviões que Portugal não opera.
    Gostaria de dizer que em momento algum procurei ser ofensivo e se de algum modo ofendi alguém, já peço de antemão que me desculpe.

  56. ninguém ficou certamente ofendido…
    sobre este tema aqui
    http://movv.org/2010/09/30/comentario-a-a-via-lusofona-a-ideia-de-uniao-lusofona/
    esclareço melhor a minha posição…

    mas defendo uma confederação, com ampla descentralização municipalista e com capital rotativa…
    e saída da UE
    e adesão dos demais países lusófonos.

    • Riquepqd

      Clavis,

      Eu sou favorável a um tipo de união lusófona, mas ao contrário de Portugal que tem fortes laços com todos os países falantes da língua portuguesa, o Brasil na minha opinião tem laços afetivos e culturais apenas com Portugal e com Angola, de onde vieram muitos escravos. Por isso acho que uma união com todos os países não seria aceita aqui no Brasil.

      E o principal motivo da recusa aqui no Brasil seria pelo fato de o Brasil ser atualmente um grande ator no concerto das nações, então porque motivo você acha que os brasileiros vão querer se unir igualitariamente a Portugal, o que Portugal tem a oferecer ao Brasil que justificasse unir igualitariamente duas nações com econômias tão diferentes no atual cenário mundial? Além da econômia, o que justificaria unir igualitariamente 10 milhões de portugueses com A MESMA REPRESENTAÇÃO POLITICA de 190 milhões de brasileiros?

      Por isso acredito que uma união onde Portugal se federasse de forma bem autonoma ao Brasil é que seria vantajosa a todos.

      Primeiro porque os portugueses teriam a representação política que cabe a 10 milhões de brasileiros, ou seja, mais representatividade que a maioria dos estados brasileiros e menos representatividade política do que os estados com maior população do que Portugal. Mas com uma autonomia muito maior que a dos demais estados brasileiros, como constituição própria que não se submetesse a brasileira, entre outras medidas que deixassem claro que Portugal não estava sendo anexado, e sim se aliando ao Brasil.

      Só para enumerar algumas grandes conquistas deste tipo de união para Portugal:

      1º A dívida externa portuguesa seria paga no primeiro mês de federação, porque ela é do mesmo valor que uma pequena parcela do PIB brasileiro. E com isto o PIB português poderia voltar a ser usado totalmente para atender as necessidades dos portugueses, ao invés de ser usado para pagar a dívida.

      2º Portugal deixaria de importar 80% do que come, porque o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, e com isto a comida que viesse do Brasil chegaria até Portugal como se estivesse chegando a qualquer estado brasileiro que não produz muitos alimentos, ou seja, Portugal passaria a pagar o mesmo preço que os demais estados brasileiros pagam pela comida, deixaria de ser uma importação cara, com impostos altos.

      3º Dissuadiria qualquer pretenção da alienigena Espanha em tentar anexar Portugal e lhe impor sua língua e costumes, além de que com esta união, agora a Espanha é que seria pressionada a devolver a Olivença e fazer um referendo na Galiza para saber o que seu povo deseja.

  57. Odin

    Clavis Prophetarum

    Aqui no Quintus eu sou comentador. Lá no Diário Económico, no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Lusa, Sol e SIC Notícias, sou só leitor de reportagens e comentários. E noto que muitos brasileiros comentam por aqueles sites. É claro que eu fico feliz em saber que no futuro próximo, o Brasil tende a mudar a sua realidade econômica e social para melhor. Mas chego a ficar assustado com os comentários de alguns conterrâneos meus. O Brasil ainda está se transformando, ainda não é uma grande potência mundial. Mas tenho lido comentários esnobando até às nações européias mais poderosas. Alguns comentaristas já desconsideram até a importância mundial da Itália, da França e da Inglaterra, fazendo perguntas “aonde fica mesmo?”. O Brasil está cheio de problemas a serem solucionados para se tornar um país desenvolvido e tem pessoas “jogando pedras em telhado alheio sendo que têm telhado de vidro”. Quem garante que nada impedirá que o Brasil se torne um país desenvolvido e também uma potência mundial? Comportamentos de arrogância só geram antipatia! Eu imagino se alguém de outro país, vamos supor um americano, vem me dizer:

