Carta Aberta à CPLP de Apoio à Guiné-Bissau (subscreva e divulgue!)

Nós, Cidadãos Lusófonos, estamos fartos:
- estamos fartos de grandes proclamações retóricas, sem qualquer atitude consequente.
- estamos fartos de ouvir que “a nossa pátria é a língua portuguesa”, sem que isso tenha depois qualquer resultado.
- estamos fartos de escutar que a convergência lusófona é o nosso grande desígnio estratégico, sem que depois se dêem passos concretos nesse sentido.

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Miguel Real: “Desde a queda do Império em 1975, a desconfiança e o ressentimento entre as classes politicas dirigentes dos diversos países e comunidades de língua portuguesa têm travado a realização prática da Lusofonia”

Miguel Real (http://images.wook.pt)

Miguel Real (http://images.wook.pt)

“Desde a queda do Império em 1975, a desconfiança e o ressentimento entre as classes politicas dirigentes dos diversos países e comunidades de língua portuguesa têm travado a realização prática da Lusofonia. Dito de outro modo, não a História com maiúscula, essa toda favorece a Lusofonia, mas a história com minúscula, isto é, o jogo político conjuntural, tem de facto frustrado o anseio de Lusofonia.”

O Futuro da Lusofonia
Miguel Real
In Revista Nova Águia, número 8

Já passou muito tempo desde 1975. Mas, apesar disso ainda existem muito ressentimentos latentes entre os PALOPs e Portugal, especialmente entre Angola e Portugal. Do lado angolano, existe uma reação crescente em certos segmentos da sociedade angolana contra a presença crescente de imigrantes portugueses em Angola. Nalguns casos, resvalasse mesmo para o racismo e essa atitude é particularmente evidente nas redes sociais… Em Portugal, nota-se atitude semelhante (mas menos extremada) numa reação à presença crescente de capital angolano na economia portuguesa.

Nas relações entre Portugal e o Brasil existem questões semelhantes. Existem em Portugal mais de 200 mil emigrantes português, um décimo do numero de emigrantes portugueses que viverão hoje no Brasil. Existe algum tipo de sentimento racista em algumas camadas (de menores níveis académicos) na sociedade portuguesa, mas o fenómeno é raro e de baixa intensidade.

A aproximação lusófona tem também aqui algum espaço ainda por percorrer. Mas este espaço é cada vez menor à medida que mais cidadãos lusófonos migram de uns países para os outros, já que é pela via direta do conhecimento pessoal que estas barreiras da incompreensão melhor se vão demolindo…

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A Rússia vai enviar dois rovers para a Lua depois de 2020

Sonda lunar russa Luna-Resurs (http://ofo.ikiweb.ru)

Sonda lunar russa Luna-Resurs (http://ofo.ikiweb.ru)

A Rússia vai enviar dois rovers para a Lua depois de 2020 e instalar uma estação automática depois de 2022. Ambos os projetos tencionam preparar uma futura base lunar russa.

A Rússia está particularmente interessada em estudar as regiões polares do nosso satélite natural, procurando recolher amostras e estudando os locais mais adequados para a futura base lunar russa.

A primeira fase da abordagem russa à Lua serão as sondas Luna-Resurs e Luna-Glob a lançar em 2015 e será seguida pelo lançamento dos rovers Lunokhod-3 e Lunokhod-4 depois de 2020. A área onde estas quatro missões vão operar será em princípio uma das regiões polares da Lua, mas a localização exata ainda está por apurar.

Fonte:
http://www.moondaily.com/reports/Russia_Plans_to_Launch_Lunar_Rovers_to_Moon_after_2020_999.html

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Estado das Forças Armadas da Guiné-Bissau (Exército, Marinha e Força Aérea)

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Em começos da década de 90, o exército guineense contava com cerca de 5700 homens no exército, divididos por um batalhão de tanques, 4 batalhões de infantaria (5 em algumas fontes), um batalhão de artilharia, um de reconhecimento e uma unidade de engenharia. A infantaria estaria armada principalmente com espingardas de assalto AK-47, algumas FN FAL, diversos modelos de metralhadoras pesadas e lançadores de granadas RPG-7. O batalhão de tanques seria composto por 10 T-34 (do tempo da Guerra Colonial), os 30 T-54 e T-55 estariam já fora de uso há alguns anos e 12 PT-76s seriam os que restavam dos 15 originais. Os T-34 também não são vistos há alguns anos. Os batalhões de infantaria e o esquadrão de tanques seriam complementados por 55  BTRs-50/60 e alguns 152 e BRDM-2. A artilharia seria composta por cerca de 30 peças de artilharia de 85, 105 e 122 mm estariam disponíveis, assim como armas anti-aéreas de 23 mm e alguns morteiros de 82 mm e 8 morteiros 120 mm. Em termos de defesa aérea estariam disponíveis alguns SA-7 e Strella-2. Um relatório de 2008 da ONU indicava que nos três ramos, existiam 4 mil homens. Outras fontes mencionavam um total de 4430 homens sendo que esta discrepância se pode dever à inclusão (ou não) dos 2 mil homens da “Guarda Nacional” neste efetivo. Por seu lado, em 2007, a CIA, no seu “CIA World Fact Book” estimava que existiriam 9250 homens. No total, a Guiné-Bissau gastaria por ano 9,46 milhões de dólares ou seja 3,1% do seu magro PIB em Defesa.

Especial interesse tem agora (no que concerne à eventual oposição armada a uma força de interposição da ONU/CPLP) a marinha guineense que, em meados da década de 90, tinha 275 militares que serviam 2 POLUTCHAT-1 ex-soviéticas, unidades que já foram desativadas há muito, assim como um torpedeiro ex-soviético SHERSHEN (Project 206 Shtorm). Esta lancha tinha como único armamento anti-superfície torpedos, mas sem o radar de controlo que armava o modelo nas marinhas do Pacto de Varsóvia. Não tinha nem sonar, nem a capacidade (planeada) de transporte de cargas de profundidade, nem armamento (canhão ou metralhadora). O navio foi doado em dezembro de 1978, mas sem os tubos de torpedo e não há indícios de que tenha estado alguma vez operacional. O essencial da marinha guineense de hoje assenta em duas lanchas de construção francesa PLASCOA 1900, as lanchas Cacine e Caió doadas por França em finais da década de 90. Construídas no começo dessa década como “vedetas de vigilância” e tendo 19m40 de comprimento e uma deslocação de 34 toneladas e duas hélices alimentadas por dois motores Detroit Diesel (GM) 12 V 71 turbocompressores de 671 kw. Estes navios foram concebidos para uso pelos serviços franceses de alfândegas e têm um uso idêntico na Guiné-Bissau estando uma delas permanentemente baseada em Cacheu, onde tivemos ocasião de a visitar em março de 2011. Na atualidade, a Marinha Guineense conta assim com cerca de 350 militares (quase mais uma centena que na década de 90, mas com muito menos meios) e 3 patrulhas em estado incerto de operacionalidade sendo que as lanchas Caine e Caió (modelo PLASCOA 1900) estariam operacionais embora o seu armamento (uma metralhadora pesada na proa) nunca seja visto instalado e cerca de meia dúzia de lanchas Semi-Rígidas de Fiscalização. A Caió estava em reparação e não tem sido vista no mar. O Navio Balizador Samboia encontrava-se no Cais da Marinha na Guinave e não é certo que tenha sido reposto em estado operacional.

