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A cápsula CST-100 a caminho do hotel da Bigelow (http://digitalvideo.8m.net)
Muito tenho escrito aqui sobre a SpaceX e sobre a sua cápsula Dragon que dentro em pouco tempo começará a enviar cargas e até astronautas para a Estação Espacial Alpha ou Estação Espacial Internacional (ISS).
Mas embora seja a empresa mais próxima de enviar uma nave para a ISS outras empresas estão também na corrida. Entre os concorrentes, um dos mais fortes é a parceria entre o gigante aeroespacial Boeing e a Bigelow Aerospace para a construção de uma versão simplificada da cápsula Apollo capaz de levar – como a Dragon da SpaceX – pessoas e carga para a ISS e para o hotel orbital que a Bigelow quer construir.
A cápsula Boeing-Bigelow pode transportar entre 1 a 7 pessoas e o seu trabalho de desenvolvimento foi financiado com recursos do “pacote de estímulo” à economia americana criado por Obama ao ascender à presidência.
O veículo tem a designação oficial de CST-100 e está a ser concebido de forma a poder ser lançado a partir de qualquer um dos lançadores comerciais atualmente à disposição no mercado norte-americano. A cápsula deverá realizar 4 voos de teste em 2014 e o primeiro voo operacional em 2015. A partir daí, a cápsula estará disponível para realizar voos de abastecimento para a ISS e até 5 voos por ano para o hotel espacial da Bigelow.
Outra grande empresa aeronáutica norte-americana que se prepara para entrar neste campo é a Lockheed Martin. A empresa desenvolveu muito trabalho no projeto Orion e poderá desenvolver a partir deste projeto da NASA uma variante simplificada e mais económica.
A verdade é que todas estas propostas comerciais são respostas ao programa COTS lançado pela NASA ainda Bush era Presidente e continuado depois por Obama. O desafio de criar sistemas comerciais baratos e seguros que fossem capazes de substituírem o Space Shuttle era tremendo, mas prometia grandes contratos governamentais a que o quisesse enfrentar. O programa COTS (reforçado depois com dinheiro do Pacote de Estímulo de Obama) servia assim como uma forma de dinamizar a aparição de ideias novas e de manter um programa espacial tripulado norte-americano. Com estas novas plataformas estes novos operadores poderiam satisfazer programas governamentais como os que colocam astronautas na Lua ou na Estação Espacial Internacional ou privados, de exploração comercial do Espaço ou de mero Turismo Espacial. No total, estes novos programas podem dinamizar a indústria espacial norte-americana e responder à crescente ambição chinesa…
Recentemente, o secretário de Estado da Defesa Nacional e Assuntos do Mar, Marcos Perestrello, afirmou que Portugal tem “a obrigação” de desenvolver o seu conhecimento sobre o mar profundo que está englobado na sua extensa ZEE. O governante acrescentou que embora a Investigação seja da competência do Estado, a exploração das suas riquezas, essa, teria que competir aos privados.
Marcos Perestrello disse ainda que “estamos a entrar numa nova era dos Descobrimentos, estamos a descobrir o nosso mar profundo e é esse o principal contributo que o Estado pode dar” e que o desenvolvimento do conhecimento sobre o fundo do nosso mar “é um desígnio nacional”.
“Desígnio nacional” é também o termo utilizado pelo candidato presidencial Fernando Nobre para definir também o Mar como um dos seus dez desígnios nacionais. Depois dos Descobrimentos, em que os Mares do globo serviam de ponte e plataforma para que os portugueses chegassem às quatro partidas do mundo. Depois de ter desbravado os mares e de ter deitado pontes entre civilizações, línguas e povos que nunca se tinham antes cruzado, eis que restam a Portugal dois grandes Projetos nacionais efetivamente capazes de polarizar Portugal e o despertar desta modorra suicida em que estamos todos imersos: o Espaço (esse “Mar Profundo” de Quinhentos) e – na perspetiva ironicamente inversa – o oceano profundo… Haverá força anímica para desafiar estes dois adamastores? Haverão líderes à altura deste desafio e portugueses capaz de o levar avante? Queremos crer que sim.