    “- Não tenho a intenção de ofendê-lo, mas o meu país tem um PIB muito maior que o do seu, tem um poder militar muito maior que o do seu, já enviou astronautas à Lua e o seu não, tem a NASA, a mais avançada agência espacial do mundo, tem um território maior que o do seu, IDH e renda per capta maiores que os do seu, tem um idioma mais difundido e mais falado no mundo que o do seu, no geral é em tudo superior ao seu país. Não foi a minha intenção deixá-lo chateado. Desculpe! Mas é a realidade dos fatos, o seu país é simplesmente uma bosta em comparação com o meu. Com alguns mísseis nucleares, eliminaria toda a população do seu país como se fossem insetos. E se quiserem deixar de investir nos EUA, não nos fazem falta. Ah, quero lembrar que o seu país não tem armas nucleares, e o meu tem. Não é a minha intenção chateá-lo, não quero ofendê-lo. É a minha humilde opinião e os fatos estão na internet, se quiser confirmar. Desculpe! Não escrevi essas coisas por mal. Agora, se vocês quiserem se unir a nós numa união panamericana e adotar a nossa moeda,desde o Canadá até a Argentina e Chile, e é um favor que estamos fazendo à vocês e a sua economia que é mais fraca que a nossa. Sem nós, vocês não vão longe…”

    A minha resposta não seria nada educada ao gringo que falasse coisas assim comparando o meu país com o dele. É de uma grosseria muito grande. Comportamento feio. E vejo muito conterrâneos meus compararem o Brasil com outros países de forma praticamente agressiva, desmerecendo os outros países. :(

    • sim, é verdade que por vezes esse tipo de discurso aparece por aqui…
      os piores são apagados antes sequer de surgirem em comentário (havias de ver algumas coisas que tentam aqui publicar)
      por normal, deixou passar aqueles que são mais suaves, porque embora alguns comentários (de ambos os lados do Atlântico) rocem o chauvinismo, gosto do debate e de permeio sempre aprendemos (todos) alguma coisa.
      Nem que seja a virtude da Paciência! :-)

  58. Otus scops

    Odin

    o teu “…vamos supor…” fez-me rir ás gargalhadas!!! :-D
    realmente tens autênticos momentos de antologia. brilhante rábula, muito bem.

    “vejo muito conterrâneos meus ……..”
    não és responsável, “fica na tua” que ninguém mistura as situações ou pessoas.

    • Odin

      Otus Scops

      Não fiz com a intenção de ser engraçado, mas de despertar empatia nas pessoas. O CP é um Tugão mais patriota em relação ao Brasil do que muitos, mas muitos brasileiros. É um cara legal/gajo porreiro que ama o Brasil sem deixar de amar Portugal. Sei que não sou responsável por outros postadores, cada um tem a sua opinião e tem o direito de ter a sua opinião, é claro. Apenas quis mudar o ângulo para ver o quanto é desconfortável, e dependendo do nível de sensibilidade de quem lê, doloroso, quando o nosso país é desmerecido, humilhado e tratado como um país inferior por gente de outros países. Ninguém está errado por amar o Brasil, por ser patriota. Mas os dois maiores erros que muitos brasileiros costumam cometer e ajudam a denegrir mais a imagem do Brasil. Falar mal do Brasil para os estrangeiros e, falar bem demais ao ponto de insinuar que o Brasil é superior a o país do estrangeiro ouve. Ambas atitudes provocam sentimentos negativos ao Brasil e aos brasileiros, uma vez que generalização é prática comum a muitas pessoas em todo o mundo. Não é tentar impedir, mas conscientizar. Se quiserem continuar fazendo, que saibam que são responsáveis pela má imagem do Brasil no exterior. E tudo bem, vou ficar na minha!

      • Riquepqd

        Prezado “conterrâneo” Odin,

        Não pude deixar de responder as palavras que você de maneira bem direta tentou indiretamente direcionar a mim.