A Força Aérea Guineense tinha em finais da década de 1980, 6 MiG-17, 2 transportes Do-27 (doado pela Alemanha), 2 Yak-40, 1 transporte de turbo-hélices HS-748 de origem britânica de finais da década de 50, 1 Cessna 337 e um avião de transporte VIP Mystère Falcon. Em termos de helicópteros possuía 2 Alouette II (ex-portugueses) e um único Mi-8 ex-soviético. Desse inventário, mantido por cerca de 100 militares entre 3 a 5 MiG-17F se manterão num estado teórico de operacionalidade. Na década de 90 foram também recebidos 8 helicópteros A-318 e SA-319 de França. Na prática, há alguns anos que nenhum MiG-17 ou 21 realiza qualquer voo operacional ou de treino. Os dois MiG-15 UTI não estão certamente operacionais e estarão armazenados pelo menos desde a década de 90. Em 1978, França ofereceu um Reims-Cessna FTB.337 de patrulha marítima e um terceiro Allouette III, que será hoje o único ainda utilizável (embora também não voe há algum tempo). Um Dassault Falcon 20F para uso VIP, doado por Angola seria vendido aos EUA na década de 80. Há relatos de que os 3 ou 5 MiG-17 foram substituídos por num número equivalente de MiG-21MF em finais da década de 80, mas não existem provas de tal substituição. Um avião de transporte AN-24 e um terceiro Yak-40 foram entregues também na mesma data. Posteriormente, na década de 90 foram entregues alguns (número indeterminado) PZL-Mielec Lim-6 Fresco, a versão polaca do MiG-17, aparelhos abatidos das forças aéreas polaca e alemã oriental, mas não é certo que tenham voado alguma vez com as cores da Guiné-Bissau, sendo possivelmente usados apenas para peças de substituição. Segundo todas as informações, não existe nenhum avião a reação operacional na força aérea guineense, atualmente.

Já assinou a http://www.peticaopublica.com/?pi=cplpgb ?

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A Pobreza das Nações e a Riqueza das Multinacionais

Adam Smith (http://www.blupete.com)

Adam Smith (http://www.blupete.com)

“Na Riqueza das Nações, Adam Smith procurou provar que a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos pelo seu próprio interesse, promoviam o crescimento e desenvolvimento económicos. (…) Em resultado, os preços das mercadorias deveriam descer e os salários subir.
No entanto, hoje, e não obstante o progresso tecnológico, observamos uma subida dos preços reais das mercadorias e uma descida dos salários reais – exatamente o oposto do que havia sido preconizado por Adam Smith. É inevitável pensar que algo correu mal no processo…
Um dos pressupostos mais importantes do modelo económico-social de Adam Smith era o mercado de concorrência perfeita, implicando a atomização de vendedores e compradores. Num mercado de concorrência perfeita, nem vendedores, nem comprados teriam capacidade de influenciar os preços, os quais seriam ditados pela conjugação dos interesses de ambos.
No entanto, quando os indivíduos e as empresas prosseguem apenas o seu próprio interesse, procuram atingir uma dimensão e poder incompatíveis com o modelo de concorrência perfeita, o qual não lhes poderia garantir lucros tao elevados.
É neste contexto que as corporações multinacionais surgem como o expoente máximo da concorrência imperfeita, quer através de tentativas tradicionais de domínio de mercado, como o monopólio, oligopólio ou cartéis, quer através de formas bastante mais subtis e usadas com maior frequência nas últimas décadas.”

O grande distorsor no sistema económico capitalista atual é o impulso para o fim da concorrência entre os agentes económicos. A tendência nas últimas décadas foi para a concentração empresarial, com a aparição de uma horda de “economistas” e “comentadores” defendem para as massas a necessidade da fusão, aquisição e incorporação entre empresas. O movimento concentrador foi particularmente intenso no setor bancário, criando algumas dezenas de grande bancos “too big to fail” e que – mal geridos – dependiam do Estado para se furtarem ao colapso.

“Desde os anos 80, ao mesmo tempo que o processo de globalização se tem acelerado, os lucros corporativos têm crescido a um ritmo que nada faria prever. Exceptuando o setor financeiro, nos EUA, os ganhos não caíram como seria expectável no decorrer de uma profunda recessão, e rapidamente regressaram a níveis bem acima da média. Esta situação desafia a lógica económica: os lucros são elevados e continuam a sua ascensão, nem sempre linear é certo, apesar dos preços dos factores de produção continuarem a aumentar e o crescimento económico ser cada vez mais baixo. Como pode tal ser possível? Teoricamente, lucros grandes atraem mais competidores ao mercado, baixando os ganhos, enquanto que lucros baixos levam à saída de competidores, deixando o campo aberto para maiores lucros das empresas que se mantiveram no mercado. No entanto, tal deixou de se verificar. (…) Défices governamentais elevados estão a alimentar diretamente despesa que está fortalecendo os retornos e lucros corporativos, aumentando as poupanças dos grandes privados.” (…) “Muitas das companhias exportadoras das nações com mercados de trabalho de baixo custo são propriedade ou controlados por multinacionais. As corporações multinacionais estiveram envolvidas em pelo menos 50% das exportações chinesas. Há também uma forte correlação entre a subida secular dos lucros corporativos e a explosão massiva dos lucros residentes nos paraísos fiscais, que escapam portanto à tributação dos Estados.”

Que não restem duvidas: a maior ameaça atual para as democracias é o crescimento extraordinário do poder e influencia das multinacionais. Foram elas que pagaram aos políticos ocidentais (em corrupção direta e indiretamente em financiamentos de campanha) para aceitarem e implementarem a des regulação comercial radical e sem contrapartidas que desindustrializou o Ocidente e deslocalizou a indústria para a China. Quem lucrou mais neste processo não foram os trabalhadores chineses, miseravelmente pagos e sem direitos laborais, foram os grandes acionistas das grandes multinacionais que estiveram por detrás destes processos de deslocalização.