Um relatório recente da OCDE reportou que apesar de um crescimento do PIB de 11% na Turquia o desemprego juvenil em 2009 ascendia a 25.3% (mais 5% que em 2008), que o desemprego de longa duração ascendia a 25.3% e que o desemprego global era de 14.3% em 2009, quase mais 5% do que ano anterior.
Ou seja, o mito que os “economistas residentes da praça mediática” nos querem vender, de que assim (nunca…) que o crescimento da economia portuguesa for maior do que 5% o desemprego começa a cair não é confirmado pelo exemplo turco, onde esse dígito ultrapassa o duplo dígito e irá tornar até 2023 esse país asiático com pretensões a entrar na UE a 10a economia mundial, mas onde o desemprego crónico é elevadíssimo e o desemprego global é até mais elevado que em Portugal! A “solução” para o problema número um das economias não pode ser apenas altos níveis de crescimento, tem que partir também de outros níveis, como a re-localização das economias mercê da instauração de corajosos sistemas de correção dos múltiplos dumpings (humano, laboral, ambiental, etc) que a China impõe ao resto do globo sem esquecer o estabelecimento de formas de facilitação (fim dos subsídios agrícolas) que permitam à América do Sul (Brasil, sobretudo) e à África Subsahariana assumir o seu devido papel de “celeiro do mundo”.
…vou passar a exercer alguma moderação dos comentários, conforme ao “código de conduta de comentadores” anexo na barra lateral esquerda. Podemos (devemos) divergir e debater, sem conflituar nem discutir.
A primeira fragata Multi-Mission para a marinha marroquina construída pelos estaleiros “Damen Schelde Naval Shipbuilding ” (DSNS) está concluída. O navio está agora na água e deverá estar operacional até final do corrente ano.
As segunda e terceira fragatas marroquinas deverão ser entregues já para o próximo ano deixando assim a marinha de guerra deste nosso vizinho num nível de operacionalidade que nunca antes na sua história possuiu e tornando Marrocos um país equipado com meios navais mais modernos e letais do que os da marinha portuguesa, o que acontece também pela primeira vez e que é um reflexo direto do intenso desinvestimento em meios navais modernos e do abate de 12 navios de guerra sem que tenha havido a sua devida substituição.
2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…
Uma investigação produzida pelo Centro de Astrobiologia de Madrid, provou que as bactérias extremófilas que vivem no Rio Tinto, em Huelva podem viver em Marte. O trabalho do laboratório espanhol mostrou que a vida no Planeta Vermelho é muito mais viável do que se pensava. Esta investigação abre também as portas à terra-formação de Marte, já que não será impossível transplantar estas extremófilas, modificá-las geneticamente para cumprirem determinados fins (por exemplo, a produção de oxigénio) e colocá-las em Marte, desde que aqui exista água em quantidades suficientes.
A equipa espanhola começou por colocar estas bactérias dentro de cilindros com um pouco menos de dois metros de altura e recriou no seu interior as condições existentes em Marte: baixa pressão, elevada radiação ultravioleta e baixas temperaturas. A conclusão foi em determinadas populações, as bactérias resistiam vivas – pelo menos um dia em Marte – até em 50% do total da amostra.
Foi entregue na Assembleia da República uma petição que apela à realização de cortes entre 20% a 80% dos salários dos gestores públicos e a supressão de todos e quaisqueres bónus e prémios. A petição recolheu mais de 4700 assinaturas e reflete um sentimento generalizado de que as elites empresariais deste país – públicas e privadas – não estariam a sofrer de forma proporcional os efeitos da atual crise económica.
os recentes recordes de vendas de carros e habitações de luxo indicam que existe em Portugal um gravíssimo problema de repartição da riqueza e que nenhum Partido da nossa tão cristalizada e imóvel partidocracia ainda decidiu enfrentar de frente esse problema. Como se compreendem tais recordes num contexto em que o monstro do desemprego assola já mais de 700 mil famílias (mais de 2 milhões de portugueses, portanto)? Ser empresário é também ser responsável para com a sociedade em que nos inserimos e no atual contexto existe um muito palpável dever de contenção e austeridade que estes ricos ainda não conseguiram interiorizar e que os salários dos gestores das empresas públicas (todas elas tecnicamente falidas) não refletem.