        Gostaria mais uma vez de esclarecer que realmente não tive a intenção de ofender os portugueses no meu primeiro texto em 02/01/2011 as 22:16, apenas disse VERDADES através de NÚMEROS e FONTES para JUSTIFICAR a minha opinião contrária a união IGUALITÁRIA soberanamente entre Brasil e Portugal neste momento da História dos dois países.

        Sei que às vezes a verdade dói, mas nem por isso deixa de ser verdade, e apenas fiz uso da verdade, ao contrário de você que expôs o Brasil, seu suposto país, ao ridículo perante estrangeiros quando com seu texto comparou seus “conterrâneos” com “…baratas…” e “…insetos…” e chamou seu suposto país de “…bosta…”.

        Minhas comparações entre o Brasil e Portugal foram apenas em cima de dados e passaram longe de palavras pejorativas e desrespeitosas como estas que citou. Também é bom deixar claro que em momento algum eu disse que Portugal não iria a lugar algum, como você deu a entender que eu teria feito.

        Sei que é horrível falar mal do país alheio, ainda mais de um país irmão, talvez não tenha percebido enquanto escrevia que minhas comparações ofenderiam, me excedi e peço mais uma vez desculpa aos portugueses.

        Mas se tivesse que optar por falar bem de meu país e mal de um outro, ou falar bem de um país estrangeiro e mal do meu país, certamente eu escolheria a primeira opção, e você, me baseando pelo que escreveu, certamente escolheria a segunda opção.

        Ainda de maneira indireta, disse claramente e de maneira até pejorativa que outras nações são superiores ao seu suposto país, poderia ter usado nestas comparações palavras amenas, mas preferiu jogar seu suposto país as solas dos sapatos de Itália, França e Inglaterra.

        Eu sei que é verdade que os EUA são muito mais avançados que o Brasil em várias áreas, mas a maneira desrespeitosa com que inseriu seu suposto país e seus supostos “conterrâneos” no seu “…vamos supor…” é de enojar qualquer um quando se sabe que foram escritas por um brasileiro, ou melhor, por alguém nascido no Brasil.

        Sei que no seu texto você usa uma situação hipotética para dizer que defenderia o Brasil caso o mesmo fosse tratado daquela maneira, porém pra mim apenas explicitam o odio que você sente por ter nascido no Brasil ao invés de um país europeu.

        Nenhum brasileiro com orgulho de seu país usaria um texto daqueles para defender os irmãoes portugueses do que consideram uma agressão, qualquer brasileiro que tivesse considerado o meu texto uma agressão a Portugal poderia ter defendido Portugal sem ter jogado seu próprio país ao escarnio.

        Para terminar somente lhe peço uma coisa, nunca mais me chame de conterrâneo.

      • Odin

        Riquepqd

        Você mesmo sentiu como é incômodo quando criticam o seu país. O que eu quis, foi fazer você sentir o que fez a outros aqui. E infelizmente, as palavras que eu postei sobre o “suposto”, é só algumas das palavras do que já ouvi de um americano falando em inglês a outro brasileiro que foi dar uma de anti-americano para cima dele, e nos dias da guerra de Bush contra o Iraque, e o “panamericanismo com moeda única” foi uma alusão à ALCA feita por aquele americano. E curiosamente, um francês também estava na discussão e defendeu o Brasil naquela ocasião e falou um montão de palavras ríspidas ao americano.

        Baratas???? Onde escrevi essa palavra?

        “Sei que é horrível falar mal do país alheio, ainda mais de um país irmão, talvez não tenha percebido enquanto escrevia que minhas comparações ofenderiam, me excedi e peço mais uma vez desculpa aos portugueses.”
        Então, eu RECOMENDO que não fale mal de país nenhum. Não pratique a maledicência. Mas é só uma recomendação. Se você acha que é certo expor a ‘verdade’ doa a quem doer, então paciência! Mas se você pede novamente desculpas aos portugueses, aí é com eles…

        “Mas se tivesse que optar por falar bem de meu país e mal de um outro, ou falar bem de um país estrangeiro e mal do meu país, certamente eu escolheria a primeira opção…”
        Obviamente. Mas como a você não é imposta essa situação… tem a liberdade de opção de não falar mal de país nenhum, se assim desejar. Agora, se deseja falar mal…

        “disse claramente e de maneira até pejorativa que outras nações são superiores ao seu suposto país”
        Por favor, não distorça as minhas palavras! Apenas quis fazer todos os que gostam de criticar os outros países sentirem na pele o que gostam de fazer aos outros. Você se mostra um grande melindroso. É notório que não aguenta debater. É estourado, perde a paciência com facilidade.