Hoje em dia é claro para todos que as deslocalizações estão na direta razão do empobrecimento crescente da europa e do ocidente. Nem que quem as promoveu, executa e mais beneficia com elas são as grandes multinacionais e os seus anafados acionistas. Chegou agora a altura de reverter este processo, fazendo regressar as fábricas que foram deslocalizadas e o capital assim exportado. Mas como fazê-lo sem repor as evaporadas barreiras alfandegárias? Como fazê-lo sem forçar quem quer exportar a transferir parte da produção para dentro de fronteiras? Como impor limites à livre circulação de capitais para fora das fronteiras e cativar aquele que já saiu? Todas estas respostas terão que partir de um grande dinamização do tecido produtivo por via do estabelecimento de um proteccionismo que, ao fim ao cabo, já existe no Brasil, EUA e China…

Fonte:
A Pobreza das Nações e a Riqueza das Corporações
Luís Couto
Finis Mundi, número 3

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PPP: nacionalizar para Salvar Portugal

http://www.ionline.pt/

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Existe uma clara necessidade orçamental para os próximos anos em Portugal: ou se reduzem de forma muito sensível as despesas com as PPPs ou o Estado colapsa. A resposta tem assim que passar pela redução imperativa e vital destas transferências do Publico para o Privado. As renegociações não serão nunca suficientes para se alcançar a sustentabilidade de que se precisa, tamanha é a escala desvio, pelo que existem duas opções: ou a nacionalização pura e simples dos equipamentos operados em regime de PPP (hospitais, estradas, pontes, etc) ou a declaração seletiva de incumprimento das obrigações do Estado aos privados que as exploram.

De facto, as duas opções são uma só, apenas: a nacionalização vai irar os privados e levar a que muitos declarem o país como terra de ninguém, recusando-se a investir no pais, alegando medos de novas nacionalizações. Mas vai libertar uma quantidade notável de recursos públicos que poderão ser aplicados na redução da pesada carga fiscal que hoje asfixia as empresas e os particulares ou até em capital de risco para novas empresas ou para novos projetos potencialmente interessantes para Portugal (por exemplo, no setor do Mar e das Pescas).

Dizem os neoliberais da praça nacional que a nacionalização vai dissuadir o investimento estrangeiro nos próximos anos. Decerto, mas aumentar ainda mais a carga fiscal para pagar as PPPs, ou reduzir outros itens da Despesa Pública (Saúde, Educação, Segurança Social, etc) para pagar as PPPs vai trazer ainda mais recessão e nesse contexto, virão para Portugal mais investimentos?

Declarar o Default nas PPPs ou nacionalizar (a primeira opção vai levar inevitavelmente à segunda) não vai cativar investimento estrangeiro. Mas vai permitir ter contas publicas mais equilibradas e devolver ao Estado autonomia financeira para ajudar a economia a crescer. É assim um “mal menor” e a única alternativa de curto prazo pare resolver um problema que nos criaram e para o qual não existem soluções fáceis.

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Sobre o aparente imobilismo da Sociedade Civil em Portugal

http://ec.europa.eu

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Se refletirmos sobre as razões que explicam o estado de Bancarrota efetiva desde abril de 2011, o imobilismo democrático e os elevados níveis de abstenção crónicos na democracia portuguesa, temos que colocar a questão: Porquê?

Qual será a justificação para estes baixos níveis de participação cívica, esta inerte Sociedade Civil que deixa eleger e manter no Poder uma elite politica e económica triplamente inepta, corrupta e ignorante? Não pode, naturalmente, haver uma explicação única, que tudo esgote ou agregue. Mas elaborando um diagnóstico, encontramos as raízes para esta displicência cívica em vários eixos.

Esta quase total ausência de participação cívica e de uma sociedade ativa, com os decorrentes baixos níveis de associativismo, intervenção cívica e politica e voluntariado encontra raízes numa estrutura de longo prazo da sociedade portuguesa e, mediterrânea, em geral. As origens desta estrutura mental são obscuras, mas encontram eco em Roma, e antes dela nos modelos autoritários de Esparta e Tebas, sem serem contudo uma sua invenção, já que o autoritarismo latente na região do Mediterrâneo tem raízes mais profundas (e por isso muito sólidas) nas monarquias absolutas de Creta e nos regimes tribais solares e guerreiros da Idade do Ferro. A norte, a matriz civilizacional sempre foi muito mais “solta” (raiz etimológica de “celtas” e “eslavos”), individualista e libertária do que nas sofisticadas e muito estratizadas sociedades hidráulicas do Mediterrâneo.

Esta matriz autoritária muito antiga foi profundamente enraizada na mentalidade portuguesa, onde a romanização foi muito profunda e duradoura, após a resistência inicial (a qual, de resto foi protagonizada pelos elementos mais celtizados da população) e permeou todas as fases da História portuguesa tornando excepcionais as revoluções sociais de base realmente popular.

Estão assim Identificados, estes eixos principais para o estado latente da Sociedade Civil portuguesa, importa agora elaborar um programa de ação, simultaneamente corretivo e inovador para nos fazer sair deste torpor.

Não há obviamente soluções rápidas ou sem custo. O grau de ausência de vida cívica ou politica na nossa sociedade é hoje tão grande que qualquer reversão será sempre lenta e complexa, tendo que vencer um sem número de inércias e resistências. Mas o desespero em que a grave crise económico mergulhou muitos de nós, o desemprego galopante, os sucessivos apelos governativos à emigração e a falta de perspetivas de vida estão a levar os portugueses a uma situação de limite que criará condições para um despertar da sociedade civil da atual condição dormente e diminuída em que esta se encontra.

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Brasil: Continuam os progressos contra a desigualdade económica

Brasil (http://darkwing.uoregon.edu)

Brasil (http://darkwing.uoregon.edu)

“A desigualdade no Brasil decresceu 40% desde 1995, indica um estudo publicado esta semana pela revista Veja. Um feito sem paralelo nas restantes economias emergentes que representa um aumento médio de 68% nos rendimentos das classes mais baixas do país.
Em 1995, os brasileiros mais pobres ganhavam 83 vezes menos que os mais ricos. Hoje, com o aumento dos salários mais baixos e a estagnação dos mais altos, a diferença continua grande: os ricos ganham 50 vezes mais. Mas, no mesmo período, a desigualdade aumentou 24% na China, 16% na Índia e 6% na Rússia – países que constituem o grupo das maiores economias emergentes em todo o mundo.
Os resultados traduzem-se também na evolução do índice de Gini – que mede a diferença entre os maiores e menores rendimentos. Entre 1995 e 2008, o Brasil baixou de 0,605 para 0,549 num índice em que o 1 é o mais desigual e o 0 é a igualdade absoluta.”
Jornal Sol
9 de marcos de 2012

Eis de facto o indicador que importa monitorizar: o da repartição de rendimentos numa economia, muito mais que o falacioso e brutal “aumento do PIB”. Do artigo acima citado se conclui facilmente que o crescimento chinês das ultimas décadas se tem feito muito (sobretudo) à custa da manutenção de um numero crescente de cidadãos em condições de vida sub-humanas, enquanto uma casta de privilegiados, corruptos e mais ou menos ligados ao Partido Comunista prosperam e usam o aparelho recessivo do Estado para manter este Status Quo podre mas que lhes é muito favorável.