É certo que os gestores de empresas públicas – cujos salários são criticados nesta petição – estão nesses lugares por terem feito parte no passado recente da partidocracia, da Boyada que de Vara a Coelho, dividem hoje entre si os lugares cimeiros das grandes empresas nacionais. Compreende-se bem, assim, porque é que os agentes da partidocracia ainda não corrigiu esta disfunção: são seus antigos companheiros de bancada e – eles próprios – esperam ocupar esses lucrativos cargos quando se reformarem…
2. Os Quids são lançadose entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…
A Agência Espacial Russa Roscosmos vai lançar nos próximos dois anos duas sondas espaciais: uma para a Lua, outra para Marte.
A sonda a lançar em 2012 irá estudar a Lua com vários instrumentos, entre os quais um gerador de neutrões para estudar o solo lunar com a designação de IGN-10K. Um gerador idêntico será enviado na sonda marciana, a lançar posteriormente. Ambas terão como objetivo procurar identificar a percentagem de água no solo.
Estas sondas russas marcam o regresso da Rússia a um papel de primeira linha na exploração do Sistema Solar reforçando a busca do componentes fundamental para a Vida: água sendo que simultaneamente se vão identificando locais onde podem vir a ser instaladas bases permanentes…
2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…
Felipe Calderon (http://risingpowers.foreignpolicyblogs.com)
Perante um conflito interno com o narcotráfico que se assemelha cada vez mais com uma Guerra Civil, Felipe Calderon, o Presidente do México está a ponderar a legalização das chamadas “drogas pesadas”.
Algo tem que ser feito muito rapidamente antes que o próprio Estado mexicano – o maior na América Central – colapse perante uma catástrofe cada vez maior e diretamente refletido pelos 28 mil mortos desde que o conflito se agudizou, em 2006.
Os números reportados pelo governo parecem revelar uma situação favorável: 84 mil armas capturadas e confiscações que ascendem a 411 milhões de dólares. O problema é que apesar disto as diversas mafias do narcotráfico estão mais ativas do que nunca e que parcelas crescentes do México fogem cada dia que passa ao controlo do governo federal.
Calderon disse que o debate pela legalização “é um debate fundamental (…) onde temos que analisar cuidadosamente os pros e os contras dos argumentos chave de ambos os lados”.
Recentemente, três antigos presidentes sulamericanos: Cesar Gaviria da Colombia, Ernesto Zedillo do Mexico e Fernando Henriques Cardoso do lusófono Brasil apelaram para que os países do continente considerassem a legalização da marijuana como forma de anular uma das principais fontes de financiamento dos narcotraficantes. Contudo, o presidente mexicano que não era isso que estava agora em análise, mas sim a legalização de todas as drogas…
De facto, este debate mexicano não devia estar a ler lugar apenas aqui. É evidente que a estratégia atual de Ilegalização e de combate a todas as formas de narcotráfico não só falhou rotundamente como está a provocar ela mesma um problema tão grande como aquele que era suposto vir resolver. Sejamos claros: com a quantidade de recursos colocados à disposição dos narcotraficantes pela ilegalização das drogas é possível corromper tudo e toda a gente de forma a anular qualquer vantagem momentânea criada por uma qualquer operação militar ou policial. De facto, é até possível corromper governos e exércitos inteiros (como o da Guiné-Bissau) e torná-los em intermediários e agentes de segurança no narcotráfico. Perante tal panorama a legalização tem que ser posta na mesa: no trágico balanço entre as desvantagens do consumo de droga e as da sua ilegalização. Sendo a droga (por causas sociais e psicológicas) um fenómeno inevitável onde estará o maior custo para a sociedade? Em assistir a um aumento do número de dependentes (não garantida) ou estará esse maior custo do lado do aumento crescente das mafias da droga até um ponto em que se tornam mais poderosas que o próprio Estado, como começa a suceder no México?
