
Depois de notícias que davam conta da expansão da língua portuguesa no Uruguai a partir de 2010 (ver AQUI), da possibilidade da utilização do português na Guiné Equatorial (ver AQUI) a notícia de que a língua de Camões passaria a ser ensinada, também, em escolas zambianas indica que a expansão da Lusofonia no mundo não só está para ficar, como que a sua força propulsora já não é a pátria-mãe da língua, Portugal, mas os próprios países que a adoptaram como sua língua oficial. No caso uruguaio, tal adopção decorre da influência brasileira, no caso zambiano, da influência angolana e no caso (mais polémico) da Guiné Equatorial da proximidade da Guiné-Bissau. Segundo o ministro zambiano da Educação, Ronald Mukuna, a introdução do português nos currículos escolares do Ensino Básico, poderia ocorrer já a breve prazo e permitiria estreitar ainda mais os laços económicos e culturais que unem estes dois países do Sul de África.













Clavis, pela indicação o meu muito obrigado!:), ultimamente não tenho conseguido atualizar o Aurora, tenho alguns textos já parcialmente escritos, mas nenhum concluído.😦
Agora em meados de junho já acredito ter condições de voltar a públicar.
Sobre o tema, o Brasil tem investido muito na África, principalmente no intercâmbio tecnológico e no agronegócio.
A Namibia, com a ajuda na criação de sua marinha.
A Embrapa ajuda no agronegócio e na produção de alimentos em Serra Leoa, Gana, Moçambique e Angola.
já tinha reparado!… mas vou sempre passando por lá, de quando em vez…
Tenho seguido essas noticias, assim como a missão militar para a Guiné (causa que me é muito cara) lamentando que estas movimentações estejam a ser unilaterais e não no âmbito da CPLP…
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Desculpem, mas há um erro no texto ao afirmar que a Guiné-Equatorial adotou o português em virtude da proximidade com a Guiné-Bissau, pois ambas ficam em regiões distintas da África, separadas por mais de mil quilômetros. Sendo assim, o interesse da Guiné-Equatorial no português se deve mais a fatores econômicos e talvez à proximidade com São Tomé e Príncipe.
Sugiro a correção dessa informação no texto.
proximidade relativa… nunca disse que tinham fronteiras comuns, mas ambos os países estão no Golfo da Guiné, ainda que em extremos opostos.
Anita, tens toda a razão. O Clavis enganou-se mas tem dificuldade para reconhecê-lo. No golfo da Guiné estão a Guiné.Equatorial e S.Tomé e Principe. Outro facto é o passado português de algumas ilhas da Guiné-Equatorial (Ano Bom, etc.). A influência da Guiné-Bissau na Guiné-Equatorial é mais ou menos a mesma que a influência da Papua-Nova Guiné…
No entanto, parabéns Clavis e obrigado pela informação geral.
Ainda bem que tem gente acordada! Quando li “no caso (mais polémico) da Guiné Equatorial da proximidade da Guiné-Bissau” fiquei de boca aberta.
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