O Brasil, pelo contrário, tem seguido outra política: desde logo é uma democracia, sem censura nem aspirações coloniais ou imperialistas (ao contrário da China que ocupa e coloniza o Tibete e o Sinquião), o Brasil também tem em curso vários programas de apoio social que visam repartir os ganhos económicos das últimas décadas e sobretudo tem um Estado muito ativo na Economia que, ao contrario, do modelo neoliberal em vigor na Europa, não tem pudor em defender a economia nacional contra agressões externas nem de ter um papel condutor na economia.

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Sobre a necessidade imperativa e urgente de estabilizar militarmente a Guiné-Bissau

http://www.portaldeangola.com

http://www.portaldeangola.com

O último golpe de estado militar na Guiné-Bissau é apenas o último de uma sucessão aparentemente interminável de intentonas e golpadas militares que assolam regularmente este país lusófono desde o fim do regime monopartidário do PAIGC.

A última golpada militar teve lugar há alguns dias quando por volta das oito horas da noite algumas dezenas de militares armados com AK-47 e RPG-7 atacaram a residência do primeiro-ministro e candidato presidencial do PAIGC Carlos Gomes Júnior. Vários foguetes terão sido lançados contra as paredes da residência e houve troca de tiros, aparentemente entre polícias e paraquedistas que defendiam o edifício e os militares golpistas. Sem que se saibam detalhes, os defensores parecem ter-se rendido, abandonando as instalações sem serem detidos, já que o primeiro-ministro está agora detido num quartel a cerca de 60 kms de Bissau.

Como é usual neste tipo de eventos, as rádios foram ocupadas ou silenciadas e o mesmo aconteceu à sede do maior partido guineense, o PAIGC.

Na direta razão deste último golpe militar estão as declarações do antigo presidente (ironicamente deposto, também ele, num golpe militar) e agora candidato presidencial, Kumba Yala que terá apelado ao boicote militar na segunda volta das eleições… Estas declarações, contudo, não teriam sido suficientes para fazer eclodir este golpe, o qual encontra de facto as suas maiores motivações no fim abrupto da missão militar angolana na Guiné-Bissau, a MISSANG.

Os eventos que precipitaram o golpe terão começado em 3 de abril, quando num conselho de ministros, o Governo guineense decidiu manter em solo guineense a missão militar angolana de apoio à reforma dos setores de Defesa e Seguranca guineenses, recusando assim ceder às pressões das chefias militares que então já se faziam sentir de forma particularmente aguda. Nesse conselho de ministros, ter-se-á mesmo decidido expandir o âmbito da missão angolana, dotando-a de meios e objetivos mais amplos e que passariam inclusivamente… pela defesa das instituições democraticamente eleitas e, caso de golpe militar. Mas no dia seguinte, tudo parece ter sido anulado, com um recuo governamental em toda a linha às pressões dos militares: ao contrário do previsto, os 200 militares angolanos já não receberiam – como previsto – o seu armamento individual nem haveria extensão alguma do seu quadro de missão. Confrontado com esta inesperada cedência, Eduardo dos Santos terá dado ordem para o cancelamento total da MISSANG e decretado o regresso de todos os militares angolanos a Luanda.

Em suma: as chefias militares guineenses só estão dispostas a tolerar a presença de militares estrangeiros no seu solo desarmados e desprovidos de um mandato que possa interferir com o seu poder absoluto e liberdade plena para anularem ou suspenderem a democracia a seu belprazer, capricho ou em defesa das suas ligações ao narcotráfico colombiano e nigeriano que hoje recruta varias altas patentes guineenses, autênticos “senhores da guerra” completamente independentes e mais fiéis às máfias nigerianas e colombianas que à República Guineense.

Os militares guineenses parecem assim irredutiveis nos seus objetivos de se manterem acima de toda a legalidade e – devida – submissão ao poder político democraticamente eleito.

Chegados a este ponto, os comandos militares guineenses provam que só resta uma saída para este país lusófono e que esta passa pela total desmobilização do exercito guineense.

Recordemos assim Francisco Fadul, antigo primeiro ministro da Guiné-Bissau e ex-Presidente do Tribunal de Contas que em 2009 defendeu o envio de uma força lusófona de estabelecimento de paz (que tecnicamente teria uma missão mais alargada que uma missão de “manutenção de paz”) e que fosse capaz de garantir a vigência da legalidade e da constituição guineense.

Urge assim organizar rapidamente a Força Lusófona de Manutenção de Paz e trabalhar em prol da Construção de um Estado de Direito Democrático na Guiné-Bissau.

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Segunda Petição a favor da Renúncia de Cavaco Silva e porque deve esta ser aceite na Assembleia da República

http://www.jornaldosinsolitos.com

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Sem grande admiração os deputados da Assembleia da República recusaram-se a aceitar a primeira petição que pedia a demissão de Cavaco. Dizemos “primeira” com verdadeiro sentido de propriedade porque a esta mais se seguirão… Sim, porque embora os deputados recusem ouvir os cidadãos, estes (ou pelo menos, alguns destes) não se vão calar e vão persistir até que o mais inculto, mentalmente diminuído e inepto presidente da república de sempre renuncie ao cargo.

Os deputados recusaram a petição agarrando-se a um formalismo legal alegando que a Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais “não tem competência para demitir o Chefe de Estado.” Obviamente que não. E todos o sabemos. Mas os deputados sabem muito bem que uma petição pode ser aceite no Parlamento se tiver mais que mil assinaturas e assim obrigar à simples audição por parte dos grupos parlamentares. Se uma petição tiver mais que quatro mil peticionários, então tem que ir a plenário e ser aqui discutida. Ou seja, o teor de uma petição não leva – à luz da lei – a nenhuma Lei ou Iniciativa governamental direta. Pela via da petição pública, os peticionários pedem apenas serem recebidos pelos deputados, que os devem ouvir e se esta reunir mais que as ditas quatro mil assinaturas o tema deve ser debatido em plenário. Só isto!

Aceitar uma petição que apele à renúncia do incapaz Cavaco Silva não leva automaticamente à sua demissão! E os deputados sabem-no! Recusando-a estão apenas a dizer aos cidadãos que ainda não se demitiram do seu dever cívico que devem permanecer mudos e quedos e deixar as “coisas importantes” da governação com eles, os “especialistas”…

Vamos aceitar isto ou manter a pressão e assinar ESTA nova petição?…

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/parlamento-rejeitou-peticao-pela-demissao-do-presidente-da-republica_140295.html

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A Europa espera um “líder visionário”. Em vão.