Começo a ficar farto de ver políticos – especialmente do PS – a lamuriarem-se sobre o estado da Justiça em Portugal. Sócrates em particular tem-se deixado (com ou sem razão, nunca saberemos…) enredar em múltiplos casos com a Justiça. E queixa-se. Mas somos nós – cidadãos mais ou menos anónimos – que temos o direito de nos queixarmos. Sócrates tem o dever de mudar alguma coisa para por fim a este desagregar podre da Justiça, o mais importante e essencial pilar do sistema democrático. Ficamos à espera… à espera de uma reforma simplificadora do complexo emaranhado de Leis que temos, de sistemas efetivos que premeiem o mérito e nao o desleixo (97% dos juízes bons ou muito bons!), de tribunais sumários efetivos, de tribunais especializados, do reforço sério e consistente de meios das polícias de investigação, de MEDIDAS rápidas e decididas, enquanto ainda temos – pelo menos – um simulacro de Justiça para salvar e enquanto a Democracia ela própria nao colapsa.
Em vez de se queixarem, digam-nos lá, senhores políticos da partidocracia reinante: o que vão fazer?
2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…
A Força Aérea dos EUA (USAF) está a estudar fazer um upgrade a 63 dos F-22A Raptor atualmente no seu inventário. A decisão final será tomada internamente nos próximos meses mas será comunicada ao público apenas a partir de fevereiro de 2012.
Estes 63 aparelhos são apenas metade da frota da USAF mas pelo menos tal atualização permitirá que os Raptor possam utilizar os armamentos e equipamentos de comunicação mais recentes.
A linha de producao dos F-22 será encerrada em começos de 2012. Esta linha está atualmente ocupada com um contrato da USAF para reduzir as atuais seis versões do aparelho em apenas três: Block 20, 30 e 35. A atualização que está agora em análise é a passagem destes 63 aparelhos Block 30 para Block 35. Esta atualização dará à USAF uma frota de 150 aviões idênticos, no mesmo padrão.
O problema é que mesmo com esta atualização a frota de F-22 da USAF continuará a não conseguir utilizar algumas das funcionalidades dos aviões mais modernos… que poderão sempre ser instalados nestes aviões, ainda que por enquanto não existam planos para tal.
A recente “guerra” aberta (em boa hora) pelo governo português contra a empresa norte-americana que fornece as Pandur: a norte-americana General Dynamics que através da sua subsidiária austríaca Steyr ganhou o concurso de substituição das Chaimite.
Com efeito o programa de entrega destas viaturas (montadas por uma empresa portuguesa no Barreiro) está seriamente atrasado. Duas dezenas de Pandur que deviam ter sido entregues em 2009, ainda não o foram e mais 100 outras com defeito ainda não foram corrigidas
Assim, e perante o avolumar destes problemas, o governo enviou por carta um ultimato à empresa norte-americana ameaçando com uma denúncia do contrato caso estes problemas nao viessem a ser rapidamente ultrapassados.
O problema é que os veículos Pandur são fabricados quase integralmente no Barreiro, pela Fabrequipa. O seu gerente já veio esclarecer que “a Fabrequipa não se atrasou nem só um minuto na entrega de unidades” e sugerindo que esta pressão se devia de facto ao desejo de encontrar uma razão para quebrar o contrato.