        “poderia ter usado nestas comparações palavras amenas”
        Talvez eu podia sim ter sido menos rude. Mas de quem eu ouvi, aquele foi muito mais grosseiro ainda do que eu. E achei a ocasião propícia para comparar.

        “…mas preferiu jogar seu suposto país as solas dos sapatos de Itália, França e Inglaterra.”
        Mas que complexo de inferioridade da sua parte! Apenas acho que, se os brasileiros querem que o Brasil seja respeitado, devem procurar respeitar os outros países, estejam em decadência ou em ascensão. De novo, distorceu as minhas palavras. Nas solas de Itália, França e Inglaterra? Esse comentário denuncia complexo de inferioridade e insegurança.

        “Eu sei que é verdade que os EUA são muito mais avançados que o Brasil em várias áreas, mas a maneira desrespeitosa com que inseriu seu suposto país e seus supostos “conterrâneos” no seu “…vamos supor…” é de enojar qualquer um quando se sabe que foram escritas por um brasileiro, ou melhor, por alguém nascido no Brasil.”
        Mas uma vez, a maneira desrespeitosa com que inseri foi para você e outros que concordam com você sentirem na pele o quanto é ruim, o quanto é horrível escutar críticas à sua pátria. De igual forma, muitos portugueses podem considerar a sua atitude “de enojar”. É uma questão de ponto de vista.

        “Sei que no seu texto você usa uma situação hipotética para dizer que defenderia o Brasil caso o mesmo fosse tratado daquela maneira, porém pra mim apenas explicitam o odio que você sente por ter nascido no Brasil ao invés de um país europeu.”
        De certa forma, sou descendente de imigrantes europeus, não tenho razões para me envergonhar disto, e nem tenho razões para me sentir alguém melhor do que qualquer outra pessoa só por causa disto. Não me surpreende que você entenda como “ódio” ao Brasil, pois você distorce as palavras dos outros de acordo com os seus complexos e a sua insegurança, necessidade de autoafirmação como brasileiro diante até de um povo que você chama de irmão, mas humilha. E também não tenho vontade de ir morar na Europa. No máximo, visitar alguns países.

        Pois é, Riquepdd! Quando mexemos nas feridas dos outros, é prazeroso ao nosso ego. Quando outros mexem nas nossas feridas, dói pra caramba. A não ser que você se dirija a mim novamente e aí talvez vou ter de responder, não vou apenas não chamá-lo de conterrâneo mais como também não vou incomodá-lo mais com as minhas lições de moral. Divirta-se com o Otus Scops. Ele gosta de uma briga! Para finalizar, você teve uma oportunidade de enxergar onde está errando. Se você quiser refletir e parar de querer comparar o potencial do Brasil com outros países da forma como você fez aqui, e apenas ficar feliz por saber que o Brasil tende a ser uma das próximas potências mundiais sem rebaixar nenhum outro país por causa disso, seja qual país for, você vai se tornar ainda melhor do que você é. Mas, se quiser armar o seu ego, se sentir ofendido com as minhas palavras, então eu lamento por você. Vá em frente e faça o que achar melhor! Boa sorte para você! ;)

  59. Riquepqd

    Se não gostaram da idéia de Portugal se federar com total autonomia ao Brasil, sugiro outra união favorável a todos, um tipo de união entre a CPLP que fosse dos mesmos moldes da UE e da OTAN, mas a desvantagem é que neste tipo de união, cada país manteria sua nacionalidade, deixaria de haver o sentimento de uma nacionalidade lusófona.