União Europeia (http://www.suapesquisa.com)

União Europeia (http://www.suapesquisa.com)

Os movimentos da História não se compadecem da necessidade de uns certos indivíduos, são imperativos e inamovíveis. Quando num dado momento é necessário que surge. Um indivíduo “providencial, ele surge. A História não é fulanista, não se move por o “José”, o “Antonio”, o “Dom Henrique” ou o “Adolfo” quiseram, são os próprios movimentos e fluxos intercomunicantes da Historia que fazem surgir à superfície indivíduos que dão eco a certos fenómenos, necessários, imperativos e incontornáveis. Não os indivíduos (nem sequer “os grandes líderes”) que fazem a História. Pelo contrário, é a História que faz os lideres.

Se os europeístas de hoje clamam ansiosos por um grande líder, como Monet, Shumman ou Delors, clamam em vão. Se fosse o momento desse líder chegar à superfície, já o teríamos conhecido. Este é, pelo contrario, o tempo dos Merkels e dos Sarkozies, dos “lideres” sem ambição e visão de longo prazo, dos políticos sem estofo nem carisma que se preocupam apenas no horizonte das próximas eleições. A ausência de um “líder providencial” é um dos sintomas desse “homem doente” do panorama internacional que é hoje a europa. Não existe um líder à altura do projeto europeu, porque simplesmente, ele não deve existir. Não, pelo menos, na situação e condição em que o continente se encontra.

Categories: Política Internacional, Política Nacional, Portugal, união europeia | 8 Comentários

Dilma, a Presidenta que precisamos na Europa (e em Portugal, sobretudo)

 

Dilma Rousseff (http://www.dica1.com.br)

Dilma Rousseff (http://www.dica1.com.br)

Dilma mostra que tipo de líder devia ter hoje Portugal: a Presidenta brasileira (como gosta de ser chamada) disse que a moda Europa da “austeridade custe o que custa”, imposta a partir de Berlim e aproveitando uma geração de líderes europeus particularmente medíocres e boçais é uma loucura e tem que ser travada.

Dilma Rousseff disse: “Hoje em dia, via tsunami monetário, está em curso, no mundo, a prática das desvalorizações competitivas, o que se chama de empobreça o seu vizinho. É uma situação esquizofrénica na Europa, que não consegue uma solução de crescimento. Muitos países estão com graus de desemprego do ponto de vista político incompatíveis com sistemas democráticos abertos. A dívida grega não é financiável, assim como a de Portugal“.

Porque não temos nós uma Dilma em Portugal? Um político/a capaz de enfrentar os germanos e dizer a verdade: Não é com austeridade que se resolve a crise. Resolve-se com a alteração do mandato do BCE permitindo-lhe financiar diretamente os governos (como qualquer Banco central…), erguer proteções contra os dumpings chineses e promover a produção agrícola e industrial europeia.

Fonte:
http://expresso.sapo.pt/dilma-ataca-europa-e-estados-unidos=f711578

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QuidsL1 Cidade de Bissau

Bissau (http://copy.pnn.pt)

Bissau (http://copy.pnn.pt)

Para participar clique AQUI !

Pontos:

Clóvis Alberto Figueiredo (17) [Kristang, São Tomé e Príncipe, Guerra Civil em Angola, Timor-Leste, Alcácer Quibir, Cinema da Guiné-Bissau, História da Cidade de Luanda, História da Guiné-Bissau (pré-1700), Guerra Civil na Guiné-Bissau, A Guerra de Independência do Brasil, Conhece bem a CPLP?, Poesia Angolana,Programa Espacial Brasileiro, Poesia Timorense,Entrada da Portugal na CEE/UE,O Brasil na Segunda Grande Guerra,O Reino Suevo]
Luis Brântuas (15) [Agostinho da Silva, Literatura Brasileira, Geografia de Moçambique, A Emigração em Cabo Verde, História de Macau,Força Aérea Angolana,GNR em Timor Leste,Cinema Moçambicano,Ilha do Príncipe,Flora e Fauna de Cabo Verde,Portugal e a Exploração do Espaço,Falintil,Literatura de São Tomé e Princípe,Companhia Colonial de Navegação, Cidade de Bissau]
Valdecio Fadrini (1): [Guerra do Paraguai]
Otus Scops (1): [Gilberto Freyre]

Regulamento:
1. Todos os quids valem um ponto
2. Os Quids são lançados a qualquer momento do dia ou da noite, de qualquer dia da semana
3. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos
4. Sai vencedor do Quid o primeiro concorrente a acertar em todas as respostas
5. Cada participante só pode responder uma vez

Categories: Lusofonia, Portugal, QuidsL1 | 1 Comentário

Petros Markaris: “O que foi precioso para a Europa foi a diversidade”

Petros Markaris (http://www.jornaldenegocios.pt)

Petros Markaris (http://www.jornaldenegocios.pt)

“O que foi precioso para a Europa foi a diversidade. A diversidade de tradições, de processos históricos, a diversidade de cultura em cada país da UE. Sacrificámos tudo isso à moeda comum, que por natureza é contrária a qualquer diversidade. Agora pedem-nos para, em nome da moeda comum, adoptarmos uma forma única de vida, que é maioritariamente alemã. Mas não nos podemos todos tornar alemães, da mesma forma que os alemães não se podem tornar portugueses ou gregos. Estamos a mover-nos rumo a uma Europa uniformizada e isto é mau para os países e também para a Europa.”
Petros Markaris
Jornal de Negócios
13 de janeiro de 2012

É esta pulsão muito germânica de tudo formatar ao mesmo modelo que está a destruir o sonho europeu. Criado inicialmente num modo de partilha de soberania, coexistência, coesão e entre-ajuda, vemos hoje a Europa e as suas instituições a usaram ameaças de “punições”, “fiscalizações”, “limitações de soberania” e “protetorado”, como formas de exercer domínio. A europa dos chamados “pais fundadores” do Tratado de Roma não era esta europa… Era uma europa dominada por preocupações morais, filosóficas e politicas, não pelas ditaduras da economia e finanças e sobretudo, não estava ao serviço dos interesses dos especuladores e dos mercados.

Uma europa que seja aglutinadora, que tudo destrua em nome de um “ideal” imperial, imposto a partir da Alemanha, administrado e por ela aplicado não será certamente a mesma europa que esteve nos projetos que levaram à sua fundação e que tornaram a União Europeia num exemplo de prosperidade, democracia e desenvolvimento. Mas infelizmente é para esta conceito recauchutado de “europa” que estamos a caminhar em passo muito acelerado…

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, união europeia | 3 Comentários

Descoberta de uma nova espécie de Homo Sapiens na China que terá vivido há 11500 anos

O novo hominidio (http://i.dailymail.co.uk)

O novo hominidio (http://i.dailymail.co.uk)

Uma descoberta recente realizada na China por uma equipa conjunta chinesa e australiana identificaram em fósseis encontrados em grutas em 1979 e nos anos subsequentes uma nova espécie humana.