É verdade que esta polémica pode ameaçar a sobrevivencia da Fabrequipa e criar ainda mais desemprego no nosso país mas – sejam ou responsabilidade da empresa portuguesa – existem serios problemas com a rapidez da entrega destes blindados. Se o fabricante nao consegue resolvê-los restam apenas ao Estado português duas solucoes: ou denuncia ao contrato e recebe as verbas já pagas à empresa ou renegoceia o contrato, em termos financeiros mais vantajosos para Portugal. E está deve ser a opcao a seguir: para que Portugal mantenha esta importante empresa em funcionamento, para que o programa de substituicao das Chaimite por um veículo verdadeira e finalmente moderno prossiga e para que se aproveite este flagrante incumprimento da Steyr neste momento de aperto orçamental.
2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…
Instalações nucleares do Irão (http://www.inewscatcher.com)
Um alto responsável do exército dos EUA admitiu que existia um plano de ataque para impedir o Irão de obter armas nucleares. Mas também admitiu estar seriamente preocupado com as consequências de tal ataque. Quem falava (provavelmente demais) era o almirante Mike Mullen do Estado-Maior dos EUA. O almirante acrescentou que continuava a esperar que os esforços diplomáticos e as sanções económicas produzissem efeito e que não fosse necessário recorrer à opção militar.
Apesar do discurso esperançoso e “diplomático” o certo é que – ao que me recorde – é a primeira vez que um alto responsável militar dos EUA admite publicamente a existência de um plano de ataque detalhado às instalações nucleares da República Islâmica. Tal reconhecimento implica também uma “quase certeza”: assim que o Irão detonar a primeira bomba nuclear experimental o plano é ativado… ou então a existência de tal plano de ataque é um puro absurdo. E não é.
Obama lançou recentemente grandes vagas de euforia sobre o seu “pacote de regulação financeira” alegando ser a maior revolução na tão precisada regulação do sistema financeiro realizada nos últimos anos, nos EUA. Até que poderá ser, mas a maior partes dos analistas concordam em que a escala da mudança foi reduzida e que – como no pacote de Saúde – as alterações foram reduzidas e que todo o pacote legislativo sofreu com o excessivo desejo pelo “compromisso” que carateriza Obama.
Em primeiro lugar, o Pacote só vai entrar realmente em vigor em… 2022! O Pacote Finreg (como é conhecido nos EUA) incluí uma série de omissões e lacunas que os Financeiros já estão a estudar e que irão usar a seu favor para garantirem que nada de substancial na sua conduta será, de facto, alterado.
1. Os emissores dos títulos continuam a pagar às agências de Rating, corrompendo a imparcialidade do sistema e mantendo a fonte das sobre-avaliações do passado recente.
2. Os tão turvos como perniciosos Derivados permanecem sem alterações dignas de registo. Sobretudo, os Derivados permanecem tão opacos como antes e recordemo-nos de que foi precisamente a falta de transparência destes produtos financeiros que esteve na mais imediata causa da Recessão que ainda hoje assola o globo…
3. O pacote cria a nova “Agência para o Consumidor Financeiro”, mas coloca-a na dependência do FED, que, como sabemos não é verdadeiramente um “banco central” (como na Europa) mas mais uma aliança de grandes Bancos.
4. Não é estabelecido o montante máximo de dívida que um Banco de Investimento pode usar numa operação de negociação.
5. Não termina com o perigoso esquema de compensações aos altos quadros bancários por gerarem operações e não resultados. Se a operação (para a qual receberam prémios chorudos) correr mal, em última instância que paga o erro são os contribuintes
6. Nada faz para obstar à aparição de novos Bancos pela fusão dos já existentes nem para dividir aqueles que sendo já demasiado grandes são “grandes demais para falir” e que têm – pela sua escala – de ser salvos com dinheiros públicos de forma a não arrastarem na sua queda toda a demais economia.
7. Os Banqueiros do FED recebem ainda mais poder do que aquele que tinham em 2008… e que usaram tão mal. É que sendo o FED uma associação de grandes Bancos, agora com este pacote, o FED pode “regular” competidores, isto é, todos os Bancos que (médios ou pequenos) não fazem parte deste clube, criando condições de concorrência desleal e levando a prazo a uma concentração ainda maior do sistema financeiro.