    Agora sugerir que o Brasil se una a Portugal e aos PALOPs formando um novo estado onde cada país tenha a mesma representatividade política do outro é demais para mim! Ninguém me tira da cabeça que este tipo de união seria favorável a todos menos ao Brasil! O Brasil tem 80% dos falantes lusófonos, e seria responsável por 90% do PIB desta UL. Então porque vocês acham que o Brasil tiraria vantagem em se unir igualitariamente aos demais? Ao contrário, carregaria nas costas as cambaleantes econômias dos PALOPs.

    Agora sem falar em PIB, IDH, forças armadas, tecnologias, e outras comparações que podem gerar polêmica, enfim sem falar em nada que possa comparar Brasil e Portugal, eu já considero um grande desrespeito e também anti democrático, o simples fato de sugerir a 190 milhões de pessoas independentes que elas vão se unir a outras 10 milhões de pessoas e passarão a ter a mesma representação política destas outras, ou seja 50% a 50%.

    Vocês não concordam que isto é no mínimo anti democrático? Beira a burrice se estas 190 milhões de pessoas aceitarem.

  60. Luís

    Riquepqd…

    Tás no site errado, aqui fomenta-se a união dos países lusófonos, e não o chauvinismo complexado e principalmente, ignorante.

    És simplesmente a negação de ser brasileiro.

  61. Riquepqd

    Bom, vejo que meus comentários não agradam a ninguém aqui, quando se fala a verdade as vezes realmente doi, sou o único que abre os olhos dos demais e cito dados que impedem uma UL do tipo que esta sendo proposta aqui, onde todos os países teriam pesos iguais nesta união, ao invés de ficar sonhando com algo quase impossível de acontecer eu prefiro o debate para encontrar soluções.

    Mas parece que este é um espaço onde seus frequentadores não aceitam criticas a UL, aparecem muitos moralistas e ninguém com contra argumentos ao que eu disse em meu primeiro texto.

    Gostaria mais uma vez de deixar claro que no primeiro texto em 2011/01/02 às 22:16 não quis ofender, apenas expus meus pesados ARGUMENTOS com DADOS e FONTES para mostrar que o Brasil não seria beneficiado em uma união igualitária com os demais.

    Depois disto ninguém disse qualquer contra argumento que pudesse justificar esta união e rebater o que eu disse com propostas onde todos percebessem que o Brasil seria sim beneficiado com a mesma medida que os demais, confesso que gostaria de ter ouvido alguma coisa que me mostrasse que eu estava enganado e o Brasil mesmo se unindo igualitariamente seria beneficiado.

    Pelo contrário, depois disto o que foi visto foi um ataque até compreensível de Otus Scops em 2011/01/04 às 18:56 onde o mesmo falou bastante mau do Brasil mas não vi ali nenhum grande argumento que justificasse o meu país se unir aos outros igualitariamente.

    Depois disto também tive que defender meu país do que ele falou, e ele revidou e eu também… E falamos coisas que realmente não precisavam ser ditas, mas outras foram interessantes de ler, outras pessoas tambem participaram, a maioria me criticando, mas até o momento ninguém apresentou qualquer coisa que contra argumentasse o que disse em meu primeiro texto.

    Por estas coisas e para alegria geral da nação encerro minha participação, sinceramente não vou voltar neste site para saber o que escreveram depois disto, espero não ter que voltar em um espaço que não é tão democrático como parece.

    Mas para terminar vou deixalos apenas com uma pergunta que já havia feito em 2011/01/06 às 03:18 e expressa apenas um de meus argumentos e para respondela até agora ninguém apareceu.

    Vocês não concordam que é no mínimo anti democrático sugerir a 190 milhões de pessoas independentes que elas vão se unir a outras 10 milhões de pessoas e passarão a ter a mesma representação política destas outras, ou seja 50% a 50%?

    Podem comemorar, não vou voltar aqui para ler a resposta porque tenho certeza que não encontrarão algo que justifique e porque vi que meus comentários aqui não agradam.