Estes seres humanos terão vivido na China há cerca de 11500 anos na província de Guangxi, no sudoeste da China e eram anatomicamente muito diferentes do Homo Sapiens Sapiens atual. Este ser humano tinha ossos muito espessos, arcadas supraciliares salientes, e um rosto sem saliências.

Não ha ainda uma designação formal para este hominídeo mas a descoberta vem relançar o debate sobre um outro Homo Sapiens recentemente descoberto (o dito “Homo Florensis”) e sobre os relatos de “grandes macacos” que ainda hoje surgem com relativa regularidades nos meios de comunicação chineses.

Fonte:
http://www.publico.pt/Ci%EAncias/havia-uma-outra-especie-de-humano-na-china-ate-ao-nascer-da-agricultura-1537864

Categories: História, Mitos e Mistérios | Deixe o seu comentário

As ditas “PPP”s ou “Parcerias Público Privadas” são a maior anomalia económica jamais pensada (e aplicada) em Portugal

http://www.tvi.iol.pt

http://www.tvi.iol.pt

As ditas “PPP”s ou “Parcerias Público Privadas” são a maior anomalia económica jamais pensada (e aplicada) em Portugal.  A teoria era que o Estado conseguia construir obras de interesse público, com elevada exigência de capital sem ser obrigado a investir diretamente, entregando a construção a privados a quem depois pagaria durante anos uma renda.  Esta era a teoria…

A aplicação do conceito haveria de conhecer muitas deturpações e corruptelas várias sendo uma das mais flagrantes a da Lusoponte: em primeiro lugar,  na construção da Vasco da Gama,  os privados entraram apenas com um quarto do investimento total,  assumindo o Estado os restantes três quartos através de empréstimos externos e verbas da Coesão. Em troca destes 25% os privados garantiram assim uma renda durante anos e anos tendo sido pagos em 2010 de quase 75 milhões de euros!

A saída para este drama orçamental e financeiro que se vai estender durante décadas em Portugal com gravíssimos prejuízos para o país é cada vez mais evidente: a nacionalização dos bens e equipamentos entregues a privados em regime de parceria público privada, indemnizar os mesmos e salvar o país desta autêntica catástrofe nacional que são as PPPs.

Fonte:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/poco-vasco-da-gama

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 4 Comentários

Portugal é a Grécia do Futuro e a Grécia o Portugal do Passado

http://users.isr.ist.utl.pt

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“Fernando Pessoa deixou escrito que não é por acaso que Atenas e Lisboa se encontram quase na mesma latitude. Quem somos deslocou-se de oriente para ocidente pela fenda do Mar Mediterrâneo. Nós somos os que só pararam quando chegaram ao fim da terra (finisterra). E somos nós quem parte para o Atlântico – o mar a sério, como diz Platão no Crítias.”
A Língua Portuguesa e o Destino de Portugal
Manuel Ferreira Patrício
Nova Águia, número 8

Portugal é a Grécia do Futuro e a Grécia o Portugal do Passado. As duas Nações são – à escala europeia – dois pequenos países europeus situados respetivamente no extremo oriental e no extremo ocidental. São os dois extremos do pêndulo da civilização europeia que o centro e norte da europa desprezam, mas que sem saberem seguem…

Portugal mostra assim, nas palavras pessoanas, à Europa a via do Futuro: o Ocidente e a via para onde seguir: o Atlântico, eixo de passagem e ponte para a América do Sul e para África, continentes onde se encontra efetivamente o futuro da Europa, não numa China cada vez mais ditatorial, imoral e repressiva nem num Médio Oriente cada vez mais radicalizado.

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Portugal | 2 Comentários

A Lockheed entrega o último F-22 Raptor da USAF

O último avião F-22 Raptor construído para a USAF entrou agora na fase de testes de voo. O avião tem o número 4195 e realizou os dois voos que normalmente todos os Raptor realizam na Lockheed antes de serem entregues à força aérea dos EUA.

Depois dos testes da Lockheed, o aparelho será ainda testado pelos pilotos da “Defense Contract Management Agency” (DCMA) antes de ser formalmente aceite pela USAF.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/news/articles/lockheed-begins-test-flights-of-final-f-22-369522/

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Tags: , | Deixe o seu comentário

Os geysers de Enceladus

Os geysers de Enceladus (http://cache.boston.com)

Os geysers de Enceladus (http://cache.boston.com)

Numa série de “voos rasantes” pelo satélite saturnino Enceladus, a sonda Cassini da NASA fotografou jatos de água saindo de fendas solo para o espaço. Estas fotografias são a prova mais recente da existência de um oceano de agua liquida no subsolo de Enceladus e – ao contrário do que sucede em Europa – poderá ser o local com vida alienígena mais acessível de todo o Sistema Solar.

No total,  fora,  identificados mais de 90 jatos individuais no polo sul do satélite. Estes jatos são compostos de vapor de agua,  partículas de gelo e vários compostos orgânicos.  Foi também detetada uma salinidade muito semelhante à da Terra.  Estima-se que a temperatura da agua junto às fissuras no solo ascenda a 190 graus Celsius.

Estes novos indícios colocam Enceladus como o local mais provável para albergar vida ja que demonstram que o satélite contem agua líquida, materiais orgânicos e energia em quantidades apreciáveis. Precisamente a mesma trilogia que se encontra nas fumarolas submarinas da Terra…

Estas descobertas tornam cada vez mais importante o envio de uma missão a Enceladus, capaz de estudar amostras no solo e de analisar o conteúdo destes geysers de água quente em passagens de baixa altitude.

Fonte:
http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2012/27mar_enceladus/

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QuidsL1 Companhia Colonial de Navegação

http://www.comm-pt.org

Para participar clique AQUI !