8. Os Bancos continuam a poder manter grandes operações no setor especulativo… o regresso ao rigor da Lei Glass-Steagall dos anos 1930 e que foi completamente desmantelada entre Reagan e Clinton, e que era desejada por muitos especialistas como forma de devolver robustez ao sistema, simplesmente não aconteceu…
9. Não foi determinado nenhum limite para os prémios dos gestores bancários, nem uma ligação direta com o desempenho do Banco ou com o merecimento (ou não) do mesmo.
10. Embora seja criada uma entidade para regular o setor dos Seguros, a legislação de regulação continua a ser da competência dos Estados, mais permeáveis ao poder dos lobbies, e logo, nada de substancial é feito para impedir a aparição de “novas AIGs”.
Todas estas falhas do Pacote de Regulação Financeira encontram uma fonte comum nos 500 milhões de dólares que os políticos norte-americanos recebem por ano dos Lobbies das empresas financeiras. Isso e a conhecida (agora) tibieza de Obama e a sua pulsão gutérrica para perder tempo, foco e objetivos na busca de consensos que acabam por esvaziar as metas iniciais e anular os feitos que se esperavam do seu alcançamento. Foram estas as razões pela qual a Reforma da Saúde de Obama foi um Flop, satisfazendo apenas as Seguradoras e os Lobbies e agora, a Reforma Financeira aparece com um sabor semelhante: a meio copo cheio.
Após algumas hesitações, o Canadá acabou por optar adquirir 65 aviões Lockheed Martin F-35 Lightning II para substituir a sua frota de aparelhos CF-18. No total, este país da América do Norte deverá gastar mais de 6.6 biliões de euros neste investimento no projeto “Joint Strike Fighter” (JSF) onde o país tinha já aplicado 168 milhões de dólares.
A opção canadiana pelo F-35 é assim natural e expectável: não só o Canadá é membro do consórcio internacional JSF desde o primeiro momento, como existem já 87 empresas canadianas com contratos assinados para construírem partes do avião.
Como está a suceder um pouco por todo o Ocidente a substituição do CF-18 vai implicar uma redução da capacidade operacional com a substituição dos 80 aviões deste tipo por apenas 65 F-35s.
Os primeiros aviões deverão ser começar a ser entregues a partir de 2016 e apesar do seu número ser claramente inferior aos dos aparelhos que virão substituir (como de resto está a suceder por todo o mundo) o facto dos F-35 virem a serem parcialmente construídos no Canadá dará a este país Emprego qualificado durante pelo menos 5 anos e devolverá à Força Aérea deste país da América do Norte o nível de operacionalidade que possuía na década de oitenta.
A Rússia vai atualizar e colocar em serviço 3 cruzadores de propulsão nuclear construídos na era soviética. Os cruzadores lança-mísseis estarão novamente operacionais até 2020.
Os cruzadores “Kirov” foram construídos entre 1974 e 1998 e chegou a haver 4 navios desta classe, nas diversas frotas de alto mar soviéticas. Atualmente, apenas 1 destes 4 poderosos navios está ativo, o Pyotr, está operacional na frota do Mar do Norte. A Rússia vai recolocar em serviço os cruzadores Almirante Nakhimov, Almirante Lazarev e Almirante Ushakov, modernizando o seu equipamento e armamento.
O quarto cruzador nuclear – que não será atualizado – é o primeiro navio construído desta classe não aparece nesta lista de navios a recuperar porque sofreu em 1990 um acidente com o reator de uma escala tão grave que inviabilizou financeiramente qualquer reparação.
Os cruzadores de classe Kirov têm como armamento principal 20 mísseis SS-N-19, concebidos para alcançar grandes alvos navais a grandes distâncias, isto é: super porta-aviões norte-americanos. Como sistemas de Defesa Aérea, os Kirov têm 12 lançadores SA-N-6 e SA-N-4
NOTA: Usem os vossos nicknames habituais neste QuidExtra!