    Até…

  62. Lugo Belenus

    Riquepqd

    Mesmo que você não volte para ler, vou responder mesmo assim. Não é que os seus comentários não agradam a absolutamente ninguém aqui. Enquanto vocês brigavam por aqui, eu passeei por este site lendo muitos comentários. E muito poucos postaram respondendo a você aqui. Então, não é todo mundo que está 100% contra os seus comentários.
    Acho que ninguém, e não é só você não, é ninguém mesmo, precisa ficar nervoso, porque aqui é um site não-governamental. Não são membros dos governos e diplomatas que estão negociando a união dos países de língua portuguesa, mas internautas comuns conversando sobre uma possibilidade. Mesmo que algum participante seja integrante de governo, aqui não exerce a função. E você não é o único que abre os olhos dos demais não.
    É claro que uma união lusófona 100% igualitária não beneficiaria o Brasil. Você tem razão quando contesta que 10 milhões de portugueses não podem ter o mesmo peso que 190 milhões de brasileiros. E não há nada que indique que o Brasil é obrigado ou tenha dívida histórica para sustentar isso. E apesar da crise por lá, sinceramente eu não acho esperto Portugal trocar a União Européia pelo Brasil e outros países de língua portuguesa não, considerando o contexto português. E como disse ao Otus Scops, se eu fosse português, consideraria risível fazer de Portugal um estado do Brasil hoje em dia. Por que? Porque depois de 2 séculos separados, muita coisa mudou e há divergências culturais e linguísticas que podem provocar choques. E sim, entenderia como ofensivo o país ser “um estado” de outro, seja qual for. O que podia ser feito, não é nem um bloco como a UE ou Mercosul. Mas uma área de livre comércio como o NAFTA ou a APEC. E concordo que as relações do Brasil são mais com Portugal e Angola. E dos dois, muito mais com Portugal. Então, para mim, a “União Lusófona” como é proposta aqui, parece mais um “conto de fadas”. Países não têm amigos, países têm interesses. E quais são os interesses do Brasil? E quais são os interesses de Portugal? O caminho que eu acho que o Brasil tem que seguir como país capitalista é investir no capital produtivo. O setor industrial tem que ter mais peso que o setor financeiro. E tem que procurar desenvolver tecnologia de ponta em todos os setores da indústria. E blocos econômicos parecem atender mais ao capital financeiro (bancos…) do que ao capital produtivo (agricultura, indústria, mineração…). E para poder exportar o que produz, áreas de livre comércio ajudam. E investir em paralelo na formação de mão de obra muito qualificada, como engenheiros mecânicos, engenheiros eletrônicos, programadores na área de informática… o Brasil tem que buscar independência tecnológica. Mas como Portugal e menos ainda o Brasil têm comportamento belicoso, fazer uma “OTAN” é uma completa inutilidade, na minha opinião. Podia ser feita uma aliança nas áreas de educação, pesquisas científicas, troca de tecnologias, coisas que realmente vão ser úteis aos países.

  63. Luís

    Riquepqd

    Tu não entendes mesmo nada !!, antes de mais, não passas de um complexado em relação à origem do Brasil, eu acho até que deves te sentir mesmo muito mal na tua própria pele de brasileiro.

    Eu como português não tenho qualquer resentimento em relação à Itália pelo invasores romanos, ou por Marrocos ou Arábia Saudita pela invasões muçulmanas, e até pela Alemanha pelas invasões do visigodos… aliás só tenho é orgulho por essas culturas terem contribuido para identidade portuguesa. Esse acontecimentos do passado tiveram aspectos negativos, mas que são insignificantes perante os aspectos esmagadoramente positivos, e nem culpo essas influências culturais pelos insucessos dos portugueses, a culpa é inteiramente nossa e só nossa.

    Eu como português agradeço ao Brasil e aos Brasileiros, por serem uma grande nação de língua portuguesa, um estandarte da lusofonia, assim como os Brasileiros tb são agradecidos pelos portugueses serem os responsáveis pelo nascimento do seu país em todos aspectos e terem firmado as dimensões continentais da nação brasileira.

    Desdenhar do passado criador, é negar a sua identidade, distorçer o presente, e hipotecar o futuro.