Pontos:

Clóvis Alberto Figueiredo (17) [Kristang, São Tomé e Príncipe, Guerra Civil em Angola, Timor-Leste, Alcácer Quibir, Cinema da Guiné-Bissau, História da Cidade de Luanda, História da Guiné-Bissau (pré-1700), Guerra Civil na Guiné-Bissau, A Guerra de Independência do Brasil, Conhece bem a CPLP?, Poesia Angolana,Programa Espacial Brasileiro, Poesia Timorense,Entrada da Portugal na CEE/UE,O Brasil na Segunda Grande Guerra,O Reino Suevo]
Luis Brântuas (14) [Agostinho da Silva, Literatura Brasileira, Geografia de Moçambique, A Emigração em Cabo Verde, História de Macau,Força Aérea Angolana,GNR em Timor Leste,Cinema Moçambicano,Ilha do Príncipe,Flora e Fauna de Cabo Verde,Portugal e a Exploração do Espaço,Falintil,Literatura de São Tomé e Princípe,Companhia Colonial de Navegação]
Valdecio Fadrini (1): [Guerra do Paraguai]
Otus Scops (1): [Gilberto Freyre]

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Categories: História, Lusofonia, QuidsL1 | 5 Comentários

Miguel Real: “Enredada no labirinto político circunstancial, comandada por políticos de vistas curtas, a CPLP tanto pode avançar magestaticamente como estagnar nos próximos dez anos”

Miguel Real (http://www.dn.pt)

Miguel Real (http://www.dn.pt)

“Enredada no labirinto político circunstancial, comandada por políticos de vistas curtas, a CPLP tanto pode avançar magestaticamente como estagnar nos próximos dez anos.”

Atualmente não podem restar grandes dúvidas a quem quer que contemple aquilo que a CPLP é hoje: uma estrutura burocratizada, excessivamente diplomática e “morna” e demasiado formal. Mas a potencialidade para que cresça até um patamar completamente novo, sonhado pelo seu grande inspirador, Agostinho da Silva, é possível. O facto de a organização não ser dominada por nenhuma “grande potência”, como a França, Reino Unido ou Alemanha, mostra que estamos perante algo novo. Potencialmente diferente de todas as organizações semelhantes e capaz de servir de alicerce para algo de completamente novo. Assim o queiram os políticos e os eleitores que os elegem.

O Futuro da Lusofonia
Miguel Real
In Revista Nova Águia, número 8

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional | Tags: | 8 Comentários

A Câmara de Sintra destrói o Megalito de Pego Longo, em Sintra

http://www.radioocidente.pt

http://www.radioocidente.pt

Espantosamente e de uma que só podemos classificar de criminosa, o megalito de Pego Longo, em Belas foi parcialmente destruído por retro-escavadoras da Câmara de inefável acumular de tachos e panelas e reputado comentador da Bola Fernando Seara.

Este crime hediondo contra o património histórico nacional cometido pelos funcionários de Fernando Seara foi cometido durante uma recolha de blocos de pedra na zona onde se encontrava o megalito por forma a construir um muro para um edifício municipal. A ignorância animalesca dos funcionários e – sobretudo – a incompetência grosseira de Fernando Seara e dos carimbadores da Câmara de Sintra foram assim responsáveis pela destruição deste importante megalito. Apanhados em plena destruição, os funcionários da Câmara tentaram recolocar as pedras, o que seria ainda pior ja que descaracterizaria ainda mais o que resta do monumento…

Segundo a Lei, o que se passou em Belas é Crime, Crime contra o património cultural. E resultada não somente da ignorância dos funcionários camarários, mas também da inexistência de acompanhamento da obra por um técnico da Câmara de Sintra e até do desleixo criminoso do seu presidente que nunca tratou de proteger o monumento, rodeando-o de um recinto e informação de contexto adequada. Talvez se Fernando Seara estivesse menos atento ao futebol e aos seus comentários bolísticos na televisão este crime contra ao património não tivesse acontecido.

Obviamente, iremos apresentar uma queixa formal na PSP acusando a Câmara de Sintra e muito particularmente o seu presidente de Crime contra o Património Cultural.

Fonte:
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=535713&tm=8&layout=121&visual=49

Categories: Futebol e Corrupção, História, Política Nacional, Portugal | Deixe o seu comentário

Sobre o Desemprego e a queda inédita do salário médio em Portugal

http://www.brasilescola.com

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A Taxa de Desemprego não tem parado de bater recorde atrás de recorde. Portugal que outrora exibia (antes do Euro) uma das mais baixas taxas da Europa conta-se hoje entre os piores,  sinalizando assim de forma muito eloquente que algo está mesmo muito mal na economia portuguesa. Como se não bastasse – e em direta relação com  os números do desemprego – assiste-se hoje a outro fenómeno inédito: pela primeira vez ma História portuguesa registou-se uma queda de 5% das remunerações médias.

Apesar disto, de uma taxa de emprego precário (onde menos de 3% recebe mais de mil euros!), os dogmáticos do neoliberalismo, com emprego protegido na CE,  FMI e OCDE continuam a repetir o estafado (mas sempre ecoado pelos media) de que “o emprego é pouco flexível em Portugal”) ignorando a dos números do desemprego,  da baixa de salários e da precariedade.

Decerto que uma parte da descida de 4,9% se deve ao não pagamento de subsídios na função pública em 2011. Mas também é certo que esta foi a primeira vez que na História de Portugal que se regista uma redução efetiva nos salários nominais, algo absolutamente sem precedentes e que teve um impacto na evolução do PIB de consequências difíceis de medir no curto prazo: uma perda efetiva do nível de vida.  Foi isto que nos deram o Euro e a União Europeia: os salários reais caíram 7% desde o seu ponto mais alto de 2009 e regressaram aos valores de 2001.

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=548097

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 12 Comentários

Quids L1: O Reino Suevo

Reino dos Suevos (http://www.terraemania.com)

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Clóvis Alberto Figueiredo (17) [Kristang, São Tomé e Príncipe, Guerra Civil em Angola, Timor-Leste, Alcácer Quibir, Cinema da Guiné-Bissau, História da Cidade de Luanda, História da Guiné-Bissau (pré-1700), Guerra Civil na Guiné-Bissau, A Guerra de Independência do Brasil, Conhece bem a CPLP?, Poesia Angolana,Programa Espacial Brasileiro, Poesia Timorense,Entrada da Portugal na CEE/UE,O Brasil na Segunda Grande Guerra,O Reino Suevo]
Luis Brântuas (13) [Agostinho da Silva, Literatura Brasileira, Geografia de Moçambique, A Emigração em Cabo Verde, História de Macau,Força Aérea Angolana,GNR em Timor Leste,Cinema Moçambicano,Ilha do Príncipe,Flora e Fauna de Cabo Verde,Portugal e a Exploração do Espaço,Falintil,Literatura de São Tomé e Princípe]
Valdecio Fadrini (1): [Guerra do Paraguai]
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Categories: Galiza, História, Portugal, QuidsL1 | 2 Comentários

Alain de Benoist: “Os EUA tornaram-se nos principais devedores do globo, com mais de 3 mil milhões de dívidas contraídas perante o resto do mundo”

“Os EUA tornaram-se nos principais devedores do globo, com mais de 3 mil milhões de dívidas contraídas perante o resto do mundo (a começar pela China). E como aos seus credores cada vez mais repugna reter divida a longo prazo, são obrigados a pedir empréstimos a mais curto prazo, a fim de financiar os seus défices, o que os torna mais vulneráveis à crise. Assim sendo, a confiança no que ao dólar diz respeito está em vias de se fundir como neve ao sol. Desde o fim de 2010, a China está a desembaraçar-se discretamente dos seus títulos americanos, os títulos do Tesouro americano encontram cada vez menos compradores, e é a Reserva Federal, por ela própria, que compra a quase totalidade das obrigações emitidas do outro lado do Atlântico. Dito noutros termos, o valor do dólar só se mantém graças às ordens de compra efetuadas pelos seus próprios emissores! Mas em caso de queda súbita do dólar, a China e os outros credores não aceitarão certamente que os seus ativos em dólares se afundem. Toda a questão consiste em saber o que exigirão, económica e politicamente, em troca. Porque não o abandono dos EUA da defesa de Taiwan?”