Regras:
1. Todos os quids valem um ponto.
2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
A Lockheed Martin fez recentemente um balanço sobre o polémico programa F-35. Segundo o CEO da empresa norte-americana? a fase de desenvolvimento de sistemas e de demonstração está a cerca de 80% e dos 19 protótipos previstos, 15 já foram entregues, sendo que 9 destes já realizaram 136 voos: 56 a versão F-35A, 74 a versão F-35B de “short-takeoff and landing version” e a versão F-35C de porta-aviões 6.
Contudo, estes 74 voos estão abaixo daquilo que neste momento já devia ter sido realizado… Com efeito, até agora o aparelho devia ter voado já 95 vezes e este hiato deve-se a “falhas de componentes mais comuns que o previsto”. A Lockheed está a tentar apurar a causa destas falhas nas suas próprias instalações e nos seus fornecedores.
Existem nas linhas de produção 31 aparelhos em fases diferentes de montagem, afirmando a empresa que se observam melhorias constantes dos custos de produção, um dos maiores problemas com um avião que supostamente devia ser uma versão acessível das tecnologias muito dispendiosas do F-22A Raptor.
Fernando Nobre www.flickr.com/photos/recomecarportugal
Fernando Nobre expressou a sua estranheza pela ausência de uma intervenção do Presidente da República a propósito do caso criado pela guerrilha intestina entre o Procurador Geral da República e os seus Procuradores e o seu sindicato.
Com efeito – e como defendem Paulo Pedroso e Ana Gomes – Cavaco Silva já deveria ter-se pronunciado claramente sobre esta grave crise no seio da Justiça portuguesa e na opinão de Fernando Nobre “tem o dever e a obrigação de ser um dos mobilizadores das reformas necessárias para o país”. Com efeito, não se compreende porque é que Cavaco Silva só tenha enviado algumas raras e pífias notas a propósito que é – a par da crise financeira – o maior problema do Portugal contemporâneo: a Justiça.
O desfecho confuso mas profundamente perturbador do Processo Freeport e o lentíssimo andamento do processo mais mediático de sempre: o Caso Casa Pia refletem uma Justiça que caminha de desastre em desastre, sempre com total impunidade para todos estes incompetentes agentes. Como diz Nobre “é urgente reformarmos a nossa justiça como pilar essencial de uma democracia transparente e para que tenhamos um sistema eficaz no qual os portugueses acreditem e confiem”. Com efeito, se o pilar mais importante e vital de toda a democracia se continuar a esboroar desta forma é o próprio Portugal que está ameaçado.
Curiosamente, o outro candidato presidencial, Manuel Alegre não só não se pronunciou ainda sobre este caso – o que é comum – como não tem estado contactável… provavelmente porque sendo apoiado pelo PS está comprometido com um PGR escolhido por Sócrates e um processo Freeport onde estão envolvidas as mais altas figuras do Socretismo…
28 de Julho de 2010 - Apresentação de João Ermida como Mandatário Nacional de Fernando Nobre
Embora as televisões tenham aplicado um Silenciamento criminoso a praticamente todos os mais importantes atos da Campanha Presidencial do Dr. Fernando Nobre, a verdade é que a Imprensa tem cumprido de forma muito mais imparcial a sua missão de informar o público. Isto mesmo aconteceu com o jantar no Mercado da Ribeira que reuniu mais de 500 apoiantes (Alegre ainda não logrou reunir mais que 120) e, mais recentemente, com o anúncio do seu mandatário nacional, João Ermida: nenhuma reportagem televisiva cobriu este importante evento da campanha presidencial… o Sistema (e os seus candidatos) estão claramente a jogar à defesa.
O economista João Ermida é, nas palavras de Nobre “a simbiose perfeita entre humanismo e economia”, um “profundo conhecedor do mundo financeiro” e um “homem solidário” capaz de fazer “a simbiose perfeita entre humanismo e economia”.