    Quanto à criação da União Lusófona, realmente não entendes mesmo nada ! esta ou qualquer união estaria condenada ao fracasso, havendo um sobrepor de um pelo outro. Lembrando a história do Brasil, a razão principal do descontentamento do brasileiros em relação a Portugal, foi os portugueses quererem retirar direitos paritários em relação a Portugal (que era Reino Unido do Brasil, de Portugal e dos Algarves), e voltar a condição submissa de colónia, e isso despolotou a declaração de independência nas margens do Rio Epiranga por D. Pedro.

    Hoje em dia, o espírito de qualquer união, é a igualdade. Hoje em dia, um homem não se casa com uma mulher para mandar nela, casa-se e compartilha, na base do respeito mútuo e igualdade.
    Nem os nós portugueses aceitariamos o domínio brasileiro sobre nós, nem os brasileiro vice versa. O mesmo valerá para os restantes países lusófonos.
    A União Lusófona só poderá ser paritária, igualitária em direitos dos estados membros, em tudo quase semelhante à atual UE, ou seja a CPLP ou UL gradualmente se transformariam numa espécie UE lusófona, mas de representação parlamentar lusófona igualitária entre estados, só haveria distinção percentual só ao nível das familias partidárias, por ex. um deputado do PT (Brasil) sentaria-se ao lado de deputado do PS (Portugal). São essas as regras do jogo, para que ninguém fique a ganhar ou a perder ! assim é que é democrático !

    Visão pouco inteligente que tens Riqueqpd !, se Portugal entrasse como estado federal, para dentro da República Federativa, aí sim, haveria a inveja, e o desiquilibrio, dos restantes estados, e até poderia fomentar movimentos separatistas e até a desegregação do próprio Brasil Os até agora estados mais ricos do Brasil, como são os do sul, e principalmente São Paulo, perdiam o seu protagonismo atual. Portugal se tornaria o estado mais avançado e poderoso de entre todos estados, e só temos a dimensão mais ou menos do Pernambuco ou de Santa Catarina.

    Já muito comentei sobre a vantagem da União Lusófona, que poderia começar Portugal-Brasil, e posteriormente com as adesões dos restantes países, num processo similar como foi o da UE.
    Trocas comerciais, facilidades acrescidas como fossem dentro de um país, sem barreiras, livre circulação, penetração nos mercados continentais onde cada estado está geográficamente, uma politica comum cultural, social, enfim, tudo argumentei em comentários desde que comecei no Quintus.

    Aliás, a União Lusófona já começou de forma discreta mas eficaz, com as parcerias económicas e o bem entendimento entre Portugal e Brasil, e com o tempo, oxalá ! culmine numa UL de caráter politico !

    Riquepqd, não tocaste em feridas…tocaste simplesmente na ignorância e na presunção do “eu sou melhor que tu “

  64. David Aguiar

    Bem…é a primeira vez que eu entro nesse site,sobre Lusofonia.Eu quero entrar neste tema e posteriormente,darei,minha opinião.
    Meu nome é David Aguiar sou do Rio de Janeiro,RJ.

    Abraços a todos os camaradas deste site!!!

  65. Odin

    Clavis Prophetarum, você conhece o blog da tribuna lusófona?

    http://tribunalusofona.blogspot.com/2009/11/carta-aberta-pela-federacao-brasil.html

  66. Tempo de acção!

    arregaçar as mangas e começar a andar na direcção certa!

    ab imo pectore

    Ágora Portugal

  67. André Muachifi

    Há imagem que que coloca o homem no bem relache depois de algumas horas de trabalho durante o dia.

  68. André Muachifi

    Antónia Soares :
    Língua, linguagem, signo, significante, significado.
    Também eu espero que a lusofonia não se tresmalhe em interesses mesquinhos e momentâneos, mas que reforce a comunidade e comunicação.
    Fiquei triste e contente com a cimeira da CPLP: – triste pela ausência ostensiva de alguns, – feliz pela vontade de adesão dos vizinhos.