O Ano de 2012 será terrível! Dívida Pública: Como os Estados se tornaram prisioneiros dos Bancos
Alain de Benoist
Finis Mundi, número 3

A situação presente é impossível de sustentar durante muito mais tempo. O modelo económico em que as multinacionais se compram umas às outras, reduzindo cada vez mais o número total de agentes económicos e transformando as economias em oligopólios cada vez mais desiguais e ineficientes, enquanto destroem os setores produtivos do Ocidente e os deslocam para o Oriente está hoje na sua fase terminal.

À crescente evaporação dos setores primários do Ocidente, com a consequente perda de riqueza e emprego, respondeu o “sistema” com um aumento explosivo do crédito. Durante vinte anos foi possível adiar este problema para o futuro. Mas um dia este chegou e esse dia é hoje. Agora, ou tudo o mundo se torna escravo de uma das ditaduras mais absolutas, repugnantes e tirânicas do mundo, ou se redescobrem as formas de regressar à produção, de se quebrar a dependência crónica e doentia das importações da China. Tal regresso terá que ser feito contra os interesses das poderosas multinacionais que controlam os meios de comunicação e as adulam com vários ópios, desde a Bola ao dito “entretenimento de massas”, primário e animalesco. Mas esse poder – por maior que seja – não será bastante para se opor à vontade das massas, quando estas forem levadas até ao limite por um desemprego crónico, por uma situação económica desesperada e sem perspetivas e por um recuo do Estado Social europeu até à sádica minarquia sonhada pelos neoliberais. Quando chegar esse momento, nem todos os mercenários (policiais ou televisivos) serão suficientes para manter este podre Status Quo que hoje vivemos…

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O “Buy French Act” de Sarko

http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/search?q=sarkozy

http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/search?q=sarkozy

Não gosto de Sarko. Não aprecio o seu estilo populista, nem a deriva autoritária, nem as suas inclinações neoliberais e com certeza que não gosto da sua parelha com Merko. Mas agora – em campanha – Sarko disse algo com que não posso deixar de concordar: defende a  criação de legislação europeia que promova a compra e a utilização de produtos europeus, nomeadamente daqueles produzidos por empresas que, produzindo na Europa, beneficiem de dinheiros públicos europeus.

A medida seria muito criticada pela China e pelos EUA, certamente, e especialmente pela ditadura de Pequim já que esta se habitou a bloquear a entrada de produtos europeus no seu mercado por todas as formas (mais ou menos opacas) e a viciar a Europa no crédito por forma a financiar assim um endividamento externo crescente e – a prazo – explosivo. Os EUA, contudo, não devem produzir mais que um protesto oco e formal já que eles próprios estão agora a implementar a “Buy American Act”….

De facto, percorre o globo, desde a China à Índia, passando pelo Brasil e pelos EUA, todo o mundo está a reerguer as portas alfandegárias e a implementar mecanismos de estímulo à produção de substituição de bens importados. Todo o mundo, menos a Europa, que continua a ser essencialmente um imenso mercado para as produções de todo o mundo em troca de uma divida externa cada vez mais impossível de pagar.

A Europa precisa de líderes corajosos, capazes de afrontar os dogmáticos do neoliberalismo e de repor alguma equidade nas relações comerciais com a China, compensando os seus múltiplos dumpings com taxas alfandegarias. A Europa deve também – sem falsos pudores – fomentar a produção e compra de produtos europeus, e cuidado: se Sarko quer implementar um “Buy French Act” idêntico ao que Obama lançou nos EUA então esse “act” vai também aplicar-se aos produtos portugueses e de outros parceiros de França na União Europeia. E se assim for, então todos os países europeus devem imitar França… A começar por Portugal.

Fonte:
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=16E56A99-097E-45CD-AE61-ED0950EA030A&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

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A sonda Rosetta e o lander Philae continuam a caminho do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenkoand

Sonda Rosetta (http://www.spacetoday.org)

Sonda Rosetta (http://www.spacetoday.org)

A sonda Rosetta da Agência Espacial Europeia (ESA) continua a caminho do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenkoand por forma a colocar na sua superfície uma sonda em 2014.

A Rosetta foi lançada em 2004 e inclui vários instrumentos da NASA. A sonda tem como objetivo recolher dados sobre este cometa e conhecer melhor a historia primordial do Sistema Solar entrando – pela primeira vez na História – em órbita de um cometa durante 17 meses. Logo que entrar em órbita a sonda vai começar a analisar a superfície do cometa 67P em busca de bom local para o lander, aproximar-se até um quilómetro de distância e largar o lander “Philae”, que descerá então, por sua conta e risco até à superfície do cometa em novembro de 2014.

Fonte:
http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2012/02feb_rosetta/

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O Sistema Israelita de Defesa Aérea “Iron Dome”

http://timeglobalspin.files.wordpress.com

http://timeglobalspin.files.wordpress.com

Recentemente, um sistema de defesa aérea considerado impossível há apenas alguns anos atrás tem demonstrado uma eficácia notável em travar os mísseis artesanais que o Hamas lança regularmente sobre Israel. Trata-se do Iron Dome.

O sistema foi desenvolvido pela Elta Systems, pela Rafael e pelo próprio exército israelita. Um dos sistemas mais cruciais do Iron Dome foi o radar. Desenvolvido pela Elta Systems, o radar é capaz de detetar lançamentos de foguetes e orienta o lançador de mísseis intercetores a encontrar e a destruírem os alvos.

O sistema consegue intercetar mísseis e morteiros a distancias de até 70 km e é também capaz de abater aviões que voem a baixas altitudes. Desde os seus primeiros disparos, o Iron Dome registou uma taxa de sucesso superior a 90% o que é realmente notável tendo em conta o tipo de alvos e, sobretudo, o reduzido tempo de reação exigido por esse tipo de alvos.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/israels-iron-dome-anti-rocket-system-surpasses-expectations-40876/#ixzz1p0dun1Tj

Categories: DefenseNewsPt | Tags: | 2 Comentários

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