No discurso de apresentação do seu mandatário nacional, Fernando Nobre reforçou a ideia central da sua campanha de que a sua candidatura era isenta, da cidadania e desligada da influência dos partidos.
Este mandatário nacional é uma escolha muito judiciosa porque sendo um economista de renome nacional e internacional indiscutível traz à campanha um contributo fundamental para enriquecer e fortalecer a vertente económica do discurso do candidato.
Abordando precisamente essa temática de natureza económica, Fernando Nobre citou o romano Marcus Tullius Cícero: “o orçamento nacional deve ser equilibrado, as dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada” e acrescentando que “os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública”.
Este discurso de Nobre distancia-o em certa medida de um tipo de discurso que é comum encontrar mais à Esquerda e (paradoxalmente) no… nazismo. Segundo este o desequilíbrio orçamental era um mero artificialismo virtual, sem reflexo no mundo real e que para controlar, bastaria imprimir mais “papel-moeda”. Nobre alinha aqui com aqueles que (como eu e Marco Túlio…) acreditam que o orçamento de um Estado deve ser equilibrado, em que as despesas acompanham as receitas e ataca a “voracidade fiscal” que explicou em grande medida o suposto equilíbrio das contas públicas dos primeiros anos do Socretismo e que agora, com o PEC, regressou em força, ameaçando a própria retoma e criando mais milhares de desempregados. Ao afirmar que a via Fiscal não é a solução para o desequilíbrio orçamental, Nobre sugere que a única solução é então a mais racional: a redução da Despesa… algo que o atual governo nunca fez, aumentando-a até este ano. O candidato sugere até como reduzir essa despesa… atacando na subsídiodependencia de muitos, algo que conhece bem em muitos grupos sociais, em função do seu trabalho como presidente da AMI.
2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…
A CPLP está a revelar-se como uma das organizações internacionais mais atrativas da atualidade… Atualmente, países tão diversos como a Austrália, a Indonésia, o Luxemburgo, a Suazilândia e a Ucrânia já expressaram publicamente o seu interesse em aderirem à CPLP. Destes, a Suazilândia e a Ucrânia já formalizaram o pedido de adesão como “membros associados”.
Atualmente, a CPLP integra oito países de expressão oficial portuguesa, a saber: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Integram também a Comunidade mas como “membro associado” a polémica autocracia da Guiné Equatorial, o Senegal e as Ilhas Maurícias.
É impossível não deixar de sentir uma certa estranheza perante este interesse em aderirem à CPLP por parte de países onde a língua portuguesa não é um elemento constituinte das suas culturas. Tal interesse não pode deixar de ser positivo e resulta em grande medida do prestígio e estatuto moral que a Comunidade tem no mundo e da crescente importância económica e política do Brasil (maior país da Lusofonia), da importância também ela crescente de Angola enquanto potencia regional e produtor mundial de petróleo e, por fim, do estatuto de Portugal como país do euro e da União Europeia. Estes três factores “utilitaristas” estão a atrair estes países, assim como a existência de fenómenos migratórios muito intensos (como será o caso da Ucrânia e do Luxemburgo), mas estes factores seriam rapidamente anulados se o prestígio moral e ético da CPLP fosse colocado em causa. Pela adesão de uma ditadura como a no poder na Guiné Equatorial, por exemplo… Com efeito, quem acredita e defende a expansão dos poderes e das competências da Comunidade não pode defender simultaneamente e em boa consciência a adesão plena (a Guiné Equatorial já é “membro observador”) de um regime que oprime o seu próprio povo, censura os meios de comunicação e prende opositores. Tolerar em tal adesão é deitar sementes para o ocaso da CPLP e que defende a Comunidade Lusófona e encontra na CPLP um seu prototipo não poderá assim nunca concordar com tal adesão, por muito fortes que possam ser (e são) os argumentos de ordem económica e política.
2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)
3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.
4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…
5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.
6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.
7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…