    • Galiza. A Galiza ‘e a eterna grande ausente destas cimeiras. Matriz geografica e historica da lingua, severamente reprimida pelos espanholistas e centralistas de Madrid, a Galiza faz falta.

      • Odin

        CP
        Caso a Catalunha e o País Basco se separem, a Espanha certamente ficará empobrecida, pois o grosso da riqueza espanhola está na Catalunha e no País Basco, além de Madrid. A Espanha empobrecida não vai estimular o desejo de independência por parte dos galegos? Quem sabe?

        • ‘E isso que penso, a separacao da Catalunha (basta ela) para incentivar aqueles que na Galiza nao sao colonos espanhois, descendentes ou aculturados (cada vez mais numerosos) a buscarem tambem a independencia…

  69. Tudo que for do relacionamento dos povos, empregando a língua portuguesa ,eu como luso-brasileiro sou a favor.

  70. Marcos Antonio Límoli

    Mestre de Cerimônias (Barítono)Atuando com Eventos VIP. Contatando com
    PALOPS e UNASUL. Em busca de novos parceiros e mercados, para uma real
    sinergia.(Principalmente no segmento específico de Hotelaria e Turismo).
    *Copa 2014 e Olimpíadas 2016.
    Fraternalmente
    Marcos
    Telefone l9 32537062 (24 horas) Campinas/São Paulo
    República Federativa do Brasil.

  71. Ayres Sacramento de Menezes estava para ser deportado para ilha do Sal quando o Senhor Monteiro de Mendonça, ricalhaço que vivia numa vivenda da Rua Tomas da Fronteira em Lisboa e que alterou o percurso do navio que o levaria para a ilha do Sal.
    Ele mandou alterar a rota do navio que levava o Ayres Sacramento de Menezes para deportação para ilha do Sal.
    Ayres Sacramento de Menezes veio para Portugal aos 11 anos mandado pelo seu tio, sócio do Henrique de Mendonça que vivia na Rua Marquês da Fronteira no topo de El Corte Inglês.
    Ayres Sacramento de Menezes foi discípulo do professor Francisco Gentil com quem praticou cirurgia depois de ter regressado de Moçambique onde foi médico miliciano.
    Ayres Sacramento de Menezes é indicado pela população para deputado e essa opinião é desacordada pelo governador e é encerrada a liga e foi nomeado um governador para São Tomé.
    Ayres Sacramento de Menezes promoveu a formação de uma escola de enfermagem para muitos nacionais.
    Portugal deveria pedir desculpas aos descendentes do Dr. Ayres Sacramento de Menezes pelas barbaridades cometidas na sua própria terra.
    O governador é colocado a bordo pela população nativa e Ayres Sacramento de Menezes é colocado para ilha do Sal.
    E a bordo Ayres Sacramento de Menezes consegue contactar o padrinho Henrique de Mendonça economista e sócio da Companhia Nacional /Colonial que alterou o rumo/rota do barco que vem primeiro acostar a Lisboa em vez da Ilha do Sal no cais de Lisboa.
    O senhor Henrique de Mendonça vem espera-lo a bordo e desembarca-o.
    Ayres Sacramento de Menezes ficou sem vencimento e trabalha durante dois anos.
    Depois de várias exposições e influências é mandado para Angola e impedido de descer em São Tomé que lhe preparava uma recepção.
    Estávamos em 1931 e que só tiveram permissão para ir a bordo a mãe do Dr. Ayres Sacramento, Maria Alves, a esposa Aida Azancot de Menezes, filhos Manuel Pedro Azancot de Menezes, Jacob Azancot de Menezes, Maria Antonieta Azancot de Menezes e Hugo José Azancot de Menezes que tinha 4 anos naquela altura.
    A esposa Aida Ramos Azancot de Menezes e os filhos juntaram-se seis meses depois ao Dr. Ayres Sacramento de Menezes n Chibia que ficava a 40 km do Lubango na província da Huila.
    Ayres Sacramento de Menezes ministrava ginástica e treinava futebol e iniciava a formação de atletas.
    Escrito aos 25/02/2012 por:
    Ayres Guerra Azancot de Menezes

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